Prévia do material em texto
Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM USG - CONCEITOS BÁSICOS Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos ÍNDICE 3 3 5 9 18 21 23 INTRODUÇÃO COMO ESTA IMAGEM FOI FORMADA? E COMO CHEGAMOS NOS TONS DE CINZA? COMO EU SEI QUE ESTRUTURA É ESSA? MAS E O DOPPLER? VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ULTRASSONOGRAFIA Bibliografia None 2 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos INTRODUÇÃO A ultrassonografia é um método diagnóstico que utiliza ondas sonoras com altas frequências (acima das frequências audíveis para o ser humano) que conseguem interagir com os tecidos do corpo humano, gerando imagens. As ondas sonoras foram usadas para diagnóstico pela primeira vez no ano de 1940 por Karl Theodore Dussik, um neuropsiquiatra, para identificar tumores. Hoje em dia, pouco mais de 80 anos depois, já estão em quase todos os lugares, às vezes em aparelhos que cabem na palma das nossas mãos. A ultrassonografia é uma ferramenta diagnóstica, e como qualquer outra ferramenta, é preciso entender como ela funciona para podermos usá-la. Após a leitura deste capítulo você será capaz de compreender como a imagem ultrassonográfica é formada e estará pronto para interpretar os seus achados. COMO ESTA IMAGEM FOI FORMADA? Preciso te dar uma má notícia! Vem um pouquinho de física por aí! Para entender a ultrassonografia precisamos relembrar um pouco de ondulatória, o estudo das ondas. Lembra? O som é uma onda mecânica e, portanto, se propaga através de vibrações que são compressões e rarefações do meio. Essas vibrações carregam energia e não matéria. Diferentemente das ondas None 3 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos eletromagnéticas, que se propagam no vácuo, o som só se propaga em meios materiais. O som que a gente consegue ouvir se situa na faixa entre 16 a 20 mil Hz. As ondas conhecidas como ultrassom têm frequência acima de 20 mil Hz, portanto não audíveis para o ser humano. O ultrassom diagnóstico utiliza frequências de 1 a 15 mega Hz (muito, mas muito acima do que somos capazes de ouvir). Bom… existem alguns materiais na natureza, principalmente alguns cristais que são chamados materiais piezoelétricos, porque apresentam um fenômeno chamado efeito piezoelétrico que foi descoberto por Pierre e Jacques Curie em 1880. Esses caras observaram que podemos gerar ondas ultrassonográficas quando permitimos a passagem de eletricidade por estes cristais especiais. Então, se eu colocar um cristal piezoelétrico (como quartzo e a turmalina, que são cristais naturais) em um campo elétrico, ele é capaz de produzir ondas ultrassonográficas. Este cristal está lá no transdutor do aparelho de ultrassom! Quando a eletricidade do aparelho passa pelo cristal, as ondas ultrassonográficas são geradas e direcionadas para a região a ser examinada. None 4 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Figura 1. Cristais piezoelétricos no transdutor do aparelho de ultrassom. Fonte: https:// www.shutterstock.com/pt/image-photo/close-ultrasound-probe-equipment-radiological- diagnostic-1340318855 E o pulo do gato é que o contrário é verdadeiro no efeito piezoelétrico. O mesmo transdutor que emite as ondas de ultrassom funciona como detector dos ecos desse som. Portanto, quando este cristal especial do meu transdutor recebe estes ecos, ele transforma essas ondas em impulsos elétricos. Estes impulsos elétricos são lidos e transformados em imagem! BRILHANTE! Agora ficou fácil! O aparelho de ultrassom emite feixes de ondas sonoras que "batem" nos tecidos, formando as ondas refletidas (ecos) que retornam ao aparelho e são captadas e transformadas em imagem. Funciona como os sonares usados em navegação, por exemplo. E COMO CHEGAMOS NOS TONS DE None 5 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos CINZA? Na ultrassonografia, a imagem é formada pelos ecos que são originados a partir da interação e reflexão das ondas com o tecido, por isso, quando vamos descrever os achados, usamos o termo ecogenicidade. Como a interação do som com os diferentes tecidos do corpo humano determina a formação de diferentes quantidades de ecos, estes tecidos terão ecogenicidades diferentes. Os tecidos que refletem muito o som (como os cálculos) são bem brancos, já que voltam muitos ecos e de grande energia para o transdutor. Já o líquido não reflete nada do som, pelo contrário, facilita sua propagação, aparecendo, portanto, bem preto. None 6 