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Cartilha sobre civismo e ordem unida. Aborda definição do civismo (ética, normativa e identitária); planejamento e abertura de clube; bandeiras (hasteamento, arriamento, uso, dobra); ordem unida (histórico, teoria, prática); regulamento de uniformes (RUD); cerimônias; anexo com ficha de avaliação.

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Equipe: LM FRANK SIMÕES 
 
 
CARTILHA 
 
 
 
ORDEM UNIDA 
 
CIVISMO 
 
 
 Sumario 
1. Civismo 
1.1- O que é civismo ? .................................................................................................................2 
1.2 - Planejamento cívico e itens necessários........................................................................2 
 
2. Bandeiras 
2.1- Hasteamento e arriamento ....................................................................................................3 
2.2 - Pelotão de ideais .................................................................................................................3 
2.3 - Uso das bandeiras .................................................................................................................4 
2.4 - Dobrando as bandeiras corretamente ...................................................................................5 
 
3. Ordem unida 
3.1 - Conhecimento histórico ........................................................................................................6 
3.2 - Conhecimento teórico ..........................................................................................................6 
3.3 - Conhecimento prático..........................................................................................................8 
 
4. Uniforme 
4.1 Regulamento de uniformes dos desbravadores – RUD .........................................................17 
 
5. Cerimônias 
5.1 Conceito ...............................................................................................................................22 
5.2 Tipos de cerimônias ..............................................................................................................22 
5.3 Orientações para as cerimônias ............................................................................................23 
5.4 Sugestões para a ornamentação das cerimônias ..................................................................23. 
 
6. REFERÊNCIAIS _____________________________________________________ _____________23 
ANEXO ____________________________________________________________________ 24 
Ficha de avaliação da ordem unida 
 
 
2 
 
1. CIVISMO 
1.1 O QUE É CIVISMO? 
O termo civismo, refere-se mais especificamente às atitudes e comportamentos que no dia-a-
dia manifestam os diferentes cidadãos na defesa de certos valores e práticas assumidas como 
fundamentais para uma vida coletiva de modo a preservar a sua harmonia e melhorar o bem 
estar de todos o seus membros. Mais especificamente, o civismo consiste na dedicação 
pelo interesse público e também pela política de um país, fidelidade, paz ou honra em relação 
à pátria; patriotismo. 
As questões do civismo, centram-se sobretudo ao nível das práticas quotidianas, 
nomeadamente na forma como os cidadãos contribuem ou não para melhorar o bem estar 
coletivo. O civismo é composto por três dimensões: Ética, normativa e identitária. 
Dimensão Ética. A atitude cívica é inseparável da ética, isto é, de uma ação norteada por 
princípios que livremente o individuo escolheu para se relacionar com os outros. "Não faças 
aos outros aquilo que não queres que te façam a ti", é não apenas um princípio ético universal, 
mas também um princípio cívico. Não devo colocar o lixo à porta do meu vizinho, porque não 
gostaria que ele me fizesse a mim". 
Dimensão normativa. Um comportamento cívico é frequentemente encarado como o respeito 
por um conjunto de regras de convivência que estão definidas na Lei, em posturas municipais, 
etc. Estas prescrições, fruto de consensos coletivos, mais não visam do que integrar os 
indivíduos numa organização social e evitar a conflitualidade nas suas relações. A exigência do 
cumprimento destas normas seria, por outro lado, uma forma excelente para a aquisição 
de bons hábitos cívicos. 
Dimensão Identitária. As sociedades, como as cidades são anteriores aos próprios indivíduos 
que as constituem. Tem memórias, valores e heranças patrimoniais que importam preservar, 
sob pena de perderem aquilo que as diferencia e individualiza como tais. O civismo é em última 
instância uma atitude de defesa da própria cidade e da cultura que a mesma possui. 
1.1 Planejamento e itens necessários 
Pontos importantes que devo saber, para realizar um boa abertura de domingo em seu 
clube de Desbravadores. 
 
 
Unidade unidade unidade unidade unidade 
Cada unidade será responsável pelo hasteamento e arriamento das bandeiras. 
 
 
 
 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Interesse_p%C3%BAblico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fidelidade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Honra
https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1tria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Patriotismo
3 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. BANDEIRA 
2.1 HASTEAMENTO E ARRIAMENTO 
 
 
 
 
 
Em seguida, após todas as bandeiras hasteadas, canta-se o hino dos Desbravadores. O 
pelotão de porta-bandeiras pode se retirar e entrar em forma. (MACD. Pág. 129) 
Há uma ordem para os ideais e uma quantidade especifica? 
Um segundo pelotão, formado por oito Desbravadores, deve se posicionar à 
frente do Clube, formando uma fileira. Eles deverão dirigir o momento dos 
ideais, na seguinte ordem, da direita para a esquerda: Voto, Lei, Alvo, Lema, 
Objetivo, Propósito e Voto de fidelidade à Bíblia. O último Desbravador faz a 
oração. (MACD. Pág.129) 
Sobre o Ideal de Proposito temos uma N.E. – que fala sobre isso 
O propósito não faz parte dos ideais dos desbravadores. Ele pertence ao ministério jovem. 
Assim sendo, os ideais dos desbravadores são: Voto, Lei, Alvo, Lema, Objetivo e Voto de 
fidelidade à Bíblia. Dessa forma, retificamos o manual administrativo do clube de 
desbravadores, p.25 no eu se refere aos ideais. 
2.2 PELOTÃO DOS IDEAIS 
Ordem para os ideais e uma quantidade especifica 
 
