Prévia do material em texto
Equipe: LM FRANK SIMÕES CARTILHA ORDEM UNIDA CIVISMO Sumario 1. Civismo 1.1- O que é civismo ? .................................................................................................................2 1.2 - Planejamento cívico e itens necessários........................................................................2 2. Bandeiras 2.1- Hasteamento e arriamento ....................................................................................................3 2.2 - Pelotão de ideais .................................................................................................................3 2.3 - Uso das bandeiras .................................................................................................................4 2.4 - Dobrando as bandeiras corretamente ...................................................................................5 3. Ordem unida 3.1 - Conhecimento histórico ........................................................................................................6 3.2 - Conhecimento teórico ..........................................................................................................6 3.3 - Conhecimento prático..........................................................................................................8 4. Uniforme 4.1 Regulamento de uniformes dos desbravadores – RUD .........................................................17 5. Cerimônias 5.1 Conceito ...............................................................................................................................22 5.2 Tipos de cerimônias ..............................................................................................................22 5.3 Orientações para as cerimônias ............................................................................................23 5.4 Sugestões para a ornamentação das cerimônias ..................................................................23. 6. REFERÊNCIAIS _____________________________________________________ _____________23 ANEXO ____________________________________________________________________ 24 Ficha de avaliação da ordem unida 2 1. CIVISMO 1.1 O QUE É CIVISMO? O termo civismo, refere-se mais especificamente às atitudes e comportamentos que no dia-a- dia manifestam os diferentes cidadãos na defesa de certos valores e práticas assumidas como fundamentais para uma vida coletiva de modo a preservar a sua harmonia e melhorar o bem estar de todos o seus membros. Mais especificamente, o civismo consiste na dedicação pelo interesse público e também pela política de um país, fidelidade, paz ou honra em relação à pátria; patriotismo. As questões do civismo, centram-se sobretudo ao nível das práticas quotidianas, nomeadamente na forma como os cidadãos contribuem ou não para melhorar o bem estar coletivo. O civismo é composto por três dimensões: Ética, normativa e identitária. Dimensão Ética. A atitude cívica é inseparável da ética, isto é, de uma ação norteada por princípios que livremente o individuo escolheu para se relacionar com os outros. "Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti", é não apenas um princípio ético universal, mas também um princípio cívico. Não devo colocar o lixo à porta do meu vizinho, porque não gostaria que ele me fizesse a mim". Dimensão normativa. Um comportamento cívico é frequentemente encarado como o respeito por um conjunto de regras de convivência que estão definidas na Lei, em posturas municipais, etc. Estas prescrições, fruto de consensos coletivos, mais não visam do que integrar os indivíduos numa organização social e evitar a conflitualidade nas suas relações. A exigência do cumprimento destas normas seria, por outro lado, uma forma excelente para a aquisição de bons hábitos cívicos. Dimensão Identitária. As sociedades, como as cidades são anteriores aos próprios indivíduos que as constituem. Tem memórias, valores e heranças patrimoniais que importam preservar, sob pena de perderem aquilo que as diferencia e individualiza como tais. O civismo é em última instância uma atitude de defesa da própria cidade e da cultura que a mesma possui. 