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I - AS ARMAS DO CRENTE
1. As armas.
1 Sm 17.45
Este versículo destaca a fé e a coragem de Davi. Ele não
tem medo da força física de Golias porque acredita que
Deus está ao seu lado.
Este versículo é um ponto de viragem na história. A
declaração de fé de Davi prepara o terreno para sua vitória
sobre Golias.
O versículo enfatiza a importância da fé sobre a força
física.
Pode ser visto como uma mensagem de esperança e
encorajamento para aqueles que enfrentam desafios.
SI 23.4
Este versículo é uma bela expressão de fé e confiança
em Deus. Fala de enfrentar as dificuldades e até a morte
sem medo porque a presença de Deus proporciona
conforto e proteção.
“Vale da sombra da morte” é uma metáfora para
tempos difíceis, perigo ou mesmo o medo da própria
morte.
“Você está comigo” significa a presença e orientação
constante de Deus.
“Sua vara e seu cajado” simbolizam a proteção e o
cuidado de Deus. Um pastor usava uma vara para guiar e
proteger suas ovelhas e um cajado para apoiá-las.
1 Sm 17.40
“Então Davi pegou seu cajado na mão...” Davi não
carrega o armamento típico de um soldado. Ele traz seu
cajado de pastor, simbolizando seu trabalho habitual e
talvez a fé em suas ferramentas simples.
“e escolheu cinco pedras lisas do leito do rio...” Essas
pedras se tornaram a munição de Davi para sua funda. A
suavidade pode indicar uma seleção cuidadosa de seu
potencial como projéteis.
“colocando-as na bolsa de sua bolsa de pastor...” Davi
carrega suas pedras em sua bolsa de pastor familiar,
novamente enfatizando sua formação e a falta de
equipamento militar padrão.
“e com a funda na mão...” A funda é a arma preferida
de Davi, e ele provavelmente é habilidoso no seu uso.
“Ele se aproximou de Golias.” Com seu equipamento
simples e fé, Davi caminha confiante em direção ao gigante
Golias.
2 Rs 13.15
“E Eliseu morreu e foi sepultado” (E Eliseu morreu e foi
sepultado) Esta frase marca o falecimento de Eliseu, o
profeta de Deus que desempenhou um papel significativo
na história de Israel.
"E tropas de salteadores moabitas costumavam invadir
a terra a cada primavera" (E tropas de invasores moabitas
costumavam invadir a terra toda primavera) Esta parte
destaca as consequências da morte de Eliseu. Com a saída
do profeta, os moabitas, que anteriormente haviam sido
contidos pelas ações de Eliseu (2 Reis 3:14-27), aproveitam
a situação e iniciam ataques anuais à terra.
Js 8.18
Significado da Lança:
A lança, símbolo de poder e autoridade militar, assume um
significado mais profundo neste contexto. Torna-se um
instrumento da ação divina, uma extensão da vontade de
Deus para conquistar Ai. O ato de Josué estender a lança
significa sua obediência à ordem de Deus e sua confiança
no poder de Deus para a vitória.
Garantia e Ação Divina:
As palavras de Deus a Josué: “Entregarei a cidade nas tuas
mãos”, transmitem uma mensagem poderosa de segurança.
Apesar do formidável desafio apresentado por Ai, Deus
promete vitória ao Seu povo. Esta garantia divina fortalece
a fé de Josué e o capacita a liderar os israelitas na batalha.
Os acontecimentos que se desenrolam em Josué 8:19-
29 confirmam o cumprimento da promessa de Deus.
Os israelitas, seguindo as instruções de Josué, executam
uma emboscada estratégica, enquanto o sinal da lança
estendida desencadeia o ataque. A cidade de Ai cai e os
israelitas reivindicam vitória sob a orientação de Deus.
Principais vantagens:
A Soberania de Deus: Josué 8:18 destaca o controle
final de Deus sobre o resultado da batalha. A vitória
pertence a Ele e Ele orquestra os eventos de acordo
com Seu plano.
Fé e Obediência: A obediência de Josué à ordem de
Deus demonstra a importância da fé nas promessas
de Deus. Ele age com fé, confiando que Deus
cumprirá Sua palavra.
Capacitação Divina: A vitória dos Israelitas não é
meramente resultado da sua capacidade militar; é
um testemunho do poder de Deus trabalhando
através deles.
2 Sm 18.14
“Então disse Joabe: Não me demorei assim contigo
aqui.” Joabe expressa sua impaciência com a situação. Ele
pode estar preocupado com a possibilidade de Absalão
escapar ou causar mais problemas.
