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Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 
Monitoria de Primeiros Socorros 
2021.1 
 
RCP E DEA 
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA 
A parada cardiorrespiratória (PCR) é 
definida como a cessação súbita da função 
mecânica cardíaca, com consequente colapso 
hemodinâmico. Ocorre concomitantemente ou 
logo após o aparecimento de sintomas e é sempre 
uma situação extrema de emergência médica. A 
chance de sobreviver a uma PCR depende do 
rápido reconhecimento e do início imediato das 
manobras adequadas de ressuscitação 
cardiopulmonar (RCP). 
 
SINAIS DE UMA PCR 
✓ Inconsciência; 
✓ Ausência de pulso; 
✓ Apnéia ou respiração agônica; 
✓ Cianose e/ou palidez; 
✓ Pele fria; 
✓ Dilatação das pupilas. 
 
CAUSAS DE UMA PCR 
✓ Hipovolemia; 
✓ Hipóxia; 
✓ H+ (acidose); 
✓ Hiper/Hipocalemia; 
✓ Hipotermia; 
✓ Toxinas; 
✓ Tamponamento cardíaco; 
✓ Tension Pneumothorax (Pneumotórax 
Hipertensivo); 
✓ Trombose coronariana; 
✓ Tromboembolismo pulmonar. 
 
PCR NO TRAUMA 
• Causas traumáticas X Causas clínicas 
Na PCR clínica, as tentativas de estabilização da 
vítima são feitas imediatamente na cena. A PCR 
traumática é melhor tratada com transporte para 
um hospital. 
 
• PCR + sangramento extenso 
OBS: Protocolo X ABCDE 
 
Controle inicial de hemorragias 
exsanguinantes 
• Na PCR clínica, sem um trauma associado, 
podemos realizar manobras de hiperextensão 
da coluna cervical. 
OBJETIVOS DA RCP 
✓ Manter certa pressão de perfusão cerebral e 
coronariana, contribuindo para a preservação 
da função cardíaca e cerebral; 
✓ Retardar ao máximo o tempo de instalação da 
lesão neurológica; 
✓ Impedir que uma fibrilação ventricular se 
deteriorize para uma assistolia, aumentando a 
chance de sucesso de uma desfibrilação; 
✓ Reverter a parada cardíaca em alguns casos 
de PCR por causas respiratórias. 
 
QUANDO PARAR A RCP 
✓ Caso a vítima retorne (“TRM”) → nessa 
situação, o socorrista deve realizar o ABC 
rápido e, caso a vítima apresente pulso e 
respiração, deverá recomeçar o atendimento 
(XABCDE); 
✓ Exaustão do socorrista; 
✓ Chegada do suporte avançado de vida; 
✓ Risco iminente ou vigente; 
✓ Mudança de prioridades. 
 
QUANDO NÃO REALIZAR RCP 
A RCP deve ser sempre considerada, exceto 
nos casos em que a vítima apresente uma lesão 
obviamente fatal ou evidências de situações 
incompatíveis com a vida, como: 
✓ Decapitação; 
✓ Carbonização; 
✓ Decomposição; 
✓ Rigor Mortis (Rigidez Cadavérica). 
CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA DE 
ATENDIMENTO CARDIOVASCULAR DE 
EMERGÊNCIA 
 
 
 
 
1. Reconhecimento da PCR e acionamento do 
serviço médico de emergência; 
2. RCP imediata de alta qualidade; 
3. Rápida desfibrilação; 
4. Serviços médicos básicos e avançados de 
emergências; 
5. Suporte Avançado de Vida e Cuidados pós- 
PCR. 
 
ABORDAGEM À VÍTIMA 
• Verificar a segurança do local; 
• Avalie a responsividade e respiração da 
vítima; 
Em bebês deve-se testar a responsividade 
através de leves tapas na planta dos pés 
• Acione o serviço de urgência - pedir ajuda + 
DEA (ver fluxograma abaixo); 
• Checar o pulso e sinais de respiração 
simultaneamente; 
É recomendado que sejam empregados até 10 
segundos para verificação do pulso central 
• Na ausência de pulso e respiração, deve-se 
expor o tórax da vítima e colocá-la em decúbito 
dorsal em superfície rígida; 
• Conter quaisquer hemorragias externas grave 
existentes (X); 
• Iniciar as compressões (C); 
• Abrir as vias aéreas (A); 
• Ventilar (B); 
• Verificar se houve expansão; 
• Realizar a troca. 
 
