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PAE 
PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGENCIA 
 P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
08/08/2024 
 
1 
 
Sumário 
RESUMO ......................................................................................................................... 3 
OBJETIVO ...................................................................................................................... 3 
APLICAÇÃO .................................................................................................................... 3 
REFERENCIAS NORMATIVAS ......................................................................................... 3 
DEFINIÇÕES .................................................................................................................. 4 
DESCRIÇÕES E RESPONSABILIDADES ........................................................................... 5 
7.IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA .................................................................................... 2 
8.CARACTERISTICAS GERAIS ........................................................................................ 2 
8.1 RAMO DE ATIVIDADES ............................................................................................. 2 
9.FLUXO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA ............................................................... 2 
10. POSSÍVEIS CENÁRIOS DE EMERGÊNCIAS NA EMPRESA .......................................... 4 
11. PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA PARA CADA CENÁRIO ..................................... 6 
12. QUADRO CLÍNICO (MAL SÚBITO)/ ACIDENTES ....................................................... 8 
13. DERRAMAMENTO ..................................................................................................... 3 
14. DERRAMAMENTO/EXPLOSÃO .................................................................................. 4 
15. TRABALHO EM ALTURA ............................................................................................ 5 
16. CHOQUE ELÉTRICO .................................................................................................. 5 
17. AÇÕES EMERGENCIAIS EM SITUAÇÕES ESPECÍFICAS DE ATOS TERRORRISTAS, 
TUMULTOS, GREVES, MANIFESTAÇÕES, ROUBOS, ASSALTOS. ...................................... 6 
18. PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA EM CASO DE FALTA DE ÁGUA
 ....................................................................................................................................... 8 
19. PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASO DE TOMBAMENTO 
OU COLISÃO .................................................................................................................. 8 
Certifique que a emergência foi acionada 192 SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência 
Pronto Socorro) 8 
20. PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASO DE PANDEMIA ...... 1 
21. PROCEDIMENTOS EM CASO DE ENCHENTE .............................................................. 2 
22. PROCEDIMENTOS EM CASO DE PRAGAS .................................................................. 2 
23. PROCEDIMENTOS EM CASO DE FALTA DE ENERGIA ................................................ 3 
24.PROCEDIMENTO DE EMERGENCIA NA FALTA DE FORNECIMENTO DE COMBUSTIVEL
 ....................................................................................................................................... 3 
25. PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA ............................................................ 3 
30. INSTRUÇÕES PARA ABANDONO ............................................................................... 8 
Do Abandono: ............................................................................................................. 9 
Retorno às Atividades ................................................................................................... 9 
31.LISTAS DE CONTATOS INTERNOS E EXTERNOS: ..................................................... 10 
32.EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCENDIOS ......................................................... 11 
 
PAE 
PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGENCIA 
 P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
08/08/2024 
 
2 
 
33. RESPONSÁVEIS ...................................................................................................... 11 
34. ANEXOS .................................................................................................................. 12 
1. DADOS RELATIVOS AO TRABALHADOR ACIDENTADO .......................................... 13 
2. DADOS RELATIVOS AO EMPREGADOR .................................................................. 13 
3. SERVIÇOS DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO .............................................. 2 
4. DADOS RELATIVOS AO ACIDENTE DE TRABALHO ................................................... 3 
5. DADOS RELATIVOS AO POSTO DE TRABALHO ........................................................ 5 
6. ANÁLISE DAS CAUSAS DO ACIDENTE ..................................................................... 6 
7. SITUAÇÃO FINAL .................................................................................................... 6 
8. MEDIDAS DE PREVENÇÃO A ADOTAR NO POSTO DE TRABALHO PARA EVITAR 
NOVOS ACIDENTES ........................................................................................................ 7 
ANEXO III - ATA DE REUNIÃO ....................................................................................... 8 
RELATÓRIO DE TRATAMENTO DE NÃO-CONFORMIDADE .................................................... 9 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PAE 
PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGENCIA 
 P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
08/08/2024 
 
3 
 
RESUMO 
 
Este documento estabelece requisitos mínimos e responsabilidades para a elaboração, 
implantação e manutenção de Instruções a serem seguidos por ocasião da ocorrência de 
eventos emergenciais, que não possam ser controlados pelo próprio funcionário do posto de 
trabalho, tendo em vista evitar ou mitigar suas consequências. 
Para a elaboração deste documento, foram consideradas as possíveis situações de 
emergência, decorrentes das atividades da empresa, capazes de causar danos ao homem, ao 
meio ambiente ou às instalações da P.R.A. TRANSPORTES. 
 
OBJETIVO 
 
Estabelecer responsabilidades, providências e ações efetivas a serem tomadas 
preventivamente e durante situações de combate a princípio de incêndio e emergências, 
visando à preservação da integridade física da população fixa e flutuante, minimizando danos 
ao meio ambiente e ao patrimônio da empresa. 
 
APLICAÇÃO 
 
Este procedimento se aplica a toda unidade da P.R.A. TRANSPORTES 
 
REFERENCIAS NORMATIVAS 
 
Norma NBR 14001/2004 ABNT Sistemas da Gestão Ambiental Requisitos com 
orientações para uso; 
OHSAS 18001/2007 Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho 
Requisitos; 
Norma NBR 9077/2001 - Saídas de emergência em edifícios; 
 
Norma NBR 13434-1/2004 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico 
Parte 1: Princípios de projeto; 
Norma NBR 13434-2-2004 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico 
Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores; 
Norma NBR 14023/1997 Registro de atividades de bombeiros; 
 
Norma NBR 14276/1999 Programa de Corpo de Bombeiros; 
 
 
PAE 
PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGENCIA 
 P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
08/08/2024 
 
4 
 
Norma NBR 14608/2000 Bombeiro profissional civil; 
 
NT 02 Terminologia de proteção contra Incêndio e Pânico; 
 
NT 11 Plano de Intervenção de Incêndio; 
 
NT 12 Corpo de Bombeiros; 
 
Portaria 3214/78 NR 23 Proteção contra Incêndio e NR 26 Sinalização de 
Segurança. 
 
DEFINIÇÕES 
 
Acidente 
Evento não 
ambientais. 
planejado que causa danos materiais, lesões, óbitos e danos 
Analise 
Preliminar de 
Riscos - APR 
Estudo prévio sobre a existência de riscos, elaborado durante a concepção e o 
desenvolvimento de um projeto ou sistema 
Acidente do 
TrabalhoOcorrência não planejada que resulta em lesão, durante a execução das tarefas 
nas dependências da Prodelog. 
Acidente de 
Percurso 
Acidente ocorrência similar ao item anterior, porém no percurso de casa para o 
trabalho ou deste para aquela. 
Bombeiro 
profissional Civil 
Pessoa que presta serviços de atendimento a emergências a uma empresa. 
Corpo de 
Bombeiros 
Grupo organizado de pessoas voluntárias ou indicado, treinado, capacitado para 
atuar na prevenção e combate a princípios de incêndio e prestar primeiros socorros 
dentro de uma área pré-estabelecida. 
COS Escelsa Centro de Operação do Sistema 
 
Emergência 
Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao 
patrimônio, gerando um dano continuado que obriga a uma imediata intervenção 
operacional. 
Emergência 
interna 
Situação que ocorre em locais/ plantas onde há população fixa. 
Emergência 
externa 
Situação que ocorre em locais/ plantas onde não há população fixa. Exemplo: ETD 
Estação Transformadora de Distribuição, Linhas de Transmissão, Câmara 
Subterrânea. 
 
Grupo de apoio 
Grupo de pessoas composto por terceiros (por exemplo: pessoal de manutenção, 
patrimonial, telefonista, limpeza etc.) ou não, treinados e capacitados, que 
auxiliam na execução dos procedimentos básicos na emergência contra incêndio. 
Incidente 
Evento não planejado, que não causa danos materiais, lesões, óbitos e danos 
ambientais de grau maior, mas pode levar a um acidente. 
Incêndio Fogo sem controle 
 
PAE 
PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGENCIA 
 P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
08/08/2024 
 
5 
 
O&M Operação e manutenção 
Perigo 
Situação com potencial de provocar lesões pessoais ou danos à saúde, ao meio 
ambiente ou ao patrimônio, ou combinação destas. 
Ponto de 
encontro 
Local seguro e protegido dos efeitos do sinistro. 
População fixa 
Aquela que permanece regularmente na planta, considerando-se os turnos de 
trabalho e a natureza da ocupação, bem como os terceiros nestas condições. 
População 
flutuante 
Aquela que não permanece regularmente na planta. É sempre considerado o 
número máximo diário de pessoas. 
 
Risco 
Acontecimento possível, futuro e incerto sejam quanto a sua realização, seja 
quanto à época em que poderá ocorrer independente da vontade humana ou não 
e de cuja ocorrência decorre prejuízos de qualquer natureza. 
Risco de 
incêndio alto 
Planta com carga de incêndio acima de 1 200 MJ/m². Conforme tabela C da NBR 
14276/06 
Risco de 
incêndio médio 
Planta com carga de incêndio entre 300 e 1 200 MJ/m². Conforme tabela C da 
NBR 14276/06 
Risco de 
incêndio baixo 
Planta com carga de incêndio até 300 MJ/m². Conforme tabela C da NBR 
14276/06. 
 
