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Fertilidade dos 50105 e Manejo da Aduba~ão de Culturas 01 Imponância do Estudo da Fertilidade do Solo Marino 1Tedesco e Car/os A. Bissani Na formação do solo, a partir de diferentes materiais de origem e emvárias condições climáticas, ocorrem diversos processos químicos, físicose biológicos. As combinações de alguns desses processos sob variadas influências ambientais dão origem a solos com características químicas e físicas distintas, oferecendo diferentes condições para o desenvolvimento das plantas. Em regiões tropicais e subtropicais, os solos são em geral muito intemperizados, sendo a lixiviação dos sais solúveis o principal processo pedogenético. Esses solos são em geral ácidos e deficientes em nutrientes para as plantas. 1.1 Conceito de fertilidade do solo Um solo fértil é aquele que tem a capacidade de suprir às plantas nutrientes essenciais nas quantidades e proporções adequadas para o seu desenvolvimento, visando a obter altas produtividades. A produtividade, entretanto, depende do conjunto dos fatores de produção, como o clima, a planta ou outras propriedades do solo. Por exemplo, um solo com condições desfavoráveis ao crescimento radicular pode ser pouco produtivo, mesmo sendo fértil. Para o entendimento dos mecanismos que influenciam a fertilidade do solo, são necessários conhecimentos básicos de química, física, mineralogia e biologia. A fertilidade do solo e a eficiência de adubos minerais e orgânicos são influenciadas por reações e equilíbrios inorgânicos e por processos metabólicos de microrganismos no solo. Para o manejo adequado da 9 Carlos Alberto Bissani ef 111. fertilidade do solo, são também necessárias noções de fisiologia vegetal, de fitotecnia, de estatística e de economia. Os conhecimentos da fertilidade do solo e das necessidades nutricionais das plantas possibilitam a identificação e a quantificação dos nutrientes essenciais, bem como a determinação das épocas, quantidades e formas mais adequadas para o suprimento desses nutrientes para as plantas. 1.2 Evolução do estudo do desenvolvimento das plantas No processo de evolução, o homem abandonou a vida nômade e fixou- se à terra, preferencialmente nas áreas mais favoráveis ao desenvolvimento da flora e da fauna. O aumento da população criou uma crescente dependência da alimentação de origem vegetal, obrigando-o a passar da fase extrativa para o cultivo organizado, ou seja, a produção agrícola. Em toda a história da humanidade pode-se relacionar o desenvolvimento de civilizações com o potencial agrícola dos solos, como na Mesopotâmia, no Egito e na China, onde a alta fertilidade natural mantida pelas enchentes periódicas dos rios, com deposição de sedimentos, permitiu o surgimento e manutenção das civilizações antigas. Nesses tempos remotos, a fertilidade natural dos solos e o clima determinavam a produtividade das culturas. O estudo do desenvolvimento das plantas evoluiu juntamente com o estudo do solo. A introdução de práticas visando à restauração da fertilidade do solo, para a obtenção de maiores colheitas, data de muitos séculos antes de nossa era. Assim, Homero (800 A.C.) menciona em seu livro (Odisséia) a utilização de resíduos orgânicos na agricultura. Na Grécia, já eram conhecidos a adubação verde, o uso de materiais alcalinos (marga ou carbonato de cálcio friável, com impurezas) e de sais inorgânicos (salitre). Teofrasto reconhecia a necessidade de utilizar maior quantidade de adubos em solos depauperados do que em solos ricos, o que é um dos princípios da tecnologia moderna de