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Tipos de Tórax
Apresentação
1. OBJETIVO
O tórax é a porção superior do tronco situada entre o abdome e o pescoço. É uma estrutura 
simétrica, porém, de acordo com algumas alterações, pode se apresentar de diferentes formas. A 
compreensão dos tipos de tórax possibilita uma avaliação minuciosa, atendendo às necessidades do 
indivíduo.
Este experimento objetiva o desenvolvimento do conhecimento sobre os diferentes tipos de tórax, 
assim como guiá-lo para a análise durante a prática profissional.
 
Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de: 
nomear os tipos de tórax;•
identificar os tipos de tórax durante a inspeção estática;•
descrever as características do tipo de tórax na ficha de anamnese.•
 
2. ONDE UTILIZAR ESSES CONCEITOS? 
O exame físico é essencial na avaliação do paciente. Dessa forma, a análise do tipo de tórax deve 
ser realizada durante a inspeção, pois o formato do tórax pode indicar alguma alteração ou estar 
relacionado com o desenvolvimento de determinadas doenças.
 
3. O EXPERIMENTO 
Neste experimento, você vai realizar a anamnese e, a partir da inspeção estática dos pacientes em 
diferentes posições, identificar os tipos de tórax apresentados, descrevendo suas principais 
características na ficha de anamnese.
 
4. SEGURANÇA 
Respeitando as boas práticas laboratoriais, é necessário o uso de jaleco branco de manga comprida 
e sapatos fechados que cubram o dorso do pé, ambos em boas condições de higiene e conservação.
 
5. CENÁRIO 
Esta prática será realizada em uma sala privativa, silenciosa e bem iluminada. O ambiente deve 
conter uma mesa com cadeiras para a realização da anamnese e a avaliação de tórax, além de um 
armário para acomodação do jaleco.
Sumário teórico
Acesse o sumário:
 
 
LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO FÍSICO FUNCIONAL E IMAGINOLOGIA 
TIPOS DE TÓRAX 
ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO 
CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 
E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br 
 
 
TIPOS DE TÓRAX 
 
 
 
 Para o estabelecimento de um diagnóstico fisioterapêutico preciso e a 
elaboração de um plano de tratamento que atenda a todas as necessidades do paciente, 
é essencial uma avaliação sistematizada que englobe a anamnese e o exame físico. A 
avaliação é imprescindível em todas as condições, pois favorece o planejamento de 
ações tanto curativas quanto preventivas. 
A anamnese é a etapa inicial de uma avaliação, consistindo na coleta de dados 
relacionados ao processo saúde-doença do paciente. Já no exame físico, é possível a 
validação dos achados da anamnese, assim como a identificação de alterações que 
possam estar associadas a problemas de saúde. A inspeção, uma das etapas do exame 
físico, consiste na observação minuciosa dos segmentos do corpo (por exemplo, o 
tórax). Dessa forma, para a realização do exame físico, o profissional deve ter vasto 
conhecimento em áreas como anatomia e fisiologia, para identificação de alterações 
que necessitem de uma intervenção (SANTOS; VEIGA; ANDRADE, 2011). 
 O tórax é uma estrutura osteomuscular, formada pelo osso esterno, 12 pares de 
costelas, cartilagens costais e 12 corpos de vértebras torácicas (Figura 1), que protege 
os órgãos vitais que estão localizados na caixa torácica: coração, pulmões e grandes 
vasos, além de apoiar a cintura escapular e os membros superiores e proporcionar zonas 
de ligação para músculos do pescoço, dorso, peito e ombros. A região do tórax é 
considerada desde a porção abaixo do pescoço até o diafragma (área de maior 
dimensão), caracterizando seu formato em cone. Durante a inspeção, deve-se observar 
o formato do tórax, que normalmente apresenta uma relação de 1:2 entre os diâmetros 
anteroposterior e laterolateral, ou seja, o diâmetro lateral é duas vezes maior que o 
anteroposterior (MARIEB; HOEHN, 2008; SARMENTO; RIBEIRO; SHIGUEMOTO, 2009). 
 
