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O professor deve levar seu aluno a superar os procedimentos padronizados, próprios de uma didática desvinculada de situações reais, é possível consolidar essa nova relação do aluno com o conhecimento adquirido na resolução de problemas. De acordo com Dante (1991), devemos propor aos estudantes várias estratégias de resolução de problemas, mostrando-lhes que não existe uma única estratégia, ideal e infalível, cada problema exige um tipo determinado de: A Resolução. B Estratégia. C Elaboração. D Solução. Nas décadas de 60 e 70, o ensino da Matemática foi influenciado pelo Movimento da Matemática Moderna. Nessa época, observava-se a presença da tendência formalista-moderna, com relevante uso da linguagem no rigor e nas justificativas. O ensino tinha como sujeito o professor e distanciava-se das aplicações cotidianas. Qual alternativa corresponde ao que Fiorentini (1995) aborda como destaque em um dos propósitos do Movimento, que era a inserção de elementos unificadores, como a Teoria dos Conjuntos, a Álgebra, as Relações e Funções, e que teve a maior atenção aos aspectos estruturais da Matemática? A Cultural. B Moderna. C Lógica. D Social. No mundo tecnológico, presente principalmente nos meios de comunicação de massa para divulgação de produtos, no intuito de reforçar o consumo no mundo capitalista, ocorre a repetição de ideias com dinamicidade que promove falsas necessidades. As pessoas passam a acreditar sem refletir sobre os fatos. Nesse sentido, podemos dizer que nas pessoas: A Mudam-se as atitudes e ficam reféns do consumismo exacerbado. B Mudam-se as atitudes e ficam sócias do consumismo exacerbado. C Permanecem as atitudes e acabam ficando sócias do consumismo exacerbado. 7 8 9 D Moldam-se as atitudes e não ficam reféns do consumismo exacerbado. São diferentes formas de representação da realidade, de forma mais abstrata ou concreta, mais estática ou dinâmica, mais linear ou paralela, mas todas elas, combinadas e integradas, possibilitam uma melhor apreensão da realidade e o desenvolvimento de todas as potencialidades do educando, dos diferentes tipos de inteligência, habilidades e atitudes: a relação com a mídia eletrônica é prazerosa – ninguém obriga – é feita através da sedução, da emoção, da exploração sensorial, da narrativa – aprendemos vendo as estórias dos outros e as estórias que os outros nos contam (MORAN, 2007) . FONTE: MORAN J. M. Desafios na Comunicação Pessoal. 3. ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162- 166. Se a educação é um processo de construção da consciência crítica, alguns educadores utilizam os recursos midiáticos e tecnológicos, a fim de estimular a curiosidade e o empenho dos alunos, atraídos pelas imagens, sons e movimento que atingem diretamente as emoções. Porém, há que se resgatar o valor da educação escolar, no intento que os alunos possam se apropriar do saber escolar, adquirindo o conhecimento sócio historicamente produzido, construindo o pensamento crítico, por meio da utilização de recursos de materiais interativos, filmes, vídeos, músicas entre outros. É preciso ir além da sedução e prazer, inserindo nas aulas essas possibilidades com a mediação do professor. Moran (2007, p. 5) destaca ainda que: Os alunos precisam desenvolver mais conscientemente o conhecimento e prática da imagem fixa, em movimento, da imagem sonora... e fazer isso parte do aprendizado central e não marginal. Aprender a ver mais abertamente, o que já estão acostumadas a ver, mas que não costumam perceber com mais profundidade. FONTE: MORAN J. M. Desafios na Comunicação Pessoal. 3. ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162- 166. Nessa perspectiva, a mediação é essencial para aprofundar a análise, fazendo, quando necessário, um recorte na parte da mídia que destaca o foco da aula, para promoção da reflexão, permitindo, sem impor, que o aluno perceba: A Os mecanismos ideológicos que porventura possa existir, assim como extrair a importância do conteúdo para a vida. B Os mecanismos mitológicos que porventura possam existir, assim como deixar de extrair a importância do conteúdo para a vida. C Os mecanismos metodológicos que porventura possa existir, assim como extrair a importância do conteúdo para a vida. D Os mecanismos mitológicos que porventura deixem de existir, assim como extrair a importância