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ARTE: HQS
O que é História em Quadrinhos?
História em quadrinhos - ou HQ - é o nome dado à arte de narrar histórias através de desenhos e textos em sequência, normalmente na horizontal.
Essas histórias possuem os fundamentos básicos das narrativas: enredo, personagens, tempo, lugar e desfecho. No geral, apresentam linguagem verbal e não-verbal.
Os artistas utilizam diversos recursos gráficos nesse gênero textual para trazer o leitor para "dentro" da história contada.
Para comunicar as falas das personagens, por exemplo, são empregados balões com textos escritos. O formato desses balões também transmite intenções distintas.
Os diversos tipos de balões indicam diferentes intenções, como a fala, um pensamento ou um grito.
Por exemplo, balões com linhas contínuas sugerem uma fala em tom normal; os balões com linhas tracejadas indicam que a personagem está sussurrando; os balões em forma de nuvens apontam pensamentos; já os balões com traços pontiagudos exibem gritos.
Outro recurso bastante explorado são as onomatopeias, definidas como palavras que tentam reproduzir os sons. Exemplo: “cabrum”, como o som de trovão; “tic-tac”, como o som dos ponteiros do relógio, entre outros.
Também são exploradas as letras de tipos diferentes e sinais de pontuação, sempre buscando a interação com o leitor.
Os suportes mais usados para a publicação das histórias em quadrinhos são os jornais, as revistas e os gibis.
Origem das Histórias em Quadrinhos
A primeira história em quadrinhos com as características que conhecemos hoje foi publicada nos EUA em 1894 em uma revista chamada Truth. A autoria é do americano Richard Outcault. Meses mais tarde, o jornal New York World começou a publicá-la oficialmente.
Essa HQ intitulou-se “The Yellow Kid” e narrava as peripécias de uma criança que vivia nos guetos de Nova Iorque, sempre vestida com uma grande camisola amarela.
História em Quadrinhos no Brasil
No Brasil, a primeira revista em quadrinhos chamou-se O Tico-Tico e foi publicada em 1905 pelo periódico O Malho.
Foi também na década de 60 que surgiu a história em quadrinhos mais conhecida do Brasil, a Turma da Mônica, criada pelo paulistano Maurício de Souza. A revistinha fez tanto sucesso que hoje é publicada em mais 40 países e traduzida em 14 idiomas.
Evolução da personagem Mônica, de Maurício de Souza
ARTE: MÚSICA
A História da música é muito antiga, visto que desde os primórdios os homens produziam diversas formas de sonoridade.
Esse é um tipo de arte que trabalha com a harmonia entre os sons, o ritmo, a melodia, a voz.
Todos esses elementos são importantes e podem nos transportar para outro tempo e espaço, resgatar memórias e reacender emoções.
Veremos como essa linguagem artística caminhou durante os séculos até os nossos dias para adquirir as características que possui hoje no Ocidente.
Música na Pré-História
Pintura rupestre encontrada na Espanha exibe várias pessoas dançando, o que sugere a presença de música também
A humanidade possui uma relação longa com a música, sendo essa umas das formas de manifestação cultural mais antigas.
Ainda na pré-história, há mais de 50 mil anos, os seres humanos começaram a desenvolver ações sonoras baseadas na observação dos fenômenos da natureza.
Os ruídos das ondas quebrando na praia, os trovões, a comunicação entre os animais, o barulho do vento balançando as árvores, as batidas do coração; tudo isso influenciou as pessoas a também explorarem os sons que seus próprios corpos produziam. Como, por exemplo, os sons das palmas, dos pés batendo no chão, da própria voz, entre outros.
Nessa época, tais experimentações não eram consideradas arte propriamente e estavam relacionadas à comunicação, aos ritos sagrados e à dança.
A Evolução da Música
Música no Egito
Representação de músicos no Antigo Egito
No Egito Antigo, ainda em 4.000 a.C., a música era muito presente, configurando um importante elemento religioso. Os egípcios consideravam que essa forma de arte era uma invenção do deus Thoth e que outro deus, Osíris, a utilizou como uma maneira para civilizar o mundo.
A música era empregada para complementar os rituais sagrados em torno da agricultura, que era farta na região. Os instrumentos utilizados eram harpas, flautas, instrumentos de percussão e cítara - que é um instrumento de cordas derivado da lira.
Música na Grécia e em Roma
Representação de pessoa tocando instrumento na Grécia Antiga
Podemos observar que a cultura musical na Grécia Antiga funcionava como uma espécie de elo entre os homens e as divindades. Tanto que a palavra "música" provém do termo grego mousikē, que significa "a arte das musas". As musas eram as deusas que guiavam e inspiravam as ciências e as artes.
