Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

1
2
3
GUIA PRÁTICO DE 
IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS 
DAS PRINCIPAIS CULTURAS 
BRASILEIRAS
4
Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição 
– Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional (CC 
BY-NC-SA 4.0). É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que 
citada a fonte.
Capa: Composição fotográfica de imagens 
de doenças de culturas no Brasil (Carolina Calomeno)
DADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO (CIP)
CATALOGAÇÃO NA FONTE: SISTEMA DE BIBLIOTECAS, UFPR
__________________________________________________________________________________
G943 Guia prático de identificação de doenças das principais culturas brasileiras
 [recurso eletrônico] / equipe técnica: Heloisa Thomazi Kleina ... [et al.] ;
 design gráfico, capa e editoração: Carolina Calomeno. – [Curitiba] :
 UFPR, 2021.
 110 p. : il.; color. ; 34,88 MB ; PDF
 Inclui bibliografia
 ISBN 978-65-89713-22-7 
 1. Fitopatologia – Brasil. 2. Plantas – doenças e pragas. I. Kleina, Heloisa
 Thomazi. II. Calomeno, Carolina. III. Universidade Federal do Paraná.
 Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade.
 CDD – 581.2
__________________________________________________________________________________
Bibliotecária: Kételi Wizenffat CRB-9/1418
5
GUIA PRÁTICO DE 
IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS 
DAS PRINCIPAIS CULTURAS 
BRASILEIRAS
equipe técnica
Heloisa Thomazi Kleina 
Flávia Santos
Thiago de Aguiar Carraro
Henrique da Silva Silveira Duarte
Louise Larissa May De Mio
design gráfico, capa 
e editoração
Carolina Calomeno
2021
6
7
APRESENTAÇÃO
Esta publicação é resultado do esforço da equipe de fitopatologia da 
Universidade Federal do Paraná, juntamente com colaboradores e 
parceiros que contribuíram na compilação das informações sobre as 
principais doenças das culturas brasileiras.
Este guia prático tem o objetivo de ajudar estudantes de Fitopatologia dos 
cursos de Agronomia e produtores/técnicos na identificação das doenças 
à campo. O guia é de consulta pública e estará disponível para uso de 
qualquer pessoa no site do Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade da 
UFPR. Atualizações periódicas serão realizadas e sugestões/ contribuições 
serão sempre acolhidas pelo grupo. Algumas imagens são próprias e de 
estudantes do laboratório LEMID (Laboratório de Epidemiologia para 
Manejo Integrado de Doenças de plantas), mas a maioria foi retirada de 
sites da internet e estão devidamente identificadas as fontes e autorias. 
Os desenhos das estruturas que se relacionam aos agentes causais das 
doenças foram feitos a mão pela Dra. Flávia Santos. 
Inicialmente estão listadas doenças mais frequentes e importantes 
em cada cultura, mas a cada ano novas doenças/culturas poderão ser 
inseridas, acompanhem as atualizações. Solicitamos aos leitores/usuários 
que por gentileza referenciem a obra sempre que a utilizarem e sintam-se 
convidados a contribuir com fotos e informações para as novas edições.
 A equipe.
8
9
GRANDES CULTURAS
doenças do Algodão 13
Alternária ........................................... 13
Mancha alvo ...................................... 14
Ramulária............................................ 15
doenças do Milho 17
Carvão .................................................. 17
Ferrugem ............................................ 18
Enfezamento vermelho ................. 19
Fusariose ............................................. 20
Helmintosporiose ............................ 21
Mancha foliar de Bipolaris ........... 22
Tombamento ..................................... 23
Estádios fenológicos e 
as Doenças do Milho ...................... 24
doenças da Soja 27
Ferrugem asiática ............................ 27
Mancha alvo ...................................... 28
Mofo Branco ...................................... 29
Nematoide do cisto ......................... 30
Oídio ..................................................... 31
Podridão radicular .......................... 32
Estádios fenológicos e 
as Doenças da Soja .......................... 33
sumário
doenças do Trigo 37
Brusone ............................................... 37
Ferrugem ............................................ 38
Giberela ............................................... 39
Mal-do-pé ........................................... 40
Mancha salpicada ............................ 41
FRUTÍFERAS
doenças dos Citros 43
Cancro cítrico .................................... 43
Clorose variegada do citros ........ 44
Estrelinha ............................................ 45
Greening ............................................. 46
Mancha marrom............................... 47
Pinta preta .......................................... 48
Estádios fenológicos e 
as Doenças dos Citros ................... 50
doenças da Macieira 53
Cancro europeu ............................... 53
Mancha Foliar de Glomerella ..... 54
Podridão amarga ............................. 55
Podridão do colo .............................. 56
Sarna da macieira ............................ 57
Estádios fenológicos e 
as Doenças da macieira ................. 58
10
agradecimentos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
REITOR
Prof. Dr. Ricardo Marcelo Fonseca
VICE-REITORA
Prof.a Dr.a Graciela Inês Bolzón de Muniz
PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
Prof. Dr. Eduardo Salles de Oliveira Barra
PRÓ-REITOR DE PESQUISA E PÓS- GRADUAÇÃO - PRPPG
Prof. Dr. Francisco de Assis Mendonça
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Prof. Dr. Amadeu Bona Filho
DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA E FITOSSANIDADE
Prof. Dr. Afonso Takao Murata
DEPARTAMENTO DE DESIGN
Profa. Dra. Daniella Rosito Michlelena Munhoz 
11
doenças das 
Fruteiras de Caroço 61
Bacteriose .......................................... 61
Escaldadura das folhas .................. 62
Ferrugem ............................................ 63
Furo de Bala ....................................... 64
Podridão parda ................................. 65
doenças da Videira 67
Antracnose ......................................... 67
Oídio ..................................................... 68
Mancha das folhas ........................... 69
Míldio ................................................... 70
Mofo cinzento ................................... 71
Podridão da uva madura ............... 72
Pé-Preto ou 
Declínio da videira .......................... 73
Estádios fenológicos e 
as Doenças da videira .................... 74
OLEORÍCOLAS
doenças das Aliáceas 77
Ferrugem ............................................ 77
Míldio ................................................... 78
Podridão branca ............................... 79
Queima das folhas ........................... 80
Raiz rosada ......................................... 81
doenças das Brássicas 83
Hérnia das crucíferas ..................... 83
Mancha de Alternaria .................... 84
Mofo Branco ...................................... 85
Podridão negra ................................. 86
doenças das Folhosas 87
Antracnose ou ‘mal da 
sete voltas’ da cebolinha ............... 87
Cercosporiose da alface ............... 88
Míldio da alface ................................ 89
Murcha de esclerócio 
em alface ............................................. 90
Septoriose em salsinha .................. 91
doenças das Solanáceas 93
Cancro bacteriano .......................... 93
Mancha de Alternaria .................... 94
Murcha bacteriana .......................... 95
Oídio do tomateiro ......................... 96
Podridão mole ................................... 97
Requeima ............................................ 98
Septoriose .......................................... 99
Estádios fenológicos e 
as Doenças do Tomateiro ...........100
Equipe técnica ................................103
Bibliografia e sites 
de imagens utilizados ...................105
12
doenças do algodão
13
Sintomas
Os sintomas ocasionados 
por A. macrospora são 
caracterizadospelo aparecimento 
de manchas arredondadas 
nas folhas, apresentando 
anéis concêntricos no 
centro com coloração 
marrom e circundadas por 
halos amarelos. 
Os sintomas causados 
por A. alternata são de menor 
importância e são diagnosticadas 
pela presença de lesões 
circundadas por halos arroxeados.  
Além disso, a doença pode causar 
o apodrecimento das maçãs. 
Mancha de Alternaria . Alternaria alternata / Alternaria macrospora 
doenças do algodão
GRANDES CULTURAS
Foto 01
Foto 02Sintomas de Alternaria alternata 
em folhas de algodoeiro. 
Foto 1: Howard F. Schwartz, 
Colorado State University, Bugwood.org; 
Foto 2: Alfredo Riciere Dias.
Conídios de Alternaria
14
Sintomas
Os sintomas são pequenos pontos 
de coloração arroxeada nas folhas. 
Com o progresso da doença, as 
lesões adquirem formato 
arredondado, apresentando 
bordas de coloração marrom com 
centro mais claro e presença de 
anéis concêntricos. Em ataques 
severos, pode ser possível 
visualizar intensa desfolha.  
 
Mancha alvo Corynespora cassiicola 
doenças do algodão
GRANDES CULTURAS
Foto 01
Foto 02
Sintomas de mancha alvo 
em folhas de algodoeiro. 
No detalhe, as pequenas 
estruturas pretas são 
os conídios do patógeno. 
Foto 1: https://gramho.com/me-
dia/1842518196877691937; 
Foto 2: Gerald Holmes, Strawberry Center, 
Cal Poly San Luis Obispo, Bugwood.org
Conidióforos (1) 
e conídios septados (2) 
de Corynespora cassiicola.
 2
1
15
Mancha de Ramularia . Ramularia areola
doenças do algodão
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas consistem de 
manchas de coloração branca ou 
amarelada com aspecto farináceo 
pulverulento, circunscritas pelas 
nervuras. As manchas podem 
coalescer e ocasionar a queda 
precoce das folhas.
Foto 01
Foto 02
Lesões brancas nas folhas de algodão, 
sintoma característico da mancha 
foliar de ramularia. No detalhe, 
face abaxial com sinais do patógeno. 
Foto 1 e Foto 2 : 
Daniel Anacleto Costa Lage.
Conidióforos (1)
 e conídios (2)
 de Ramularia areola.
2
1
16
doenças do milho
17
Foto 01
Foto 02
Carvão . Ustilago maydis
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas da doença são 
caracterizados pelo aparecimento 
de galhas semelhantes à tumores 
que se formam em tecidos do 
hospedeiro em crescimento ativo. 
Densas massas de teliósporos 
escuros e fuliginosos são 
observados nas espigas. Embora 
as galhas possam se formar 
em diversas partes da planta, a 
infecção é considerada local, ou 
seja, o hospedeiro não é colonizado 
sistemicamente.
