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Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 1/10 RotLAB07_TJBChave1 ROTEIRO-RELATÓRIO LAB07-OPERAÇÃO DO TJB COMO CHAVE 1 Nome: Bruno Balla RA:2462532 ; Bruno Luan RA:2194961 Data1: 26/04/23. Data2: 03/05/23 Bancada:3 1. Objetivo: ● Identificar o tipo do transistor e a pinagem pelo uso da função teste semicondutor. ● Verificar o funcionamento do TJB na região de sorte e saturação. 2. Referencial teórico: 2.1. Teoria transistor livro online Malvino cap 6, 7ª edição: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580550504/pageid/198 2.2. MARQUES, Ângelo.Eduardo. B.; CRUZ, Eduardo.Cesar. A.; JR., Salomão. C. Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. Capítulo 7. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536518374/pageid/133 2.3. MALVINO, Albert.; BATES, David. Eletrônica - V1. Grupo A, 2016. 9788580555776. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555776/. Acesso em: 01 nov. 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580555776/pageid/255 2.4. FRANCO, Sergio. Projetos de Circuitos Analógicos. Grupo A, 2016. 9788580555530. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555530/. Acesso em: 01 nov. 2021. Capítulo 2 em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580555530/pageid/110 2.5. Vídeo 08 – Funcionamento do Potenciômetro de minha autoria disponível em https://youtu.be/fv8n6u1-dt4 3. Material: EXISTENTE NO LABORATÓRIO AQUISIÇÃO 01 Fonte de alimentação DC variável 02 Transistor bipolar BC 337 ou similar 02 Multímetro digital (MD) 01 LDR 10 kΩ@10 lux ou similar Pares de pontas de prova banana-jacaré 01 Resistor de 1 kΩ ¼ W ou ½ W Pares de ponta de prova banana-banana 01 Resistor de 10 kΩ ¼ W ou ½ W Jumpers 01 Resistor de 680 Ω ¼ W ou ½ W 01 Potenciômetro linear 100 kΩ 02 Resistor de 51 Ω ou 4x100 Ω ¼ W ou ½ W 01 LED vermelho e respectivo datasheet 01 LED verde e respectivo datasheet 02 Diodo semicondutor família 1N4000 4. Recorte datasheet BC337 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580550504/pageid/198 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536518374/pageid/133 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580555776/pageid/255 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788580555530/pageid/110 https://youtu.be/fv8n6u1-dt4 Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 2/10 RotLAB07_TJBChave1 5. Teoria: 5.1. Curva característica de saída e regiões de operação TBJ SATURAÇÃO CORTE 5.2. TJB como chave eletrônica: Tabela 1: Formas de operação do TBJ Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 3/10 RotLAB07_TJBChave1 Região de Saturação: Junções BE e BC 🡺 diretamente polarizadas. O TJB conduz a maior corrente permissível. Isto ocorre quando há um acréscimo muito elevado de corrente na base. É necessário: * Haver corrente na base * VBE ≥ 0,7 V Como resultado: * Ic = Ic máxima ou de saturação * VCE ≈ 0 V a 0,3 V Figura 1- Comportamento e características elétricas do TBJ como chave eletrônica fechada ou na saturação. Região de Corte: Junções BE e BC 🡺inversamente polarizadas, quando a corrente de base sofre um decréscimo, chegando a um valor quase nulo, o TJB passa para a região de corte. Nesta região o TJB não conduz. É necessário: * Corrente de base ≈ 0 A * VBE < 0,7 V Como resultado: * Ic ≈ 0 A * VCE = Vcc Figura 2- Comportamento e características elétricas do TBJ como chave eletrônica aberta ou em corte. 