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Aula_Elogio à indústria e formas de racionalização da arquitetura
Red House (1859) Philip Webb (1831-1915)
• Figuração
• Beleza e representação
• Lógica tipológico-estilística
• Relação com a história
Acadêmico
• Abstração, constituição da 
arquitetura a partir dos 
elementos internos - linha, 
plano, volume - e sua 
correspondência com 
elementos construtivos - 
pilar, viga, parede, caixilho, 
etc...
• Beleza e racionalidade 
construtiva
• Lógica produtiva
• Relação com a história 
construída a partir de 
princípios e não por meio 
de elementos 
arquitetônicos diretos 
(como os ornamentos por 
exemplo)
Modernista
BRUNA, Paulo Júlio Valentino. “Arquitetura 
moderna e primeira revolução industrial”. In: 
Arquitetura, industrialização e desenvolvimento. 
São Paulo: Perspectiva, 1976, pp. 31-69. 
PROST, Antoine. O trabalho. In: História da vida 
privada, 5: da Primeira Guerra a nossos dias. 
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, pp. 
18-52
Fases da industrialização
1. XVIII-1920Introdução de maquinário polivalente, cujo funcionamento é manual.
Retificadora (1775) John Wilkinson 
 Torno paralelo (1800) Henry Maudslay 
Fresadora (1818) Eli Whitney
Fases da industrialização
1. XVIII-1920Introdução de maquinário polivalente, cujo funcionamento é manual.
1. XIX-1950 Introdução de maquinário eletrificado, com o desenvolvimento de métodos 
de racionalização do trabalho e da organização das máquinas no chão de fábrica.
Fábrica AEG (1909-1910) 
Peter Behrens
Frederick Winslow Taylor (1856-1915) Henry Ford (1863-1947) 
Fases da industrialização
1. XVIII-1920Introdução de maquinário polivalente, cujo funcionamento é manual.
1. XIX-1950 Introdução de maquinário eletrificado, com o desenvolvimento de métodos 
de racionalização do trabalho e da organização das máquinas no chão de fábrica.
1. 1950-hoje Introdução de computadores na produção industrial.
HARVEY, David. A condição pós-moderna: uma 
pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São 
Paulo: Loyola, 2008
CARDOSO, Rafael. Uma introdução à História do 
Design. São Paulo: Editora Blucher, 2008.
Fases da industrialização
1. XVIII-1920Introdução de maquinário polivalente, cujo funcionamento é manual.
1. XIX-1950 Introdução de maquinário eletrificado, com o desenvolvimento de métodos 
de racionalização do trabalho e da organização das máquinas no chão de fábrica.
1. 1950-hoje Introdução de computadores na produção industrial.
Primórdios da industrialização da construção civil
Mercado Municipal Adolpho Lisboa (1882, Manaus)
Residência em Cataguases (MG)
Palácio de Cristal (Londre, 1851) 
Joseph Paxton
Chalé de Ferro (c. 1890)
Estação Ferroviária de Bananal (SP, 1888)
KÜHL, Beatriz Mugayar. Arquitetura do ferro e 
arquitetura ferroviária em São Paulo: reflexões 
sobre a sua preservação. São Paulo: Ateliê 
Editorial, 1998.
Pré-fabricação X Linguagem maquinista
As casas para humanos não devem ser como caixas 
torrando sob o sol, nem devemos ultrajar a Máquina ao 
tentar tornar as residências tão subordinadas à 
maquinaria. Qualquer edificação para fins humanos 
deve ser uma característica elementar e respeitosa do 
solo, ser complementar ao seu meio ambiente natural... 
Mas a maior parte das casas ‘modernísticas’ consegue 
parecer papelão cortado com tesouras... colado na 
forma de uma caixa – em uma tentativa infantil de fazer 
que as edificações se pareçam com navios a vapor, 
máquinas de voar ou locomotivas... Até agora vejo na 
maior parte das casas de papelão do movimento 
‘modernístico’ pouca evidência de que seus projetistas 
tenham dominado os processos maquinistas ou 
mecânicos que construíram a casa... Ultimamente elas 
são a Nova ‘Estética de Superfícies e Volumes’ que 
falsamente apresenta a Pintura Francesa como um de 
seus Genitores” (312).
