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Urbanismo I
Unidade 2
Levantamento de dados, mapeamentos e
análise espacial
Prof.ª. Ms. Gabrielle Prado
 Arquitetos urbanistas estão, portanto,
frequentemente realizando projetos para
adaptar e qualificar os espaços urbanos
existentes.
 Aplicações de métodos de realização de
levantamentos urbanísticos, mapeamentos e
análises espaciais para subsidiar a realização de
um eficiente diagnóstico urbanístico da área a
ser projetada.
Contextualização
Fonte: https://www.ucl.br/graduacao/arquitetura-e-urbanismo/
Conceitos
Aspectos inerentes 
ao espaço
Aspectos inerentes ao espaço
 Aspectos quantitativos: correspondem aos
aspectos da realidade urbana que são
quantificáveis: densidade, superfície, fluxos,
coeficientes, dimensões, perfis - controlam o
aspecto físico da cidade
Aspectos inerentes ao espaço
 Aspectos de organização funcional:
correspondem às atividades humanas “habitar,
trabalhar, estudar, lazer, de comércio, de
circulação” e com o uso de um espaço ou
edifício “residencial, comercial, escolar,
industrial” = tipo de uso do solo
Aspectos inerentes ao espaço
 Aspectos qualitativos: referem-se ao
tratamento dos espaços, “conforto,
comodidade” do usuário No edifício:
isolamento termo-acústico, no meio urbano:
manutenção, adaptação ao clima, acessibilidade
- também podem ser quantificáveis através de
parâmetros (medidores)
Aspectos inerentes ao espaço
 Aspectos figurativos: relacionam-se
essencialmente com a comunicação estética
Aspectos inerentes ao espaço
ÓTICA
LUGAR
CONTEÚDO
Análise intuitiva e artística da 
paisagem urbana, apresenta-se 
3 maneiras (categorias) pelas 
quais o meio ambiente pode 
gerar respostas emocionais.
Conceitos
Levantamento de 
dados e mapeamento 
urbanístico
Levantamento de dados e mapeamento urbanístico
 Nolli, em 1748, já elaborava mapeamentos para
representar o tecido urbano de Roma por meio
da técnica de figura-fundo.
 Método de levantamento a respeito dos
vínculos entre espaços públicos, semipúblicos
e privados, além de outras relações
morfológicas, como a observação dos tipos de
quarteirões, da largura das vias, etc.
Levantamento de dados e mapeamento urbanístico
 Cerdá, em 1860, que se pautou em
levantamentos urbanísticos para elaborar seu
plano de intervenção para Barcelona.
 Objetiva-se caracterizar a situação a atual
verificada em dada localidade para, por meio
dos dados coletados, elaborar um diagnóstico
a respeito das fragilidades e potencialidades
da área. Seu projeto se pautará nesta análise
para equacionar as questões que precisam ser
qualificadas.
Levantamento de dados e mapeamento urbanístico
 Para o projeto de qualificação de uma
centralidade urbana desenhada para a escala
do pedestre, ou como coloca Gehl (2013), um
projeto direcionado à dimensão humana, que
dá “prioridade ao espaço público, às áreas de
pedestres e ao papel do espaço urbano como
local de encontro dos moradores da cidade”
(GEHL, 2013, p. 3), mostra como a análise dos
elementos morfológicos que compõem a
paisagem do local é fundamental.
Levantamento de dados e mapeamento urbanístico
 Elementos morfológicos estudam aspectos
exteriores do meio urbano e as suas relações
recíprocas- definindo e explicando a paisagem
urbana e sua estrutura.
 Função dos Instrumentos/Esquemas de análise:
ressaltar os fenômenos da produção do espaço,
pois somente o cruzamento de diferentes
leituras e informações podem explicar o objeto
complexo da cidade: economia, sociologia,
história, geografia, arquitetura,...
Conceitos
Os sistemas de 
mobilidade urbana
Os sistemas de mobilidade urbana
 Mobilidade refere-se ao ato de se deslocar pelo
espaço das cidades. Isto é, a mobilidade é um
atributo intrínseco ao indivíduo e expressa sua
capacidade de se deslocar pelo território.
 Mobilidade urbana é um conceito atribuído às
cidades, pois refere-se à possibilidade e à
facilidade com a qual as pessoas e produtos
conseguem se deslocar pelo espaço urbano.
Os sistemas de mobilidade urbana
 Os deslocamentos nas cidades podem ser
realizados através de diversos modos e meios de
transporte, também chamados de modais. E
também pela presença de redes de
infraestrutura (vias, leitos, carroçáveis,
calçadas, calçadões, ciclovias, faixas de ônibus,
trilhos de trem ou metrô, entre outros).
