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Questões resolvidas

Sobre o processo judicial eletrônico, marque a alternativa correta.

A. O uso de meio eletrônico para tramitação de processos judiciais somente é permitido em processos cíveis e trabalhistas. O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada. O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição. Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º. A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001. A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
B. Por ser o órgão máximo do Poder Judiciário, não é permitido ao Supremo Tribunal Federal utilizar processo judicial eletrônico. O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada. O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição. Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º. A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001. A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.

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Questões resolvidas

Sobre o processo judicial eletrônico, marque a alternativa correta.

A. O uso de meio eletrônico para tramitação de processos judiciais somente é permitido em processos cíveis e trabalhistas. O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada. O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição. Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º. A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001. A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
B. Por ser o órgão máximo do Poder Judiciário, não é permitido ao Supremo Tribunal Federal utilizar processo judicial eletrônico. O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada. O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição. Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º. A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001. A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.

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Processo eletrônico
Apresentação
A revolução digital experimentada pelo judiciário nos últimos anos iniciou com a máquina de escrever, perpassou pelo computador e, ainda na era da informática, surgiu o processo eletrônico, na tentativa de eliminar o papel e aprimorar as técnicas para facilitar o acesso à justiça pelas partes e pelos profissionais que atuam na área (servidores, juízes e advogados).
O processo eletrônico está regulamentado na Lei nº 11.419/06, sendo aplicado, indistintamente, aos processos civil, penal e trabalhista, bem como aos juizados especiais, em qualquer grau de jurisdição. A legislação regulamenta a informatização do processo judicial e traz diversas normas e regras a respeito de como deve ser utilizado esse procedimento: seu credenciamento, como serão as publicações, citações, intimações e notificações, prazo para envio de petições, uso de documentos na fase de instrução, etc.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você vai aprender sobre o processo eletrônico, os principais sistemas utilizados pelos tribunais e como funciona a contagem de prazos e provas no meio eletrônico. Além disso, também vai estudar a legislação 11.419/06, que dispõe sobre a informatização do processo judicial.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
· Apresentar os principais sistemas de processos eletrônicos.
· Analisar a contagem de prazo nos processos eletrônicos.
· Explicar o valor das provas adquiridas por meios eletrônicos.
Desafio
O processo eletrônico surgiu como maneira de facilitar o acesso à justiça. Nesse passo, em se tratando de novas tecnologias, a legislação também cuidou de recepcionar as “novas provas” que estavam surgindo, como postagem em redes sociais, conversas em aplicativos de mensagens, entre outras.
Imagine-se como advogado de João, requerido, recebendo a seguinte situação em seu escritório:
João, seu cliente, informou que recebeu uma citação referente a uma ação de cobrança por conta de um suposto inadimplemento na compra de um bolo. Na ação, a requerente, Amanda, alega que foi contratada por João para fazer um bolo de aniversário, no valor de R$100,00 (cem reais), o qual, apesar de entregue, não foi pago em sua totalidade, estando João inadimplente em R$50,00 (cinquenta reais).
Que informação você prestaria a João? Caso ele lhe contrate para proceder à contestação, quais elementos de prova você poderá utilizar? Explique a força probatória deles.
Padrão de resposta esperado
Como advogado de João, é necessário informá-lo de que existem algumas observações pertinentes ao caso, além das respostas aos questionamentos feitos.
Podem-se observar várias situações:
De fato, ocorreu a contratação do serviço, e tal matéria é incontroversa. É possível informar ao cliente que as conversas via aplicativo servirão como prova e deverão ser impressas e levadas ao cartório de título e documentos, no intuito de o tabelião comprovar sua autenticidade. Esse procedimento de autenticação não é obrigatório, mas recomendável.
Em caso de contratação para proceder à contestação, será juntada toda a documentação das conversas, em arquivo impresso. Além disso, será necessário fazer um pequeno resumo, informando todo o processo da contratação, em sequência cronológica, incluindo horário das ligações e das mensagens trocadas pelas partes.
Ainda, em se tratando de prova, se faz imprescindível a juntada dos extratos digitais do banco onde consta o comprovante de transferência/depósito. O Código de Processo Civil prevê a amplitude probatória, em que concede às partes o direito de empregar todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados, para provar a verdade dos fatos. Por isso, poderão ser utilizados os documentos apresentados.