“E, cravando-lhe três dardos no coração, o traspassou.”
Esta é uma representação gráfica de Joabe matando
Absalão.
Ef 6.16
"Tomando sobretudo o escudo da fé" A fé é comparada
a um escudo, que na época bíblica era usada pelos soldados
para se protegerem dos ataques inimigos. Isso significa que
a fé é a nossa principal defesa contra o mal.
"com o qual podereis apagar todos os dardos
inflamados do maligno" Os "dardos inflamados do
maligno" simbolizam as tentações e ataques do diabo. A fé
é capaz de "apagar" esses dardos, ou seja, torná-los
ineficazes.
1 Sm 17.5
"Trazia na cabeça um capacete de bronze" - O capacete
servia como proteção crucial para a cabeça de Golias,
protegendo-o de golpes e realçando sua aparência
intimidadora.
"e vestia uma couraça de escamas" ("e ele usava uma
armadura de escamas") - A armadura de escamas,
composta por placas de metal sobrepostas, fornecia a
Golias uma defesa substancial contra ataques inimigos. A
imagem das escamas reforça ainda mais sua imagem de
guerreiro formidável.
"e era o peso da couraça de cinco mil siclos de bronze"
("e o peso da armadura era de cinco mil siclos de bronze") -
O peso da armadura, aproximadamente 150 libras, ressalta
o imenso tamanho e força de Golias. Também destaca o
fardo que ele carregava, sugerindo as limitações das
proezas físicas.
1 Sm 17.6
"Também trazia grevas de bronze por cima de seus
pés" Grevas eram caneleiras feitas de metal, protegendo as
pernas de Golias de ataques. Este detalhe destaca sua
cobertura defensiva completa.
"e um escudo de bronze entre os seus ombros" O
grande escudo de bronze fornecia proteção substancial
para a parte superior do corpo de Golias, especialmente
para órgãos vitais. A colocação "entre os ombros" sugere
um escudo enorme que poderia cobri-lo da cabeça aos pés
quando ajoelhado.
SI 20.7
"Uns confiam em carros, e outros, em cavalos": Na
época em que o salmo foi escrito, carros de guerra e
cavalos eram símbolos de poder militar. As pessoas
depositavam sua confiança na força bruta desses
instrumentos para alcançar a vitória.
"Mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso
Deus": Em contraste com a confiança em recursos militares,
o salmista e o povo de Israel declaram que sua fé está no
Senhor. Eles reconhecem que a verdadeira força e proteção
vêm de Deus.
2. As estratégias do Inimigo.
Mt 13.19
Semente: Representa a palavra de Deus ou a mensagem
do reino dos céus.
Semeador: Representa Jesus Cristo que espalha a
mensagem.
Caminho: Representa um coração duro e pouco
receptivo. A semente (mensagem) não tem chance de criar
raízes e é arrancada pelo diabo (o maligno).
O maligno: Refere-se a Satanás ou forças demoníacas
que impedem as pessoas de aceitarem a palavra de Deus.
Arrebata: Implica que o diabo pode impedir as pessoas
de compreender ou seguir os ensinamentos de Jesus.
Os semeados no caminho: Representam pessoas
indiferentes ou pouco receptivas aos assuntos espirituais.
As sementes (mensagem) não criam raízes porque seus
corações não estão abertos para elas.
At 5.3
A igreja primitiva praticava uma vida comunitária e
alguns membros vendiam seus bens para sustentar a
comunidade.
Ananias e sua esposa Safira venderam suas terras e
alegaram doar todos os lucros, mas guardaram algum
dinheiro para si.
Pedro, reconhecendo o engano deles através do Espírito
Santo, confronta Ananias pela sua desonestidade.
Lc 22.3,4
Satanás entrou em Judas: Isto indica que o discípulo de
Jesus, Judas Iscariotes, foi influenciado por Satanás.
Judas Iscariotes: Um dos dozediscípulos confiados por
Jesus.
Chamado Iscariotes: Esta designação pode significar o
local de origem de Judas ou uma linhagem familiar.
Então Judas Iscariotes... Seguindo o versículo anterior
onde se diz que Satanás entrou em Judas, este versículo
mostra Judas agindo de acordo com sua traição.
Um dos doze discípulos: Isto enfatiza a proximidade que
Judas tinha de Jesus.
Dirigiu-se aos principais sacerdotes e aos oficiais da
guarda do templo: Judas inicia contato com as autoridades
judaicas que procuravam prender Jesus.
2 Tm 2.26
Eles podem cair em si: Isto se refere àqueles que foram
desviados dos ensinamentos de Deus. O versículo oferece
esperança para seu retorno.