 
Rota de fuga 
Caminhos e saídas devidamente sinalizados, dotados de proteção contra incêndio 
e desobstruídos, a serem percorridos pelas pessoas para um rápido e seguro 
abandono de qualquer local da planta até o ponto de encontro previamente 
determinado pelo plano de emergência contra incêndio. 
Saída de 
emergência 
Saídas que atendam aos requisitos da ABNT NBR 9077. 
Sinistro Ocorrência proveniente de risco que resulte em prejuízo ou danos. 
SEP Sistema 
Elétrico de 
Potência 
Conjunto das instalações e equipamentos destinados a geração, transmissão e 
distribuição de emergia elétrica, até a medição inclusive. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESCRIÇÕES E RESPONSABILIDADES 
 
PAE 
PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGENCIA 
 P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
08/08/2024 
 
6 
 
a. ORGANOGRAMA 
Baseado na NBR 14276 que se refere à Brigada de Incêndio, determina a instauração de 
brigada nos locais que possuem população fixa, e como na Prodelog Transportes LTDA temos 
uma população flutuante, criamos o organograma abaixo, para atender aos possíveis cenários 
descritos neste PAE. Este organograma tem por nome Equipe de Averiguação de 
Emergência, conforme Figura: 
ORGANOGRAMA DA BRIGADA DE INCÊNDIO 
 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
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6.2 RESPONSABILIDADES 
 
Membros da Brigada de Emergência: são responsáveis em atuar cada um em seu 
respectivo bloco de emergência e todos devem apoiar o bloco de combate a 
incêndio; 
Líder dos Brigadistas: responsável pela coordenação e execução das ações de 
emergência em sua área de atuação (bloco). É escolhido entre os brigadistas 
aprovados na capacitação. Responsável pela atuação direta na emergência. Deve: 
1. Coordenar as ações de combate à situação de emergência junto à Brigada 
de Emergência e dos serviços auxiliares. 
2. Informar as condições e controle da emergência junto ao Chefe da Brigada 
 
Bloco de Salvamento: equipe formada e treinada para que durante a emergência 
possa auxiliar o Chefe da Brigada nas situações que requerem auxílio de abandono 
do local. Deve: 
1. Orientar os envolvidos, posicionando-se em pontos estratégicos. 
 
2. Conhecer as rotas de fuga estabelecidas. 
 
3. Verificar todas as dependências como: salas oficinas, departamentos, 
escritórios e área fabril. 
Bloco de Primeiros Socorros: pessoal com treinamento de primeiros socorros, que 
possa atuar no resgate de feridos do local da emergência antes da chegada dos 
médicos. Deve: 
1. Verificar as condições da vítima e, se possível, prestar os primeiros socorros 
ou encaminhar para enfermaria quando houver, caso contrário, contatar o 
resgate para socorro da vítima através do cadastro de hospitais e pronto 
socorros. 
2. Atuar como resgate em caso de acidentes com energia elétrica e em altura. 
 
Bloco de Emergências Ambientais: responsável pelo combate direto às emergências 
ambientais, como derramamento de produtos químicos, executando as orientações 
do Coordenador da Brigada. 
Bloco de Combate a Incêndio: responsável pelo combate direto à emergência, 
atuando sob supervisão do Coordenador da Brigada. 
Coordenador da Brigada: é escolhido entre os brigadistas aprovados na 
capacitação. É o responsável pela coordenação de toda emergência. Adotando 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
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medidas técnicas, administrativas para que o combate à emergência tenha sucesso. 
Deve: 
1. Avaliar a situação e os riscos potenciais que se apresentam dentro e fora da 
Unidade. 
2. Junto com os Líderes de Brigada, avaliar a necessidade de auxílio externo 
como: Corpo de Bombeiros, fornecedor de água, etc. 
3. Acionar ou solicitar o auxílio externo, tais como: Corpo de Bombeiro, defesa 
civil, ambulância. 
4. Decidir, com o apoio da equipe, procedimentos estratégicos no combate à 
emergência e controle de seus efeitos. 
5. Autorizar a contratação de empresas especializadas para combate e controle 
da emergência, se necessário. 
6. Decretar o término da emergência, inspecionar o local sinistrado junto com 
o Coordenador Geral Local para as investigações e elaborar o relatório. 
Devem ser realizadas reuniões extraordinárias para análise de situação sempre que: 
 
1. ocorrer um sinistro e/ou simulado; 
 
2. for identificado um perigo iminente; 
 
3. ocorrer uma alteração significativa dos processos industriais ou de serviços, 
de área ou de leiaute; 
4. houver a previsão e execução de serviços que possam gerar algum risco. 
 
Apoio Assistencial: os porteiros são responsáveis por chamar as instituições 
competentes em caso de emergência e informar o Gerente Geral e responsável por 
medidas de apoio administrativo, abandono, informação aos funcionários, transporte 
auxiliar, etc. Deve: 
1. Auxiliar o Coordenador Geral Local na solicitação de ambulância, e 
outros serviços auxiliares. 
2. Inspecionar todas as dependências da unidade, o prédio, visando 
confirmar sempre que necessário o seu abandono total. 
3. Dar apoio e suporte a famílias das vítimas quando necessário.PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
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7.IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
 
RAZÃO SOCIAL: P. R. A. DA SILVA TRANSPORTES 
ENDEREÇO: Avenida Anton Von Zuben 3099 Jardim São José 
 
CEP: 13051-145 
 
CIDADE: Campinas -SP ESTADO: São Paulo. 
TELEFONE: (19) 3267-1970 / 3267-2786 
E-MAIL: rh02@pratransportadora.com.br 
 
C.N.P.J: 11.180.923/0001-99 
 
 
 
8.CARACTERISTICAS GERAIS 
 
No prédio administrativo consiste de uma construção de alvenaria, piso cerâmico, como 
cobertura em laje, ventilação natural e artificial, iluminação natura feito por portas e janela 
e artificial realizada por ar-condicionado. 
Área construída de aproximadamente 
No prédio da oficina mecânica construção de alvenaria, com piso em contrapiso de 
concreto, cobertura alvenaria, com iluminação artificial e natural, ventilação natural. 
Área do terreno total de em uma área construída de aproximadamente 
 
Horário de Funcionamento: Administrativo: 8:00 ás 18:00 
Operacional: 8:00 ás 19:00 
Frota: horário flexível 
Portaria: 8:00 ás 19:00 e noturno guarda. 
 
 
8.1 RAMO DE ATIVIDADES 
 
A P. R. A. Da Silva Transportes realiza transporte rodoviário de carga, exceto produtos 
perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional. 
 
 
 
 
 
9.FLUXO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA 
 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
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9.1 FLUXOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DO PLANO DE ATENDIMENTO A 
EMERGÊNCIA 
 
 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
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00 30/07/2024 
 
Ao término da emergência, o Coordenador Geral Local, deve buscar todas as informações 
possíveis sobre o ocorrido, e fazer o registro, onde estarão determinados os campos para 
as respectivas informações, ações e medidas preventivas. 
OBS.: Informação a Terceiros, Órgãos públicos e Imprensa: Nenhum colaborador está 
autorizado a fornecer informações sobre o ocorrido. As orientações e informações a 
Terceiros, órgãos públicos, imprensa; serão prestados diretamente pela Diretoria. 
 
10. POSSÍVEIS CENÁRIOS DE EMERGÊNCIAS NA EMPRESA 
 
10.1 Identificação de Possíveis Cenários e Hipóteses Acidentais 
 
 
CENÁRIOS DE EMERGÊNCIA 
 
FONTE 
 
Incêndio 
 
Uma sobrecarga elétrica ou mau 
funcionamento de equipamentos pode 
gerar faíscas e iniciar um incêndio devido 
Curto-circuito em sistemas elétricos com a 
fiação antiga ou mal instalada. 
 
Quadro Clínico (Mal súbito) Acidentes 
 
 - O motorista do veículo de transporte 
sofre um mal súbito enquanto dirige, O 
motorista pode perder o controle do 
veículo, resultando em colisão com 
outros veículos, capotamento, saída de 
estrada ou atropelamento de 
pedestres, especialmente em áreas 
urbanas ou de tráfego intenso. 
 - Um trabalhador sofre um mal súbito 
enquanto opera equipamentos de 
movimentação de cargas, a perda de 
controle do equipamento pode causar a 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
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queda de cargas pesadas, resultando 
em ferimentos graves para o 
funcionário e outros trabalhadores 
próximos, além de possíveis danos 
materiais. 
 
Derramamento (produto químico) 
 - Acidente rodoviário que resulte na ruptura 
dos recipientes de transporte, causando o 
derramamento do produto químico, colisão 
com outro veículo, capotamento, ou saída de 
estrada pode danificar os contentores, 
levando ao vazamento de substâncias 
tóxicas ou corrosivas, com risco de 
contaminação ambiental e perigo para a 
saúde humana. 
 - Interação acidental entre diferentes 
produtos químicos durante o transporte, 
vazamento de substâncias incompatíveis, 
devido a falhas nos recipientes de 
contenção, pode provocar uma reação 
química inesperada, resultando em fogo, 
explosão ou liberação de gases tóxicos. 
 - Produtos químicos perigosos podem ser 
alvos de roubo, e a sabotagem pode resultar 
em vazamentos ou incêndios deliberados, 
colocando em risco a segurança pública e o 
meio ambiente. 
 