Todos os documentos serão anexados em formato PDF, junto com a peça de contestação, e caberá ao juiz apreciar o valor probante de cada um deles.
Infográfico
A legislação processual estipula os prazos para cada ação. Em se tratando de processo eletrônico, existe uma sequência de atos na qual esse prazo está relacionado.
Essa sequência inicia-se com o despacho do juiz. Depois, esse despacho é publicado, e o advogado tem um tempo para “abrir” a intimação. Esse tempo, que no processo judicial eletrônico (PJe) é de 10 (dez) dias corridos, não se inclui no prazo processual.
Confira este e outros detalhes no Infográfico a seguir.
Conteúdo do Livro
Com a implantação do processo eletrônico, houve várias incertezas para os usuários do sistema, de servidores a advogados.Temiam que pudesse não haver uma confiabilidade nos dados disponibilizados de forma digital.
As diferenças entre o papel e os dados digitalizados, ou seja, entre processos eletrônicos e físicos, passaram a ser despercebidas aos poucos, com o ingresso das novas gerações de advogados no mercado de trabalho. Novos tempos, novas gerações e, consequentemente, maior aceitação a tudo que é eletrônico.
No capítulo Processo eletrônico, base teórica desta Unidade de Aprendizagem, você aprenderá sobre o processo digital, que é o conjunto de normas, aplicações, conhecimentos e regulação das relações jurídicas realizadas no meio digital. Esse tema cria parâmetros e regras para que as interações que ocorrem no meio on-line aconteçam de forma harmônica. ​​​​​​​
Boa leitura.
Dica do Professor
O Brasil tem 26 Estados e o Distrito Federal, sendo o quinto maior país em extensão territorial. Por isso, é comum se ouvir que nele coexistem diferentes povos, culturas, religiões, etc.
No meio jurídico, também é possível adotar essa premissa para se falar que o Brasil é um país de diferentes sistemas de processos eletrônicos.
Nesta Dica do Professor, você vai conhecer alguns dos principais sistemas de processos eletrônicos e quais tribunais eles atendem.​​​​​​​
Exercícios
Respostas enviadas em: 13/04/2024 16:37
1. 
O processo judicial eletrônico é regulado pela Lei nº 11.419/2006, e foi instituído em todo o território nacional como um importante instrumento para a celeridade dos processos que tramitam perante o Poder Judiciário.
Nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre o processo judicial eletrônico.
Você não acertou!
A. 
É vedada a intimação por meios eletrônicos em portal próprio, devendo o respectivo tribunal criar seu diário de justiça eletrônico.
O art. 5º prevê expressamente a possibilidade de intimação pelo próprio portal do processo eletrônico, dispensando a publicação em diário de justiça oficial
Nas cartas rogatórias, por inteligência do art. 7º, deve ser dada preferência a este meio.
É permitida a citação da Fazenda Pública por meio eletrônico, conforme dispõe o art. 6º.
Conforme enunciado no art. 12, §1º, há a dispensa de formação de autos suplementares, devendo a conservação ser realizada por meio eletrônico.
É facultado ao magistrado que a exibição dos documentos seja realizada de modo eletrônico, conforme o art. 13.
Resposta incorreta.
B. 
As cartas rogatórias não poderão ser feitas por meio eletrônico.
O art. 5º prevê expressamente a possibilidade de intimação pelo próprio portal do processo eletrônico, dispensando a publicação em diário de justiça oficial
Nas cartas rogatórias, por inteligência do art. 7º, deve ser dada preferência a este meio.
É permitida a citação da Fazenda Pública por meio eletrônico, conforme dispõe o art. 6º.
Conforme enunciado no art. 12, §1º, há a dispensa de formação de autos suplementares, devendo a conservação ser realizada por meio eletrônico.
É facultado ao magistrado que a exibição dos documentos seja realizada de modo eletrônico, conforme o art. 13.
Resposta correta.
C. 
No processo eletrônico, as citações da Fazenda Pública serão feitas por meio eletrônico.
O art. 5º prevê expressamente a possibilidade de intimação pelo próprio portal do processo eletrônico, dispensando a publicação em diário de justiça oficial
Nas cartas rogatórias, por inteligência do art. 7º, deve ser dada preferência a este meio.