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Figura 2. Ilustração da formação das imagens ultrassonográficas. Acompanhe a onda representada em rosa: ela passa pelo tecido (fígado) e parte é refletida, gerando um tom de cinza-escuro. Já a onda amarela se propaga quase completamente, apenas uma pequena fração é refletida, formando uma imagem bem mais escura. Por fim, a onda verde bate no tecido e é completamente refletida, nada passa, formando uma imagem branca (hiperecogênica). Fonte: Adaptado de Radiologyassistant.nl Teremos então estruturas que são mais brancas (mais brilho), às quais chamaremos de hiperecogênicas (ou hiperecoicas), e outras que serão mais pretas (menos brilho), as quais chamaremos de hipoecogênicas (ou hipoecoicas). O brilho (ou a ecogenicidade) é proporcional à None 7 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos quantidade de ecos que voltam para o transdutor, ou seja, as quais são refletidos. O termo anecogênico é usado para descrever o líquido, que se apresenta bem preto na imagem, já que não determina reflexão dos ecos (se não volta nada no transdutor, não gera imagem, ficando preto). Na verdade, o líquido transmite tão bem as ondas que há inclusive uma melhora da imagem posterior ao líquido, o que chamamos de reforço acústico posterior. Vamos identificar o reforço acústico posterior na imagem abaixo? Figura 3. Líquido anecogênico na vesícula biliar determinando reforço acústico posterior. Fonte: Adaptado de Radiologyassistant.nl Maior transmissão, menor reflexão: água → anecogênica e com reforço acústico posterior. Pior transmissão, maior reflexão: ar, osso → hiperecogênicos e com sombra acústica posterior. Já o cálculo, que é esta bolinha branca no interior da vesícula biliar na figura 3, é um material que determina grande reflexão do som. Isto significa que o som bate no cálculo, sendo quase totalmente refletido de • • None 8 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos volta para o transdutor. Por isso o cálculo fica bem branco na ultrassonografia. E o mais legal é que, como o som é todo refletido, as estruturas atrás do cálculo ficam em uma área de sombra, onde o som não chegou, o que chamamos de sombra acústica posterior. Veja abaixo: Figura 4. Cálculo biliar hiperecogênico gerando sombra acústica posterior. Fonte: Adaptado de Radiologyassistant.nl Estes princípios são a base para interpretar qualquer imagem: reflexão do som, sombra acústica, reforço e ecogenicidades! COMO EU SEI QUE ESTRUTURA É ESSA? Na ultrassonografia a varredura das estruturas é livre, ou seja, não existem planos fixos como axial, coronal e sagital que temos nos outros métodos. Podemos fazer imagens em quaisquer planos que sejam do nosso interesse. É claro que existem algumas "janelas" mais usadas. O conceito de janela é bem intuitivo mesmo, é um lugar como se fosse uma janelinha por onde gostamos de espiar os órgãos, colocando nosso transdutor ali.None 9 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Mas o fato de não haver planos padronizados acaba gerando uma certa confusão, já que para entender a imagem é preciso ter uma certa noção de qual plano estou cortando a estrutura. Desta forma, há uma convenção em sempre colocar as estruturas mais superiores à direita da tela (à esquerda de quem observa) e as mais inferiores à esquerda da tela (à direita de quem observa). Já o lado direito do paciente será projetado à esquerda de quem observa e vice- e-versa. Isso nos ajuda a entender melhor onde estamos. Figura 5. Ultrassonografia do abdome. A imagem (A) demonstra um corte longitudinal mediano do lobo esquerdo do fígado e a figura (B) demonstra um corte transversal do hipocôndrio direito. Fonte: Sonography Scanning, 4a edição, páginas 60 e 73. Como os planos ultrassonográficos são meio caóticos e podemos ver os órgãos em infinitas incidências, fica realmente complicado entender que None 10 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos órgão estamos vendo. Em geral, as questões tendem a te dar alguma indicação de qual órgão está sendo observado (ex.: ultrassonografia da vesícula biliar, do rim direito, etc) e é legal ter uma noção básica de como estes órgãos são quando estão normais. Isto vai te ajudar a entender o que há de errado nas imagens apresentadas nas aulas ao longo do nosso curso! Vamos seguir com um mini-atlas de anatomia ultrassonográfica com as janelas mais usadas para ver os órgãos e sua aparência normal. Vamos focar na ultrassonografia abdominal e