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PROFª Drª LIGIA MARA DOLCE DE LEMOS
Universidade federal de Sergipe
Departamento de enfermagem
Enfermagem na atenção primária
• Doença, infecto- contagiosa
• Pertence ao complexo Micobacterium tuberculosis: M. tuberculosis, M.
bovis, M. africanum e M. microti.
• Descrito em 1882 por Robert Koch
• Bacilo imóvel
• Não esporulado, não encapsulado
Definição
Introdução
• Problema de saúde pública.
• Atinge todos os grupos etários, com maior predomínio dos 15 aos 54 
anos.
• Mais prevalente no sexo masculino.
• Introduzida no Brasil por portugueses e jesuítas
• 1976: BCG em menores de 1 ano
• 1979: RMP+ INH+PZA por 6 meses
• Considerada erradicada na década de 80
CONTEXTO
• Brasil 17ª posição entre os 22 países que concentram 
80% das infecções no mundo.
• Países mais atingidos: Etiópia, Afeganistão e Paquistão
• Estudos realizados:
- 50% da população não sabe que existe
- 50% dos profissionais de saúde não sabem 
diagnosticar ou tratar
EPIDEMIOLOGIA
Tuberculose no mundo e nas Américas
Sete países responsáveis por 60% dos 
novos casos de TB em 2019:
• Índia
• Indonésia
• China
• Filipinas
• Paquistão
• África do Sul
• Nigéria
O Brasil figura em duas 
listas, compondo o grupo de 
20 países com maior 
número estimado de casos 
de TB e de coinfecção TB-
HIV. 
CURA E ABANDONO DE TRATAMENTO NO 
BRASIL
•71,8% foram curados 
•12,3% abandonaram o tratamento 
•SERGIPE: 11% DE ABANDONO (2021)
POR QUE 
AINDA É UM 
PROBLEMA?
• Empobrecimento da população
• Advento da AIDS
• Movimentos migratórios
• Envelhecimento da população
• Abandono do tratamento
• Surgimento de resistência às drogas
• Desinteresse da comunidade científica e dos 
poderes públicos
METAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
• Moradores de rua- risco de 32 vezes
• População carcerária – risco de 29 vezes
• População com HIV – risco de 28 vezes (10% dos TB tem HIV)
• População indígena – risco de 3 vezes mais
• Pobreza extrema – risco não medido
• Estratégia global: eliminar TB até o ano de 2050
POPULAÇÕES VULNERÁVEIS
METAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
• Taxa de abandono de tratamento até 5%
• Diagnosticar 70% dos casos estimados
• Curar 85% dos casos notificados
• Oferecer anti-HIV a 100% dos notificados
METAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
Período de Incubação
• Após a infecção, em média 4 a 12 semanas para detecção das lesões 
primárias pulmonares.
• A maioria dos casos novos pulmonares ocorrem em torno de 12 
meses após a infecção inicial.
TRANSMISSÃO
Pessoa a pessoa – via aérea
Bacilos expelidos das gotículas pela fala, espirro, tosse. (gotículas de Pfluger)
Partículas mais pesadas se depositam rapidamente no solo.
Somente núcleos secos das gotículas (Núcleo Wells) com diâmetro 
de até 5 micra com 1 a 2 bacilos chegam aos bronquíolos e alvéolos.
Depende da intensidade o contato: proximidade, continuidade, 
ambiente desfavorável.
Formas extrapulmonares não transmitem
Bacilífero
Fonte de infecção
10 a 15 
pessoas 
em médiadurante 1 ano
Particulas
ficam 
suspensas no 
ar ate 6 horas
De cada 100 infectados
• 90 % dos infectados conseguem bloquear este processo e não 
adoecerão nesta fase.
• Outros 10 % adoecerão:
• 5% – tuberculose primária, ocorre na primo-infecção.
• 5% - tuberculose pós-primária: protegidos pelo BCG ou imunidade 
desenvolvida.
Fatores que interferem na transmissão
• Tempo de eliminação do bacilo.
• Quantidade de bacilos – contagiosidade do caso índice.
• Renovação do ar – tipo de ambiente em que a exposição 
ocorreu.
• Tempo de exposição
• Fatores imunológicos
FATORES QUE INTERFEREM NA TRANSMISSÃO
Ar remove 
aerossóis e a luz 
solar mata os 
bacilos
Suscetibilidade
• Infecção no Brasil ocorre em qualquer idade, geralmente na infância.
• Nem todos os expostos se tornam infectados.
• Infecção tuberculosa sem doença = bacilos presentes com sistema 
imune mantendo-os sob controle.