1.1 Planejamento e itens necessários Pontos importantes que devo saber, para realizar um boa abertura de domingo em seu clube de Desbravadores. Unidade unidade unidade unidade unidade Cada unidade será responsável pelo hasteamento e arriamento das bandeiras. https://pt.wikipedia.org/wiki/Interesse_p%C3%BAblico https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs https://pt.wikipedia.org/wiki/Fidelidade https://pt.wikipedia.org/wiki/Honra https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1tria https://pt.wikipedia.org/wiki/Patriotismo 3 2. BANDEIRA 2.1 HASTEAMENTO E ARRIAMENTO Em seguida, após todas as bandeiras hasteadas, canta-se o hino dos Desbravadores. O pelotão de porta-bandeiras pode se retirar e entrar em forma. (MACD. Pág. 129) Há uma ordem para os ideais e uma quantidade especifica? Um segundo pelotão, formado por oito Desbravadores, deve se posicionar à frente do Clube, formando uma fileira. Eles deverão dirigir o momento dos ideais, na seguinte ordem, da direita para a esquerda: Voto, Lei, Alvo, Lema, Objetivo, Propósito e Voto de fidelidade à Bíblia. O último Desbravador faz a oração. (MACD. Pág.129) Sobre o Ideal de Proposito temos uma N.E. – que fala sobre isso O propósito não faz parte dos ideais dos desbravadores. Ele pertence ao ministério jovem. Assim sendo, os ideais dos desbravadores são: Voto, Lei, Alvo, Lema, Objetivo e Voto de fidelidade à Bíblia. Dessa forma, retificamos o manual administrativo do clube de desbravadores, p.25 no eu se refere aos ideais. 2.2 PELOTÃO DOS IDEAIS Ordem para os ideais e uma quantidade especifica Voto Lei Alvo Lema Objetivo voto de fidelidade a bíblia oração Recomendação do manual administrativo Devemos recitar por repetição os ideais Cada Desbravador que está a frente para dirigir o momento dos ideais, deve anunciar o ideal, em seguida todos os presentes recitam juntos. Exemplo: Fulano diz “lei”; em seguida todos recitam “a lei do Desbravador ordena-me... No caso do Voto e do Voto de fidelidade à Bíblia, é necessário fazer uma posição especial, conforme estabelece o Regulamento de Uniformes do Ministério de Desbravadores. (MACD Pág. 129). Os Desbravadores que hastearão as bandeiras devem se posicionar de frente ao Clube e as bandeiras devem ser hasteadas enquanto se canta o hino nacional. Elas devem atingir o topo em ordem de importância, devendo coincidir com o término do hino. Em hipótese nenhuma deve haver hasteamento sem a bandeira nacional. (MACD. Pág. 129) 4 2.3 USO DAS BANDEIRAS MACD – PÁG. 127, 129. Exemplo 1: Brasil, do Estado e dos Desbravadores. Logo em seguida, entra o pelotão de bandeiras para o hasteamento. O número de membros desse pelotão deve ser compatível com o número de bandeiras (dois Desbravadores por bandeira). A disposição das bandeiras é um item importantíssimo e que muitos acabam confundindo. Mas não tem segredo: quando em número ímpar, a bandeira Nacional deve ser a do centro e as demais dispostas em ordem de importância, alternadamente à direita e à esquerda da bandeira Nacional, ou seja, à esquerda e à direita de quem olha. Vejam o exemplo a seguir, com as bandeiras do Brasil, do Estado e dos Desbravadores. Exemplo 2: Brasil, do Estado, Desbravadores e do Clube. Dispositivo das bandeiras- MACD – PÁG. 128 Desbravadores - Brasil Desbravadores - Brasil - Estado Clube Local - Brasil – Estado No calendário anual, destacaram-se duas. Distendida e sem mastro Destacadas à frente de outras bandeiras em desfiles 1 – Bandeiras do Brasil 2 – Bandeiras do Estado 3 – Bandeira do Município 1 – Bandeira do Brasil 2 – Bandeira do Estado 3 – Bandeira do Município 4 – Bandeira dos Desbravadores 5 – Bandeira do Clube Local 5 1 – Conduzir em Desfile 2 – Posição de Descansar 3 – Ombro Armas 4 – Em Continência Cenário 4 – Duas bandeiras: letra (A) – a Bandeira de Pernambuco (estado), à esquerda da Bandeira Nacional. Ou apenas ela aberta (distendida), centralizada e acima da “autoridade” centralizada à mesa. Cenário 5 – Poderá ser utilizada em estabelecimentos educacionais; escritórios; reuniões científicas. Cenário 6: à direita da tribuna ou púlpito. Cenário 7: Bandeiras à direita da mesa diretiva. Cenário 8: na parte posterior da mesa diretiva. A Bandeira Nacional não poderá ser encoberta, mesmo que parcialmente, por qualquer componente da mesa de trabalho. 