cardíaca, que são as mais frequentes nas provas: Coração: Geralmente é apresentado em um corte chamado quatro câmaras que mostra as quatro câmaras cardíacas vistas a partir do ápice do coração, onde o transdutor é posicionado. Figura 6. Ultrassonografia do coração em janela apical. Fonte: Acervo Medway. • ◦ None 11 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Fígado: O fígado é avaliado em cortes axiais e sagitais oblíquos, principalmente. As principais imagens axiais oblíquas do fígado mostram as três veias hepáticas e os ramos portais direito e esquerdo. Veja estas duas janelas muito usadas abaixo: Figura 7. Ultrassonografia do fígado em corte axial oblíquo mostrando as veias hepáticas. Fonte: Acervo Medway. Figura 8. Ultrassonografia do fígado em corte axial oblíquo mostrando os ramos portais. Fonte: Acervo Medway. O corte sagital do lobo direito do fígado é bastante usado no FAST (ultrassonografia focada do trauma) já que fornece • ◦ ◦ ◦ None 12 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos uma boa visão do espaço hepatorrenal, onde os líquidos tendem a se acumular: Figura 8. Ultrassonografia em janela hepatorrenal mostrando o lobo direito do fígado e o rim direito. Fonte: Acervo Medway. Vesícula biliar: A vesícula biliar é preenchida por bile, que é líquida, e, portanto, aparece anecogênica (preta) na imagem. Geralmente o fundo da vesícula biliar fica próximo ao transdutor (na parte superior da imagem). • ◦ None 13 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Figura 10. Ultrassonografia da vesícula biliar. Fonte: Acervo Medway. Pâncreas: O pâncreas pode ser difícil de identificar na ultrassonografia se o estômago estiver repleto de gás, determinando sombra sobre o pâncreas. Geralmente ele tem o formato de salsicha e repousa sobre a veia esplênica (anecogênica por conter sangue, que é líquido). Figura 11. Ultrassonografia do pâncreas. Fonte: Acervo Medway. Veia cava inferior: A ultrassonografia da veia cava inferior é bastante usada na abordagem point-of-care (ultrassonografia à beira leito) para avaliar o status volêmico do paciente. Esta veia é bem • ◦ • ◦ None 14 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos acessada em um corte sagital mediano do fígado, como na imagem abaixo: Figura 12. Ultrassonografia da veia cava inferior. Fonte: Acervo Medway. Baço: O baço tem a ecotextura e a ecogenicidade muito parecida com o fígado e, por isso, as imagens ultrassonográficas ficam bem semelhantes entre estes dois órgãos. As imagens ultrassonográficas do baço geralmente aparecem no FAST (ultrassonografia focada do trauma) na avaliação do espaço esplenorrenal: Figura 13. Ultrassonografia do baço. Fonte: Acervo Medway. • ◦ None 15 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Rins: Os rins apresentam uma cortical que tem uma ecogenicidade semelhante ao parênquima hepático e esplênico, mas as pirâmides se destacam por serem mais hipoecogênicas (+ pretas). Já o seio renal, por conter gordura, é mais hiperecogênico (+ branco). O sistema coletor renal geralmente não é visto quando está normal. Quando há hidronefrose, ele se torna visível por estar preenchido por urina (líquido anecogênico). Figura 14. Ultrassonografia do rim direito. Fonte: Acervo Medway. Bexiga: A bexiga aparece como uma estrutura arredondada ou ovalada com conteúdo líquido anecogênico (urina). A ultrassonografia da bexiga também pode aparecer no FAST (ultrassonografia focada do trauma) para a pesquisa de líquido livre. O líquido tende a se acumular no espaço retrovesical (atrás da bexiga). • ◦ ◦ • ◦ ◦ None 16 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Figura 15. Ultrassonografia da bexiga urinária Fonte: Acervo Medway. Útero: O útero é melhor avaliado pela ultrassonografia via transvaginal, na qual o transdutor é posicionado na vagina, em contato com o colo uterino, o que fornece uma avaliação muito mais detalhada. O endométrio se destaca por ser hiperecogênico (+ branco) que o miométrio. Figura 16. Ultrassonografia do útero em corte sagital por via transvaginal. Fonte: Acervo Medway. • ◦ ◦ None 17 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Próstata: A próstata aparece na ultrassonografia como uma imagem hipoecogênica (cinza escuro) abaixo da bexiga urinária. A ultrassonografia não é um bom método para detecção de neoplasia de próstata, tendo baixíssima sensibilidade para este objetivo. Em geral, a ultrassonografia auxilia na medida do volume prostático em pacientes com