recomendações de adubação com base na análise do solo [1.6]. Os romanos aplicaram conhecimentos sobre agricultura herdados da Grécia. Plínio (62-113 D.C.), por exemplo, reconheceu que "o calcário deve ser aplicado em camada fina sobre o solo, tendo efeito por muitos anos, mas menos que 50 anos" (isso provavelmente correspondia a uma calagem de 5 a 10 tjha). Os estudos sobre o desenvolvimento das plantas foram retomados na época do Renascimento. A maior controvérsia entre os estudiosos da época 10 Fertilidade dos Solos e Manejo da Aduba~ão de Culturas nesta área estava relacionada à origem dos nutrientes das plantas. Conforme a teoria mais aceita, as plantas se nutriam de húmus. Esta teoria do húmus se justificava devido aos seguintes fatos: a) as análises químicas, embora com baixa exatidão, indicavam que as plantas possuíam, em proporções semelhantes, os mesmos elementos contidos no húmus; b) adição de húmus (adubos orgânicos) ao solo favorecia o crescimento das plantas. Este fato exemplifica como algumas observações corretas podem conduzir a uma conclusão errada, quando a natureza dos fenômenos observados não é conhecida. O progresso da química (identificação dos elementos, melhoria dos métodos de análise, etc.) e as descobertas dos mecanismos da respiração e da fotossíntese possibilitaram ao químico alemão Justus von Liebig (1803- 1873) estabelecer definitivamente os seguintes princípios da nutrição das plantas, descartando a teoria do húmus. a) o carbono é obtido do CO2 do ar; b) o hidrogênio e o oxigênio são obtidos da água; e, c) os nutrientes minerais são obtidos da solução do solo. No final do século XIX foi demonstrado, de forma conclusiva, que as plantas, ao contrário dos animais, podem crescer e se multiplicar dispondo somente de nutrientes inorgânicos, ar, água e luz solar (seres autotróficos). 1.3 Situação da fertilidade dos solos Rio Grande do Sul Na região sul do Brasil predominam solos ácidos e com baixo teor de fósforo, nas condições naturais. Entretanto, as correções destas condições desfavoráveis para a utilização agrícola dos solos têm modificado esta situação, observando-se atualmente o aumento da ocorrência de solos com propriedades químicas mais adequadas ao crescimento de plantas. O diagnóstico da fertilidade é usualmente feito por análises de amostras de solos. Os laboratórios que prestam este serviço nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina constituem a Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solo (ROLAS), fundada em 1968. Estes laboratórios utilizam metodologia analítica unificada e participam de programa de controle de qualidade de análises, que foi iniciado em 1978, sendo o primeiro do Brasil. Desde 1969 foram feitos vários levantamentos de fertilidade dos solos do estado do Rio Grande do Sul. No levantamento efetuado em 2000, foram 11 Carlos Alberto Bissani el ai. utilizados os resultados analíticos de 168.200 amostras de solo analisadas por oito laboratórios integrantes da ROLAS nos anos de 1977 a 1999 [1.3]. O estudo destes dados, apresentado a seguir, possibilita o conhecimento da fertilidade dos solos agrícolas do Estado. 30 Ul ta I-•••Ul o 20 Ecr: eu-c -:!2. 