É permitida a citação da Fazenda Pública por meio eletrônico, conforme dispõe o art. 6º.Conforme enunciado no art. 12, §1º, há a dispensa de formação de autos suplementares, devendo a conservação ser realizada por meio eletrônico.
É facultado ao magistrado que a exibição dos documentos seja realizada de modo eletrônico, conforme o art. 13.
Resposta incorreta.
D. 
A conservação de reserva dos autos do processo deverá ser feita por meio físico.
O art. 5º prevê expressamente a possibilidade de intimação pelo próprio portal do processo eletrônico, dispensando a publicação em diário de justiça oficial
Nas cartas rogatórias, por inteligência do art. 7º, deve ser dada preferência a este meio.
É permitida a citação da Fazenda Pública por meio eletrônico, conforme dispõe o art. 6º.
Conforme enunciado no art. 12, §1º, há a dispensa de formação de autos suplementares, devendo a conservação ser realizada por meio eletrônico.
É facultado ao magistrado que a exibição dos documentos seja realizada de modo eletrônico, conforme o art. 13.
Resposta incorreta.
E. 
A. Não poderá o magistrado ordenar que a exibição de documentos seja feita de modo eletrônico.
O art. 5º prevê expressamente a possibilidade de intimação pelo próprio portal do processo eletrônico, dispensando a publicação em diário de justiça oficial
Nas cartas rogatórias, por inteligência do art. 7º, deve ser dada preferência a este meio.
É permitida a citação da Fazenda Pública por meio eletrônico, conforme dispõe o art. 6º.
Conforme enunciado no art. 12, §1º, há a dispensa de formação de autos suplementares, devendo a conservação ser realizada por meio eletrônico.
É facultado ao magistrado que a exibição dos documentos seja realizada de modo eletrônico, conforme o art. 13.
2. 
O documento eletrônico é denominado documento informático ou digital, sendo produzido por computador.
Sobre a prova produzida por meio eletrônico, podemos afirmar que:
Você acertou!
A. 
é facultado ao juiz analisar a força probante dos documentos produzidos de forma eletrônica, que não podem ser convertidos em meio físico.
Conforme o art. 440 do CPC, cabe ao juiz, ouvidas as partes, valorar o documento eletrônico, que não pode ser convertido à forma física.
O art. 422 do CPC permite a utilização de fotografias digitais. É aconselhável ter como demonstrar sua autenticidade, caso a parte contrária impugne seu conteúdo.
O art. 439 prevê a possibilidade de verificar a autenticidade do documento para sua utilização como meio de prova. A citada medida provisória regula a forma de emissão do certificado digital que confere validade jurídica e presunção de veracidade (art. 10).
O art. 11 da Lei nº 11.419/2006 prevê que, caso seja possível aferir a garantia de origem e do signatário, o documento produzido de forma eletrônica será considerado original.
Por força do art. 11, §3º, tais documentos devem ser preservados até o trânsito em julgado da sentença, ou, nos casos que a lei permite, até o fim do prazo para interposição de ação rescisória.
Resposta incorreta.
B. 
fotos extraídas da internet não podem ser utilizadas como meio de prova.
Conforme o art. 440 do CPC, cabe ao juiz, ouvidas as partes, valorar o documento eletrônico, que não pode ser convertido à forma física.
O art. 422 do CPC permite a utilização de fotografias digitais. É aconselhável ter como demonstrar sua autenticidade, caso a parte contrária impugne seu conteúdo.
O art. 439 prevê a possibilidade de verificar a autenticidade do documento para sua utilização como meio de prova. A citada medida provisória regula a forma de emissão do certificado digital que confere validade jurídica e presunção de veracidade (art. 10).
O art. 11 da Lei nº 11.419/2006 prevê que, caso seja possível aferir a garantia de origem e do signatário, o documento produzido de forma eletrônica será considerado original.
Por força do art. 11, §3º, tais documentos devem ser preservados até o trânsito em julgado da sentença, ou, nos casos que a lei permite, até o fim do prazo para interposição de ação rescisória.
Resposta incorreta.
C. 
documento assinado mediante certificado digital, nos termos da Medida Provisória nº 2.200/2001, não é capaz de ser utilizado como meio de prova.
