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ADOBE ILLUSTRATOR 
AULA 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof.ª Fabiane Alves de Lima 
 
 
2 
INTRODUÇÃO 
O Adobe Illustrator é um dos carros-chefe da suíte de softwares que 
compõem o Creative Cloud. Trata-se de um editor de imagens vetoriais que hoje 
é padrão de mercado, essencial para quem deseja trabalhar no projeto de 
gráficos com computadores. Mesmo as ferramentas concorrentes utilizam sua 
interface e seu conjunto de funções como parâmetros para implementar as suas 
próprias, de modo que saber usar as ferramentas essenciais do Illustrator pode 
ser útil também quando aprendemos a usar programas similares. 
Com o Adobe Illustrator, é possível criar composições visuais e peças 
comunicativas usando cores, traços, formas, imagens, efeitos e tipografia, e 
essas criações podem ser para mídia impressa, digital e audiovisual. O Illustrator 
é capaz de manipular vetores e incorporar imagens bitmap, além de atuar de 
forma integrada aos outros softwares da Creative Cloud. O programa também 
trabalha integrado em múltiplas plataformas, permitindo edições rápidas, até 
mesmo com um tablet. 
Ao longo desta aula, apresentaremos as principais e mais úteis 
ferramentas do Illustrator, com demonstrações práticas de suas funções. Nosso 
objetivo é que você seja capaz de fazer o melhor proveito possível dessa que é 
uma das principais ferramentas de trabalho de designers, comunicadores, 
ilustradores, videomakers e afins. 
TEMA 1 – APRESENTAÇÃO DA INTERFACE 
Ao abrir o Adobe Illustrator pela primeira vez, você vai se deparar com 
uma tela de boas-vindas, com algumas opções e predefinições para cada tipo 
de projeto. Depois, você pode checar as novidades e atualizações do programa, 
acessar arquivos salvos no seu computador ou na nuvem da Adobe, ver tutoriais 
criados pela equipe de desenvolvimento e pela comunidade de usuários do 
Illustrator, bem como criar um projeto do zero com base em seus atalhos. 
A interface do Illustrator é dividida em quatro módulos (ou regiões) 
principais – menus, barra de status, painel de propriedades e caixas de 
ferramentas –, que iremos explorar adiante. Lembre-se: sempre que você 
precisar de uma ferramenta e ela não estiver imediatamente visível, procure 
 
 
3 
ativá-la e exibi-la em seus painéis de interface, indo em Janela e escolhendo a 
opção desejada na barra de menus de topo principal. 
1.1 Criando arquivos 
Ao clicar em Criar Novo, uma janela se abrirá (Figura 1). Nessa janela, 
algumas predefinições de arquivos convencionais estarão disponíveis, como 
tamanhos impressos comuns (carta, A4, cartão de visita etc.) ou para tela 
(iPhone, web, vídeo etc.). Aqui você também pode selecionar modos de cor para 
trabalhar no arquivo, a depender de seu destino (impresso ou telas). 
Figura 1 – Tela de criação de um novo projeto no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
Essas configurações são todas altamente personalizáveis, podendo ser 
alteradas no painel de propriedades à direita da interface. Nesse painel é 
possível não apenas alterar o tamanho da saída do arquivo, mas também sua 
unidade-padrão de medida, orientação do papel, quantidade de pranchetas de 
trabalho, sangria de impressão (se houver), modo de cor e resolução. 
Uma vez que essas configurações estejam decididas e ajustadas pelo 
usuário, clica-se no botão Create. As janelas abertas anteriormente darão lugar 
 
 
4 
à interface de uso do programa propriamente dita e, agora, você já pode começar 
a criar seus vetores. 
1.2 Espaços de trabalho 
Os softwares da suíte Adobe costumam ter opções predefinidas de 
organização da interface. Isso existe porque há muitas formas de trabalhar com 
esses programas, e o Illustrator não foge à regra. Quando usamos o programa 
pela primeira vez, ele abrirá com a configuração Espaços de Trabalho, chamada 
Essenciais. Esse Espaço de Trabalho tem todas as ferramentas básicas e uma 
interface bastante limpa. Ferramentas não exibidas em dado Espaço são sempre 
acessíveis pela opção Janela no menu principal. 
Essa configuração pode ser trocada no menu do canto superior direito da 
primeira barra de opções da interface, ao lado da ferramenta de busca do Adobe 
Stock. Ela também pode ajudar quando buscamos uma ferramenta específica 
que pode se associar a alguma atividade de outro Espaço. Os Espaços de 
Trabalho são personalizáveis, e novos Espaços podem ser criados à vontade, 
conforme a necessidade do usuário. 
Para criar um Espaço de Trabalho, clique no menu suspenso dessa opção 
e selecione Novo Espaço de Trabalho. Uma pequena janela se abrirá, e então 
inserimos um nome para esse novo Espaço. Toda e qualquer alteração e 
personalização que você tenha feito na interface do programa será salva sob 
esse nome e reutilizável pela seleção no mesmo painel. 
1.3 Menus, caixas e painéis 
A interface-padrão do Illustrator é composta pela barra de menus no topo, 
e cada um desses menus agrega funções importantes e recorrentes, que 
veremos ao longo do curso. À esquerda, temos a caixa de ferramentas, em que 
cada pictograma é a metáfora de uma função projetual: caneta, pincel, borracha 
etc. Caso o pictograma acompanhe um pequeno triângulo em sua lateral inferior 
direita, isso significa que há mais opções de ferramentas dentro da mesma 
categoria, que podem ser acessadas com um clique longo do mouse. Como a 
interface do Adobe Illustrator é totalmente personalizável, é possível reorganizar 
todas essas ferramentas conforme sua conveniência, opções e hábitos de uso. 
 