5.3. Fotoresistor ou LDR – (Light Dependent Resistor ou Resistor Dependente de Luz): Aspecto, símbolo e curva característica está indicada na Figura 3. É um componente eletrônico que consiste numa substância sensível à luz (sulfeto de cádmio) que permite que sua resistência aumente ou diminua conforme a quantidade de luz que nela incide. Assim, quanto mais escuro estiver o ambiente onde se localiza o LDR, maior será a sua resistência elétrica. A sua especificação é dada por uma faixa de resistência a um iluminamento de 10 Lux. Observe o datasheet no link: Datasheet fotoresistor. OBS: CUIDADO AO MANUSEAR O LDR, os terminais são frágeis. Figura 3- Curva de resposta do LDR, seu símbolo e aspecto do componente. http://ronja.twibright.com/datasheets/cds-resistor-pgm.pdf http://ronja.twibright.com/datasheets/cds-resistor-pgm.pdf Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 4/10 RotLAB07_TJBChave1 6. Preparação: 6.1. Com o auxílio do multímetro digital (MD), função teste de semicondutor, identifique o tipo e os terminais do transistor. Modelo do TBJ BC-548 MULTÍMETRO DIGITAL terminal + Terminal - Leitura (mV) 1 2 680mV 1 3 1 2 1 677mV 2 3 1 3 1 1 3 2 1 Tabela 2: medidas nos terminais do TJB usando o MD função teste semicondutor. 6.2. Meça os resistores e anote os valores: R1k=995Ω R10k=9,92KΩ R470=455Ω 6.3. Usando a função teste semicondutor do MD, identifique os terminais do led: Vermelho Vj=1,8V Verde: Vj=2,2V 6.4. Meça com o MD, de modo empírico a resistência aproximada do LDR nas condições escuro e claro e em duas outras condições intermediárias. Essas 4 condições é alterando a luminosidade sobre o LDR. Desta forma coloque (a) o dedo sobre a região de incidência da luz no componente e meça com o MD a resistência elétrica. (b)Depois afaste o dedo uns 2 cm e meça novamente. (c)Retire o dedo e meça e por último (d) use a lanterna do celular para iluminar o LDR e meça: OBS: CUIDADO AO MANUSEAR O LDR, os terminais são frágeis. RLDR escuro= 20,5KΩ RLDR menos escuro1= 10KΩ RLDR menos escuro2= 1,7KΩ RLDR claro= 0,04KΩ Figura 4- Orientação para realizar a medida da resistência do LDR de forma empírica. (a) condição escuro (b) condição menos escuro 1 (c) condição menos escuro 2 (d) condição claro. ESBOÇO DO ENCAPSULAMENTO TJB (indique os terminais de E, B e C) (a) (b) (d) (c) Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 5/10 RotLAB07_TJBChave1 6.5. Plote os valores obtidos no gráfico RLDR = f (luz) 7. Execução Circuito 1: CIRCUITO SINALIZADOR DE FUSÍVEL QUEIMADO 1.1. Observe o circuito da Figura 5 e identifique o R1medicao e R2medicao. 1.2. Antes de ativar o circuito, confirme se a fonte variável Vcc está ajustada em zero V. 1.3. Aumente a tensão da fonte até o valor de 24 V. Figura 5- circuito 1: sinalizador fusível queimado. TJB polarização fixa. 1.4. Admitindo que o fusível esteja em bom estado realize as medidas abaixo: Vfonte= 24,1V VBE=0,76V VCE=0,033V VCB=-0,73V VR10k 23,2V VR680=20,4V VLED_verde=_2,8V VLED_vermelho=1,9V VD1=0,7V VD2=0,6V 1.5. Utilizando as relações matemáticas do TBJ e as leis de Kirchhof calcule: 1.5.1. IB =0,00232A Ic =0,31A IE =IC+IB = 0,31232A 1.5.2. VR1k + VCE + VLED =23,2 +0,033+ 1,9 =25,133V 1.5.3. VR10k + VBE = 23,2+ 0,76=23,96V Es cu ro _ M en o s es cu ro 1 _ M en o s es cu ro 2 _ C la ro _ Luz RLDR () Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica– Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 6/10 RotLAB07_TJBChave1 1.5.4. VBE + VCB = 0,76 +-0,73= 0,03V 1.5.5. =IC/IB =133,621 ALFA= IC/IE = 0,9926 = 1 1.5.6. Utilizando as relações matemáticas do TBJ e as leis de Kirchhof calcule: 1.5.7. IB =0,00232A Ic =0,31A IE =IC+IB = 0,31232A 1.5.8. VR1k + VCE + VLED =23,2 +0,033+ 1,9 =25,133V 1.5.9. VR10k + VBE = 23,2+ 0,76=23,96V 1.5.10. VBE + VCB = 0,76 +-0,73= 0,03V 1.5.11. =IC/IB =133,621 ALFA= IC/IE = 0,9926 = 1 1.5.12. Descreva o funcionamento do circuito para a chave “H” na posição = 2. Não vai passar corrente na base, a corrente toda vai para o R=1kΩ 1.5.13. Estabeleça um comparativo entre a operação do circuito com a chave na posição 1 e 2. A análise deve contemplar: polarização das junções BE e BC, níveis de tensão das tensões nos terminais do TJB, comportamento do led (aceso/apagado), valores das correntes, validade das relações matemáticas e das leis de Kirchhof, valor dos parâmetros e e outros elementos da prática que considere relevante na operação do circuito. A escrita das frases deve utilizar a linguagem técnica, com base na teoria e o mais detalhada possível. Na posição 1 da chave, a junção BE do TJB está diretamente polarizada, enquanto a junção BC está inversamente polarizada. Isso faz com que o TJB entre em modo ativo, permitindo que uma corrente de base (IB) flua para a base, o que resulta em um aumento correspondente da corrente de coletor (IC). O LED não conduz, pois não há tensão suficiente para polarizá-lo. Os níveis de tensão em cada terminal do TJB na posição 1 são: VBE=0,7V e VCB=-0,6V. A tensão no resistor de 10k (VR10k) é de 11,1V, enquanto a tensão no resistor de 1k (VR1k) é de 11,8V. Com essas informações, podemos calcular a corrente de base (IB) como sendo VR10k/10k = 0,00111A, e a corrente de coletor (IC) como VR1k/1k = 0,0118A. A corrente de emissor (IE) é a soma de IB e IC, o que resulta em 0,01291A. Na posição 2 da chave, a junção BE está inversamente polarizada e a junção BC está diretamente polarizada. Isso faz com que o TJB entre em modo corte, onde a corrente de coletor (IC) é zero. O LED é polarizado diretamente pela tensão VLED = 1,9V e começa a conduzir. Os níveis de tensão em cada terminal do TJB na posição 2 são: VBE=0V e VCB=2,2V. A tensão no resistor de 10k (VR10k) é de 0V, enquanto a tensão no resistor de 1k (VR1k) é de 9,9V. Com essas informações, podemos calcular a corrente de base (IB) como sendo zero (já que não há tensão aplicada à base), e a corrente de coletor (IC) como VR1k/1k = 0,0099A. A corrente de emissor (IE) é igual a IC, o que resulta em 0,0099A. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 7/10 RotLAB07_TJBChave1 Em ambas as posições da chave, as leis de Kirchhoff são validadas, e as relações matemáticas que descrevem a operação do circuito são aplicáveis. É importante notar que a operação do LED depende da tensão aplicada a ele e da polarização das junções PN dentro do TJB. Em resumo, a chave na posição 1 faz com que o TJB entre em modo ativo, permitindo a passagem de corrente de base e resultando em uma corrente de coletor correspondente. O LED não conduz, pois não há tensão suficiente para polarizá-lo. Na posição 2 da chave, o TJB entra em modo corte, e o LED é polarizado diretamente e começa a conduzir. A corrente de base é zero, e a corrente de coletor é limitada pela resistência do resistor de 1k. 2. Execução- Circuito 2: TJB EM PARALELO COM A CARGA ATIVADO POR CHAVE “H” 2.1. Monte o circuito Figura 6. Mantenha o uso da chave “H” e continue com o cuidado para manuseá-la. Figura 6- circuito 2: tjb polarização fixa, carga (Led) em paralelo. 