 Os modos de transporte podem ser classificados
em: individual, coletivo ou a pé.
Os sistemas de mobilidade urbana
Bons elementos de 
mobilidade urbana
Cidade segura, eficiente e 
pensada para as pessoas. 
Interdependência 
entre os diversos 
tipos de modais
Os sistemas de mobilidade urbana
 Não se relaciona apenas ao conjunto de redes
de infraestrutura e meios de deslocamento de
pessoas e bens, mas é o resultado da interação
entre os diversos tipos de modais, visando a
forma mais eficiente de se locomover nas
cidades.
 Abrange a possibilidade de você conseguir, de
forma eficiente, ter opções de integração entre
os diversos tipos de modal.
Os sistemas de mobilidade urbana
 Não se relaciona apenas ao conjunto de redes
de infraestrutura e meios de deslocamento de
pessoas e bens, mas é o resultado da interação
entre os diversos tipos de modais, visando a
forma mais eficiente de se locomover nas
cidades.
 Abrange a possibilidade de você conseguir, de
forma eficiente, ter opções de integração entre
os diversos tipos de modal.
Para que haja 
mobilidade urbana 
sustentável é preciso 
investimento e 
qualificação em todo o 
sistema de mobilidade 
(cidades inclusivas).
Fonte: Pera (2019)
Conceitos
Sistema 
Viário
Sistema Viário
Composto de ruas, também chamadas de vias. As
vias por sua vez são compostas pelo leito
carroçável ou de rolamento (que é a faixa da via
destinada à circulação de veículos, excluídos os
passeios, os canteiros centrais e o acostamento) e
pelas calçadas, parte segregada da via e em nível
diferente, destinada à circulação de pedestres e,
quando possível, à implantação de arborização, de
mobiliário urbano, sinalização, etc.
Sistema Viário
 Vias arteriais são aquelas responsáveis pelas
ligações internas mais importantes e
estruturais do município, ou seja, ligações
entre regiões, bairros e centralidades. São
normalmente vias mais largas, pois possuem
maior número de faixas de rolagem e calçadas
mais amplas.
Sistema Viário
 Vias coletoras têm função de ligação entre as
vias locais e as vias arteriais. São as vias que
fazem a costura intermediária do território.
 Vias locais têm função, predominante, de
proporcionar acesso aos imóveis lindeiros. São
ruas normalmente mais estreitas e com menor
fluxo de automóveis, podendo ser sem saída.
Sistema Viário
 Vias coletoras têm função de ligação entre as
vias locais e as vias arteriais. São as vias que
fazem a costura intermediária do território.
 Vias locais têm função, predominante, de
proporcionar acesso aos imóveis lindeiros. São
ruas normalmente mais estreitas e com menor
fluxo de automóveis, podendo ser sem saída.
Através desse tipo de 
mapeamento pode-se 
compreender o sentido de 
cada via, a intensidade o fluxo 
que cada uma abriga e a rede 
de escoamento por completo, 
destacando os locais com 
maior quantidade de pontos 
de congestionamento.
Sistema Viário
Para o mapa de sistema viário e fluxos:
Deve indicar a estrutura viária, mencionando
possibilidades de alteração ou explicitando
condicionantes de acessos, evidenciar as
principais vias etc. Indicar áreas de pedestres e
de veículos. Rotas de transporte público. Embora
possa utilizar imagens do GoogleEarth, é
imprescindível a produção de mapas.
Sistema Viário
Fonte:
https://www.researchgate.net/figure/Fig
ura-98-Mapa-do-sistema-viario-do-
Campus-Arapiraca-trajetos-e-
usos_fig18_308417055
Resolução da SP
Centralidade 
Urbana e espaços livres 
de edificações
Centralidade é um local que, por atrair um grande
fluxo de pessoas e de usos, deve ter um bom
sistema de mobilidade urbana, facilitando o acesso
pelo local e atéo local. É também um lugar de
encontro, permanência, convívio e acolhimento
(ou seja, pensado para a dimensão humana), além
de analisar os seus sistemas de mobilidade, faz-se
necessário levantarmos informações a respeito dos
seus sistemas de espaços livres de edificações.
Resolução da SP
O que é centralidade urbana? O que é um espaço livre de
edificações?
• Espaço livre de edificação as ruas, as praças, as
áreas vegetadas e arborizadas e as áreas non
aedificandi de quadras e lotes. Tem como função
áreas de lazer, de conservação ambiental, de
drenagem, de convívio, cívicas, de circulação, de
estar, de permanência, de descanso e de
contemplação, por exemplo. São espaços,
contudo, da esfera da vida pública.
