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Estruturas de Aço - CV49D Ligações em Estruturas de Aço Ligações Soldadas Prof. Gustavo Savaris Doutor em Engenharia Civil – Estruturas gsavaris@utfpr.edu.br Soldagem Definição: União de materiais metálicos produzida por aquecimento até uma temperatura adequada com ou sem utilização de material de adição (Marques et al. 2009). Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br • Economia com redução do peso da estrutura (≈15%), eliminação de placas de união e parafusos. • Maior campo de aplicação (estruturas tubulares) • Maior rigidez da ligação • Metal da solda é mais resistente que a base • Velocidade de execução e facilidade de reparos/ajustes • Redução de ruído Vantagens das Ligações Soldadas Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Soldagem com Eletrodos Revestidos Soldagem a arco com eletrodos revestidos (Shielded Metal Arc Welding – SMAW) Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Tipos de Solda Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br • Solda de Entalhe – Penetração total – Penetração parcial • Solda de Filete • Solda Tampão • Soldas de filete são mais econômicas - não precisam de entalhes nas peças • 80% das soldas são do tipo filete • Soldas de filete não requerem alta precisão de dimensões • Soldas tampão são mais onerosas e não adequadas para forças de tração perpendiculares à superfície Comentários sobre os Tipos de Solda Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Posições de Soldagem Fonte: McCormac e Csernak, 2011 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Modos de União por Soldagem Fonte: McCormac e Csernak, 2011 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Modos de União por Soldagem Fonte: Modern Welding, 11th Edition Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Solda de Topo Modos de União por Soldagem Fonte: Modern Welding, 11th Edition Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Solda de Canto Modos de União por Soldagem Fonte: Modern Welding, 11th Edition Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Solda para Ligação em T Modos de União por Soldagem Fonte: Modern Welding, 11th Edition Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Solda de Extremidade Tipos de Eletrodo AWS E 70 1 8 - X Resistência à tração (ksi) Posição de soldagem: 1 – todas as posições 2 – horizontal e plana 3 – plana Tipo de corrente Tipo de revestimento Resistência à tração do eletrodo Classe fw MPa E60 415 E70 485 E80 550 E90 620 E100 685 E110 755 Compatibilidade metal-eletrodo (SMAW) Metal Eletrodo A36 (t≤19mm) E60A500 Gr.A A500 Gr. B A36 (t>19mm) E70A572 A992 A572 Gr. 60 E80A572 Gr 65 A913 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Símbolos padronizados em desenhos utilizados para indicar a localização, detalhes e outras informações para operação de soldagem. Simbologia da Soldagem Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Exemplos de Simbologia Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Exemplos de Simbologia Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Defeitos nas Soldas Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Distorção • Excesso de calor durante a soldagem Fusão incompleta Falta de penetração Porosidade • Manipulação incorreta do eletrodo • Falta de limpeza da junta • Baixa corrente • Velocidade de execução • Falhas na operação ao se fundir e preencher a lacuna de solda • Excesso de calor durante a soldagem • Movimentação da peça Defeitos nas Soldas Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Mordedura • Falha na operação ao preencher a lacuna de solda Escória Fissuração • Produtos insolúveis no metal que se separam e formam a escória • Incapacidade do material de absorver as tensões geradas na soldagem • Expansão e contração do material geradas pelo calor da fusão • Inspeção visual - dependem da experiência do soldador ou inspetor para detectar defeitos superficiais; • Líquidos penetrantes: penetram nos defeitos revelando-os por meio de um material poroso ou florescente, também para detectar defeitos superficiais, principalmente em soldas de filete; • Inspeção interna da solda por ultrassom através da emissão e recepção das ondas; • Inspeção por radiografia com o emprego de raios-X para detectar defeitos internos na solda. Controle da Qualidade Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br • Penetração total: Preenche totalmente o entalhe Solda de Entalhe Reforço: aumenta a resistência da solda e facilita sua realização Chapa de base: quando utilizada chapa de bronze não há adesão da solda, podendo ser retirada Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br • Penetração parcial: Preenche parcialmente o entalhe Dimensões dos