Sintomas de hiperplasia e hipertrofia em 
espigas de milho causados pelo patógeno. 
No detalhe, espigas com densas massas 
escuras (teliósporos). 
Foto 1: Whitney Cranshaw, Colorado State 
University, Bugwood.org 
Foto 2: Henrique da Silva Silveira Duarte
Teliósporo do carvão do milho. (1)
Teliósporo germinado formando os 
basidiósporos (esporídios).(2)
2
1
18
Foto 01
Foto 02
Ferrugem polysora . Puccinia polysora
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
A doença é caracterizada 
pela presença de pequenas 
pústulas circulares à ovais na 
parte superior da folha, com 
coloração que varia do amarelo 
ao dourado. Em estágios mais 
avançados, as pústulas podem se 
tornar escurecidas. Os primeiros 
sintomas normalmente são 
observados em folhas localizadas 
no baixeiro. Os danos podem 
impactar na redução da área 
foliar, do vigor e do peso de grãos, 
promover a senescência precoce e 
o acamamento de plantas.
Presença de pústulas de coloração 
alaranjada na face adaxial de folhas de 
milho. No detalhe, pústula isolada. 
Foto 1: Hudson Leonardo Pereira; 
Foto 2: Jason Brock, University of 
Georgia, Bugwood.org
Corte de télia com teliósporos e acima 
urediniósporos (uredósporos) 
de Puccinia polysora.
19
Foto 01
Foto 02
Enfezamento vermelho . Maize bushy stunt phytoplasma
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas são o aparecimento 
de internódios mais curtos 
(“enfezados”), menor quantidade 
de raízes, o abundante 
perfilhamento nas axilas foliares e 
na base das plantas e a redução da 
produção. Os grãos são pequenos, 
manchados, frouxos na espiga 
ou chochos. As folhas tornam-
se avermelhadas, chegando à 
coloração púrpura nas folhas mais 
velhas. Ataques severos levam 
à morte precoce das plantas. 
O patógeno é transmitido pela 
cigarrinha-do-milho Dalbulus 
maidis (Hemiptera: Cicadellidae). 
Sintomas de enfezamento vermelho em 
folhas de milho. No detalhe, cigarrinhas 
vetoras da doença (Dalbulus maidis) 
localizadas no cartucho. 
Foto 1: Henrique da Silva Silveira Duarte
Foto 2: Dirceu Gassen.
Inseto vetor (cigarrinha Dalbulus maidis) 
do patógeno causador do enfezamento 
vermelho do milho (Maize bushy stunt 
phytoplasma). 
Ao lado, células do floema 
infectadas com o fitoplasma.
20
Foto 01
Foto 03
Fusariose . Fusarium verticillioides
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
O patógeno pode ocorrer em todos 
os estágios de desenvolvimento do 
milho, ocasionando podridões em 
raízes, colmos e grãos. A incidência 
desse fungo está associada ao 
estresse hídrico e à fertilização 
excessiva de nitrogênio. Os 
sintomas são caracterizados pelo 
aparecimento de manchas marrons 
nas raízes, que progridem para o 
caule, causando a morte prematura 
do vegetal. No interior do caule 
é comum observar a presença 
de coloração salmão. Esse fungo 
também é responsável pela 
produção de compostos tóxicos.
Sintomas de fusariose em espigas e no 
colmo (coloração rosada). 
Foto 1 e 2: Pionner seeds
Foto 3: Cynthia M. Ocamb
Conidióforos e conídios de Fusarium 
verticillioides. A esquerda microconídios 
e a direita macroconídios. Detalhe para 
a formação de conídios em cadeias, 
característica principal desta espécie.
Foto 02
21
Foto 01
Foto 02
Helmintosporiose . Exserohilum turcicum
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se pelo 
aparecimento de lesões necróticas, 
elípticas, com coloração variando 
de verde-acinzentado a marrom. 
As primeiras lesões aparecem nas 
folhas mais velhas e em condições 
de ataque severo pode ocorrer a 
queima completa dos 
tecidos foliares. 
Sintomas de lesões necróticas 
em folhas de milho. No detalhe, 
esporulação do patógeno.
 Foto 1: Vinicius Garnica, Bugwood.org
Foto 2: Dr Parthasarathy Seethapathy, 
Tamil Nadu Agricultural University, 
Bugwood.org
Conidióforos (1) e conídios (2) de 
Exserohilum turcicum. Protuberância na 
parte inferior dos conídios, característica 
2
1
22
Foto 01
Foto 02
Mancha foliar de Bipolaris . Bipolaris maydis
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Lesões alongadas de coloração 
castanha que aparecem no sentido 
das nervuras, apresentando 
formatos variáveis, porém as 
bordas das lesões não são tão 
bem definidas, como no caso da 
cercosporiose.
Lesões alongadas de coloração parda, 
característica do fungo Bipolaris maydis. No 
detalhe, esporulação do patógeno. 
Foto 1: Luís Henrique Carregal, 
Universidade de Rio Verde-UniRV
Foto 2: Cesar Calderon, Cesar Calderon 
Pathology Collection, USDA APHIS PPQ, 
Bugwood.org
Conidióforos (1) e conídios (2) e 
Conídio germinando (3) de Bipolaris maydis.
 2
 3
1
23
 1
 3
 2
Foto 01
Foto 02
Tombamento . Pythium spp.
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se pela 
presença de lesões de coloração 
marrom com aspecto encharcado 
no entrenó que se localiza logo 
acima da linha do solo. O caule 
normalmente se torce e cai, mas a 
planta pode permanecer verde por 
várias semanas porque o tecido 
vascular não é destruído. 
A infecção é facilitada em 
condições de alta umidade. 
Lesões de coloração marrom localizadas 
no colo de plantas de milho. No detalhe, 
estrangulamento de plantas. 
Fotos: A. Robertson, https://
cropprotectionnetwork.org/resources/
articles/diseases/pythium-stalk-rot-of-cornMorfologia de Pythium. 
Oóporos de anterídio parágino (1), hifas 
sem septos (2). À esquerda representação 
de vesícula formada a partir do esporângio 
para a liberação dos zoósporos (3).
24
Estádios Fenológicos
doenças do milho
GRANDES CULTURAS
25
doenças do milho
26
27
2
1
Ferrugem asiática . Phakopsora pachyrhizi
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
Foto 01
Foto 02
Sintomas
Pequenas pontuações de 
coloração mais escura que o 
tecido sadio da folha. Na face 
inferior são observadas pequenas 
urédias, onde o fungo produz os 
urediniósporos. Com o avanço 
da epidemia as urédias tornam-se 
escurecidas.
Pústulas na face abaxial e adaxial da folha 
de soja. No detalhe em lupa, presença de 
várias urédias. 
Fotos: Paulo Edimar Saran
Representação de 
corte de uma urédia (1) 
e urediniósporos (2) 
de Phakopsora
28
Foto 01
Foto 02
Sintomas
As lesões são caracterizadas por 
pontuações pardas envoltas por 
um halo amarelado, que evolui 
para grandes manchas circulares 
(castanho-clara), podendo atingir 2 
cm de diâmetro. O nome da doença 
advém da presença de manchas 
que possuem uma pontuação no 
centro e anéis concêntricos de 
coloração mais escura.
Manchas em formato de 
alvo em folhas de soja 
e detalhe em lupa.
 Foto 1 e 2: Paulo Edimar Saran
Conidióforo (1) e conídios (2)
de Corynespora cassiicola.
Mancha alvo . Corynespora cassiicola
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
2
1
29
Foto 01
Foto 02
Sintomas
Presença de micélio branco e 
cotonoso em caules, folhas ou 
vagens. As lesões se desenvolvem 
nas hastes principais e nos ramos 
laterais. Os primeiros sintomas 
são a murcha das folhas, seguida 
pela morte de plantas. Escleródios 
negros e grandes de formas e 
tamanhos variados se formam 
a partir do micélio branco que 
cresce no tecido da planta. Os 
escleródios também se formam no 
interior do caule e possuem uma 
forma cilíndrica característica. As 
sementes presentes em vagens 
doentes geralmente são infectadas 
pelo fungo ou substituídas por 
escleródios.
Micélio branco na haste com início de 
formação de escleródios. No detalhe, 
escleródios maduros negros no interior da 
haste. Fotos: Paulo Edimar Saran
Morfologia de Sclerotinia sclerotiorum, 
agente causal do mofo branco na soja. 
Á direita apotécio (1)
contendo ascas e ascósporos (2)
à esquerda, escleródio com 
a formação de apotécio (3)
Mofo Branco . Sclerotinia sclerotiorum
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
 2
3
 1
30
Foto 01
Foto 02
Sintomas
Observa-se amarelecimento das 
folhas, nanismo e fechamento lento 
das fileiras. Os sintomas podem 
ser confundidos com deficiência 
de ferro, pH alto, compactação do 
solo e deficiência de nutrientes. 
As plantas sintomáticas são 
observadas inicialmente em 
reboleiras. Em campos altamente 
infestados, as plantas podem 
ser severamente atrofiadas, 
apresentando poucas vagens.
Reboleira de plantas mortas em campo e 
detalhe da presença do nematoide na raiz. 
Foto 1: Charles Oversteet
Foto 2: Angela Tenney, MSU.
 
Corte lateral de Heterodera glycines. 
Fêmea à direita e macho à esquerda. 
Ao centro, detalhe do estilete bucal.
Nematoide do cisto . Heterodera glycines
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
31
Foto 01
Foto 02
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se 
pela presença de uma massa 
pulverulenta de coloração 
esbranquiçada na superfície das 
folhas. Em ataques severos, as 
folhas tornam-se amareladas, 
podendo ocorrer o desfolhamento. 
Comum em épocas pouco chuvosas 
e em ambientes protegidos.
Estruturas de Oídio sobre a folha da soja. 
No detalhe, conidióforos formando 
conídios em cadeia.