2.4 Dobrando as bandeiras corretamente. - MACD – PÁG. 130 As bandeiras devem ser dobradas da seguinte maneira: segurar a bandeira com o avesso para cima. Em seguida, dobrar a bandeira ao meio, de forma que a parte inferior da bandeira fique por cima. Depois, dobrar ao meio novamente, agora a parte superior da bandeira ficará por cima. Essa parte de cima não pode mais ser sobreposta e ela deve ser dobrada em três, por baixo. Confiram o modelo: 1 – Conduzir em Desfile 2 – Posição de Descansar 3 – Ombro Armas 4 – Em Continência 6 1º passo 2º passo 3º passo 4º passo 5º passo 6º passo 7º passo 8º passo 3. ORDEM UNIDA 3.1 CONHECIMENTO HISTÓRICO Desde o início dos tempos, quando o homem se preparava para combater, ainda com armas rústicas e formações incipientes, já estava presente a ordem unida disciplinando homens e padronizando procedimentos, movimentos e formas de combate. Nesse sentido, Frederico II, Rei da Prússia, governante do século XVIII, dava grande importância à Ordem Unida e determinava que diariamente seus súditos executassem movimentos a pé firme e em marcha com a finalidade de desenvolver, principalmente, a disciplina e o espírito de corpo, pois dizia que: “A prosperidade de um Estado tem por base a disciplina dos seus Exércitos". O Exército Brasileiro, historicamente, teve seus primeiros movimentos de ordem unida herdados do Exército Português. Além disso, sofreu, também, duas grandes influências, no início do século passado - a germânica, antes da 1ª Guerra Mundial, com a Missão Militar de Instrução de brasileiros na Alemanha; e a francesa, no início dos anos 20, com a participação de militares daquele país em missão no Brasil. Como exemplo dessa influência, pode-se citar o apresentar armas com espada, que se identifica com o juramento feito pelos militares gauleses. O 1º tempo, com a espada na vertical e com o copo na altura da boca, significava o juramento pela própria Honra, no 2º tempo, o juramento por Deus, apontando para o céu, e no 3º tempo, o juramento pela Pátria, apontando a espada para o solo. (BRASIL, 2000, p.1.1) Por ocasião da criação do Ministério da Aeronáutica, a Força Aérea Brasileira, oriunda da junção da Aviação Militar (Exército) e Aviação Naval (Marinha) absorveu pessoal, aeronaves, instalações e outros equipamentos. Além disso, inicialmente, os regulamentos e manuais também foram incorporados ao novo Ministério recém-criado, abrangendo também a instrução de Ordem Unida. 3.2 CONHECIMENTO TEÓRICO A ordem unida (OUn) se caracteriza por uma disposição individual e consciente, altamente motivada para a obtenção de determinados padrões de uniformidade, de sincronização e de garbo militar. Deve ser considerada, por todos os participantes – instrutores e instruendos, comandantes e executantes – como um significativo esforço para demonstrar a própria disciplina militar, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente entre militares, em vista da necessidade de eficiência na guerra. 7 Objetivos da ordem unida A ordem unida tem por objetivos os aspectos abaixo elencados: a) proporcionar aos militares e às unidades, os meios de se apresentarem e se deslocarem ordenados, em circunstâncias estranhas ao combate; b) desenvolver o sentimento de coesão e os reflexos de obediência, preponderantes na formação do militar; c) construir uma verdadeira escola de disciplina; d) treinar oficiais e graduados no comando da tropa; e) permitir que a tropa apareça em público ou nos simples deslocamentos de serviço com aspecto marcial e enérgico; f) demonstrar que as atitudes individuais devem subordinar-se à missão do conjunto e à tarefa do grupo. ORDEM UNIDA E DISCIPLINA A disciplina é a força principal da tropa. No sentido militar, é a rigorosa observância e o acatamento integral e voluntário das leis e ordens emanadas de uma autoridade, resultante de uma educação apropriada. A disciplina militar é, pois, a obediência pronta, espontânea e entusiástica às ordens do superior. Sua base é a subordinação voluntária do indivíduo ao objetivo do grupo do qual faz parte. É a força aglutinadora dos membros de uma unidade, perdurando até mesmo depois que o superior haja tombado ou que todo vestígio de autoridade haja desaparecido. Em suma, é o espírito da unidade militar. Por mais que evoluam a arte da guerra, a tecnologia das armas e a sofisticação dos equipamentos, a eficácia de uma força armada