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ATIVIDADE DE PORTUGUÊS 
JORNADA AMPLIADA
O sapo
 Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou uma bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava.
 “Se não vais casar comigo não vai se casar com ninguém mais”! “Olhou fundo nos olhos dele e disse:
 " Você vai virar um sapo! 
“Ao ouvir essa palavra o príncipe sentiu um estremeção”. 
Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.
 (Alves, Rubem. A Alegria de Ensinar. Ars Poética, 1994.)
No trecho “O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava”, a expressão destacada significa que:
a) não deu atenção ao pedido de casamento.
b) não entendeu o pedido de casamento.
c) não respondeu à bruxa.
d) não acreditou na bruxa.
e) Não tinha telefone
LEIA O TEXTO ABAIXO E RESPONDA AS QUESTÕES 2, 3 e 4.
O visitante vai passando pelo corredor do hospital, quando vê o amigo saindo disparado, cheio de tubos, da
sala de cirurgia:
__ Aonde é que você vai, rapaz?!
__ Tá louco, bicho, vou cair fora!
__ Mas, qual é, rapaz?! Uma simples operação de apendicite! Você tira isso de letra.
E o paciente:
__ Era o que a enfermeira estava dizendo lá dentro: “Uma operaçãozinha de nada, rapaz! Coragem! Você tira isso de
letra! Vai fundo, homem!”
__ Então, por que você está fugindo?
__ Porque ela estava dizendo isso era para o médico que ia me operar!
(Ziraldo. As melhores anedotas do mundo. Rio de Janeiro; Globo, 1988, p. 62.)
A ideia principal do texto é:
a) O rapaz tem medo de cirurgia.
b) Pela fala da enfermeira o rapaz imaginou que o médico fosse fazer outra coisa.
c) O rapaz não quer submeter-se a uma operação de apendicite porque o médico é inexperiente.
d) O rapaz quando viu os utensílios cirúrgicos ficou com medo e fugiu.
e) O rapaz é louco
O lugar onde a história se passa é:
a) Na entrada do hospital.
b) Na recepção do hospital.
c) No corredor do hospital.
d) Na sala de operação.
e) Na maternidade do hospital
A frase abaixo em que o emprego da palavra destacada está correto é:
a) Os brasileiros saíram de seu país; eles, portanto, EMIGRARAM.
b) Minha prima uruguaia era discreta; ela procedia com DESCRIÇÃO.
c) Jonatas passou o sinal vermelho; levou multa, ou seja, cometeu INFLAÇÃO.
d) Aquela moça sofreu DESCRIMINAÇÃO.
e) Graziela achou facilmente a SESSÃO de alimentos.
Assinale a alternativa que apresenta equívoco de acentuação:
a) ônibus, saída, Ilhéus.
b) óculos, Sabará, vídeo.
c) íntimo, sílaba, rúcula.
d) operário, sanitário, Goiânia.
e) Goiás, amônia, econômia.
Leia:
Eu te amo, bicho
Qual é o melhor amigo do homem? Apesar de o ditado popular ter consagrado o cachorro como dono desse título, esse é o tipo de questão que depende da preferência de cada um. Mas, quando falamos do nosso amigo mais antigo, não cabe discussão: o primeiro animal a ser domesticado foi mesmo o cão. Ou, para ser mais preciso, um ancestral comum dos lobos e cachorros atuais. A relação começou na pré-história, há cerca de 30 mil anos, em diferentes partes do mundo – como China, Europa e América do Norte. Era uma troca: os cachorros ganhavam comida, e os humanos, proteção. Com o tempo, o vínculo se aprofundou e se estendeu às várias outras espécies de animais de estimação.
 Hoje, no Brasil, é mais comum ter bichos do que filhos. De cada 100 famílias, 62 abrigam algum animalzinho, enquanto só 36 têm crianças, segundo os dados mais recentes do IBGE, de 2013. E essa relação traz uma série de benefícios para o corpo e a mente: “O convívio com animais produz um efeito antiestresse, fortalece o sistema imunológico e aumenta as chances de sobrevida para quem tem problemas cardíacos. Além disso, eleva as possibilidades de interação social”, explica a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Carine Redígolo, estudiosa do comportamento animal.