 Foto 1: Paulo Edimar Saran
 Foto 2: https://www.420magazine.com/
community/gallery/powdery-mildew-
fungus-under-microscope.307681/
Morfologia de conídios de Oídio. 
Conidióforos produzindo conídios
hialinos cilíndricos em cadeia.
Oídio . Microsphaera diffusa
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
32
Foto 01
Foto 02
Sintomas
Os sintomas de podridão 
acometem sementes e mudas 
jovens. As raízes e o hipocótilo 
apresentam lesões marrom-
avermelhadas, que se tornarão 
secas, diferenciando-se das 
lesões ocasionadas por Pythium 
ou Phytophthora. Em plantas mais 
velhas, a lesão é caracterizada por 
uma podridão da raiz cortical que 
se estende até a base do caule. 
Os sintomas foliares incluem 
amarelecimento das folhas.
Sintomas de tombamento de 
plântulas ocasionados por 
fungos de solo.
Foto 1: Paulo Edimar Saran
Foto 2: Paul Bertrand, University of 
Georgia, Bugwood.org,
Hifa característica de 
Rhizoctonia solani, hifas espessadas 
e ramificadas em ângulos de 
aproximadamente 90º.
Podridão radicular . Rhizoctonia solani
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
33
34
Estádios Fenológicos
doenças da soja
GRANDES CULTURAS
35
doenças da soja
36
doenças do trigo
37
Foto 01
Foto 02
Brusone . Magnaporthe grisea/Pyricularia grisea
doenças do trigo
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas são lesões elípticas 
à alongadas com centro variando 
de branco a castanhos claro e 
bordas cinza escuro a marrom-
avermelhadas. O principal 
problema advém da infecção na 
ráquis, causando esterilidade 
parcial ou total, interrompendo a 
translocação de fotoassimilados 
para as partes superiores 
da espiga. 
Escurecimento da espigueta causado pela 
Brusone. No detalhe, esporulação 
do patógeno. 
Foto 1: Elevagro
Foto 2: Paul Bachi, University of Kentucky 
Research and Education Center, 
Bugwood.org
Conidióforos (1)
 e conídios (2)
 de Pyricularia grisea.
2
 1
38
Foto 01
Foto 02
Ferrugem da folha . Puccinia triticina
doenças do trigo
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas são a presença de 
pústulas amarelo-avermelhadas 
(1,5 mm de diâmetro), localizadas 
na face superior das folhas, 
estendendo-se às bainhas. 
Quando as plantas senescem são 
produzidas as télias pretas e ovais 
com teliósporos, que não possuem 
função biológica no Hemisfério Sul.
Pústulas alaranjadas na face adaxial em 
folhas de trigo. No detalhe, pústula isolada. 
Foto 1: Louisiana State 
University AgCenter, Bugwood.org 
Foto 2: Bruce Watt, University 
of Maine, Bugwood.org 
Corte de télia com teliósporos e acima 
urediniósporos de Puccinia triticina. 
39
Foto 01
Foto 02
Giberela . Gibberella zeae/Fusarium graminearum
doenças do trigo
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas característicos são 
espiguetas despigmentadas e 
alteração do sentido das aristas. 
Às vezes, os sintomas podem 
ser confundidos com brusone 
(descoloração de toda a parte 
superior da espigueta). 
Nesse caso, a ráquis da espiga 
afetada por giberela apresenta 
coloração escura na região de 
espiguetas sadias. Os grãos são 
chochos, enrugados, de coloração 
branco-rosada a pardo-clara 
(estruturas do patógeno). 
Descoloração da espigueta de trigo. 
No detalhe, presença de esporulação do 
patógeno na ráquis. 
Foto 1: Casiane Salete Tibola 
Foto 2: Donald Groth, Louisiana State 
University AgCenter, Bugwood.org
Peritécio (à esquerda) da fase sexuada 
da doença, contendo ascas e ascósporos. 
Conidióforos e conídios (à direita) 
de Fusarium graminearum, 
fase assexuada da doença.
40
Foto 01
Foto 02
Mal-do-pé . Gaeümannomyces graminis var. tritici
doenças do trigo
GRANDES CULTURAS
Sintomas
As plantas infectadas parecem 
atrofiadas e despigmentadas. 
O sistema radicular apresenta 
lesões de coloração marrom escura 
a preto brilhante. Estas plantas 
morrem prematuramente em 
reboleiras no campo. Os grãos não 
são produzidos. Em alguns casos, 
há também uma podridão seca da 
coroa que inclui micélio marrom 
escuro a preto na base da planta. 
Lesões escurecidas em raízes de trigo. 
No detalhe, esporulação do patógeno. 
Foto 1: Emmanuel Byamukama, South 
Dakota State University, Bugwood.org
Foto 2: Paul Bachi, University of
Kentucky Research and 
Education Center,Bugwood.org
Hifopódios (1) formados nas hifas e 
Peritécio contendo ascas e ascósporos do 
agente causal do mal-do-pé (2)
1
 2
41
Foto 01
Foto 02
Mancha salpicada . Mycosphaerella graminicola/Zymoseptoria tritici
doenças do trigo
GRANDES CULTURAS
Sintomas
Os sintomas são pequenas 
pontuações alongadas de cor 
verde-escuro com aspecto aquoso, 
que evoluem para manchas 
irregulares, elípticas de coloração 
castanha avermelhadas. Com 
o avanço da doença, as lesões 
adquirem centro mais claro 
e pontos pretos (picnídios), 
dispersos paralelamente às 
nervuras na superfície da folha. 
Raramente ataca as espigas. 
Manchas de coloração castanho 
avermelhadas. No detalhe, formação de 
picnídios de coloração negra. 
Foto 1: Gerald Holmes, Strawberry Center, 
Cal Poly San Luis Obispo, Bugwood.org 
Foto 2: Gail Ruhl, Purdue University, 
Bugwood.org.
 
Corte de picnídio (1)
contendo os conídios (2)
 alongados de Zymoseptoria tritici
2
 
 1
42
doenças dos citros
43
Foto 02
Cancro cítrico . Xanthomonas citri subsp. citri
doenças dos citros
FRUTÍFERAS
Sintomas
Os sintomas podem ser 
visualizados em folhas, frutos 
e ramos. Nas folhas, são 
caracterizados pela presença 
de pontos escurecidos com halo 
amarelado ao seu redor na face 
inferior, que evoluem para pústulas 
de coloração marrom-clara, 
salientes e visíveis nos dois lados 
da folha. Nos frutos, os sintomas 
ocorrem com maior frequência na 
parte externa da copa, na forma 
de anéis circulares e rachaduras. 
Já nos ramos, as lesões são menos 
frequentes que nos demais 
órgãos, sendo importante para 
a sobrevivência do patógeno 
no pomar. Podem ocasionar 
rachaduras e seca dos ramos, 
porém o cancro cítrico não provoca 
a morte das árvores doentes.
Fotos: Fundecitrus
Lesões características em frutos e ramos de 
citros. No detalhe, formação de cancros.
Foto 01
Foto 03
Bactéria gram-
negativa, de formato 
baciliforme e 
motilidade por 
um flagelo polar 
(monotríquia).
44
Foto 01
Foto 03
Clorose variegada do citros . Xylella fastidiosa
doenças dos citros
FRUTÍFERAS
Sintomas
As lesões são pequenas manchas 
amareladas na parte adaxial da 
folha e cor palha na face abaxial. 
Podem ser confundidos com 
deficiência de zinco ou sarampo. 
Nos frutos há a redução de 
tamanho, endurecimento da polpa, 
maturação precoce e diminuição 
da quantidade de suco. A bactéria 
é transmitida por grande número 
de cigarrinhas vetoras, agravando 
a epidemiologia da doença no
 campo. 
Sintomas de clorose em folhas e redução de 
tamanho de frutos. No detalhe, a cigarrinha 
vetora B. xanthophis. 
Fotos 1 e 2: Fundecitros; 
Foto 3: Jorge Schlemmer
Bactéria causadora da clorose variegada 
(Xylella fastidiosa). Bactéria gram-negativa 
e não móvel (direita). Uma das principais 
cigarrinhas (Bucephalogonia xanthophis) 
responsável pela transmissão da doença 
(esquerda).
Foto 02
45
Foto 02
Foto 03
Estrelinha . Complexos: Colletotrichum acutatum e 
Colletotrichum gloeosporioides
doenças dos citros
FRUTÍFERAS
Sintomas
Os sintomas são caracterizados 
por lesões alaranjadas nas 
pétalas e lesões negras no 
estigma e estilete. Os frutinhos 
ganham coloração amarelada 
e caem prematuramente. Após 
a queda dos frutos, os cálices 
permanecem fixados nos ramos, 
sendo popularmente chamados de 
“estrelinhas”. 
Lesões alaranjadas nas pétalas e sintoma 
de ‘estrelinhas’ após a queda de frutos. 
No detalhe, esporulação de coloração 
alaranjada nas flores. 
Fotos: Fundecitros
Corte de acérvulo contendo 
conídios do agente causal 
da estrelinha.
Foto 01
46
Greening . Candidatus Liberibacter
doenças dos citros
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se pela 
presença de folhas amareladas, 
quando jovens, e mosqueadas, 
quando maduras. As lesões 
são de formato irregular de 
coloração que varia do verde 
ao amarelo. As folhas atacadas 
caem e geram brotações novas 
(‘orelhas de coelho’). Os frutos 
não amadurecem e caem 
precocemente. Ao cortar o fruto, é 
possível verificar linhas laranjas na 
columela e sementes necrosadas. 
O suco é mais ácido e amargo. 
As bactérias são transmitidas pelo 
psilídeo Diaphorina citri.
Sintomas de clorose em folhas e frutos 
deformados ocasionados pelo Greening. 
No detalhe, psilídeo vetorda doença 
(Diaphorina citri). 
Foto 1: Juliana Camargo; 
Foto 2 e 3: Fundecitros Foto 02
Foto 03
Foto 01
Bactéria 
causadora 
do greening 
(Candidatus 
Liberibacter). 
Bactéria gram-
negativa e não 
móvel. Psilídio 
(Diaphorina citri) 
inseto vetor da 
doença.