 
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O esterno é um osso plano localizado na linha média anterior do tórax, sendo 
composto por três partes: manúbrio, corpo e processo xifoide. As costelas são 
classificadas como verdadeiras ou falsas, sendo que os sete pares superiores são 
chamados de costelas verdadeiras, pois se articulam com as vértebras torácicas, se 
ligando diretamente, por meio de suas cartilagens costais, com o esterno. Os cinco pares 
inferiores são chamados de costelas falsas, pois se articulam com as vértebras torácicas, 
mas não se ligam diretamente ao esterno. As costelas falsas são divididas em três 
grupos: oitava, nona e décima costelas. As costelas vertebrocondrais são unidas por uma 
cartilagem em comum com a cartilagem costal da sétima costela, que está ligada ao 
esterno. Já a décima primeira e a décima segunda costela são denominadas costelas 
flutuantes, ou costelas vertebrais, pois não se ligam no esterno. As cartilagens costais 
são flexíveis e permitem que a caixa torácica se expanda. Nos espaços intercostais, entre 
as costelas, se localizam os músculos intercostais, que elevam e abaixam o tórax durante 
a respiração (VANPUTTE; REGAN; RUSSO, 2016). 
 
Figura 1 – a) Vista anterior da caixa torácica. b) Vista lateral esquerda do tórax. 
Fonte: Marieb e Hoehn (2008). 
 
 
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O tórax é simétrico, porém, de acordo com algumas alterações, pode se 
apresentar de diferentes formas, como: tórax em barril, pectus excavatum, pectus 
carinatum, plano, cifótico, cifoescoliótico (SARMENTO; RIBEIRO; SHIGUEMOTO, 2009). 
 O tórax em barril, também conhecido como tonel ou globoso, é caracterizado 
pelo aumento excessivo de seu diâmetro anteroposterior, com alteração na relação 
entre os diâmetros anteroposterior e laterolateral de 1:2 para 1:1; os arcos costais se 
horizontalizam; há abaulamento da coluna dorsal, assumindo um formato arredondado 
(Figura 2); ocorre também alongamento dos músculos intercostais e anteriores do tórax 
e encurtamento dos adutores escapulares. É comum em indivíduos que apresentam 
doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como enfisema e bronquite crônica, 
pacientes com asma e bronquiectasia difusa, além de tabagistas pesados. Embora seja 
comum em indivíduos com essas doenças, também pode ser encontrado em idosos 
saudáveis (ANDRADE FILHO, 2009; DUTTON, 2010; SILVA; LUCENA, 2011). 
 Esse formato é decorrente de hiperinsuflação pulmonar, aumento da resistência 
ao fluxo aéreo ou perda da força elástica dos pulmões; com isso, há elevação do gradil 
costal com projeção das costelas para frente, comprometendo a musculatura abdominal 
durante a respiração (MARCOS et al., 2012). 
 
 
Figura 2 – Vista lateral do tórax em barril, demonstrando o aumento do diâmetro anteroposterior. 
Fonte: Pierce e Ebert (1958). 
 
 
 
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 O tórax em funil, infundibuliforme ou pectus excavatum, também conhecido por 
“peito de sapateiro”, é uma deformidade em que há depressão do esterno. Essa 
projeção posterior do esterno é secundária ao crescimento das cartilagens costais 
(Figura 3), resultando no encurtamento dos músculos abdominais superiores, adutores 
dos ombros, peitoral menor e intercostais, e no alongamento dos extensores torácicos 
e do trapézio médio e superior (DUTTON, 2010; SILVA; LUCENA, 2011). 
O pectus excavatum é a alteração mais comum do tórax, e está associado com 
doenças congênitas, como síndrome de Marfan, síndrome de Pierre Robin, síndrome de 
Prune Belly, distúrbios congênitosdo tecido conjuntivo, paralisia cerebral e raquitismo. 
Em 86% dos casos, a identificação da alteração ocorre ao nascimento, com evolução 
variável, sendo que a deformidade pode ser acentuada na puberdade (COELHO; 
GUIMARÃES, 2007). 
O tórax em funil pode ser classificado em: 
1) tórax em funil simétrico: há depressão do esterno, porém com os dois lados 
praticamente iguais; 
2) tórax em funil assimétrico: há assimetria entre os hemitórax direito e 
esquerdo, levando a rotação do esterno. Em casos graves, o esterno pode se aproximar 
da coluna vertebral (COELHO; GUIMARÃES, 2007; WESTPHAL et al., 2009). 
 