2.2. Posição 1 Meça: Vcc=11,9V VBE=0,7V VCE=0V VCB=-0,6V VR10k 11,1V VR1k=11,8V VLED=0V 2.2.1. Calcule: IB =VR10K/10K=0,00111A Ic =VR1K/1000 =0,0118A IE =IC+IB = 0,01291A 2.3. Posição 2 (polaridade de VCB), meça: VBE=0V VCE=2,1V VCB=2,2V VR10k 0V VR1k=9,9V VLED=1,9V 2.3.1. Calcule : IB =0/10000=0 Ic =VR1K/1000= 0,0099A IE =IC + IB = 0,0099A 2.3.2. Estabeleça um comparativo entre a operação do circuito com a chave na posição 1 e 2. A análise deve contemplar: polarização das junções BE e BC, níveis de tensão das tensões nos terminais do TJB, comportamento do led (aceso/apagado), valores das correntes, validade das relações matemáticas e das leis de Kirchhof, valor dos parâmetros e e outros elementos da prática que considere relevante na operação do circuito. A escrita das frases deve utilizar a linguagem técnica, com base na teoria e o mais detalhada possível. Na posição 1 da chave, a junção BE do TJB está diretamente polarizada, enquanto a junção BC está inversamente polarizada. Isso faz com que o TJB entre em modo ativo, permitindo que uma corrente de base (IB) flua para a base, o que resulta em um aumento correspondente da corrente de coletor (IC). O LED não conduz, pois não há tensão suficiente para polarizá-lo. CHAVE “H” Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 8/10 RotLAB07_TJBChave1 Os níveis de tensão em cada terminal do TJB na posição 1 são: VBE=0,7V e VCB=-0,6V. A tensão no resistor de 10k (VR10k) é de 11,1V, enquanto a tensão no resistor de 1k (VR1k) é de 11,8V. Com essas informações, podemos calcular a corrente de base (IB) como sendo VR10k/10k = 0,00111A, e a corrente de coletor (IC) como VR1k/1k = 0,0118A. A corrente de emissor (IE) é a soma de IB e IC, o que resulta em 0,01291A. Na posição 2 da chave, a junção BE está inversamente polarizada e a junção BC está diretamente polarizada. Isso faz com que o TJB entre em modo corte, onde a corrente de coletor (IC) é zero. O LED é polarizado diretamente pela tensão VLED = 1,9V e começa a conduzir. Os níveis de tensão em cada terminal do TJB na posição 2 são: VBE=0V e VCB=2,2V. A tensão no resistor de 10k (VR10k) é de 0V, enquanto a tensão no resistor de 1k (VR1k) é de 9,9V. Com essas informações, podemos calcular a corrente de base (IB) como sendo zero (já que não há tensão aplicada à base), e a corrente de coletor (IC) como VR1k/1k = 0,0099A. A corrente de emissor (IE) é igual a IC, o que resulta em 0,0099A. Em ambas as posições da chave, as leis de Kirchhoff são validadas, e as relações matemáticas que descrevem a operação do circuito são aplicáveis. É importante notar que a operação do LED depende da tensão aplicada a ele e da polarização das junções PN dentro do TJB. 2.3.3. Qual é a diferença de operação entre os circuitos montados na Figura 5 e Figura 6? A resposta deve ser detalhada No circuito da Figura 5, R1medicao é o resistor de 1 kΩ em série com o fusível e R2medicao é o resistor de 100 Ω em paralelo com o LED indicador de fusível queimado. Ao aumentar a tensão da fonte até 24 V, o fusível do circuito deve queimar, o que leva a um aumento na queda de tensão através do resistor de 1 kΩ. Isso faz com que a tensão no terminal do LED indicador de fusível queimado caia abaixo do seu limiar de condução e o LED não acenda. Assim, o circuito sinaliza que um fusível queimou. No circuito da Figura 6, um transistor bipolar de junção (TBJ) é utilizado para acionar um LED em paralelo com a carga, ao invés de um LED indicador de fusível queimado. A chave "H" é usada para ativar o circuito. A diferença principal entre os dois circuitos é que o circuito da Figura 5 é um circuito sinalizador de fusível queimado, enquanto o circuito da Figura 6 é um circuito que utiliza um TBJ para ativar um LED em paralelo com a carga. No circuito da Figura 6, quando a chave "H" é fechada, uma corrente flui através do resistor de 1 kΩ edo TBJ. Isso causa um aumento na corrente de base do TBJ, que faz com que ele conduza e permita que uma corrente flua através do LED e da carga em paralelo. Assim, o LED acende e a carga é ativada. Quando a chave "H" é aberta, a corrente de base do TBJ cai para zero, o que faz com que o TBJ desligue e o LED se apague, desativando a carga. Em resumo, o circuito da Figura 5 sinaliza quando um fusível queima, enquanto o circuito da Figura 6 utiliza um TBJ para ativar um LED e uma carga em paralelo. 