FRUTÍFERAS
47
Mancha marrom . Alternaria alternata
doenças dos citros
Sintomas
As folhas jovens são mais 
suscetíveis a doença. Os sintomas 
são pequenas manchas escuras 
que são circundadas por um halo 
amarelado. Podem aumentar de 
tamanho e atingir as nervuras. Nos 
ramos, os sintomas são similares 
aos que ocorrem nas folhas. 
Em casos mais severos, há a 
intensa desfolha e queda de frutos. 
Nos frutos, os sintomas são 
pequenas manchas necróticas, 
que podem apresentar o centro 
corticoso em alto relevo, fazendo 
com que os frutos percam o seu 
valor comercial. 
Pequenas manchas escuras 
em folhas e manchas 
necróticas no fruto.
Foto 1 - https://www.goias.gov.br/index.
php/servico/71297-levantamento-
fitossanitario-da-doenca-fungica-mancha-
marrom. Foto 2 - Cesar Calderon, Cesar 
Calderon Pathology Collection, USDA 
APHIS PPQ, Bugwood.org
 
Conidióforos (1) 
e conídios em cadeia (2) 
do agente causal da mancha
Foto 01
Foto 02
 1
 2
FRUTÍFERAS
48
Foto 01
Foto 02
Pinta preta . Guignardia citricarpa/ Phyllosticta citricarpa
doenças dos citros
Sintomas
A doença afeta todas as 
variedades de laranjas doces, 
limões verdadeiros, tangerinas 
e híbridos. Os frutos podem ser 
assintomáticos e apresentar os 
sintomas da doença somente após 
um ano após a infecção. Existem 
diferentes tipos de sintomas: 
mancha dura, mancha sardenta e 
falsa melanose. A mancha dura é 
caraterizada pelo aparecimento de 
lesões necróticas deprimidas de 
cor marrom-claro com a presença 
de pontos negros (picnídios). 
A mancha sardenta é composta 
por pequenas lesões deprimidas 
de cor avermelhada, que ocorrem 
no período de maturação e pós 
colheita. Já a falsa melanose são 
manchas pequenas e escuras, 
sendo mais comum em frutos 
ainda verdes.
Lesões necróticas em frutos. 
No detalhe, presença de picnídios. 
Foto 1: P. Barkley, Biological and Chemical 
Research Institute, Bugwood.org; 
Foto 2: Cesar Calderon Pathology 
Collection, USDA APHIS PPQ, Bugwood.org
Picnídio e conídios de Phyllosticta citricarpa, 
fase assexuada da pinta preta (1). 
Peritécio contendo ascas e ascósporos de 
Guignardia citricarpa, fase sexuada 
da pinta preta (2).
 1
2
FRUTÍFERAS
49
50
Estádios Fenológicos
doenças dos citros
FRUTÍFERAS
51
doenças dos citros
52
53
Cancro europeu . Neonectria ditissima
doenças da macieira
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se por 
áreas redondas ou ovais de casca 
morta e afundada, podendo ser 
visualizados em esporões e galhos 
maiores. A área afetada é coberta 
com casca morta que apresenta 
anéis concêntricos. Cancros mais 
velhos perdem a casca, expondo 
a madeira morta no centro. Os 
cancros desenvolvem bordas 
elevadas à medida que a casca da 
árvore tenta crescer novamente 
sobre a área exposta. A doença 
pode atacar frutos que caem 
prematuramente.
Sintoma de cancro em ramos e manchas 
de coloração parda em frutos de macieira. 
No detalhe, peritécio do agente causal do 
cancro europeu. Foto 1: Abrahami, https://
commons.wikimedia.org/wiki/File:Nectria_
galligena.jpg. Foto 2: Jhulia Gelain. 
Foto lupa: Marjan Ghasemkhani
Fase teleomórfica do agente causal do 
cancro europeu, peritécio contendo ascas e 
ascósporos (1). Fase anamórfica do agente 
causal do cancro europeu, morfologia de 
conidióforos e conídios (2).
Foto 02
Foto 01
 12
FRUTÍFERAS
54
Foto 02
Mancha Foliar de Glomerella . pertencentes aos 
complexos: C. acutatum, C. gloeosporioides e C. boninense
doenças da macieira
Sintomas
Os sintomas são manchas de 
coloração que variam de vermelho 
a roxo. As folhas infectadas 
tornam-se completamente 
marrons e desidratadas, podendo 
cair prematuramente. Nos frutos, 
ocorre o aparecimento de lesões 
deprimidas de coloração marrom, 
que geralmente não aumentam de 
tamanho.
Sintomas de MFG em folhas de cultivar 
Gala causadas por Colletotrichum fructicola. 
No detalhe acérvulos com massa 
mucilaginosa de cor laranja. 
Fotos: Camilla Castellar e Louise Larissa 
May De Mio.
Fase anamórfica de mancha de Glomerella 
causada por Colletotrichum spp. Acérvulo 
contendo conidióforos e conídios.
Foto 01
FRUTÍFERAS
55
 Podridão amarga . Glomerella cingulata / 
Colletotrichum spp. – vários complexos)
doenças da macieira
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se pela 
presença de pequenas manchas 
de coloração amarronzada nos 
frutos, que aumentam de tamanho 
e podem se aprofundar pela 
polpa. Em condições favoráveis, 
podem apresentar coloração 
salmão no centro das lesões 
deprimidas. Os frutos infectados 
podem apodrecer e sofrer queda 
prematura.
Sintomas de podridão amarga em frutos 
de macieira. No detalhe, esporulação do 
patógeno de coloração salmão.
Fotos: Thiago de A. Carraro e 
Louise Larissa May De Mio
Fase anamórfica da podridão amarga 
causada por Colletotrichum spp. Acérvulo 
contendo conidióforos e conídios Foto 02
Foto 01
FRUTÍFERAS
56
Foto 01
Foto 02
Podridão do colo . Phytophthora cactorum
doenças da macieira
Sintomas
Os sintomas são caracterizados 
por damping-off de mudas, sistema 
radicular reduzido e descoloração 
negra das raízes. No colo, ocorrem 
lesões marrons escuras. Acima 
do enxerto e nas folhas podem 
ser visualizadas lesões marrons 
escuras e irregulares.
Lesões escurecidas no colo de árvores de 
macieira. No detalhe, podridão ocasionadas 
pelo fungo Phytophthora cactorum. 
Foto 1: H.J. Larsen, Bugwood.org; 
Foto 2: https://plantix.net/pt/library/plant-
diseases/100001/apple-root-and-collar-rot
Morfologia de Phytophthora cactorum, 
hifas sem septos, esporângios papilados 
e caducos (1). Oósporos de anterídio 
parágino (2).
 1
2
FRUTÍFERAS
57
Foto 01
Foto 02
Sarna da macieira . Venturia inaequalis
doenças da macieira
Sintomas
Os sintomas iniciais são 
visualizados em folhas jovens no 
início da primavera. As lesões 
possuem coloração verde oliva 
e textura aveludada (conídios). 
Os tecidos afetados podem 
ficar distorcidos e enrugados. 
Em estádio avançado da doença 
ocorre intensa desfolha.
As lesões nas frutas geralmente 
apresentam áreas encharcadas 
que rapidamente se desenvolvem 
para lesões aveludadas, verde 
a marrom-oliva. As infecções 
podem causar frutos anormais e 
distorcidos. Frutos severamente 
infectados geralmente caem 
prematuramente.
Sintomas de sarna em folhas e frutos de 
macieira. No detalhe, esporulação do fungo. 
Fotos: Nichole Gauthier
Acérvulo com conídios (1) e Pseudotécio 
contendo ascas e ascósporos de Venturia 
inaequalis (2), agente causal da sarna da 
macieira.
 1 2
FRUTÍFERAS
58
Estádios Fenológicos
doenças da macieira
FRUTÍFERAS
59
doenças da macieira
60
61
Foto 01
Foto 02
Bacteriose . Xanthomonas arboricola pv. pruni
doenças das frutíferas de caroço
Sintomas
Os sintomas da bacteriose 
ocorrem em folhas, ramos e frutos. 
Nas folhas, os sintomas iniciais são 
manchas angulares, de aspecto 
aquoso com halo amarelado. 
Com o tempo a lesão aumenta de 
tamanho, formando uma necrose 
de coloração púrpura que mais 
tarde se desprende do limbo foliar, 
deixando a folha perfurada. Em 
ramos, a bacteriose causa o cancro 
de primavera que é resultado da 
infecção de ramos que ocorre no 
período do outono. Pode ocorrer 
também a seca de ponteiros. Os 
sintomas nos frutos são manchas 
aquosas, que progridem para 
lesões de coloração marrom.
Lesões em folhas e frutos de pêssego 
causados pela bactéria Xanthomonas 
arboricola pv. pruni. 
Foto 1: U. Mazzucchi, Università di Bologna, 
Bugwood.org; Foto 2: Clemson University - 
USDA Cooperative Extension Slide Series, 
Bugwood.org 
Bactéria em forma de bastonete,
gram-negativa, móveis por flagelo
único (monotríquia).
FRUTÍFERAS
62
Foto 01
Foto 02
Escaldadura das folhas . Xylella fastidiosa 
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se pela 
queima dos bordos de folhas,
seguida de queda prematura e 
morte de ponteiros. A doença 
também pode ocasionar a redução 
do tamanho de frutos e declínio do 
vigor das plantas. Esses sintomas 
reflexos sugerem que o mecanismo
envolvido está relacionado com a 
disfunção no sistema de transporte
de água da planta. A doença é 
disseminada principalmente 
pela ação de insetos vetores 
(cigarrinhas).
Clorose e necrose dos 
bordos das folhas de ameixeira. 
No detalhe, dois vetores da doença
escaldadura das folhas: Bucephalogonia
xanthophis e Sibovia sagata. 