Figura 3 – Tórax em funil, pectus excavatum, caracterizado por depressão do esterno. Fonte: Shutterstock. 
 
 
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O pectus carinatum ou tórax cariniforme, conhecido popularmente por “peito de 
pombo”, ocorre devido a protrusão do esterno e das cartilagens costais, aumentando o 
diâmetro anteroposterior (Figura 4), resultando no alongamento dos músculos 
abdominais superiores e no encurtamento dos intercostais superiores (DUTTON, 2010; 
SILVA; LUCENA, 2011). 
É mais frequente em homens, com menor ocorrência quando comparado ao 
pectus excavatum, totalizando, aproximadamente, 15% dos casos. O pectus carinatum 
é raramente identificado ao nascimento, e se acredita que sua ocorrência seja mais 
adquirida do que congênita, podendo ser notado em torno dos 10 anos de idade, 
acentuando-se durante a puberdade. Está associado a comunicações interatriais ou 
interventriculares congênitas, asma, raquitismo, síndrome de Marfan e cifoescoliose 
congênita grave (SILVA; LUCENA, 2011; COELHO; GUIMARÃES, 2007; WESTPHAL et al., 
2009). 
O pectus carinatum pode ser classificado em: 
1) pectus carinatum superior: caracterizado por protrusão superior do 
manúbrio, proximal do corpo e pseudodepressão inferior, havendo também protrusão 
associada da segunda à quinta cartilagem costal, bilateralmente; 
2) pectus carinatum inferior: a alteração clássica, em que ocorre a protrusão do 
esterno, principalmente em sua porção média e inferior, acompanhada, na maioria dos 
casos, de depressão costal bilateral inferior (COELHO; GUIMARÃES, 2007). 
 
 
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Figura 4 – Tórax cariniforme, pectus carinatum, caracterizado por esterno proeminente. Fonte: Shutterstock. 
 
O tórax plano ou chato é identificado por redução do diâmetro anteroposterior 
e predominância do diâmetro vertical. A parede anterior perde sua convexidade normal, 
com saliência das escápulas e relevo torácico. É também conhecido por tórax em 
expiração permanente. É uma alteração característica de indivíduos longilíneos, 
apresentando pescoço longo, clavículas proeminentes, fossas claviculares bem 
delimitadas, costelas oblíquas, espaços intercostais mais visíveis e retraídos. Esse tipo 
de tórax não está necessariamente associado com a presença de doenças (SILVA; 
LUCENA, 2011; YOSHIKAWA; CASTRO, 2015). 
O tórax cifótico consiste na acentuação da curvatura torácica anteroposterior 
normal, denominada cifose, que resulta em uma postura encurvada, formando uma 
gibosidade. Já o tórax cifoescoliótico apresenta, além da acentuação da cifose, a 
escoliose, que é o desvio anormal lateral da coluna (Figura 5). Essa deformidade pode 
ter origem congênita ou estar associada com osteoporose decorrente do 
envelhecimento, artrite reumatoide e posturas inadequadas por tempo prolongado 
(SILVA; LUCENA, 2011). 
 
 
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Figura 5 – Imagem ilustrativa de escoliose (desvio lateral da coluna) e acentuação da cifose. Fonte: Shutterstock. 
 
É importante que o profissional tenha conhecimento sobre as possíveis 
alterações do tórax, para que haja uma intervenção adequada. Em alguns casos, 
o tratamento cirúrgico pode ser indicado, pois, além da estética, a 
funcionalidade deve ser considerada, proporcionando melhor qualidade de vida 
ao paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 
ANDRADE FILHO, J. S. Analogias em medicina – parte III. Revista Médica de Minas 
Gerais, v. 1, n. 19, p. 80-84, 2009. Disponível em: http://rmmg.org/artigo/detalhes/495. 
Acesso em: 27 jun. 2021. 
 