 
Descarga Elétrica 
 - Incêndio iniciado por falhas elétricas ou 
fontes de ignição em áreas de 
armazenamento, o fogo pode se alastrar 
rapidamente devido à presença de materiais 
inflamáveis ou embalagens de 
papel/plástico, exigindo uma resposta rápida 
e coordenada. 
 - Uma sobrecarga elétrica ou mau 
funcionamento de equipamentos pode gerar 
faíscas e iniciar um incêndio devido a curto-
circuito em sistemas elétricos com a fiação 
antiga ou mal instalada. 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
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Acidente 
- Acidente rodoviário envolvendo veículos 
que transportam produtos perigosos (ex.: 
combustíveis, produtos químicos), devido 
Colisão ou tombamento do veículo pode 
resultar no derramamento da carga, com 
risco de incêndio, explosão ou 
contaminação ambiental. 
 - Explosão de pneus durante o transporte, 
especialmente em veículos carregados com 
materiais sensíveis ou inflamáveis, a 
explosão pode causar perda de controle do 
veículo e possível colisão, com riscos 
adicionais de incêndio ou derramamento. 
 - Condução perigosa ou descuidos, como 
dirigir sob efeito de álcool ou drogas, o 
comportamento inadequado do motorista 
pode resultar em colisões, capotamentos ou 
outros tipos de acidentes graves. 
 - Inundações, deslizamentos de terra ou 
tempestades que afetam as rotas de 
transporte ou as instalações da empresa, 
desastres naturais podem danificar 
infraestruturas e causar acidentes de 
transporte 
 
 
Invasão 
 - Furto/Assalto 
 - Invasão de áreas de armazenamento ou 
veículos para roubo de carga ou 
vandalismo. 
 - Ações intencionais de roubo ou 
sabotagem durante o transporte, 
 
 
11. PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA PARA CADA CENÁRIO 
 
Para todos os cenários identificados e no momento da emergência, os brigadistas 
deverão dirigir-se em direção ao ponto de encontro (área externa), deslocando-se pelas 
rotas de fuga sinalizadas em cada área de trabalho para receber as orientações do 
Coordenador da Brigada. As rotas de fuga e o(s) ponto(s) de encontro devem ser 
mantidos constantemente sinalizados e desobstruídos. 
 
Para os os cenários envolvendo incêndio e no momento da emergência, todas as pessoas 
deverão dirigir-se em direção ao ponto de encontro (área externa), conforme a 
orientação dos brigadistas, deslocando-se pelas rotas de fuga sinalizadas em cada área 
de trabalho para receber as orientações do Coordenador da Brigada. 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
REVISADO POR APROVAÇÃO 
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Localização do ponto de encontro: 
 
- O ponto de encontro se encontra ao lado 
externo do barracão, ao da garragem. 
 
 
 
11.1 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS EM CASOS 
DE INCENDIOS/EXPLOSÃO EM EQUIPAMENTOS E PAINÉIS ELÉTRICOS 
O colaborador que identificar a emergência deverá acionar a Brigada, que seguirá os 
seguintes procedimentos: 
 
Combater o fogo utilizando extintores de pó químico seco e CO2 (dióxido 
de carbono); 
A Brigada deverá desativar o sistema elétrico e isolar a área, utilizando fitas 
zebradas; 
 
Quando o extintor de combate a incêndio for insuficiente para debelar o fogo, deve- 
se desligar a subestação, utilizar hidrantes com esguicho jato contra fogo para sua 
extinção; 
 
Acionar o Corpo de Bombeiros (193), se necessário. 
 
11.2 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIAS EM CASOS 
DE INCENDIO OU FUMAÇA 
Caso saiba de um incêndio ou detecte presença de fumaça contate um brigadista.Ele 
será responsável por comunicar a equipe de emergência que atuará conforme 
treinamento recebido. Relate os detalhes (localização e o que está em chamas, e 
qualquer medida que tenha tomado) 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
REVISADO POR APROVAÇÃO 
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00 30/07/2024 
 
IMPORTANTE: Ao discar 193 para o Corpo de Bombeiros, você falará primeiro com um 
atendente. 
 
O atendente fará as seguintes perguntas: 
 
1. De que tipo de serviço você necessita? De que cidade e estado você está ligando? 
 
2. A sua ligação será encaminhada ao Corpo de Bombeiros. 
 
3. Informe ao Corpo de Bombeiros seu nome, endereço comercial, localização exata do 
incêndio e o que está em chamas. Depois disso, poderão fazer perguntas adicionais. 
 
4. Isso é importante, já que irá determinar a resposta adequada de recursos. 
 
5. 
 
12. QUADRO CLÍNICO (MAL SÚBITO)/ ACIDENTES 
12.1 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA EM CASO DE DESMAIO 
OU VERTIGEM 
O desmaio consiste na perda transitória da consciência e da força muscular, fazendo com 
que a vítima caia ao chão. Pode ser causado por vários fatores, como o trabalho em 
espaço confinado. Pode ser precipitado por nervosismo, angústia e emoções fortes, além 
de ser intercorrência de muitas outras doenças. Vertigem consiste nos sinais e sintomas 
que antecedem o desmaio. 
 
Identificação 
Tontura. 
Sensação de mal-estar 
 
Pele fria, pálida e úmida. 
Suor frio. 
Perda da consciência. 
 
Tratamento 
 
Diante de uma vítima que sofreu desmaio, devemos proceder da seguinte maneira: 
Arejar o ambiente. 
Afrouxar as roupas da vítima. 
 
Deixar a vítima deitada e, se possível, com as pernas elevadas. 
Não permitir aglomeração no local para não expor a vítima. 
 
 
 
 
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12.2 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
ACIDENTE DE TRABALHO 
Em caso de acidente de trabalho e atendendo à sua gravidade, o funcionário deverá ser 
transportado de imediato ao posto de socorros mais próximo; da ocorrência de acidente 
de trabalho mortal o local deve ser isolado e, para além da chamada dos serviços de 
socorro e da comunicação ao IML Instituto Médico Legal e Polícia Militar, realizar o 
isolamento da área. 
 
Em caso de acidente de trabalho: 
 
Mantenha a calma, não toque e nem deixe tocar na vítima, não lhe dê nada a beber; 
Informe imediatamente ao chefe; 
Suprima imediatamente a causa do acidente; 
 
Chame os meios de socorro externos: Ambulância, Bombeiros etc; 
 
Mantenha a calma, não se esqueça de indicar corretamente aos serviços externos os 
seguintes elementos: 
 
Nome da Empresa; 
 
Endereço; o Nome da Vítima; 
Natureza do Acidente; 
Estado da Vítima; 
12.3 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
PRIMEIROS SOCORROS 
Primeiros Socorros é o tratamento imediato e provisório ministrado a uma vítima de 
trauma ou doença, fora do ambiente hospitalar, com o objetivo de prioritariamente evitar 
o agravamento das lesões ou até mesmo a morte e estende-se até que a vítima esteja 
sob cuidados médicos. É da maior importância que o socorrista conheça e saiba colocar 
em prática o suporte básico da vida. Saber fazer o certo na hora certa pode significar a 
diferença entre a vida e a morte para um acidentado. Além disso, os conhecimentos na 
área podem minimizar os resultados decorrentes de uma lesão, reduzir o sofrimento da 
vítima e colocá-la nas melhores condições para receber o tratamento definitivo. O 
Socorrista é responsável por prestar os primeiros socorros. O socorrista deve usar a luva 
de procedimentos (cirúrgica) antes de tocar na vítima a ser socorrida. 
 
Antes de qualquer outra atitude no atendimento às vítimas, deve-se obedecer a uma 
sequência de procedimentos que permitirá determinar qual o principal problema 
associado com a lesão ou doença e quais serão as medidas a serem tomadas. 
 
A saber: 
 
O local da ocorrência. É seguro? Será necessário movimentar a vítima? Há mais de 
uma vítima? Pode-se dar conta de todas as vítimas? 
 
 
 
 
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A vítima. Está consciente? Tenta falar alguma coisa ou aponta para qualquer parte do 
corpo dela. 
 
As testemunhas. Elas estão tentando dar alguma informação? O socorrista deve ouvir 
o que dizem a respeito dos momentos que antecederam o acidente. Mecanismos da 
lesão. Há algum objeto caído próximo da vítima, como escada, caixas, andaime e etc. 
 
Deformidades e lesões. A vítima está caída em posição estranha? Ela está queimada? 
Há sinais de esmagamento de algum membro? 
 
Sinais. Há sangue nas vestes ou ao redor da vítima? Ela vomitou? Ela está tendo 
convulsões? 
 
NOTA: Se houver mais de uma vítima, o socorrista dará prioridade ao pior caso e, a 
Brigada deve atender as outras vítimas enquanto isso. As informações obtidas por esse 
processo, que não se estende por mais do que alguns segundos, são extremamente 
valiosas na sequência do exame: 
 
Observe visualmente a vítima e a área do acidente. Certifique-se da segurança para 
si e para a vítima. Observar as condições da cena e do ambiente. A posição da vítima 
e arredores serão a chave para descobrir sobre mecanismos da lesão. 
 
Verifique as vias aéreas (nariz e boca) da vítima e estabilize sua coluna cervical. Abra 
as vias aéreas observando cuidados adequados na suspeita de trauma cervical. A 
abertura das vias aéreas é o primeiro passo essencial no tratamento da vítima. Todas 
as outras manobras são inúteis se você não mantiver as vias aéreas permeáveis e a 
coluna imobilizada permanentemente. 
 