• PESSOAS IMUNODEPRIMIDAS
- Diabetes Mellitus;
- Infecção pelo HIV;
-Tratamento prolongado com corticosteróides;
- Terapia imunossupressora;
- Doenças renais crônicas;
- Desnutrição calórico protéica.
DOENÇAS QUE FAVORECEM O 
APARECIMENTO
Período de Transmissibilidade
• Plena enquanto o doente estiver eliminando bacilos, sem tratamento.
• Com tratamento, é reduzida gradativamente, até a terceira semana 
após o início (MEDIA DE 2 SEMANAS).
• Crianças, com TB pulmonar, geralmente não são infectantes.
• TB EXTRA PULMONAR NÃO TRANSMITE
Patogenia
• 1º Os bacilos multiplicam-se nos alvéolos e um pequeno número
entra na circulação sanguínea disseminando-se por todo o corpo.
• 2º O sistema imune usualmente intervém, impedindo que os bacilos
continuem a se multiplicar, prevenindo disseminação posterior.
• Outros órgão podem ser acometidos como gânglios, pleura, rins
cérebro e ossos.
PATOGENIA
Quadro Clínico – TB Pulmonar
• Evolução crônica
• Sintomas gerais: anorexia, adinamia (redução da força 
muscular e fraqueza) , perda de peso, febre baixa, sudorese, 
calafrios
• Tosse: seca→ produtiva ( duração de 3 semanas)
• Hemoptise
• Dispnéia: tempo de evolução e comprometimento pulmonar
• Dor torácica
QUADRO CLÍNICO
• Tuberculose Renal- assintomático, dor lombar, disúria, alteração da urina I
• Tuberculose Abdominal – intestinal, peritonial
• Tuberculose Ósteo-articular-osteomielite, joelho e quadril, vértebras (mal
de Pott)
• Tuberculose Hepática -muito rara, transmissão vertical ou hematogênica
• Tuberculose Oftálmica - úvea, granuloma ao fundo de olho
QUADRO CLÍNICO-EXTRA PULMONAR
• Clínico – baseado nos sintomas e história epidemiológica.
• TESTE RÁPIDO MOLECULAR
• Baciloscopia direta do escarro-BAAR – 2 amostras.
• Cultura do escarro ou outras secreções.
• Raio x-Aspecto bipolar com aumento hilar + opacidades parenquimatosas de limites imprecisos.
• Tomografia tórax
• Broncoscopia
• Exame anátomo patológico – indicado somente para formas extra-pulmonares.
DIAGNÓSTICO DA TB PULMONAR
TESTE RÁPIDO MOLECULAR PARA TB (TRM)
• SENSIBILIDADE 95%
• (BACTERIOSCOPIA 65%)
• DIAGNÓSTICO DE RESISTENSIA E SENSIBILIDADE
• COLETA ESCARRO
• DIAGNÓSTICO EM ATÉ 2 HORAS
• Diagnóstico de casos novos de TB pulmonar e 
laríngea em adultos e adolescentes e em 
populações de maior vulnerabilidade
• Diagnóstico de TB extra-pulmonar em 
materiais já validados (líquor, gânglios linfáticos 
e outros tecidos)
• Triagem de resistência a rifampicina nos casos 
de retratamento
• Suspeita de falência ao tratamento
ƒ
DIAGNÓSTICO- TESTE RÁPIDO
INDICAÇÕES
profissionais de saúde,
• Pessoas vivendo com 
HIV/aids,
• População privada de 
liberdade,
• População em situação de 
rua,
• Povos indígenas,
• Contatos de tuberculose 
resistente
Amostras
• Escarro (podendo ser induzido);
• Lavado broncoalveolar ou gástrico;
• Líquor; 
• Gânglios linfáticos
• outros tecidos.
ƒ
DIAGNÓSTICO- TESTE RÁPIDO
AMOSTRAS
Tuberculose - Diagnóstico
Exame
Bacteriológico
BAAR
(Pesquisa do bacilo álcool-ácido resistente)
BACILOSCOPIA/sintomático respiratório
• 1 % da população = Sintomático Respiratório
• 2 amostras de escarro pesquisa de BAAR
• 1.ª no momento da suspeita 
• 2.ª dia seguinte em jejum
• 4% dos Sintomáticos Respiratórios: BK+
• 1ml escarro = 5000 bacilos
• 98,4 % BK+: 15 anos e mais
• 1,6 % BK+: menores de 15 anos
Paciente que procura US por sintomas respiratórios
Paciente que procura US por qualquer motivo e é 
sintomático respiratório
Radiografia suspeita
Após caso confirmado: baciloscopia mensal de 
controle
Tuberculose - Diagnóstico
Para quem deve ser solicitado a baciloscopia
de escarro ?