Voto Lei Alvo Lema Objetivo voto de fidelidade a bíblia oração 
Recomendação do manual administrativo 
Devemos recitar por repetição os ideais 
Cada Desbravador que está a frente para dirigir o momento dos ideais, deve anunciar o 
ideal, em seguida todos os presentes recitam juntos. 
Exemplo: Fulano diz “lei”; em seguida todos recitam “a lei do Desbravador ordena-me... 
No caso do Voto e do Voto de fidelidade à Bíblia, é necessário fazer uma posição 
especial, conforme estabelece o Regulamento de Uniformes do Ministério de 
Desbravadores. (MACD Pág. 129). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os Desbravadores que hastearão as bandeiras devem se posicionar de frente ao 
Clube e as bandeiras devem ser hasteadas enquanto se canta o hino nacional. 
Elas devem atingir o topo em ordem de importância, devendo coincidir com o 
término do hino. Em hipótese nenhuma deve haver hasteamento sem a 
bandeira nacional. (MACD. Pág. 129) 
 
 
 
 
4 
 
2.3 USO DAS BANDEIRAS MACD – PÁG. 127, 129. 
Exemplo 1: Brasil, do Estado e dos Desbravadores. 
 
 
Logo em seguida, entra o pelotão de bandeiras para o hasteamento. O número de membros 
desse pelotão deve ser compatível com o número de bandeiras (dois Desbravadores por 
bandeira). 
A disposição das bandeiras é um item importantíssimo e que muitos acabam confundindo. 
Mas não tem segredo: quando em número ímpar, a bandeira Nacional deve ser a do centro e 
as demais dispostas em ordem de importância, alternadamente à direita e à esquerda da 
bandeira Nacional, ou seja, à esquerda e à direita de quem olha. 
Vejam o exemplo a seguir, com as bandeiras do Brasil, do Estado e dos Desbravadores. 
Exemplo 2: Brasil, do Estado, Desbravadores e do Clube. 
 
 
Dispositivo das bandeiras- MACD – PÁG. 128 
 
Desbravadores - Brasil Desbravadores - Brasil - Estado Clube Local - Brasil – Estado 
 
No calendário anual, destacaram-se duas. 
 
Distendida e sem mastro Destacadas à frente de outras bandeiras em desfiles 
 
1 – Bandeiras do Brasil 
2 – Bandeiras do Estado 
3 – Bandeira do Município 
 
 
1 – Bandeira do Brasil 
2 – Bandeira do Estado 
3 – Bandeira do Município 
4 – Bandeira dos Desbravadores 
5 – Bandeira do Clube Local 
 
5 
 
 
1 – Conduzir em Desfile 
2 – Posição de Descansar 
3 – Ombro Armas 
4 – Em Continência 
 
 
Cenário 4 – Duas bandeiras: letra (A) – a Bandeira de Pernambuco (estado), à esquerda da 
Bandeira Nacional. Ou apenas ela aberta (distendida), centralizada e acima da “autoridade” 
centralizada à mesa. Cenário 5 – Poderá ser utilizada em estabelecimentos educacionais; 
escritórios; reuniões científicas. Cenário 6: à direita da tribuna ou púlpito. 
 
Cenário 7: Bandeiras à direita da mesa diretiva. 
 
Cenário 8: na parte posterior da mesa diretiva. A Bandeira Nacional não poderá ser encoberta, 
mesmo que parcialmente, por qualquer componente da mesa de trabalho. 
 
2.4 Dobrando as bandeiras corretamente. - MACD – PÁG. 130 
As bandeiras devem ser dobradas da seguinte maneira: segurar a bandeira com o avesso para 
cima. Em seguida, dobrar a bandeira ao meio, de forma que a parte inferior da bandeira fique por 
cima. Depois, dobrar ao meio novamente, agora a parte superior da bandeira ficará por cima. 
Essa parte de cima não pode mais ser sobreposta e ela deve ser dobrada em três, por baixo. 
Confiram o modelo: 
1 – Conduzir em Desfile 
2 – Posição de Descansar 
3 – Ombro Armas 
4 – Em Continência 
6 
 
