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Massas molares e sua distribuiçáo em polímeros 145 As viscosidades relativas obtidas experimentalmente são então transformadas em viscosidade reduzida e inerente, segundo as definições acima. Traçando-se um grá- fico de viscosidade reduzida (qesp/c) e inerente ((ln qr)/c) em função da concentração, como mostrado na Figura 6.9, tem-se: 0,OO 0,05 0.10 0,15 0,20 Concentração ( glml ) Figura 6.9 -Curva de viscosidade reduzida e inerente como função da concentração da solução. Da extrapolação para concentração zero, obtém-se a viscosidade intrínseca [v] Extrapolando-se as duas retas para a concentração zero, obtém-se a viscosidade intrínseca [r\]. Finalmente, determina-se a K , aplicando-se a equação de Mark-Houwink- Sakurada: [iIl=~*ki" A Tabela 6.6 apresenta valores das constantes "I<' e "a" para um conjunto vari- ado de polímero/solvente/temperatura. 146 Ciência dos Poiímeros Tabela 6.6 - Valores de "1s' e "a'' da Equação de Mark-Houwink-Sakurada (Brandrup, J., Irnrnergut, E. H.) Exercício resoívido: Calcular a massa molar viscosimétrica média de PMhU em tolueno/metanol 519 v/v na temperatura de 26,2"C, conhecendo-se o tempo mé- dio de eluição do solvente puro to = 100,5s e das soluções, como apresentado na segunda coluna da Tabela 6.7. Polietileno tereftalaro PET Policarbonato PC Náilon 6 Náilon 6,6 Náilon 6,10 Poiidimed silosano PDhlS l'oli(scetato-butiraro de celulose) Usando-se as equações apresentadas na Tabela 6.5, calculam-se as viscosidades reduzida e inerente para cada concentração, como mostradas na Tabela 6.7. O símbolo 0 representa que esta é a temperatura teta para o dado par polimero/solvente. Ortoclorofenol Cloreto de mctileno Acido Fórrnico (85% V.) Acido Fórmico (90% V.) m-Cresol Butanona r\cetona 25 25 25 25 25 0 20 25 42,s 11,9 22,6 32,8 13,5 81,O 13,7 0,69 0,SO 0.82 0,74 0,96 O,5O 0,85