10 o o 30 27 - ~ 26- 17 - 1:0 FIGURA 1.1 Freqüência de amostras de solo do estado do Rio Grande do Su I conforme va lores de pH em água [1.3]. <5,0 Muito baixo 5,0-5,4 Baixo 5,5-5,9 >6,0. Médio Alto pH em água Pode-se observar na Figura 1.1 que 44% dos solos apresentam pH inferior a 5,5 (baixo e muito baixo), necessitando de correção para a maior parte das culturas. Como reflexo do baixo pH, estes solos apresentam baixa saturação por bases (Ca, Mg, K e Na) na capacidade de troca de cátions (CTC), e conseqüentemente baixa fertilidade natural. Este fato pode ser constatado na Figura 1.2, em que aproximadamente uma terça parte dos solos analisados apresenta valores menores que 60% de saturação por bases (valor V) na CTC. A correção da acidez do solo deve ser feita conforme a necessidade das culturas (ou sistema de cultivo), conforme será estudado no Capítulo 12. Na Figura 1.3 é mostrada a frequência de amostras de solos do estado do Rio Grande do Sul em diversas faixas de necessidade de calcário para atingir pH 6,0, adequado à maior parte das culturas. A necessidade média de calcário, conforme este levantamento, foi de 3,4 t/ha [1.3]. No levantamento feito em 1981, a necessidade média de calcário foi de 4,2 t/ha [1.2], indicando que a prática da calagem está sendo bastante adotada.12 40 \I) ta "-.., \I) 30 O E < 20 QJ "C ~ 10O O Fertilidade dos Solos e Manejo da Adubaoçãode Culturas 47 - 27~ 17~ .-1Q 3 11 <20 20-40 41-60 61-80 >80 Muito Baixa Média Alta Muito baixa Alta % de Saturação por Bases FIGURA1.2 Freqüência de amostras de solo do estado do Rio Grande do Sul conforme valores de saturação por bases [1.3]. Entretanto, grande parte dos solos agrícolas do Estado do Rio Grande do Sul apresenta valores médios (26 a 40%) a altos (>40%) de argila (Figura 1.4). Estes solos são potencialmente férteis, desde que corrigida a acidez e sejam supridos de nutrientes necessários ao adequado crescimento das plantas. 40 111 ta "-.., \I) 30o E < 20QJ "'tJ ~ 10o o 35 36 ~ ~ 16 - n ~ 6n <0,8 1,1-2,2 2,7-4,8 5,4-8,3 >9,1 tlha Muito Baixa Média Alta Muito baixa Alta Necessidade de calcá rio FIGURA1.3 Freqüência de amostras de solo do estado do RioGrande do Sul em faixas de necessidadede calcário para atingir pH 6,0 [1.3]. 13 Carlos Alberto Bissani et aI. 30 UI ta~.•... UI O 20 E <C Q) 't:I ~ 10 O O 30 - 23 23 21 r-- r--- r-- 3 n FIGURA 1.4 Freqüência de amostras de solo do estado do Rio Grande do Sul nas classes de interpretação do teor de argila [1.3]. <10 11-25 26-40 41-55 >55 % de Argila 5 4 3 4 Classes de Solo Os nutrientes N, P e K são os elementos minerais que freqüentmente limitam o crescimento das plantas, por serem exigidos em maior quantidade (N e K) ou devido a mecanismos de insolubilização no solo (P). À exceção das leguminosas que fixam o N do ar pela simbiose com bactérias, estes três nutrientes devem ser supridos pela adubação (orgânica ou mineral) na maioria das culturas e dos solos. A matéria orgânica é a principal fonte de N do solo para as plantas não leguminosas, sendo este disponibilizado pela mineralização dos compostos orgânicos. Na Figura 1.5 pode-se observar que a maior parte dos solos do estado do Rio Grande do Sul (64%) apresenta teor médio de matéria orgânica (2,5 a 5,0%). A adubação nitrogenada das culturas depende, portanto, do teor de matéria orgânica do solo (Capítulo 09). A baixa disponibilidade de Pnos solos ácidos é o principal! fator limitante do rendimento das culturas. No estado do Rio Grande do Sul, a maior parte dos solos (58%) apresenta teores baixo e muito baixo deste nutriente (Figura 1.6), devendo ser o mesmo adicionado pela adubação. Predominam entretanto no estado do Rio Grande do Sul solos com teores altos e muito altos de K (73%). Este fato é devido à menor intemperização dos solos, à presença de minerais que contêm este elemento e à CTCadequada (Figura 1.7). Nestas classes de solos, a adubação potássica é reduzida à reposição das quantidades retiradas pelas culturas. 