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DERIVADAS PARCIAIS 849 ; ; ; 39. A segunda derivada direcional de f (x, y) é Du2 f (x, y) � Du[Du f (x, y)] Se f (x, y) � x3 � 5x2y � y3 e u � k , l, calcule Du2 f (2, 1). 40. (a) Se u � ka, bl é uma unidade vetorial e f tem derivadas par- ciais de segunda ordem contínuas, mostre que Du2 f � fxx a2 � 2fxy ab � fyy b2 (b) Determine a derivada direcional de f (x, y) � xe2y na direção de v � k4, 6l. 41–46 Encontre uma equação (a) do plano tangente e (b) da reta nor- mal à superfície dada no ponto especificado. 41. [2(x � 2)2 � (y � 1)2 � (z � 3)2 � 10,MM(3, 3, 5) 42. y � x2 � z2,MM(4, 7, 3) 43. xyz2 � 6,MM(3, 2, 1) 44. xy � yz � zx � 5,MM(1, 2, 1) 45. x � y � z � exyz,MM(0, 0, 1) 46. x4 � y4 � z4 � 2x2y2z2 ,MM(1, 1, 1) 47–48 Utilize um computador para traçar o gráfico da superfície, do plano tangente e da reta normal na mesma tela. Escolha o domínio com cuidado para evitar planos verticais estranhos. Escolha o ponto de vista de modo que você possa ver bem os três objetos. 47. xy � yz � zx � 3,MM(1, 1, 1) 48. xyz � 6,MM(1, 2, 3) 49. Se f (x, y) � xy, encontre o vetor gradiente f (3, 2) e use-o para encontrar a reta tangente à curva de nível f (x, y) � 6 no ponto (3, 2). Esboce a curva de nível, a reta tangente e o vetor gradiente. 50. Se t(x, y) � x2� y2� 4x, encontre o vetor gradiente t(1, 2) e use-o para encontrar a reta tangente à curva de nível t(x, y) � 1 no ponto (1, 2). Esboce a curva de nível, a reta tangente e o vetor gradiente. 51. Mostre que a equação do plano tangente ao elipsoide x2/a2 � y2/b2 � z2/c2 � 1 no ponto (x0, y0, z0) pode ser escrita como 52. Determine a equação do plano tangente ao hiperboloide x2/a2 � y2/b2 � z2/c2 � 1 em (x0, y0, z0) e expresse-a de forma se- melhante à do Exercício 51. 53. Mostre que a equação do plano tangente ao paraboloide elíptico z/c � x2/a2 � y2/b2 no ponto (x0, y0, z0) pode ser escrita como 54. Em qual ponto do paraboloide y � x2 � z2 o plano tangente é pa- ralelo ao plano x � 2y � 3z � 1? 55. Existem pontos no hiperboloide x2 � y2 � z2 � 1 nos quais o plano tangente é paralelo ao plano z � x � y? 56. Mostre que o elipsoide 3x2 � 2y2 � z2 � 9 e a esfera x2 � y2 � z2 � 8x � 6y � 8z � 24 � 0 se tangenciam no ponto (1, 1, 2). (Isso significa que eles têm um plano tangente comum nesse ponto.) 57. Mostre que todo plano que é tangente ao cone x2 � y2 � z2 passa pela origem. 58. Mostre que toda reta normal à esfera x2 � y2 � z2 � r2 passa pelo centro da esfera. 59. Onde a reta normal à parábola z � x2 � y2 no ponto (1, 1, 2) in- tercepta o paraboloide uma segunda vez? 60. Em quais pontos a reta normal que passa pelo ponto (1, 2, 1) no elip- soide 4x2 � y2 � 4z2 � 12 intercepta a esfera x2 � y2 � z2 � 102 ? 61. Mostre que a soma das intersecções x, y e z de qualquer plano tangente à superfície é uma constante. 62. Mostre que as pirâmides cortadas do primeiro octante por qual- quer plano tangente à superfície xyz � 1 em pontos do primeiro octante têm o mesmo volume. 63. Determine as equações paramétricas da reta tangente à curva formada pela intersecção do paraboloide z � x2 � y2 com o elip- soide 4x2 � y2 � z2 � 9 no ponto (�1, 1, 2). 64. (a) O plano y � z � 3 intercepta o cilindro x2 � y2 � 5 em uma elipse. Determine as equações paramétricas da reta tangente a essa elipse no ponto (1, 2, 1). (b) Desenhe o cilindro, o plano e a reta tangente na mesma tela. 65. (a) Duas superfícies são ditas ortogonais em um ponto de in- tersecção se suas normais são perpendiculares nesse ponto. Mostre que superfícies com equações F(x, y, z) � 0 e G(x, y, z) � 0 são ortogonais no ponto P onde F � 0 e G � 0 se e somente se FxGx � FyGy � FzGz � 0 em P (b) Use o item (a) para mostrar que as superfícies z2 � x2 + y2 e x2 + y2 + z2� r2 são ortogonais em todo ponto de intersec- ção. Você pode ver isso sem fazer os cálculos? 66. (a) Mostre que a função xy é contínua e suas deri- vadas parciais fx e fy existem na origem, mas as derivadas di- recionais em todas as outras direções não existem. (b) Trace o gráfico de f perto da origem e comente como ele con- firma o item (a). 67. Suponha que as derivadas direcionais de f (x, y) sejam conheci- das em um determinado ponto em duas direções não paralelas dadas por vetores unitários u e v. É possível determinar f nesse ponto? Em caso afirmativo, como fazê-lo? 68. Mostre que, se z � f (x, y) for diferenciável em x0 � kx0, y0l, então . [Dica: Use a Definição 14.4.7 diretamente.] lim x l x 0 f �x� � f �x0 � � f �x0 � � �x � x0 � x � x0 � 0 f �x, y� � s 3 xy sx � sy � sz � sc 2xx0 a 2 � 2yy0 b 2 � z � z0 c xx0 a 2 � yy0 b 2 � zz0 c 2 � 1 4 5 3 5 Calculo14_06:calculo7 5/24/13 7:31 PM Page 849