Verifique a respiração da vítima. Com as vias aéreas abertas, aproxime seu ouvido da 
boca e do nariz da vítima e tente ouvir e sentir a respiração observe também se o 
peito da vítima está se movimentando. Se a vítima não respira, inicie imediatamente 
a respiração artificial. A respiração poderá estar ausente, rápida ou lenta, superficial 
ou profunda, ou ainda, com esforço. A ausência de movimentos respiratórios requer 
manobras para restabelecimento da respiração. 
 
Verifique a circulação da vítima. Apalpe o pulso no lado do pescoço onde estiver 
posicionado. Se não houver pulso, inicie imediatamente a Ressuscitação 
Cardiopulmonar - RCP. O pulso poderá estar ausente, forte ou fraco, rápido ou lento, 
ou ainda, irregular. A ausência de pulso requer manobras de reanimação imediatas 
(Ressuscitação Cardiopulmonar RCP), antes de qualquer outro tratamento. 
 
Verifique hemorragias externas. Procure por sangramentos que comprometam a vida 
do acidentado. Se houver sangramento externo grave, controle imediatamente com 
compressão direta sobre o ferimento. Use sempre luvas. Hemorragias graves 
merecem atenção e controle imediato, antes de qualquer outro tratamento posterior. 
A vida fica ameaçada diante da perda de grandes volumes de sangue. 
 
NOTA: A aplicabilidade dos procedimentos acima dependerá do tipo de acidente e do 
estado da vítima. O socorrista decidirá quais os procedimentos necessários. Na ausência 
dela, o Brigadista será o responsável. 
 
 
 
 
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12.4 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
QUEIMADURAS 
 
Queimadura é uma lesão produzida no tecido de revestimento do organismo por agentes 
térmicos, produtos químicos, etc. Pode-se dividir a queimadura em graus, de acordo com 
a profundidade: 
 
Primeiro grau: atinge somente a epiderme. Caracteriza-se por dor local e vermelhidão da 
área atingida. 
 
Segundo grau: atinge a epiderme e a derme. Caracteriza-se por dor local, vermelhidão e 
Terceiro grau:atinge o tecido de revestimento, alcançando o tecido muscular, podendo 
chegar até o tecido ósseo. Caracteriza-se pela pele escurecida ou esbranquiçada e as 
vítimas podem se queixar de muita dor. Também podem não referenciar dor alguma na 
área queimada, por ter havido a destruição dos terminais sensitivos. De todo modo, ao 
redor de queimaduras de 3º grau, haverá queimaduras de 2º e de 1º graus, que 
frequentemente serão motivo de fortes dores. 
 
Retirar parte da roupa que esteja em volta da área queimada; 
 
Retirar anéis e pulseiras da vítima, para não estrangularem as extremidades dos 
membros, quando incharem. 
 
As queimaduras de 1º grau podem ser banhadas com água fria para amenizar a 
dor. 
 
Não perfurar as bolhas em queimaduras de 2º grau; 
Não aplicar medicamentos nas queimaduras; 
Cobrir a área queimada com um pano limpo; 
Se a vítima estiver consciente, dar-lhe água; 
NOTA: Em caso de queimaduras de 2º ou 3º grau, transportar a vítima com urgência 
para um Hospital Especializado 
 
 
12.5 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE FRATURAS 
 
Fratura é a ruptura total ou parcial de osso. Podem ser fechadas ou expostas. 
 
Fratura fechada: na fratura fechada não há rompimento da pele, ficando o osso no 
interior do corpo. 
 
Fratura exposta: fratura na qual há rompimento da pele. Neste tipo de fratura ocorre 
simultaneamente um quadro de hemorragia externa, existindo ainda o risco iminente de 
infecção. 
 
Dor local: uma fratura sempre será acompanhada de uma dor intensa, profunda e 
localizada, que aumenta com os movimentos ou pressão. 
 
 
 
 
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Incapacidade funcional: é a incapacidade de se efetuar os movimentos ou a função 
principal da parte afetada. 
 
Deformação ou inchaço: ocorre devido ao deslocamento das seções dos ossos fraturados 
ou acúmulo de sangue ou plasma no local. Um método eficiente para se comprovar a 
existência da deformação é o de se comparar o membro sadio com o fraturado. 
 
Mobilidade anormal: é a movimentação de uma parte do corpo onde inexiste uma 
articulação. Este método, assim como o anterior, não deve ser forçado. No caso de 
dúvida, sempre considerar a existência da fratura. 
 
Não movimente a vítima até imobilizar o local atingido. 
Não dê qualquer alimento ao ferido, nem mesmo água; 
Imobilizar a fratura mediante o emprego de talas; 
Imobilizar também a articulação acima e abaixo da fratura para evitar qualquer 
movimento da parte atingida. Verificar se a tala não ficou demasiadamente 
apertada; 
 
Em caso de fratura exposta, prevenir a contaminação mediante assepsia local, 
mantendo o ferimento coberto com gaze esterilizada; 
 
Tranquilizar o acidentado mantendo-o na posição mais cômoda possível. Prevenir o 
estado de choque; 
 
Remover a vítima em maca rígida (prancha de madeira); 
 
Transportar para o hospital. 
 
12.6 PROCEIDMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
ANIMAIS PEÇONHENTOS 
Os envenenamentos são produzidos por picadas ou mordidas de animais venenosos. Se 
possível, deve-se capturar ou identificar o animal que picou a vítima, mas sem perder 
tempo com esse procedimento. Na dúvida, tratar como se o animal fosse venenoso. 
 
Não se deve amarrar ou fazer torniquete. Impedir a circulação do sangue pode 
produzir necrose ou gangrena; o sangue deve circular normalmente; 
 
Lavar a ferida com água e sabão; 
 
Manter o acidentado deitado em repouso, evitando que ele ande, corra ou se 
locomova por seus próprios meios. A locomoção facilita a absorção do veneno e 
os efeitos se agravam; 
 
Procurar manter a área picada em nível abaixo do coração da vítima; 
 
Remover anéis, relógios ou joias, prevenindo assim complicações de correntes de 
inchaço que, frequentemente, ocorrem nestes casos; 
 
Levar o acidentado imediatamente para o Hospital Unicamp. 
 
 
 
 
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12.7 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA EM CASOS DE 
FERIMENTOS OU LESÕES 
Cortes e perfurações: fazer compressão se for de natureza pequena e média. 
Em casos extremos, de ferimento grande e com sangramento de artéria, fazer 
compressa no local, elevar o membro acima. 
Encaminhar para o hospital mais próximo em casos graves. 
12.8 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS 
Com a pessoa no chão ou na maca rígida, coloque uma mão sobre a outra e localize a 
extremidade inferior do osso vertical que está no centro do peito (o chamado osso 
externo). Deve-se fazer 100 a 120 massagens por minuto. 
 
OBS: Segundo o protocolo ACLS, emitido pela American Heart Association, é proibida a 
prática de respiração boca a boca. 
 
12.8 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
TRANSPORTE DA VÍTIMA 
Em caso de acidente com lesão leve, a vítima deverá se encaminhar para o setor de 
Recursos Humanos, onde localiza-se a caixa de primeiros socorros que deverá usar para 
fazer o procedimento. Em caso de acidente grave, o responsável pelo setor Recursos 
Humano irá encaminhar o acidentado ao pronto socorro mais próximo. Se a vítima não 
puder ser removida do local devido a acidente com fratura grave, deverá ser acionada 
uma Ambulância (SAMU 192) para remoção do acidentado até o pronto socorro. 
 
13. DERRAMAMENTO 
13.1 PROCEIDMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
DERRAMAMENTO PORDUTOS QUÍMICOS OU ÓLEOS 
Os colaboradores da frente de serviços que são treinados para esse tipo de emergência 
poderão realizar os procedimentos. Em caso de colaboradores não treinados deverão 
acionar o chefe da brigada que irá indicar o bloco adequado para esse tipo de 
emergência. 
 
Deverão conter o derrame com bandejas ou barreiras físicas, no caso do produto liquido, 
e promover a absorção do material (com serragem). Quando ocorrer derrame de produto 
sólido, este deverá ser recolhido pelos colaboradores envolvidos e acondicionados em um 
tambor devidamente identificado. 
 
Será necessário providenciar a limpeza do local. 
 
 
 
 
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14. DERRAMAMENTO/EXPLOSÃO 
14.1 PROCEIDMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE 
VAZAMENTO DE GAS 
O colaborador, que identificar a emergência, deverá acionar a Brigada que seguirá os 
seguintes procedimentos: 
 
Para verificar se há vazamento: 
 
Passar uma esponja com água e sabão sobre a conexão do cone- 
borboleta com a válvula. Se houver vazamento, aparecerão bolhas de 
ar na espuma de sabão; 
 
Fósforo ou qualquer tipo de chama não deve ser usado para fazer a 
verificação. Isso pode provocar graves acidentes. Então, deve-se evitar 
ligar/desligar interruptores. 
 
Vazamento de Gás SEM fogo 
 
Fechar o registro de gás; 
Afastar as pessoas do local; 
Não acionar interruptores de eletricidade; 
 
Não fumar nem acender fósforos ou isqueiros; 
 
Se ocorrer em ambiente fechado, abrir portas e janelas; 
 
Entrar em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos 
mais graves, com o Corpo de Bombeiros (193). 
 