Cuidados na coleta do escarro
• Primeira coleta
• lave a boca fazendo bochechos (não precisa jejum)
• Fique sozinho em local arejado
• Abra o pote fornecido
• Force a tosse: 
A- inspire profundamente (puxe o ar pelo nariz, prenda a respiração e solte 
lentamente pela boca
B- repita a inspiração e agora solte rapidamente pela boca
C- inspire mais uma vez, prenda e force a tosse
D- escarrediretamente no pote 
E- repita 4 ou 5 vezes as inspirações
F- escarre pelo menos 2 vezes no pote
Tuberculose - Diagnóstico
60% - 80%sensibilidade
Orientações aos pacientes 
NA COLETA DE ESCARRO 
Cuidados na coleta do escarro
• Segunda coleta
Dia anterior
• Beba no mínimo 8 copos de água ou refrescos
• Durma sem travesseiro
Dia da coleta
• A- lave a boca fazendo bochechos com bastante água EM JEJUM
• B- force a tosse e escarre dentro do pote (seguir orientações de coleta)
• C- feche hermeticamente o pote, coloque em saco plástico e proteja da 
luz
• D-leve para o laboratório no mesmo dia
Tuberculose - Diagnóstico
Orientações aos pacientes 
NA COLETA DE ESCARRO 
Indução de escarro com nebulização
(5 ML DE SF + 0,5 ML NACL 20%)
Recomendado em suspeita de TB pulmonar- escarro 
negativo precedendo exames invasivos 
(fibrobroncoscopia)
Melhor relação custo x benefício
Tuberculose - Diagnóstico
ESCARRO INDUZIDO
• Método de elevada especificidade e sensibilidade
QUANDO PEDIR?
• Casos de pacientes com bacterioscopia negativa
• Suspeita clínica e radiológica (BAAR NEGATIVO)
• Suspeitos com dificuldade de amostra (crianças)
• Suspeitos de TB paucibacilares (poucos bacilos)
• Suspeitos de TB extrapulmonar
• Suspeitos de outras micobactérias não TB
• Contatos de casos de TB resistentes
• Antecedentes de tratamento prévio/falência ao tratamento
• Portadores de HIV
Tuberculose - Diagnóstico
DIAGNÓSTICO- CULTURA
• DIAGNÓSTICO PARA INVESTIGAÇÃO DE TB PULMONAR
• Quando fazer
- Suspeitos clínicos de TB PULMONAR (15% não apresenta alterações)
- Diferenciação na forma de TB
- FUNÇÃO PRINCIPAL - Exclusão de doença associada (ex. ca pulmão)
- Permite avaliar a evolução radiológica dos pacientes
DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICO
• Prova Tuberculínica (PPD):
• Diagnóstico para infecção latente
-Método auxiliar de diagnóstico em pessoas não vacinadas com BCG ou indivíduos infectados pelo HIV.
-Via ID,no terço médio da face anterior do antebraço esquerdo, na dose de 0,1ml.
-Leitura de 48 a 72h, podendo estender no máximo até 96h.
-Medir com régua milimetrada o maior diâmetro transverso da área de endurecimento palpável.
-MS não utiliza mais a classificação de reator forte ou fraco.
-Enduração > 5mm: infecção latente.
DIAGNÓSTICO- PROVA TUBERCULÍNICA
PPD
• Baciloscopia MENSAL (indispensável no 2º, 4º e 6º mês )
• Baciloscopia + no segundo mês de tratamento- solicitar Cultura e
identificação do teste de sensibilidade
• Rx a partir do segundo mês
• Cura comprovada com duas baciloscopias negativas. Uma na fase
de acompanhamento e outra no final do tratamento
DIAGNÓSTICO DE CONTROLE
• 40 milhões de HIV+ e 1/3 estão co-infectados;
• No Brasil: 10% dos pacientes com Tb são co-infectados;
• Metade dos pacientes HIV + desenvolverão Tb em algum momento.
HIV & TB
Regime Fármacos Faixa de peso Unidades/dose Meses
2RHZE
Fase intensiva
RHZE
150/75/400/275 mg
comprimido 
em dose fixa 
combinada
20 a 35 kg 2 comprimidos
236 a 50 kg 3 comprimidos
> 50 kg 4 comprimidos
4RH
Fase de 
manutenção
RH
300/200 ou
150/100 mg
comprimido ou 
cápsula 
20 a 35 kg
1 comp. ou cáps. 