Foto 1: Heloisa Kleina; Foto 2: Jorge 
Schlemmer; Foto 3: ArgentiNat
Bactéria gram-negativa e não móvel 
(esquerda). Principais cigarrinhas (Sibovia 
sagata e Bucephalogonia xanthophis) 
responsáveis pela transmissão 
Foto 3
doenças das frutíferas de caroço
FRUTÍFERAS
63
Ferrugem . Tranzschelia discolor
doenças das frutíferas de caroço
Sintomas
Os sintomas iniciam-se como 
manchas verde-amareladas em 
ambas as faces da folha. As lesões 
são irregulares com formato 
angular e tornam-se amareladas 
após o estabelecimento do 
patógeno. Com o desenvolvimento 
do patógeno no interior do tecido, 
aparece na face inferior da folha 
uma massa pulverulenta de 
esporos (urediniósporos). Ocorrem 
também lesões nas gemas, as 
quais são superficiais e têm papel 
importante na sobrevivência do 
patógeno durante o inverno. As 
lesões nos frutos são descritas 
como manchas verdes encharcadas 
que se tornam mais amareladas 
com o crescimento do fruto. 
Estas manchas posteriormente 
evidenciam uma borda amarelada 
com centro deprimido aonde se 
formam as pústulas contendo 
urediniósporos.
Presença de pústulas na parte adaxial e 
abaxial das folhas e sintomas em frutos. 
No detalhe, pústula isolada. 
Foto 1 e 2: Louise Larissa May De Mio.
Foto 02
Foto 01
FRUTÍFERAS
64
Furo de Bala . Wilsonomyces carpophilus 
Sintomas
Os sintomas assemelham-se 
aos sintomas ocasionados pela 
bactéria Xanthomonas arboricola 
pv. pruni. Nos ramos podem surgir 
lesões com diâmetro variando 
entre 3 e 10 mm. Nas folhas e 
frutos as lesões têm o mesmo 
tamanho e iniciam-se com 
coloração avermelhada passando 
posteriormente para coloração 
marrom. Nos frutos as lesões são 
corticosas e nas folhas o centro da 
lesão se destaca, principalmente 
com clima mais quente e seco, 
evidenciando o sintoma descrito 
no nome da doença: furo-de-bala.
Sintomas de Furo de Bala em folhas, 
ramos e frutos de pessegueiro. 
Fotos: Louise Larissa May De Mio
Conidióforo (1) e conídios (2) 
do agente causal do furo de bala
Foto 02
Foto 03
Foto 01
1
2
doenças das frutíferas de caroço
FRUTÍFERAS
65
Podridão parda . Monilinia fructicola/Monilia fructicola
 Sintomas
A doença inicia-se com a infecção 
dos capulhos florais, ocasionando a
necrose das anteras. Estas flores 
infectadas murcham, tornam-se
marrons e fixadas ao ramo por uma 
goma. As infecções podem se
estender internamente até o ramo, 
resultando no desenvolvimento de
cancros, anelando-o e ocasionando 
a morte da parte terminal. 
Os frutos infectados apresentam 
o desenvolvimento de pequenas 
lesões pardacentas que 
evoluem para manchas marrons 
e apresentam estruturas de 
frutificações do patógeno. 
O fruto começa a perder água e 
fica mumificado na planta.
Sintoma de podridão parda em ramos 
(vindo da flor) e frutos de pessegueiro. No 
detalhe, massa de esporos em 
frutos mumificados. 
Fotos: Louise Larissa May De Mio
Conídios de Monilia fructicola. Apotécios 
sobre fruto mumificado(2), ascas e 
ascósporos em apotécio (3). 
Foto 02
Foto 03
Foto 01
doenças das frutíferas de caroço
FRUTÍFERAS
66
doenças da videira
67
Antracnose . Elsinoe ampelina 
doenças da videira
 Sintomas
O fungo tem a capacidade de 
atacar folhas, ramos e frutos, 
contudo tecidos jovens são mais 
suscetíveis à infecção. Nas folhas, 
os sintomas iniciam-se pela 
presença de numerosas lesões 
deprimidas de formato circular 
e coloração pardo-escura, que 
podem coalescer. Também é 
observado o enrolamento e o 
encarquilhamento de folhas. Nos 
ramos, a doença causa a incidência 
de cancros. Já nos frutos, formam-
se pequenas manchas circulares 
levemente deprimidas. No centro
dessas lesões é possível notar uma 
coloração esbranquiçada, envolta
por borda marrom avermelhada, 
semelhante a um olho de
passarinho.
Sintoma de antracnose em folhas e 
frutos (olho de passarinho). No detalhe, 
esporulação do patógeno em bagas.
Foto 1: Clemson University - USDA 
Cooperative Extension Slide Series ,
Bugwood.org; 
Foto 2: Paul Bachi,
University of Kentucky Research and
Education Center, Bugwood.org; 
Foto 3: Olavo Roberto Sônego
Foto 02
Foto 03
Foto 01
FRUTÍFERAS
68
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Oídio . Erysiphe necator/Oidium tuckeri
doenças da videira
 Sintomas
O oídio é capaz de infectar todos 
os tecidos verdes da planta, como
folhas, pecíolos, ramos, gavinhas, 
inflorescências e bagas verdes. 
Na face superior das folhas é 
possível visualizar a presença 
de uma massa pulverulenta 
esbranquiçada, que dá origem 
a manchas acastanhadas na 
face inferior. Nos ramos, há 
a manifestação de manchas 
verde-escuras que escurecem 
com o avanço da epidemia. Nas 
flores e bagas, também ocorre 
o aparecimento de uma poeira 
branca, podendo fazer com que 
ocorra a morte de ambas partes.
Presença de massa branca pulverulenta em 
folhas e cachos. No detalhe, esporulação do 
patógeno. 
Foto 1: Yuan-Min Shen, Taichung District 
Agricultural Research and Extension 
Station, Bugwood.org; Foto 2: Julie Beale, 
University of Kentucky, Bugwood.org; 
Foto 3: Inga Meadows
(1) Cleistotécio de Erysiphe necator com 
liberação de ascas contendo os ascósporos 
(2) Morfologia de conídios de Oídio. 
Conídios hialinos cilíndricos em cadeia.
FRUTÍFERAS
69
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Mancha das folhas . Pseudocercospora vitis
doenças da videira
Sintomas
A mancha das folhas é uma 
doença que ocorre no final do 
ciclo vegetativo e tem grande 
importância em cultivares 
americanas. Os sintomas são 
lesões necróticas com contorno 
irregular de coloração
castanho-avermelhada, que 
progridem para pardo-escura, 
apresentando um halo amarelo 
característico. A desfolha precoce 
é o principal dano, pois acarreta a 
má brotação no ciclo subsequente.
Lesões necróticas em folhas de videira. 
No detalhe, esporulação do patógeno. 
Fotos: Camilla Castellar e 
Eliane Rogoski Czaja
Morfologia de conidióforos (1) e conídios 
(2) de Pseudocercospora vitis.
2
1
FRUTÍFERAS
70
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Míldio . Plasmopara viticola
Sintomas
O patógeno afeta todas as partes 
verdes da planta. Nas folhas, 
aparecem manchas amarelas, 
translúcidas contra o sol (“mancha 
de óleo”). Na face abaxial, observa-
se a frutificação do oomiceto
(coloração esbranquiçada). 
Ataques muito intensos podem 
causar a desfolha precoce. Os 
cachos também podem ficar 
recobertos por uma massa 
esbranquiçada, que são as 
estruturas do patógeno.
Sintoma de ‘mancha de óleo’ na face adaxial
e sinais do patógeno na face abaxial. 
No detalhe, esporulação esbranquiçada. 
Fotos: Camilla Castellar
Morfologia de Plasmopora viticola, hifas 
sem septos com formação terminal de 
esporângios no esporangióforos. Presença 
de esterigmas ao final de esporangióforos.
doenças da videira
FRUTÍFERAS
71
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Mofo cinzento . Botrytis cinerea
 Sintomas
A doença pode ocorrer nos órgãos 
florais e nos cachos. Nas flores, há
a dessecação dos botões florais 
e a queda da inflorescência. 
Nos cachos há a presença de 
pontuações claras e circulares, 
onde uma grande quantidade de 
esporos são produzidos.
Sintoma de podridão de cachos em
videira. No detalhe, esporulação do
patógeno de coloração parda. 
Fotos: Fernando Albertin
Conidióforo e conídios de
Botrytis cinerea, agente causal
do mofo cinzento.
doenças da videira
FRUTÍFERAS
72
Foto 01
Foto 02
Podridão da uva madura . 
Glomerella cingulata / Colletotrichum gloesporioides
Sintomas
Os sintomas têm início com o 
aparecimento de pequenas lesões 
sob a baga, com o desenvolvimento 
de zonas concêntricas. 
A esporulação do patógeno de 
coloração cinza-escura à rosada 
pode ser visualizada nos frutos. 
Também é possível notar uma 
depressão no ponto de infecção, 
que gradualmente torna-se 
murcho e mumificado.
Sintoma de podridão em cachos de uva. 
No detalhe, esporulação do patógeno 
de coloração salmão.
Foto 1: Lucas Garrido; 
Foto 2: Camilla Castellar
Fase teleomórfica (à esquerda) da podridão 
da uva madura (Glomerella cingulata), 
formação de peritécio contendo ascas e 
ascóporos. Fase anamórfica (à direita) da 
podridão da uva madura (Colletotrichum 
gloesporioides), formação de acérvulos 
contendo conidióforos e conídios.
doenças da videira
FRUTÍFERAS
73
Foto 01
Foto 02
Pé-Preto ou Declínio da videira . 
Campylocarpon spp., ‘Cylindrocarpon’ spp., 
Cylindrocladiella spp., Ilyonectria spp. Cylindrocarpon)
 Sintomas
Essa doença é ocasionada por um 
complexo de agentes causais
(fungos habitantes de solo) 
que comprometem o tecido 
vascular e as raízes da videira, 
desencadeando podridões 
que impedem o fluxo de água 
e nutrientes e causam a morte 
prematura do vegetal.
Lesões escurecidas
presente nas raízes e
no colo de videiras.