Vazamento de Gás COM fogo: 
 
Se possível, fechar o registro de gás; 
 
Afastar as pessoas do local; 
 
Desligar a chave geral da eletricidade; 
 
Retirar do local os materiais combustíveis que puder; 
Se possível, fechar o registro de gás; 
Afastar as pessoas do local; 
 
Desligar a chave geral da eletricidade; 
 
Retirar do local os materiais combustíveis que puder; 
 
 
 
 
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15. TRABALHO EM ALTURA 
 
15.1 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE QUEDA COM 
DIFERENÇA DE NÍVEL 
 
Tranquilizea vítima e peça que não se mova e mantenha-a acordada; 
 
Procure manter a cabeça da vítima numa posição neutra; 
Chame uma ambulância; 
Se a remoção for demorar e o problema for ao pescoço, utilize o colar cervical. Nunca 
deixe de segurar a cabeça e o pescoço durante sua colocação; 
 
Se a vítima estiver inconsciente, desobstrua as vias respiratórias, inclinando a cabeça 
para trás e erguendo o queixo suavemente; 
 
Se a lesão for à coluna, procure colocar o paciente na posição de lado; 
 
Essa manobra só deve ser feita com, pelo menos, um auxiliar, que ficará encarregado de 
apoiar a cabeça e o pescoço, o tempo todo. 
 
Em caso de suspenção inerte procure fazer o alívio utilizando, escadas ou Plataforma 
Aérea Elevatória, chamar equipe especializada para o resgate. 
 
16. CHOQUE ELÉTRICO 
 
16.1 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASOS DE CHOQUE 
ELÉTRICO 
 
O choque elétrico, geralmente causado por altas descargas, é sempre grave, podendo 
causar distúrbios na circulação sanguínea e, em casos extremos, levar à parada 
cardiorrespiratória. Na pele, podem aparecer duas pequenas áreas de queimaduras 
(geralmente de 3º grau) - a de entrada e de saída da corrente elétrica. 
 
Se houver parada cardiorrespiratória, aplique a Ressuscitação (RCP); 
 
Cubra as queimaduras com uma gaze ou com um pano bem limpo; 
 
Se a pessoa estiver consciente, deite-a de costas, com as pernas elevadas; 
 
Se estiver inconsciente, deite-a de lado. Se necessário, cubra a pessoa com um 
cobertor e mantenha-a calma. Levar a vítima ao Pronto Socorro IMEDIATAMENTE. 
 
NOTA: Antes de realizar o socorro procurar desenergizar a fonte de energia. Em caso em 
que não for possível realizar a desenergizarão procurar um material não condutor para 
afastar a vítima da fonte elétrica. 
 
 
 
 
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16.2 Procedimentos de atendimento a emergência em casos ameaça de bomba 
 
Caso uma pessoa receba uma ameaça de bomba por telefone, correio ou comunicação 
eletrônica: 
 
Fique calmo. 
NÃO desligue o telefone onde recebeu a ligação, NÃO apague nenhum Email, NÃO 
descarte nenhuma correspondência. 
Mantenha a pessoa na linha e tente obter o maior número de informações possível. 
Registre as palavras exatas da ameaça no seu Checklist de Ameaça de Bomba 
contido na sua pasta de Brigadista. Entre em contato com o chefe da brigada. Eles 
discarão 193 para contatar o Corpo de Bombeiros, caso necessário. Aguarde as 
instruções de pessoas autorizadas. 
Caso um objeto seja encontrado, NÃO o toque - deixe o local imediatamente. 
Avise as pessoas em sua área para que NÃO utilizem telefones celulares ou 
comunicação por rádio até que seja seguro. 
Caso o seu Controlador de Emergência decida evacuar a área ou se você tiver 
deixado o local imediatamente (item suspeito encontrado), peça para que todas as 
pessoas levem seus objetos pessoais para o ponto de encontro designado. 
Talvez lhe peçam para fazer uma busca em sua área a fim de localizar qualquer 
item suspeito - dependendo da natureza da ameaça. 
 
17. AÇÕES EMERGENCIAIS EM SITUAÇÕES ESPECÍFICAS DE ATOS 
TERRORRISTAS, TUMULTOS, GREVES, MANIFESTAÇÕES, 
ROUBOS, ASSALTOS. 
AMEAÇA DE BOMBAS OU ATOS TERRORISTAS: 
 
Caso tivermos denuncia de Ameaça de Bombas, deverão ser comunicados todos os 
supervisores de área para que efetuem o abandono de area de forma segura para que 
ninguém entre em pânico.Após isso a Gerência entrará em contato com os Bombeiros através 
do fone - 193, feito isso deverá ser acionada a Brigada de Emergência para certificar que não 
ficou nenhum funcionário no terminal.O Líder da Brigada deverá escalar alguns membros da 
Brigada para ficar de guarda nas extremidades até que a autoridade libere o local.Qualquer 
suspeita de ato terrorista deverá ser tratada como fato potencialmente 
 
 
 
 
 
 
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verídico, comunicando-se à mesma a mais alta autoridade presente na unidade para 
a tomada de decisões cabíveis. 
TUMULTOS, GREVES E MANIFESTAÇÕES: 
 
Ao perceber que pessoas de dentro ou fora da unidade estão tentando levar nossos 
funcionários a provocar tumultos ou greve, haja da seguinte maneira: 
a) Estando a pessoa ou grupo que lidera o movimento dentro da unidade, ao perceber 
. que os funcionários estão dando atenção para eles, avise imediatamente seu superior 
. para que sejam tomadas todas as medidas adequadas. 
 
b) O supervisor do setor tentará dispersar os funcionários para poder controlar . 
. situação, 
 
não sendo possível avise o Gerente do Terminal e o Departamento de Segurança 
dizendo 
 
o motivo da movimentação para que medidas no sentido de controlar a situação sejam 
tomadas. 
c) Se a pessoa ou grupo que lidera o movimento estiver fora do Terminal e não for 
funcionário próprio, avise o departamento de Segurança que o mesmo saberá qual 
providências tomar. Sendo funcionário da firma avise o Gerente de Produção ou o 
Departamento de Segurança. 
d) Se o tumulto ou princípio de greve for fora de horário de trabalho, tendo condições 
 
procure acalmar os ânimos das pessoas envolvidas, se não for possível, entre em 
contato 
 
com a Gerência ou com o Departamento de Segurança. 
 
ROUBOS OU ASSALTOS: 
 
Ações a serem tomadas pelo chefe de turno: 
 
Deverá fazer o abandono da área de forma segura, para que ninguém entre em 
pânico, tendo em vista o bem-estar físico de nossos funcionários. 
Deverá comunicar a Portaria que consequentemente deverá avisar o 
Departamento de Segurança e o Gerente Operacional. 
a) Todos os nossos funcionários deverão evitar de terem qualquer tipo de . 
envolvimento 
 
 
 
 
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com os assaltantes. 
 
b) Não poderemos de forma alguma formar barreiras ou tentar impedir a saída dos 
mesmos. 
c) No caso de reféns deverá ser informada a Gerência da Unidade e a polícia local para 
que as providencias sejam tomadas. 
Depois da ocorrência o chefe de turno deverá coordenar seus funcionários para que 
os mesmos voltem ao seu setor de trabalho. 
 
 
18. PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA EM CASO DE 
FALTA DE ÁGUA 
 
A primeira coisa a fazer quando faltar água é entrar em contato com a concessionária para fazer 
uma ocorrência sobre o que aconteceu. Procure saber os motivos da falta de água e tentar obter 
uma estimativa do retorno do abastecimento. Durante o contato, que normalmente é telefônico, 
solicite informações úteis, como: 
 
Qual o motivo da falta de água? 
O que deve ser feito imediatamente? Quais medidas tomar? 
Quando o abastecimento de água irá retornar há previsão? 
 
Não esqueça de anotar o protocolo de seu atendimento. Ele será imprescindível se precisar 
registrar o momento inicial em que o serviço foi perdido e que você entrou em contato 
solicitando o seu restabelecimento. Se o problema persistir por mais que o tempo previsto ou 
gerar danos é recomendável realizar quantas reclamações forem necessárias. 
 
Caso for necessário contatar uma empresa de venda água em caminhão pipa caso o 
abastecimento for por tempo indeterminado para suprir a possível emergência. 
 
 
19. PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASO DE 
TOMBAMENTO OU COLISÃO 
Em caso de tombamento mantenha calma e siga os passos; 
 
Sinalizar o local do acidente com Triângulo disponível no caminhão; 
Comunicar imediatamente o Superior; 
Certifique que a emergência foi acionada 192 SAMU (Serviço de Atendimento Móvel 
de Urgência Pronto Socorro) 
 
Em caso de acidente de trânsito, além de comunicar o supervisor, permanecer no 
local para prestar informações as autoridades.PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
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20. PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGENCIA EM CASO DE 
PANDEMIA 
 
Em caso de atendimento a emergências na empresa durante uma pandemia, como a de COVID- 
19, utilizaremos de medidas específicas para proteger a saúde e a segurança dos funcionários. 
Plano de Contingência: 
1. Comunicação Clara: 
Canais de comunicação claros para informar os funcionários sobre os procedimentos de 
emergência, atualizações da empresa e diretrizes de saúde. 
 