É importante ressaltar que Pitágoras, grande filósofo grego, foi o responsável por estabelecer relações entre a matemática e a música, descobrindo as notas e os intervalos musicais.
Sabe-se que na Roma Antiga, muitas manifestações artísticas foram heranças da cultura grega, como a pintura e a escultura. Supõe-se, dessa forma, que o mesmo ocorreu com a música. Entretanto, diferente dos gregos, os romanos usufruíam dessa arte de maneira mais ampla e cotidiana.
Música na Idade Média
Pintura exibindo cantores medievais
Durante a Idade Média a Igreja Católica esteve bastante presente na sociedade europeia e ditava a conduta moral, social, política e artística.
Naquela época, a música teve uma presença marcante nos cultos católicos. O Papa Gregório I - século VI - classificou e compilou as regras para o canto que deveria ser entoado nas cerimônias da Igreja e intitulou-o como canto gregoriano.
Outra expressão musical do período que merece destaque são as chamadas Cantigas de Santa Maria, que agregam 427 composições produzidas em galego-português e divididas em quatro manuscritos.
Uma importante compositora medieval foi Hidelgard Von Bingen, também conhecida como Sibila do Reino.
Música no Século XX
No século XX, a música ganha nova roupagem e uma grande transformação ocorre com o surgimento do rádio.
Novas tecnologias e suportes para a gravação e divulgação musical ajudam a popularizar essa linguagem artística e projetar cantores e compositores, já que eles não dependiam somente dos concertos musicais.
Com uma cartela de opções mais variadas, o público começa a ter contato com outros tipos de música.
É importante também destacar a presença da música atonal - ou seja, que não possui um centro tonal nem uma tonalidade preponderante. Há também a dodecafônica, que trata as doze notas da escala cromática como equivalentes.
Alguns artistas também passam a incorporar novos elementos em suas produções, como instrumentos até então pouco explorados e objetos sonoros.
Um exemplo é o multi-instrumentista brasileiro Hermeto Pascoal, que tira sons tanto de flautas e pianos como de objetos do cotidiano como chaleiras, pentes, copos d'água e brocas de dentistas. A compositora Adriana Calcanhoto também possui um projeto de música infantil que faz uso de diversos brinquedos para produzir suas composições.
Podemos citar como grandes nomes da música do século XX o brasileiro Heitor Villa-Lobos, o russo Igor Stravinsky, o nigeriano Fela Kuti, a pianista carioca Chiquinha Gonzaga, o norte-americano Louis Armstrong, a francesa Lili Boulanger, o argentino Astor Piazzolla, e muitos outros.
ARTE CÊNICA: TEATRO
Teatro é um termo de origem grega que designa simultaneamente o conjunto de peças dramáticas para apresentação em público e o edifício onde são apresentadas essas peças.
É uma forma de arte na qual um ou vários atores apresentam uma determinada história que desperta na plateia sentimentos variados.
Dá-se o nome de dramaturgia à arte de escrever peças de teatro, sendo o dramaturgo a pessoa responsável pela composição dos textos.
Existem muitos gêneros de teatro, dentre os quais destacam-se: auto, comédia, drama, fantoche, ópera, musical, revista, tragédia, tragicomédia.
Origem do teatro
A origem do teatro remonta ao homem primitivo e a todas as suas formas de rituais (associados à caça, colheita, morte, etc.), danças, imitações de animais,culto aos deuses e práticas lúdicas.
Acredita-se que a ideia de teatro tal como conhecemos hoje surgiu na Grécia Antiga, no século IV a.C. O termo grego “theatron” significa “lugar para ver”. No theatron eram realizadas cerimônias religiosas em honra a Dionísio, o deus grego do vinho. Na celebração da colheita de uvas (vindima) havia música, dança e apresentações do ditirambo.
O ditirambo era um hino cantado e representado por um coro fantasiado. O teatro passou a ser não só o local físico para onde o público se deslocava para ver as cerimônias como as próprias representações, que aos poucos foram adquirindo a forma teatral com a introdução de histórias sobre os grandes heróis gregos.
No Brasil, o teatro surgiu no século XVI através das composições teatrais escritas pelos padres Jesuítas nas ações de divulgação da fé religiosa entre os índios.
Só a partir do século XIX, com a chegada da corte portuguesa no Brasil, que a arte de representar começou a se desenvolver de forma mais intensa.
ARTE CINEMATOGRÁFICA
Principal elemento do cinema
Cinema consiste na arte de produzir obras estéticas, narrativas ou não, utilizando a técnica de projetar fotogramas de forma rápida e sucessiva, criando a impressão de movimento.
