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Home Escola Bíblica Dominical EBD Lição 03 - O Verdadeiro Discípulo de Cristo exerce o seu chamado em Amor | 4° Trimestre de 2023 | EBD BETEL 0 Hubner Braz sábado TEXTO ÁUREO (página com atualização diária) “Que em presença da igreja testi�caram da tua caridade; aos quais, se conduzires como é digno... TEXTO ÁUREO (página com atualização diária) “Que em presença da igreja testificaram da tua caridade; aos quais, se conduzires como é digno para com Deus, bem farás.” 3 João 6 VERDADE APLICADA Como discípulos de Cristo, busquemos abundar em amor, pois os últimos dias são marcados pelo egoísmo e a indiferença. OBJETIVOS DA LIÇÃO Mostrar o poder do amor. Ressaltar que o amor é o maior bem. https://www.pecadorconfesso.com/ https://www.pecadorconfesso.com/search/label/Escola%20B%C3%ADblica%20Dominical https://www.pecadorconfesso.com/search/label/EBD https://www.blogger.com/profile/16913734058713320281 https://www.pecadorconfesso.com/2023/10/licao-03-o-verdadeiro-discipulo-de.html https://www.pecadorconfesso.com/ https://www.pecadorconfesso.com/ Ensinar que sem amor não existe discipulado. -------------------------------------------------------------- 📥 ADQUIRA O SLIDE DA AULA => CLIQUE AQUI Este blog foi feito com muito carinho 💝 para você. Ajude-nos 🙏. Não leva nem 30 segundos. Basta clicar em qualquer ANÚNCIO e você estará colaborando para que esse blog continue trazendo conteúdo exclusivo e de edificação para a sua vida. Pode ser também uma oferta voluntária no pix: pecadorconfesso@hotmail.com -------------------------------------------------------------- TEXTOS DE REFERÈNCIA 1 CORÍNTIOS 13 1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria. 4 A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece. LEITURAS COMPLEMENTARES SEGUNDA – Jo 3.16 O amor deve motivar o coração do discípulo. TERÇA – 1Co 16.14 Tudo deve ser feito em amor. QUARTA – Hb 13.1 O amor deve ser permanente. QUINTA – 1Pe 4.8 O amor deve ter mão dupla SEXTA– 1 Jo 4.8 Deus é amor SÁBADO – 1 Jo 4.16 Quem está em amor está em Deus. HINOS SUGERIDOS: 35, 227, 430 MOTIVO DE ORAÇÃO Ore para que o amor de Deus seja manifesto na vida e no ministério dos líderes. ESBOÇO DA LIÇÃO Introdução 1– O amor de Deus 2– O dom do amor 3 – Manifestações de amor Conclusão DINÂMICA DA LIÇÃO 03 - BETEL: Título da Dinâmica: "O Caminho do Amor" Objetivo: Demonstrar a importância do amor na vida de um discípulo de Cristo e como esse amor se expressa em ações concretas. https://drive.google.com/drive/folders/1zYYvRr8QevaLIgxI1ptFjRwv7CzikNR-?usp=sharing Materiais Necessários: Papéis em branco Canetas coloridas Caixa ou cesto Passos: Introdução (10 minutos): Comece com uma breve reflexão sobre o papel do amor na vida de um discípulo de Cristo. Destaque passagens bíblicas que enfatizam o amor, como 1 Coríntios 13 e João 13:34-35. Divisão em Grupos (5 minutos): Divida os participantes em grupos de 4 a 6 pessoas. Desenvolvimento da Dinâmica (20 minutos): Entregue um papel em branco e canetas coloridas para cada grupo. Peça para que cada grupo liste formas práticas de demonstrar amor ao próximo. Podem ser ações simples ou mais complexas, como ajudar um vizinho idoso, doar alimentos, visitar pessoas em hospitais, etc. Cada ideia deve ser escrita em um papel separado. A Árvore do Amor (15 minutos): Coloque os papéis com as ideias em uma caixa ou cesto, representando o "Solo do Amor". Em seguida, desenhe uma árvore grande em um local visível. Peça para cada grupo colocar suas ideias (papéis) no "Solo do Amor", em volta da árvore. Compartilhamento (10 minutos): Convide cada grupo a compartilhar uma ou duas ideias que colocaram no "Solo do Amor". Envolva todos os participantes na discussão sobre como essas ações demonstram o amor cristão. Compromisso Pessoal (5 minutos): Termine a dinâmica incentivando os participantes a escolher uma ou duas das ideias listadas para colocar em prática em suas vidas diárias, demonstrando o amor de Cristo. Conclusão: Encerre a dinâmica enfatizando que um verdadeiro discípulo de Cristo não apenas fala sobre o amor, mas o pratica de maneira tangível na vida cotidiana. Destaque que essas ações podem ter um impacto duradouro no mundo ao nosso redor e refletir a natureza de Cristo em nós. Att: Pr. Hubner Braz INTRODUÇÃO O apóstolo João adverte que quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor [1Jo 4.8]. Ele não apenas sente amor, Ele é o próprio amor, esta é a sua natureza, por isso Seus filhos também devem amar [1Jo 4.20]. 1- O AMOR DE DEUS João mostra que o amor é mais que um sentimento, é uma Pessoa: Deus. Nele reside toda benevolência [Sl 136], misericórdia [Lc 1.50], perdão [Mq 7.18]. O termo usado em 1 João 4.8 para amor é ágape (grego), o mesmo que Paulo utiliza em 1 Coríntios 13, onde diz que esse amor deve mover o uso de qualquer dom espiritual e o cultivo da piedade humana, bem como estar acima dos próprios interesses. Esse “tipo” de amor nos faz servir aos nossos irmãos [GI 5.14], manifestando bondade, misericórdia e perdão, como o Senhor faz conosco [Jl 2.13]. 1.1. Fruto do Espírito. Em Gálatas 5.22, o amor “ágape” aparece como Fruto do Espírito Santo. Ou seja, é o amor divino, “produzido” pela Terceira Pessoa da Trindade. Sendo assim, podemos adquirir esse amor e manifestá-lo graciosamente quando estamos em Jesus [Jo 15.5]. O termo fruto vem do grego karpos, alguns significados são: “aquele que se origina ou vem de algo” ou “aquilo que é produzido pela energia inerente de um organismo vivo”. Os filhos de Deus só podem produzir o que vem dele. Em Tiago 2.14-26, lemos que a fé é evidenciada por obras. Aquele que é filho de Deus manifestará o amor de Deus em forma de obras: amando, cuidando, ajudando. E pelo Espírito Santo que esse fruto é gerado, o amor “ágape”, tendo como exemplo o próprio Filho de Deus [Rm 8.16]. Não foi à toa que, ao enumerar as nove características do Fruto do Espírito, Paulo começa pelo amor. O amor é o número 1! O apóstolo mesmo diz em 1 Coríntios 13 que podemos ter qualquer outro dom, mas se não tivermos amor, de nada serve! É esse amor que um cristão deve expressar. Robert Murray M’ Cheyne diz: “Um homem não pode ser um verdadeiro ministro, até que pregue a Cristo por amor de Cristo. Até que ele desista de lutar para atrair pessoas para si mesmo e busque apenas atraí-las para Cristo (…)”. 1.2. Jamais acaba. Deus é eterno [Is 40.28], sendo assim, o amor de Deus não pode ter fim. Paulo destaca essa característica do amor divino, ao dizer que ele nunca perece [1Co 13.8]. Isso significa que não há o que possa nos tirar do coração de Deus, como Paulo mesmo nos mostra em Romanos 8.35a: “Quem nos separará do amor de Cristo?”