COELHO, M. S.; GUIMARÃES, P. S. F. Pectus excavatum: abordagem terapêutica. Revista 
do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, v. 34, n. 6, p. 412-427, 2007. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/rcbc/a/GWjtSkJgwZyRyD4wFzfnHgp/?lang=pt. Acesso em: 27 
jun. 2021. 
 
DUTTON, M. Fisioterapia ortopédica: exame, avaliação e intervenção. 2. ed. Porto 
Alegre: Artmed, 2010. 
 
MARCOS, L. et al. Análise da radiografia de tórax de indivíduos com DPOC e sua 
correlação com os testes funcionais. Fisioterapia em Movimento, v. 25, n. 3, p. 629-637, 
2012. Disponível em: 
https://www.researchgate.net/publication/273667366_Analise_da_radiografia_de_tor
ax_de_individuos_com_DPOC_e_sua_correlacao_com_os_testes_funcionais. Acesso 
em: 27 jun. 2021. 
 
MARIEB, E. N.; HOEHN, K. Anatomia e fisiologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 
 
 
 
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PIERCE, J. A.; EBERT, R. V. The barrel deformity of the chest, the senile lung and 
obstructive pulmonary emphysema. The American Journal of Medicine, v. 25, n. 1, p. 
13-22, 1958. Disponível em: 
https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/0002934358901931. Acesso 
em: 27 jun. 2021. 
 
SANTOS, N.; VEIGA, P.; ANDRADE, R. Importância da anamnese e do exame físico para o 
cuidado do enfermeiro. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 64, n. 2, p. 355-358, 2011. 
Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/dgpS47vnDqfq7T7XLdj68RC/?lang=pt. 
Acesso em: 27 jun. 2021. 
 
SARMENTO, G. J. V.; RIBEIRO, D. C.; SHIGUEMOTO, T. S. O. ABC da fisioterapia 
respiratória. São Paulo: Manole, 2009. 
 
SILVA, E. R. R.; LUCENA, A. F. Diagnósticos de enfermagem com base em sinais e 
sintomas. Porto Alegre: Artmed, 2011. 
 
VANPUTTE, C. L.; REGAN, J. L.; RUSSO, A. F. Anatomia e fisiologia de Seeley. 10. ed. 
Porto Alegre: AMGH, 2016. 
 
WESTPHAL, F. L. et al. Prevalência de pectus carinatum e pectus excavatum em escolares 
de Manaus. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 35, n. 3, p. 221-226, 2009. Disponível 
em: https://www.scielo.br/j/jbpneu/a/WBbhVnkK7vmnWXwmnZ98FtH/?lang=pt. 
Acesso em: 27 jun. 2021. 
 