do conteúdo para a vida. De acordo com Polya (2006), à medida do possível, é importante que os problemas sejam provocativos, pois quando o aluno é desafiado, suas emoções de entusiasmo na busca de solução são despertadas. Para esse autor, se o professor apresentar aos alunos problemas que desafiem a curiosidade certamente vai despertar o interesse dos mesmos, para resolvê-los. A satisfação gerada, pela solução encontrada, pode ativar um talento natural para a Matemática que poderá ser um instrumento profissional ou até mesmo a própria profissão. Isso significa dizer que 10 11 ninguém pode saber o gosto de alguma coisa sem antes experimentá-la. O autor ressalta ainda que, os problemas precisam estar adequados ao nível dos alunos, isto é, nem tão difíceis para que não desanimem frente às dificuldades encontradas e nem tão fáceis para que não percam o interesse por julgarem fáceis demais. Ainda segundo Polya (2006), outra questão que não pode ser desconsiderada pelo professor é o momento da explicação de como se resolve um problema. É preciso deixar claro aos alunos que essa não é tarefa fácil, pois podemos encarar um problema de diferentes maneiras. Muitas vezes, o nosso entendimento do problema, quando lemos pela primeira vez é parcial, só vai se completando na medida em que lemos mais atentamente e, dessa forma, nos organizamos em busca da solução. Para resolver um problema não podemos seguir regras, ou simplesmente fazer o uso de algum algoritmo, pois os problemas quando bem formulados exigem muito mais que uma forma mecânica para resolver. Os problemas variam muito, mas de uma maneira geral, existem etapas que podem ajudar na resolução. Essas etapas não são rígidas nem infalíveis e podem variar quanto ao número, geralmente de três a cinco, podendo ser mais, ou menos. Polya (2006) apresenta quatro etapas principais para resolução de problemas, nesse sentido julgue as afirmações que seguem: I - Compreender o problema: quem vai resolver um problema, primeiramente precisa entender o que se pede, através de uma leitura atenta, ou até mais de uma, interpretando corretamente, para saber o que se pretende calcular. São partes importantes de um problema: a incógnita; os dados fornecidos pelo problema e a condição que deve ser satisfeita relacionando esses dados conforme as condições estabelecidas no enunciado. II - Elaboração de um plano: depois de interpretar o problema é preciso escolher uma estratégia de ação, que pode variar muito dependendo da natureza do problema. Pode se iniciar com o esboço de uma figura geométrica, com um gráfico, uma tabela ou um diagrama; fazer uso de uma fórmula; tentativa e erro, entre outras. III - Executar o plano: se o plano foi bem elaborado, não fica tão difícil resolver o problema, seguindo passo a passo o que foi planejado, efetuando todos os cálculos, executando todas as estratégias, podendo haver maneiras diferentes de resolver o mesmo problema. O importante é que o professor acompanhe todos os passos, questionando o aluno, podendo dar alguma ajuda, mas que o aluno se sinta o idealizador e realizador do plano. IV - Retrospecto ou verificação: depois de encontrar a solução é hora de verificar se as condições do problema foram satisfeitas, se o resultado encontrado faz sentido. Pode-se questionar também sobre outras maneiras de resolver o mesmo problema, como também à resolução de outros problemas correlatos, usando a mesma estratégia. Assinale a alternativa que corresponda às sentenças verdadeiras: A I, II, III e IV. B I e II. C I, II e III. D III, IV e V. Segundo Dante (1991, p. 25): É 12 É possível por meio da resolução deproblemas desenvolver no aluno iniciativa, espírito explorador, criatividade, independência e a habilidade de elaborar um raciocínio lógico e fazer uso inteligente e eficaz dos recursos disponíveis, para que ele possa propor boas soluções às questões que surgem em seu dia a dia, na escola ou fora dela. FONTE: DANTE, L. R. Didática da resolução de problemas de matemática. 