Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1
IM
PR
IM
IR
Voltar AvançarHISTÓRIA – Idade Moderna II (Século XVIII)
ID A D E
M O D E R N A II
(S É C U L O XV III)
1. a
2. c
3. a
4. c
5. e
6. V-F-F-V-V-F
7. a
8. V-V-V-F-F
9. a
10. b
11. 25
12. b
13. b
14. 60
15. c
16. b
17. a
18. b
19. C-C-E-C
20. e
21. c
22. V V V V F F
23. b
24. 23
25. a
26. e
27. d
28. a
29. d
30. 21
31. a
32. c
33. 26
34. d
35. e
36. a) O chamado movimento dos sans-culottes na época da Revolução Francesa era caracte-
risticamente urbano, integrado pelos marginalizados na sociedade do Antigo Regime, no
qual os artesãos possuíam um papel de destaque. No processo revolucionário, via de regra,
estiveram associados às oposições mais radicais no interior da revolução. Usavam calças
copridas no lugar do traje normal do Antigo Regime, que eram os calções curtos (culotte).
b) Existem alguns elementos em comum entre esses movimentos no sentido de expressar,
cada um à sua maneira, grupos sociais marginalizados na sociedade. Entretanto ambos
possuem raízes diferentes. O da época da revolução tinha origem urbana; o atual possui
origem rural.
37. 31
H IS T Ó R IA
G
A
B
A
R
IT
O
HISTÓRIA - Idade Contemporânea I
IM
PR
IM
IR
Voltar
GA
BA
RI
TO
Avançar
1
1. UFRN Sobre a unificação alemã no séc. XIX, Marionilde Magalhães afirma:
“Desde o final do século XVIII, a criação de inúmeras associações resultou num determinado
patriotismo cultural e popular, num território dividido em estados feudais dominados por uma
aristocracia retrógrada. Tais associações se dirigem à nação teuta, enfatizando o idioma, a cultura
e as tradições comunitárias, elementos para a elaboração de uma identidade coletiva, indepen-
dentemente do critério territorial. E, de fato, esse nacionalismo popular, romântico-ilustrado (uma
vez que pautado no princípio da cidadania e no direito à autodeterminação dos povos), inspirará
uma boa parcela dos revolucionários de 1848. Mas não serão eles a unificar a Alemanha. Seus
herdeiros precisarão aguardar até 1871, quando Bismarck realiza uma revolução de cima, mo-
mento em que, em virtude do poderio econômico e da força militar da Prússia, a Alemanha se
unifica como Estado forte, consolidando-se a sua trajetória rumo à modernização.”
[adaptação] MAGALHÃES, Marionilde D. B. de. A reunificação: enfim um país para a Alemanha?
Revista Brasileira de Históría. São Paulo: ANPUH/Marco Zero. V.14. n. 28.1994. p.102.
Tendo-se como referência essas considerações, pode-se concluir que
a) o principal fator que possibilitou a unificação alemã foi o desenvolvimento econômico
e social dos Estados germânicos, iniciado com o estabelecimento do Zollverein — liga
aduaneira que favoreceu os interesses da burguesia.
b) a unificação alemã atendeu aos interesses de uma aristocracia rural desejosa de formar
um amplo mercado nacional para seus produtos, alicerçando-se na idéia do patriotismo
cultural e do nacionalismo popular.
c) na Alemanha, a unificação nacional ocorreu, principalmente, em virtude da formação
de uma identidade coletiva baseada no idioma, na cultura e nas tradições comuns.
d) na Alemanha, a unificação política pôde ultrapassar as barreiras impostas pela aristo-
cracia territorial, que via no desenvolvimento industrial o caminho da modernização.
2. UFSE
I. “Sob a influência da burguesia industrial, sobretudo da Prússia, estabeleceu-se o Zollverein;
uma união aduaneira com o objetivo de eliminar os impostos alfandegários entre os diferentes
Estados da Confederação Germânica.”
II. “O personagem-síntese do nacionalismo alemão (...) não mediu meios para edificar o Segun-
do Reich alemão. (...) Após a vitória sobre a França, ao regressar a Berlim, o ‘chanceler de ferro’ foi
reconhecido como fundador do novo Reich. Ninguém, a serviço de um rei, desde Richelieu, havia
tão rapidamente elevado a importância de seu soberano, ao mesmo tempo acrescendo, com tão
bons resultados, sua autoridade no governo. (...)”
PALMER, Alan. Bismarck, Trad. Brasília: Universidade de Brasília, 1982. In: VICENTINO, Cláudio. História Geral.
Os textos identificam
a) causas da expansão neocolonialista alemã.
b) fatos relacionados ao período entre-guerras.
c) momentos do processo de Unificação alemã.
d) conseqüências da Primeira Guerra Mundial.
e) etapas da ascensão do nazismo na Alemanha.
ID A D E
C O N T E M P O R Â N E A I
H IS T Ó R IA

Mais conteúdos dessa disciplina