Fuja da armadilha do diabo: O diabo é retratado
metaforicamente como armando uma armadilha para
enganar as pessoas.
Quem os levou cativos para fazerem a sua vontade: Isto
sugere que aqueles que seguem o mal não estão
inteiramente no controle de suas ações.
Lc 22.32
“Mas eu orei por ti, Simão...” Jesus reconhece que
Pedro está prestes a negá-lo, mas assegura-lhe que rezou
pela sua fé.
"Simão" Este é outro nome para Pedro.
“Para que a vossa fé não desfaleça” Jesus expressa o seu
desejo de que a fé de Pedro não seja completamente
destruída.
“E quando você voltar atrás...” Isto se refere ao
momento em que Pedro perceberá seu erro de negar Jesus.
“Fortalecei os vossos irmãos” Jesus confia a Pedro a
tarefa futura de fortalecer a fé dos outros discípulos.
1 Tm 4.1
Este versículo é um aviso do apóstolo Paulo a Timóteo
sobre os perigos dos falsos ensinamentos. Paulo diz que nos
"últimos tempos", alguns se desviarão da fé e seguirão
espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Esses
falsos ensinamentos serão promovidos por pessoas
hipócritas que têm a consciência cauterizada (v. 2).
O que significa "últimos tempos"? Alguns acreditam que
isso se refere ao fim da era, enquanto outros acreditam que
se refere a qualquer momento em que haja falsos
ensinamentos presentes na igreja. De qualquer forma, a
mensagem de Paulo é clara: os cristãos devem estar
atentos aos falsos ensinamentos e permanecer firmes na fé.
Como podemos discernir entre os ensinamentos
verdadeiros e os falsos? Paulo nos dá algumas pistas em 1
Timóteo 4:3-5. Ele diz que os falsos ensinamentos proibirão
o casamento e o consumo de certos alimentos. Isso pode
parecer estranho para nós hoje, mas era importante na
época em que Paulo escreveu. Naquela época, algumas
seitas heréticas ensinavam que o casamento e certos
alimentos eram impuros. Paulo ensina que todas as coisas
criadas por Deus são boas e que podem ser desfrutadas
com ações de graças (v. 4).
A melhor maneira de se proteger contra falsos
ensinamentos é estudar a Bíblia e conhecer a verdade.
Também devemos estar atentos aos ensinamentos que
parecem muito bons para ser verdade ou que contradizem
o que a Bíblia ensina. Se não tivermos certeza sobre algo,
devemos sempre procurar o conselho de líderes confiáveis
na igreja.
1 Pe 5.8
Esteja alerta e vigilante: Pedro adverte os cristãos para
não serem ingênuos ou complacentes. Devemos estar
cientes das táticas do diabo e prontos para resistir à
tentação.
O diabo é real: Este versículo deixa claro que o diabo é
um ser real e perigoso. Ele não deve ser trivializado ou
ignorado.
O diabo é nosso inimigo: A Bíblia ensina que o diabo é
nosso inimigo e deseja nos destruir. Devemos nos lembrar
disso sempre que enfrentarmos tentação.
Resistência ao diabo: Embora o diabo seja poderoso,
não somos impotentes contra ele. Tiago 4:7 diz: "Portanto,
sujeitem-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de
vocês."
3. O chefe de toda força do mal.
Ef 6.11
Vista toda a armadura de Deus: Este é um chamado aos
cristãos para buscarem ativamente a proteção de Deus.
Para que você possa se posicionar contra as
maquinações do diabo: A armadura não é para decoração,
mas para defesa contra os ataques do diabo.
Rm 13.12
Noite: Representa o pecado, a imoralidade e a
desobediência a Deus que dominam o mundo sem Cristo.
Dia: Simboliza a luz de Cristo, a justiça e a santidade que
Ele nos oferece através do Evangelho.
1 Ts 2.18
Desejo de Paulo: Paulo expressa um forte desejo de
visitar a igreja em Tessalônica, usando a expressão "uma e
outra vez".
Impedimento: Apesar do forte desejo, Paulo diz que ele
foi impedido.
Causa do impedimento: O texto menciona "Satanás"
como o responsável por impedir a visita. É importante
ressaltar que isso pode ser interpretado de diferentes
formas. Alguns entendem como uma ação literal de
Satanás, enquanto outros interpretam como circunstâncias
difíceis colocadas por Deus para um propósito maior.
Ef 2.2
Vida Passada: O versículo se refere ao nosso tempo “
em que você andava ”, significando nosso modo de vida
antes de aceitar a Cristo.
