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1. O início do século XX no Brasil foi um período marcado por migrações e, 
por isso, era comum trabalhadores de todas as regiões deslocarem-se aos 
grandes centros urbanos em busca de emprego, deixando para trás o lugar 
em que nasceram. 
Na obra Segunda classe, de 1933, Tarsila do Amaral buscou retratar critica-
mente a nova condição de vida de trabalhadores rurais que, em vagões de 
segunda classe, chegavam para trabalhar na cidade. 
Analise a imagem de Segunda classe e escreva um texto sobre a sua interpre-
tação dessa obra.
Professor, no Manual você encontra 
orientações sobre estas atividades.Explorando
NÃO ESCREVA NO LIVRO
2. Mesmo em uma sociedade capitalista, em que os cidadãos são livres peran-
te a lei, as condições de trabalho impõem uma condição de vida adversa às 
pessoas? Explique.
3. No âmbito político, quais medidas podem ser propostas para diminuir ou 
acabar com a desigualdade baseada na exploração do trabalho?
4. Reflitam em grupo se conhecem alguém que trabalhou ou trabalha sob 
condições inadequadas, como jornadas abusivas de trabalho, ausência de 
remuneração, falta de equipamentos adequados, entre outras. Procurem 
sintetizar os depoimentos para compartilhá-los, em uma roda de conversa, 
com toda a turma.
Segunda classe, de 
Tarsila do Amaral, 
1933. Óleo sobre tela, 
110 cm × 151 cm. 
Coleção particular 
Fanny Feffer, São 
Paulo (SP).
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Aprimorando o conhecimento
NÃO ESCREVA NO LIVRO
1. (Unesp-SP 2020) 
“Eu tinha muito medo, estava sozinha, não 
tinha como não trabalhar. Ela não me deixava 
amamentar meu filho pela manhã, dizia que eu 
perderia tempo. (Dora E. A. Calle)
“Quando eu precisava sair da casa, sempre 
tinha que pedir a chave. E nessa hora a chave 
sempre sumia.” (Raul G. P. Mendoza)
“A casa onde eu trabalhava tinha outros 14 
bolivianos, que, assim como eu, queriam guar-
dar dinheiro e voltar para nosso país. Mas não 
é bem assim que acontece.” (Alicia V. Balboa)
FORTE, Bárbara. “Tecendo sonhos”. https://noticias.bol.uol.
com.br, 09.05.2019. Adaptado.
Esses depoimentos retratam a realidade vivida 
por imigrantes bolivianos que trabalharam no 
setor têxtil da capital paulista.
Os depoimentos evidenciam 
a) a competitividade da Divisão Internacional 
do Trabalho. 
b) a relação de trabalho análoga à escravidão. 
c) o processo de segregação estimulado pela 
xenofobia. 
d) a flexibilização das leis trabalhistas. 
e) o descompasso do trabalho formal com as 
mudanças da globalização. 
2. (Unesp-SP 2019) 
Um homem transporta o fio metálico, outro 
endireita-o, um terceiro corta-o, um quarto aguça 
a extremidade, um quinto prepara a extremidade 
superior para receber a cabeça; para fazer a cabe-
ça são precisas duas ou três operações distintas; 
colocá-la constitui também uma tarefa específica, 
branquear o alfinete, outra; colocar os alfinetes 
sobre o papel da embalagem é também uma ta-
refa independente. [...] Tive ocasião de ver uma 
pequena fábrica deste tipo, em que só estavam 
empregados dez homens, e onde alguns deles, con-
Professor, no Manual você encontra orientações sobre estas atividades.
sequentemente, realizavam duas ou três operações 
diferentes. Mas, apesar de serem muito pobres, e 
possuindo apenas a maquinaria estritamente ne-
cessária, [...] conseguiam produzir mais de quaren-
ta e oito mil alfinetes por dia. Se dividirmos esse 
trabalho pelo número de trabalhadores, poderemos 
considerar que cada um deles produz quatro mil e 
oitocentos alfinetes por dia; mas se trabalhassem 
separadamente uns dos outros, e sem terem sido 
educados para este ramo particular de produção, 
não conseguiriam produzir vinte alfinetes, nem 
talvez mesmo um único alfinete por dia.
SMITH, Adam. Investigação sobre a natureza e as causas da 
riqueza das nações, 1984.
O texto, originalmente publicado em 1776, de-
monstra 
a) o avanço tecnológico representado pelo sur-
gimento da fábrica na Inglaterra, relacionan-
do a riqueza com o aprimoramento cientí-
fico e o trabalho simultâneo de milhares de 
operários. 
b) o crescimento do mercado consumidor e a 
maior velocidade na distribuição das mercado-
rias inglesas, destacando o vínculo entre rique-
za e uma boa relação entre oferta e procura. 
c) a força crescente dos sindicatos e das fede-
rações de trabalhadores na Inglaterra, enfati-
zando o princípio marxista de que apenas o 
trabalho permite a geração de riqueza. 
d) a produtividade do artesanato e o conhecimen-
to da totalidade do processo produtivo pelos 
trabalhadores ingleses, relacionando a noção 
de riqueza ao acúmulo de metais nobres. 
e) a disciplina no trabalho e o parcelamento de 
tarefas presentes nas manufaturas e fábricas 
inglesas, associando o crescimento da rique-
za à produtividade do trabalho. 
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