Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

DISCIPLINA: Laboratório de Artes Visuais - Audiovisual e Animação 
Teorias do cinema 
TEMA: Montagem de storyboard adaptado a par r de uma no cia jornalís ca local 
OBJETIVO: Compreendera construção da narra va cinematográfica, desenvolver o 
planejamento e design das cenas, pra car a produção visual por meio da linguagem pictórica. 
COMPETÊNCIA:- Interagir com as manifestações culturais da sociedade na qual se situa, 
demonstrando sensibilidade e excelência na criação, transmissão e recepção do fenômeno 
visual;- Es mular criações visuais e sua divulgação como manifestação do potencial ar s co, 
obje vando o aprimoramento da sensibilidade esté ca dos diversos atores sociais;- Avaliar as 
estruturas das diferentes linguagens e manifestações das artes visuais nos processos de criação 
e produção de sen do;- Analisar os potenciais das tecnologias digitais de imagem e recursos 
midiá cos nos processos ar s cos e pedagógicos. 
EXPERIMENTE E PRODUZA: É sabido que o meio da produção visual tem crescido desde a 
popularização dos meios de comunicação on-line. As possibilidades midiá cas dos meios de 
comunicação têm revolucionado não somente o modo de se comunicar, mas também de se 
representar no mundo. Os chamados “biombos” entre a percepção humana e a realidade, 
segundo Flusser (2008) são imagens técnicas que ganham cada vez mais espaço no co diano e 
na construção iden tária do indivíduo. Vale mencionar que o Brasil é o segundo país que mais 
passa tempo em redes sociais e o segundo maior mercado para o Youtube, no que diz respeito 
ao número de horas de vídeos assis dos. Qual seria a explicação para tal feito? Vale lembrar 
que os conteúdos audiovisuais são didá cos, de consumo fácil, podendo ser inspiradores, 
aproximando cada vez mais os indivíduos de conceitos de apropriações e usos de uma 
realidade idealizada. Entretanto vale pensar sobre o desafio que é na atualidade de criar 
conteúdos audiovisuais, que sejam interessantes e eficazes quanto à sua proposta, 
desenvolvendo conteúdos capazes de criar conexões autên cas e engajamento e, por que não 
audiência?! Pois, uma produção audiovisual tem a proposta de ser vista. Um bom roteiro, com 
boa estrutura, certamente é o ponta pé inicial, contudo, o storyboard tem uma função 
primordial na construção das cenas e na composição dos elementos visuais que estarão em 
cena. O storyboard nada mais é que uma sequência de imagens quadro a quadro, 
apresentando um detalhamento das cenas imaginadas para composição do vídeo. Ou seja, é o 
rascunho da produção, que tem como função não apenas auxiliar a construção narra va, mas 
também a composição e o planejamento de design, além de ser muito ú l na edição, na etapa 
da pós-produção. O produto do storyboard é semelhante a uma história em quadrinhos. Este 
recurso auxilia na produção de filmes, animações, comerciais, jogos e também na produção de 
ações de publicidade e marke ng, sobretudo para mídias sociais. Ainda, pode ser u lizado para 
demonstrar de modo muito eficaz o que ocorre na navegação de um site ou aplica vo. O 
storyboard vai muito além de desenhos primorosos, uma vez que o mais importante é 
evidenciar a narra va, com indicações de movimento de cenas, com detalhes específicos, 
mostrando a trajetória da narra va, fazendo uso de cortes, ângulos de câmera, duração de 
cada tomada, que vão facilitar a edição. Vamos compreender as etapas de desenvolvimento de 
umstoryboard:1) Inicia-se logo após o roteiro e sua função é interpretar e organizar o este 
roteiro em uma narra va visual;2) Deve-se marcar as principais passagens da história e o ritmo 
das cenas, dando um direcionamento de como a história será apresentada;3) Produzir a 
narra va inserida em quadros que irão representar as cenas propriamente ditas, garan ndo 
uma fluidez nesta narra va. 
Importante: Deve se inserir toda as informações que julgar importante. 
 Vejamos alguns exemplos: 
Figura 1- Desenhos sequenciados de uma narra va. 
 