Frank Lloyd Wright House (1889), Chicago
Frank Lloyd Wright
Ennis House (1924_Los Angeles)
Frank Lloyd Wright
Conjunto Habitacional Realengo (IAPI_1942) 
Carlos Frederico Ferreira
Pré-fabricação = Linguagem maquinista
Lovell House (1927-1929)
Ricardo Neutra
Villa Savoye (Poissy, 2919)
Le Corbusier
Siedlung Praunheim (1926-1929) 
Ernst May, Eugen Kaufmann, Anton Brenner
Casa Hirsch Kupfer (1931) 
Walter Gropius
General Panel System 
General Panel System (EUA, 1942-52) 
Gropius e Konrad Wachsmann 
Uniseco (Inglaterra c. 1945/6)
Uniseco (Cotia 1955) 
Eduado Kneese de Mello
Casa desmontável (c. 1937-1944)
Jean Prouvé
CB22 (1950)
Jean Prouvé
Congresso Nacional (1956-1958) Oscar Niemeyer
Racionalização da manufatura
Herbert Jacobs House I (Madison,1936) 
Frank Lloyd Wright
Residência Milton Guper (1951)
Rino Levi 
Ginásio de Sorocaba (1950) 
Icaro de Castro Mello
Escola Parque Salvador (1950) _ Pavilhão do Trabalho
Hélio Duarte
Escola Parque 
Salvador _ Pavilhão do Trabalho
Detalhe do encontro estrutural do 
pilar/contraforte de concreto com o 
arco e terças de madeira
Georgia Louise Harris Brown 
(1914-1999)
Diego Giovani Bonifácio 
CASEMIRO, J. ; LIRA, JOSÉ TAVARES CORREIA 
DE . Arquitet@s negr@s e a história: Georgia 
Brown, São Paulo Metropolitana e seus 
fantasmas. Risco: Revista de Pesquisa em 
Arquitetura e Urbanismo (on line), v. 19, p. 
1-16, 2021. Disponível em: 
https://www.revistas.usp.br/risco/article/vie
w/176305/176347.
https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/176305/176347
https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/176305/176347
Kenneth Roderick O’neal 
(1908 -1989)
University of Illinois Champaign-Urbana campus, 1936 Beverly Lorraine 
Greene (1915 – 
1957)
Lakeshore Drive (195`)_Mies van der Rohe
Charles Bosworth (1914-1999)
Fábrica da Pfizer (Guarulhos, 1960)
Fábrica da Ford (Osasco, 1957-1963)
Fábrica da Kodak (1969)
Bibliografia
ARAVECCHIA-BOTAS. Nilce. Estado, arquitetura e desenvolvimento: a ação habitacional do Iapi. São Paulo: Editora Unifesp, 2006.
ARGAN, Giulio Carlo. Walter Gropius e a Bauhaus. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005. 
BRUNA, Paulo Julio Valentino. Arquitetura e industrialização e desenvolvimento. São Paulo: Perspectiva, 1976.
COHEN, Jean-Louis. O futuro da arquitetura desde 1889: uma história mundial. São Paulo: Cosac Naify, 2013 – capítulos 01; 06; 08. 
CURTIS, William. Arquitetura moderna desde 1900. Porto Alegre: Bookman, 2008 – capítulos 02; 04; 06.
GALLANI, Felipe Kilaris. Formas de morar nos Estados Unidos. Richard Neutra. Relatório PIBIC/ CNPq, 2016.
HARVEY, David. A transformação político-econômica do capitalismo do final do século XX. In: A condição pós-moderna. São Paulo: Edições 
Loyola, 1993, pp. 115-134.
KUCKER, Patricia. Framework: construction and space in the architecture of Frank Lloyd Wright and Rudolf Schindler. Journal homepage: 
http://www.tandfonline.com/loi/rjar20
LESSA, Juliane Bellot Rolemberg. O Ensino na Prancheta: da arquitetura escolar à docência de arquitetura e urbanismo, o legado de Hélio 
Duarte. Dissertação (Mestrado) – FAUUSP, 2017.
MELLO, Joana. Icaro de Castro Mello: principais projetos. São Paulo: JJ Carol, 2005.
PROST, Antoine. O trabalho. In: História da vida privada, 5: da Primeira Guerra a nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, pp. 
18-52 
RAGO, Luzia Margareth; MOREIRA, Eduardo F. P. O que é taylorismo. São Paulo: Brasiliense, 1984.
REGINO, Aline Nassaralla. Eduardo Kneese de Mello | Arquiteto. Análise de sua contribuição à habitação coletiva em São Paulo. Dissertação 
(Mestrado) – FAUUSP, São Paulo, 2006.
________. Eduardo Kneese de Mello: do eclético ao moderno. Tese (Doutorado) – FAUUSP, 2011.
Silva, E. G. & Macedo, D. M. (2013). Estruturas metálicas no concreto de Brasília. Anais IV Seminário Docomomo Sul, Norma e licença na 
arquitetur amoderna no Cone Sul Americano 1930/70. Porto Alegre. Disponível em:< 
https://www.yumpu.com/pt/document/view/12512826/estruturas-metalicas-no-concreto-de-brasilia-docomomo-brasil>.TOUCEDA, Adriana Marta Irigoyen de . Da Califórnia a São Paulo. Referências norte-americanas na casa moderna paulista 1945-1960. Tese 
(Doutorado) – FAUUSP, 2005.
https://www.yumpu.com/pt/document/view/12512826/estruturas-metalicas-no-concreto-de-brasilia-docomomo-brasil

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