 
 1º passo 2º passo 3º passo 4º passo 
 
 5º passo 6º passo 7º passo 8º passo 
 
3. ORDEM UNIDA 
3.1 CONHECIMENTO HISTÓRICO 
Desde o início dos tempos, quando o homem se preparava para combater, ainda com armas 
rústicas e formações incipientes, já estava presente a ordem unida disciplinando homens e 
padronizando procedimentos, movimentos e formas de combate. Nesse sentido, Frederico II, Rei 
da Prússia, governante do século XVIII, dava grande importância à Ordem Unida e determinava 
que diariamente seus súditos executassem movimentos a pé firme e em marcha com a 
finalidade de desenvolver, principalmente, a disciplina e o espírito de corpo, pois dizia que: “A 
prosperidade de um Estado tem por base a disciplina dos seus Exércitos". O Exército Brasileiro, 
historicamente, teve seus primeiros movimentos de ordem unida herdados do Exército 
Português. Além disso, sofreu, também, duas grandes influências, no início do século passado - 
a germânica, antes da 1ª Guerra Mundial, com a Missão Militar de Instrução de brasileiros na 
Alemanha; e a francesa, no início dos anos 20, com a participação de militares daquele país em 
missão no Brasil. Como exemplo dessa influência, pode-se citar o apresentar armas com 
espada, que se identifica com o juramento feito pelos militares gauleses. O 1º tempo, com a 
espada na vertical e com o copo na altura da boca, significava o juramento pela própria Honra, 
no 2º tempo, o juramento por Deus, apontando para o céu, e no 3º tempo, o juramento pela 
Pátria, apontando a espada para o solo. (BRASIL, 2000, p.1.1) Por ocasião da criação do 
Ministério da Aeronáutica, a Força Aérea Brasileira, oriunda da junção da Aviação Militar 
(Exército) e Aviação Naval (Marinha) absorveu pessoal, aeronaves, instalações e outros 
equipamentos. Além disso, inicialmente, os regulamentos e manuais também foram 
incorporados ao novo Ministério recém-criado, abrangendo também a instrução de Ordem 
Unida. 
3.2 CONHECIMENTO TEÓRICO 
A ordem unida (OUn) se caracteriza por uma disposição individual e consciente, altamente 
motivada para a obtenção de determinados padrões de uniformidade, de sincronização e de 
garbo militar. Deve ser considerada, por todos os participantes – instrutores e instruendos, 
comandantes e executantes – como um significativo esforço para demonstrar a própria disciplina 
militar, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente entre 
militares, em vista da necessidade de eficiência na guerra. 
 
7 
 
Objetivos da ordem unida 
A ordem unida tem por objetivos os aspectos abaixo elencados: 
a) proporcionar aos militares e às unidades, os meios de se apresentarem e se deslocarem 
ordenados, em circunstâncias estranhas ao combate; 
b) desenvolver o sentimento de coesão e os reflexos de obediência, preponderantes na 
formação do militar; 
c) construir uma verdadeira escola de disciplina; 
d) treinar oficiais e graduados no comando da tropa; 
e) permitir que a tropa apareça em público ou nos simples deslocamentos de serviço com 
aspecto marcial e enérgico; 
 f) demonstrar que as atitudes individuais devem subordinar-se à missão do conjunto e à tarefa 
do grupo. 
 
ORDEM UNIDA E DISCIPLINA 
A disciplina é a força principal da tropa. No sentido militar, é a rigorosa observância e o 
acatamento integral e voluntário das leis e ordens emanadas de uma autoridade, resultante de 
uma educação apropriada. 
A disciplina militar é, pois, a obediência pronta, espontânea e entusiástica às ordens do superior. 
Sua base é a subordinação voluntária do indivíduo ao objetivo do grupo do qual faz parte. É a 
força aglutinadora dos membros de uma unidade, perdurando até mesmo depois que o superior 
haja tombado ou que todo vestígio de autoridade haja desaparecido. Em suma, é o espírito da 
unidade militar. 
Por mais que evoluam a arte da guerra, a tecnologia das armas e a sofisticação dos 
equipamentos, a eficácia de uma força armada dependerá, cada vez mais, de seus recursos 
humanos. Portanto, militares adestrados, motivados e bem disciplinados continuarão sendo o 
fator determinante para a vitória no combate. 
 Desta forma, não se deve esquecer que o objetivo único da instrução militar é a eficácia no 
combate, e que, sem disciplina, uma unidade militar é incapaz de um esforço organizado e 
duradouro. Quando ela existe, evidencia-se a verdadeira camaradagem, que permite ao 
indivíduo esquecer a si próprio e atuar unicamente pelo interesse do grupo ou da coletividade a 
que pertence. 
Exercícios que exijam exatidão e coordenação mental e física ajudam a desenvolver a disciplina. 
Para desenvolvê-la no militar é fundamental a prática dos exercícios de ordem unida. Estes 
exercícios criam reflexos de obediência e estimulam os sentimentos de união da corporação de 
tal modo que toda a unidade se impulsiona conjuntamente, como se fosse um só militar. 
Portanto, a ordem unida não tem somente por finalidade fazer com que a tropa se apresente em 
público com aspecto marcial e enérgico, despertando entusiasmo e civismo nos espectadores, 
mas, principalmente, construir uma verdadeira escola de disciplina e coesão. A experiência tem 
revelado que, em circunstâncias críticas, as tropas que melhor se portaram foram as que sempre 
se destacaram na ordem unida. Esta concorre, em resumo, para a formação moral do militar, 
não devendo ser observada apenas como uma prática voltada para o campo psicomotor. Deve 
ser ministrada com esmero e dedicação, sendo justo atribuirlhe alta prioridade entre os demais 
assuntos de instrução. 
 