YOSHIKAWA, G.; CASTRO, R. C. Manual de semiologia médica: a prática do exame físico. 
Belém: Eduepa, 2015. 
Roteiro
Acesse o roteiro:
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INSTRUÇÕES GERAIS
1. Neste experimento, você irá simular o processo de avaliação de tipos de tórax.
2. Utilize a seção “Recomendações de Acesso” para melhor aproveitamento da
experiência virtual e para respostas às perguntas frequentes a respeito do
VirtuaLab.
3. Caso não saiba como manipular o Laboratório Virtual, utilize o “TutorialVirtuaLab” presente neste Roteiro.
4. Caso já possua familiaridade com o Laboratório Virtual, você encontrará as
instruções para realização desta prática na subseção “Procedimentos”.
5. Ao finalizar o experimento, responda aos questionamentos da seção
“Avaliação de Resultados”.
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RECOMENDAÇÕES DE ACESSO
PARA ACESSAR O VIRTUALAB
1. Caso utilize o Windows 10, dê preferência ao navegador Google Chrome;
2. Caso utilize o Windows 7, dê preferência ao navegador Mozilla Firefox;
3. Feche outros programas que podem sobrecarregar o seu computador;
4. Verifique se o seu navegador está atualizado;
5. Realize teste de velocidade da internet.
Na página a seguir, apresentamos as duas principais dúvidas na utilização dos
Laboratórios Virtuais. Caso elas não se apliquem ao seu problema, consulte a nossa
seção de “Perguntas Frequentes”, disponível em: https://algetec.movidesk.com/kb/pt-
br/
Neste mesmo link, você poderá usar o chat ou abrir um chamado para o contato com
nossa central de suporte. Se preferir, utilize os QR CODEs para um contato direto por
Whatsapp (8h às 18h) ou para direcionamento para a central de suporte. Conte conosco!
ATENÇÃO:
O LABORATÓRIO VIRTUAL DEVE SER ACESSADO POR COMPUTADOR. ELE NÃO DEVE
SER ACESSADO POR CELULAR OU TABLET.
O REQUISITO MÍNIMO PARA O SEU COMPUTADOR É UMAMEMÓRIA RAM DE 4 GB.
SEU PRIMEIRO ACESSO SERÁ UM POUCO MAIS LENTO, POIS ALGUNS PLUGINS SÃO
BUSCADOS NO SEU NAVEGADOR. A PARTIR DO SEGUNDO ACESSO, A VELOCIDADE DE
ABERTURA DOS EXPERIMENTOS SERÁ MAIS RÁPIDA.
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E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br
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TIPOS DE TÓRAX
PERGUNTAS FREQUENTES
1) O laboratório virtual está lento, o que devo fazer?
a) No Google Chrome, clique em “Configurações” -> “Avançado” -> “Sistema” ->
“Utilizar aceleração de hardware sempre que estiver disponível”. Habilite a
opção e reinicie o navegador.
b) Verifique as configurações do driver de vídeo ou equivalente. Na área de
trabalho, clique com o botão direito do mouse. Escolha “Configurações
gráficas” e procure pela configuração de performance. Escolha a opção de
máximo desempenho.
Obs.: Os atalhos e procedimentos podem variar de acordo com o driver
de vídeo instalado na máquina.
c) Feche outros aplicativos e abas que podem sobrecarregar o seu computador.
d) Verifique o uso do disco no Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) ->
“Detalhes”. Se estiver em 100%, feche outros aplicativos ou reinicie o
computador.
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2) O laboratório apresentou tela preta, como proceder?
a) No Google Chrome, clique em “Configurações” -> “Avançado” -> “Sistema” ->
“Utilizar aceleração de hardware sempre que estiver disponível”. Habilite a
opção e reinicie o navegador. Caso persista, desative a opção e tente
novamente.
b) Verifique as configurações do driver de vídeo ou equivalente. Na área de
trabalho, clique com o botão direito do mouse. Escolha “Configurações
gráficas” e procure pela configuração de performance. Escolha a opção de
máximo desempenho.
Obs.: Os atalhos e procedimentos podem variar de acordo com o driver
de vídeo instalado na máquina.
c) Verifique se o navegador está atualizado.
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TIPOS DE TÓRAX
DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO
PROCEDIMENTOS
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO
Higienize as mãos na pia e coloque o equipamento de proteção individual localizado
no “Armário de EPIs”, jaleco.
2. REALIZANDO A ANAMNESE
Chame o paciente à sala e realize a anamnese. Em seguida, peça ao paciente que
assine o termo de consentimento.
3. AVALIANDO O TIPO DE TÓRAX
Peça que o paciente se levante para a realização da avaliação. Então, peça a ele que
gire no sentido horário ou anti-horário e avalie o tipo de tronco por todas as vistas.
Em seguida, analise os tipos de tórax e decida qual deles é compatível com o do
paciente. Confirme sua escolha.
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TIPOS DE TÓRAX
4. REPETINDO O EXPERIMENTO
Feche a avaliação do paciente. No menu lateral esquerdo dirija-se a ferramenta
“Opções” e reinicie o experimento. Higienize as mãos e coloque o jaleco localizado