 
5 
Nessa caixa também é possível alterar e escolher cores e espessuras de linhas 
das ferramentas de desenho. 
Na parte inferior da tela do Illustrator, algumas informações sobre o 
arquivo e o trabalho nele desenvolvido estão disponíveis na barra de status. É 
possível ver (e modificar) a proporção da visualização da tela, escolher a 
prancheta em que se está trabalhando, checar qual ferramenta está selecionada 
e pronta para uso, e também ter acesso às barras de rolagem, que permitem 
visualizar partes do documento fora do enquadro da interface e trazê-las para a 
tela. 
Figura 2 – Principais regiões da interface do Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
No lado direito da tela, temos os painéis de propriedades, bibliotecas e 
configurações. Nesses painéis o projetista pode escolher opções mais 
avançadas ao alterar elementos, desenhos e objetos, modificar opções de 
tipografia, acessar imagens e símbolos armazenados na biblioteca do programa 
etc. Note que são painéis contextuais: eles mudam conforme a ferramenta 
selecionada. 
TEMA 2 – TRABALHANDO COM VETORES E TEXTOS 
Dada a natureza do tipo de desenho do Adobe Illustrator, o vetorial – sua 
lógica de funcionamento – é diferente de programas de pintura como o 
 
 
6 
Photoshop. O desenho vetorial se compõe de formas, linhas, caixas de texto etc. 
Esses objetos podem ser modificados e redimensionados livremente sem perder 
resolução, como acontece na edição de desenhos bitmap. 
Da mesma forma, as fontes tipográficas são interpretadas pelo programa 
como vetores, mas estes têm uma função específica, ainda que também possam 
ser transformados em vetores comuns. Nesta seção veremos como trabalhar 
com essas ferramentas de edição de formas, contornos e texto. 
2.1 Desenhando e editando objetos 
Para criar um objeto na página, pode-se usar as opções de criar formas 
geométricas presentes na caixa de ferramentas. Por exemplo, para criar um 
retângulo, clique na ferramenta Retângulo (também acessível pela tecla “M”), 
clique na prancheta de desenho e arraste a forma até o tamanho desejado. Para 
que esse retângulo tenha todos os lados do mesmo tamanho, mantenha a tecla 
“Shift” apertada enquanto clica. Suas opções de cor e preenchimento podem ser 
alteradas nas opções Preenchimento e Contorno (ambas ativadas pela tecla 
“X”), e também no grande painel de propriedades do lado direito da interface. 
Figura 3 – Opções de cor,preenchimento e traçado no painel de propriedades 
do Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
No painel de propriedades, é possível ter precisão na hora de escolher 
cores usando escalas cromáticas (CMYK para impressos, RGB e HSB para 
mídia digital, por exemplo) para alterar o preenchimento e também o traço do 
 
 
7 
objeto. No mesmo painel, também podemos alterar opções como espessura do 
traçado, configuração de suas terminações e comportamento dos nós, 
transparência e opacidade. 
No Illustrator, os objetos são organizados sobre a prancheta como se 
estivessem empilhados, independentemente de estarem em camadas. Há 
atalhos e modos de trabalhar para movê-los para cima e para baixo nessa pilha. 
É possível fazer isso usando a opção Organizar, em Objeto, na barra de menus 
superior do programa, clicando sobre o objeto em questão com o botão direito 
do mouse e acessando no menu contextual a opção Organizar, ou usando 
atalhos de teclado, “Ctrl/Command” + “[” e “Ctrl/Command” + “]”. Entre as 
possibilidades de manipular objetos disponíveis, estão Trazer para Frente (traz 
o objeto para o topo da pilha), Avançar (traz o objeto um nível acima), Recuar 
(empurra o objeto um nível abaixo) e Enviar para Trás (empurra o objeto para o 
fundo da pilha). 
Os objetos também podem ser manipulados em suas formas. Na caixa de 
ferramentas, ao fazer um clique longo na opção Girar, outras opções irão 
aparecer. A ferramenta Girar permite um controle bastante preciso na 
manipulação dos objetos, podendo-se alterar o ponto central de referência do 
giro e acompanhar sua gradação na interface. A ferramenta Dimensionar atua 
sobre o tamanho e as proporções do objeto, e a ferramenta Espelhar o reflete. 
Ambas as ferramentas atuam no eixo horizontal e vertical. 
A ferramenta Inclinar permite distorcer o objeto em dada direção, sendo 
apropriada para o desenho em perspectiva isométrica, por exemplo. O uso da 
tecla Shift em qualquer uma dessas opções irá restringir os movimentos 
permitidos, tornando-os mais regulares e menos sujeitos às irregularidades do 
movimento da mão. Se clicarmos duas vezes em qualquer uma dessas opções, 
abriremos uma caixa de diálogo para entrada manual das medidas precisas 
desejadas para modificar o objeto. 
O Illustrator dá muitas possibilidades de ferramentas e atalhos para editar 
objetos. Além das já descritas, o painel de propriedades, do lado direito da 
interface, permite inserir medidas precisas relativas ao objeto selecionado. São 
formas diferentes de fazer o mesmo tipo de edições permitidas pelas ferramentas 
da caixa do lado esquerdo, tratadas anteriormente. No item Transformar, é 
 