ORDEM UNIDA E LIDERANÇA 
Os exercícios de ordem unida constituem um dos meios mais eficientes para se alcançar aquilo 
que, em suma, consubstancia o exercício da liderança - a interação necessária entre o chefe e 
seus subordinados. 
Além disso, é a forma mais elementar de iniciação do militar na prática da liderança, pois é na 
ordem unida, que se revelam e se desenvolvem as qualidades do líderao experimentar a 
sensação de ter um grupo de militares obedecendo aos seus comandos. 
 
 
 
8 
 
 Deve ser considerada também, como uma excelente ferramenta para desenvolver sua 
autoconfiança e a consciência de sua responsabilidade sobre aqueles que obedecem aos seus 
comandos. Os exercícios de ordem unida despertam no líder o apreço às ações bem 
executadas e ao exame dos pormenores. Propiciam-lhe, ainda, o desenvolvimento de sua 
capacidade de observar e de estimular a tropa. Através da OUn, a tropa evidencia, claramente, 
os seguintes aspectos ligados a sua eficiência: 
a) moral - pela superação das dificuldades e determinação em atender aos comandos, apesar 
de necessidade do esforço físico; 
b) disciplina - pela presteza e atenção com que obedece aos comandos; 
c) espírito de corpo – pela boa apresentação coletiva e pela uniformidade na prática de 
exercícios que exigem execução coletiva; 
d) proficiência – pela exatidão nas execuções. A OUn é, em suma, uma atividade de instrução 
militar ligada, indissoluvelmente, à prática da liderança e à criação de reflexos da disciplina. 
 
FASES DA INSTRUÇÃO 
A instrução de ordem unida deverá ser dividida em duas fases: Teórica e Prática. 
 FASE TEÓRICA Deverá ser ministrada anteriormente à fase prática, preferencialmente em sala de aula, 
com auxílio de recursos audiovisuais, tendo por finalidade transmitir os objetivos da instrução, a fim de 
conscientizar os instruendos sobre a importância do assunto e de apresentar as nomenclaturas, os meios 
de comando e os termos militares empregados na ordem unida. 
FASE PRÁTICA Deverá ser ministrada de acordo com os métodos e processos de instrução contidos no 
item 4, após a instrução teórica, subdividindo-se em: 
a) individual – o instrutor deve, inicialmente, explicar as características do movimento ou da posição a ser 
adotada, demonstrar a partir de um auxiliar os detalhes abordados (poderá ser dividido em tempos para 
facilitar o entendimento) e ao final do processo, permitir que o instruendo pratique individualmente, 
preparando-se para tomar parte nos exercícios de instrução coletiva; 
b) coletiva – deverão ser abordados somente os assuntos que foram praticados individualmente. Caso o 
grupamento seja maior que um Elemento (30 militares), deverá ser dividido em turmas de instrução 
menores, tendo a preocupação de reunir todo o efetivo nos últimos 15 minutos de instrução para garantir 
a correta execução dos tempos e movimentos praticados. 
3.3 CONHECIMENTO PRÁTICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
 
 
10 
 
 
 
 
11 
 
 
 
 
12 
 
 
 
 
13 
 
 
 
14 
 
COMANDOS E MEIOS DE COMANDO 
 Na ordem unida, o comandante poderá empregar a voz, o gesto, a corneta (clarim) e/ou apito para 
manejo da tropa, conforme sua vontade. 
VOZES DE COMANDO É a maneira padronizada como o comandante de uma fração exprime 
verbalmente a sua vontade. A voz constitui o meio de comando mais empregado na ordem unida. 
Deve ser usada sempre que possível, pois permite execução simultânea e é de fácil entendimento. 
Para uma melhor compreensão e, consequentemente, melhor execução dos movimentos 
comandados, o comandante não deverá emitir uma nova ordem antes que a tropa tenha executado a 
anterior. As vozes de comando constam geralmente de: 
Voz de advertência É um alerta que se dá à tropa, prevenindo-a para o comando que será enunciado. 
Exemplo: “PELOTÃO!”. Para uma sequência de comandos, a voz de advertência é dada somente 
antes do primeiro comando. Exemplo: “PELOTÃO! - SENTIDO! OMBRO-BANDEIRIM! - 
APRESENTAR- BANDEIRIM! - OLHAR A DIREITA! - OLHAR EM FRENTE!”. 
Voz de execução 
Tem por finalidade determinar o exato momento em que o movimento deve começar ou cessar, 
devendo ser curta, viva, enérgica e segura. Tem de ser mais breve que o comando propriamente dito e 
mais incisiva, como se segue: 
 a) quando a voz de execução for constituída por uma palavra oxítona (que tem a tônica na última 
sílaba), é aconselhável um certo alongamento na enunciação da(s) sílaba(s) inicial(ais), seguido de 
uma enérgica emissão de sílaba tônica. Exemplo: “VOLLL-VER!”; 
b) quando, porém, a tônica da voz de execução cair na penúltima sílaba, é imprescindível destacar 
esta tonicidade com precisão. Nestes casos, a sílaba final praticamente não se pronuncia. Exemplos: 
“MARRR-che!”, “EM FRENNN-te!”, “PASSS-so!”; 
 c) as vozes de comando devem ser claras, enérgicas e de intensidade proporcional ao efetivo dos 
executantes. Uma voz de comando emitida com indiferença só poderá ter como resultado uma 
execução displicente; 
 d) o instrutor deverá emitir as vozes de comando na posição de “Sentido”, com a frente voltada para o 
pelotão, de um local em que possa ser visto e ouvido claramente por todos. Nos desfiles à frente do 
pelotão, deverá emitir as vozes de comando com a face voltada para o lado oposto àquele em que 
estiver a autoridade (ou o símbolo). 
e) as vozes de comando devem ser rigorosamente padronizadas, para que a execução seja sempre 
uniforme. Para isso, é necessário que os instrutores de ordem unida as pratiquem individualmente, 
antes de comandarem uma tropa. 
Por vezes o comando propriamente dito funcionará também como voz de execução. Nesses casos, o 
comandante deve agir da seguinte forma: 
a) é aconselhável um certo alongamento na enunciação da sílaba anterior, seguido de uma enérgica 
emissão de sílaba tônica. Exemplos: “PERRRFILAR!” – “COOO-BRIR!” – “SEEEN-TI-DO!” – “DES-
CANNN-SAR!”; 
 b) quando a tônica coincidir com a primeira sílaba, não se deve alongá-la. Exemplo: “AL-TO!”. 
 