Resolução da SP
O que é centralidade urbana? O que é um espaço livre de
edificações?
Interação
Dúvidas?
Conceitos
Sistema de 
circulação de 
pedestres
Composto por um conjunto de vias e estruturas
físicas destinadas à circulação de pedestres, tais
como: calçadas, vias de pedestres (calçadões),
faixas de pedestres, lombofaixas transposições,
passarelas e sinalização específica.
Sistema de circulação de pedestres
Sistema de circulação de pedestres
 A qualidade da caminhabilidade esta associada
a segurança, conforto, boa conservação,
iluminação, continuidade, conectividade,
atratividade e acessibilidade universal aos
transeuntes.
Sistema de circulação de pedestres
Para as calçadas (ou passeios públicos):
 Faixa de livre circulação da calçada é destinada
exclusivamente à circulação de pedestres (sem
obstáculos);
Sistema de circulação de pedestres
Fonte: Pera (2019)
- Possuir superfície regular 
e antiderrapante
- Inclinação acompanhando 
a via (8,33% - 10%*)
- Largura mínima de 1,20 m
- Ser livre (h=2,10 m)
- Piso podotátil.
Sistema de circulação de pedestres
 Faixa de serviço locais destinados à colocação
de vegetação, poste de iluminação eletricidade,
sinalização de trânsito, rampas de
rebaixamento, mobiliário urbano (bancos,
floreiras, telefones, caixa de correio, lixeiras) e
de outras interferências existentes nos passeios
(grelhas e tampas de inspeção)e o
rebaixamento de guia para acesso de veículos.
Sistema de circulação de pedestres
 Faixa de acesso espaço excedente entre a faixa
livre e o limite da edificação. É a área em frente
ao imóvel ou terreno, onde podem estar
alocados vegetação, rampas, toldos,
propaganda e mobiliário móvel, como mesas de
bar, desde que não impeçam o acesso aos
imóveis. Esta é uma faixa de apoio à
propriedade.
Conceitos
Analise espacial
- Parte 1 -
Análise espacial
A prática da arquitetura e urbanismo, por estar
intrinsecamente associada à ocupação e gestão do
espaço urbano, necessita de formas de coleta e
organização de dados, assim como de
representações da realidade para que projetos e
políticas públicas possam ser implementadas de
forma constante e coerente com as
particularidades de cada local.
Análise espacial
Por meio de mapas em papel, o que dificultava uma 
análise que levasse em consideração a combinação 
de diversos mapas e dados (Câmara e Davis, 2004). 
PROCESSO MANUAL
Análise espacial
Disciplina que utiliza conceitos matemáticos,
computacionais, cartográficos e geográficos para o
tratamento de informações:
 Subsidiar a coleta de dados georreferenciados
através de, por exemplo, GPS (Global Positioning
System), de sensoriamento remoto.
GEOPROCESSAMENTO
Análise espacial
 Armazenar em um banco de dados informações
georreferenciadas tais como tabelas, fotografias,
imagens de satélite, ortofotos retificadas, mapas
digitalizados ou vetorizados, gráficos, arquivos
do tipo shapefile, etc.
GEOPROCESSAMENTO
Análise espacial
 Processar e analisar informações geográficas por
meio da elaboração de análises espaciais,
modelagem de dados, processamento de
imagens, além da possibilidade de manipulação
de dados existentes para geração de novas
informações sobre o território.
GEOPROCESSAMENTO
Análise espacial
GIS (Geographic Information System) ou SIG, em
português, Sistema de Informações Geográficas. Há
diversos programas que trabalham em SIG, tanto
pagos quanto livres, como o QGIS.
GEOPROCESSAMENTO
Fonte: Pera (2019)
Análise espacial
Fonte: Pera (2019)
Análise espacial
Um mapeamento temático pode, então, servir ao
arquiteto urbanista tanto para representar e
sintetizar a realidade, quanto para gerar cenários
futuros (como no caso do estudo a respeito do
melhor local para implantação de uma ciclovia),
gerenciar a gestão de políticas públicas,
possibilitar a leitura sobreposta de questões que
se aplicam em um mesmo território para a
elaboração de projetos urbanos, etc.
Conceitos
Analise espacial
- Parte 2 -
Análise espacial
 Cartografia é a área do conhecimento que
engloba o conjunto de técnicas científicas e
artísticas capazes de representar objetos e
fenômenos geográficos, que ocorrem no espaço,
em mapas, cartas, plantas e demais tipos de
representações gráficas.