dependerá, cada vez mais, de seus recursos humanos. Portanto, militares adestrados, motivados e bem disciplinados continuarão sendo o fator determinante para a vitória no combate. Desta forma, não se deve esquecer que o objetivo único da instrução militar é a eficácia no combate, e que, sem disciplina, uma unidade militar é incapaz de um esforço organizado e duradouro. Quando ela existe, evidencia-se a verdadeira camaradagem, que permite ao indivíduo esquecer a si próprio e atuar unicamente pelo interesse do grupo ou da coletividade a que pertence. Exercícios que exijam exatidão e coordenação mental e física ajudam a desenvolver a disciplina. Para desenvolvê-la no militar é fundamental a prática dos exercícios de ordem unida. Estes exercícios criam reflexos de obediência e estimulam os sentimentos de união da corporação de tal modo que toda a unidade se impulsiona conjuntamente, como se fosse um só militar. Portanto, a ordem unida não tem somente por finalidade fazer com que a tropa se apresente em público com aspecto marcial e enérgico, despertando entusiasmo e civismo nos espectadores, mas, principalmente, construir uma verdadeira escola de disciplina e coesão. A experiência tem revelado que, em circunstâncias críticas, as tropas que melhor se portaram foram as que sempre se destacaram na ordem unida. Esta concorre, em resumo, para a formação moral do militar, não devendo ser observada apenas como uma prática voltada para o campo psicomotor. Deve ser ministrada com esmero e dedicação, sendo justo atribuirlhe alta prioridade entre os demais assuntos de instrução. ORDEM UNIDA E LIDERANÇA Os exercícios de ordem unida constituem um dos meios mais eficientes para se alcançar aquilo que, em suma, consubstancia o exercício da liderança - a interação necessária entre o chefe e seus subordinados. Além disso, é a forma mais elementar de iniciação do militar na prática da liderança, pois é na ordem unida, que se revelam e se desenvolvem as qualidades do líderao experimentar a sensação de ter um grupo de militares obedecendo aos seus comandos. 8 Deve ser considerada também, como uma excelente ferramenta para desenvolver sua autoconfiança e a consciência de sua responsabilidade sobre aqueles que obedecem aos seus comandos. Os exercícios de ordem unida despertam no líder o apreço às ações bem executadas e ao exame dos pormenores. Propiciam-lhe, ainda, o desenvolvimento de sua capacidade de observar e de estimular a tropa. Através da OUn, a tropa evidencia, claramente, os seguintes aspectos ligados a sua eficiência: a) moral - pela superação das dificuldades e determinação em atender aos comandos, apesar de necessidade do esforço físico; b) disciplina - pela presteza e atenção com que obedece aos comandos; c) espírito de corpo – pela boa apresentação coletiva e pela uniformidade na prática de exercícios que exigem execução coletiva; d) proficiência – pela exatidão nas execuções. A OUn é, em suma, uma atividade de instrução militar ligada, indissoluvelmente, à prática da liderança e à criação de reflexos da disciplina. FASES DA INSTRUÇÃO A instrução de ordem unida deverá ser dividida em duas fases: Teórica e Prática. FASE TEÓRICA Deverá ser ministrada anteriormente à fase prática, preferencialmente em sala de aula, com auxílio de recursos audiovisuais, tendo por finalidade transmitir os objetivos da instrução, a fim de conscientizar os instruendos sobre a importância do assunto e de apresentar as nomenclaturas, os meios de comando e os termos militares empregados na ordem unida. FASE PRÁTICA Deverá ser ministrada de acordo com os métodos e processos de instrução contidos no item 4, após a instrução teórica, subdividindo-se em: a) individual – o instrutor deve, inicialmente, explicar as características do movimento ou da posição a ser adotada, demonstrar a partir de um auxiliar os detalhes abordados (poderá ser dividido em tempos para facilitar o entendimento) e ao final do processo, permitir que o instruendo pratique individualmente, preparando-se para tomar parte nos exercícios de instrução coletiva; b) coletiva – deverão ser abordados somente os assuntos que foram praticados individualmente. Caso o grupamento seja maior que um Elemento (30 militares), deverá ser dividido em turmas de instrução menores, tendo a preocupação de reunir todo o efetivo nos últimos 15 minutos de instrução para garantir a correta execução dos tempos e movimentos praticados. 