 
 
15 
 
COMANDOS POR GESTOS 
Os comandos por gestos substituirão as vozes de comando quando a distância, o ruído ou 
quaisquer outras circunstâncias não permitirem que o comandante se faça ouvir. Os comandos 
por gestos convencionais para tropa a pé são os seguintes: 
ATENÇÃO: 
 Levantar o braço direito na vertical, mão espalmada, palma da mão voltada para a frente. 
Todos os gestos de comando devem ser precedidos por este. Após o elemento a quem se 
destina a ordem acusar estar atento, levantando também o braço direito até a posição vertical, 
o comandante da fração abaixa o braço e inicia a transmissão da ordem. 
 
ALTO: 
Colocar a mão direita espalmada, dedos unidos, à altura do ombro com a palma para frente; em 
seguida, estender o braço de forma vívida na vertical. 
 
DIMINUIR O PASSO: 
 Da posição de “Atenção”, abaixar lateralmente o braço direito estendido (palma da mão 
voltada para o solo) até o prolongamento da linha dos ombros e então, oscilálo para cima e 
para baixo. 
 
16 
 
APRESSAR O PASSO (ACELERADO): 
Da posição de “Atenção”, cerrar o punho, abaixar até a altura do ombro e erguer novamente até 
a posição inicial, várias vezes na verticalmente. 
 
DIREÇÃO À ESQUERDA (DIREITA) : 
Da posição de “Atenção”, abaixar o braço direito à frente do corpo até a altura do ombro e fazê-
lo girar lentamente para a esquerda (direita), acompanhando o próprio movimento do corpo na 
conversão. Quando já estiver na direção desejada, elevar então de forma vívida o braço e 
estendê-lo na direção definitiva. 
 
REUNIR: 
Da posição de “Atenção”, com o braço direito, mão espalmada, descrever círculos horizontais 
acima da cabeça. 
 
 
 
17 
 
COLUNA POR UM (OU POR Nº): 
 Da posição de “Atenção”, fechar a mão, conservando a quantidade de dedos necessários para 
indicar o número correspondente que se quer de colunas. 
 
EMPREGO DO APITO 
 Os comandos por meio de apito serão dados mediante o emprego de silvos longos e curtos. Os silvoslongos serão dados como advertência e os curtos, como execução. Precedendo os comandos, os 
militares deverão ser alertados sobre quais os movimentos e posições que serão executados. Para 
cada movimento ou posição, deverá ser dado um silvo longo, como advertência, e um ou mais silvos 
breves, conforme padronizado pelo instrutor. 
EXECUÇÃO POR TEMPOS 
 Para fins de instrução, alguns movimentos poderão ser subdivididos e executados em partes ou 
tempos. Neste caso, o instrutor deverá emitir sua voz de comando da seguinte forma: “ATENÇÃO, 
PELOTÃO ALFA, POR TEMPOS! - PARA O ESQUERDA, VOLVER, TEMPO UM!” - “TEMPO DOIS!” 
etc. O comando “TEMPO (n°)!” funcionará como voz de execução. Os movimentos continuarão a ser 
executados por tempos, até que seja dado um comando precedido por uma palavra de advertência. 
4. UNIFORME 
4.1 REGULAMENTO DE UNIFORMES DOS DESBRAVADORES – RUD 
NORMAS E PROCEDIMENTOS 
ORIENTAÇÕES GERAIS 
 Este manual revoga todos os regulamentos anteriores a sua publicação 
 Os casos Omissos e interpretações deste Regulamento de Uniformes serão solucionadas 
pela DSA. 
 É obrigação de todos estarem atentos as alterações das Orientações do Ministério de 
Desbravadores – OMD’s e Notas Explicativas. 
REGRAS DE USO DO UNIFORME 
 O uso correto do uniforme é fator primordial na boa apresentação individual e coletiva, 
contribuindo para o fortalecimento da disciplina e o bom conceito do Clube perante a opinião 
publica. 
 Os membros do clube, especialmente quando uniformizados, devem se portar dignamente, 
dando exemplo à altura dos princípios simbolizados pelo uniforme. 
 O lenço poderá ser usado com uniforme oficial ou com roupas do dia a dia, desde que, 
sigam os princípios de modéstia Cristã e decência e não façam a marcas comerciais, 
clubes esportivos ou políticos. 
 