. O salmista deixa essa ideia clara ao repetir 26 vezes: “…porque o seu amor dura para sempre: O amor de Deus também é traduzido por “misericórdia”, termo do latim composto por misere, “sentir piedade, sentir compaixão”, mais cor, “coração”. Quando Jeremias diz: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim” [Lm 3.22], entendemos a eternidade do amor de Deus. Em João 15, Jesus deixou um mandamento: que Seus discípulos amem uns aos outros, como Ele ama a todos [Jo 15.12) e falou que é esta característica do Fruto do Espírito que deve permanecer [Jo 15.16]. Este blog foi feito com muito carinho 💝 para você. Ajude-nos 🙏 . Não leva nem 30 segundos. Basta clicar em qualquer ANÚNCIO e você estará colaborando paraque esse blog continue trazendo conteúdo exclusivo e de edificação para a sua vida. Quando Paulo fala sobre o amor, ele diz que os dons cessarão e o conhecimento desaparecerá, mas o amor, permanecerá. Jamais acabará. O verbo acabar [1Co 13.8] é ekpipto, que significa “desmoronar, perecer, cair sem forças, estar sem vigor”. Então, o amor de Deus, que Ele entregou a nós e pede que entreguemos aos nossos irmãos, deverá ter essa qualidade. Não ser temporário, não ser condicional, não ser débil. 1.3. É destinado a todos. Gaio amava aos irmãos e aos estranhos [3 Jo 5]. deixando esse amor visível por suas atitudes, como a de recebê-los e cuidar deles. Isso era claro para a igreja [3 Jo 6], como deve ser [Jo 13.35]. Um discípulo de Cristo que não ama a todos não conhece a Deus [1 Jo 4.8], que ama indistintamente. A força de um verdadeiro discípulo não está na função que ocupa, mas no amor que demonstra sem acepções. Devemos amar a todos, o bom discípulo para alcançar o êxito ministerial, precisa ser exemplo dos fiéis [1 Tm 4.12]. O exemplo é o mais valioso tesouro de um discipulador de vital importância que todo discípulo de Cristo viva o que valoriza, pois ações falam mais que palavras. Pr. Gerson Elias Torrezan: “Sem o amor, a soberba torna-se inevitável e o poder uma força monstruosa e destruidora. As duas únicas condições em que o homem não se rende à fascinação do poder são quando ele se mantém crucificado com Cristo, morrendo para si mesmo a cada dia, ou quando se encontra no caixão Infelizmente, muitos amam o poder, mas não têm o poder de amar! EU ENSINEI QUE: Aquele que ama deve amar a todos como Deus ensina, manda e faz. O amor é mais do que um sentimento, é uma ação e deve nascer do Espírito Santo. Quem ama nessa medida, obedece a fonte do amor Deus. 2- O DOM DO AMOR O termo dom em grego é dorea que significa “dádiva, presente: O maior presente que o homem recebeu foi Jesus. João diz que o Filho de Deus foi dado (de presente) ao mundo por um amor divino cuja dimensão é indefinida, sendo descrito como “de tal maneira” [Jo 3.16]. Jesus é esse dom, o presente do amor de Deus que recebemos sem merecer [Rm 5.8]. Sua missão foi nos resgatar do pecado e da morte [1Jo 4.10], demonstrando o amor do Pai. 2.1. Liberta o homem do pecado. O amor de Deus foi a razão para que o pecador recebesse um presente diretamente do céu: Jesus. Ele foi prometido tão logo houve a queda no Éden [Gn 3.15] e a promessa salvadora foi cumprida com o anúncio do anjo à jovem Maria: “E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” [Mt 1.21]. Jesus subiu em uma cruz para nós não descemos ao inferno. A melhor definição de amor não está nos dicionários, e sim no Calvário! Deus nos amou quando ainda éramos pecadores, ou seja, cegos para a santidade. Não há pecado insignificante. Todo deslize moral afeta a relação entre o homem e Deus e deixa uma névoa no caráter. Por isso, todo pecador, sem exceção, precisam desesperadamente de Jesus, o presente de Deus, para ser liberto, Corrie Ten Boom, uma missionária holandesa que salvou a vida de centenas de judeus do nazismo, escreveu: “Não há poço tão profundo, que o amor de Deus não seja ainda mais profundo”. Foi conversando com uma samaritana em um poço, que Jesus se declarou como presente de Deus pelos pecadores: “Se tu conheceras o dom de Deus” [Jo 4.10]. 