3.3 CONHECIMENTO PRÁTICO 9 10 11 12 13 14 COMANDOS E MEIOS DE COMANDO Na ordem unida, o comandante poderá empregar a voz, o gesto, a corneta (clarim) e/ou apito para manejo da tropa, conforme sua vontade. VOZES DE COMANDO É a maneira padronizada como o comandante de uma fração exprime verbalmente a sua vontade. A voz constitui o meio de comando mais empregado na ordem unida. Deve ser usada sempre que possível, pois permite execução simultânea e é de fácil entendimento. Para uma melhor compreensão e, consequentemente, melhor execução dos movimentos comandados, o comandante não deverá emitir uma nova ordem antes que a tropa tenha executado a anterior. As vozes de comando constam geralmente de: Voz de advertência É um alerta que se dá à tropa, prevenindo-a para o comando que será enunciado. Exemplo: “PELOTÃO!”. Para uma sequência de comandos, a voz de advertência é dada somente antes do primeiro comando. Exemplo: “PELOTÃO! - SENTIDO! OMBRO-BANDEIRIM! - APRESENTAR- BANDEIRIM! - OLHAR A DIREITA! - OLHAR EM FRENTE!”. Voz de execução Tem por finalidade determinar o exato momento em que o movimento deve começar ou cessar, devendo ser curta, viva, enérgica e segura. Tem de ser mais breve que o comando propriamente dito e mais incisiva, como se segue: a) quando a voz de execução for constituída por uma palavra oxítona (que tem a tônica na última sílaba), é aconselhável um certo alongamento na enunciação da(s) sílaba(s) inicial(ais), seguido de uma enérgica emissão de sílaba tônica. Exemplo: “VOLLL-VER!”; b) quando, porém, a tônica da voz de execução cair na penúltima sílaba, é imprescindível destacar esta tonicidade com precisão. Nestes casos, a sílaba final praticamente não se pronuncia. Exemplos: “MARRR-che!”, “EM FRENNN-te!”, “PASSS-so!”; c) as vozes de comando devem ser claras, enérgicas e de intensidade proporcional ao efetivo dos executantes. Uma voz de comando emitida com indiferença só poderá ter como resultado uma execução displicente; d) o instrutor deverá emitir as vozes de comando na posição de “Sentido”, com a frente voltada para o pelotão, de um local em que possa ser visto e ouvido claramente por todos. Nos desfiles à frente do pelotão, deverá emitir as vozes de comando com a face voltada para o lado oposto àquele em que estiver a autoridade (ou o símbolo). e) as vozes de comando devem ser rigorosamente padronizadas, para que a execução seja sempre uniforme. Para isso, é necessário que os instrutores de ordem unida as pratiquem individualmente, antes de comandarem uma tropa. Por vezes o comando propriamente dito funcionará também como voz de execução. Nesses casos, o comandante deve agir da seguinte forma: a) é aconselhável um certo alongamento na enunciação da sílaba anterior, seguido de uma enérgica emissão de sílaba tônica. Exemplos: “PERRRFILAR!” – “COOO-BRIR!” – “SEEEN-TI-DO!” – “DES- CANNN-SAR!”; b) quando a tônica coincidir com a primeira sílaba, não se deve alongá-la. Exemplo: “AL-TO!”. 15 COMANDOS POR GESTOS Os comandos por gestos substituirão as vozes de comando quando a distância, o ruído ou quaisquer outras circunstâncias não permitirem que o comandante se faça ouvir. Os comandos por gestos convencionais para tropa a pé são os seguintes: ATENÇÃO: Levantar o braço direito na vertical, mão espalmada, palma da mão voltada para a frente. Todos os gestos de comando devem ser precedidos por este. Após o elemento a quem se destina a ordem acusar estar atento, levantando também o braço direito até a posição vertical, o comandante da fração abaixa o braço e inicia a transmissão da ordem. ALTO: Colocar a mão direita espalmada, dedos unidos, à altura do ombro com a palma para frente; em seguida, estender o braço de forma vívida na vertical. DIMINUIR O PASSO: Da posição de “Atenção”, abaixar lateralmente o braço direito estendido (palma da mão voltada para o solo) até o prolongamento da linha dos ombros e então, oscilálo para cima e para baixo. 