18 
 
 O lenço oficial para a DSA são o de cor vinho para Aventureiros e o amarelo para 
Desbravadores. Não permitida a criação de quaisquer outros lenços comemorativos ou 
eventos. No entanto, é permitido a criação de prendedores de lenço comemorativos, de 
aniversários de clubes ou de eventos. 
 Tais prendedores poderão ser usados com Uniforme B e C e com roupas do dia a dia. 
 O uniforme de gala – uniforme A (inclusive o lenço) não poderá ser usado: 
 - Antes de está inscrito no Clube; 
 Antes da admissão de lenço para Aventureiros e Desbravadores; 
 Quando empenhado em vendas ou campanhas não comunitárias para obter lucro pessoal de 
natureza comercial ou outro proposito do alheio aos interesse do clube; 
 Em qualquer tempo ou lugar em que seu uso produza um reflexo negativo e rebaixe sua 
dignidade; 
 Quando estiver incompleto; 
 Em passeio particular fora do interesse ou recomendação do Clube; 
 Em animais de quaisquer espécie. 
 Em bebês ou crianças fora da idade correspondente a cada Clube. 
 UNIFORME A – UNIFORME DE GALA 
ADMISSÃO DE LENÇO 
O uniforme de gala somente poderá ser usado a partir da cerimônia de admissão 
de lenço, após cumpridos os requisitos do cartão – NOSSO CLUBE. A admissão 
em lenço somente poderá ocorrer quando o desbravador ou adulto tenha o 
seu próprio uniforme A. 
... mangas curta ou comprida, conforme padrão do clube... 
 
 
 
Escola ou Clube de Líderes 
- Uniforme: o mesmo dos Desbravadores acima de 16 anos, e acessórios conforme o grau 
de liderança e investidura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UNIFORME DE ATIVIDADES 
Uso sempre que necessário, para identificação visual do Clube. Não 
é permitido o uso de boina e camuflados de qualquer cor ou 
semelhança. Sobre o uniforme de atividade deverá ser usado o lenço 
oficial. 
 
19 
 
Lenço: O Clube/Campo/União não poderá criar nem usar lenços de 
outros países ou qualquer outro lenço alternativo. 
 
Prendedor de Lenço: a Associação/Missão, região ou Clube têm 
liberdade para criar seu próprio prendedor. Este prendedor não poderá 
ser usado com o uniforme A. 
CLUBE - UNIFORME B 
Opcional e definido conforme critério do Clube, aprovado pelo Campo local e submetido à 
comissão da igreja. O clube só poderá confeccionar seu uniforme de atividades após 
possuir o Uniforme A – Uniforme de gala. A composição básica será: 
a. Obrigatório 
Camiseta: Com identificação do Clube e do campo e o emblema D1 
b. Opcional 
Calça/Bermuda ou saia: de acordo com o critério da igreja local. 
Calçado: tênis 
Cobertura/Boné: cor e modelo definido pelo Clube, com o emblema D4. Nesta cobertura 
poderão ser usados pins e botons 
 Agasalho: Definido pelo Clube e com o emblema D1 
ASSOCIAÇÃO/MISSÃO – UNIFORME C 
Será definido pelo Campo local. Sua composição Básica terá: 
A. Obrigatório 
- Camiseta: Com identificação do Clube e do campo e o emblema D1 
b. Opcional 
Calça/Bermuda ou saia: de acordo com o critério da igreja local. 
Calçado: tênis 
Cobertura/Boné: cor e modelo definido Clube, com o emblema D4. Nesta cobertura 
poderão ser usados pins e botons. 
Prendedor de Lenço: a Associação/Missão, regional ou Clube têm liberdade para criar seu 
próprio prendedor. Este prendedor não poderá ser usado com o uniforme A. 
ESCOLA OU CLUBE DE LÍDERES 
Opcional e definido pelo Campo. 
A. Obrigatório 
- Camiseta: Usada com LD4 e identificação do Campo. 
Lenço: Somente o lenço de Desbravador ou de Líder. Conforme a 
investidura. 
- Prendedor de Lenço: cor e modelo definido pelo Campo, com o 
emblema LD4 à frente 
- Chapéu: Modelo australiano, em tecido na cor azul marinho, com 
emblema LD4 à frente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
20 
 
 ITENS DO UNIFORME 
EMBLEMAS, DISTINTIVOS, TIRAS, ESTRELAS, DIVISAS, INSÍGNIAS 
Distintivos de Classes Regulares 
 individuas 
 