 A ligação entre os humanos e os bichos é tão poderosa que chega a interferir nos nossos hormônios. Pesquisadores da Universidade de Azabu, no Japão, descobriram que basta uma simples troca de olhares entre o cão e o dono para aumentar o nível da ocitocina – a substância que ajuda a formar os laços entre mães e filhos.
    Se você gosta de animais, conhece na prática essas descobertas da ciência. Interagir com essas criaturas amorosas enche nossa rotina de alegria, das mais variadas formas.
    […]    Revista Todos – A vida é feita de histórias. Qual é a sua? – outubro/novembro, p.14.
Em todas as alternativas, são apresentados, à luz da ciência, os benefícios ocorridos da relação do humano com o cão, exceto em:
a) “[…] os cachorros ganhavam comida, e os humanos, proteção.”
b) “[…] produz um efeito antiestresse, fortalece o sistema imunológico […]”
c) “[…] eleva as possibilidades de interação social […]”
d) “[…] aumenta o nível da ocitocina […]”
Quais dessas frases tem uma opinião no trecho:
a) “[…] o primeiro animal a ser domesticado foi mesmo o cão.”
b) “Com o tempo, o vínculo se aprofundou e se estendeu às várias outras espécies […]”
c) “Hoje, no Brasil, é mais comum ter bichos do que filhos.”
d) “Interagir com essas criaturas amorosas enche nossa rotina de alegria, das mais variadas […]”
Observe o texto
 
 A finalidade deste texto é:
a)    Apresentar uma crítica às pessoas.
b)    Descrever uma situação
c)    Divulgar um local
d)    Vender uma ideia
e)    Motivar a determinação nas pessoas
De acordo com o texto 1, os problemas
a)    Só existem na cabeça de pessoas que pensam demais neles.
b)    Não existem, são invenções da mente humana.
c)    São simples de resolverem, só basta tentar.
d)    São reais, são complexos, porém com perseverança e resiliência podem ser superados.
e)    São verdadeiros e complicados, mas nem todo mundo pode superá-los.
Leia:
Texto l
Tio Pádua
Tio Pádua e tia Marina moravam em Brasília. Foram um dos primeiros. Mudaram-se para lá no final dos anos 50. Quando Dirani, a filha mais velha, fez dezoito anos, ele saiu pelo Brasil afora atrás de um primo pra se casar com ela.
Encontrou Jairo, que morava em Marília. Estão juntos e felizes até hoje. Jairo e Dirani casaram-se em 1961. Fico pensando se os casamentos arranjados não têm mais chances de dar certo do que os desarranjados.
Ivana Arruda Leite. Tio Pádua. Internet: http://www.doidivana.zip net. Acesso em 07/01/2007.
Texto II
O casamento e o amor na Idade Média
(fragmento)
Nos séculos IX e X, as uniões matrimoniais eram constantemente combinadas sem o consentimento da mulher, que, na maioria das vezes, era muito jovem. Sua pouca idade era um dos motivos da falta de importância que os pais davam a sua opinião. Diziam que estavam conseguindo o melhor para ela. Essa total falta de importância dada à opinião da mulher resultava muitas vezes em raptos. 
Como o consentimento da mulher não era exigido, o raptor garantia o casamento e ela deveria permanecer ligada a ele, o que era bastante difícil, pois os homens não davam importância à fidelidade. Isso acontecia talvez principalmente pelo fato de a mulher não poder exigir nada do homem e de não haver uma conduta moral que proibisse tal ato. Ingo Muniz Sabage. O casamento e o amor na Idade Média.
Internet:http://www.milenio.com.br/ingo/ideias/hist/casament.htm>. Acesso em 07/01/2007 (com adaptações).
Sobre o “casamento arranjado”, o texto I e o texto II apresentam opiniões:
a) complementares.
b) duvidosas.
c) opostas.
d) preconceituosas.
e) semelhantes.
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