Seguir o mundo: Este modo de vida envolvia seguir “ os
caminhos deste mundo ”, que se refere aos valores e
sistemas que muitas vezes contradizem a vontade de Deus.
Governante do Ar: Diz-se também que seguimos “ o
governante do poder do ar ”, uma referência simbólica à
influência de Satanás sobre o mundo.
Espírito de Desobediência: Este governante é chamado
de “ o espírito que agora atua naqueles que são
desobedientes ”, destacando o papel de Satanás em tentar
as pessoas para longe de Deus.
2 Co 4.4
O Deus deste mundo: Este é um termo metafórico,
referindo-se à influência de Satanás ou do mal que cega as
pessoas para as verdades espirituais.
Cegando os incrédulos: O versículo diz que Satanás
“cegou as mentes dos incrédulos”. Isto significa que os
incrédulos não podem perceber a verdadeira mensagem do
Evangelho.
Luz do Evangelho: O Evangelho, a boa notícia sobre
Jesus Cristo, é apresentado como “a luz da glória de Cristo,
que é a imagem de Deus”.
O Objetivo: O objetivo é impedir que as pessoas vejam
“a luz” e compreendam a glória de Cristo, que reflete Deus
perfeitamente.
Lc 11.17-22
Jesus usa uma ilustração: para derrotar um homem forte
(o diabo), é preciso primeiro dominá-lo. Jesus expulsando
demônios demonstra seu poder sobre o diabo.
A passagem conclui enfatizando que não se pode servir a
dois senhores (Deus e dinheiro). Isso serve como um
lembrete para priorizar seguir a Deus.
II - AS TRÊS ARMAS ESPIRITUAIS DO CRISTÃO
1. A Palavra de Deus.
Mt 4.4
Resposta de Jesus: Esta é a resposta que Jesus dá à
primeira tentação apresentada por Satanás. Satanás tenta
Jesus a transformar pedras em pão porque Jesus está com
fome depois de jejuar por tanto tempo.
Citando as Escrituras: Jesus combate a tentação citando
Deuteronômio 8:3. Isto destaca que Jesus confia na palavra
de Deus, e não apenas no sustento físico, para o Seu bem-
estar.
Prioridade da Palavra de Deus: O versículo enfatiza que
a palavra de Deus é essencial para a vida, ainda mais
importante do que as necessidades físicas.
1 Pe 2.2
Bebês recém-nascidos: O versículo compara novos
crentes a bebês recém-nascidos. Assim como um recém-
nascido precisa de leite para crescer fisicamente, os novos
crentes precisam de nutrição espiritual para crescer na fé.
Leite Espiritual Puro: Refere-se à palavra de Deus, que é
essencial para o crescimento espiritual. Ele fornece os
ensinamentos e orientações necessários para os crentes
desenvolverem sua fé.
Desejo de Crescimento: O versículo enfatiza a
importância de desejar ativamente a palavra de Deus. Tal
como um bebê anseia naturalmente por leite, os crentes
devem ter um forte desejo de aprender e crescer na sua fé.
Mt 7.24,25
A casa como metáfora da vida: A casa representa sua
vida e seus valores.
Dois tipos de alicerce:
A Rocha: Simboliza seguir os ensinamentos de Jesus
e a vontade de Deus. Essa base proporciona
estabilidade e segurança nos desafios da vida.
A Areia: Representa construir sua vida sobre coisas
temporárias ou mundanas que nãopodem oferecer
segurança duradoura.
Tempestades da vida: A chuva, as enchentes e os ventos
representam os inevitáveis desafios e dificuldades que
todos enfrentam na vida.
Jo 17.17
“Santifica-os” A palavra “santificar” significa separar
para uso de Deus, tornar santo. Aqui, Jesus ora para que os
discípulos sejam santos, se aproximem de Deus e vivam de
acordo com a Sua vontade.
"na tua verdade" "Verdade" aqui se refere à palavra e
aos ensinamentos de Deus encontrados na Bíblia. Este é o
instrumento pelo qual Deus nos torna santos.
"a tua palavra é a verdade." Isto enfatiza a verdade
absoluta e a confiabilidade da palavra de Deus.
2. A Oração.
Sl 55.17
Comunicação Constante: O salmista, que se acredita ser
Davi enfrentando traição e perigo, diz que orará “tarde,
manhã e meio-dia”. Isso significa comunicação constante
com Deus ao longo do dia, independentemente das
circunstâncias.
Intensidade da Oração: O uso de palavras como “gritar
em voz alta” indica a intensidade e a urgência da oração.
Davi está abrindo seu coração a Deus na angústia.