 Agrupadas por barra 
 
EMBLEMAS, DISTINTIVOS, TIRAS, ESTRELAS, DIVISAS, INSÍGNIAS 
Faixa de Especialidades 
 
Opcionais 
Cobertura/boné 
É usado: sobre a cabeça com o Uniforme A ou pendurado no cós direito 
da calça/saia e com o uniforme B e C 
Colete – neste poderão ser colocados trunfos, emblemas, pins, botons... 
Nas cores vermelha, verde, preto e bege/cáqui 
 
II. EXCLUSIVO PARA DIREÇÃO, LÍDERES INVESTIDOS, PASTORES E CARGOS EM 
EXERCICO NO CAMPO/UNIÃO/DIVISÃO 
Opcionais 
Tarjeta de Identificação 
Torçal (Opcional) – é cordão de polipropileno com bitola 4cm. 
Conforme desenho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prendedor de Lenço de desbravador 
 
Prendedor de Lenço de Líder 
 
 
 
 
 
 
21 
 
Galão/ Platina 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Posições dos itens Permitidos 
 
 
 
 
coordenador 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Diretor Distrital Regional Pastor distrital 
Departamental 
Associados e 
Secretárias 
campo 
 
 
 
 
Departamental 
Associados e 
Secretárias 
Associação 
Geral 
 
 
 
 
 
 
 
 
Departamental 
Associados e 
Secretárias 
DIVISÃO 
 
 
 
 
 
 
Departamental 
Associados e 
Secretárias 
UNIÃO 
 
 
 
 
 
 
22 
 
 
 
5. Cerimônias 
5.1 Conceito 
A cerimônia de Investidura é reconhecida por comprovação de reconhecimento por 
comprovação de conhecimento e cumprimento de requisitos. (Manual do Regional 
pág. 30) 
No Clube de Desbravadores as cerimônias proveem maneiras de reconhecer com 
dignidade e seriedade o desenvolvimento dos indivíduos, também proveem modos 
formais de abertura e término das atividades do ano. (MACD pág. 175) 
5.2 Tipos de cerimônias 
Devemos nos atentar ao falamos os termos corretos. Como por exemplo: 
Ao invés de falarmos investidura de lenço devemos falar admissão de lenço que é o termo correto. 
 ADMISSÃO DE LENÇO – é um momento muito especial para os garotos, pois é quando eles são 
reconhecidos oficialmente como Desbravadores. (MACD – pág.177) Pode acontecer a cadatrimester no 
clube, sempre após o curso CAD. 
Ao invés de falarmos investidura de faixa devemos falar condecoração de especialidades que é o termo 
correto. 
 CONDECORAÇÃO DE ESPECIALIDADE – pois se espera que um Clube ofereça muitas Especialidades ao 
longo de um ano e que os Desbravadores consigam ser aprovados na maioria delas. (MACD – pág.184) 
 CERIMÔNIA DE ABERTURA - É ponto de partida das classes, do batismo da 
primavera e eventos do campo. 
 DIA MUNDIAL DOS DESBRAVADORES - Acontece uma vez ao ano, para 
concluir classes, admissões, apresentações e batismo 
 INVESTIDURA 
 CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO - Cerimônia que concentra várias outras 
cerimônias dentro dela, invstidura, condecoração, excelência 
 
 
 
23 
 
 
5.3 ORIENTAÇÕES PARA AS CERIMÔNIAS - Manual do Regional pág. 31 
 Investiduras é cerimônia do Campo Local. 
 Para investir classes e especialidade deve haver solicitação ao Campo, via regional. 
 EXISTE UM TEMPO PARA ESTA SOLICITAÇÃO. Sim, pelo menos 30 dias 
 O CAMPO AUTORIZARÁ ALGUÉM PARA A CERIMÔNIA, o coordenador de área, o Regional 
 Bem na extremidades das autorizações 
 Um Líder Investido para dirigir a cerimônia , podendo ser líder regional, líder distrital, líder pastor 
distrital, líder diretor do clube. 
 As cerimônias, precisam ter presença do campo? Sim. , seja ele regional, departamental, pastor 
distrital. 
 
5.4 SUGESTÕES PARA A ORNAMENTAÇÃO DAS CERIMÔNIAS 
 IGREJA ORNAMENTADA 
 Uma mesa bem organizada com os emblemas: bótons, Especialidades e lenços com o nome dos 
Desbravadores. 
 Porta bandeiras treinados 
 Mesa com tecidos nas cores das seis Classes e uma vela na cor de cada Classe em cima do tecido 
de cor correspondente 
 
6. REFERÊNCIAS 
http://www.filorbis.pt/filosofia/CursoCidCidadania.htm 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Civismo 
REGULAMENTO DE UNIFORMES DOS DESBRAVADORES – RUD 
MCA 50-4 MANUAL DE ORDEM UNIDA PARA O COMANDO DA AERONÁUTICA 2019 
Manual do regional. 
Manual admistrativo de desbravadores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEM MODELOS DE CONSTRUÇÃO DE 
PROGRAMAS DE CERIMÔNIAS 
Páginas 175 a 189 
 
http://www.filorbis.pt/filosofia/CursoCidCidadania.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Civismo
24 
 