2.2. Constrange o homem à santidade. Paulo diz que o amor de Deus constrange o homem [2 Co 5.14]. Etimologicamente, a palavra “constranger” no grego significa “pressionar por todos os lados” e no latim “apertar, ligar, estar fortemente unido”. Assim, entendemos que se trata de um amor dado a nós para nos proteger, corrigir e nos fazer viver em novidade de vida porque o passado de pecado ficou para trás [2 Co 5.17]. Diótrefes não apresentava transformação de caráter. Suas acusações feitas contra João não eram apenas tolices sem base, mas premeditadamente maliciosas e malignas [3 Jo 10). Por não praticar o amor, em vez de reproduzir o caráter de Deus, ele manifestava a face de Satanás Receber o presente, o perdão de Deus, deve mudar a perspectiva que temos de nossa própria vida, mas isso não ocorreu com Diótrefes, pois era insensível. O dom de Deus nos faz santos e irrepreensíveis, e precisamos permanecer assim. Só existe mudança verdadeira mediante arrependimento genuíno. O arrependimento autêntico leva ao abandono das velhas práticas, O amor de Deus nos constrange à santidade e essa conduta deve ser manifestada por todo aquele que é chamado por Deus. “Santos sem santidade são a tragédia do Cristianismo”, diz A. W. Tozer, pastor e escritor americano. 2.3. Ordena-nos a amar. É por causa do amor que devemos amar, porque o amor procede de Deus [1Jo 4.7], Paulo termina 1 Corintios 13 dizendo que apenas a fé, a esperança e o amor permanecerão, mas o maior destes é o amor. Jesus diz que, depois de amar a Deus sobre todas as coisas, devemos amar ao nosso próximo [Jo 15.17]. Há uma ordem divina para amar e a todos os discípulos de Cristo não resta outra opção, pois como Cristo amou, devemos amar dando a vida pelas suas ovelhas [Jo 10.11]. Foi o amor manifesto por Gaio e Demétrio que chamou a atenção do apóstolo João, em contraste com a atitude desleixada de Diótrefes, que só pensava em si. Quem ama, como Deus ordenou, mostra obediência a Ele. O pregador das ruas, John Wesley, disse: “Faça todo o bem que puder, por todos os meios que puder, de todas as maneiras que puder, em todos os lugares que puder, em todos os momentos que puder, a todas as pessoas que puder, enquanto puder. Eis um clássico exemplo de amor manifesto! EU ENSINEI QUE: O amor de Deus é um presente que nos liberta do pecado, nos protege e nos estimula a compartilhar o mesmo sentimento 3- MANIFESTAÇÕES DE AMOR João exalta a atitude de amor manifestada por Gaio, que serviu como testemunho perante aquela igreja local. Essa verdade diz respeito ao próprio Deus para conosco [Jo 3.16], ao enviar Seu Filho para entregar a vida por amor dos homens [Jo 15.13]. 3.1. Discipulando em amor. O discipulador precisa amar seus discípulos, ensinando e zelando pelo rebanho de Cristo [Hb 13.17]. É necessário conduzir os discípulos no caminho de Cristo. Paulo diz que sem amor nada mais importa [1Co 13]. Foi o amor de Deus pelo mundo que trouxe Jesus a esta terra [Jo 3.16]. O dever é amar a igreja como Jesus a amou, tornando-se o exemplo de amor sacrificial a ser seguido: “…ame como eu vos amei a vós” [Jo 13.34]. O perigo da ausência do amor é a presença da indiferença. Quando um “pseudo” discipulador não exerce o discipulado pastoral no amor, este comete erro e jamais pode ser um verdadeiro discípulo de Cristo. 