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Prof. Luiz César Sumam
DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DE CONHECIMENTO I
Petição inicial 319 cód. Civil (receita de bolo)
Aula 02 – 24/08/22 
Jurisprudência
Quando se fala em decisões reiteradas pelos tribunais ouvimos muito sobre a jurisprudência dos casos, mas quem faz essas jurisprudências somos nós os juristas. O que gera a jurisprudência não é a ação e sim o pedido, porque as ações sempre serão diferentes uma da outra por causa das partes, mas o pedido pode ser sobre o mesmo tema. Mas em resumo ela só se firma pelas ações dos advogados. 
Um processo será julgado em 1º instancia – será julgado por um juiz, ele pode julgar a ação procedente (autor tem razão), parcialmente (o autor tem razão em parte) e improcedente (o auto não tem razão. 
O autor ou o réu pode recorrer e será julgado em 2º instancia e ela vai para Tribunal de justiça do seu estado, no nosso será TJSP e nessa instancia será uma decisão colegiada e será pela maioria. 
Caso não concordem com o acórdal ele vai recorrer para 3º instancia caso seja algo processual será julgado no STJ e se for constitucional STF. 
Processo de conhecimento. 
Fase cognitiva 
Uma ação só vira um processo quando ele tem a participação de todas as partes. 
Os atos do processo não podem ser pulados por isso são chamados de procedimentos e dentro deles temos os comuns e especiais. 
Quando falamos de processo estamos lidando com conflitos de interesse o que chamamos de LIDI.
Conceito do processo
Processo civil é o ramo do direito que contém as regras e os princípios que tratam da jurisdição civil, isto é, da aplicação da lei aos casos concretos, para solução dos conflitos de interesses pelo Estado-Juiz 
Função do judiciário – aplicar a lei do caso concreto para solução dos conflitos e pacificação da sociedade 
Relação Processual
Relação de Direito Material
Princípios de Processo
1º devido processo legal: art. 5º, LIV
2º acesso à justiça: art. 5º XXXV
3º contraditório: art. 5 LV
4º duração razoável do processo: art. 5º LXXVIII
Aula 3 
Quando se tem um consenso não existe uma LIDE, mas se há o conflito se torna uma LIDE. 
Princípios de Processo
a. Intepretação em conformidade com a constituição – art. 1º CPC
b. inercia da jurisdição e impulso inicial – art. 2º da CPC. 
Quem quebra a inercia é o autor e quem dá esse impulso inicial no processo é o juiz. 
c. Direito de ação e meios de solução consensual e por arbitragem dos litígios - art. 3º CPC.
O Direito de ação todo mundo tem, essa conciliação pode ser feita como mediação, conciliação e arbitragem. Arbitragem tem uma legislação específica é um tribunal privado que não possui juiz, o arbitro é uma pessoa escolhida por ambas as partes, ele não tem vínculo com o judiciário, ele não fica publico porque é entre as partes. 
d. Efetividade do processo – art. 4º cpc
O processo tem que ser plausível, um tempo razoável para cumprir o processo. 
e. Boa-fé e cooperação entre os sujeitos do processo - art. 5º e 6º CPC
Sempre que você inicia algo se espera a boa fé
f. Igualdade entre as partes – 7º CPC
Sempre ter igualdade entre réu e autor, não podendo impedir que qualquer uma das partes tenham acesso a qualquer coisa do processo.
g. Fins sociais do processo – art. 8º CPC
Uma forma de vedação de informações para o processo não se tornar público e em alguns casos nem a outra parte fica sabendo
h. Vedação de decisão surpresa – art. 9º e 10º
Sujeitos do processo (art. 70) ADVOGADOS
a. Partes e seus procuradores
O autor do processo polo ativo do processo, réu polo passivo do processo. 
Art. 133 CF e art. 1º lei 8906/94, estatuto da OAB
b. Juiz e seus auxiliares
Quem auxilia o juiz em seus deveres, como oficial de justiça e outros. Juiz sempre vai representar o judiciário e a função dele sempre será a aplicação da lei e fazer o que a lei determina
c. Ministério Público
Ministério se torna o fiscal da lei ou parte autora, na área civil e em alguns casos o ministério tem que ser envolvido como divorcio litigioso ou com filhos menores ou incapazes. Ele irá vir como promotor de justiça e se no meio do processo ele ver algo que não procede no processo ele pode intervir a favor do réu. 
Ministério Público em processos representa sempre o Estado
d. Advocacia Pública
É quem defende os interesses do Estado.
e. Defensoria Pública
Prestação de serviço as pessoas sem condições financeiras. 
Juiz
Réu
Autor
Autor
Réu
PARTES
AUTOR
RÉU
Procedimentos
Especiais
Comum

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