Conforme o art. 440 do CPC, cabe ao juiz, ouvidas as partes, valorar o documento eletrônico, que não pode ser convertido à forma física.
O art. 422 do CPC permite a utilização de fotografias digitais. É aconselhável ter como demonstrar sua autenticidade, caso a parte contrária impugne seu conteúdo.
O art. 439 prevê a possibilidade de verificar a autenticidade do documento para sua utilização como meio de prova. A citada medida provisória regula a forma de emissão do certificado digital que confere validade jurídica e presunção de veracidade (art. 10).
O art. 11 da Lei nº 11.419/2006 prevê que, caso seja possível aferir a garantia de origem e do signatário, o documento produzido de forma eletrônica será considerado original.
Por força do art. 11, §3º, tais documentos devem ser preservados até o trânsito em julgado da sentença, ou, nos casos que a lei permite, até o fim do prazo para interposição de ação rescisória.
Resposta incorreta.
D. 
documentos produzidos eletronicamente nunca podem ser considerados originais.
Conforme o art. 440 do CPC, cabe ao juiz, ouvidas as partes, valorar o documento eletrônico, que não pode ser convertido à forma física.
O art. 422 do CPC permite a utilização de fotografias digitais. É aconselhável ter como demonstrar sua autenticidade, caso a parte contrária impugne seu conteúdo.
O art. 439 prevê a possibilidade de verificar a autenticidade do documento para sua utilização como meio de prova. A citada medida provisória regula a forma de emissão do certificado digital que confere validade jurídica e presunção de veracidade (art. 10).
O art. 11 da Lei nº 11.419/2006 prevê que, caso seja possível aferir a garantia de origem e do signatário, o documento produzido de forma eletrônica será considerado original.
Por força do art. 11, §3º, tais documentos devem ser preservados até o trânsito em julgado da sentença, ou, nos casos que a lei permite, até o fim do prazo para interposição de ação rescisória.
Resposta incorreta.
E. 
assim que digitalizado e inserido no processo judicial eletrônico, o documento original pode ser descartado pela parte.
Conforme o art. 440 do CPC, cabe ao juiz, ouvidas as partes, valorar o documento eletrônico, que não pode ser convertido à forma física.
O art. 422 do CPC permite a utilização de fotografias digitais. É aconselhável ter como demonstrar sua autenticidade, caso a parte contrária impugne seu conteúdo.
O art. 439 prevê a possibilidade de verificar a autenticidade do documento para sua utilização como meio de prova. A citada medida provisória regula a forma de emissão do certificado digital que confere validade jurídica e presunção de veracidade (art. 10).
O art. 11 da Lei nº 11.419/2006 prevê que, caso seja possível aferir a garantia de origem e do signatário, o documento produzido de forma eletrônica será considerado original.
Por força do art. 11, §3º, tais documentos devem ser preservados até o trânsito em julgado da sentença, ou, nos casos que a lei permite, até o fim do prazo para interposição de ação rescisória.
3. 
A Lei nº 11.419/2006 dispõe sobre a informatização do processo judicial. Já a Medida Provisória nº 2.200/2001 legislou sobre a validade jurídica de documentos em forma eletrônica. Ambas foram um marco legislativo para o desenvolvimento do processo judicial eletrônico.
Sobre o processo judicial eletrônico, marque a alternativa correta.​​​​​​​
Você não acertou!
A. 
O uso de meio eletrônico para tramitação de processos judiciais somente é permitido em processos cíveis e trabalhistas.
O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada.
O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição.
Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º.
A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadoradevidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001.
A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
Resposta incorreta.
B. 
Por ser o órgão máximo do Poder Judiciário, não é permitido ao Supremo Tribunal Federal utilizar processo judicial eletrônico.
O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada.
O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição.
Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º.
A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001.
A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
Resposta correta.
C. 
A juntada de petição por meio eletrônico somente será admitida mediante o uso de assinatura eletrônica.
O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada.
O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição.
Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º.
A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001.
A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
Resposta incorreta.
D. 
A assinatura digital baseada em certificado digital pode ser emitida por qualquer empresa privada.
O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada.
O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição.
Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º.
A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001.
A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
Resposta incorreta.