2. ed. São Paulo: Ática, 1991. Dessa forma, os alunos, ao resolverem problemas, podem descobrir fatos novos sendo motivados a encontrarem várias outras maneiras de resolverem o mesmo problema, despertando a curiosidade e o interesse pelos conhecimentos matemáticos e assim desenvolverem a capacidade de solucionar as situações que lhes são propostas. No entanto, despertar no aluno o gosto pela resolução de problemas não é tarefa fácil, muitos são os momentos de dificuldade, obstáculos e erros. Na maioria das vezes, isso acontece porque professores e alunos não fazem distinção entre um problema matemático de um exercício matemático. Ao distinguir, mais claramente, um problema de um exercício, podemos dizer que: I - Um problema matemático é uma situação que demanda a realização de uma sequência de ações ou operações para obter um resultado. II - Um problema matemático é toda situação que requer a descoberta de informações matemáticas desconhecidas para a pessoa que tenta resolvê-lo e/ou a invenção de uma demonstração de um resultado matemático dado. III - Uma atividade de treinamento no uso de alguma habilidade/conhecimento matemático já conhecido por quem resolve o problema, como a aplicação de um algoritmo conhecido, de uma fórmula conhecida. Assinale a alternativa que corresponda às afirmações verdadeiras: A I, IV. B I, II, III C I e II D I, III e IV Perder o medo, utilizar a integração de velhas e novas tecnologias, aprendendo a lidar com as mesmas, e, paralelo a isso, produzir novas metodologias, ou seja, casar o técnico e o pedagógico, apropriando-se dos recursos disponíveis na atualidade. São estes, de fato, os desafios de cada profissional da educação e também dos sistemas de ensino para realmente desempenhar a função da escola na sociedade vigente. Os referidos recursos não significam modismo como alguns profissionais assim o consideram, são condicionantes para uma educação que inclui a todos o direito ao saber. Não negar ao educando o uso tecnológico e midiático disponível, será ainda apenas uma das formas necessárias para eliminar as diferenças intelectuais, culturais e, por consequência, econômica de nossa sociedade. Nesse sentido, Pinto (2006), ao escolher as técnicas, diz que o sentido que será dado dependendo de quem as utiliza, porém, a intencionalidade deve estar voltada para beneficiar: 13 A A habilidade humana. B A vida humana. C A tolerância humana. D A competência humana. Usar as referências históricas da Matemática é uma ideia que está relacionada à busca pelo despertar da curiosidade do aluno que, sentindo-se motivado para o estudo, poderá compreender os conceitos matemáticos a partir do seu desenvolvimento histórico. Nesse sentido, a História da Matemática se constitui como um meio em potencial para o desenvolvimento da aula e para a aprendizagem, pois: [...] conceitos abordados em conexão com sua história constituem veículos de informação cultural, sociológica e antropológica de grande valor formativo. A História da Matemática é, nesse sentido, um instrumento de resgate da própria identidade cultural (BRASIL, 1997, p. 42). FONTE: BRASIL. Ministério da Educação, Cultura e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática, vol. 3, 1997. O trabalho com os conhecimentos históricos referentes à Matemática deve buscar dar ao educando uma visão mais crítica sobre os objetos de conhecimento, bem como fornecer informações culturais, sociológicas e antropológicas de grande valor formativo. Com base nisso, espera-se que: A A abordagem histórica da Matemática seja uma possibilidade de resgate da identidade cultural dos povos e das sociedades. B A abordagem histórica da Matemática não seja uma possibilidade de resgate da identidade cultural dos povos e das sociedades. C A abordagem histórica da Matemática seja uma possibilidade de não resgate da identidade intercultural dos povos antigos e das sociedades. D A abordagem histórica da Matemática seja uma possibilidade de não resgate da identidade sociocultural dos povos indígenas e das sociedades. O trabalho com o lúdico exige do professor uma profunda reflexão sobre o sentido do jogo na prática pedagógica. De fato, a utilização de recursos lúdicos implica no conhecimento da metodologia dos jogos e do estabelecimento de objetivos claros a serem alcançados, além da maneira adequada de orientar o aluno para a função e regras das atividades. A postura do professor frente ao lúdico deve ser a de incitar no momento certo, desafiar, debater e interferir, quando necessário, promovendo a satisfação na realização da atividade. Assim, para que a proposta atinja o aluno, o professor precisa interiorizar o trabalho com jogos e acreditar no sucesso do mesmo. Quando o aluno percebe segurança e