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50 Cadernos Técnicos de Veterinária e Zootecnia, nº 67 - dezembro de 2012 objetivo estético ou comodidade hu- mana já não são mais recomendadas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Essa medida, além de orien- tar o médico veterinário, sugere que o bem-estar dos animais deve ser priori- dade para a classe médica veterinária. A posse responsável engloba um conjunto de atitudes que demonstram o respeito ao animal doméstico desde a escolha até os cuidados básicos. Um comprometimento maior com o cão ou gato diminui a incidência de zoono- ses e aumenta a qualidade de vida dos animais. Medidas objetivando o controle po- pulacional mostram-se cada vez mais necessárias, uma vez que a população de animais considerados errantes cres- ce a cada ano, provocando um impacto enorme para a sociedade. Os vários pro- gramas propostos pelo CCZ-BH ten- dem a ser efetivos em longo prazo. Isso dependerá da cooperação dos proprie- tários e da eficiência com que os progra- mas serão realizados. Referências bibliográficas 1. BEAVER, B.V. Comportamento Social Canino. In: BEAVER, B.V.. Comportamento Canino: Um guia para veterinários. São Paulo: Roca, 2001. p.171-249. 2. ZANELLA, A J.. Indicadores fisiológicos e com- portamentais do bem-estar animal. A Hora Veterinária, ano14, n.83, p.47-52, jan./fev. 1995. 3. BROOM, D.M.; MOLENTO, C.F.M.. Bem-Estar Animal: Conceito e Questões Relacionadas: Revisão.Archieves of Veterinary Science, v.9, n.2, p.1- 11, 2004. 4. MOLENTO, C.F.M.. Medicina Veterinária e Bem- estar Animal. Revista C.F.M.V., Brasília, ano IX, n.28 e 29, p.15-20, jan./ago. 2003. 5. LANTZMAN, M.. Agressividade. Petvet, 2004. Disponível em: <http://www.pet.vet.br>. Acessado em 12 de maio de 2006. 6. HORWITZ, D.F.. Feline Agression. In: HOUPT, K.A.. Recent Advances in Companion Animal Behavior Problems. Ithaca: Internacional Veterinary Information Service, 2001. Disponível em: <http://www.ivis.org>. Acessado em 15 de maio de 2006. 7. NISKI, S.. Raças Agressivas: Quais são? Lord Cão News, Rio de Janeiro, n.19, fev. 2001. Disponível em: <http://www.lordcao.com>. Acessado em 12 abril de 2006. 8. WAPNER, M.; WILSON, J.F.. Are laws prohibi- ting ownership of pit bull-type dogs legally enfor- ceable? J.A.V.M.A., v.16, n.10, p.1552-1555, May 2000. 9. VIDAL, R.M.. Humanização ou Desumanização? Vet-UY, n.13, jun. 2005. Disponível em: <http:// www.vet-uy.com>. Acessado em 12 de maio de 2006. 10. TARDIN, A.C.; POLLI, S.R.. Evolução na alimen- tação dos cães. Boletim Informativo Nutron Pet, n.01, out. 2001. 11. BRASIL. Ministério da Saúde. Animais Domésticos. Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde, 2004. Disponível em: <http://www.mi- nisterio.saude.bvs.br/html>. Acessado em 02 de maio de 2006. 12. LEVAI, L.F..Direito dos Animais. 2a ed. rev. ampl. São Paulo: Mantiqueira, 2004. 160p. 13. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Cirurgias Mutilantes: O que fazer? Revista Veterinária e Zootecnia em Minas, n.88, p.28, jan./mar. 2006. 14. BUSSOLOTTI, A. (Comunicação Pessoal). Centro de Controle de Zoonoses, Prefeitura de Belo Horizonte, MG. Informação obtida em 05 de junho de 2006. 15. WORLD SOCIETY FOR THE PROTECTION OF ANIMALS. Animais de Companhia: Cães de Rua e o Bem-Estar Animal, 2004. Disponível em <http://www.wspabrasil.org/capaings.asp? CampaignType=7>. Acessado em 08 de julho de 2006. ct dez2012.indb 50 11/12/2012 14:14:41