Um dos momentos mais importantes para o desenvolvimento das artes foi a invenção da fotografia, principalmente da fotografia animada. O cinema é possível graças à invenção do cinematógrafo criado pelos irmãos Lumière no final do século XIX. Esses foram os primeiros a conseguir passar um filme num ritmo constante por meio de uma película. A primeira apresentação de cinema aconteceu no Grand Café, em Paris, em 28 de dezembro de 1895. A apresentação foi composta por uma série de dez filmes, com duração de 40 a 50 segundos cada, uma vez que os rolos de película tinham quinze metros de comprimento.
A primeira sala construída especificamente para a projeção de filmes surgiu em Nova York, Estados Unidos, no ano de 1913. Com a Primeira Guerra Mundial, houve um declínio da produção européia, enquanto se assistia a ascensão dos filmes norte-americanos, com o estabelecimento do cinema espetáculo. Um grupo de produtores cinematográficos instalou-se em Hollywood, onde surgiu o templo do cinema.
O Oscar, troféu concedido anualmente às melhores produções de cinema, em 24 categorias, foi criado em 1927. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood (EUA) responsável por outorgá-lo, compõe-se de 5 mil membros, entre atores, atrizes, produtores, roteiristas, cenógrafos, diretores e fotógrafos.
O principal evento do cinema europeu é o Festival de Cannes, que acontece anualmente em maio, na França.
ARTE DE RUA
Arte de Rua ou Street Art é a expressão que se refere a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se das manifestações de caráter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo. A princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades.
Arte de rua não precisa de tempo, espaço, movimento cultural nem tão pouco de reconhecimento para acontecer, ela só precisa da rua. E assim ela acontece, nos lugares menos esperados, nos guetos, nos lixões, debaixo de pontes, em paredes estragadas e em lugares abandonados.
Essa expressão artística espalhada por todo o mundo, surgiu nos Estados Unidos, na década de 70, e possui um caráter dinâmico e efêmero, os quais podem ser imortalizadas pela fotografia.
No entanto, estudiosos afirmam que essa arte remonta períodos muito antigos, uma vez que os gregos e romanos já transmitiam mensagens pelas ruas da cidade bem como possuíam muitos artistas nos centros urbanos (música, teatro, dança).
A central proposição da arte urbana é justamente sair dos lugares ditos “consagrados”, ou seja, destinados à exposição e apresentações artísticas (equipamentos culturais: teatro, cinemas, bibliotecas, museus), para dar visibilidade a arte cotidiana, espalhada pelas ruas.
Os temas utilizados pelos artistas de rua são bem diversos, no entanto, muitos trabalhos estão pautados em críticas sociais, políticas e econômicas.
Importante analisar o crescimento da arte urbana nos últimos tempos, de forma que passa a ser vista como um “valor cultural” muito importante das minorias que vivem nos centros urbanos, e anseiam em mostrar sua arte.
Assim, essas manifestações populares permitem o encontro com a arte independente, apesar de muitos artistas de ruas, terem se consagrado mundialmente, reconhecidos pela mídia, indústria e diversos meios de comunicação em massa.
No Brasil, a arte de rua surge na década de 70, mais precisamente com as obras de grafite nas paredes da cidade de São Paulo.
Curiosamente surgiu numa época conturbada da história do país, com o advento da Ditadura Militar. Era uma arte marginalizada, entretanto, adquiriu posição de destaque no mercado de arte, com diversos artistas do país consagrados pelo mundo.
Ainda que o trabalho do artista de rua não seja reconhecido por muitos, importante destacar a importância e relevância do artista para a sociedade.
Exemplos de Arte de Rua – Arte Urbana
Diversas técnicas são utilizadas pelos artistas de rua, embora a intervenção “grafite” seja a mais associada ao tema de arte de rua.
Segue abaixo alguns exemplos de arte que encontra-se espalhadas pelas cidades:
Grafite: desenhos estilizados geralmente feitos com sprays nas paredes de edifícios, túneis, ruas. Há muitas técnicas de grafite e atualmente os trabalhos em 3D chamam a atenção dos críticos.
Estêncil: parecido com o grafite, esse tipo de técnica utiliza o papel recortado como molde e o spray para fixar as ilustrações e desenhos nas ruas, postes, paredes.
Poemas: qualquer tipo de manifestação literária que surge no ambiente urbano, seja nos bancos, paredes, postes.
Autocolantes e Colagem: chamado de “sticker art” (arte em adesivo), esse tipo de arte utiliza a aplicação de adesivos pela cidade.