QUALIDADE DA RCP 
✓ Posição correta do socorrista 
✓ Dedos afastados do gradil costal; 
✓ Não se apoiar sobre o tórax na vítima durante 
compressões; 
✓ Permitir retorno total do tórax; 
✓ Não interromper as compressões; 
✓ 1 ventilação = 1 segundo 
 
 
SE NÃO HOUVER EXPANSÃO AO INSUFLAR 
✓ Verificar se as vias aéreas estão devidamente 
abertas; 
✓ Verificar novamente a boca da vítima em 
busca de corpo estranho e remover qualquer 
obstrução óbvia; 
✓ Fazer não mais do que duas tentativas de 
conseguir a ventilação com expansão torácica 
(adultos, crianças e bebês); 
✓ Mesmo que não haja expansão torácica após 
essas tentativas, retomar as compressões. 
 
ADULTOS: 
 
 
 
 
 
 
OBS: CASOS DE CRIANÇAS E BEBÊS/ 
LACTENTES 
➢ Colapso presenciado? 
✓ Siga o mesmo esquema utilizado para 
adultos mostrado acima. 
 
➢ Colapso não presenciado? 
 
 
 
 
RCP EM ADULTOS 
 
 1 socorrista 2 socorristas 
Ciclo 30x2 30x2 
Local 
2 dedos acima do processo 
xifoide. 
 Ajoelhado ao lado da vítima, 
Posição do com a coluna ereta e braços 
socorrista, esticados, utilizando as duas 
dos seus mãos, de forma que apenas as 
braços e da regiões tênar e hipotênar 
mão estejam em contato com a 
 vítima. 
Frequência 100 a 120 compressões/min 
Profundidade 5 a 6 cm 
 
OBS: A RCP conduzida apenas com 
compressões torácicas é recomendada para o 
indivíduo não treinado em SBV ou também 
pode ser adotada quando não estiver 
disponível um dispositivo de ventilação (ex. 
pocket mask ou ambu). 
 
RCP EM CRIANÇAS 
 
 1 socorrista 2 socorristas 
Ciclo 30x2 15x2 
Local 
2 dedos acima do processo 
xifoide 
 
 
 
 
Posição do 
socorrista, 
dos seus 
braços e da 
mão 
Ajoelhado ao lado da vítima, 
com a coluna ereta e braços 
esticados, utilizando uma mão 
(opcional para crianças muito 
pequenas) ou duas mãos, de 
forma que apenas as regiões 
tênar e hipotênar estejam em 
contato com a vítima. Se a 
técnica for feita com uma mão, 
outra mão estará 
permeabilizando as vias aéreas 
pela testa. 
Frequência 100 a 120 compressões/min 
Profundidade 4 a 5 cm 
RCP EM LACTENTES 
 
 1 socorrista 2 socorristas 
Ciclo 30x2 15x2 
Local 
Um pouco abaixo da linha 
intermamilar 
Posição do 
socorrista, 
dos seus 
braços e da 
mão 
A manobra é feita com dois 
dedos de uma mão (2º e 3º ou 
3º e 4º quirodáctilos) enquanto 
a outra estará permeabilizando 
as vias aéreas. 
Frequência 100 a 120 compressões/min 
Profundidade 4cm 
 
OBS: Com dois socorristas, é mais indicada a 
técnica dos dois polegares sobrepostos, 
utilizando ambas as mãos para envolver o 
tórax do bebê e os dois polegares para realizar 
as compressões. 
 
OBS: Crianças e bebês sem expansão torácica 
e com taxa de batimento menor ou igual que 60 
bpm e com sinais de perfusão inadequada 
(como cianose), devem ser consideradas 
como vítimas em PCR. Nesses casos, deve-se 
iniciar imediatamente as manobras de RCP 
(começando pelas compressões torácicas) e 
checar pulso a cada 2 minutos. 
 
 
PARADA RESPIRATÓRIA 
 
CAUSAS DE UMA PR 
✓ Corpos estranhos que obstruem a via aérea; 
✓ Inalação de substâncias tóxicas; 
✓ Estrangulamento ou golpes fortes na traqueia; 
✓ Choque elétrico; 
✓ Afogamento; 
✓ Overdose de medicamentos. 
 
