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REINO PLANTAE PARTE 05
 Estudo dos tecidos vegetais;
 Processo de Germinação das sementes;
 Na semente madura (embrião + substâncias nutritivas);
 Embibição (entrada de água, provocando o aumento do volume e o rompimento
do seu tegumento);
 Surgimento da raiz embrionária (radícula, permite a fixação da planta ao solo
durante o seu desenvolvimento)
 Monocotiledôneas a radícula degenera (some) e surgem raízes
adventícias (derivam das regiões caulinares);
 Eudicotiledôneas a radícula permanece e da origem a raízes laterais;
 A raiz é protegida pela coifa e em seguida emergem o caulículo e as
folhas embrionárias;
 Há 02 tipos de germinação:
 Germinação Hipógea (cotilédone dentro do solo)
 Germinação Epígea (cotilédone emerge do solo)
 Tecidos Meristemáticos (ou meristemas)
 Meristema primário (crescimento longitudinal ou em comprimento)
 Meristema secundário (crescimento em espessura)
 Tecidos de Revestimento
 Proteção
 Diminui a perda de água
 Tecido de Preenchimento (parênquima  desdiferenciação)
 Tecidos de Condução (transporte de substâncias importantes)
 Xilema (seiva bruta)
 Floema (seiva elaborada)
 Tecidos de Sustentação (permitem o crescimento mantem a planta firme)
 Meristema Primário:
 Protoderme  forma a epiderme (revestimento inicial);
 Meristema Fundamental (*);
 Procâmbio (**) (troca de função)
MERISTEA FUNDAMENTAL (*)
 Parênquima
 Colênquima
 Esclerênquima
PROCÂMBIO (**)
 Floema primário
 Xilema primário
 Meristemas e crescimento
Ao contrário dos animais, a produção de órgãos vegetativos e
reprodutores é contínua ao longo da vida da planta e é devida à
atividade dos meristemas.
Células meristemáticas
↓
São jovens, pequenas com 
parede celular delgada, 
núcleo grande com 
numerosos vacúolos 
 Meristema Secundário – Felogênio
 Crescimento para fora, forma o súber
 Crescimento para dentro forma a feloderme (tecido de revestimento)
 Meristema Secundário – Câmbio
 Crescimento para fora, forma o floema
 Crescimento para dentro forma o xilema
OBS1: O crescimento do caule é em espessura
OBS2:
 Monocotiledôneas (Crescimento primário)
 Eudicotiledôneas (Crescimento primário e secundário)
 Epiderme é o principal tecido
 Camada fina de células, sem cloroplastos (grande maioria)
 Possui especializações que irão garantir a sobrevivência das espécies a determinadas
situações
 Cutícula (1), Estômatos(2) , Pelo(3) e Hidatódios(4)
(1) Envoltório externo a epiderme (feita geralmente por lipídeos  redução da perda de
água para o ambiente;
(2) Estão associados as trocas gasosas feitas pelas plantas, bem como a eliminação de
água na forma de vapor (transpiração):
 Quando aberto: água, luz e pouca concentração de CO2
 Quando fechado: pouca água e luz e muito CO2 (↑ concentração)
 Plantas xerófitas (adaptadas aos ambientes secos)  estômatos fechados durante
o dia e abertos a noite
 A grande maioria das plantas apresentam estômatos abertos durante o dia e
fechados a noite
 Estresse hídrico (falta de água)  liberação de um hormônio vegetal (fitormônio) 
ácido abscissico  determina o fechamento dos estômatos (reduzir a perda de
água por transpiração)
 Os estômatos localizam-se na epiderme inferior da folha;
 Os estômatos apresentam as células-guarda (clorofiladas) e os ostíolos (abertos 
liberação de água)
 O que irá determinar a abertura ou não dos estômatos é a sua turgecência (osmose)
(3) Pelos: secreção de substâncias odoríferas ou proteção (ex: a urtiga  urticária, ou
seja, coceira e irritação)
Façam em casa !!!