E. 
Não é necessário que todos os atos processuais do processo eletrônico sejam assinados eletronicamente.
O uso de meio eletrônico pode ser tanto em processos penais como do juizado especial, conforme o art. 1º da lei citada.
O art. 1º também prevê expressamente que pode ser utilizado em qualquer grau de jurisdição.
Para juntar uma petição de maneira eletrônica, o usuário deverá ter assinatura eletrônica, conforme a lei, nos termos dos arts. 1º e 2º.
A assinatura digital deverá ser emitida por autoridade certificadora devidamente credenciada, na forma da Medida Provisória nº 2.200/2001.
A assinatura eletrônica é requisito de validade para os atos processuais, conforme a Lei nº 11.419/2006, art. 8º, parágrafo único.
4. 
A contagem de prazos processuais passou por significativas mudanças com o advento do processo judicial eletrônico.
Sobre o tema, podemos afirmar que:​​​​​​​
Você não acertou!
A. 
não é permitida a intimação por meio da plataforma própria do processo eletrônico.
O meio utilizado para intimações em processo eletrônico é o portal próprio, conforme permitido pelo art. 5º da Lei nº 11.419/2006, seja em vara estadual ou federal.
A intimação será considerada realizada quando da consulta eletrônica de seu teor, por força do art. 5º, §1º, da Lei nº 11.419/2006.
O usuário tem o prazo de 10 (dez) dias corridos para realizar a consulta da intimação eletrônica (art. 5º, §3º, Lei nº 11.419/2006).
Ultrapassado o prazo de 10 (dez) dias corridos, considerar-se-á intimado automaticamente, conforme o art. 5º, §3º, da Lei nº 11.419/2006.
A consulta realizada em dia não útil será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte, como manda o art. 5º, §2º, da Lei nº 11.419/2006.
Resposta incorreta.
B. 
a intimação por meio do portal próprio do processo eletrônico será considerada realizada no dia em que for disponibilizada no sistema.
O meio utilizado para intimações em processo eletrônico é o portal próprio, conforme permitido pelo art. 5º da Lei nº 11.419/2006, seja em vara estadual ou federal.
A intimação será considerada realizada quando da consulta eletrônica de seu teor, por força do art. 5º, §1º, da Lei nº 11.419/2006.
O usuário tem o prazo de 10 (dez) dias corridos para realizar a consulta da intimação eletrônica (art. 5º, §3º, Lei nº 11.419/2006).
Ultrapassado o prazo de 10 (dez) dias corridos, considerar-se-á intimado automaticamente, conforme o art. 5º, §3º, da Lei nº 11.419/2006.
A consulta realizada em dia não útil será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte, como manda o art. 5º, §2º, da Lei nº 11.419/2006.
Resposta incorreta.
C. 
o usuário tem o prazo de 5 (cinco) dias úteis para consultar a intimação realizada no PJe; caso contrário, será considerado intimado.
O meio utilizado para intimações em processo eletrônico é o portal próprio, conforme permitido pelo art. 5º da Lei nº 11.419/2006, seja em vara estadual ou federal.
A intimação será considerada realizada quando da consulta eletrônica de seu teor, por força do art. 5º, §1º, da Lei nº 11.419/2006.
O usuário tem o prazo de 10 (dez) dias corridos para realizar a consulta da intimação eletrônica (art. 5º, §3º, Lei nº 11.419/2006).
Ultrapassado o prazo de 10 (dez) dias corridos, considerar-se-á intimado automaticamente, conforme o art. 5º, §3º, da Lei nº 11.419/2006.
A consulta realizada em dia não útil será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte, como manda o art. 5º, §2º, da Lei nº 11.419/2006.
Resposta correta.
D. 
ultrapassado o prazo previsto para que o usuário consulte a intimação eletrônica, será considerado intimado, iniciando a contagem do prazo.
O meio utilizado para intimações em processo eletrônico é o portal próprio, conforme permitido pelo art. 5º da Lei nº 11.419/2006, seja em vara estadual ou federal.
A intimação será considerada realizada quando da consulta eletrônica de seu teor, por força do art. 5º, §1º, da Lei nº 11.419/2006.
O usuário tem o prazo de 10 (dez) dias corridos para realizar a consulta da intimação eletrônica (art. 5º, §3º, Lei nº 11.419/2006).