 
RESPIRAÇÃO BOCA-A-BOCA 
 
 
 
RESPIRAÇÃO BOCA-NARIZ 
FIBRILAÇÃO 
VENTRICULAR 
 
TAQUICARDIA 
VENTRICULAR 
SEM PULSO 
 
 
POCKET MASK 
➢ 1 socorrista: 
 
 
 
 
 
 
 
 
BOLSA-VÁLVULA-MÁSCARA 
 
➢ Manobra de C/E 
 
 
 
 
 
 
 
➢ Manobra de CC/EE 
 
 
 
PROCEDIMENTO DE PR 
✓ Checar responsividade, se a vítima estiver 
irresponsiva e respiração ausente ou em 
gasping, posicionar o paciente em decúbito 
dorsal e expor o tórax; 
✓ Solicitar ajuda (DEA); 
✓ Abrir a via aérea; 
✓ Verificar a orofaringe em busca de corpo 
estranho (caso tenha, retirá-lo); 
✓ Realizar a ventilação (boca-a-boca, pocket 
mask, ambu); 
✓ Observar o tórax para perceber a presença de 
expansão torácica. 
✓ Verificar se as vias aéreas estão devidamente 
abertas, buscar por corpos estranhos e 
remover qualquer obstrução óbvia; 
✓ Fazer não mais do que duas tentativas de 
conseguir a ventilação com expansão torácica; 
✓ Verificar a presença de pulso a cada 2 
minutos; 
 
 
FREQUÊNCIA DAS INSUFLAÇÕES 
OBS: Deve-se optar apenas por um intervalo 
de tempo. 
(Ex.: Para adultos opta-se pelo intervalo de 6 
segundos, haverá 10 insuflaçõesno período de 1 
minuto. Caso opte por um intervalo de 5 segundos, 
haverá 12 insuflações no período de 1 minuto). 
 
OBS: O período de intervalo deverá estar 
incluso a insuflação no primeiro segundo, logo 
a contagem deve ser (Ex.: 12345-22345-32345- 
42345...), em negrito está o momento da 
insuflação. 
OBS: Checar respiração e pulso na PR após 2 
ciclos (min). Situações possíveis ao reavaliar: 
➢ Expansão espontânea; 
➢ Continua com pulso e sem respiração; 
➢ Evolução para PCR. 
 
DESFIBRILADOR EXTERNO 
AUTOMÁTICO 
 
DEFINIÇÃO 
O DEA é um aparelho eletrônico portátil, 
confiável e de simples operação, que permite que 
pessoas leigas e profissionais da área da saúde 
tentem a desfibrilação com segurança nas vítimas 
de Parada Cardiorrespiratória (PCR). 
 
INDICAÇÃO DO DEA 
➢ Vítima não responsiva, sem respiração (ou 
respiração agônica/gasping) e sem pulso. 
 
RITMOS DE PCR 
 
 
 
NÃO CHOCÁVEIS 
ATIVIDADE 
ELÉTRICA SEM 
PULSO 
 
ASSISTOLIA 
CHOCÁVEIS 
 Insuflações Intervalo 
Adulto 10 / 12 6 / 5 seg 
Criança e 
bebê 
12 / 20 5 / 3 seg 
 
 
 
 
POSIÇÃO DAS PÁS DO DEA 
 
➢ Água: 
SITUAÇÕES ESPECIAIS 
✓ Paciente na água: 
Se o paciente estiver na água, ele deve ser 
retirado da água para fazer a aplicação do DEA. 
 
✓ Tórax molhado: 
Se a vítima estiver com o tórax molhado, enxuga- 
lo antes de aplicar as pás. 
 
USO DO DEA EM CRIANÇAS 
(1 ANO À PUBERDADE) 
➢ Atenuador de carga: 
Recomenda-se utilizar um atenuador de carga 
elétrico pediátrico para crianças de 1 ano até o 
alcance da puberdade, mas na ausência deste, 
pode ser utilizado o DEA com carga padrão. 
 
 
 
➢ Uso de pás infantis: 
Para crianças e bebês deve-se usar a pá 
pediátrica que vem em alguns DEA’s, contudo, 
quando não disponíveis, as pás de adulto podem 
ser utilizadas. Se com o uso das pás de adulto não 
for possível manter uma distância de 3 cm de uma 
pá para outra, deve-se colocar uma pá na frente 
do tórax e outra na região posterior 
 
 
 
 
 
➢ Uso de pás de adulto (uma no tórax e outra no 
dorso): 
Não é recomendado utilizar uma pá pediátrica no 
adulto. 
 