2. Avaliação de Riscos: 
Avaliações regulares de riscos para identificar áreas críticas e implementar medidas 
preventivas. 
3. Treinamento dos Funcionários: 
Treinamento regular para os funcionários sobre as práticas de higiene, uso adequado de 
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e os procedimentos específicos a serem seguidos em 
caso de emergência. 
4. Isolamento e Triagem: 
Áreas de isolamento para funcionários que apresentem sintomas e implemente triagem 
na entrada das instalações. 
5. Higienização e Limpeza: 
Práticas rigorosas de higiene, incluindo a limpeza frequente de superfícies tocadas com 
frequência, como maçanetas, interruptores de luz e corrimãos. 
6. Trabalho Remoto: 
Trabalho remoto sempre que possível para reduzir a exposição e a propagação do vírus 
entre os funcionários. 
7. Flexibilidade nas Políticas de Licença: 
Flexibilidade em relação às políticas de licença para que os funcionários se sintam 
incentivados a ficar em casa se apresentarem sintomas ou tiverem preocupações relacionadas à 
saúde. 
8. Fornecimento de EPI: 
Fornecimento adequado de EPI, como máscaras, luvas e desinfetantes, para os 
funcionários que precisam continuar trabalhando nas instalações. 
9. Monitoramento de Sintomas: 
Medidas para monitorar ativamente os sintomas entre os funcionários, como 
questionários diários de saúde ou verificações de temperatura. 
10. Atualização Contínua: 
Procedimentos e as políticas atualizados com base nas orientações mais recentes das 
autoridades de saúde. 
11. Colaboração com Autoridades Locais: 
Colaboração com as autoridades de saúde locais para garantir que as práticas adotadas 
estejam alinhadas com as diretrizes regionais. 
12. Avaliação Pós-Emergência: 
Após a emergência, conduza uma avaliação para identificar pontos fortes e áreas de 
melhoria nos procedimentos de resposta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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20.1 Quebra de equipamento de refrigeração. 
 
Em uma situação de quebra do equipamento de refrigeração o motorista deve; 
Identificar qualquer alteração no desempenho ou ruído peculiar no equipamento de refrigeração; 
Informar o gestor de manutenção o ocorrido para que defina o procedimento a ser executado; 
O gestor vai avaliar o possível problema apresentado, classificando a sua gravidade, e 
direcionar a oficinas especializadas próximas ao veículo, definindo se o atendimento será 
via socorro in loco ou se necessário enviar o veículo para a oficina. 
 
 
21. PROCEDIMENTOS EM CASO DE ENCHENTE 
 
PRECAUÇÕES QUANDO OCORRE UMA ENCHENTE 
 
Se estiver em um local fechado, mantenha a calma e tente subir o máximo possível em 
segurança e espere emergência. Evite nadar ou passar pela água. Caso seja necessário, 
proteja o corpo para evitar cortes ou máximo possível de contato com a água. 
 
Se estiver em local aberto, afaste-se o mais rápido possível de encostas de morros, do litoral 
ou das margens de rios, que podem ceder com desmoronamento. Se estiver em uma cidade, 
busque um abrigo o mais rápido possível em locais altos e seguros. 
 
Desligue a chave do disjuntor para impedir o abastecimento de eletricidade. Evite usar ou 
tocar em instrumentos que utilizam eletricidade. 
 
Assegure o caminho de fuga. Se perceber o início de uma enchente, busque sair o mais rápido 
possível para um local alto e seguro. Use roupas que facilitem a locomoção e a proteção. 
 
Ligue rádio ou qualquer outro meio de comunicação para obter informações necessárias. Evite 
boatos e rumores, e busque oferecer calma às pessoas em condição de desespero. Siga as 
instruções emitidas pelos órgãos oficiais. 
 
Utilize os telefones de emergência - bombeiros, polícia e afins- em caso de necessidade. Evite 
congestionamentos na rede telefônica evitando ligações apenas para obter informações e 
afins. 
 
 
22. PROCEDIMENTOS EM CASO DE PRAGAS 
 
Em caso de infestação por pragas, deve-se imediatamente contatar uma empresa de 
dedetização com um sistema que incorpora ações preventivas e corretivas contra vetores e 
pragas. 
Com os iremos manter um ambiente livre de insetos e ratos. 
Porém, não basta confiar nesse tratamento. Junto a ele, é preciso adotar uma série de ações 
preventivas que fazem parte do controle integrado de pragas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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23. PROCEDIMENTOS EM CASO DE FALTA DE ENERGIA 
 
 
A primeira coisa a fazer quando a luz falta é entrar em contato com a concessionária para fazer 
uma ocorrência sobre o que aconteceu. Procure saber os motivos da queda de energia e tentar 
obter uma estimativa do retorno do abastecimento. Durante o contato, que normalmente é 
telefônico, solicite informações úteis, como: 
 
Qual o motivo da queda da energia? 
O que deve ser feito imediatamente? Quais medidas tomar? 
Quando o abastecimento de energia irá retornar há previsão? 
 
Não esqueça de anotar o protocolo de seu atendimento. Ele será imprescindível se precisar 
registrar o momento inicial em que o serviço foi perdido e que você entrou em contato 
solicitando o seu restabelecimento. Se o problema persistir por mais que o tempo previsto ou 
gerar danos é recomendável realizar quantas reclamações forem necessárias. 
 
24.PROCEDIMENTO DE EMERGENCIA NA FALTA DE FORNECIMENTO 
DE COMBUSTIVEL 
A falta de combustível para os caminhões pode ocorrer caso os caminhões que transportam o 
combustível fiquem proibidos de trafegar pelas rodovias em casos de greve entres outros. 
 
Na falta de fornecimento de combustível no mercado a empresa devera avaliar se será possível 
fazer o atendimento dos clientes lembrando que o planejamento deve ser com sobra para que 
não haja a pane seca nos caminhões evitando multas. 
 
Deve manter as ações necessárias para minimizar os impactos aos clientes. 
 
 
25. PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA 
 
25.1 DIVULGAÇÃO E TREINAMENTO 
 
O plano de emergência deve ser divulgado aos ocupantes da instalação, de forma a garantir 
que todos tenham conhecimento dos procedimentos a serem executados em caso de 
emergência. 
Os visitantes devem ser informados formalmente sobre o plano de emergência da planta 
por meio de panfletos, vídeos e/ou palestras. 
O plano de emergência deve fazer parte dos treinamentos de formação, treinamentos 
periódicos e reuniões ordinárias e reuniões mensais. Em anexo lista treinamentos 
realizados. 
Uma cópia do plano de emergência deve estar disponível para consulta em emergências. 
 
 
 
 
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Os Desenhos de Mapa de Risco, que contém a representação gráfica das rotas de fuga e 
saídas de emergência, estão afixados na entrada principal e em locais estratégicos de cada 
edificação, de forma a divulgar o plano e facilitar o seu entendimento. 
MAPA DE RISCO 
 
 
 
 
 
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25.2 Investigação e Avaliação da Emergência 
 
Após o encerramento das ações, o chefe da brigada develevantar as possíveis causas da 
emergência, avaliar os procedimentos adotados e emitir relatório, com o objetivo de propor 
medidas preventivas e corretivas para evitar a sua repetição. 
 
25.3 Reuniões Periódicas, seu conteúdo e os participantes obrigatórios 
 
Devem ser realizadas reuniões periódicas, duas vezes ao ano, podendo algum 
representante da CIPA participar, com a participação do responsável pela gestão de riscos 
de incêndio e com o coordenador geral da brigada de incêndio, líderes de brigada de 
incêndio e um representante dos brigadistas profissionais, com registro em ata e envio às 
áreas competentes para as providências pertinentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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25.4 Nas reuniões periódicas devem ser discutidos, no mínimo, os seguintes itens: 
a. calendário dos exercícios de abandono; 
 
b. funções de cada pessoa dentro do plano de emergência contra incêndio; 
 
c. condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio; 
 
d. apresentação dos problemas relacionados à prevenção de incêndios, encontrados nas 
inspeções, para que sejam feitas propostas corretivas; 
e. atualização de técnicas e táticas de combate a incêndio; 
 
f. outros assuntos. 
 
25.5 Exercícios Simulados 
 
Devem ser realizados exercícios simulados de emergências, parciais e completos, no 
estabelecimento ou local de trabalho, com a participação de todos os integrantes ou parte. 
A periodicidade dos simulados deve ser definida levando em consideração o risco de 
incêndio da instalação conforme a NBR 14726/06 e a quantidade de hipóteses acidentais 
identificadas. 
Os exercícios simulados devem ser programados com ou sem comunicação prévia, 
conforme o cronograma de simulados anexo. A performance dos simulados realizados 
deverão ser analisados criticamente nas reuniões periódicas e extraordinárias. Os desvios 
relacionados a execução dos simulados e emergências devem ser objeto de registro no 
formulário de tratamento de não conformidades anexo. 
 
25.6 Manutenção / Revisão do Plano de Emergência 
 
Devem ser realizadas reuniões periódicas da área de Meio Ambiente, Saúde e Segurança 
do Trabalho e CIPA, para a manutenção do PAE, envolvendo: a definição do calendário de 
simulados, condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio e contenção de 
derrames, apresentação dos problemas relacionados à prevenção dos riscos, encontrados 
nas inspeções, para que sejam feitas propostas corretivas, atualização de técnicas e táticas 
de combate a incêndios e outros assuntos de interesse. 
O plano de emergência deve ser revisado pelo Engenheiro de Segurança do Trabalho 
sempre que: 
Ocorrer uma alteração significativa nos processos industriais, processos de serviços, de 
área ou arranjo físico; 
 
 
 
 
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For constatada a possibilidade de melhoria do plano. 
 