 COMANDO OPERAÇÕES BÁSICAS REGULARES E AVANÇADAS 
 CONCURSO DE ORDEM UNIDA 
 
 FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA GERAL 
 
REGIÃO: Nº REGIÃO – MPA 
NOME DO 
CLUBE:__________________________________________ 
QUANTIDADE DE 
MEMBROS:_________________________________ 
INSTRUTOR DO 
CLUBE:______________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
AVALIADORES AV - 01 AV - 02 AV - 03 AV - 04 AV - 05 AV - 06 PONTOS 
INSTRUTOR 
COMANDOS 
BÁSICOS 
 
COMANDOS 
EM MARCHA 
 
COMPLEMENTO 
EVOLUÇÃO 
ERROS 
PONTUAÇÃO 
 
PONTUAÇÃO FINAL 
 
 
 
 
 
 
 
TEMPO EXCEDIDO 
 
 
 
TEMPO EXCEDIDO 
 
 
25 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA 
 
NOME DO CLUBE:________________________________________ 
AVALIADOR:____________________________________________ 
 
 
 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 
INSTRUTOR 
 
 POSTURA 
 VOZ DE ADVERTÊNCIA 
 VOZ DE EXECUSSÃO 
 VOZ DE COMANDO 
 CONTROLE DO CLUBE 
 UNIFORME DO INSTUTOR 
 ERROS 
 TOTAL DE PONTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
01 02 03 04 05 06 
5 
1 
4 
5 4 3 2 1 
4 5 3 2 
3 
5 
1 
3 1 
3 
4 2 
 
4 2 
4 
5 
2 
5 4 2 3 
5 
1 
1 
3 2 1 
 
26 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA 
 
NOME DO CLUBE:________________________________________ 
AVALIADOR:____________________________________________ 
 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 
COMANDOS BÁSICOS 
 
 SENTIDO 
 COBRIR 
 FIRME 
 OITAVA À DIREITA VOLVER 
 OITAVA À ESQUERDA VOLVER 
 DIREITA VOLVER 
 ESQUERDA VOLVER 
 MEIA VOLTA VOLVER 
 DESCANSAR 
 FRENTE PATA A DIREITA 
 FRENTE PARA A ESQUERDA 
 FRENTE PARA A RETAGUARDA 
 ERROS 
 TOTAL DE PONTOS 
 
 
 
 
 
01 02 03 04 05 06 
1 
4 
5 
3 
2 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
27 
 
 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA 
NOME DO CLUBE:________________________________________________________________ 
AVALIADOR:___________________________________________________________________ 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 
 COMANDOS EM MARCHA 
 ORDINÁRIO MARCHE 
 DIREITA VOLVER 
 ESQUERDA VOLVER 
 MEIA VOLTA VOLVER 
 CONVERSÃO À ESQUERDA 
 (MARCHE) 
 
 CONVERSÃO À DIREITA 
 (MARCHE) 
 
 DIREÇÃO À ESQUERDA 
 (MARCHE) EM FRENTE 
 
 DIREÇÃO À DIREITA 
 (MARCHE) EM FRENTE 
 
 MARCAR PASSO 
 EM FRENTE 
 (PELOTÃO SENTIDO) OLHAR A 
ESQUERDA (OLHAR FRENTE) 
 
(PELOTÃO SENTIDO (OLHAR A 
DIREITA (OLHAR FRENTE) 
 
 ALTO 
 FORA DE FORMA (MARCHE) 
 ERROS 
 TOTAL DE PONTOS 
 
01 
1 
4 
5 
3 
2 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
2 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
3 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
4 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
5 
1 
1 
2 
2 
3 
3 
4 
4 
5 
5 
02 03 04 05 06 
28 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA 
NOME DO CLUBE:_______________________________________________________________ 
AVALIADOR:___________________________________________________________________ 
 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 
 COMPLEMENTO 
 UNIFORME DO CLUBE 
 COBERTURA 
 CADENCIA 
 VIBRAÇÃO 
 ALINHAMENTO 
 GRITO DE GUERRA 
 ERROS 
 TOTAL DE PONTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
01 02 03 04 05 06 
5 
1 
4 
5 4 3 2 1 
4 5 3 2 
3 
5 
1 
3 1 
3 
4 2 
 
4 2 
4 
5 
2 
5 4 2 3 
5 
1 
1 
3 2 1 
 
29 
 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO TÉCNICA 
NOME DO CLUBE:______________________________________________________________ 
AVALIADOR:___________________________________________________________________ 
 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 
 EVOLUÇÃO 
 CRIATIVIDADE 
 SINCRONIA 
 DIFICULDADE 
 ORIGINALIDADE 
 ENERGIA NOS MOVIMENTOS 
 CANÇÃO 
 ERROS 
 TOTAL DE PONTOS 
 
 
01 02 03 04 05 06 
5 
1 
4 
5 4 3 2 1 
4 5 3 2 
3 
5 
1 
3 1 
3 
4 2 
 
4 2 
4 
5 
2 
5 4 2 3 
5 
1 
1 
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