16 APRESSAR O PASSO (ACELERADO): Da posição de “Atenção”, cerrar o punho, abaixar até a altura do ombro e erguer novamente até a posição inicial, várias vezes na verticalmente. DIREÇÃO À ESQUERDA (DIREITA) : Da posição de “Atenção”, abaixar o braço direito à frente do corpo até a altura do ombro e fazê- lo girar lentamente para a esquerda (direita), acompanhando o próprio movimento do corpo na conversão. Quando já estiver na direção desejada, elevar então de forma vívida o braço e estendê-lo na direção definitiva. REUNIR: Da posição de “Atenção”, com o braço direito, mão espalmada, descrever círculos horizontais acima da cabeça. 17 COLUNA POR UM (OU POR Nº): Da posição de “Atenção”, fechar a mão, conservando a quantidade de dedos necessários para indicar o número correspondente que se quer de colunas. EMPREGO DO APITO Os comandos por meio de apito serão dados mediante o emprego de silvos longos e curtos. Os silvoslongos serão dados como advertência e os curtos, como execução. Precedendo os comandos, os militares deverão ser alertados sobre quais os movimentos e posições que serão executados. Para cada movimento ou posição, deverá ser dado um silvo longo, como advertência, e um ou mais silvos breves, conforme padronizado pelo instrutor. EXECUÇÃO POR TEMPOS Para fins de instrução, alguns movimentos poderão ser subdivididos e executados em partes ou tempos. Neste caso, o instrutor deverá emitir sua voz de comando da seguinte forma: “ATENÇÃO, PELOTÃO ALFA, POR TEMPOS! - PARA O ESQUERDA, VOLVER, TEMPO UM!” - “TEMPO DOIS!” etc. O comando “TEMPO (n°)!” funcionará como voz de execução. Os movimentos continuarão a ser executados por tempos, até que seja dado um comando precedido por uma palavra de advertência. 4. UNIFORME 4.1 REGULAMENTO DE UNIFORMES DOS DESBRAVADORES – RUD NORMAS E PROCEDIMENTOS ORIENTAÇÕES GERAIS Este manual revoga todos os regulamentos anteriores a sua publicação Os casos Omissos e interpretações deste Regulamento de Uniformes serão solucionadas pela DSA. É obrigação de todos estarem atentos as alterações das Orientações do Ministério de Desbravadores – OMD’s e Notas Explicativas. REGRAS DE USO DO UNIFORME O uso correto do uniforme é fator primordial na boa apresentação individual e coletiva, contribuindo para o fortalecimento da disciplina e o bom conceito do Clube perante a opinião publica. Os membros do clube, especialmente quando uniformizados, devem se portar dignamente, dando exemplo à altura dos princípios simbolizados pelo uniforme. O lenço poderá ser usado com uniforme oficial ou com roupas do dia a dia, desde que, sigam os princípios de modéstia Cristã e decência e não façam a marcas comerciais, clubes esportivos ou políticos. 18 O lenço oficial para a DSA são o de cor vinho para Aventureiros e o amarelo para Desbravadores. Não permitida a criação de quaisquer outros lenços comemorativos ou eventos. No entanto, é permitido a criação de prendedores de lenço comemorativos, de aniversários de clubes ou de eventos. Tais prendedores poderão ser usados com Uniforme B e C e com roupas do dia a dia. O uniforme de gala – uniforme A (inclusive o lenço) não poderá ser usado: - Antes de está inscrito no Clube; Antes da admissão de lenço para Aventureiros e Desbravadores; Quando empenhado em vendas ou campanhas não comunitárias para obter lucro pessoal de natureza comercial ou outro proposito do alheio aos interesse do clube; Em qualquer tempo ou lugar em que seu uso produza um reflexo negativo e rebaixe sua dignidade; Quando estiver incompleto; Em passeio particular fora do interesse ou recomendação do Clube; Em animais de quaisquer espécie. Em bebês ou crianças fora da idade correspondente a cada Clube. UNIFORME A – UNIFORME DE GALA ADMISSÃO DE LENÇO O uniforme de gala somente poderá ser usado a partir da cerimônia de admissão de lenço, após cumpridos os requisitos do cartão – NOSSO CLUBE. A admissão em lenço somente poderá ocorrer quando o desbravador ou adulto tenha o seu próprio uniforme A. ... mangas curta ou comprida, conforme padrão do clube... Escola ou Clube de Líderes - Uniforme: o mesmo dos Desbravadores acima de 16 anos, e acessórios conforme o grau de liderança e investidura. UNIFORME DE ATIVIDADES Uso sempre que necessário, para identificação visual do Clube. Não é permitido o uso de boina e camuflados de qualquer cor ou semelhança. Sobre o uniforme de atividade deverá ser usado o lenço oficial. 