Confiança na audição de Deus: Apesar dos problemas,
Davi expressa fé inabalável. Ele diz: “Ele ouvirá a minha
voz”, demonstrando sua confiança na atenção de Deus às
suas orações.
Ef 6.18
Oração Constante: A frase “orar em todos os
momentos” incentiva os crentes a desenvolver um estilo de
vida de oração, incorporando-o ao longo do dia em diversas
situações.
Poder do Espírito Santo: O versículo menciona “orar no
Espírito”, o que significa dependência da orientação e
capacitação do Espírito Santo na oração.
Variedade na Oração: Enfatiza o uso de “todos os tipos
de orações e pedidos”. Isto inclui orações de ação de
graças, adoração, intercessão e súplica.
Oração Intercessória: A última parte do versículo nos
lembra de “estar alertas e continuar orando sempre por
todos os santos”. Isto exige orar pelos outros crentes, pelas
suas necessidades e pelo seu crescimento espiritual.
3. O Jejum.
Êx 34.28
Encontro de Moisés: O versículo destaca o longo tempo
que Moisés passou com Deus no Monte Sinai, enfatizando
sua intimidade com Deus e seu papel como mediador da
aliança.
Jejum: A menção de Moisés não comer nem beber
durante 40 dias e 40 noites significa seu foco espiritual e
dedicação durante este encontro.
Dez Mandamentos: O versículo enfatiza que Moisés
escreveu as “palavras da aliança – os Dez Mandamentos”
nas tábuas. Esses mandamentos representam a lei e os
padrões morais de Deus para Seu povo.
Dt 9.9
Não Ganhar a Terra: Este versículo, juntamente com o
seguinte (Deuteronômio 9:10), serve como um lembrete
aos israelitas de que eles não estão recebendo a terra como
recompensa pelos seus próprios méritos.
O Poder e a Graça de Deus: Ao mencionar o seu jejum,
Moisés enfatiza a natureza divina da experiência e sublinha
o poder e a graça de Deus ao dar-lhes os Dez Mandamentos
e a Terra Prometida.
2 Sm 12.16-23
Consequências do Pecado: Esta passagem ilustra as
consequências do pecado de Davi. Ele sofre profunda dor e
perda emocional.
A Fé de David: Apesar de suas ações, David demonstra
fé em Deus orando pela recuperação da criança.
Aceitação e seguir em frente: Embora David sinta
tristeza, ele eventualmente aceita a situação e entende que
deve seguir em frente.
Mt 4-1-4
Após o Batismo: Os versículos vêm logo após o batismo
de Jesus no Rio Jordão, onde uma voz do céu o declara Filho
de Deus (Mateus 3:16-17).
Guiado pelo Espírito: Somos informados de que Jesus foi
“conduzido pelo Espírito” ao deserto (v. 1). Isto enfatiza que
Jesus se submeteu voluntariamente a esse teste, embora
fosse capacitado pelo Espírito Santo.
O Tentador: Jesus é abordado pelo “tentador” (v. 3),
identificado como Satanás em outros relatos evangélicos
(Lucas 4:1).
Dirigindo-se à humanidade de Jesus: Satanás tenta
Jesus concentrando-se em Suas necessidades físicas após o
longo jejum. Ele diz: “Se tu és Filho de Deus, manda que
estas pedras se transformem em pães” (v. 3).
Citando as Escrituras: Jesus rebate a tentação citando
Deuteronômio 8:3: “Nem só de pão viverá o homem, mas
de toda palavra que sai da boca de Deus” (v. 4).
Priorizando a Vontade de Deus: Jesus prioriza a vontade
e o sustento espiritual de Deus em vez de satisfazer Sua
fome física.
Mt 9.14- 17
Os discípulos de Jesus são questionados pelos discípulos
de João Batista e pelos fariseus sobre por que não jejuam
com tanta frequência. Jesus responde com duas respostas
metafóricas:
Os convidados do casamento: Jesus compara seus
discípulos aos convidados do casamento celebrando com o
noivo (ele mesmo). O jejum está associado ao luto, e não há
luto na festa de casamento. Quando Jesus, o noivo, partir,
então haverá um tempo para jejuar. Isto significa uma
mudança de um momento de alegria e celebração para um
tempo de espera e preparação.
Vinho Novo e Odres: Aqui, Jesus usa a analogia dos
odres (sacos feitos de peles de animais usados para
armazenar vinho) para explicar seus ensinamentos. O vinho
novo, representando os novos ensinamentos de Jesus, não
pode ser contido em odres velhos e rígidos, que simbolizam
as antigas tradições e práticas religiosas. Os odres velhos
estourariam e o vinho se perderia. Odres novos,
representando corações receptivos e mentes abertas à
mensagem de Jesus, são necessários para os novos
ensinamentos.