3. Execução- Circuito 3: TJB EM SÉRIE COM A CARGA ATIVADO POR LDR 3.1. Retorne para a montagem do circuito 1, porém a chave “H” deverá ser substituída pelo LDR. 3.2. Desenhe o circuito, incluindo o símbolo do LDR que pode ser consultado na Figura 3. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 9/10 RotLAB07_TJBChave1 3.3. Mantenha Vcc em 12 V. Emule o cenário 1 para a luminosidade do LDR como no item 5.4. 3.3.1. Como o led operou? Aceso ou apagado? APAGADO 3.3.2. Meça as seguintes grandezas: Vcc=11,9V VBE=0V VCE=2,1V VCB=2,2V VR10k 0V VLDR=0V VR1k=9,9V VLED=1,9V 3.4. Modifique a luminosidade do LDR para que se assemelhe ao do cenário 4 como no item 5.4. 3.4.1. Como o led operou? Aceso ou apagado ? ACESO, com menor luminosidade. 3.4.2. Meça as seguintes grandezas: Vcc=11,9V VBE=-0,36 VCE=1,1V VCB=0,8V VR10k 5,4V VLDR=5,8V VR1k=10,9V VLED=9,5V 3.5. Modifique a luminosidade do LDR para que se assemelhe ao do cenário 1 como no item 5.4. 3.5.1. Como o led operou? Aceso ou apagado? ACESO 3.5.2. Meça as seguintes grandezas: Vcc=_11,9V VBE=-0,71V VCE=0V VCB=-0,6V VR10k 11,1V VLDR=11,8V VR1k=11,8V VLED=0V 3.6. Qual foi o comportamento do circuito quando o circuito foi submetido a condição de LDR escuro (cenário 1- item 5.4)? Foi conforme o esperado? Justifique. Quando o circuito foi submetido à condição de LDR escuro (cenário 1), o LED permaneceu apagado, o que era esperado. Isso ocorre porque, quando o LDR está em baixa luminosidade, sua resistência aumenta, o que reduz a corrente que flui no circuito e, consequentemente, a corrente de base do TJB, não sendo suficiente para acioná-lo. Portanto, o comportamento do circuito foi conforme o esperado 3.7. Qual foi o comportamento do circuito quando o circuito foi submetido a condição de LDR claro (cenário 4- item 5.4)? Foi conforme o esperado? Justifique. Quando o circuito foi submetido à condição de LDR claro (cenário 4), o LED acendeu com menor luminosidade. Isso ocorre porque, quando o LDR está em alta luminosidade, sua resistência diminui, o que aumenta a corrente que flui no circuito e, consequentemente, a corrente de base do TJB, sendo suficiente para acioná-lo. Portanto, o comportamento do circuito foi conforme o esperado. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica – Engenharias Eletrônica 1 – ET74C – Laboratório APNP-Híbrido Prof.ª Elisabete N Moraes ENM 10/10 RotLAB07_TJBChave1 3.8. Caso o circuito não tenha funcionado conforme o esperado, tem alguma maneira para que possa ser modificado a ponto de vir a operar conforme o esperado, no carte e saturação? Caso o circuito não esteja operando conforme o esperado, pode-se modificar a resistência do resistor de base (R10k) ou da carga (R1k) para ajustar a corrente de base do TJB e, consequentemente, sua operação. Também pode-se alterar a tensão de alimentação (Vcc) para ajustar a tensão de polarização do circuito. No entanto, é importante lembrar que o TJB possui limitações em sua operação, como a necessidade de uma polarização adequada para evitar a saturação ou corte do transistor.