satisfação no professor, ele se sente também seguro, pois, sabe que tem um apoio por perto, caso necessite. O professor precisa não só acreditar no jogo, mas também no aluno e em sua capacidade de gerenciar sua aprendizagem através do mesmo. No entanto, a utilização dos jogos no âmbito escolar exige um planejamento detalhado em que todos os passos devem ser previamente analisados e definidos. Nessa ótica, é necessário ter claras todas as etapas do trabalho, bem como instrumentos que possibilitem o acompanhamento do progresso dos alunos e uma integração dos objetivos dos jogos com os objetivos pensados para cada etapa de trabalho. Isso é importante para que o jogo seja parte de um 14 15 planejamento coerente e não apenas um espaço de diversão em sala de aula, ou seja, é necessário que o professor disponha de mecanismos que validem o jogo como prática pedagógica no processo de aprendizagem dos alunos. Dessa forma, para trabalhar com o lúdico, cabe ao professor: I - Problematizar sempre, desafiando os alunos a encontrar soluções para seus questionamentos. II - Discutir e analisar com os alunos o porquê e os efeitos do jogo, bem como as reações e as atitudes dos participantes. III - Motivar-se com os alunos, trabalhar com eles, mostrando-se sempre firme e seguro, passando- lhes a confiança necessária. IV - Impossibilitar aos alunos assumir lideranças, dando-lhes espaços para conduzir os jogos. V - Preparar e conscientizar os alunos para os jogos em grupo, vivenciando os princípios da dinâmica de grupo. Assinale a alternativa que corresponda às sentenças CORRETAS: A I, II e III. B I, III, IV e V. C I, II, III e V. D I, II e IV. Na aprendizagem da Matemática os problemas são fundamentais, pois permitem ao aluno colocar-se diante de questionamentos e pensar por si próprio, possibilitando o exercício do raciocínio lógico e não apenas o uso padronizado de regras. No entanto, a abordagem de conceitos, ideias e métodos sob a perspectiva de resolução de problemas ainda é bastante desconhecida da grande maioria e, quando é incorporada à prática escolar, aparece como um item isolado, desenvolvido paralelamente como aplicação da aprendizagem, a partir de listagem de problemas cuja resolução depende basicamente da escolha de técnicas ou formas de resolução memorizadas pelos alunos (PCN, 1998). Analise as sentenças a seguir: I - O ensino e a aprendizagem da Matemática sem a resolução de problemas é um dos fatores do insucesso escolar. II - Um ensino baseado na resolução de problemas não possibilita o desenvolvimento de atitudes e capacidades intelectuais, pontos fundamentais para despertar a curiosidade dos alunos e torná-los capazes de lidar com novas situações. III - A capacidade de resolver problemasé requerida nos mais diversos espaços de vivência das pessoas. IV - Por ser considerada uma habilidade fundamental, os programas que realizam avaliações para conhecer o nível de conhecimento matemático da população, organizam seus testes contemplando a resolução de problemas como prioritária na avaliação. 16 Assinale a alternativa que corresponda às sentenças CORRETAS: A I, IV. B I, III e IV. C III, IV e V. D I e II. Em se tratando de estratégias de resolução de problemas, constatamos que elas contribuem para o aluno se organizar, refletir e entender o sentido dos problemas propostos, favorecendo uma interpretação mais coerente, para que não incorram tanto em resultados sem nenhuma lógica. Isso pode ser evidenciado quando aplicamos os mesmos problemas em turmas diferentes e de mesmo nível. Nessa perspectiva, entendemos que é importante mudar a maneira de realizar a nossa prática educativa. Essa mudança precisa acontecer desde as séries iniciais. Para isso, é necessário propor atividades que desafiem os alunos a participar do processo ensino-aprendizagem. No entanto, quando tentamos implantar algo diferente do que eles estão acostumados a fazer, encontramos resistência por parte de alguns alunos. Tal resistência, possivelmente decorre de um ensino que não instiga os alunos a refletir sobre as atividades propostas para chegar a uma resposta. Isso dificulta um pouco o desenvolvimento de um trabalho diferenciado em sala de aula, e representa um desafio que precisamos enfrentar em nossa prática educativa. Analise as sentenças a seguir: I - A Resolução de Problemas como metodologia de ensino possibilita a