Fotos: L. R. Garrido e
R. Gava
Morfologia de conidióforos e
conídios de Cylindrocarpon
spp., agente causal da doença
do pé preto em uvas.
doenças da videira
FRUTÍFERAS
74
Estádios Fenológicos
doenças da videira
FRUTÍFERAS
75
76
77
Foto 01
Foto 02
Ferrugem . Puccinia porri
OLERÍCOLAS
doenças das aliáceas
Sintomas
Os primeiros sintomas ocorrem 
nas folhas e no caule, na forma
de pequenas manchas brancas 
que se transformam em manchas 
alaranjadas (pústulas) em ambos 
os lados das folhas infectadas. As 
folhas das plantas severamente 
afetadas ficam amarelas, murcham, 
secam, e morrem prematuramente. 
Os bulbos podem ter seu tamanho 
reduzido e baixa qualidade.
Pústulas de coloração alaranjada 
na face adaxial de cebola. 
Foto 1: László Érsek; 
Foto 2: Howard F. Schwartz, Colorado State 
University, Bugwood.org.
Teliósporos (à esquerda) e
urediniósporos (à direita) de
Puccinia porri.
78
Foto 01
Foto 02
Míldio . Peronospora destructor
OLERÍCOLAS
doenças das aliáceas
Sintomas
Os sintomas caracterizam-se pelo 
amarelecimento do tecido foliar e
por lesões de coloração violeta. 
Quando a umidade é muito alta, os
sinais do patógeno são visíveis na 
superfície das folhas mais velhas
na forma de micélio de coloração 
esbranquiçada.
Sinais e sintomas de míldio em cebola. 
No detalhe, esporulação do patógeno de
coloração esbranquiçada 
Foto 1: Gerald
Holmes, Strawberry Center, Cal Poly San
Luis Obispo, Bugwood.org
Foto 2: Edivânio Rodrigues de Araújo
Esporangióforo e esporângios de
Peronospora destructor
79
Foto 01
Foto 02
Podridão branca . Sclerotium cepivorum
OLERÍCOLAS
doenças das aliáceas
 Sintomas
As plantas tornam-se atrofiadas, 
apresentando amarelecimento e
murchamento das folhas. 
Em casos severos, as folhas mais
velhas senescem e morrem. 
Em baixas temperaturas, pode 
ocorrer o crescimento de micélio 
branco na base do caule. 
Em condições ideias, o micélio 
pode cobrir todo o bulbo e sobre 
o micélio pode ocorer a formação 
de escleródios pretos, que servem 
como mecanismo de sobrevivência 
do fungo no solo.
Podridão em bulbos de alho causados 
por Sclerotium cepivorum. 
No detalhe, escleródios negros 
presentesno tecido vegetal.
 
Foto 1: Lindsey du Toit, Washington State 
University, Bugwood.org
 
Foto 2: Edu HerNav
80
Foto 01
Foto 02
Queima das folhas . Botrytis squamosa
 Sintomas
Os sintomas são lesões de cor 
esbranquiçada, de 1 a 5 mm de
comprimento, circundada por 
halos branco-esverdeados que 
parecem encharcados. Os centros 
das lesões geralmente tornam-
se deprimidos com coloração 
palha, e podem desenvolver uma 
fenda característica orientada 
longitudinalmente na lesão. 
As folhas mais velhas são mais
suscetíveis do que as folhas 
mais novas.
Lesões de coloração esbranquiçada 
em folhas de cebola. No detalhe, lesões 
aproximadas com centros deprimidos. 
Foto 1: https://plantix.net/pt/library 
plantdiseases/100212/botrytis-leaf-blight; 
Foto 2: Lindsey du Toit, Washington State
University, Bugwood.org;
Conidióforo e conídios
de Botrytis squamosa
doenças das aliáceas
OLERÍCOLAS
81
Foto 01
Foto 02
Raiz rosada . Setophoma terrestris
doenças das aliáceas
Sintomas
Os sintomas podem ser vistos no 
sistema radicular das plantas
infectadas, que apresentam 
coloração rosada característica. 
Nos estádios finais da 
enfermidade, as raízes podem 
perder a turgescência, adquirindo 
uma coloração aquosa. Em casos 
severos, as plantas podem sofrer 
redução de tamanho, o que afeta 
diretamente a comercialização.
Coloração rosada de raízes ocasionada pelo 
fungo S. terrestris. No detalhe, presença de
estruturas do patógeno (picnídios). 
Fotos: Sakata Webmaster
Corte de picnídio
contendo conídios
OLERÍCOLAS
82
83
Hérnia das crucíferas . Plasmodiophora brassicae
doenças das brássicas
Sintomas
O patógeno causa galhas nas 
raízes em função da hipertrofia e 
hiperplasia das células. 
Os sintomas na parte aérea são o
enfezamento, clorose e murcha das 
folhas. Raramente as plantas
doentes morrem, mas apresentam 
redução do número de tamanho
das folhas.
Presença de galhas, sintoma 
característico da Hérnica das crucíferas. 
Foto 1: Gerald Holmes,
Strawberry Center, Cal Poly San
Luis Obispo, Bugwood.org; 
Foto 2: Yuan-Min Shen, Taichung District 
Agricultural Research and 
Extension Station, Bugwood.org
Raízes infectadas com esporos de
Plasmodiophora. À direita célula com
plasmódio e à esquerda célula
preenchida com esporos do agente
causal da hérnia das crucíferas.
Foto 02
Foto 01
OLERÍCOLAS
84
Mancha de Alternaria . Alternaria spp.
doenças das brássicas
Sintomas
A doença é caracterizada pela 
presença de manchas circulares 
com anéis concêntricos rodeadas 
por um halo amarelado nas 
folhas. Essadoença torna a planta 
imprópria para o consumo.
Manchas circulares com halo
amarelado em folhas de couve. 
No detalhe, lesões aproximadas. 
Foto 1: Gerald Holmes, Strawberry Center,
Cal Poly San Luis Obispo, Bugwood.org; 
Foto 2: Bruce Watt, University of Maine, 
Bugwood.org
Morfologia de conídios
de Alternaria.
Foto 01
Foto 02
OLERÍCOLAS
85
Mofo Branco . Sclerotinia sclerotiorum
doenças das brássicas
 Sintomas
Os sintomas são caracterizados 
pela presença de necrose no caule. 
As folhas tornam-se marrom-
claras, com aspecto úmido, 
murchando em seguida. Os sinais 
externos são o crescimento de 
micélio cotonoso e branco na 
superfície dos tecidos infectados.
Podridão generalizada em repolho. No 
detalhe, presença de micélio do patógeno. 
Foto 1: Gerald Holmes, Strawberry Center, 
Cal Poly San Luis Obispo, Bugwood.org; 
Foto 2: Natalia Schwab, Universidade 
Federal de Santa Maria, Bugwood.org
Morfologia de Sclerotinia sclerotiorum,
agente causal do mofo branco. 
À esquerda, escleródio com a formação de 
apotécio; à direita apotécio contendo 
ascas e ascósporos.
Foto 01
Foto 02
OLERÍCOLAS
86
Podridão negra . Xanthomonas campestres pv. campestris
Sintomas
A doença pode atingir mudas 
e plantas adultas. Quando o 
patógeno surge nas plântulas 
causa o escurecimento dos 
cotilédones, culminando com 
a sua queda. O sintoma mais 
característico é o aparecimento de 
lesões amareladas, em forma de ‘V’. 
Com o progresso da doença, as a 
planta pode apresentar necrose e
apodrecimento geral.
Lesões amareladas em formato de ‘V’ 
em couve. No detalhe, teste de exsudação 
em gota com a presença de
 células bacterianas em nuvem.
 
Foto 1: Gerald Holmes, Strawberry Center, 
Cal Poly San Luis Obispo, Bugwood.org;;
Foto 2: Bruce Watt, University of Maine,
Bugwood.org
Bactéria causadora da podridão negra 
(Xanthomonas campestris). 
Bactéria gram-negativa, baciliforme e 
móvel (flagelo monotríquio).
Foto 01
Foto 02
OLERÍCOLAS
doenças das brássicas
87
Antracnose ou ‘mal da sete voltas’ da cebolinha . 
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae
doenças das folhosas
 Sintomas
Lesões deprimidas com halo ou 
contorno verde-amarelado e 
intensa esporulação de cor escura 
no centro da lesão.
Lesão deprimida em cebolinha. 
No detalhe, esporulação do patógeno.
Fotos: Eudes de Arruda Carvalho
Corte de acérvulo contendo conídios
do agente causal da antracnose
Foto 01
Foto 02
OLERÍCOLAS
88
Foto 01
Foto 02
Cercosporiose da alface . Cercospora longissima
doenças das folhosas
Sintomas
Os sintomas da doença ocorrem 
inicialmente nas folhas localizadas
na porção mais baixa da planta. 
As lesões possuem tamanhos
variados, com coloração marrom, 
circundadas por tecido clorótico
com ponto central de coloração 
acinzentada. As lesões podem
coalescem atingir grandes 
áreas do tecido foliar.
Lesões de coloração marrom causadas 
pela Cercosporiose em alface.
Foto 1: Sami J. Michereff; 
Foto 2: Jesus G. Tofoli e
Ricardo J. Rodrigues
Conidióforos livres (1)
 e conídios do agente causal
da cercosporiose (2).
1
2
OLERÍCOLAS
89
Foto 01
Foto 02
Míldio da alface . Bremia lactucae
Sintomas
As manchas foliares são verde 
claras ou amarelas, com aspecto
aquoso, angulares e de formato 
variável. Com a evolução da 
doença, as lesões tornam-se 
necróticas, apresentando um 
crescimento branco aveludado na 
face inferior das lesões. A doença 
compromete o desenvolvimento, 
afetando a produção.
Manchas de coloração verde clara
com aspecto aquoso em folhas de
alface. No detalhe, esporulação
na face abaxial. 
