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DISCENTES: ANA CAROLINE, PALOMA MIRANDA E PEDRO ALAN
DOCENTE: MSC. LORENA GUSMÃO
DISCIPLINA: SAÚDE MENTAL
ENFERMAGEM 5° SEMESTRE/VESPERTINO
TRANSTORNOS
ALIMENTARES
 APRESENTAÇÃO
TÓPICOS A SEREM ABORDADOS
 6. REFERÊNCIAS 
 1. CONCEITO;
 2. PRINCIPAIS TIPOS:
 - TRANSTORNO DE COMPULSÃO ALIMENTAR;
 - BULIMIA NERVOSA;
 - ANOREXIA NERVOSA.
 3. OUTROS TIPOS:
 - PICA;
 - RUMINAÇÃO;
 - TRANSTORNO ALIMENTAR RESTRITIVO/EVITATIVO.
 4. PAPEL DA ENFERMAGEM
 - TRATAMENTO; 
 - DIAGNOSTICOS DE ENFERMAGEM;
 - INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM; 
 - RESULTADOS ESPERADOS.
 5. INDICAÇÕES DE FILMES
Os transtornos alimentares podem ser caracterizados por
perturbações comportamentais relacionadas aos hábitos
alimentares. Geralmente, envolvem uma preocupação
excessiva com a imagem corporal, gerando comportamentos
como a ingestão compulsiva ou reduzida de alimentos, uso
de laxantes e diuréticos, ou a provocação de vômitos logo
após o consumo de alimentos. 
CONCEITO
PRINCIPAIS TIPOS 
COMPULSÃO ALIMENTAR, BULIMIA
NERVOSA E ANOREXIA NERVOSA
Coma bem mais rápido que o normal;
Coma até se sentir desconfortável;
Coma grandes quantidades de alimentos, mesmo
estando sem fome;
Coma sozinha para não ficar constrangida;
Sinta-se desgostosa, deprimida ou culpada após
um episódio de alimentação excessiva.
Durante um episódio de compulsão alimentar, a
pessoa ingere uma quantidade de alimentos muito
maior que a maioria das pessoas consumiria em um
período semelhante e em circunstâncias semelhantes. 
É possível que a pessoa com transtorno da compulsão
alimentar periódica também:
TRANSTORNO DE COMPULSÃO ALIMENTAR
SINAIS E SINTOMAS IMPORTANTES 
Obesidade;
Flutuação de peso;
Uso de roupas largas;
Sintomas depressivos;
Isolamento social;
Baixa autoestima;
Comida escondida no quarto;
Migalhas pela casa. 
FATORES DE RISCO
História familiar de distúrbios
alimentares.
Obesidade.
Depressão.
História de agressão física ou abuso
sexual.
Ter sofrido Bullying.
Exposição frequente a comentários
negativos sobre a forma, peso ou
hábitos dietéticos.
Baixa autoestima.
Ter menos de 25 anos.
https://www.mdsaude.com/endocrinologia/sindrome-metabolica/
Fobia específica – presente em 37% dos pacientes com transtorno
da compulsão alimentar.
Fobia social – 32%.
Depressão – 32%.
Transtorno de personalidade – 29%.
Transtorno de estresse pós-traumático – 26%.
Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade – 20%.
Alcoolismo – 21%.
Transtorno obsessivo-compulsivo – 10%
PATOLOGIAS PSIQUIÁTRICAS ASSOCIADAS
https://www.mdsaude.com/psiquiatria/sintomas-da-depressao/
https://www.mdsaude.com/psiquiatria/estresse-pos-traumatico/
https://www.mdsaude.com/psiquiatria/tdah/
https://www.mdsaude.com/psiquiatria/tdah/
https://www.mdsaude.com/dependencia/alcoolismo/
GRAVIDADE DO QUADRO
Leve 
Moderado
Grave
Extremo
DIFERENÇAS ENTRE BULIMIA NERVOSA
E COMPULSÃO ALIMENTAR
COMPULSÃO
ALIMENTAR X BULIMIA
NERVOSA 
A pessoa come grandes quantidades de
alimentos e, depois, induz o próprio vômito, usa
laxantes, faz regime, jejua ou se exercita
vigorosamente para compensar.
A terapia cognitivo-comportamental, um
inibidor seletivo de recaptação da serotonina
(um tipo de antidepressivo), ou ambos, podem
ser usados para tratar o transtorno.
Transtorno alimentar caracterizado pelo consumo
rápido e repetido de grandes quantidades de
alimentos (episódios de compulsão alimentar)
seguido por tentativas de compensar o excesso de
alimentos consumido (por exemplo, ao praticar
purgação, jejum ou exercício).