19 Lenço: O Clube/Campo/União não poderá criar nem usar lenços de outros países ou qualquer outro lenço alternativo. Prendedor de Lenço: a Associação/Missão, região ou Clube têm liberdade para criar seu próprio prendedor. Este prendedor não poderá ser usado com o uniforme A. CLUBE - UNIFORME B Opcional e definido conforme critério do Clube, aprovado pelo Campo local e submetido à comissão da igreja. O clube só poderá confeccionar seu uniforme de atividades após possuir o Uniforme A – Uniforme de gala. A composição básica será: a. Obrigatório Camiseta: Com identificação do Clube e do campo e o emblema D1 b. Opcional Calça/Bermuda ou saia: de acordo com o critério da igreja local. Calçado: tênis Cobertura/Boné: cor e modelo definido pelo Clube, com o emblema D4. Nesta cobertura poderão ser usados pins e botons Agasalho: Definido pelo Clube e com o emblema D1 ASSOCIAÇÃO/MISSÃO – UNIFORME C Será definido pelo Campo local. Sua composição Básica terá: A. Obrigatório - Camiseta: Com identificação do Clube e do campo e o emblema D1 b. Opcional Calça/Bermuda ou saia: de acordo com o critério da igreja local. Calçado: tênis Cobertura/Boné: cor e modelo definido Clube, com o emblema D4. Nesta cobertura poderão ser usados pins e botons. Prendedor de Lenço: a Associação/Missão, regional ou Clube têm liberdade para criar seu próprio prendedor. Este prendedor não poderá ser usado com o uniforme A. ESCOLA OU CLUBE DE LÍDERES Opcional e definido pelo Campo. A. Obrigatório - Camiseta: Usada com LD4 e identificação do Campo. Lenço: Somente o lenço de Desbravador ou de Líder. Conforme a investidura. - Prendedor de Lenço: cor e modelo definido pelo Campo, com o emblema LD4 à frente - Chapéu: Modelo australiano, em tecido na cor azul marinho, com emblema LD4 à frente 20 ITENS DO UNIFORME EMBLEMAS, DISTINTIVOS, TIRAS, ESTRELAS, DIVISAS, INSÍGNIAS Distintivos de Classes Regulares individuas Agrupadas por barra EMBLEMAS, DISTINTIVOS, TIRAS, ESTRELAS, DIVISAS, INSÍGNIAS Faixa de Especialidades Opcionais Cobertura/boné É usado: sobre a cabeça com o Uniforme A ou pendurado no cós direito da calça/saia e com o uniforme B e C Colete – neste poderão ser colocados trunfos, emblemas, pins, botons... Nas cores vermelha, verde, preto e bege/cáqui II. EXCLUSIVO PARA DIREÇÃO, LÍDERES INVESTIDOS, PASTORES E CARGOS EM EXERCICO NO CAMPO/UNIÃO/DIVISÃO Opcionais Tarjeta de Identificação Torçal (Opcional) – é cordão de polipropileno com bitola 4cm. Conforme desenho Prendedor de Lenço de desbravador Prendedor de Lenço de Líder 21 Galão/ Platina Posições dos itens Permitidos coordenador Diretor Distrital Regional Pastor distrital Departamental Associados e Secretárias campo Departamental Associados e Secretárias Associação Geral Departamental Associados e Secretárias DIVISÃO Departamental Associados e Secretárias UNIÃO 22 5. Cerimônias 5.1 Conceito A cerimônia de Investidura é reconhecida por comprovação de reconhecimento por comprovação de conhecimento e cumprimento de requisitos. (Manual do Regional pág. 30) No Clube de Desbravadores as cerimônias proveem maneiras de reconhecer com dignidade e seriedade o desenvolvimento dos indivíduos, também proveem modos formais de abertura e término das atividades do ano. (MACD pág. 175) 5.2 Tipos de cerimônias Devemos nos atentar ao falamos os termos corretos. Como por exemplo: Ao invés de falarmos investidura de lenço devemos falar admissão de lenço que é o termo correto. ADMISSÃO DE LENÇO – é um momento muito especial para os garotos, pois é quando eles são reconhecidos oficialmente como Desbravadores. (MACD – pág.177) Pode acontecer a cadatrimester no clube, sempre após o curso CAD. Ao invés de falarmos investidura de faixa devemos falar condecoração de especialidades que é o termo correto. CONDECORAÇÃO DE ESPECIALIDADE – pois se espera que um Clube ofereça muitas Especialidades ao longo de um ano e que os Desbravadores consigam ser aprovados na maioria delas. (MACD – pág.184) CERIMÔNIA DE ABERTURA - É ponto de partida das classes, do batismo da primavera e eventos do campo. DIA MUNDIAL DOS DESBRAVADORES - Acontece uma vez ao ano, para concluir classes, admissões, apresentações e batismo INVESTIDURA CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO - Cerimônia que concentra várias outras cerimônias dentro dela, invstidura, condecoração, excelência 23 5.3 ORIENTAÇÕES PARA AS CERIMÔNIAS - Manual do Regional pág. 31 Investiduras é cerimônia do Campo Local. Para investir classes e especialidade deve haver solicitação ao Campo, via regional. EXISTE UM TEMPO PARA ESTA SOLICITAÇÃO. Sim, pelo menos 30 dias O CAMPO AUTORIZARÁ ALGUÉM PARA A CERIMÔNIA, o coordenador de área, o Regional Bem na extremidades das autorizações Um Líder Investido para dirigir a cerimônia , podendo ser líder regional, líder distrital, líder pastor distrital, líder diretor do clube. As cerimônias, precisam ter presença do campo? Sim. , seja ele regional, departamental, pastor distrital. 