14 40 111ta I-~ 111 30 O E« 20Q) 'tl ~ 10O O 40 111ta I-~ 30111 O E« 20 Q) 'tl ~ 10O O Fertilidade dos Solos e Manejo da Aduba~ão de Culturas 43 r-- 26 - 21 - 6 4 nn <1,2 1,3-2,5 2,6-3,7 3,8-5,0 >5,0 % de Matéria Orgânica ~ ~ 21 r-- 15 r-- 6n Muito baixo Baixo Médio Alto Muito Alto FIGURA1.5 Freqüência de amostras de solo do estado do Rio Grande do Sul conforme o teor de matéria orgânica [1.3]. FIGURA1.6 Freqüência de amostras de solo do estado do RioGrande do Sul conforme a interpretação do teor de fósforo extraído pelasolução de Mehlich-1 [1.3]. 1.4 Respostas das culturas à adubação e à calagem A possibilidade de aumento da área plantada é pequena em regiões de alta ocupação territorial, como no caso do estado do RS. O aumento da produção agrícola deve ser obtido pela elevação da produtividade das terras. Por exemplo, o aumento do rendimento pela utilização correta da calagem nas principais culturas do estado do RS, no período de 1990 a 1995 equivaleria à produção obtida em 1,0 milhão de hectares [1.5]. Para a implantação desta Teor de Fósforo 15 Carlos Alberlo Bissani el aI. área, deveriam ser gastos R$ 1.077 x 106, caso estas terras fossem disponíveis. O custo do calcário para obter este acréscimo de rendimento nas áreasjá cultivadas seria de R$ 450 x 106, ou seja, somente 42% (Tabela 1.1). 40 U) RJ I-.•... 30 U)o Ec:r: 20 Q) "C ~ 10o o 37 36 - r-- ~ 11 - 1 ,-, FIGURA1.7 Freqüência de amostras de solo do estado do Rio Grande do Sul conforme a interpre-tação do teor de potássio extraído pela solução de Mehlich-l [1.3].. <40 40-60 60-80 80-120 >120 mg/dm3 Muito Baixo Médio Alto Muito baixo Alto Teor de Potássio Cultura Incremento de produção Acréscimo de ICMS (1) TABELA1.1 Possibilidade de incremento da produção edearrecadação (ICMS) pela utilização da calagem em algumas culturas do estado do RS(período de 1990/94 [1.5] Soja Milho Trigo Arroz 1000 t 852 731 438 7 Acrécimo de área 1000 ha 461 312 181 52 Custo de implantação R$x106 414 243 381 39 Custo do calcário R$x106/ano 240 135 33 9 R$x106/ano 33,6 18,3 99,0 2,1 TOTAL 2.095 75,31.006 (1) Média de 7,5% (Base de cálculo: 1U$ == 3R$) 1.077 450 Assim como a calagem, a adubação bem praticada pode ser altamente rentável. O rendimento médio de soja obtido no estado do RS na safra 2002/03 foi de aproximadamente 2,94 t/ha (em 3,4 x 106/ha). Existe atualmente base tecnológica para obter um aumento de rendimento médio de 16 Fertilidade dos $olos e Manejo da Aduba~ão de Culturas pelo menos 20%. Para alcançarmos este nível de rendimento, considerando os teores médios de P (baixo, conforme a Figura 1.6) e K ( alto, conforme a Figura 1.7), seriam recomendados 60 kg de P20s/ha/ano e 50 kg de K20/ha/ano [1.7] (Anexo 5). °suprimento destes nutrientes com superfosfato triplo e cloreto de potássio ao preço atual (item 19.7.3) custaria R$ 436 x 106/ano. ° valor do incremento de produção (U$ 175/t) seria entretanto de R$ 960 x 106/ano, com R$ 72 x 106/ano de acréscimo de ICMS. 1.5 Fertilidade e utilização de fertilizantes no Brasil Os solos brasileiros são em geral muito intemperizados e, conseqüentemente, ácidos e de baixa fertilidade. Na maior parte dos casos, são deficientes em fósforo e necessitam de correção da acidez para possibilitar o crescimento adequado da maioria das plantas cultivadas. A correção das deficiências de um ou mais nutrientes pode ser feita facilmente pela utilização de fertilizantes orgânicos ou inorgânicos e corretivos da acidez do solo. Devido ao seu custo elevado, devem ser bem utilizados, visando à sua maior eficiência imediata e residual. As quantidades de adubos utilizadas no Brasil são