 
8 
possível inserir medidas numa unidade diferente da selecionada, e até mesmo 
fazer pequenos cálculos. 
2.2 Organizando o trabalho: grupos, seleções e camadas 
Ferramenta bastante útil na organização do trabalho com vetores, os 
grupos de elementos são uma forma de manipular muitos objetos na prancheta 
como se fossem um. No caso de um projeto complexo e com muitos elementos, 
os grupos ajudam a manter as coisas organizadas de modo coerente, pois os 
elementos relacionados ficam unidos, e o projetista não se perde. Para agrupar 
elementos, selecione-os clicando com o mouse e a tecla “Shift” apertada, e use 
o atalho “Ctrl/Command” + “G”, ou clique com o botão direito e acesse a opção 
Agrupar no menu contextual. 
Grupos podem ser compostos por outros grupos, e esse recurso pode ser 
bem aproveitado conforme a complexidade do projeto. O Illustrator permite editar 
e acessar elementos agrupados de forma interativa ao dar duplo clique num 
grupo: um menu para navegar pelo grupo em questão surge no topo da tela e 
enquadra a prancheta. Os elementos fora do grupo editado são desabilitados e 
ficam esmaecidos, indicando que estão inacessíveis, e não podem sofrer efeitos 
gerais que sejam aplicados. Dessa forma, é possível editar detalhes específicos 
de elementos do desenho sem que os demais elementos e objetos do grupo 
atrapalhem a edição. 
As ferramentas de seleção são outra categoria de funções importantes no 
trabalho com o Illustrator. Elas permitem destacar e modificar componentes 
específicos do desenho, dando ao projetista um controle grande do processo. As 
ferramentas Seleção (seta preta na caixa de ferramentas, do lado esquerdo, 
selecionando o grupo ou elemento em que se clica) e Seleção Direta (seta 
branca na caixa de ferramentas, selecionando elementos ou aspectos de 
elementos individuais independente de grupos, como os nós de um traço) são 
as escolhas ideais para esse tipo de serviço. A Seleção Direta tem outras opções 
de ferramentas sob seu menu (acessíveis no pequeno triângulo na lateral direita 
inferior), que permitem a seleção por laço e por grupos. 
 
 
 
9 
Figura 4 – Ferramentas de seleção do Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
Um dos recursos mais importantes na organização dos arquivos no 
Illustrator são as Camadas. Conhecidas também de outras ferramentas do 
pacote Adobe, as camadas organizam os arquivos e integram os diferentes 
softwares da suíte. Aqui elas funcionam de forma bem parecida, mas têm suas 
particularidades. Elas separam e sobrepõem elementos mais complexos que os 
grupos, mas de forma ainda mais apartada, podendo se esconder ou receber 
aplicação de efeitos de máscaras. 
Figura 5 – Objetos distribuídos em camadas no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
As ferramentas de camadas ficam na caixa do lado direito, próximas ao 
painel de preferências. Ali é possível distribuir os objetos entre camadas, mover 
objetos e grupos de uma camada a outra, bloquear ou invisibilizar camadas para 
evitar a edição ou até mesmo mudar a ordem delas. O menu de camadas 
 