Foto 1: Gerald Holmes, Strawberry Center, 
Cal Poly San Luis Obispo, Bugwood.org; 
Foto 2: Bruce Watt, University of 
Maine, Bugwood.org E
sporangióforos (1) 
e esporângios de Bremia lactucae (2)
1
2
doenças das folhosas
OLERÍCOLAS
90
Foto 01
Foto 02
Murcha de esclerócio em alface . Sclerotium rolfsii
Sintomas
Os sintomas são vistos 
inicialmente em folhas que estão 
em contato direto com o solo, 
causando o apodrecimento das 
raízes. Consequentemente, as 
plantas murcham e necrosam. 
Os escleródios são redondos, 
inicialmente brancos, tornando-se 
marrom-escuros com o avanço 
da doença. Há o crescimento de 
micélio cotonoso na 
base da planta.
Podridão de coloração escura em alface.
No detalhe, presença de escleródios
negros, juntamente com micélio
esbranquiçado. 
Foto 1: Ailton Reis; 
Foto 2: Carlos Alberto Lopes
Hifas e escleródios de
Sclerotium rolfsii.
doenças das folhosas
OLERÍCOLAS
91
Foto 01
Foto 02
Septoriose em salsinha . Septoria petroselini
Sintomas
Os sintomas são caracterizados 
por manchas pequenas, irregulares 
decor castanha clara, circundadas 
por um halo amarronzado. 
No interior das lesões há pequenos 
pontos escuros (picnídios). 
Em ataques severos pode haver 
a queima das folhas.
Manchas de coloração 
parda em folhas de salsinha. 
No detalhe, presença das estruturas do 
patógeno (picnídios) 
Foto 1: Andy Wyenandt;
Foto 2: Bruce Watt, University 
of Maine, Bugwood.org
Corte de picnídio (1)
 e conídios alongados (2)
do agente causal de septoriose.
1
2
doenças das folhosas
OLERÍCOLAS
92
93
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Cancro bacteriano . Clavibacter michiganensis 
subsp. michiganensis
doenças das solanáceas
 Sintomas
Os sintomas iniciais tornam-se 
aparentes na forma de murcha das
folhas inferiores. As margens das 
folhas sintomáticascostumam
enrolar-se para cima e as áreas 
internervais tornam-se verde 
pálido a amarelo e desenvolvem 
áreas necróticas. Plantas 
severamente infectadas morrem 
prematuramente. Nos frutos, 
lesões de olho de pássaro (mancha 
branca elevada desenvolvendo 
um centro necrótico) na superfície 
do fruto são as principais 
características de 
diagnóstico do cancro.
Sintomas em folhas de solanáceas. 
No detalhe, lesões ‘olho de pássaro’ em 
tomate e batata. 
Fotos: Carlos Alberto Lopes. Retirar J.D. 
Janse, Plant Protection Service, Bugwood.
org; Fotos 2 e 3: https:// alchetron.com/
Clavibactermichiganensis
Bactéria causadora do cancro (Clavibacter 
michiganensis subp. michiganensis). 
 Bactéria grampositiva e não móvel.
OLERÍCOLAS
94
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Mancha de Alternaria . Alternaria spp.
doenças das solanáceas
 Sintomas
Os sintomas ocorrem nos frutos, 
caule e folhas de tomates e caule,
folhas e tubérculos de batatas. 
Os sintomas iniciais nas folhas 
aparecem como pequenas lesões 
pretas ou marrons, geralmente
cercadas por um halo amarelado. 
Com o avanço da doença, folhas
inteiras tornam-se cloróticas e 
podem sofrer a queda. 
As lesões que ocorrem nas hastes 
geralmente são afundadas e 
possuem anéis concêntricos 
típicos. A infecção do tomate verde 
e maduro ocorre normalmente 
através do cálice. As frutas 
infectadas frequentemente caem 
prematuramente. Os sintomas 
nos tubérculos de batata são 
caracterizados por lesões 
irregulares e afundadas, que 
geralmente são cercadas por uma 
borda roxa elevada.
Lesões de coloração parda em folhas de 
tomate e sintomas em tomate e batata. 
No detalhe, esporulação do fungo. Foto 1: 
Rebecca A. Melanson; Foto 2: Henrique da 
Silva Silveira Duarte
Morfologia 
de conídios 
de Alternaria.
OLERÍCOLAS
95
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Murcha bacteriana . Ralstonia solanacearum
doenças das solanáceas
Sintomas
Na batata e no tomate, os 
primeiros sintomas visíveis 
geralmente são o murchamento 
das folhas mais jovens nas horas 
mais quentes do dia, parecendo 
se recuperar durante a noite. 
Com o avanço da doença, 
toda a planta pode murchar 
rapidamente e secar, culminando 
com a morte do vegetal. Outro 
sintoma é o nanismo das plantas, 
que pode aparecer em qualquer 
estágio de desenvolvimento. 
Em hastes jovens, os feixes 
vasculares infectados tornam-se 
escurecidos (coloração marrom). 
Em batata, os sintomas podem 
estar presentes nos tubérculos, 
na forma de uma descoloração 
marrom-acinzentada dos tecidos 
vasculares, também chamada de 
anel vascular. A ocorrência de
exsudado branco-leitoso indica a 
presença de células bacterianas.
Sintoma de murchamento em folhas de 
batata e lesões no tubérculo. No detalhe, 
escurecimento de tecidos vasculares. 
Fotos 1 e 2 de Carlos Alberto Lopes. Foto 3 
de National Plant Protection Organization, 
the Netherlands Bugwood.org 
 
Bactéria causadora 
da murcha bacteriana 
(Ralstonia solanacearum). 
Bactéria gram-negativa,
 baciliforme e móvel.
OLERÍCOLAS
96
Foto 01
Foto 02
Oídio do tomateiro . Oidium neolycopersici
 Sintomas
Lesões brancas pulverulentas em 
toda a parte aérea do vegetal, 
exceto no fruto. Em surtos graves, 
as lesões coalescem, debilitando 
a planta. Extremamente comum 
em estufas de tomate, porém, sua 
importância vem aumentando em 
tomates cultivados à campo.
Lesões de coloração esbranquiçada 
na face superior de folhas de tomate. 
No detalhe, esporulação do patógeno. 
Foto 1: D. Blancard; 
Foto 2: Inga Meadows
Morfologia de conídios de Oidium.
Conídios hialinos cilíndricos em cadeia.
doenças das solanáceas
OLERÍCOLAS
97
Foto 01
Foto 02
Podridão mole . Pectobacterium spp.
 Sintomas
Os sintomas caracterizam-se por 
lesões murchas e aquosas e
escurecimento do caule. Na casca 
de tomates infectados, dobras e
rachaduras, seguida pelo 
desenvolvimento de uma 
gosma branca cremosa podem 
ser observados, levando ao 
colapso total da planta. Um odor 
desagradável também pode 
ocorrer quando organismos
secundários invadem 
os tecidos infectados.
Podridão do tubérculo de batata. 
No detalhe, lesões internas no tubérculo. 
Foto 1: Carlos Alberto Lopes.
Foto 2: https://www.picuki.com/tag/
podridaomole
Bactéria causadora da podridão
mole (Pectobacterium spp.).
Bactéria gram-negativa e móvel
(flagelo peritríquio).
doenças das solanáceas
OLERÍCOLAS
98
Foto 02
Foto 03
Foto 01
Requeima . Phytophthora infestans
Sintomas
Os sintomas ocorrem nas folhas e 
são caracterizados por lesões
circulares. O centro escuro é 
frequentemente cercado por 
tecido clorótico amarelado, que 
progride para o marrom. Essas 
lesõesgeralmente ocorrem nas 
pontas ou bordas das folhas.
Os tomates afetados 
desenvolvem coloração escura 
e oleosa, com a presença de 
crescimento fúngico branco e 
cotonoso, que frequentemente se 
desenvolve em condições úmidas.
Sintomas de requeima em folhas e frutos 
de tomateiro. No detalhe, esporulação
esbranquiçada do patógeno. 
Foto 1: Henrique da Silva Silveira Duarte; 
Foto 2: Yuan-Min Shen: Bugwood.org; 
Foto lupa: https://www.agric.wa.gov.au/ 
plantbiosecurity/ late-blight-potato-and- 
tomatodeclared-pest
 
P. infestans: hifas sem septos, esporângios 
semi- papilados e caducos. Oósporos de 
anterídio anfígeno
doenças das solanáceas
OLERÍCOLAS
99
Foto 01
Foto 02
Septoriose . Septoria lycopersici
 Sintomas
Os sintomas caracterizam-se 
por lesões circulares a elípticas, 
com umcentro cinza escuro, 
cercado por um halo amarelo, 
principalmente nas folhas mais 
velhas. Geralmente, as manchas 
coalescem, ocasionando o 
desfolhamento. Picnídios são 
produzidos no centro das lesões.
Lesões de coloração acinzentada com halos
amarelados em folhas de salsinha. 
No detalhe, esporulação do 
patógeno (picnídios). 
Foto 1: Brenda Kennedy, University of 
Kentucky, Bugwood.org 
Foto 2: Paul Bachi, University of Kentucky 
Research and Education Center, 
Bugwood.org
Morfologia de picnídios e conídios
multiseptados de Septoria lycopersici.
doenças das solanáceas
OLERÍCOLAS
100
Estádios Fenológicos
doenças das solanáceas
OLERÍCOLAS
101
102
103
equipe técnica
Fitopatologia
Heloisa Thomazi Kleina
heloisathomazi@ufpr.br
Flávia Santos
flaviasantosbio@gmail.com
Thiago de Aguiar Carraro
thiago.carraro@ufpr.br
Henrique da Silva Silveira Duarte
henriqueduarte@ufpr.br
Louise Larissa May De Mio
maydemio@ufpr.br
Design
 
Carolina Calomeno 
carolcalomeno@ufpr.br
104
105
BASSANEZI, R. B.; SILVA JR., G. J.; 
FEICHTENBERGER, E.; BELASQUE 
JR., J.; BEHLAU, F.; WULF, N. A. 
Doenças dos Citros. In: AMORIM, 
L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIM 
FILHO, A.; CAMARGO, L. E. A. (Eds.). 