BULIMIA NERVOSA
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-alimentares/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-transtornos-alimentares
CICLO VICIOSO
Sentimentode culpa epurgação 
Consumocompulsivode alimentos 
Restriçãocalórica 
SINAIS E SINTOMAS IMPORTANTES 
Os pacientes têm, em geral,
peso normal; uma minoria
tem sobrepeso ou obesidade.
São excessivamente
preocupados com seu peso
e/ou forma do corpo; eles
costumam não estar à
vontade com seus corpos e
acham que precisam perder
peso.
FATORES DE RISCO
Sexo feminino.
Ser adolescente ou adulto jovem.
Ter história familiar de transtorno
alimentar.
Ter sido uma criança com
sobrepeso.
Ter alguns aspectos psicológicos
específicos.
Ser mais sensível a pressões sociais.
Ter uma carreira profissional que
exija um corpo magro.
Depressão – 50% dos pacientes com bulimia nervosa.
Fobia específica – 50%.
Transtorno de estresse pós-traumático – 45%.
Transtorno de ansiedade social (fobia social) – 41%.
Transtorno de déficit de atenção / hiperatividade – 35%.
Uso abusivo de álcool – 34%.
Transtorno desafiador opositivo – 27%.
Consumo de drogas ilícitas – 26%.
Perturbação disfórica pré-menstrual – 17%.
PATOLOGIAS PSIQUIÁTRICAS ASSOCIADAS
GRAVIDADE DO QUADRO
Leve 
Moderado
Grave
Extremo
A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar
potencialmente fatal caracterizado por baixo peso
corporal, intenso medo de ganhar de peso,
percepção distorcida do próprio peso e forma e
hábitos dietéticos que provocam restrição na
ingestão de calorias.
A anorexia nervosa pode ser dividida em dois
subtipos: restritivo e compulsão alimentar
purgativa. 
ANOREXIA NERVOSA
ANOREXIA
NERVOSA 
ANOREXIA ≠
SINAIS E SINTOMAS IMPORTANTES 
Restrição da ingestão calórica.
Medo intenso de ganhar peso.
Perturbação no modo como o
próprio peso e a forma corporal
são percebidos.
Além de alguns aspectos
comportamentais associados e
alterações físicas comuns.
FATORES DE RISCO
Sexo feminino.
Adolescência e fase adulta
jovem.
História familiar de transtornos
alimentares.
Ocupações que incentivam a
magreza.
Pessoas ansiosas, depressivas ou
com traços obsessivos.
Mudanças de vida. 
COMPLICAÇÕES
Sistema cardiovascular
Sistema reprodutor
Sistema musculoesquelético
Sistema endocrinológico
Sistema gastrointestinal
Sistema renal
Sistema hematológico
Sistema neurológico
DIFERENÇAS ENTRE BULIMIA E
ANOREXIA NERVOSA
ANOREXIA
NERVOSA X BULIMIA
NERVOSA 
OUTROS TIPOS IMPORTANTES
A pessoa com pica come regularmente
substâncias que não são alimentos (por
exemplo, papel, barro, terra ou cabelo). Em
crianças com menos de dois anos de idade,
esse comportamento é considerado parte do
desenvolvimento normal. As crianças
pequenas frequentemente colocam todo tipo
de coisa na boca e, às vezes, as comem. A
pica pode também ocorrer durante a
gestação.
PICA (ALOTRIOFAGIA)
Algumas pessoas com transtorno da
ruminação estão cientes de que o
comportamento é socialmente inaceitável e
tentam ocultá-lo ou disfarçá-lo. A pessoa
com esse transtorno regurgita repetidamente
os alimentos tê-los ingerido, normalmente
todo dia. Ela não tem nenhuma sensação de
náusea nem ânsia de vômito involuntária. É
possível que a pessoa mastigue novamente o
alimento regurgitado e, depois o cuspa ou o
engula novamente.
TRANSTORNO DE RUMINAÇÃO
O transtorno alimentar restritivo evitativo é
um transtorno alimentar caracterizado
pelo fato de que a pessoa come muito
pouco e/ou evita comer determinados
alimentos. Ele não inclui ter uma imagem
corporal distorcida (como ocorre na
anorexia nervosa) ou estar preocupado
com a imagem corporal (como ocorre na
bulimia nervosa).