 
10 
também é uma forma interessante de visualizar como os elementos se agrupam 
no trabalho. 
2.3 Trabalhando com texto 
Duas são as formas possíveis de inserir textos num trabalho com o Adobe 
Illustrator. Ambas usam a ferramenta Tipo (acessível pela tecla “T”). Ao clicar e 
imediatamente começar a escrever ou colar um texto pronto, é possível criar um 
texto solto independente, que poderá ser alterado e deformado de modo livre; 
por isso recomendamos usar esse recurso com parcimônia para não prejudicar 
o tamanho e a proporção das tipografias. Ao clicar e arrastar ao longo de uma 
pequena área antes de escrever ou colar um texto, gera-se uma caixa de texto 
em parágrafo, que se comportará conforme as manipulações de formato da caixa 
em que se encontra. 
Caso não haja um texto para ser escrito ou colado, o Illustrator gerará um 
texto-padrão – “Lorem ipsum dolor sit amet” –, que pode ser usado para fazer 
testes tipográficos com as fontes do sistema ou fornecidas com o programa. 
Dentro da ferramenta Tipo existem mais duas opções diferentes para trabalhar 
com texto: enquanto a Tipo insere texto em parágrafo ou pedaços de texto 
independentes, as ferramentas Tipo no Caminho e Tipo Vertical modificam a 
orientação em que esse texto corre. Lembre-se que, para editar textos mais 
longos, como um livro completo, o programa mais indicado é o Adobe InDesign. 
Figura 6 – Ferramentas de edição tipográfica e demonstração da ferramenta Tipo 
no Caminho no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
 
 
11 
Como em outras ferramentas abordadas, muitas opções para configurar 
e formatar textos no Illustrator podem ser escolhidas no painel de propriedades 
do lado direito. Entre as opções possíveis, está a escolha de caractere, sendo 
possível fazer alterações mais gerais nas tipografias. Aqui trocamos a fonte 
tipográfica (o que dá “cara e voz” ao texto), seu peso e tamanho, espaçamentos 
de letra diversos – tracking (espaçamento geral entre os caracteres de um bloco 
de texto), kerning (espaço entre cada um dos pares de letra da fonte), entrelinha 
(espaço entre cada uma das linhas de texto) – e orientação de parágrafo 
(alinhado à esquerda, direita, centralizadoetc.). Esses espaçamentos devem ser 
proporcionais ao tamanho escolhido da fonte, e o valor-padrão atribuído pelo 
programa é calculado com base nessas proporções, aumentando ou diminuindo 
conforme o tamanho da fonte. 
Nesse painel de propriedades também é possível usar as formatações 
mais usadas de texto, como itálico e negrito. No entanto, o Illustrator trata as 
tipografias de forma independente, de modo que temos que escolher a fonte 
negrita a ser usada em vez de apertar a opção do negrito, como num software 
de texto comum. Isso acontece porque fontes podem ter pesos e espessuras de 
hastes muito variados, que vão além do negrito (bold, semibold, light, extralight 
etc.), e dão ao designer um controle muito maior no que diz respeito à aparência 
e composição do texto. O Illustrator respeita as tipografias e não as força 
artificialmente para alterar suas formas. 
Aqui é possível alterar o texto para caixa-alta ou baixa (maiúsculas e 
minúsculas) e versalete (todo o texto em caixa-alta, mas formatado de modo que 
as maiúsculas tenham altura próxima à das minúsculas). Da mesma forma, os 
pesos e versaletes, para ficarem bonitos no papel e na tela, precisam ser 
originalmente projetados com a fonte. Nesse caso, quando uma fonte não 
abrange versaletes em seu projeto, o Illustrator simula esse tipo. Também 
podemos configurar sobrescritos e subscritos, quando o texto aparece em 
tamanho menor e, respectivamente, alinhado ao topo ou à linha de base da 
fonte-padrão – recurso bastante usado na formatação de fórmulas matemáticas. 
No mesmo menu Caractere, no pé da caixa, há três pontinhos que podem 
ser clicados para liberar ainda mais opções de configuração de texto, sendo 
possível, por exemplo, escolher em que idioma está o texto editado. Dessa 
forma, o Illustrator saberá como lidar com hifenização automática e outras 
 
 
12 
particularidades tipográficas de modo específico e apropriado. Tais opções 
avançadas devem ser usadas com parcimônia e respeitar o projeto tipográfico 
da fonte escolhida para o trabalho. 
Um modo útil de editar textos para não perder informações de 
configuração tipográfica no momento de levar seu arquivo para impressão é 
converter o texto em curvas. Ainda que essa opção não seja recomendada para 
textos longos – dada a quantidade de vetores que ela gera –, é importante saber 
que pode ser aplicável em algumas situações, por exemplo, quando precisarmos 
alterar a forma de uma fonte para criar um logotipo ou usar os vetores de uma 
fonte dingbat (fontes com pictogramas no lugar de letras). Para usar essa função, 
podemos usar o atalho “Ctrl/Command” + “Shift” + “O”, ou pelo menu Objeto > 
Traçado > Converter em Curvas. Note que o texto deixa de ser texto quando isso 
é aplicado, então recomendamos que você mantenha uma cópia de segurança 
dele num “cantinho” do arquivo. 
Figura 7 – Opções de ajuste de tipografia no painel de propriedades do Adobe 
Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
O Illustrator disponibiliza um número diverso de fontes tipográficas em seu 
serviço integrado ao Creative Cloud. Essas fontes podem ser baixadas 
gratuitamente de acordo com a necessidade, e sua permissão de uso está 
embutida na licença do software. 
 