Ultrapassado o prazo de 10 (dez) dias corridos, considerar-se-á intimado automaticamente, conforme o art. 5º, §3º, da Lei nº 11.419/2006.
A consulta realizada em dia não útil será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte, como manda o art. 5º, §2º, da Lei nº 11.419/2006.
Resposta incorreta.
E. 
considera-se como realizada naquele dia a consulta da intimação no portal do processo eletrônico, mesmo em dia não útil.
O meio utilizado para intimações em processo eletrônico é o portal próprio, conforme permitido pelo art. 5º da Lei nº 11.419/2006, seja em vara estadual ou federal.
A intimação será considerada realizada quando da consulta eletrônica de seu teor, por força do art. 5º, §1º, da Lei nº 11.419/2006.
O usuário tem o prazo de 10 (dez) dias corridos para realizar a consulta da intimação eletrônica (art. 5º, §3º, Lei nº 11.419/2006).
Ultrapassado o prazo de 10 (dez) dias corridos, considerar-se-á intimado automaticamente, conforme o art. 5º, §3º, da Lei nº 11.419/2006.
A consulta realizada em dia não útil será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte, como manda o art. 5º, §2º, da Lei nº 11.419/2006.
5. 
As intimações e a prática dos atos processuais no processo judicial eletrônico se mostram diferentes da maneira como ocorriam na forma física.
Com base no processo judicial eletrônico e na prática dos atos processuais e intimações de acordo com o Direito Processual Civil, pode-se afirmar que:​​​​​​​
Você acertou!
A. 
.As empresas públicas e privadassão obrigadas a manter cadastro nos sistemas de processo em autos eletrônicos, para efeito de recebimento de citações e intimações, as quais serão efetuadas preferencialmente por esse meio.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as empresas públicas ou privadas, exceto microempresas e empresas de pequeno porte, manterem cadastro no sistema de processo judicial eletrônico.
O art. 5º, §6º, da Lei nº 11.419/2006 diz que serão consideradas pessoais as intimações realizadas no portal próprio do processo judicial eletrônico, inclusive as realizadas para a Fazenda Pública.
Conforme o art. 5º, §5º, da Lei nº 11.419/2006, nos casos urgentes, somente quando a intimação eletrônica puder causar prejuízo às partes, poderá ser realizada de outro modo, não sendo obrigatória a diligência do oficial de justiça.
Está prevista no art. 198, parágrafo único, do CPC a possibilidade de realização de atos por meio não eletrônico, em caso de não disponibilização dos equipamentos.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as microempresas manterem os cadastros atualizados.
Resposta incorreta.
B. 
as intimações realizadas no portal próprio do processo judicial eletrônico não são consideradas pessoais para todos os fins legais.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as empresas públicas ou privadas, exceto microempresas e empresas de pequeno porte, manterem cadastro no sistema de processo judicial eletrônico.
O art. 5º, §6º, da Lei nº 11.419/2006 diz que serão consideradas pessoais as intimações realizadas no portal próprio do processo judicial eletrônico, inclusive as realizadas para a Fazenda Pública.
Conforme o art. 5º, §5º, da Lei nº 11.419/2006, nos casos urgentes, somente quando a intimação eletrônica puder causar prejuízo às partes, poderá ser realizada de outro modo, não sendo obrigatória a diligência do oficial de justiça.
Está prevista no art. 198, parágrafo único, do CPC a possibilidade de realização de atos por meio não eletrônico, em caso de não disponibilização dos equipamentos.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as microempresas manterem os cadastros atualizados.
Resposta incorreta.
C. 
em casos urgentes, a intimação deverá ser feita, obrigatoriamente, mediante diligência do oficial de justiça.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as empresas públicas ou privadas, exceto microempresas e empresas de pequeno porte, manterem cadastro no sistema de processo judicial eletrônico.
O art. 5º, §6º, da Lei nº 11.419/2006 diz que serão consideradas pessoais as intimações realizadas no portal próprio do processo judicial eletrônico, inclusive as realizadas para a Fazenda Pública.
Conforme o art. 5º, §5º, da Lei nº 11.419/2006, nos casos urgentes, somente quando a intimação eletrônica puder causar prejuízo às partes, poderá ser realizada de outro modo, não sendo obrigatória a diligência do oficial de justiça.