 
Fonte: 
h ps://www.google.com/search?q=Desenhos+sequenciados+de+uma+narra va&oq=Desenho
s+sequenciados+de+uma+narra va&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIJCAEQIRgKGKAB0gEJ
ODc1M2owajE1qAIAsAIA&sourceid=chrome&ie=UTF-8#vhid=t53pLKCEUxCsJM&vssid=l 
 
Importante destacar que mesmo com desenhos simples que prevejam uma organização 
espacial da cena é possível realizar um bom story board. 
Figura 2-Storyboard para o desenvolvimento das cenas, reservando um espaço abaixo para 
essa função. 
 
 
 Fonte: h ps://images.app.goo.gl/LwfeFFmmnrWwParc7 
Um recurso muito u lizado são as anotações na própria cena, assim como as setas indica vas 
que indicam a trajetória da narra va. 
Figura 3 - Quadros sequenciados 
 
Fonte: Shu erstock. Disponível em: h ps://images.app.goo.gl/p1HZpfRY6RR6QBENA 
 
Elabore um storyboard a par r de uma no cia local. Deve-se realizar uma pesquisa sobre 
algum assunto que tenha se tornado no cia em sua cidade, pode ser um fato jornalís co, um 
evento, um fato historiográfico que seja possível de ser narrado. 
-Primeira etapa: Criar um texto de narra va do fato, no cia ou evento escolhido, sinte zando-o 
entre início, meio (desenrolar da história) e fim. Faça uma pesquisa nos veículos de 
comunicação da sua região e escolha a no cia que mais te chamou a atenção (remonte o texto 
u lizando de 500 a 800 caracteres sem espaço). 
-Segunda etapa: Estabelecer quais são as etapas principais dessa narra va, se fossem divididas 
em cenas (sugestão de desenvolvimento de seis cenas descri vas). Acrescente o tempo de 
duração da cena hipote camente. 
-Terceira etapa: Elaboração dos esquemas visuais das cenas subdivididas na segunda etapa, 
respeitando em quadro o mesmo número de cenas. Lembre-se que os desenhos podem ser 
simples, o importante é que a compreensão da cena seja a mais clara possível, enfa zando 
cada um dos eventos. Caso o desenho seja complicado para desenvolver, opte por outas 
possibilidades como recorte e cola por exemplo. Caso tenha facilidade com alguma ferramenta 
de produção digital, também poderá ser feito. Não esqueça de inserir baixo dos quadro 
anotações (específicas) sobre as ações das cenas, como por exemplo: “Personagem “x” para 
em frente ao cruzamento e olha para os dois lados antes de atravessar”. 
-Quarta etapa: Preencha a ficha-resposta disponível, incluindo a narra va do fato, a divisão das 
cenas e a produção gráfica. MATERIAIS DE APOIO:DUBOIS, P.Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: 
Cosac Naify, 2004 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FICHA-RESPOSTA 
ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL - 2023 
LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS – AUDIOVISUAL E ANIMAÇÃO 
 
NOME: GISELE MARA NUNES OLIVEIRA 
RU: 2595387 
CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 
ATIVIDADE 01: (Fotografia da edificação e porque escolheu) 
 
 
 
 
 
 
 
Eu escolhi os storyboards porque são fáceis de serem compreendidos 
por quem entende um pouco de desenvolvimento de softwares, 
porque coloca os personagens em seus papéis reais e permitem uma 
leitura mais humana sobre o caso de uso, e também os storyboards 
normalmente comtemplam representações tanto do comportamento 
do usuário quanto do desenho da interface, sem que uma coisa 
ganhe mais importância que a outra e podem circular com mais 
facilidade entre diferentes stakeholders e têm maior força na hora 
de garantir a venda/kikoff oficial do projeto.