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Prévia do material em texto

Gleyce Kelly de Brito Brasileiro Santos
Enfermeira Esp. Em Saúde do Adulto e do Idoso
Conhecer para Cuidar:
Atualização dos cuidados aos 
portadores de lesões
Aprovar o 
Regulamento da 
atuação da Equipe de 
Enfermagem no 
Cuidado aos pacientes 
com feridas
Resolução 567/2018 COFEN 
• Amplia o cuidados às lesões aos demais membros da equipe de enfermagem 
desde capacitados;
• Dá autonomia ao Enfermeiro para solicitação de exames laboratoriais e de im
agem;
• Resguarda a indicação de terapias compressivas pelo Enfermeiro desde que 
haja diagnóstico prévio de insuficiência venosa vascular.
Fatos sobre a anatomia de uma lesão
Fonte: Livro Feridas Complexas
Biofilme
Resumo da avaliação do tecido e conduta a ser adotada
Granulação
Sadia: Vermelho vivo
Proteger, manter o 
processo de angiogênese, 
controlar a exudação.
Hipergranulação
Problema
Reverter a hipergranulação, 
Controle microbiológico, prevenir
sangramento
Granulação
Pálida ou Vinhosa
Proteger, estimular a 
angiogênse, controlar a carga
microbiana
Epitelização
Sadia: Rosada
Proteger contra traumas, 
manter hidratação adequada.
Resumo da avaliação do tecido e conduta a ser adotada
Slough
Amarelo, acastanhado
Remover tecido,
resolver a inflamação,
Controlar a exudação
Controlar a carga microbiana
Necrose
Crosta seca, escurecida
Remover tecido;
Controle da isquemia;
Controle da carga microbiana
Cerca de 95% das Lesões por 
Pressão são Evitáveis
As Lesões 
Estágio 3 e 4 
são de 
notificação 
obrigatória e 
consideradas: 
Never Events
DICA DA 
ENFERMEIRA:
A abreviação 
de lesão por 
pressão é LP
Slide 9
GKdBBS1 Gleyce Kelly de Brito Brasileiro Santos; 12/05/2019
Estadiamento proposto pela NUPAP
Lesão por Pressão
Estágio 1 Lesão por Pressão Estágio 2
Lesão por Pressão
Tissular Profunda
Lesão por Pressão
Estágio 4
Lesão por Pressão
em Mucosa
Lesão por Pressão
Estágio 3
Lesão por Pressão
Associada a Dispositivo Médico
Lesão por Pressão Não
Classificável
Local: sacro ou cóccix.
Formato: de pera, borboleta ou ferradura.
Coloração: vermelho, amarelo, preto ou púrpura.
Margens: irregulares.
Início: súbito, normalmente como uma abrasão, bolha ou
área escurecida e ocorre piora drástica em 48h.
Expectativa de vida após o surgimento: 06 semanas de vida.
Úlcera Terminal de Kennedy
Úlcera Terminal de Kennedy
DERMATITE ASSOCIADA À INCONTINÊNCIA (DAI)
Categoria 1A:
Eritema persistente sem sinais clínicos de infecção
Categoria 1B: 
Eritema persistente com sinais clínicos de infeção
DERMATITE ASSOCIADA À INCONTINÊNCIA (DAI)
Categoria 2B:
Perda da pele com sinais clínicos de infeção
Categoria 2A: 
Perda da pele sem sinais clinicos de infecção
Lesão M
ista ou de 
M
últiplas causas
Radiodermites
Lesões por extravasamento de quimioterápicos
Lesões por extravasamento de quimioterápicos
Lesões por extravasamento de quimioterápicos
• A hialuronidase é recomendada pela OncologyNursing Society(ONS).
• É uma enzima que modifica a permeabilidade do tecido através da 
hidrólise do ácido hialurônico, ajudando a dispersar os alcaloides da 
vinca do tecido promovendo a reabsorção.
• A recomendação da ONS é aplicar de forma subcutânea 1ml de 
150UI/ml na área de extravasamento. 
Úlceras de Marjolin
degeneração maligna de feridas crônicas não cicatrizadas ou cicatrizadas por
segunda intenção e a maioria dos casos descritos refere-se a carcinoma
espinocelular
Demarcação de Estomas Abdominais
Demarcação de Estomas Abdominais
Demarcação de Estomas Abdominais
ACOMPANHANDO O PROCESSO 
DE CICATRIZAÇÃO
PRINCIPAIS INSTRUMENTOS:
 PUSH
 BWAT
 DESING
 DESING-R
ACOMPANHANDO O PROCESSO 
DE CICATRIZAÇÃO
Avanços tecnológicos no tratamento de feridas
DESBRIDAMENTO ULTRASSÔNICO
Avanços tecnológicos no tratamento de feridas
Avanços tecnológicos no tratamento de feridas
Avanços tecnológicos no tratamento de feridas
Polímero de nanopartículas: Spray
Fotobiomodulação
Ozonioterapia
Ozonioterapia
Referências
• Azevedo MF. Feridas.: incrivelmente fácil. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
• Belo Horizonte. Protocolo de Assistência para Portadores de Ferida. Belo Horizonte: Secretaria Municipal de 
Saúde, 2006.
• Costa, Idevânia Geraldina. Prevenção e tratamento de feridas: Guia prático. 3ª Ed. Cuiabá: Práxis Educativa, 
2008.
• Hess, C. T. Tratamento de feridas e úlceras. 4. ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002. 226p.
• Mandelbaum SH, Di Santis EP, Mandelbaum MHS. Cicatrização: conceitos atuais e recursos auxiliares- parte II. An 
bras Dermatol, Rio de Janeiro, 78(5):525-542, set./out. 2003.
• Potter, P A. ; Perry, AG. Fundamentos de enfermagem: conceitos, processo e prática. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 1999
• Prazeres SJ. Tratamento de feridas: teoria e pratica. Porto Alegre: Moriá, 2009.
• Rabelo ER, Aliti GB. Exame Físico. In: SOUZA, EM. Casos clínicos para a enfermagem. Porto Alegre: Moriá, 2010.
• Universidade Estadual de Campinas. Manual de Tratamento de Feridas.Hospital das Clinicas de Campinas. Grupo 
de Estudos de feridas. Campinas, 2000.
• World Union of Wound Healing Societs (WUWHS). Principios de las mejores prácticas: exsudado en las heridas y 
utilidade de los apósitos. Documento de consenso. London: MEPLtd. 2007
Referências
• Poletti, N: A UTILIZAÇÃO DE FITOTERAPICOS PELA ENFERMAGEM NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS , 
http://www.sobende.org.br/I%20speed/palestras/nadia%20poletti.pdf
• Geovanini, Telma; Palermo, Tereza C. da Silva. Manual de curativos. 1ª ed. São Paulo: Corpus, 2007.
• Silva, L et al: Fitoterapia: uma tecnologia de cuidado proximal comunitária à pessoa idosa e sua família –
práticas populares aliadas aos conhecimentos científicos, disponível em: 
http://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/article/viewFile/13105/9634
• Malagutti, W. et al: CURATIVOS, ESTOMIA E DERMATOLOGIA: UMA ABORDAGEM MULTIPROFISSIONAL
Obrigada!
gkbsantos@hotmail.com
@gleyce.brasileiro
@Ambulatório.ufslag

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