 
OBS.: Para lactentes (com idade entre 1 mês e 
1 ano) é preferencial o uso do desfibrilador 
manual, mas na ausência desse, pode ser 
utilizado o DEA com atenuador de carga 
elétrica e se, caso esse material também não 
esteja disponível, deve-se utilizar o DEA com 
carga padrão. O ideal é que as pás utilizadas 
sejam pediátricas, porém na falta delas, é 
indicado o uso das pás de adulto. 
 
✓ Paciente deitado sob neve/ gelo/ poça: 
Se o paciente estiver deitado sob neve, gelo ou 
uma poça d`água (que não esteja envolvendo o 
socorrista), o DEA poder ser utilizado sem a 
necessidade de transportar a vítima. 
 
 
 
➢ Tórax Peludo: 
1. Ficando as pás aderidas aos pelos 
e não ao tórax, pressione 
firmemente cada pá; 
2. Se o DEA continuar a emitir a 
mensagem “checar as 
pás/eletrodos”, puxar rapidamente 
as pás adesivas, o que ajudará a 
remover grande parte dos pelos; 
3. Se necessário, raspar com a lâmina 
de barbear que fica dentro da caixa 
de transporte do DEA. Usar um 
novo conjunto de pás e seguir as 
mensagens do DEA. 
 
OBS: Se o socorrista perceber que as pás não 
vão grudar, é melhor fazer a tricotomia antes 
de grudas as pás, para que não haja 
desperdício delas. 
 
 
➢ Adesivo medicamentoso: 
1. Não colocar os eletrodos do DEA 
diretamente sobre um adesivo 
medicamentoso, pois ele pode interferir na 
transferência de energia da pá para o 
coração e causar pequenas queimaduras 
na pele. 
2. Remover o adesivo medicamentoso e 
limpar a área antes de fixar o DEA, caso ele 
Pá direita Linha hemiclavicular direita 
abaixo da clavícula 
Pá 
esquerda 
Entre a linha axilar anterior e 
média, abaixo do mamilo 
esquerdo 
 
esteja no local indicado para a colocação 
das pás. 
 
➢ Marca-passo: 
1. Ao identificar um marca-passo implantado, 
se possível, colocar a pá do DEA ao lado 
do dispositivo implantado, com pelo menos 
8 cm de distância, e não diretamente sobre 
ele; 
2. Seguir as etapas normais de operação do 
DEA; 
3. Ocasionalmente haverá conflito entre a 
análise e os ciclos de choque dos 
desfibriladores implantados e do DEA. Se 
o desfibrilador implantado estiver 
administrando choques ao paciente (os 
músculos do paciente se contraem de 
maneira semelhante ao que ocorre após 
um choque de um DEA), aguarde de 30 a 
60 segundos para que o desfibrilador 
implantado termine o ciclo de tratamento 
antes de administrar um choque com DEA. 
OBS: No caso de crianças, por conta do 
tamanho da diferença do tamanho do tórax em 
relação a adultos, pode-se colocar as pás a 2,5 
cm de distância do marca-passo. 
 
 
 
SEQUÊNCIA DE USO 
(INTEGRAÇÃO RCP-DEA) 
1. Avaliar responsividade 
2. Solicitar um DEA próximo; 
3. Checar respiração e o pulso simultaneamente 
(5 a 10s); 
4. Compressões; 
5. Abrir vias aéreas; 
6. Ventilações; 
7. Chegada do DEA: Ligar o DEA; 
8. Analisar se existem condições especiais; 
9. Fixar o DEA (colocar as pás e conectá-las ao 
aparelho) → Continua a RCP; 
10. Análise de ritmo (não tocar na vítima); 
11. STATUS DA VÍTIMA: 
✓ Choque Indicado: carregando choque 
(reiniciar RCP) → aplicar o choque (afastar 
e interromper fluxo de oxigênio no tórax da 
vítima) → reiniciar a RCP (2 min/5 ciclos 
30:2). 
✓ Choque não indicado: reiniciar a RCP 
imediatamente e esperar por nova análise 
de ritmo (2 min/5 ciclos 30:2). 
12. Reavaliação do ritmo pelo DEA a cada 2 min; 
13. Repetir a sequência a partir de “Análise do 
ritmo”. 
 