Lc 5.33- 39
Esta passagem aborda as críticas dos líderes religiosos
(escribas e fariseus) sobre a associação dos discípulos de
Jesus com pecadores e cobradores de impostos. Jesus
responde com dois pontos:
Celebração versus Luto: Semelhante a Mateus 9:14-15
(discutido anteriormente), Jesus compara seus discípulos a
convidados de um casamento celebrando com ele (o noivo).
O jejum está associado ao luto e não há necessidade de
lamentar durante uma celebração alegre. Quando Jesus não
estiver mais presente fisicamente, haverá um momento
para jejuar.
Novo e Velho: Jesus usa a parábola do remendo novo e
dos odres para explicar que seus ensinamentos são novos e
exigem uma nova abordagem. Remendar roupas velhas
com material novo ou colocar vinho novo em odres velhos
levará à destruição. Novos ensinamentos exigem corações e
mentes receptivos (como odres novos) para serem
compreendidos e abraçados.
At 13.2,3
O cenário é um encontro de fiéis destinados à adoração
e oração, indicado por “serviam ao Senhor e jejuavam”.
O Chamado do Espírito Santo: O Espírito Santo instrui o
grupo a separar Barnabé e Saulo (mais tarde conhecido
como Paulo) "para a obra a que os tenho chamado" (para o
trabalho para o qual os chamei). Isto significa um chamado
divino para que estes dois homens embarquem numa
missão específica.
At 14.23
Nomeando Presbíteros: Paulo e Barnabé estabeleceram
“presbíteros” em cada igreja que visitaram. Os presbíteros
eram crentes maduros que forneciam supervisão espiritual
e liderança nas congregações locais.
Oração e Jejum: O ato de nomear presbíteros foi
acompanhado de “oração e jejum”. Isto significa a
importância de procurar a orientação de Deus e de abrir os
seus corações em oração pelos novos líderes e pelas igrejas.
Recomendados ao Senhor: Em última análise, Paulo e
Barnabé “os encomendaram ao Senhor”. Eles confiaram em
Deus para guiar e fortalecer tanto os presbíteros recém-
nomeados como os crentes nessas igrejas.
2 Co 6.5
Dificuldades no Ministério: O versículo menciona vários
desafios que Paulo encontrou no seu ministério, incluindo
situações não especificadas que exigiam “perseverança” e
“longanimidade”.
Perseverança Alegre: Apesar das dificuldades, Paulo
enfatiza sua experiência de “alegria” e “dando graças ao
Pai”. Isto destaca o poder da fé e da presença de Deus
mesmo em tempos difíceis.
A Qualificação de Deus: O versículo refere-se ao ato de
Deus de qualificar os crentes “para participarem da herança
dos santos na luz”. Istose refere à esperança futura de vida
eterna com Deus.
2 Co 11.27
O sofrimento de Paulo não foi em vão. Ele resultou na
conversão e no discipulado de muitas pessoas.
O sofrimento de Paulo não era um sinal de fraqueza,
mas sim de força. Ele estava confiante no poder de Deus
para sustentá-lo em todas as provações.
O sofrimento de Paulo é um exemplo para nós. Ele nos
ensina a perseverar na fé, mesmo quando enfrentamos
dificuldades.
III - JESUS CRISTO: O NOSSO MAIOR MODELO
1. Vencendo o Diabo com a Palavra.
Lc 4.4
Este versículo narra a tentação de Jesus pelo diabo no
deserto após seu batismo. O diabo tenta Jesus a
transformar uma pedra em pão, apelando à sua fome física
após quarenta dias de jejum.
Jesus responde citando Deuteronômio 8:3, referindo
que o verdadeiro alimento vem da palavra de Deus, não
apenas do sustento físico. Ele enfatiza que precisamos de
nutrição espiritual além das necessidades físicas.
Dt 8.3
Este versículo faz parte do discurso de Moisés aos
israelitas enquanto se preparavam para entrar na Terra
Prometida. Ele os lembra de sua jornada pelo deserto, onde
Deus os testou, permitindo-lhes passar fome. No entanto,
Deus milagrosamente lhes forneceu maná, um alimento
desconhecido para eles antes.
A principal conclusão é que Deus nos sustenta não
apenas com provisão física, mas também com seu sustento
espiritual – sua palavra. As necessidades físicas são
importantes, mas a verdadeira realização vem de seguir as
instruções e ensinamentos de Deus.