no “Armário de EPIs”. Chame o paciente, realize a anamnese e solicite que o
paciente assine o termo de consentimento. Inicie a avaliação do paciente, avalie o
tipo de tórax, siga para a sessão “Avaliar” e confirme a análise.
5. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados”, localizada na página 07 deste roteiro,
e responda de acordo com o que foi observado no experimento, associando também
com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
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AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
1. Descreva o tórax do paciente avaliado.
2. Quais as características foram determinantes para a categorização do tipo de tórax
do paciente no tipo escolhido?
3. Qual a necessidade de realizar a anamnese antes da avaliação?
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TIPOS DE TÓRAX
TUTORIAL VIRTUALAB
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO
Visualize a pia clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera “Pia” do menu
“Visualização” ou utilizando o atalho “Alt+2”.
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TIPOS DE TÓRAX
Abra a torneira clicando com o botão esquerdo do mouse na parte superior da torneira.
Higienize as mãos passando o mouse sobre a água que sai da torneira.
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TIPOS DE TÓRAX
Visualize o armário de EPIs clicando como botão esquerdo do mouse na câmera
“Armário de EPIs” do menu “Visualização” ou utilizando o atalho “Alt+3”.
Abra o armário clicando com o botão esquerdo do mouse em cada uma de suas portas.
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TIPOS DE TÓRAX
Coloque o jaleco clicando com o botão esquerdo do mouse no jaleco.
Feche as portas do armário clicando com o botão esquerdo do mouse sobre cada uma
de suas portas.
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TIPOS DE TÓRAX
Visualize a mesa clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera “Mesa” do
menu “Visualização” ou utilizando o atalho “Alt+1”.
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2. REALIZANDOA ANAMNESE
Chame o paciente à sala clicando com o botão esquerdo do mouse no botão “Chamar
paciente”.
Realize a anamnese clicando com o botão esquerdo do mouse na prancheta.
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Peça ao paciente que assine o termo de consentimento clicando com o botão
esquerdo do mouse nele.
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3. AVALIANDO O TIPO DE TÓRAX
Conduza o paciente para a avaliação clicando com o botão esquerdo do mouse no
paciente.
Vá até o paciente clicando como botão esquerdo do mouse na câmera “Avaliação” do
menu “Visualização” ou utilizando o atalho “Alt+2”.
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Solicite que o paciente gire clicando com o botão direito do mouse nele.
Escolha o sentido de giro clicando com o botão esquerdo do mouse nas opções
“Sentido horário” ou “Sentido anti-horário”. Gire o paciente três vezes em dos
sentidos e analise as características de seu tórax a cada giro.
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TIPOS DE TÓRAX
Visualize os tipos de tórax clicando com o botão esquerdo do mouse no botão
“Avaliar”.
Explore os tipos de tórax. Visualize a descrição de cada um deles clicando com o botão
esquerdo do mouse em cada imagem.
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Selecione o tipo de tórax que corresponde ao avaliado clicando com o botão esquerdo
do mouse em uma das cinco imagens.
Confirme a escolha do tórax que mais se assemelha ao do paciente clicando com o
botão esquerdo do mouse no botão “Confirmar”. Caso a sua escolha esteja incorreta,
analise novamente as opções e selecione o tipo de tórax adequado ao que foi
observado.
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TIPOS DE TÓRAX
4. REPETINDO O EXPERIMENTO
Feche a aba “Avaliar” clicando com o botão esquerdo do mouse no ícone lateral
esquerdo “X”.
Direcione-se ao menu opções clicando com o botão esquerdo do mouse no botão
lateral “Opções”.
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Reinicie o experimento clicando com o botão esquerdo do mouse na opção “Reiniciar
Experimento.
Higienize as mãos e coloque o jaleco localizado no “Armário de EPIs”. Chame o
paciente, realize a anamnese e solicite que o paciente assine o termo de
consentimento. Inicie a avaliação do paciente, avalie o tipo de tórax, siga para a sessão
“Avaliar” e confirme a análise.
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5. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados”, localizada na página 07 deste roteiro, e
responda de acordo com o que foi observado no experimento, associando também
com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
 