REFERÊNCIAS 
1. Medicina de Emergência (Abordagem Prática) - 
Martins; Brandão Neto; Velasco – 13ª edição, 2018. 
2. Parada Cardíaca em Crianças. Matsuno, A. K. 
Disponível em: 
http://revista.fmrp.usp.br/2012/vol45n2/Simp7_Par 
ada%20card%EDaca%20em%20crian%E7as.pdf 
Acesso em: julho de 2019. 
3. Pediatric Advanced Life Suport. PALS, 4ª edição, 
página 148, 2018. 
4. Destaques da American Heart Association 2015 
(Atualização das Diretrizes de RCP e ACE). 
Disponível em: https://eccguidelines.heart.org/wp- 
content/uploads/2015/10/2015-AHA-Guidelines- 
Highlights-Portuguese.pdf. Acesso em: julho de 
2019. 
5. Advanced Cardiac Life Support. ACLS, Provider 
Handbook, 2020. 
6. Tratado de Fisiologia Médica. Guyton & Hall. 
Capítulo 20, 12ª edição. 
7. ACLS Algorithms. Disponível em: https://acls- 
algorithms.com/hsandts/. Acesso em: julho de 
2019. 
8. PHTLS - 8ª edição. 
9. Sociedade Brasileira de Pediatria. Reanimação do 
recém-nascido ≥ 34 semanas em sala de parto: 
Diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de 
Pediatria. São Paulo, 2016, páginas 17 e 18. 
Disponível em: 
http://wwws.sbp.com.br//reanimacao/wpcontent/up 
loads/2016/01/DiretrizesSBPReanimacaoRNMaior 
34semanas26jan2016.pdf. Acesso em: julho de 
2019. 
10. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz de 
Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados 
Cardiovasculares de Emergência da Sociedade 
Brasileira de Cardiologia. Agosto 2013. Disponível 
em: 
http://www.scielo.br/pdf/abc/v101n2s3/v101n2s3.p 
df. Acesso em: junho de 2019; 
11. Roma, D. S.; Noronha, L.F.; Sasaki, N.S.G.M.S. 
Parada Cardiorrespiratória (PCR): Revisão de 
Literatura. União das Faculdades dos Grandes 
Lagos. 
12. First Aid Manual - 5ª edition – 2014. 
13. Secretaria Municipal da Saúde. Prefeitura de 
Salvador. Disponível em: 
http://www.saude.salvador.ba.gov.br/projeto-viva- 
coracao-chega-ao-tribunal-de-justica-da-bahia/ 
Acesso em: julho de 2019. 
http://revista.fmrp.usp.br/2012/vol45n2/Simp7_Parada%20card%EDaca%20em%20crian%E7as.pdf
http://revista.fmrp.usp.br/2012/vol45n2/Simp7_Parada%20card%EDaca%20em%20crian%E7as.pdf
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https://eccguidelines.heart.org/wp-content/uploads/2015/10/2015-AHA-Guidelines-Highlights-Portuguese.pdf
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http://www.saude.salvador.ba.gov.br/projeto-viva-coracao-chega-ao-tribunal-de-justica-da-bahia/
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http://www.saude.salvador.ba.gov.br/projeto-viva-coracao-chega-ao-tribunal-de-justica-da-bahia/
14. Primeiros Socorros para Estudantes. Karren, K.J.; 
Hafen, B.Q.; Limmer, D.; Mistovich J.J. 10ª edição, 
2013. 
15. Manual de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro. 
Fundação Oswaldo Cruz, 2003. 
16. Medicina de Emergência (Abordagem Prática) - 
Martins; Brandão Neto; Velasco – 11ª edição, 2016. 
17. Destaques da American Heart Association 2010 
(Atualização das Diretrizes de RCP e ACE). 
18. Protocolos de Suporte Básico de Vida. Samu 192 
19. CPR & Fisrt Aid Emergency Cardiovascular Care. 
American Heart Association. Disponível 
em:https://eccguidelines.heart.org/index.php/circul 
ation/cpr-ecc-guidelines-2/part-3-ethical-issues/ 
Acesso em: julho de 2019. 
20. Martins; Brandão Neto; Velasco - Medicina de 
Emergência (Emergências Clínicas) - 12ed. (2017).

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