25.7 Acionamento do Alarme 
 
É feito após o conhecimento da existência de situação de emergência. O alarme deve ser 
soado somente pelo Chefe da Brigada. 
 
25.8 Ponto de encontro dos Colaboradores nas Situações de Emergência 
 
Os colaboradores ouvindo o Alarme deverão ser se dirigirem ordeiramente ao local 
determinado como ponto de Encontro. Essas áreas foram definidas de tal forma que não 
obstruam a passagem de equipamento, bem como colocar os colaboradores em segurança. 
 
25.9 Comunicação Externa em Situações de Emergência 
 
Neste procedimento, essa comunicação é definida em cada cenário, utilizando como 
referência a lista de telefones externos localizada nesse documento e também em com 
vigias e apoio assistencial. O sistema de comunicação interno é feito através de Ramais e 
telefones móveis. 
O líder operacional da Brigada deverá acionar o apoio externo (Corpo de Bombeiros) e 
informar no mínimo as seguintes informações: 
a) Nome e número do telefone utilizado; 
 
b) Endereço da planta (completo); 
 
c) Pontos de referência; 
 
d) Características do incêndio; 
 
e) Quantidade e estado das eventuais vítimas. 
 
Uma pessoa, preferencialmente um brigadista, deve orientar o Corpo de Bombeiros ou o 
meio de ajuda externa quando da sua chegada, sobre as condições e acessos, e apresentá- 
los ao Coordenador da Brigada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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30. INSTRUÇÕES PARA ABANDONO 
 
Compreende a adoção de um sistema básico que possibilite a rápida saída do pessoal das 
diversas áreas na mais completa ordem e segurança, 
Para fazer frente a estas eventualidades foi elaborado o presente plano, visando retirar 
todo pessoal no mais curto espaço de tempo, com calma e disciplina. 
Para emergências, quando necessário que os colaboradores deixem o local de trabalho, o 
abandono deve ser realizado sob orientação do segurança local e ou operador da Unidade. 
Para tanto, os usuários das áreas a serem evacuadas, devem conhecer os princípios básicos 
de abandono que consistem nas etapas, a saber: 
 
30.1 Aviso de Sinistro 
 
Após receber o aviso de sinistro através de alarme viva voz ou qualquer outro meio ou 
indício (ex. presença de fumaça) o funcionário deverá proceder da seguinte forma: 
 
Orientações Gerais 
 
Interromper imediatamente sua atividade. 
 
Desligar os aparelhos elétricos; 
 
Fechar armários, gavetas; 
 
Fechar torneiras, bem como portas (nunca as trancar a chave) após a passagem, 
certificando-se sempre não ter deixado alguém para trás; (Obs. Em caso de incêndio 
as portas devem ser fechadas, nunca trancadas a chave) 
Sair em ordem, com calma e tranquilidade, formar fila no local discriminado 
(conforme plantas afixadas); 
Não utilizar em nenhuma hipótese os elevadores, pois poderá ficar preso em seu 
interior em consequência da interrupção de energia; 
Abandonar a edificação de acordo com a área em que se encontrar e dirigir-se para 
 . 
 
Ponto de Encontro 
 
Local determinado para onde todos os colaboradores devem se dirigir quando 
necessário abandonar o local de trabalho. 
 
 
 
 
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Do Abandono: 
 
Quando acionado o sistema de alarme de emergência ou for emitida orientação para abandono, 
através de ordem de voz, todo colaborador deve seguir as orientações conforme definido nas suas 
responsabilidades a seguir: 
Desligar máquinas ou qualquer aparelho elétrico ligado, cessando ao mesmo tempo 
qualquer atividade; 
Interromper qualquer ligação telefônica; 
 
Acompanhar visitantes que estão em sua companhia, orientando-os para o 
abandono do local; 
Não ultrapassar o colega que vai à sua frente; 
 
Não falar em voz alta e evitar brincadeiras ou comentários que possam causar 
pânico; 
Não retornar para pegar objetos; 
 
Retorno às Atividades 
 
Depois de terminado os trabalhos de atendimento ao sinistro, o Engenheiro de Segurança do 
Trabalho e/ou Técnico de Segurança do Trabalho deve promover uma vistoria ao local, buscando 
identificar a existência de possíveis vítimas, isolar áreas que ofereçam risco de desabamento, 
isolamento total da área sinistrada para realização de perícias futuras, avaliação de bens materiais 
perdidos e evitar a invasão de possíveis curiosos. Os materiais considerados resíduos provenientes da 
situação devem ser destinados ao depósito de resíduos para que este promova o armazenamento 
e, em conjunto com a função meio ambiente, a correta destinação final dos mesmos. 
No retorno, deverá também ser mantida a mais perfeita ordem e disciplina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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31.LISTAS DE CONTATOS INTERNOS E EXTERNOS: 
 
 
Responsável 
 
Telefone 
Diretor - Elisangela (19) 9 8894-4544 
Recursos Humanos - Caroline (19) 9 7827-3799 
Supervisor de frota - Adilson (19) 9 7826-7983 
Operacional – Daniel (19) 9 7419-3120 
 
 
RELAÇÃO DOS TELEFONES EXTERNOS 
 
Instituição 
 
Telefone 
 
Distância 
 
Corpo de Bombeiros 
 
193 
 
2,6 Km 
 
Polícia Militar 
 
190 
 
 
 
10 Km 
 
Polícia Civil 
 
(19) 3232-0751 
 
6,7 Km 
 
Polícia Ambiental 
 
(19) 3790-1420 
 
10 Km 
 
Hospital/Pronto 
Socorro 
 
(19) 3772-5700 
 
5,3 Km 
 
CETESB 
 
(19) 3241-1744 
 
10 Km 
 
SAMU 
 
192 
 
 
 
5,7 Km 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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32.EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCENDIOS 
 
Os extintores estão distribuídos nas seguintes áreas: 
 
 
EXTINTORES DE INCÊNDIO 
 
LOCAL 
 
TIPO 
 
CAPACIDADE 
 
BARRACÃO (ao lado do 
refeitório) 
 
AP 
 
10 LTS 
 
BARRACÃO (frente 
operacional) 
 
CO2 
 
6 KG 
 
BARRACÃO 
(fundo) 
 
BC 
 
6 KG 
 
 BARRACÃO (lateral) 
 
AP 
 
10 LTS 
 
 BARRACÃO (lateral) 
 
BC 
 
6 KG 
 CORREDOR (1º ANDAR) BC 4 KG 
 
 
 
 
33. RESPONSÁVEIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Coordenador da Brigada 
 
 
 
 
 
 
 
DIRETOR 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
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34. ANEXOS 
 
 
 
ANEXO I Sinalização de emergência 
 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
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ANEXO II Formulário de Análise de Acidentes 
FICHA 
INVESTIGAÇÃO e ANÁLISE de ACIDENTES de TRABALHO 
 
1. DADOS RELATIVOS AO TRABALHADOR ACIDENTADO 
 
Nome do trabalhador: 
 
 
Morada: 
C.P. 
- Antiguidade no PT meses 
 
Nacionalidade: B.I. C.C. N.º 
 
Categoria 
Profissional: 
Grupo Profissional: 
Idade: Sexo: | | 
Data Admissão: / / 
 
Situação no 
Emprego(2): 
Ficha Aptidão: Sim Não 
 
 
2. DADOS RELATIVOS AO EMPREGADOR 
 
Designação 
Social: 
 
Endereço da 
Sede 
 
C.P. - 
 
 
 
NIF 
| | | | | |_ | |_ 
 
 | | 
 
CAE 
| | | | | 
 
 | 
 
N.º Total Trabalhadores 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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Endereço do 
Estabelecimento 
 
N.º Trabalhadores Estabelecimento 
 
3. SERVIÇOS DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 
 
Modalidade adotada no domínio da segurança do trabalho: 
 
 
 
 
Atividades desenvolvidas pelo próprio empregador ou por trabalhador designado, devidamente autorizados 
pela ACT 
Designação dos serviços externos de 
segurança: 
 
 
 
NIF 
| | | | | |_ | |_ 
 
 | | 
Nome do Técnico: 
CAP/TP: 
 
 
 
 
 
 
Modalidade adotada no domínio da saúde do trabalho: 
 
Serviço interno Serviço comum Serviço externo 
 
 
Serviço Nacional de Saúde 
 
Designação dos serviços externos de 
saúde 
 
 
 
NIF 
| | | | | |_ | |_ 
 
 | | 
Nome do Médico Trabalho: 
CP: 
Serviço interno Serviço comum Serviço externo 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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Data da participação obrigatória à 
Outros AT similares Sim Não 
 
 
 
 
4. DADOS RELATIVOS AO ACIDENTE DE TRABALHO 
 
Data e Hora da Ocorrência / / H Min. 
 
Data de Inicio do 
 
Afastamento 
 
Data de regresso 
/ 
 
/ 
/ 
 
/ 
Data da FIAAT 
 
/ 
 
/ 
 
Local do Acidente 
 
Tipo de Lesão (EEAT): 
 
 
ACT: 
 
 / / 
 
(últimos 2 anos) 
 
 
Descrição Sumária do Acidente: 
 
 
 
 
Agente Material da Atividade (3): 
 
 
Agente Material do Desvio (4): 
Agente Material do Contacto (5): 
Parte do Corpo atingida (6): 
Seguro de AT: Sim Não Nome Companhia N.º Apólice 
 
 
 
 
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Grau da 
lesão: 
Leve 
Grave 
Muito grave 
Mortal 
 
Gerou 
Incapacidade 
Temporária (IT): 
 
 
Gerou 
Incapacidade 
Permanente (IP): 
Sim Data: 
 / / 
 
Não 
 
 
 
Sim Data: 
 / / 
 
Não 
Parcial 
Absoluta 
 
 
Parcial 
Absoluta 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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Danos materiais? 
 