hiperplasia prostática benigna. Figura 17. Ultrassonografia da bexiga urinária e da próstata. Fonte: Acervo Medway. MAS E O DOPPLER? O Doppler foi uma revolução na ultrassonografia! Com ele podemos detectar a movimentação de partículas, que no nosso caso são principalmente as células sanguíneas. E detectando o movimento delas, detectamos fluxo sanguíneo e também podemos calcular sua velocidade. • ◦ ◦ None 18 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos O efeito Doppler é a base física desta tecnologia e você deve se lembrar dele da física do ensino médio. Ele identifica a variação entre a frequência emitida e a observada nas ondas quando emitidas ou refletidas por um objeto que está em movimento em relação ao observador. Figura 18. Efeito Doppler. Fonte: Acervo Medway. Para o modo Doppler, a convenção indica que a cor vermelha representa os fluxos que se aproximam do transdutor, enquanto a cor azul representa os fluxos que se afastam do transdutor. None 19 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Figura 19. Ultrassonografia com Doppler colorido do rim direito mostrando o fluxo arterial em vermelho, dirigindo-se ao transdutor e o fluxo venoso em azul, afastando-se do transdutor. Fonte: Sonography Scanning, 4a edição,páginas 60 e 73. Mas e o tal do modo M? É a mesma coisa que o Doppler? Na verdade não. O modo M é uma outra modalidade de exame que podemos usar na ultrassonografia e que avalia o movimento (por isso a letra M) de uma estrutura ao longo do tempo. O modo M vai aparecer na sua prova especialmente em uma situação: o USG point-of-care do pulmão, mais especificamente na avaliação do pneumotórax. Neste modo, uma linha guia é posicionada na imagem e passamos a observar como as estruturas naquela linha se movimentam. Se a gente posicionar esta linha na pleura visceral do nosso pulmão, esperamos que ela se mova com a respiração, certo? Já a parede torácica vai ficar imóvel, certo? Pois esta vai ser a imagem que é chamada de sinal da praia, onde as linhas retas mostram a parede torácica imóvel e a área pontilhada ou granulada mostra a movimentação do pulmão e da pleura visceral. Caso None 20 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos haja um pneumotórax, toda a área ficará imóvel, aparecendo como linhas retas (sinal do código de barras ou sinal da estratosfera). Figura 20. Ultrassonografia do pulmão usando o modo M. Fonte: Acervo Medway. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ULTRASSONOGRAFIA Assim como a radiografia, a ultrassonografia é barata e muito disponível. Também é portátil, permitindo diagnóstico de pacientes acamados ou com restrição de mobilidade e o aparelho pode ser transportado de forma fácil para atendimentos de urgência e emergência. Sua grande vantagem em relação à radiografia está no fato de não utilizar radiação ionizante, sendo muito utilizada em crianças e gestantes. None 21 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Como desvantagens, destacam-se limitações técnicas que aparecem quando as estruturas são muito profundas (em pacientes obesos, por exemplo), quando há gás (distensão gasosa abdominal) ou quando há osso / calcificação (porque determinam sombra posterior). Além disso, é um método dito operador-dependente, dependendo muito da habilidade técnica e interpretativa do médico examinador e da sua experiência. None 22 Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Bônus) USG - Conceitos Básicos Bibliografia Bushberg JT, Seibert JA, LeidHoldt Jr. EM, Boone JM. The essential physics of medical imaging. Filadélfia: Lippincott Williams & Wilkins; 2002. M. Robert de Jong. Sonography Scanning, 4a edição Radiology Assistant. site: radiologyassistant.nl 1. 2. 3. None 23 Sobre a Medway O único preparatório 100% focado em São Paulo A Medway é o único curso preparatório para a residência médica 100% focado nas instituições de São Paulo. Preparamos nosso material com didática padrão-ouro vinda de nossos professores especialistas que já foram residentes onde você quer passar. Nosso maior objetivo é ajudar nossos alunos a conquistarem a residência dos sonhos. E para isso, nos certificamos de estarmos juntos até o final. juntos até o final! Você em 1º lugar na residência dos seus sonhos! A sua aprovação pode ser a próxima a aparecer aqui! Seu nome na lista de aprovados Henrique Bosso 2º lugar na Unifesp em Oftalmologia Beatriz Aveiro 1º lugar no HIAE em Medicina Intensiva Raphaela Bastos 3º lugar na USP-RP em Dermatologia