Pré Teste
1) 
O tórax é uma estrutura osteomuscular localizada na parte superior do tronco, estendendo-
se da base do pescoço até o diafragma. 
 
Sobre o tórax, assinale a alternativa correta: 
A) O esterno é um osso irregular, composto por duas partes: manúbrio e processo xifoide.
B) As cartilagens costais são rígidas, limitando o movimento da caixa torácica.
C) O tórax é composto pelo esterno, 12 pares de costelas, cartilagens costais e 12 corpos 
vertebrais.
2) 
Durante a inspeção, o formato do tórax deve ser avaliado pelo profissional, para que as 
alterações sejam identificadas. 
 
Quanto à proporção normal de um tórax, pode-se afirmar que:
A) o diâmetro anteroposterior é duas vezes maior que o diâmetro laterolateral.
B) o diâmetro transversal é duas vezes maior que o diâmetro laterolateral.
C) o diâmetro laterolateral é duas vezes maior que o anteroposterior.
3) 
É um dos tipos de tórax mais comuns. Sua identificação normalmente ocorre ao nascimento, 
apresentando evolução variável e podendo se acentuar durante a puberdade. 
 
Essa descrição se refere ao tipo de tórax denominado: 
A) pectus excavatum.
B) tórax plano.
C) tórax cifótico.
4) 
O pectus carinatum ou tórax cariniforme é caracterizado pelo aumento do diâmetro 
anteroposterior. 
 
Esse formato de tórax também é conhecido popularmente como: 
A) “peito de pombo”.
B) tórax em barril.
C) tórax em funil.
5) 
É um tipo de tórax que não está necessariamente relacionado com o desenvolvimento de 
doenças, sendo característico de indivíduos longilíneos. 
 
Essa afirmação é característica do tórax: 
A) pectus excavatum.
B) tórax chato.
C) pectus carinatum.
Experimento
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Pós Teste
1) O tórax em barril, também conhecido como tonel ou globoso, é um dos tipos de tórax que 
podem ser encontrados durante a inspeção do paciente. 
 
Sobre esse tipo de tórax, assinale a alternativa correta.
A) O tórax em barril é caracterizado pelo aumento excessivo de seu diâmetro laterolateral.
B) Ocorre devido a hiperinsuflação pulmonar, com aumento da resistência ao fluxo aéreo.
C) É comum apenas em pessoas com doenças pulmonares crônicas.
2) O pectus excavatum, ou tórax em funil e infundibuliforme, é uma das deformidades mais 
comuns, podendo ser classificado em simétrico ou assimétrico. 
 
Em relação a esse tipo de tórax, assinale a alternativa correta.
A) É uma deformidade em que há a protrusão do esterno.
B) Os músculos extensores torácicos e do trapézio ficam encurtados.
C) Ocorre devido ao crescimento das cartilagens costais.
3) Alguns tipos de tórax são decorrentes de alterações na curvatura da coluna vertebral, como 
o tórax cifótico e o cifoescoliótico. 
 
Diante disso, assinale a alternativa correta.
A) O tórax cifótico ocorre por acentuação do desvio lateral da coluna.
B) A escoliose é uma das curvaturas normais que a coluna vertebral apresenta.
C) A cifose é uma curvatura normal, podendo ser acentuada por osteoporose.
O pectus carinatum ou tórax cariniforme é uma deformidade, na maioria das vezes, de 
crescimento progressivo, e pode ou não ser acompanhado de sintomas cardiorrespiratórios. 
4) 
 
Quanto a essa alteração, assinale a alternativa correta.
A) Caracteriza-se por protrusão do esterno e das cartilagens costais.
B) Sua ocorrência é maior em mulheres.
C) Ocorre o alongamento dos intercostais superiores.
5) Alguns indivíduos ainda podem apresentar o tórax do tipo plano ou chato, que não está 
obrigatoriamente relacionado com o desenvolvimento de doenças. 
 
Quanto ao tórax plano, assinale a alternativa correta.
A) Ocorre a redução do diâmetro laterolateral.
B) Os espaços intercostais ficam evidentes.
C) É conhecido como tórax de inspiração permanente.
Atividade
Responda as questões da seção “Avaliação dos Resultados” do “Roteiro” e anexe aqui o seu 
relatório.

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