300/200 mg
4 36 a 50 kg
1 comp. ou cáps. 
300/200 mg + 1 comp. ou 
cáps. 150/100 mg
> 50 kg
2 comp. ou cáps. 
300/200 mg
Fonte: manual de controle da tuberculose, 2019
ESQUEMA BÁSICO PATA TRATAMENTO DA TB
ADULTOS E ADOLESCENTES
Tuberculose - Tratamento
FONTE: MS , 2011
TRATAMENTO PARA CRIANÇAS
Tratamento atual - 2010
Retratamento: recidiva (*) ou retorno após abandono
(*) Independente do tempo decorrido do primeiro episódio ou retorno após 
abandono com doença ativa
Fonte: Nota Técnica PNCT/DEVEP/SVS/MS
Indicações do Esquema Básico (EB)
Caso novo: (*) de todas as formas de TB pulmonar e extrapulmonar 
(exceto meningoencefalite), infectados ou não pelo HIV 
(*) Paciente que nunca usou medicamentos anti-TB ou usou por menos de 30 
dias.
INDICAÇÕES DO ESQUEMA BÁSICO
Hierarquização da atenção à TB
Referência Terciária
Esquemas Especiais
Esquemas individualizados
Centro de Referências Hospitais
Referência Secundária
Esquemas Especiais
Policlínica Policlínica
Atenção Primária à 
Saúde
Esquema Básico
UBS UBS UBS
PSF PSF PSF PSF PSF PSF PSF PSF PSF
Tuberculose - Tratamento
HIERARQUIZAÇÃO DAS AÇÕES
Atenção Básica
Indicar e prescrever o EB, acompanhando o tratamento dos casos 
confirmados bacteriologicamente sob TDO e realizando mensalmente as 
baciloscopias de controle até o final do tratamento. 
Identificar precocemente a ocorrência de efeitos adversos, conduzindo e 
orientando os casos que apresentem efeitos considerados “menores”.
Encaminhar para a unidade de referência os casos nas seguintes situações:
• casos com forte suspeita clínico-radiológica e baciloscopias negativas; 
• casos de difícil diagnóstico;
• casos de efeitos adversos “maiores”;
• falência;
• qualquer tipo de resistência;
• casos com evolução clínica desfavorável.
Receber os casos contra-referenciados para acompanhamento e TDO 
compartilhado.
• Tomar a medicação em jejum ou, em caso de intolerância digestiva,
junto com uma refeição.
• A Rifampicina interfere na ação dos contraceptivos orais, devendo as
mulheres, em uso desse medicamento, receber orientação para
utilizar outros métodos contraceptivos.
• Orientar para sintoma principal: colúria
OBSERVAÇÕES NO TRATAMENTO
• Náuseas, vômitos,
• epigastralgia,
• dor abdominal,
• artralgia ou artrite,
• neuropatia periférica (queimação de extremidades),
• cefaléia,
• alterações no comportamento,
• suor
• e urina de cor laranja,
• prurido cutâneo e febre.
Efeitos colaterais menores
• Exantemas,
• Hipoacusia (perda auditiva),
• nistagmo (oscilações repetidas e involuntárias rítmicas dos olhos), psicose,
• crise convulsiva,
• encefalopatia tóxica,
• coma,
• neurite ótica,
• hepatotoxicidade,
• trombocitopenia,
• leucopenia, eosinofilia, anemia hemolítica,
• nefrite intersticial, ntre outros.
Efeitos colaterais maiores
• Hepatopatia aguda ou crônica;
• Nefropatia;
• Infecção pelo HIV ou AIDS;
• Manifestação clínica de efeitos adversos maiores ou intolerância 
medicamentosa de difícil manejo;
• Resistência aos fármacos;
Encaminhamento para referência
• Avaliar semanalmente a ficha de acompanhamento da tomada diária 
da medicação
• Avaliar peso a cada consulta
• Certificar-se se o paciente esta aderindo ao tratamento
• Estabelecer relação de confiança
• Atualizar contatos
• Agendar retornos
• Considera-se TDO
** na fase de ataque pelo menos 24 supervisões 
** na fase de manutenção pelo menos 48 supervisões pela equipe
TRATAMENTO DIRETAMENTE OBSERVADO-
TDO
Durante o TDO
• Curar em 6 meses.
• Evitar o abandono.
• Interromper da cadeia de transmissão.
• Identificar efeitos adversos imediatamente, gravidez.
• Exames em andamento: HIV, cultura, histopatologia.
• Coletar escarro de acompanhamento mensal.
• Acompanhar os contatos – diagnóstico precoce e tratamento da 
infecção latente.
