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ANESTESIOLOGIA 
ANATOMIA APLICADA À ANESTESIOLOGIA
· ANATOMIA DA MAXILA
· Processo frontal
· Espinha nasal anterior
· Processo alveolar com eminências alveolares
· Forame infra-orbital
· Fossa canina
· Processo zigomático
A maxila faz articulação na parte frontal com o osso frontal e na lateral com o processo zigomático. 
O conjunto dos alvéolos dos dentes, é o processo alveolar com eminências alveolares (partes mais proeminentes que podemos sentir com a palpação). 
O forame infra-orbital é importante pois dentro dele passa o nervo infra-orbital. 
· ANATOMIA DA MANDÍBULA
· Cabeça da mandíbula (côndilo)
· Processo coronóide
· Linha oblíqua
· Fossa mentoniana
· Processo alveolar com eminências alveolares
· Protuberância mentoniana
· Forame mentoniano
Linha oblíqua é uma porção de osso mais duro. 
Nervo mentoniano passa pelo forame mentoniano ou forame mentual. 
· NERVOS CRANIANOS
· 12 pares de nervos que estão conectados diretamente ao encéfalo (tronco encefálico)
I – Olfatório
II – Óptico
III – Óculomotor
IV – Troclear
V -Trigêmeo
VI – Abducente
VII – Facial
VIII – Vestibulococlear
IX – Vago
XI – Acessório
XII – Hipoglosso
Existem três tipos de nervos:
· Sensitivo – relacionado à sensibilidade
· Motor – relacionado ao movimento
· Misto – parte das fibras são sensitivas e outra parte são motoras
Quando o nervo sensitivo não está cumprindo a sua função, é chamado de PARESTESIA.
Quando o nervo motor não está cumprindo a sua função, é chamado de PARALISIA. 
O par que mais traz sensibilidade para a face é o V (trigêmeo)
O par que mais traz movimento para o nervo motor é o VII (facial)
O nervo trigêmeo e o nervo misto são nervos mistos.
TÉCNICAS ANESTÉSICAS EM MAXILA 
3° molar, incisivo e 1 molar.
Existem sete técnicas em maxila. São elas:
· Bloqueio Regional do Nervo Alveolar Superior Médio – região dos pré-molares, raiz MV do primeiro molar superior, mucosa vestibular e periodonto. Indicada quando o bloqueio do nervo infraorbitário não anestesia a distal do canino
· Bloqueio Regional do Nervo Alveolar Superior Posterior – Anestesia o 1° (sem a raiz mesio-vestibular), 2º e 3º molar. Usada para: fazer canal dos três molares, quando tiver extração deles, quando tiver que extrair dente incluso. Insere a agulha longa ou curta em 45 graus ao longo eixo do dente para cima, para trás e para dentro, bisel voltado para o osso (3/4 da agulha curta) e utiliza cerca de 1 tubete. 
· Bloqueio Regional do Nervo Infraorbitário – os dentes anestesiados são incisivos, caninos e pré-molares e raiz mesio-vestibular do primeiro molar superior. Insere a agulha paralela ao longo eixo dos dentes, bisel voltado para o forame infraorbitário, com agulha longa. Anestesia da pálpebra inferior, asa do nariz e lábio superior. De ¾ a 1 tubete. 
· Bloqueio Regional do Nervo Alveolar Superior Anterior – vai anestesiar incisivo central, lateral e canino, tecidos periodontais, osso, periósteo, mucosa vestibular adjacente à região anestesiada e lábio superior. Insere a agulha até que alcance uma posição acima do ápice do canino superior ou na região do primeiro pré-molar.
· Bloqueio do Nervo Maxilar – anestesia todo o nervo maxilar, toda a hemi-maxila. Inserção de quase toda a agulha paralela ao longo eixo do 2° molar, bisel voltado para o osso. Depositar de ¾ a 1 tubete. 
· Bloqueio do nervo nasopalatino – vai anestesiar a região do palato dos incisivos até o canino. Insere a agulha cerca de 4 mm, bisel voltado para o forame, com agulha curta. Inerva de canino a canino. Usa cerca de ¼ do tubete. 
· Bloqueio dos Nervos Palatinos – anestesia distal de caninos a molares. É o bloqueio do nervo palatino maior. 
· Anestesia Terminal Infiltrativa Supraperiostal – Indicada para anestesia de qualquer dente maxilar. Inserir a agulha curta paralela ao longo eixo do dente, bisel voltado para o osso, depositar a solução anestésica próximo ao ápice do elemento. Utiliza ½ a ¾ do tubete por dente. 
· Anestesia Terminal Infiltrativa Subperiostal – Indicada para anestesia de qualquer dente maxilar. Inserir a agulha até que a ponta esteja próxima ao ápice do elemento, sob o periósteo, a hora de aplicar, inclinar a agulha em 45° para a vestibular, bisel voltado para o osso e depositar a solução anestésica junto ao ápice do elemento. Usar ½ a ¼ tubetes.
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