baixas, mesmo possuindo solos pouco férteis. Em média, são aplicados nas lavouras somente 51 kg de fertilizantes/ha/ano, comparados com 790 na Holanda, 431 na Alemanha, 377 na Inglaterra, 105 na China e Estados Unidos, 81 na Rússia e 3 na Argentina [1.1] A maior utilização de fertilizantes no Brasil ocorre nas grandes culturas industriais: cana-de-açúcar, café, soja, trigo, milho, hortaliças e frutíferas. A utilização média de adubo nestas culturas é de 94 kg/ha/ano. Por outro lado, aproximadamente 45% da área cultivada no Brasil não é adubada [1.4]. 1.6 Você sabia? 1.6.1 °moi ° moi é um número, estabelecido como sendo igual a 6,02 x 1023 unidades. É utilizado para numerar grandes quantidades de coisas. Pode-se ter um moi de laranjas, um moi de grãos de trigo, um moi de átomos, um moi de moléculas, um moi de Íons, um moi de cargas elétricas, etc. Ao saber deste conceito, um jovem estudante de Química, em momento de muita paixão, 17 Carlos Alberto Bissani el aL prometeu à namorada: vou dar-te um mal de beijos. Esta, bastante interessada, quiz saber quanto tempo estaria sendo beijada, supondo uns beijinhos rápidos, de três segundos. O que você acha? 1.6.2 A água do mar Provavelmente você já esteve na praia de mar e também deve ter levado um caldo, verificando que a água do mar é salgada. De fato, a análise da mesma mostra isto (Tabela 1.2). TABELA 1.2 Composição aproximada da água do mar (Enciclopédia Britânica) Ion Concentração (mg/L) Ion Concentração (mg/L) Na+ 10.685 cr 19.215 K+ 396 504= 890 Ca 410 N03' + NH4+ 0,7 Mg 1.287 Si 3 AI 0,001 P 0,09 Fe 0,003 Pergunta-se: a) porque a água do mar ésalgada? b) o que tem a ver a composição da água do mar com a fertilidade do solo? c) porque a água do mar contem mais Na do que K? d) porque a água do mar tem mais Mg do que Ca7 e) porque a água do mar tem baixos teores de Fe e AI? Observação: como a água do mar não dá choque (mas conduz corrente elétrícal) deve ter a mesma concentração de ânions e de cátions. 1.6.3 Conversão de unidades Na interpretação de resultados analíticos de laudos de análises é necessário transformar unidades. No Manual de Adubação e de Calagem para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (referência [1. 7]), são utilizadas as seguintes unidades: 18 Fertilidade dos Solos e Manejo da Aduba~ão de Culturas Em solos. % (m/v) para teores de argila e de matéria orgânica; mq/drn" para P (Mehlich-1 e resina) e K; cmolc/dm3 para AI, Ca, Mg, (H+AI) e CTC; rnq/drn" para 6, Cu, Zn, Mn, 5 e Na; g/dm3 para Fe. Em plantas. % (rn/rn) para macronutrientes; rnq/kq para micronutrientes. Caso os resultados analíticos sejam apresentados em outras unidades, é necessário transformá-Ias para as unidades especificadas acima, para utilizar as tabelas de interpretação apresentadas no Manual. Vamos fazer então os seguintes exercícios: a) converter 98 mq/dm' de K e 240 rnq/drrr' de Ca em cmoVL (K=39,l; Ca=40); b) a análise de um solo indicou o teor de 1,2 g/kg de P total e densidade de 1,3 g/cm3; a) converter o teor de P em mq/drrr': b) calcular a quantidade equivalente em pps em kq/ha na camada superficial (0-20 cm) (P=31; 0=16; 1 ha=10.000m2); c) foram adicionadas a um solo 5 t/ha de um calcário com 30% de CaO, incorporado na camada de 0-20 cm de profundidade. Qual o aumento esperado no teor de Ca, em cmoVL, no solo da referida camada, supondo que todo o calcário seja dissolvido? (Ca=40; 0=16); d) nas mesmas condições da questão anterior, qual a dose de gesso agrícola (Ca504.2H20) que deveria ser aplicada para suprir ao solo a mesma quantidade de Ca? (5=32; 0=16; H=l). 19