entalhes Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Para chapas de espessura superior a 6,3 mm deve-se utilizar entalhes • Meio V ou bisel para chapas de espessura até 19 mm; • V para chapas de espessura maior que 19 mm, até 25,4 mm; • K para chapas de espessura maior que 16 mm; • X para chapas de espessura maior que 25,4 mm. Solda de Entalhe - Etapas Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Observação: Para Bisel com ângulo igual a 45° considerar: tw = t – 3mm Menor espessura da chapa (mm) Espessura mínima da garganta - tw (mm) t ≤ 6,35 3 6,3 < t ≤ 12,5 5 12,5 < t ≤ 19 6 19 < t ≤ 37,5 8 37,5 < t ≤ 57 10 57 < t ≤ 152 13 152 < t 16 Solda de Entalhe - Espessura da garganta (tw) Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br • Penetração total: tw = t • Penetração parcial: Espessura mínima (tw) conforme espessura das chapas (t) CISALHAMENTO • Ruptura do metal base Resistência da Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Total 𝐹𝑣𝑀𝐵,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑀𝐵 𝑓𝑦 𝛾𝑎1 Nesse caso a ruptura ocorre no metal da base Avaliar as tensões cisalhantes no metal base TRAÇÃO OU COMPRESSÃO: • Normal à seção efetiva da solda Situação 1: Ruptura do metal base por tração/compressão Resistência da Solda de Entalhe 𝐹𝑡𝑀𝐵,𝑅𝑑 = 𝐴𝑀𝐵 𝑓𝑦 𝛾𝑎1 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Total Nesse caso a ruptura ocorre no metal da base TRAÇÃO OU COMPRESSÃO: • Normal à seção efetiva da solda Situação 2: Ruptura do metal base por cisalhamento Resistência da Solda de Entalhe 𝐹𝑣𝑀𝐵,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑀𝐵 𝑓𝑦 𝛾𝑎1 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Total Nesse caso a ruptura ocorre no metal da base TRAÇÃO OU COMPRESSÃO: • Normal à seção efetiva da solda Situação 1: Ruptura do metal base por tração/compressão Resistência da Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Parcial Nesse caso a ruptura pode ocorrer no metal da base ou na solda 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 𝐴𝑔,𝑀𝐵 𝑓𝑦 𝛾𝑎1 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 𝐴𝑛,𝑀𝐵 𝑓𝑢 𝛾𝑎2 𝐴𝑔,𝑀𝐵 = 𝑡 𝑙𝑤 𝐴𝑛,𝑀𝐵 = 𝑡𝑤𝑙𝑤 TRAÇÃO OU COMPRESSÃO: • Normal à seção efetiva da solda Situação 2: Ruptura do metal da solda por tração/compressão Resistência da Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Parcial Nesse caso a ruptura pode ocorrer no metal da base ou na solda 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑤 𝑓𝑤 𝛾𝑤1 𝐴𝑤 = 𝑡𝑤𝑙𝑤 γw1 = 1,25 e γw2 = 1,35 CISALHAMENTO: Situação 1: Ruptura do metal base por cisalhamento Resistência da Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Parcial Nesse caso aruptura pode ocorrer no metal da base ou na solda γw1 = 1,25 e γw2 = 1,35 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑛,𝑀𝐵 𝑓𝑢 𝛾𝑎2 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑔,𝑀𝐵 𝑓𝑦 𝛾𝑎1 𝐴𝑔,𝑀𝐵 = 𝑡 𝑙𝑤 𝐴𝑛,𝑀𝐵 = 𝑡𝑤𝑙𝑤 𝐴𝑔,𝑀𝐵 = 2 𝑡 𝑙𝑤 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑔,𝑀𝐵 𝑓𝑦 𝛾𝑎1 CISALHAMENTO: Situação 2: Ruptura do metal da solda por cisalhamento Resistência da Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Entalhe com Penetração Parcial Nesse caso a ruptura pode ocorrer no metal da base ou na solda 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑤 𝑓𝑤 𝛾𝑤2 𝐴𝑤 = 𝑡𝑤𝑙𝑤 γw1 = 1,25 e γw2 = 1,35 Solda de Filete Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Dimensões da perna do filete (dw) em função da espessura da chapa mais fina. Solda de Filete – Dimensões Menor espessura do metal-base na junta (mm) Tamanho mínimo da perna da solda de filete - dw (mm) t ≤ 6,35 3 6,35 < t ≤ 12,5 5 12,5 < t ≤ 19 6 19 < t 8 Menor espessura do metal- base na junta (mm) Tamanho máximo da perna da solda de filete - dw (mm) t ≤ 6,35 t 6,35 < t t – 1,5 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Solda de Filete – Dimensões Área efetiva da solda de filete a. Pernas iguais b. Pernas desiguais 𝐭𝐰 = 𝟎, 𝟕𝟎𝟕 𝐝𝐰 𝐭𝐰 = 𝐝𝐰𝟏𝐝𝐰𝟐 𝐝𝐰𝟏 𝟐 + 𝐝𝐰𝟐 𝟐 𝑨𝒘 = 𝒍𝒘 𝒕𝒘 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Aplicado quando lw > 100 dw β = 1,2 – 0,0023 (lw/dw) 0,6 ≤ β ≤ 1,0 Espessura efetiva (garganta) do filete (tw) Comprimento mínimo do filete Fator de correção para soldas longas lw ≥ (4 dw ou 40 mm) Contorno do canto na extremidade Solda de Filete – Disposições Construtivas Soldas longitudinais: Comprimento mínimo do filete – lw ≥ b Espaçamento transversal – b ≤ 200 mm Transpasse mínimo Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Resistência da Solda de filete • Cisalhamento: resultante vetorial de todas as forças atuantes na solda Solda longitudinal γw1 = 1,25 e γw2 = 1,35 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑤 𝑓𝑤 𝛾𝑤2 Solda transversal Resistência da Solda de filete • Cisalhamento: resultante vetorial de todas as forças atuantes na solda 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 𝐹𝑤𝑙,𝑅𝑑 + 𝐹𝑤𝑡,𝑅𝑑 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,85. 