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DISFUNÇÕES ESTÉTICA
Profª. Msc. Esp. Joveliane Melo
DISFUNÇÕES ESTÉTICAS
• são alterações orgânicas de diversas e
diferentes causas que podem estar presentes
no corpo humano.
LIPODISTORFIA GINÓIDE
• é uma infiltração edematosa do tecido
conjuntivo subcutâneo, não inflamatório,
seguida de polimerização da substância
fundamental que, infiltrando-se nas tramas,
produz uma reação fibrótica consecutiva.
LOCALIZAÇÃO DA LDG
FISIOPATOLOGIA DA LDG
Derme- Tecido Conjuntivo
Matriz intersticial
Ocorre polimerização dos 
mucopolissacarídeos e dos 
proteoglicanos.
Ação do 
ESTROGÊNIO
FISIOPATOLOGIA DA LDG
Derme- Tecido Conjuntivo
Matriz intersticial
CONSEQUÊNCIAS
PRIMEIRA SEGUNDA TERCEIRA QUARTA QUINTA
EDEMA: o
líquido intesticial 
geleificado, 
comprime a 
circulação 
linfática 
dificultando a 
escoagem.
DÉFICIT 
CIRCULATÓRIO:
ocorre 
compressão das 
arteríolas 
dificultando a 
difusão O2 e de 
nutrientes do 
vaso para as 
células, assim 
como o retorno 
dos exudatos.
LIPOGÊNESE E 
HIPERTROFIA 
DO ADIPÓCITO:
devido a 
dificuldade de 
trocas 
metabólicas o 
adipócito 
acumula 
reservas no seu 
interior e 
aumenta a 
resistência de 
sua membrana, 
tornando-se um 
micro-nódulo
ACÚMULO DE 
LÍQUIDO: a
matriz 
intersticial 
geleificada, com 
acúmulo de 
exudatos 
aumenta a 
pressão
osmótica e
retém mais 
líquido no seu 
interior.
PROLIFERAÇÃO 
DESORDENADA 
DE FIBRAS DE 
ELASTINA:
ocorre um 
agrupamento 
dos micro-
nódulos, 
tornando-os 
macro-nódulos 
adipocitários.
CONSEQUÊNCIAS ESTÉTICAS
ETIOLOGIA DA LDG
MULTIFATORIAL
Predisponente Condicionantes
Determinantes
Herança
sedentarismo PA
Alimentação
inadequada Sedentarismo Uso de medicamentos
Psicológicos CompressivosPatologias agregadas
CLASSIFICAÇÃO DA LDG
Tipos 
Dura Flácida 
CLASSIFICAÇÃO DA LDG
• LDG - Tratamentos indicados
• ESTRIAS
• ESTRIAS
• são uma atrofia tegumentar adquirida,
devido ao rompimento das fibras elásticas
presentes na derme
• ESTRIAS - ETIOLOGIA
TEORIA ENDÓCRINA
TEORIA MECÂNICA
TEORIA INFECCIOSA
• ETIOLOGIA
Teoria endócrina a etiologia da estria parece estar
intimamente relacionada com as alterações
hormonais, especificamente com os hormônios
corticóides.
• ETIOLOGIA
Teoria mecânica
explica que por meio da deposição excessiva de
gordura no tecido adiposo, ocorre dano nas fibras
elásticas e colágenas da pele
• ETIOLOGIA
Teoria infecciosa
Processos infecciosos acarretam danos às fibras
elásticas, provocando as estrias.
Estrias púrpuras - febre tifóide, tifo, febre reumática,
hanseníase e outras infecções
• ESTRIAS - Tratamentos indicados
MICRODERMOABRASÃO
ÁCIDO RETINÓICO 
CARBOXITERAPIA
CAMUFLAGEM DE ESTRIAS 
DERMAROLLER
• FLACIDEZ
A flacidez é um processo resultante da atrofia
tecidular que está associado ao
envelhecimento fisiológico, onde se verifica a
perda progressiva de massa muscular que é
substituída por tecido adiposo.
• FLACIDEZ
 FISIOPATOLOGIA
Está diretamente relacionada com a redução da
produção de fibras de colágeno e fibras elásticas
no tecido subcutâneo, com perda de elasticidade
das mesmas.
ELASTASE
• FLACIDEZ
 FISIOPATOLOGIA
Exposições excessivas ao sol
O mecanismo de ação baseia-se na repetida
exposição a radiações UV que promove um aumento
na produção de IL-1α, IL-6 e GM-CSF (fator
estimulador de colônias de granulócitos e
macrófagos) pelos queratinócitos.
• FLACIDEZ
FLACIDEZ MUSCULAR
é progressiva e contínua, decorrente da perda da
massa muscular e também do aumento da gordura
localizada.
• abdome, braços, interno de coxa e glúteo .