 
 
13 
TEMA 3 – VETORES, FORMAS E FERRAMENTAS DE DESENHO 
Apesar de ter muitas aplicações e saídas, o desenho vetorial é a 
especialidade do Illustrator. Muitos outros programas de desenho auxiliado por 
computador usam essa lógica, como o Adobe Animate ou o After Effects. O 
desenho vetorial usa as curvas de Bézier, que são manipuláveis por controles e 
podem ser descritas matematicamente. 
Por conta disso, os arquivos vetoriais costumam ser muito mais leves que 
os bitmaps, que guardam informações únicas a respeito de cada pedaço da 
imagem, aumentando seu tamanho. As curvas de Bézier têm esse nome por 
causa de Pierre Bézier, matemático francês que publicou os primeiros trabalhos 
sobre elas. 
3.1 Curvas de Bézier e pathfinder 
No Illustrator, essas curvas (também chamadas de demarcadores) têm 
pontos de ancoragem e alças de controle, que determinam como elas se 
comportam. Usando a seta branca (localizada na caixa de ferramentas do lado 
esquerdo da interface), é possível selecionar cada um dos cantos das formas, 
que são os nós ou pontos de ancoragem dos vetores. 
Numa forma que tenha uma curva de Bézier, ao clicar em um desses nós 
– que podem ser movidos ou até suprimidos –, alças para manipular os vetores 
surgirão como opção na tela. Ao puxá-las com o mouse, a curvatura do vetor 
será alterada de acordo com o movimento feito. Essas alças de controle podem 
ser independentes ou se vincular a outras alças que se ligam ao mesmo nó, de 
modo que, ao alterar um dos lados da curva com uma das alças, o outro também 
sofrerá efeitos. 
Outra ferramenta de uso comum na composição com formas no Illustrator 
é o Pathfinder, ferramenta que mantém seu nome original inglês mesmo na 
interface em português do Brasil, dada a dificuldade de traduzi-lo; seria algo 
como “localizador de caminhos”. Ele está no painel de ferramentas do lado direito 
da interface, junto com as ferramentas de alinhar e transformar, e suas opções 
permitem fazer recortes entre formas vetoriais sobrepostas, os quais dependem 
das interações entre as formas envolvidas: por exemplo, a forma da frente pode 
recortar a debaixo ou ser recortada por ela, dependendo do modo escolhido. 
 
 
14 
Figura 8 – Opções do Pathfinder no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
3.2 Edição de vetores com a Caneta 
Algumas formas vetoriais são padrões conhecidos entre as ferramentas 
de desenho. Para criar formas mais livres, a ferramenta a ser utilizada é a 
Caneta, acessível também pela tecla “P”. Para desenhar com ela, basta mover 
o mouse pela prancheta e clicar para criar os pontos de ancoragem do vetor. 
Para criar as curvas de Bézier, é preciso clicar para criar um primeiro ponto de 
ancoragem e clicar novamente em outro local, mantendo o clique e arrastando o 
mouse até que o vetor esteja na curvatura desejada. E, então, um último clique 
termina a edição desse trecho da curva e continua o desenho. 
 
 
 
15 
Figura 9 – Edição de curvas vetoriais de Bézier e suas alças de ajuste no Adobe 
Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
Entre as demais opções da ferramenta Caneta na caixa de ferramentas, 
existe o Ponto de Ancoragem. Junto com a já mencionada seta branca (Seleção 
Direta), essas ferramentas dão ainda mais opções para a editar os nós vetoriais, 
as curvas e alças de controle vinculadas a eles. Essas ferramentas também são 
bastante úteis na edição das formas geométricas prontas do software. 
3.3 Lápis, pincéis e outras ferramentas de desenho 
A ferramenta Lápis é uma das formas de criar vetores no Illustrator. Ela 
gera, como a Caneta, vetores em curvas de Bézier, mas permite que o traço seja 
feito de forma mais livre. Para utilizá-la, basta selecioná-la na caixa de 
ferramentas, do lado esquerdo da interface, clicar e arrastar para compor o traço 
desejado. Algumas preferências da ferramenta Lápis podem ser ajustadas, 
clicando duas vezes em seu pictograma na caixa de ferramentas. Opções de 
ajuste da precisão e suavidade do traço estão disponíveis e podem ser úteis 
caso você tenha (ou não) uma mesa digitalizadora à disposição. 
 