Lc 4.16-20
Jesus se identifica como o cumprimento da profecia. Ao
ler esta passagem específica, Jesus anuncia sutilmente a sua
missão messiânica.
Ele descreve os temas centrais de seu ministério. A
passagem de Isaías destaca o foco de Jesus em ajudar os
pobres, os oprimidos e os marginalizados.
Isso cria antecipação. O versículo final, com todos
olhando para Jesus, sugere uma sensação de antecipação
sobre o que ele dirá ou fará a seguir.
Is 61.1,2
Esta profecia é tradicionalmente entendida como
referindo-se à vinda do Messias, que traria libertação e
restauração ao povo de Deus. No entanto, algumas
interpretações vêem-na como uma mensagem mais ampla
de esperança e redenção, disponível para todos os que são
oprimidos e sofrem.
O Novo Testamento aplica esta passagem ao ministério
de Jesus. Em Lucas 4:16-20 (discutido anteriormente), Jesus
visita a sinagoga em Nazaré e lê esta mesma passagem de
Isaías, indicando que ele se vê como o cumprimento desta
profecia.
Ef 6.17
“Tomando sobretudo o escudo da fé” A fé é comparada
a um escudo, peça de armadura crucial nas guerras antigas
para proteção. Aqui, a fé é destacada como a principal
defesa contra ataques espirituais.
"com o qual podereis apagar todos os dardos
inflamados do maligno" Os "dardos inflamados do
maligno" simbolizam tentações e ataques do diabo. A fé é
descrita como tendo o poder de extinguir esses dardos
inflamados, tornando-os ineficazes.
2 Tm 3.16
"Toda a Escritura divinamente inspirada" A Bíblia é
descrita como divinamente inspirada, o que significa que
Deus soprou Sua palavra nos autores humanos. Isto
significa a autoridade e confiabilidade da Bíblia como
palavra de Deus.
"é proveitosa para ensinar, para repreender, para
corrigir, para instruir em justiça"
Ensino: A Bíblia fornece instrução e conhecimento
sobre Deus, a fé e a vida cristã.
Repreensão: A Bíblia pode identificar e desafiar
comportamentos ou pensamentos errados.
Corrigindo: A Bíblia pode nos guiar para corrigir
nossos erros e crescer em Cristo.
Treinamento em justiça: A Bíblia nos equipa para
viver uma vida justa de acordo com a vontade de
Deus.
2. Vivendo em oração.
Lc 5.16
"Ele, porém" Esta frase indica um contraste entre o
ministério público de Jesus e seu tempo privado para
oração.
"retirava-se para os desertos" Jesus procurou a solidão
em áreas desérticas. Isso pode ocorrer por vários motivos:
Oração e reflexão: Jesus precisava de um tempo longe
das multidões para se conectar com Deus através da
oração e da reflexão.
Renovação e orientação: O tempo de silêncio pode ter
permitido que Jesus recebesse orientação e força de
seu Pai para o seu ministério.
"e ali orava" A ação central do versículo é a oração de
Jesus. A oração foi fundamental para a vida e o ministério
de Jesus.
Lc 6.12
"E aconteceu que, naqueles dias " - Esta frase introduz
um evento que aconteceu durante o ministério de Jesus.
"retirou-se para o monte a fim de orar" Jesus subiu a
um monte, local isolado, com o propósito de orar. Isso
destaca a importância que Jesus deu à oração em sua vida.
“e passou a noite toda em oração a Deus” O versículo
enfatiza a duração e intensidade da oração de Jesus. Ele
passou a noite inteira dedicado à oração com Deus.
Lc 9.28
“E aconteceu que, depois de alguns dias” Esta frase
indica um tempo indeterminado decorrido desde os
acontecimentos anteriores mencionados no Evangelho.
"tomando consigo a Pedro, e a João, e a Tiago" Jesus
escolhe três discípulos específicos - Pedro, Tiago e João -
para acompanhá-lo até ao monte. Estes três estarão
presentes também em outros momentos significativos do
ministério de Jesus.
"subiu a um monte para orar" Jesus sobe a um monte,
local isolado, com o propósito de orar. Isto enfatiza a
importância que Jesus deu à oração em seu ministério.
Jo 17.9, 20-22
Estes versículos são importantes porque expressam o
desejo de Jesus de que os seus seguidores estejam unidos
no amor. Esta unidade é um reflexo da unidade entre Jesus
e Deus Pai.
Nestes versículos, Jesus ora pela unidade de seus
seguidores. Ele quer que eles estejam unidos da mesma
forma que ele está unido com Deus Pai.