• FLACIDEZ
FLACIDEZ MUSCULAR
• FLACIDEZ
FLACIDEZ TISSULAR
Refere-se à flacidez de pele, podendo ter vários fatores
associados, como maus hábitos alimentares, cigarro,
exposição solar intensa, etc.
• FLACIDEZ
FLACIDEZ TISSULAR
 Fase elástica: o tecido sofre uma tensão, mas ele
voltará ao normal quando a tensão parar.
 Fase de flutuação: quando a pele que sofreu algum
tipo de agressão não volta mais ao que era
normalmente.
 Fase plástica: a pele já apresenta ptose (queda)e
ocorrem danos praticamente permanentes, pois ela
foi esticada ao seu limite.
 Ponto de ruptura: é quando aparecem as estrias, pois
a pele sofreu um estiramento além do seu limite e o
corpo não conseguiu se ajustar.
• FLACIDEZ
 Evitar poluição.
 Beber água.
 Ingerir antioxidantes
Dormir bem
 Praticar atividade física.
Usar protetor solar.
 Passar hidratante diariamente
Comer menos açúcares e carboidratos
• FLACIDEZ - Tratamentos indicados
 revitalização tecidual;
 restabeleçam o equilíbrio biológico celular;
aumentem a produção de colágeno;
melhorem a oxigenação cutânea;
ativem o metabolismo.
Radiofrequência
Intradermoterapia
Corrente russa
Drenagem linfática 
e massagem 
modeladora
• ADIPOSIDADE LOCALIZADA
A adiposidade localizada ou gordura localizada
acontece quando há excesso da reserva do tecido
adiposo em determinadas regiões do corpo,
ocorrendo mesmo quando o indivíduo não está
acima do peso.
• ADIPOSIDADE LOCALIZADA
genética; 
idade; 
gênero; 
desequilíbrio hormonal; 
alimentação desequilibrada.
• ADIPOSIDADE LOCALIZADA
A gordura subcutânea cobre os músculos abdominais,
costas, culotes e, quando se apresenta em grande
quantidade, não é possível ver os músculos
abdominais.
• ADIPOSIDADE LOCALIZADA
A gordura visceral fica por trás da parede abdominal e os
órgãos que rodeia, no interior da cavidade peritoneal.
Adipocinas
Adiponectina
• ADIPOSIDADE LOCALIZADA-
Tratamentos indicados
 aumento da microcirculação sanguínea;
 a atividade enzimática, metabólica e térmica
 aumenta o consumo de energia celular (ATP)
CARBOXITERAPIA CRIOLIPÓLISE
Intradermoterapia LIPOCAVITAÇÃO
• DISFUNÇÕES CAPILARES
• DISFUNÇÕES CAPILARES
ƒ Fases do ciclo do pelo 
• DISFUNÇÕES CAPILARES
As principais funções do couro cabeludo são as
secretoras, que consistem em secretar
oleosidade das glândulas sebáceas e
transpiração das glândulas sudoríparas.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
• Caspa: caracteriza por uma oleosidade excessiva
(seborreia) no couro cabeludo, juntamente com
inflamação e descamação.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
 Seborreia oleosa: afeta, principalmente, o couro
cabeludo provocando descamação abundante
(caspa), acompanhada ou não de queda de
cabelo.
 Seborreia gordurosa: caracteriza-se por secreção
abundante de sebo pela pele.
 Seborreia seca: o sebo produzido não é
excretado e acumula-se na pele, que se torna
espessa e coberta de crostas.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
Alopecia areata
É uma doença autoimune, na qual o organismo
reconhece como inimigas as próprias células,
destruindo-as.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
Alopecia androgenética
A perda de cabelos é uma consequência de
alterações no folículo piloso. As alterações provocam
destruição da matriz capilar, resultando em uma
atrofia, provocando uma alopecia permanente.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
Alopecia androgenética
Homens: a alopecia androgenética se manifesta
com a presença do hormônio masculino, a
testosterona (T).
5-alfa-redutase
testosterona 
didrotestosterona
(DHT)
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
Alopecia androgenética
Feminina: é um processo de
afinamento dos cabelos
Alterações hormonais,
estresse, depressão, ovários
policísticos, doenças
autoimunes, deficiência
nutricional e medicamentos.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
Alopecia androgenética
Grau I (leve):
rarefação perceptível
da porção mediana
do cabelo;
Grau II (moderada):
rarefação
pronunciada na parte
mediana;
Grau III (grave):
queda total na mesma
área.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.
 Pelo encravado
É uma pseudofoliculite, uma malformação dos
pelos.
Dificuldade para romper a camada de queratina.
• Principais doenças do couro 
cabeludo
 Infecção de um ou mais dos bulbos em queo 
cabelo cresce (folículos).
 Foliculite
• Principais doenças do couro 
cabeludo
.

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