Está prevista no art. 198, parágrafo único, do CPC a possibilidade de realização de atos por meio não eletrônico, em caso de não disponibilização dos equipamentos.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as microempresas manterem os cadastros atualizados.
Resposta incorreta.
D. 
não é permitida a prática de atos por meio não eletrônico, ainda que o Poder Judiciário não mantenha, gratuitamente, os equipamentos necessários.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as empresas públicas ou privadas, exceto microempresas e empresas de pequeno porte, manterem cadastro no sistema de processo judicial eletrônico.
O art. 5º, §6º, da Lei nº 11.419/2006 diz que serão consideradas pessoais as intimações realizadas no portal próprio do processo judicial eletrônico, inclusive as realizadas para a Fazenda Pública.
Conforme o art. 5º, §5º, da Lei nº 11.419/2006, nos casos urgentes, somente quando a intimação eletrônica puder causar prejuízo às partes, poderá ser realizada de outro modo, não sendo obrigatória a diligência do oficial de justiça.
Está prevista no art. 198, parágrafo único, do CPC a possibilidade de realização de atos por meio não eletrônico, em caso de não disponibilização dos equipamentos.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as microempresas manterem os cadastros atualizados.
Resposta incorreta.
E. 
As microempresas e as pequenas empresas são obrigadas a manterem cadastro nos sistemas de processo e autos eletrônicos para efeito de recebimento de citações e intimações, independentemente de possuírem endereço eletrônico cadastrado no sistema integrado da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim)
O art. 246, §5º, do CPC as me e epp só necessitam manter o cadastro nos sistemas de processo e autos eletrônicos caso não possuam endereço eletrônico no redesim.
O art. 5º, §6º, da Lei nº 11.419/2006 diz que serão consideradas pessoais as intimações realizadas no portal próprio do processo judicial eletrônico, inclusive as realizadas para a Fazenda Pública.
Conforme o art. 5º, §5º, da Lei nº 11.419/2006, nos casos urgentes, somente quando a intimação eletrônica puder causar prejuízo às partes, poderá ser realizada de outro modo, não sendo obrigatória a diligência do oficial de justiça.
Está prevista no art. 198, parágrafo único, do CPC a possibilidade de realização de atos por meio não eletrônico, em caso de não disponibilização dos equipamentos.
O art. 246, §1º, do CPC prevê a obrigatoriedade de as microempresas manterem os cadastros atualizados.
Na prática
A tramitação de processos judiciais por meio do processo judicial eletrônico (PJe) exige a certificação digital de advogados, magistrados e servidores de tribunais.O mecanismo garante proteção a dados confidenciais fornecidos em ações judiciais e atos realizados no âmbito do Poder Judiciário, e evita fraudes possíveis de serem cometidas com a violação de informações confiadas para a resolução de litígios.
O certificado digital é uma espécie de carteira de identidade do cidadão em ambiente virtual que permite reconhecer com precisão a pessoa que acessa o sistema.
Veja, Na Prática, mais sobre a “assinatura digital” conhecida como certificado digital, imprescindível para o processo eletrônico.
Saiba mais
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Visão geral do PJe 2.0
Considerando que o sistema PJe foi designado pelo Conselho Nacional de Justiça como obrigatório para todas as localidades, neste vídeo você terá uma visão geral do ambiente PJe, versão 2.0, demonstrando suas funcionalidades.
https://www.youtube.com/embed/-iKpLWQNw4A
ICP-Brasil e certificado digital
O vídeo a seguir servirá para aprender mais sobre como funciona a emissão de um certificado digital padrão ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira), processo de certificação digital oficial do país, que dá validade jurídica às transações eletrônicas.
https://www.youtube.com/embed/sfZ78441w90
Processo judicial eletrônico
Com o avanço tecnológico, os meios de comunicação se desenvolveram consideravelmente, proporcionando ao Poder Judiciário tornar a prestação jurisdicional mais célere e eficaz com sua informatização, criando os sistemas processuais eletrônico e digital. Esse artigo retrata os principais conceitos acerca do Direito Digital.
https://periodicos.unicathedral.edu.br/anais/article/view/558/417
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