 
 
16 
Figura 10 – Traços feitos com Lápis, Caneta e Pincel, ferramentas de desenho 
do Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
A ferramenta Pincel é bastante semelhante à ferramenta Lápis e, como 
esta, gera um traço desenhado por uma curva de Bézier. A diferença é que com 
o Pincel é possível incorporar ao seu traço pacotes de pincéis que simulam os 
usados na realidade, pelos artistas de carne e osso. A ferramenta Pincel Irregular 
é outra que pode funcionar bem com as opções de pressão do traço de uma 
mesa digitalizadora e, em vez de curvas de Bézier, seu traço se converte numa 
forma sem contorno.TEMA 4 – ORGANIZANDO O TRABALHO NO ILLUSTRATOR 
Sendo um software originalmente pensado para a mídia impressa, nos 
últimos anos o Illustrator se desenvolveu como software de múltiplos propósitos. 
Ele trabalha com uma série de formatos, tipos de arquivos e saídas, que 
permitem agilidade e flexibilidade de aplicações e usos. 
4.1 Formatos e opções para salvar arquivos 
Ao clicar no menu Arquivo e depois em Salvar Como, uma janela com 
opções de salvamento se abre. O formato-padrão nativo do Illustrator é o 
sinalizado pela extensão “.ai”; salvar arquivos nesse formato permite sua edição 
posterior no programa sem perder todas as opções disponíveis, como o uso de 
 
 
17 
camadas e linhas-guia. Ao clicar em Salvar usando essa opção, outra janela, 
com opções específicas para esse formato nativo, se abrirá. Aqui é possível 
salvar o arquivo em versões antigas, mas fique atento: essa opção serve apenas 
se for necessária uma retrocompatibilidade com versões anteriores, o que pode 
ocasionar algumas perdas se recursos usados no projeto não estiverem 
disponíveis nas versões mais antigas. 
Nessa tela também existem outras opções de compatibilidade e saída: 
leitores de PDF, gerenciamento de cor para gráficas, compressão do tamanho, 
agregamento de fontes e transparência. 
Figura 11 – Tipos de arquivo para salvar no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
A opção Salvar como Template (“.ait”), na mesma tela, guarda um arquivo 
com todo o trabalho realizado anteriormente e, se aberto posteriormente, abre 
como se fosse um arquivo novo pronto para receber novas edições. Essa opção 
é útil quando em projetos seriados, com edições constantes, ou quando os 
arquivos são compartilhados entre vários projetistas, de modo a evitar edições 
indesejadas. 
Outra opção que permite bastante flexibilidade de edição é o “.eps”: como 
formato mais antigo, pode ser importado e exportado para outros programas sem 
perder características vetoriais (tanto da Adobe quanto de outras 
desenvolvedoras). O EPS é um formato bastante usado quando se trata de 
 
 
18 
arquivos gerados em outros programas de edição vetorial, de modo a manter 
compatibilidades. Ao escolher o EPS como formato de arquivo, uma janela de 
opções se abrirá em seguida. Suas opções permitem pré-visualizações mais 
ágeis em softwares mais antigos. 
Outro formato de arquivo disponível é o conhecido “.pdf”. O arquivo PDF 
gerado pelo Illustrator tem algumas características próprias: ele se torna um 
arquivo do Illustrator embutido no PDF, ainda que esteja travado para edição em 
outros programas. Ou seja, é um arquivo nativo do Illustrator, mas sutilmente 
modificado para funcionar como PDF. Essa distinção é importante porque 
edições feitas no PDF podem não ser recuperadas mais tarde. Ao escolher 
“Salvar em PDF”, uma série de opções é apresentada numa nova janela, em que 
é possível tratar a saída desse arquivo conforme seu propósito, seja impressão 
(que exige maior qualidade gráfica) ou leitura em tela (que não precisa de muita 
resolução). Aqui é possível assegurar (ou não) que o arquivo seja posteriormente 
editável no Illustrator, incorporar miniaturas de página para leitores eletrônicos, 
configurar otimização para exibir na web e opções para editar PDFs da Adobe 
Acrobat. 
A última opção que temos para salvar arquivos nessa tela é o formato 
“.svg” (com e sem compactação), um formato de arquivo vetorial aberto, próprio 
para exibir em navegadores e trocar arquivos na internet em geral. Como é 
nativamente um vetor, agrega em si a característica de seu desenho ser 
matematicamente descrito em vez de um mapa de bits, tornando o arquivo muito 
mais leve. Mapas e logotipos usados na Wikipédia, por exemplo, em geral estão 
no formato SVG. Como o SVG visa ser um padrão aberto e compatível – 
inclusive abrindo nativamente em navegadores de internet –, alguns recursos 
gerados no Illustrator podem não funcionar, mas para projetos mais simples, 
principalmente em meio digital, ele pode ser interessante. 
Uma dica importante presente nessa tela, disponível somente aos 
formatos não nativos do programa (isto é, apenas para EPS, PDF e SVG), é a 
de opção Usar Pranchetas, localizada na caixa de seleção embaixo da opção de 
escolha de formato. Ela permite salvar cada uma das pranchetas de trabalho em 
arquivos separados. Essa opção é útil quando se desenvolve, por exemplo, uma 
identidade gráfica num único arquivo que origine materiais a veicular em mídias 
diversas, tanto impressos quanto digitais. 
 