• FALTOSO = Falta até 30 dias do agendamento
• ABANDONO= Após trinta dias de agendamento
• Ex. o paciente tem retorno agendado para o dia 7 de julho e não compareceu à consulta na data 
marcada, então até 7 de agosto ele é considerado faltoso.
• No dia 8 de agosto ele já é classificado como caso de abandono e, se voltar, deverá ser reiniciado novo 
tratamento e renotificado.
DOENTE FALTOSO OU ABANDONO 
• Melhora da condição social
• Melhorar aderência
• Diagnóstico precoce
• Tratamento adequado das formas resistentes
• Precauções para aerossóis – internamento
• Monitoramento dos contactantes
• Vacinação (BCG)
MEDIDAS DE CONTROLE
• Devem ser vacinados:
*RN > 2kg
*RN de mães com AIDS
*Criança HIV + com PPD –
*Comunicantes de Hansen
*Profissionais de saúde com PPD –
*Soldados com PPD-
*População indígena sem cicatriz vacinal
• Contra-indicações :
*RN< 2 kg
*Afecção dermatológica
*Imunodepressão conhecida
VACINAÇÃO- BCGAssistência de Enfermagem
• Identificar os sintomáticos respiratórios entre as pessoas que procuram as
UBS, nas visitas domiciliares ou mediante a relatos dos ACS.
• Solicitar e orientar quanto a baciloscopia de escarro dos sintomáticos
respiratórios;
• Aplicar vacina BCG;
• Realizar teste tuberculínico;
• Realizar consulta de enfermagem mensal;
• Notificar o caso que vai iniciar o tratamento;
• Convocar comunicantes para investigação;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
• Orientar como usar a medicação, esclarecer as dúvidas dos doentes e
desmistificar os tabus e estigmas;
• TRATAMENDO DIRETAMENTE OBSERVADO TDO
• Solicitar exame de escarro mensal
• Identificar reações adversas dos medicamentos e interações medicamentosas;
• Fazer visita domiciliar para acompanhar o tratamento domiciliar e
supervisionado;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
• Realizar ações educativas junto a comunidade.
• Convocar o doente faltoso ou em abandono de tratamento à
consulta.
• Pesar o paciente mensalmente;
• Instituir medidas de precaução e Isolamento;
• Orientar paciente e familiares sobre seguimento do tratamento;
• Encaminhar casos especiais para Serviço de Referência.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
“A cura da tuberculose depende 
mais do que o paciente tem em 
sua mente, do que o que tem em 
seu pulmão.”
Dr. William Osler
Tuberculose - Tratamento
Pac. feminina, 27 anos, vendedora. Há 3 meses com tosse e escassa expectoração, mal estar
vespertino e alguns picos de temperatura entre 37,5º e 37,8ºC. Tem suado à noite e emagreceu 2 
kg neste período. Nega outras doenças, tabagismo ou contato com TB. 
Exame físico: 37ºC . Corada, hidratada. 
Exame segmentar sem particularidades.
Escarro: 2 amostras BAAR negativas.
PPD:15 mm.
Qual a conduta mais adequada para
paciente?
Tratar como TB pulmonar
Solicitar cultura de escarro e 
aguarda resultado para início da
terapêutica
Iniciar quinolona
Tuberculose - TratamentoCASO
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3: Introdução
	Slide 5: EPIDEMIOLOGIA 
	Slide 6: Tuberculose no mundo e nas Américas
	Slide 7
	Slide 9: CURA E ABANDONO DE TRATAMENTO NO BRASIL
	Slide 10
	Slide 11: METAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
	Slide 12: METAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
	Slide 14: Período de Incubação
	Slide 15: TRANSMISSÃO
	Slide 16: De cada 100 infectados
	Slide 17: Fatores que interferem na transmissão
	Slide 18: Suscetibilidade
	Slide 19
	Slide 20: Período de Transmissibilidade
	Slide 21: Patogenia
	Slide 22: Quadro Clínico – TB Pulmonar
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26: TESTE RÁPIDO MOLECULAR PARA TB (TRM)
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30: BACILOSCOPIA/sintomático respiratório
	Slide 31
	Slide 32: Cuidados na coleta do escarro
	Slide 33: Cuidados na coleta do escarro
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38: PPD
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45: Tratamento atual - 2010
	Slide 46: Indicações do Esquema Básico (EB) 
	Slide 47: Hierarquização da atenção à TB
	Slide 48: Atenção Básica
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55: Durante o TDO
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 59
	Slide 60: Assistência de Enfermagem
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 65
	Slide 66

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