𝐹𝑤𝑙,𝑅𝑑 + 1,5. 𝐹𝑤𝑡,𝑅𝑑 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑤 𝑓𝑤 𝛾𝑤2 1 + 0,5 𝑠𝑒𝑛1,5𝜃 γw1 = 1,25 e γw2 = 1,35 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Combinação de soldas longitudinal e transversal Solda com força inclinada em relação ao eixo Solda de Filete – Ruptura do metal base Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Solda de filete: resistência da interface metal base X solda Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Obras novas: a resistência dos parafusos pode ser considerada somente em ligações por corte, limitada a 50% da sua resistência total. Obras existentes: os reforços com solda devem ser dimensionados para resistir a todo o carregamento. Combinação de soldas e parafusos Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Determine a força máxima Pd resistida pela emenda das chapas realizada com solda de entalhe: Exercício 32 a) b) Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Determine a máxima força suportada pela ligação com solda de filete: Exercício 33 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Determine a máxima força resistida pelas ligações com solda de filete: a) b) Exercício 34 c) Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Determine a espessura e o comprimento mínimo de solda necessário para as ligações: a) b) Exercício 35 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Ligações soldadas com força cortante e torção Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Método vetorial – Análise elástica Tensão de cisalhamento: carga verticalTensão de cisalhamento: momento fletor Ligações soldadas com força cortante e torção 𝑓𝑀 = 𝑀 𝐼𝑝′ 𝑟 𝑓𝑀𝑥 = 𝑓𝑀 𝑦 𝑟 𝑓𝑀𝑦 = 𝑓𝑀 𝑥 𝑟 x = distância horizontal do C.G. ao ponto analisado y = distância vertical do C.G. ao ponto analisado Ip’ = momento polar de inércia efetivo da linha de solda (Ip = Ix + Iy) As’ = soma da área efetiva dos filetes de solda 𝑓𝑉 = 𝑃 𝐴𝑠′ 𝐴𝑠′ = 0,707 𝐴𝑠 𝐼𝑝′ = 0,707 𝐼𝑝 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br 𝑓𝑅 = 𝑓𝑀𝑥 2 + (𝑓𝑀𝑦 + 𝑓𝑉) 2 ≤ 𝑓𝑤𝑅𝑑 Ligações soldadas com força cortante e torção 𝐹𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝐴𝑤 𝑓𝑤 𝛾𝑤2 Solda de Filete 𝑓𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝑓𝑤 𝛾𝑤2 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Verifique se a solda utilizada atende aos esforços solicitantes Exercício 36 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Dimensione o filete de solda que atenda ao carregamento solicitante na mísula: Exercício 37 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Determine a força Pd máxima suportada pela ligação soldada: Exercício 38 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Dimensionamento é realizado considerando as tensões normais e cisalhantes uniformes Ligações soldadas com força cortante e flexão Tensões normais Tensões Cisalhantes 𝜎 = 𝑀 𝐼 𝑦 𝜏 = 𝑃 𝐴 𝜏 = 3 𝑉 2 𝐴 Solda Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br 𝑓𝑀 = 𝑀 𝐼 𝑦 Tensão Resultante Ligações soldadas com força cortante e flexão 𝑓𝑉 = 𝑃𝑑 𝐴𝑤 𝑓𝑅 = 𝑓𝑀𝑥 2 + 𝑓𝑉 2 ≤ 𝑓𝑤𝑅𝑑 Desprezada 𝑓𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝑓𝑤 𝛾𝑤2 𝑓𝑤,𝑅𝑑 = 0,6 𝑓𝑤 𝛾𝑤1 Solda de Filete Solda de Entalhe Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Verifique se a ligação soldada na figura apresenta resistência suficiente para o carregamento aplicado: Exercício 39 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Dimensione a ligação soldada para o carregamento aplicado, considerando que as chapas da mísula e da coluna possuem 15 mm de espessura: Exercício 40 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Verificar a ligação soldada viga-pilar esquematizada na figura admitindo: Solda de filete (dw=5mm); Eletrodo E70; Metal Base A572 G50 Mesas: máxima tensão de tração devido ao momento fletor Alma: atuação simultânea de tensões devido ao momento fletor e à força cortante Exercício 41 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Verifique se a solda de entalhe com penetração total realizada no apoio resiste ao carregamento solicitante. Eletrodo E70 Metal Base MR 350 Exercício 42 Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Verifique a ligação entre viga e pilar, com solda de filete com perna de 8 mm na alma da viga suportada, feita com eletrodo E70 (perfis e cantoneira de aço ASTM A36), considerando a reação vertical na ligação igual a 200 kN. Parafusos Classe 8.8: fyb = 640 MPa; fub = 800 MPa - db=22 mm. Estruturas de Aço – Prof. Gustavo Savaris – gsavaris@utfpr.edu.br Exercício 43 Slide 1: Estruturas de Aço - CV49D Ligações em Estruturas de Aço Ligações Soldadas Slide 2: Soldagem Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56