Cartazes: Muito comum esse tipo de intervenção urbana, também chamada de “cartazes lambe-lambe”, donde se fixam cartazes (papel e cola) pela cidade, sejam em postes, praças, edifícios, feitos manualmente ou impressos.
Estátuas Vivas: muito encontrado nas grandes cidades como forma de entretenimento turístico, as estátuas vivas realizam um importante trabalho com o corpo, os quais permanecem estáticos durante longo tempo, realizando pequenos movimentos. Geralmente estão pintados e caracterizados.
Apresentações: essas apresentações de rua podem ser de caráter teatral, musical, circense (malabaristas, palhaços, etc.), sendo trabalhos solos ou em grupos.
Instalações: são inúmeros tipos de instalações artísticas como exemplos de arte de rua, sejam objetos, materiais distintos, com o intuito de provocar uma mudança no cenário já existente.
ARTES PLÁSTICAS
As artes plásticas são manifestações do ser humano que refletem, com recursos plásticos, o produto da sua imaginação ou da sua visão da realidade. Este ramo artístico abrange trabalhos das áreas da pintura, da escultura e da arquitetura, entre outras.
O primeiro passo no trabalho de um artista plástico, por hábito, consiste na realização de um croquis, que implica o desenvolvimento de um desenho rápido de tipo rascunho, sem instrumentos nem dispositivos geométricos. Outra tarefa das etapas iniciais é a elaboração de um esboço ou ensaio.
As artes plásticas materializam uma representação da realidade ou uma visão imaginária. O processo de criação contempla a procura de materiais e técnicas que permitam ao artista que a sua intenção seja fielmente refletida na sua obra.
Entre os diversos critérios que se deve respeitar na criação ou contemplação de uma obra plástica, há que referir a relação entre a figura e o fundo, as proporções, o movimento e os planos.
Uma das artes plásticas mais reconhecidas é a pintura. Esta arte consiste em usar pigmentos e outras substâncias para obter uma representação gráfica sobre uma tela ou um material semelhante.
A escultura é a arte de esculpir ou modelar o talhado de diversosmateriais, como a pedra, a madeira ou o barro. Essas obras são peças tridimensionais dedicadas a todo o tipo de figuras.
Índice de tópicos
São os museus os responsáveis por cuidar das obras de artes antigas, as armazenando de forma segura e também, quando necessário, realizando restauros nessas obras. E assim eles cuidam dessas obras que são consideradas como heranças artísticas.
E os museus são os responsáveis também por apresentar essas obras das artes plásticas ao público, sejam essas obras esculturas, quadros, etc.
Também se consideram como produtos das artes plásticas as obras do artesanato e as artes gráficas.
O artista plástico é alguém de suma importância para a história.
Conta-se que as artes plásticas seguem a evolução da humanidade, sendo que as mesmas estariam presentes desde a pré-história, essas primeiras obras seriam as pinturas rupestres que datam de 30.000 a.C. a 12.000 a.C.
Mas as primeiras obras das quais se tem data constam no período paleolítico, sendo que as mais antigas obras que se encontrou foram pequenas estátuas que representavam seres humanos, como é o caso da Vênus de Willendorf, que teria sido criada em 25.000 a.C.).
No Brasil, há registros dessas que seriam as primeiras artes plásticas feitas pelos humanos, localizando-se na Serra de Capivara, no estado do Piauí.
Enquanto isso, no Antigo Egito, as artes plásticas e os produtos dela resultantes possuem uma ligação forte com a religiosidade, assim como com a morte também. E isso se deve ao fato dos egípcios terem uma crença muito forte sobre essas questões. Com isso, eles criaram representações de faraós, de animais, deuses, etc.
O artista plástico
Um artista plástico é alguém que se especializou na criação de obras de artes com o uso de diferentes técnicas, onde ele conhece ainda distintos materiais que serão usados para a criação dessas. E esse profissional pode tanto trabalhar na criação de obras de artes como pode também atuar no setor educacional.
Cabe a ele também realizar pesquisas, orientar, fazer críticas, entre outras coisas. E para se tornar um artista plástico há que se realizar uma faculdade de artes plásticas ou artes visuais. Com sua formação, ele pode atuar como ilustrador, designer gráfico, fotógrafo, diretor de arte, curador, entre outras funções relacionadas a arte.
Não existem limites para a imaginação do artista plástico, que é alguém de suma importância para a história, posto que esse traz uma expressão que se alinha com a época vivida por ele, sendo que a arte ajuda a compreender aspectos de diferentes épocas.
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ARTE: HQS
 