3.2. Perdoando por amor. Uma grande demonstração de amor é o perdão [Lc 7.47]. Ainda que tenha sido traído, cabe ao discípulo perdoar os que lhe fizeram mal, a exemplo do Salvador, nossa maior referência [Lc 23.34]. Um discípulo verdadeiro deve se espelhar na conduta de Jesus, amando e perdoando [Ef 5.1-2]. Através de Cristo descobrimos que Sua graça é suficiente para cobrir uma vida inteira de pecados [Jo 8.11]. No encontro com o Cristo ressuscitado, o qual ele havia negado anteriormente, Pedro ouviu do Senhor: “Tu me amas?”. Após a resposta positiva do apóstolo, Jesus lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas” [Jo 21.17]. Jesus exercia amor e misericórdia para com os pecadores e marginalizados, mas não tolerava a hipocrisia dos religiosos e arrogantes de sua época [Mt 12.34]. Com eles, Jesus se mostrava completamente avesso. Por se considerarem sujas e indignas, as prostitutas estão mais perto do Salvador do que aqueles que se julgam merecedores da sua graça. Deus aceita o sujo que reconhece que é sujo, mas abomina o sujo que quer se passar por limpo. O poder do perdão nasce no amor e se fortalece na prática de perdoar [Mt 18.21-35]. O teólogo Lewis B. Smedes diz: “Você saberá que o perdão começou quando se lembrar daqueles que o feriram e sentir o poder de desejar-lhes o bem”. 3.3. Entregando-se por amor. O pastordeve proteger suas ovelhas, arriscar-se por elas [Jo 10.4], ir atrás da perdida [Lc 15.4-7]. Deus chamou os pastores segundo o Seu coração [Jr 3.15]. Para amar o rebanho de Cristo como Ele o amou, devemos ser homens de genuína humildade, “mansos e humildes de coração” [Mt 11.29]. O discipulador não vive mais como uma pessoa comum, mas sua vida manifesta a vida de Jesus, marcada por amor e entrega [GI 2.20]. O escritor Ted Christman ressalta: “Para ter um coração segundo o coração de Deus é preciso, entre outras coisas, ter um coração de amor. As implicações de não ter um coração de amor são mais que óbvias. Uma vez que os pastores são dádivas para a igreja (Ef 4.11). O mesmo Salvador que amou os seus até o fim (Jo 13.1), implanta uma porção de seu DNA espiritual no coração de cada verdadeiro pastor.” EU ENSINEI QUE: O discipulador que ama conduz o rebanho de Deus em amor, manifestando atitudes de amor, como o perdão, e entregando-se pelas ovelhas, a exemplo de Cristo. CONCLUSÃO Quando alguém ama a Igreja, ele não apenas prega o amor, mas vive e manifesta este sentimento com atitudes que o próprio Deus manifestou aos homens, como perdão, misericórdia, benevolência. O verdadeiro poder de um cristão está em imitar Jesus, a fonte e o modelo do perfeito amor de Deus. SAIBA MAIS SOBRE ESCOLA DOMINICAL: Gostou do site? 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Lucas 6:38 )” SAIBA TUDO SOBRE A ESCOLA DOMINICAL: ////////----------/////////--------------/////////// Clique aqui para Download das: Revistas + Livros de Apoio + Slides + Ensinador Cristão + Obreiro Aprovado | Para Auxiliar na EBD 4º Trimestre 2023 ////////----------/////////--------------/////////// SUBSÍDIOS DAS REVISTAS| CLIQUE E ACESSE | ADULTOS CPAD ADULTOS BETEL ADULTOS PECC ADULTOS CENTRAL GOSPEL JOVENS CPAD JOVENS BETEL ADOLESCENTES CPAD DISCUPULAR+ JUNIORES CPAD REVISTAS 3º TRIMESTRE 2023 PDF REVISTAS 4º TRIMESTRE 2023 PDF TODAS REVISTAS DESTE 1919 ~ 2023 EM PDF --------------------------------------------------------- Acesse nossos grupos, clique, entre e tenha mais conteúdo: Muito conteúdo sem sobrecarregar seu celular. Acesse mais Conteúdo pelo Telegram Mais conteúdo pelo WhatsApp Gostou do site? Ajude-nos a Manter e melhorar ainda mais este Site. 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