participação do aluno na construção do próprio conhecimento. Nesse processo, mesmo antes de ter o conteúdo sistematizado, ele pode perceber a necessidade do conhecimento matemático em certas situações, bem como avaliar a importância da Matemática como ciência para a análise, interpretação e mensuração dos fatos que ocorrem na sociedade. II - Abordar um conteúdo por meio da resolução de problemas como metodologia de ensino, não é uma tarefa que exige muito preparo do professor. O assunto que agrada um aluno e desperta seu interesse pode não surtir o mesmo efeito em outro. O esporte, principalmente o futebol, pode ser usado para trabalhar ou introduzir os conteúdos de Análise Combinatória, no entanto, não agradará a maioria dos alunos, alguns podem ser indiferentes e outros simplesmente não gostaram. III - Os professores não precisam perceber a necessidade da continuidade investigativa, com novas perspectivas, abordando outros assuntos em conteúdos diferentes, pois através de uma análise teórico prática pode se evidenciar um avanço, com resultados favoráveis, apesar dos limites impostos pelo tempo. IV - A resolução de problemas é uma estratégia didática/metodológica importante e fundamental para o desenvolvimento intelectual do aluno e para o ensino da matemática. Porém, em sala de aula, constata-se um uso exagerado de regras, resoluções por meio de procedimentos padronizados, desinteressantes para professores e alunos, empregando-se problemas rotineiros e que não desenvolvem a criatividade e autonomia em matemática. Assinale a alternativa que corresponda às sentenças verdadeiras: A I, IV. B I, II e III C I, III e IV. 17 D I e II. Segundo Carraher (1995), nem sempre se pode afirmar que o material concreto ou jogos pedagógicos são indispensáveis para que ocorra uma efetiva aprendizagem da Matemática. Neste sentido, segundo a autora: A Se necessita de objetos na sala de aula, não de situações em que a resolução de um problema implique a utilização dos princípios lógico-matemáticos a serem ensinados. B Não se necessita de objetos na sala de aula, mas de situações em que a resolução de um problema implique a utilização dos princípios lógico-matemáticos a serem ensinados. C Não se necessita de objetos na sala de aula, mas de situações em que a resolução de um problema que não implique na utilização dos princípios lógico-matemáticos a serem ensinados. D Se necessita de objetos na sala de aula, mas de situações em que a resolução de um problema não impliquem a utilização dos princípios lógico-matemáticos a serem ensinados. Diante da importância de se trabalhar no processo de ensino e aprendizagem a resolução de problemas para o desenvolvimento intelectual do aluno, o professor, “peça” fundamental no ato de aprender, deve propor atividades que despertem o entusiasmo dos alunos, desenvolvendo sua capacidade de criar, atuar em conjunto, aproximando-os uns dos outros, demonstrando a importância de cada um. Porém, essa aprendizagem só será possível se os problemas trabalhados desempenharem seu verdadeiro papel no processo de ensino, o de desenvolver no aluno posicionamento crítico e independência diante de situações novas e desafiadoras, pois, a resolução de problemas tem se apresentado como uma atividade de reprodução por meio de procedimentos padronizados. Desenvolver nos alunos a capacidade de resolver problemas e a resolução de problemas como ponto de partida fundamental da atividade matemática é finalidade dos Parâmetros Curriculares Nacionais, que visa construir referências nacionais comuns ao processo educativo para que os alunos possam ter acesso ao conjunto de conhecimentos necessários ao exercício da cidadania. Uma proposta viável seria oferecer aos professores do Ensino Fundamental estratégias didáticas para trabalharem com a resolução de problemas, a fim de incentivarem seus alunos a pensarem, encaminharem a solução do problema e tentarem superar as: A Dificuldades de aprendizagem. B Metodologias. C Estratégias didáticas. D Situações-problema. Rabelo (1995) ressalta que no Ensino Fundamental os alunos apresentam um baixo desempenho na resolução de problemas matemáticos. Nesse sentido, existe a não construção de uma competência para a: A 18 19 20 Resolução de equações. B Resolução de operações básicas da Matemática. C Resolução de inequações. D Interpretação de textos matemáticos. Imprimir