Lc 23.34
"E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o
que fazem."
Jesus, no meio da sua agonia, pede perdão aos seus
algozes.
Este ato demonstra seu imenso amor, compaixão e
compreensão.
A frase “eles não sabem o que fazem” pode
implicar que Jesus reconhece as limitações do
conhecimento humano e a influência de forças
externas (como os líderes religiosos que incitaram a
multidão).
"E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes." ("E
lançaram sortes sobre as suas vestes.") - Esta parte do
versículo contrasta fortemente com a oração de Jesus.
Os soldados romanos estão dividindo as roupas de
Jesus jogando dados (lançando a sorte).
Esta ação reflete a insensibilidade e o interesse
próprio em torno da crucificação de Jesus.
Lc 22.31,32
Jesus emprega uma metáfora vívida para ilustrar a
severidade do teste iminente. Ele compara o pedido de
Satanás a Deus para peneirar os discípulos como o trigo, um
processo que separa o grão valioso do joio não comestível.
Esta imagem transmite a intensidade da provação,
sugerindo que a sua fé será minuciosamente examinada e
desafiada.
Apesar do desafio iminente, Jesus oferece palavras de
encorajamento, especialmente a Pedro. Ele garante a Pedro
que orou por ele, especificamente para que sua fé não
falhasse. Isto destaca a importância da oração e o papel de
Deus em sustentar a fé durante tempos difíceis.
Jesus reconhece a possibilidade da vacilação de Pedro,
mas enfatiza que mesmo em tal situação, Pedro teria um
papel crucial a desempenhar. Ele instrui Pedro a “fortalecer
seus irmãos”, indicando que a própria recuperação e fé
renovada de Pedro serviriam como fonte de força para os
outros discípulos.
Jo 11.41,42
Gratidão de Jesus: Jesus agradece ao Pai por tê-lo
ouvido. Isso demonstra sua profunda conexão e
submissão a Deus.
Fé para a multidão: Jesus reconhece que a
multidão precisa ver um sinal para crer que ele foi
enviado por Deus. A ressurreição de Lázaro serve como
esse sinal.
Importância da fé: A fé é essencial para o
relacionamento com Deus. Sem fé, é impossível
agradá-lo (Hebreus 11:6).
O poder da oração: A oração de Jesus foi poderosa
o suficientepara ressuscitar Lázaro dos mortos. Isso
nos ensina que a oração tem o poder de mudar as
coisas.
Mt 6.6
Privacidade na oração: Jesus nos instrui a
encontrar um lugar tranquilo para orar, longe de
distrações. Isso permite uma conversa mais íntima e
focada com Deus.
Foco no Relacionamento: A ênfase está em orar a
Deus como seu Pai, destacando a importância de um
relacionamento pessoal com Ele.
Sinceridade acima do carisma: A oração pública
pode ser performativa, mas aqui Jesus incentiva a
autenticidade e a privacidade em nossa comunicação
com Deus.
Deus vê e recompensa: Deus está ciente de nossas
orações, mesmo as particulares, e recompensa nossa
sinceridade.
3. Vivendo em jejum.
Lc 4.2
Tentação: Jesus passa 40 dias sendo tentado pelo
diabo. Isto prenuncia os desafios que ele enfrentará ao
longo do seu ministério.
Jejum: Durante esse período, Jesus não come nada.
Isso destaca seu foco espiritual e dependência de Deus.
Humanidade de Jesus: Embora Jesus seja o Filho
de Deus, ele ainda sente fome, mostrando sua natureza
humana.
At 9.9
Conversão de Saulo: Este evento marca a
conversão de Saulo ao Cristianismo. Ele foi um
perseguidor de cristãos antes deste encontro com Jesus.
Preparação para o Ministério: Os três dias de
cegueira podem ser vistos como um período de
preparação para o futuro ministério de Saulo como
Apóstolo Paulo.
Significado Simbólico: Algumas interpretações
veem a falta de comida e bebida como um símbolo do
rompimento de Saulo com sua antiga vida e de sua
dependência de Deus para seu novo chamado.
At 13.2,3
Chamado Divino: O Espírito Santo orienta a igreja
a nomear Barnabé e Saulo para uma missão específica.
Preparação através de Adoração e Jejum: O
Espírito Santo fala durante um tempo de adoração e
jejum, enfatizando a importância da preparação
espiritual para o ministério.
Confirmação através da Oração e Imposição de
Mãos: A comunidade da igreja ora e impõe as mãos
sobre Barnabé e Saulo, demonstrando o seu apoio e
comissionando-os para a sua missão.
Abençoe esta obra com suas orações.