TRANSTORNO ALIMENTAR RESTRITIVO/
EVITATIVO
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-alimentares/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-transtornos-alimentares
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-alimentares/anorexia-nervosa
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-alimentares/bulimia-nervosa
TRATAMENTO
PSICOTERAPIA REABILITAÇÃO
NUTRICIONAL
MEDICAMENTOS
PAPEL DA ENFERMAGEM
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 
DIAGNÓSTICOS
 
Distúrbio da imagem corporal relacionado à alteração na autopercepção, evidenciado por alteração na visão do
próprio corpo, comportamentode reconhecimento do próprio corpo, evitar olhar o próprio corpo, medo da reação
dos outros e sentimento negativo em relação ao próprio corpo. 
Interação social prejudicada relacionada à distúrbio no autoconceito, processos de pensamento perturbados,
evidenciado por função social prejudicada. 
Risco de infecção relacionado à desnutrição.
Risco de infecção relacionado à obesidade.
Nutrição desequilibrada: menor do que as necessidades: menor que as necessidades corporais
relacionada à ingestão alimentar insuficiente evidenciado por aversão ao alimento, interesse insuficiente pelos
alimentos e percepções incorretas .
Negação ineficaz relacionado à apoio emocional insuficiente e estratégias de enfrentamento ineficazes,
evidenciado por não admitir o impacto da doença na vida, minimizar sintomas e usar comentários de
desconsideração ao falar sobre evento causador de sofrimento. 
Baixa autoestima crônica relacionada à aprovação insuficiente dos outros, evidenciado por busca excessiva por
reafirmação, culpa, vergonha, subestima a capacidade de lidar com a situação e comportamento não assertivo. 
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
 
Encorajar o paciente a reconhecer e discutir pensamentos e sentimentos;
Auxiliar o cliente a perceber que cada pessoa é única;
Fazer observação acerca do estado emocional atual do paciente;
Auxiliar o paciente a identificar sentimentos de culpa;
Explorar com o paciente a necessidade de controle;
Monitorar a frequência das declarações de autocrítica;
Monitorar se ocorrem declarações que identificam percepções da imagem corporal preocupadas com a forma e o
peso do corpo;
Determinar as percepções do paciente e familiares sobre alteração na imagem corporal versus realidade;
Promover o compartilhamento de problemas com outros; 
Envolver a família, outras pessoas relevantes e amigos no cuidado e planejamento;
Reunir-se com a equipe e o paciente para estabelecer um peso-alvo se o paciente estiver fora da variação
recomendada para sua idade e estatura;
Construir uma relação de apoio com o paciente;
Monitorar o peso do paciente rotineiramente;
Auxiliar o paciente a desenvolver uma autoestima que seja compatível com um peso corporal saudável;
Auxiliar o paciente (e outras pessoas significativas, conforme apropriado) a examinar e resolver questões pessoais que
possam contribuir para o distúrbio alimentar;
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 
RESULTADOS ESPERADOS
 
O cliente irá desenvolver melhor percepção do seu corpo.
O cliente apresentará padrão de IMC aceitável dentro da normalidade.
O cliente irá realizar atividades físicas com acompanhamento de um profissional.
O cliente irá identificar os seus próprios aspectos positivos e comunicar a libertação dos sintomas
de depressão.
O cliente irá desenvolver formas de aumentar os relacionamentos significativos.
O cliente apresentará comportamentos saudáveis para se recuperar. 
O cliente apresentará melhora quanto ao seu psicológico e ao conforto físico.
O cliente irá apresentar aceitação ao tratamento.
INDICAÇÕES DE FILMES
QUE ENVOLVEM TRANSTORNOS ALIMENTARES
O MÍNIMO PARA VIVER
(2017)
THIN (2006) ANOREXIA – A ILUSÃO DA
BELEZA (2014)
PINHEIRO, P. BULIMIA NERVOSA – SINTOMAS E TRATAMENTO. MDSaúde, 2021. Disponível em:
<https://www.mdsaude.com/psiquiatria/bulimia-nervosa/>. Acesso em: 04 de abr. 2021.
PINHEIRO, P. ANOREXIA NERVOSA – O QUE É, SINTOMAS E TRATAMENTO. MDSaúde, 2021. Disponível
em:<https://www.mdsaude.com/psiquiatria/anorexianervosa/#O_que_e_anorexia_nervosa>. Acesso
em: 04 de abr. 2021.
PINHEIRO, P. TRANSTORNO DA COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA. MDSaúde, 2021. Disponível em:
<https://www.mdsaude.com/psiquiatria/transtorno-da-compulsao-alimentar/>. Acesso em: 04 de abr.
2021.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROPSICOLOGIA. Boletim: Transtornos alimentares. SBNP BRASIL, São
Paulo. v. 2, n. 10, p. 1-30, out. 2019. 
REFERÊNCIAS

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