O que é História em Quadrinhos?
 
História em quadrinhos 
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ou HQ 
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é o nome dado à arte de narrar histórias através de desenhos e 
textos em sequência, normalmente na horizontal.
 
Essas histórias possuem os fundamentos básicos das narrativas: 
enredo, personagens, tempo, lugar 
e desfecho. No geral, apresentam
 
linguagem verbal e não
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verbal
.
 
Os artistas utilizam diversos recursos gráficos nesse gênero textual para trazer
 
o leitor para 
"dentro" da história contada.
 
Para comunicar as falas das personagens, por exemplo, são empregados balões com textos escritos. 
O formato desses balões também transmite intenções distintas.
 
Os diversos tipos de balões indicam diferentes inte
nções, como a fala, um pensamento ou um grito.
 
Por exemplo,
 
balões com linhas contínuas
 
sugerem uma fala em tom normal; os
 
balões com 
linhas tracejadas
 
indicam que a personagem está sussurrando; os
 
balões em forma de 
nuvens
 
apontam pensamentos; já os
 
balõe
s com traços pontiagudos
 
exibem gritos
.
 
Outro recurso bastante explorado são as
 
onomatopeias
, definidas como palavras que tentam 
reproduzir os sons. Exemplo: “cabrum”, como o som de trovão; “tic
-
tac”, como o som dos 
ponteiros do relógio, entre outros.
 
Tamb
ém são exploradas as letras de tipos diferentes e sinais de pontuação, sempre buscando a 
interação com o leitor.
 
Os suportes mais usados para a publicação das histórias em quadrinhos são os jornais, as revistas 
e os gibis.
 
Origem das Histórias em Quadrinho
s
 
A primeira história em quadrinhos com as características que conhecemos hoje foi publicada nos EUA 
em 1894 em uma revista chamada
 
Truth.
 
A autoria é do americano Richard Outcault. Meses mais tarde, 
o jornal
 
New York World
 
começou a publicá
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la oficialment
e.
 
Essa HQ intitulou
-
se
 
“The Yellow Kid”
 
e narrava as peripécias de uma criança que vivia nos guetos de 
Nova Iorque, sempre vestida com uma grande camisola amarela.
 
História em Quadrinhos no Brasil
 
No Brasil, a primeira revista em quadrinhos chamou
-
se
 
O 
Tico
-
Tico
 
e foi publicada em 1905 pelo 
periódico
 
O Malho.
 
ARTE: HQS 
O que é História em Quadrinhos? 
História em quadrinhos - ou HQ - é o nome dado à arte de narrar histórias através de desenhos e 
textos em sequência, normalmente na horizontal. 
Essas histórias possuem os fundamentos básicos das narrativas: enredo, personagens, tempo, lugar 
e desfecho. No geral, apresentam linguagem verbal e não-verbal. 
Os artistas utilizam diversos recursos gráficos nesse gênero textual para trazer o leitor para 
"dentro" da história contada. 
Para comunicar as falas das personagens, por exemplo, são empregados balões com textos escritos. 
O formato desses balões também transmite intenções distintas. 
Os diversos tipos de balões indicam diferentes intenções, como a fala, um pensamento ou um grito. 
Por exemplo, balões com linhas contínuas sugerem uma fala em tom normal; os balões com 
linhas tracejadas indicam que a personagem está sussurrando; os balões em forma de 
nuvens apontam pensamentos; já os balões com traços pontiagudos exibem gritos. 
Outro recurso bastante explorado são as onomatopeias, definidas como palavras que tentam 
reproduzir os sons. Exemplo: “cabrum”, como o som de trovão; “tic-tac”, como o som dos 
ponteiros do relógio, entre outros. 
Também são exploradas as letras de tipos diferentes e sinais de pontuação, sempre buscando a 
interação com o leitor. 
Os suportes mais usados para a publicação das histórias em quadrinhos são os jornais, as revistas 
e os gibis. 
Origem das Histórias em Quadrinhos 
A primeira história em quadrinhos com as características que conhecemos hoje foi publicada nos EUA 
em 1894 em uma revista chamada Truth. A autoria é do americano Richard Outcault. Meses mais tarde, 
o jornal New York World começou a publicá-la oficialmente. 
Essa HQ intitulou-se “The Yellow Kid” e narrava as peripécias de uma criança que vivia nos guetos de 
Nova Iorque, sempre vestida com uma grande camisola amarela. 
História em Quadrinhos no Brasil 
No Brasil, a primeira revista em quadrinhos chamou-se O Tico-Tico e foi publicada em 1905 pelo 
periódico O Malho.

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