Manual de fitopatologia. Ouro Fino: 
Agronômica Ceres, 2016. p. 271-306.
BOARI, A. J. de; ISHIDA, A. K. N.; 
SOUZA, M B. de. Doenças nas 
Hortaliças Cultivadas em Altamira, PA 
e Região. Brasília: Embrapa Amazônia 
Oriental, 2017.
CABI. Clavibacter michiganensis 
subsp. michiganensis (bacterial 
canker of tomato). Invasive species 
compedium. Disponível em: https://
www.cabi.org/isc/datasheet/15338. 
Acesso em: 24 jul. 2020.
CHERRY, K. Sclerotium cepivorum. NC 
State University, College of Agriculture 
and Life Sciences. Disponível em: 
https://projects.ncsu.edu/cals/course/
pp728/sclerotium_cepivorum/
Sclerotium_cepivorum.html. Acesso 
em: 06 jul. 2020.
CHITARRA, L. G. Identificação e 
Controle das Principais Doenças do 
Algodoeiro. Campina Grande: Embrapa 
Algodão, 2007.
COLETTO, T. S.; NASCIMENTO, T.; 
OLIVERA, H. Interações entre fungos 
do pé negro da videira e do complexo 
da esca. Revista de Ciências Agrárias, 
v. 41, p. 111-120, 2018. Disponível em: 
https://doi.org/10.19084/rca.17070. 
Acesso em: 27 jul. 2020.
FUNDECITROS. Cancro cítrico. 
Disponível em: https://www.
fundecitrus.com.br/doencas/cancro. 
Acesso em: 05 jun. 2020.
FUNDECITROS. Clorose variegada 
dos citros. Disponível em: https://
www.fundecitrus.com.br/doencas/cvc. 
Acesso em: 05 jun. 2020.
FUNDECITROS. Greening,Huanlongbing. Disponível em: https://
www.fundecitrus.com.br/doencas/
greening. Acesso em: 05 jun. 2020.
FUNDECITROS. Pinta Preta. 
Disponível em: https://www.
fundecitrus.com.br/doencas/pinta-
preta. Acesso em: 05 jun. 2020.
FUNDECITROS. Podridão Floral. 
Disponível em: https://www.
fundecitrus.com.br/doencas/podridao-
floral. Acesso em: 05 jun. 2020.
bibliografia e sites 
de imagens utilizados
106
GARRIDO, L. R. da.; SÔNEGO, O. 
R. Podridão da Uva Madura ou 
Podridão de Glomerella – Biologia, 
Epidemiologia e Controle. Bento 
Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 
2004.
GODOY, C.V.; et al. Doenças da 
Soja. Sociedade Brasileira De 
Fitopatologia (SBF), 2014. Disponível 
em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/
digital/bitstream/item/125697/1/
DoencasdaSoja.pdf. Acesso em: 01 set. 
2020.
HENNING, A. A.; et al. Manual de 
identificação de doenças de soja. 
Londrina: Embrapa Soja, 2010.
KRAUSE-SAKATE, R.; PAVAN, M. A.; 
KUROZAWA, C. Doenças da Alface. 
In: AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; 
BERGAMIM FILHO, A.; CAMARGO, 
L. E. A. (Eds.). Manual de fitopatologia. 
Ouro Fino: Agronômica Ceres, 2016. 
p. 33-40.
LAU, D.; et al. Doenças de trigo no 
Brasil. In: PIRES, J. L. F.; VARGAS, L.; 
CUNHA, G. R. da (Eds.). Trigo no Brasil: 
Bases para produção competitiva e 
sustentável. Passo Fundo: Embrapa 
Trigo, 2011. p. 283-324.
MAIA, J. D. G.; NAVES, R. L. de.; 
GARRIDO, L. R. de.; SÔNEGO, O. 
R.; KUHN, G. B. Cultivo de Videira 
Niágara Rosada em Regiões Tropicais 
do Brasil. Sistema de Produção, 5. 
Bento Gonçalves: Embrapa Uva e 
Vinho, 2003.
MARINGONI, A. C.; da SILVA JR., T. A. 
F. Doenças das Brássicas. In: AMORIM, 
L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIM 
FILHO, A.; CAMARGO, L. E. A. (Eds.). 
Manual de fitopatologia. Ouro Fino: 
Agronômica Ceres, 2016. p. 165-175.
MASSOLA JR, N. S.; JESUS JR, W. C.; 
KRAUSE-SAKATE, R.; PAVAN, M. A.; 
FRARE, V. C.; MITUTI, T. Doenças 
do alho e da cebola. In: AMORIM, 
L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIM 
FILHO, A.; CAMARGO, L. E. A. (Eds.). 
Manual de fitopatologia. Ouro Fino: 
Agronômica Ceres, 2016. p. 63-74.
MAY DE MIO, L. L.; GARRIDO, L.; 
UENO, B. Doenças de fruteiras de 
caroço. In: MONTEIRO, L.B.; MAY DE 
MIO, L. L.; SERRAT, B.M.; MOTTA, A.C.; 
CUQUEL, F.L. Fruteiras de caroço: uma 
visão ecológica. Curitiba: UFPR, 2004. 
p. 169 - 221.
MAY DE MIO, L. L.; KOWATA, L. S.; 
RUARO, L. Resistência de cultivares 
de brássicas à hérnia das crucíferas. 
Scientia Agraria, Curitiba, v. 9, p. 
569-573, 2008. Disponível em: http://
dx.doi.org/10.5380/rsa.v9i4.13118. 
Acesso em: 26 jul. 2020.
NAVES, R. L. de.; GARRIDO, L. R. da.; 
SÔNEGO, O. R.; FOCHESATO, M. 
Antracnose da videira: sintomatologia, 
epidemiologia e controle. Bento 
Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 
2006.
107
OLIVEIRA, E.; FERNANDES, F. T.; 
SOUZA, I. R. P.; OLIVEIRA, C. M.; 
CRUZ. I. Enfezamentos, Viroses 
e Insetos Vetores em Milho - 
Identificação e Controle. Sete Lagoas: 
Embrapa Milho e Sorgo, 2003. 
Disponível em: http://www.agencia.
cnptia.embrapa.br/Repositorio/
circul26ID-SygS1kGgfx.pdf. Acesso 
em: 01 set. 2020.
PATAKY, J. K.; SNETSELAAR, K. M. 
Common smut of corn. Tradução 
de: NAZARENO, N. R. X. de. 2013. 
THE PLANT HEALTH INSTRUCTOR. 
DOI:10.1094/PHI-I-2013-0723-01
PAVAN, M.A.; KRAUSE-SAKATE, 
R.; MOURA, M. F.; KUROZAWA, C. 
Doenças das solanáceas. In: AMORIM, 
L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIM 
FILHO, A.; CAMARGO, L. E. A. (Eds.). 
Manual de fitopatologia. Ouro Fino: 
Agronômica Ceres, 2016. p. 677-676.
REIS, E. M.; CASA, R. T. Doenças do 
Trigo. In: AMORIM, L.; REZENDE, 
J. A. M.; BERGAMIM FILHO, A.; 
CAMARGO, L. E. A. (Eds.). Manual de 
fitopatologia. Ouro Fino: Agronômica 
Ceres, 2016. p. 737-744.
REIS, E. M.; ZOLDAN, S.; DANELLI, 
A. L. D.; BIANCHIN, V. Ferrugem da 
folha do trigo – Ciclo da doença. OR 
sementes. Disponível em: http://
www.orsementes.com.br/sistema/
anexos/artigos/16/Ciclo%20da%20
ferrugem%20da%20folha%20do%20
trigo.pdf. Acesso: 01 set. 2020.
SARAN, P. E. Manual de Identificação 
de Doenças da Soja. 2014. 
Disponível em: http://www.faesb.
edu.br/biblioteca/wp-content/
uploads/2017/09/publication1.pdf. 
Acesso em: 01 ago. 2020.
SILVA, D. D.; COTA, L. V.; COSTA, 
R. V. Cultivo do Milho. Sete Lagoas: 
Embrapa Milho e Sorgo, 2010.
VALDEBENITO-SANHUEZA, R.M.; 
NICKEL, O.; FAJARDO T.V.M.; 
SEEMULLER E. Doenças da macieira. 
In: AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; 
BERGAMIM FILHO, A.; CAMARGO, 
L. E. A. (Eds.). Manual de fitopatologia. 
Ouro Fino: Agronômica Ceres, 2016. p. 
485-496.
108
Esquema fenológico do tomateiro 
foi adaptado de Royalty Free Stock 
Photography: Tomato Plant Growth. 
ID 131513249 © Andrii Bezvershenko 
| Dreamstime.com (Royalty Free Stock 
Photography).
Esquema fenológico do citros foi 
adaptado do site da Yara Brasil. 
Disponível em: <https://www.
yarabrasil.com.br/nutricao-de-plantas/
solucoes-para-culturas/timegran/
citros/>.
Esquema fenológico do milho foi 
adaptado de Fancelli (1986) e Soares 
(2020). FANCELLI, A. L. Plantas 
Alimentícias: guia para aula, estudo 
e discussão. Piracicaba: USP/ ESALQ, 
1986. 131 p 
Soares, 2020. Disponível em: https://
blog.farmbox.com.br/8-praticas-
para-o-manejo-de-cigarrinha-e-
enfezamentos-no-milho/.
Esquema fenológico da videira 
foi adaptado de Junot (2017) 
e de Bourgognes (Bureau 
Interprofessionnel des Vins de 
Bourgogne). Disponível em: 
<https://contodoporto.wordpress.
com/2017/09/15/regioes-produtoras-
de-vinhos-em-portugal/>. 
Esquema fenológico da soja foi 
adaptado do portal da Syngenta. 
Disponível em: <https://
portalsyngenta.com.br/produtos/
elatus/ciclo-da-soja>.
Esquema fenológico da macieira foi 
adaptado de Agrozapp Community. 
Disponível em: <https://www.
agrozapp.pt/multimedia/Infografias/
estados-fenologicos-macieira>.
referências dos 
esquemas fenológicos
109

Mais conteúdos dessa disciplina