Existem outros trabalhadores em postos/tarefas de trabalho 
similares: 
 
1 
 
Sim 
 
2 
 
Não 
 
 
5. DADOS RELATIVOS AO POSTO DE TRABALHO 
 
Descrição das tarefas e do tempo de afetação a cada uma delas 
 
 
 
Tarefas do posto de trabalho 
Tempo de afetação 
 
>2/3 
 
2/3 1/3 
 
<1/3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quais as medidas de prevenção adotadas no posto de trabalho relacionadas com o acidente de trabalho? 
 
Formação e/ou 
Informação: 
 
Organização do 
trabalho: 
Proteção coletiva: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Proteção individual: 
 
Outras 
 
 
 
Dias perdidos (dias úteis): Evolução do Acidentado ITA ou IPA (%) 
 
 
 
 
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6. ANÁLISE DAS CAUSAS DO ACIDENTE 
 
Falhas Latentes e Falhas Ativas 
 
Falhas Latentes (organizacionais) Falhas Ativas (operacionais) 
Posto de Trabalho Falha técnica 
 
 
Ambiente de Trabalho 
 
 
Falha Humana 
 
Organização 
 
 
 
Espaço de Trabalho Falha indefinida 
 
 
 
 
 
 
 
7. SITUAÇÃO FINAL 
 
Sem Incapacidade Morte 
 
Conclusões da investigação/análise do acidente de trabalho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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8. MEDIDAS DE PREVENÇÃO A ADOTAR NO POSTO DE TRABALHO PARA EVITAR 
NOVOS ACIDENTES 
Para cada causa anotada deverá indicar pelo menos uma medida corretiva. A entidade empregadora deverá definir os 
responsáveis pela sua aplicação e respetiva data limite para implementação 
 
 
Medida de prevenção a adotar 
Responsável pela 
implementação 
Data de 
implementação 
(mês/ano) 
Prevenção na fonte de emissão ou origem: 
 
 
 
 / 
Avaliação específica periódica do risco: 
 
 
 
 
 / 
Organização do posto de trabalho: 
 
 
 
 
 / 
Proteção coletiva: 
 
 
 
 
 / 
Proteção individual: 
 
 
 
 
 / 
Formação/informação/instruções de trabalho: 
 
 
 
 
 / 
Vigilância da saúde: 
 
 
 
 
 / 
Reformulação do posto de trabalho: 
 
 
 
 
 / 
Outras medidas para melhorar a gestão da prevenção na empresa: 
 / 
 
 
Data da investigação: / /_ 
 
Participantes na análise do acidente de trabalho 
 
 
 
 
 
Médico do Trabalho Técnico de Segurança no Trabalho Entidade Empregadora 
 
 
 
 
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EMERGENCIA 
 
 
 
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ANEXO III - ATA DE REUNIÃO 
Brigada de emergência 
 
a) [ ] REUNIÃO PERIÓDICA | [ ] REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA 
b) DATA DO EVENTO: / / . HORÁRIO DA REUNIÃO: 
c) HORÁRIO DE TOQUE DO ALARME: : SOOU AUDÍVEL PARA TODOS? (S/N) 
d) HORÁRIO DE INÍCIO/TÉRMINO DO EVENTO: 
e) HOUVE IMEDIATA PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES? 
f) TEMPO GASTO NO ABANDONO: TEMPO GASTO NO RETORNO:_ 
g) ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS: 
h) COMPORTAMENTO DA POPULAÇÃO: 
i) TEMPO GASTO PARA A CHEGADA DO CORPO DE BOMBEIROS: 
j) AVALIAÇÃO DA AJUDA EXTERNA: 
 
k) QUAL O TEMPO GASTO PARA A ÚLTIMA PESSOA CHEGAR AO LOCAL SEGURO? 
l) PERFORMANCE DOS EQUIPAMENTOS/OPERACIONAIS: 
m) PONTOS LEVANTADOS NA REUNIÃO: 
 
 
 
 
 
 
ASSINATURAS DOS BRIGADISTAS/LIDERANÇAS 
Nome completo Assinatura Nome completo Assinatura 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Assuntos Reunião periódica: a. calendário dos exercícios de abandono; b. funções de cada pessoa dentro do plano de emergência contra 
incêndio; c. condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio; d. apresentação dos problemas relacionados à prevenção de 
incêndios, encontrados nas inspeções, para que sejam feitas propostas corretivas; e. atualização de técnicas e táticas de com bate à incêndio; 
f. outros assuntos. 
FOTOS DO EVENTO E/OU PONTOS IMPORTANTES DA REUNIÃO 
 
 
 
 
PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
ANEXO V Relatório de Tratamento de Não Conformidade 
RELATÓRIO DE TRATAMENTO DE NÃO-CONFORMIDADE 
 
 
Não-conformidade Atividade Normal 
 Sigla do Órgão: 
 
Não-conformidade - Auditoria Interna Auditoria Nº: 
Tipo: NC Maior 
 
NC Menor 
 
Não-conformidade nº: 
Atividade: Referência: 
Local: 
Responsável pelo registro (Nome / Órgão): 
 
NÃO-CONFORMIDADE 
Requisito especificado e descrição da não-conformidade encontrada: 
Evidencia (s) Objetiva (s): 
Coletar assinaturas quando o relatório se referir a não-conformidade proveniente de auditoria interna. 
Visto do Auditado: Auditor-líder: 
 
AÇÃO SOBRE A NÃO-CONFORMIDADE 
Correção: 
Prazo para implementação da correção: 
 
TRATAMENTO DA NÃO-CONFORMIDADE 
Responsável pelo tratamento (Nome / Órgão): 
Causa(s) da(s) não-conformidade(s): (utilizar técnicas de investigação para determinação): 
Ação corretiva proposta: (deve eliminar a(s) causa(s) da Não-conformidade e prevenir sua 
repetição): 
Prazo para implementação da ação corretiva: 
De acordo Auditor 
Nome e visto: Data: 
Líder: 
 
COMPROVAÇÃO DA EFETIVIDADE DA AÇÃO CORRETIVA (FOLLOW-UP) Sim Não 
Previne a sua repetição? 
Há necessidade de divulgação para outras áreas? 
Nome do 
Data:
 
auditor: 
 
 
 
 
REVISADO POR APROVAÇÃO 
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PAE – PLANO DE ATENDIMENTO DE 
EMERGENCIA 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE TRATAMENTO DE NÃO-CONFORMIDADE 
NÃO-CONFORMIDADE 
Requisito especificado e descrição da não-conformidade encontrada: 
 
06 
Evidencia (s) Objetiva (s): 
 
07 
 
Coletar assinaturas quando o relatório se referir a não-conformidade proveniente de au0d8itoria interna. 
Visto do Auditado: Auditor-líder: 
 
 
 
 
COMPROVAÇÃO DA EFETIVIDADE DA AÇÃO CORRETIVA (FOLLOW-UP) 16 Sim Não 
Previne a sua repetição? 
Há necessidade de divulgação para outras áreas? 
Nome do 
Data:
 
auditor: 
 
 
 
 
REVISADO POR APROVAÇÃO 
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MEGA5 
Revisão DATA POR 
00 18/03/2024 Marcelo Douglas Fernandes 
N N N 
n m n m / 
u n n m u n n m n 
 
 
Ação corretiva proposta: (deve eliminar a(s) causa(s) da Não-conformidade e prevenir sua 
 
 
 m m n 
 
De acordo Auditor 
Líder: 
Nome e visto: 
 Data: 
 
Sigla do Órgão: 
 
 
Não-conformidade nº: 
 
Atividade: 
 
Responsável pelo registro (Nome / Órgão): 
 
n 
 
 Tipo: NC Maior 
 
 N N 
 
 
 m m n 
 
 REVISADO POR APROVAÇÃO 
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Revisão DATA POR 
00 30/07/2024 
 
 
ANEXO VI PLANTA DA INSTALAÇÃO 
 
 
 
 
 
REVISADO POR APROVAÇÃO 
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Revisão DATA POR 
00 30/07/2024 
 
 
 
 
ANEXO VII CRONOGRAMA DE SIMULADOS 
 
CRONOGRAMA DE SIMULADOS 
SIMULADO/EVENTO QUEM JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
INCÊNDIO / ABANDONO DE ÁREA EQUIPE/EFETIVO 
PRIMEIROS SOCORROS (FERIMENTOS) EQUIPE 
DERRAMAMENTO PRODUTO QUÍMICO EQUIPE 
RESGATE TRABALHO EM ALTURA EQUIPE 
DESCARGA ELÉTRICA EQUIPE 
INVASÃO (FURTO) EQUIPE 
VAZAMENTO DE GÁS 
INFLAMÁVEL/TÓXICO 
EQUIPE 
REUNIÃO PERIÓDICA EQUIPE 
 
 
FOTOS DO SIMULADO DE EVACUÇÃO 
DE EMERGENCIA 17/07/2024

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