 
19 
Figura 12 – Edição de pranchetas no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
No entanto, caso você incorpore outro arquivo ao seu, ele precisa estar 
visível e não ser movido da pasta em que você esteja trabalhando. De 
preferência, coloque todos os arquivos do mesmo projeto no mesmo diretório e 
seja consistente em sua organização. Esses arquivos não são realmente 
incorporados ao arquivo de trabalho – são apenas “linkados”, ou seja, 
referenciados pelo programa mas não agregados ao arquivo final – e, caso sejam 
removidos ou trocados de lugar, o Illustrator não tem como localizá-los e 
recuperá-los, portanto não aparecerão no arquivo e em suas futuras possíveis 
saídas. 
4.2 Guias, réguas e grades 
As guias, réguas e grades (comumente chamadas de grids) são 
essenciais para organizar o trabalho na prancheta do Illustrator. Esses recursos 
permitem que o projetista siga os clássicos princípios do design gráfico, 
funcionando de forma semelhante aos seus equivalentes do mundo real. 
Guias são linhas que podem ser posicionadas na área de trabalho na 
vertical e na horizontal, e auxiliam no alinhamento preciso dos elementos de 
trabalho. É possível configurar várias opções, de modo que os objetos possam 
aderir a essas linhas automaticamente, facilitando seu posicionamento na 
página. Ao desenhar um objeto na prancheta e aproximá-lo de uma guia, rótulos 
 
 
20 
auxiliares que exibem o posicionamento dele nos eixos X e Y aparecerão na 
interface, bem como outros rótulos do tipo, marcando possíveis interseções entre 
pontos e guias que podem interessar ao projetista. 
Para usar as guias, é preciso habilitar as réguas (Ctrl/Command + R ou 
menu Exibir > Réguas > Mostrar réguas). Elas são exibidas na lateral esquerda, 
no topo da área de trabalho, e têm a opção de uso de várias unidades de medida 
– pixels, sistema métrico (centímetros, milímetros), convenções de impressão 
(paicas, polegadas) etc. É com elas que geramos as guias. Para isso, é 
necessário clicar sobre uma das réguas e arrastá-la para a prancha. Uma linha 
com a cor de destaque da camada atual cruzará a área de trabalho de um lado 
ao outro. 
Guias também podem ser criadas com base em objetos vetoriais. Isso 
pode ser feito ao clicar numa forma com o botão direito do mouse e selecionar 
Criar Guias no Menu Contextual. Esses objetos serão imediatamente 
convertidos em guias e vão auxiliar o projetista a posicionar outras formas de 
modo mais preciso e específico. Esse recurso é conveniente na composição de 
grids para diagramar materiais impressos complexos, como jornais e revistas. 
Figura 13 – Criando guias personalizadas com o menu contextual do Adobe 
Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
Por vezes, o uso de guias e grids pode ficar complexo. Para isso, o 
Illustrator tem algumas ferramentas para travá-las e ocultá-las, acessíveis com 
um clique no menu Exibir, e depois em Guias. Ali você encontra as opções para 
 
 
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esconder, mostrar, apagar, impedir sua edição e converter um objeto em guias 
– mesma função disponível no menu contextual. Essas funções são úteis quando 
buscamos uma visão do trabalho sem os auxílios projetuais que não serão 
transpostos para a versão finalizada, além de evitar edições em elementos por 
engano. 
As guias inteligentes exibem ao usuário pequenos rótulos com 
informações sobre objetos em proximidade com o ponteiro do mouse,como 
interseções entre pontos ou linhas e alinhamentos entre elementos nos eixos X 
e Y. É possível clicar e arrastar o vértice de alguma forma vetorial e aproximá-lo 
de arestas e vértices de outros objetos dispostos na prancheta e, com o auxílio 
desses rótulos, trabalhar com mais precisão. Onde o ponteiro do mouse estiver 
ativo, essas informações aparecerão. Essas guias podem ser ativadas e 
desativadas com o atalho Ctrl/Command + U. 
Para exibir as grades, vá ao menu Exibir, e depois em Mostrar Grade. Elas 
são uma referência visual proveitosa na composição de projetos gráficos que 
exigem precisão milimétrica. Na caixa de propriedades, do lado direito da 
interface, podemos configurar algumas opções de grades, pranchetas e réguas, 
como unidades de medida (paicas, pixels, milímetros etc.) e alinhamentos dos 
objetos ao grid. Na opção Guias e Grades, das preferências do Illustrator, é 
possível alterar as grades propriamente ditas, como a largura dos módulos do 
grid, o número de subdivisões do módulo, a cor-padrão das linhas-guia e até o 
estilo do traçado delas. 
4.3 Alinhar, distribuir e visualizar em wireframes 
Apesar de ser uma ferramenta sem muitos mistérios, as opções de 
alinhamento de elementos do Illustrator guardam truques interessantes. Esse 
painel é encontrado na caixa de propriedades, do lado direito da interface, ou 
pelo menu Janela, na opção Alinhar. Além de fazer alinhamentos na horizontal, 
no centro e na vertical e distribuir objetos, um bom truque dessa ferramenta é o 
alinhamento em relação a determinado objeto. Para isso, basta selecionar todos 
os objetos que serão alinhados, clicar uma vez no objeto ao qual você quer que 
todos os demais se alinhem, e então clicar na opção de alinhamento desejada. 
 