Análise espacial
 Aquele croqui ou o famoso mapinha que muitas
vezes esquematizamos para localizar alguma
informação é na verdade apenas uma
representação gráfica, pois não possui os
elementos cartográficos necessários a um
mapa.
Análise espacial
 Os mapas são uma espécie de abstração que
têm por finalidade representar, de forma
aproximada, o espaço geográfico. Utiliza-se o
termo “representação aproximada” porque não
há como reproduzir o planeta Terra sem que ele
deixe de sofrer algum tipo de deformação.
Análise espacial
 Os mapas são uma espécie de abstração que
têm por finalidade representar, de forma
aproximada, o espaço geográfico. Utiliza-se o
termo “representação aproximada” porque não
há como reproduzir o planeta Terra sem que ele
deixe de sofrer algum tipo de deformação.
Análise espacial
 Datum: é uma das informações que
faz parte do sistema geodésico. É
composto pelo Datum vertical
(altimétrico) e pelo horizontal
(planimétrico). Representam uma
elipsoidal referenciada sobre um
geoide, definindo um modelo da
superfície da Terra melhor aplicado
a cada país ou continente.
Fonte: Pera (2019)
Análise espacial
 Sistemas de coordenadas: são pontos,
formados pela junção de dois eixos, que
referenciam a posição de objetos ou fenômenos
sobre a superfície da terra. Há o sistema de
coordenadas geográficas, medido por meio dos
ângulos latitudinais e longitudinais, medidos em
graus. Já as coordenadas cartesianas são
medidas em metros (eixos x e y), normalmente
usados em SIG.
Análise espacial
 Sistema de projeção cartográfica depende da
construção de um método capaz de
representar uma superfície curva, como a
superfície do nosso planeta, em um plano.
 Todos os métodos distorcem de alguma
maneira a realidade, devendo cada tipo de
projeção ser aplicada de acordo com a
finalidade a que se presta o mapa.
Análise espacial
 O IBGE tem atribuições associadas aos campos
da geociência, estatística, ciências sociais,
demografia e economia. Uma das suas
atribuições é a elaboração e organização dos
dados coletados nos Censos Demográficos, que
visam fornecer aos órgãos federais, estaduais e
municipais elementos quantitativos e
qualitativos para o planejamento e
desenvolvimento urbano.
Resolução da SP
Porque utilizar programas 
que trabalham em SIG em 
vez de um programa em 
CAD para a realização de 
mapas?
CAD e SIG não são concorrentes, mas
complementares, pois apresentam finalidades
diferentes entre si e ferramentas específicas para
determinado tipo de trabalho.
CAD pode ser resumido como sendo um
programa de desenho digital. É um ferramental
específico para desenho técnico arquitetônico e
de Engenharia Civil, com grande precisão
geométrica e vetorial.
Resolução da SP
Porque utilizar programas que trabalham em SIG em vez de um
programa em CAD para a realização de mapas?
 CAD apropria-se da lógica funcional é
organizada em layers, todos eles dispostos em um
mesmo arquivo de formato .dwg. Cada layer
permitea vetorização de pontos, linhas ou
polígonos, podendo, assim, coexistirem as três
geometrias em um mesmo arquivo. Ou seja,
permite a manipulação, edição, visualização e
gerenciamento gráfico das camadas.
Resolução da SP
Porque utilizar programas que trabalham em SIG em vez de um
programa em CAD para a realização de mapas?
 SIG é um operador gráfico de informações
espaciais que possui diversas ferramentas de
geoprocessamento. É um ferramental de coleta,
armazenamento e de processamento e análise
espacial de dados georreferenciados.
 Os SIG são programas que lidam com 
ferramentas cartográficas, estatísticas, geográficas 
e espaciais. 
Resolução da SP
Porque utilizar programas que trabalham em SIG em vez de um
programa em CAD para a realização de mapas?
 A exclusividade do SIG é a possibilidade de
sobreposição de mapas, a sua capacidade de
gerar uma nova camada de dados como um
produto das camadas existentes e a possibilidade
de criar modelos digitais tridimensionais a partir
de imagens (raster).
Resolução da SP
Porque utilizar programas que trabalham em SIG em vez de um
programa em CAD para a realização de mapas?
Interação
Dúvidas?
Conceitos
Recapitulando
Recapitulando
 Aspectos inerentes ao espaço;
 Levantamento de dados e mapeamento
urbanístico;
 Os sistemas de mobilidade urbana;
 Sistema viário;
 Sistema de circulação de pedestres;
 Análise espacial.

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