5.4 SUGESTÕES PARA A ORNAMENTAÇÃO DAS CERIMÔNIAS IGREJA ORNAMENTADA Uma mesa bem organizada com os emblemas: bótons, Especialidades e lenços com o nome dos Desbravadores. Porta bandeiras treinados Mesa com tecidos nas cores das seis Classes e uma vela na cor de cada Classe em cima do tecido de cor correspondente 6. REFERÊNCIAS http://www.filorbis.pt/filosofia/CursoCidCidadania.htm https://pt.wikipedia.org/wiki/Civismo REGULAMENTO DE UNIFORMES DOS DESBRAVADORES – RUD MCA 50-4 MANUAL DE ORDEM UNIDA PARA O COMANDO DA AERONÁUTICA 2019 Manual do regional. Manual admistrativo de desbravadores TEM MODELOS DE CONSTRUÇÃO DE PROGRAMAS DE CERIMÔNIAS Páginas 175 a 189 http://www.filorbis.pt/filosofia/CursoCidCidadania.htm https://pt.wikipedia.org/wiki/Civismo 24 COMANDO OPERAÇÕES BÁSICAS REGULARES E AVANÇADAS CONCURSO DE ORDEM UNIDA FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA GERAL REGIÃO: Nº REGIÃO – MPA NOME DO CLUBE:__________________________________________ QUANTIDADE DE MEMBROS:_________________________________ INSTRUTOR DO CLUBE:______________________________________ AVALIADORES AV - 01 AV - 02 AV - 03 AV - 04 AV - 05 AV - 06 PONTOS INSTRUTOR COMANDOS BÁSICOS COMANDOS EM MARCHA COMPLEMENTO EVOLUÇÃO ERROS PONTUAÇÃO PONTUAÇÃO FINAL TEMPO EXCEDIDO TEMPO EXCEDIDO 25 FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA NOME DO CLUBE:________________________________________ AVALIADOR:____________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO INSTRUTOR POSTURA VOZ DE ADVERTÊNCIA VOZ DE EXECUSSÃO VOZ DE COMANDO CONTROLE DO CLUBE UNIFORME DO INSTUTOR ERROS TOTAL DE PONTOS 01 02 03 04 05 06 5 1 4 5 4 3 2 1 4 5 3 2 3 5 1 3 1 3 4 2 4 2 4 5 2 5 4 2 3 5 1 1 3 2 1 26 FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA NOME DO CLUBE:________________________________________ AVALIADOR:____________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COMANDOS BÁSICOS SENTIDO COBRIR FIRME OITAVA À DIREITA VOLVER OITAVA À ESQUERDA VOLVER DIREITA VOLVER ESQUERDA VOLVER MEIA VOLTA VOLVER DESCANSAR FRENTE PATA A DIREITA FRENTE PARA A ESQUERDA FRENTE PARA A RETAGUARDA ERROS TOTAL DE PONTOS 01 02 03 04 05 06 1 4 5 3 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 27 FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA NOME DO CLUBE:________________________________________________________________ AVALIADOR:___________________________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COMANDOS EM MARCHA ORDINÁRIO MARCHE DIREITA VOLVER ESQUERDA VOLVER MEIA VOLTA VOLVER CONVERSÃO À ESQUERDA (MARCHE) CONVERSÃO À DIREITA (MARCHE) DIREÇÃO À ESQUERDA (MARCHE) EM FRENTE DIREÇÃO À DIREITA (MARCHE) EM FRENTE MARCAR PASSO EM FRENTE (PELOTÃO SENTIDO) OLHAR A ESQUERDA (OLHAR FRENTE) (PELOTÃO SENTIDO (OLHAR A DIREITA (OLHAR FRENTE) ALTO FORA DE FORMA (MARCHE) ERROS TOTAL DE PONTOS 01 1 4 5 3 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 1 1 2 2 3 3 4 4 5 5 02 03 04 05 06 28 FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA NOME DO CLUBE:_______________________________________________________________ AVALIADOR:___________________________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COMPLEMENTO UNIFORME DO CLUBE COBERTURA CADENCIA VIBRAÇÃO ALINHAMENTO GRITO DE GUERRA ERROS TOTAL DE PONTOS 01 02 03 04 05 06 5 1 4 5 4 3 2 1 4 5 3 2 3 5 1 3 1 3 4 2 4 2 4 5 2 5 4 2 3 5 1 1 3 2 1 29 FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA NOME DO CLUBE:______________________________________________________________ AVALIADOR:___________________________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EVOLUÇÃO CRIATIVIDADE SINCRONIA DIFICULDADE ORIGINALIDADE ENERGIA NOS MOVIMENTOS CANÇÃO ERROS TOTAL DE PONTOS 01 02 03 04 05 06 5 1 4 5 4 3 2 1 4 5 3 2 3 5 1 3 1 3 4 2 4 2 4 5 2 5 4 2 3 5 1 1 3 2 1