 
 
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Figura 14 – Painel de alinhar e distribuir objetos na prancheta do Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
As opções para distribuir objetos citadas anteriormente estão disponíveis 
no mesmo painel, logo abaixo. O que essa opção faz é ordenar equitativamente 
uma série de elementos ao longo de determinado espaço. Combinado ao 
alinhamento, também tem opções à esquerda, ao centro e à direita. É possível 
distribuir objetos em relação ao seu espaçamento, tamanho ou um número fixo 
determinado pelo projetista. 
Próximo dessas ferramentas, existe a opção “Alinhar a…”, que afeta todas 
as outras ferramentas de alinhamento e distribuição presentes no mesmo painel. 
Aqui você pode alinhar objetos em relação a uma determinada seleção – opção-
padrão da ferramenta –, a um objeto-chave previamente escolhido ou à 
prancheta de trabalho. 
Figura 15 – Visão por Contornos no Adobe Illustrator 
 
Fonte: Lima, 2020. 
 
 
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Conforme o trabalho no Illustrator fica mais complexo, você pode precisar 
de um auxílio para identificar rapidamente que tipos de elementos estão 
dispostos em sua prancheta. Um recurso apropriado para isso é o Contornar, 
que altera a forma de exibição do projeto, mostrando seus contornos sem 
nenhum outro tipo de informação, como cores ou espessura do traço. Essa 
visualização é acessível pelo menu Exibir > Contornar, ou pelo atalho 
“Ctrl/Command” + “Y”. Elementos visualmente semelhantes, mas construídos 
por métodos e ferramentas diferentes, revelarão sua natureza: por exemplo, um 
texto é exibido em preto chapado nessa visão contornada; se ele for convertido 
em curvas, esse preto chapado dará lugar às linhas de seu contorno, mostrando 
que agora esse texto não é mais editável da forma convencional. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Neste material abordamos as ferramentas essenciais para produzir 
gráficos no Adobe Illustrator tendo em vista os mais diversos propósitos. 
Conhecemos a interface do programa e suas áreas comuns, vimos como 
trabalhar com formas de desenho vetorial e inserção e edição de textos. Também 
aprendemos a lidar com os elementos da composição, organizando-os em 
camadas e grupos de objetos, e abordamos as ferramentas mais críticas e 
necessárias para criar gráficos vetoriais. 
Padrão de mercado, o Illustrator estabelece alguns modos de trabalho 
replicados em outros programas, de forma que aprender a trabalhar nele é útil 
ao aprendizado de qualquer outra ferramenta de edição gráfica que utilize a 
mesma lógica. Além disso, sua boa integração com outros produtos da suíte 
Creative Cloud fornece um ambiente de trabalho coeso e rico em possibilidades. 
Agora que você já tem informação mais que suficiente para lidar com esse 
complexo programa, aproveite para expandir seus conhecimentos, criando e 
explorando suas demais ferramentas para além do escopo abordado aqui, 
desenvolvendo cada vez mais suas habilidades. Também recomendamos que 
você dê uma olhada nas referências da próxima seção, pois reúnem material 
tanto para usar o programa quanto para enriquecer suas habilidades como 
designer. 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
ADOBE. Guia do Usuário do Illustrator. Adobe.com. [S.l.], [S.d.]. Disponível em: 
<https://helpx.adobe.com/br/illustrator/user-guide.html>. Acesso em: 25 set. 
2020. 
_____. Tutoriais do Illustrator. Adobe.com. [S.l.], [S.d.]. Disponível em: 
<https://helpx.adobe.com/br/illustrator/tutorials.html>. Acesso em: 25 set. 2020. 
CREATIVE BLOQ STAFF. Adobe Illustrator tutorials: The best lessons to 
sharpen your skills. Creative Bloq, [S.l.], 6 ago. 2020. Disponível em: 
<https://www.creativebloq.com/digital-art/illustrator-tutorials-1232697>. Acesso 
em: 25 set. 2020. 
ENVATO. Design & Illustration Tutorials. Tutsplus Design. [S.l.], [S.d.]. 
Disponível em: <https://design.tutsplus.com/categories/adobe-illustrator>. 
Acesso em: 25 set. 2020. 
HODGE, S. 22 Tutoriais do Illustrator para criar ilustrações isométricas. 
TUTSPLUS DESIGN. [S.l.], [S.d.]. Disponível em: 
<https://design.tutsplus.com/pt/articles/22-illustrator-tutorials-for-creating-
isometric-illustrations--vector-5017>. Acesso em: 25 set. 2020.

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