(4) Hidatódios: funcionam como estômatos (liberam gotículas de água na forma líquida
 gutação)
Anexos Epidérmicos:
 Pelos (secreção de substâncias  atrativos nas flores)
 Tricoma (redução da perda de água)
 Acúleos (projeções da epiderme)
 Parênquima
 Clorofiliano ou assimilador (realiza a fotossíntese, bem desenvolvido nas folhas,
subdividido em paliçádico e lacunoso);
 Parênquima amilífero  armazenamento de amido (carboidrato)
Ex: batata doce, beterraba, macaxeira e cenoura (raízes tuberosas)  parênquima
amilífero desenvolvido.
 Parênquima aerífero  armazenamento de ar (importante em plantas aquáticas
como a vitória-régia (parênquima aerífero bem desenvolvido)
 Parênquima aquífero  plantas xerófitas (cactos, o caule armazena água)
 Câmbio
 Para fora, forma o floema secundário
 Para dentro, o xilema secundário
 Parênquima sofre um processo de desdiferenciação(*)
 meristema secundário
(formação do felogênio e câmbio interfascicular)
 Felogênio para fora (suber), para dentro (feloderme)
(*) Tecido que já é diferenciado (já possui células formadas) que transforma-se em
células meristemáticas dando o nome ao processo de desdiferenciação.
 Periderme (casca)
 Meristema secundário (formada pela ação do felogênio)
 Crescimento em espessura (eudicotiledôneas)
 Feloderme + suber + felogênio = casca
 Aclorofilados
 Células mortas (no súber)  substâncias lipídicas  (impermeabiliza a parede
celular, matando a célula)
 Transpiração (estômatos  folhas)
 A perda de água na forma de vapor cria uma diferença de
pressão o que obriga a planta a repor o que foi perdido através
das raízes (zona de absorção ou pilífera)
 Água e sais minerais (raiz para as folhas)  seiva bruta
(xilema ou vaso lenhoso);
 Xilema (células com parede celular contendo a substância
lignina que impermeabiliza a parede celular)
 Fotossíntese  produção de matéria orgânica (seiva
elaborada ou floema  periferia do caule)
 Colo: Região de transição entre raiz e caule.
5) Zona de Ramificação (suberosa): Região onde ocorre a
formação das raízes secundárias (laterais).
4) Zona pilífera (pelos absorventes – zona de absorção):
Células epidérmicas possuem pêlos absorventes que absorvem
água e sais.
3) Zona de alongamento (lisa): Células sofrem alongamento.
Região da raiz que mais cresce
2) Zona de multiplicação celular ou subapical (mitose):
 Possui o meristema apical (merist. primário  crescimento da
planta em comprimento);
 Sucessivas divisões mitóticas
1) Coifa ou caliptra: proteção da raiz (meristema apical) e
facilita a penetração dela no solo
Façam em casa !!!
 Colênquima (tecido vivo)
 Fibras curtas e mais flexíveis, parede celular com reforço de celulose;
 Esclerênquima (tecido morto)
 Fibras mais longas e altamente resistentes com impregnação de lignina 
impermeabilização da parede celular
Reforço de celulose nos ângulos da célula. Promove sustentação esquelética ao vegetal
 São realizados como resposta da planta a estímulos provenientes do ambiente;
 Fototropismo (luz)  caule e folhas (positivo) e raiz (negativo);
 Geotropismo (direção ao solo)  caule e folhas (negativo) e raiz (positivo);
 Hidrotropismo (em direção a água)  caule (negativo) e raiz (positivo)
 Fototropismo e geotropismo como resultado da ação de hormônios vegetais
chamados auxinas (produzidas pelas gemas apicais do caule e folhas
jovens);
Obrigado pela atenção !!!
E-mail: 
jorge.alves@prof.ce.gov.br
salavirtualbio2.eeepfgg@gmail.com
#FICAEMCASA

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