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Vigilância em Saúde Profª Patrícia Nunes, Dsc. História Natural da Doença "Conjunto de processos interativos compreendendo as inter-relações do agente, do suscetível e do meio ambiente, que afetam o processo global e seu desenvolvimento, desde as primeiras forças que criam o estímulo patológico no meio ambiente ou em qualquer lugar, passando pela resposta do homem ao estímulo, até as alterações que levam a um defeito, invalidez, recuperação ou morte." (Leavell & Clark, 1976). História Natural das Doenças Período de Pré- Patogênese Fatores Sociais: ⚫ Socioeconomicos ⚫ Sociopoliticos ⚫ Socioculturais ⚫ Psicossociais Fatores Ambientais Fatores Genéticos Multifatorialidade Prevenção Prevenção Primária Promoção da Saúde: moradia, lazer, alimentação, educação Proteção específica: imunização, saúde ocupacional, higiene pessoal e do lar, proteção contra acidentes, controle dos vetores Prevenção Prevenção Secundária Dignóstico Precoce: inquéritos para descoberta de casos na comunidade, exames periódicos, isolamento (quarentena), tratamento para evitar a progressão da doença Limitação da Incapacidade: evitar complicações, evitar sequelas Prevenção Terciária Reabilitação, fisioterapia, terapia ocupacional, emprego para o reabilitado Medidas de Saúde Coletiva Indicadores: Mortalidade (são vários!) Morbidade: Coeficiente - Taxas Conceitos Básicos •Prevalência: descreve a força com que as doenças subsistem nas coletividades. •Incidência: Intensidade com que acontece a morbidade em uma população. •Endemia: ocorrência coletiva de uma determinada doença que, no decorrer de um largo período histórico, acometendo sistematicamente grupos humanos distribuídos em espaços delimitados e caracterizados, mantém sua incidência constante. •Epidemia: é a ocorrência de doença em grande número de pessoas ao mesmo tempo. Vigilância da Saúde • Proposta de redefinição das práticas e uma forma de pensar a saúde e a organização dos serviços na lógica da integralidade da atenção, buscando a possibilidade de recriação das práticas sanitárias, de modo a conferir a importância da proteção e promoção da saúde A vigilância em saúde é um componente do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil por meio do desenvolvimento de ações para controlar os riscos à saúde e prevenir agravos na população, visando à integralidade do cuidado. Para isso, os métodos de investigação em epidemiologia são aliados no diagnóstico e no controle de doenças. Ainda há muitos desafios para o fortalecimento da vigilância em saúde, um dos quais a falta de capacitação e qualificação dos profissionais inseridos no SUS. ➢Vigilância em Saúde A vigilância em saúde é compreendida como um conjunto de ações que visam à promoção da saúde, à prevenção de doenças e, consequentemente, à melhora da qualidade de vida da população. Ela engloba vários campos, como política e planejamento, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde, ambiente e processo de trabalho. Por meio da articulação entre as subáreas da vigilância em saúde, as ações podem ser planejadas e desenvolvidas de forma mais eficaz. Vigilância e seus componentes na área da saúde É provável que você já tenha lido sobre a interdição de restaurantes por casos de alimentos contaminados que causaram intoxicação em diversos clientes, ou casos de hospitais que tiveram setores interditados por conta de mortes cuja suspeita era infecção hospitalar. Em ambos os casos, quem avalia e determina se esses locais estão ou não aptos a desenvolver suas atividades são segmentos da vigilância. • Termo que contempla o processo utilizado para: coletar, gerenciar, analisar, interpretar e relatar informações relacionadas à saúde. • Integrada por diferentes sistemas compostos por redes de ações e pessoas, em sua maioria, por agências de saúde pública. • As atividades relacionadas à vigilância podem ocorrer em diferentes níveis de abrangência, partindo de escalas locais, podendo desenvolver ações em saúde em nível internacional. • Objetivo ofertar informações a respeito das características basais das condições de saúde associadas à população, região e ao intervalo de tempo em que estariam inseridos. • Monitorar, por exemplo, o estabelecimento de enfermidades em determinados grupos populacionais que habitam determinada região em espaço de tempo pré- estabelecido. Para que um sistema de vigilância coerente seja delineado, existem alguns elementos necessários. ➢Vigilância Vigilância Epidemiológica Avanço da era bacteriológia no início do século XX (descobertas de ciclos epidemiológicos de algumas doenças infecciosas) Organização de grandes campanhas sanitárias para controlar doenças que comprometiam a atividade econômica (febre amarela, peste, varíola) • As campanhas valiam-se de instrumentos precisos para o diagnóstico de casos, combate a vetores, imunização e tratamento em massa com fármacos. • O modelo operacional baseava-se em atuações verticais, sob forte inspiração militar, e compreendia fases bem estabelecidas – preparatória, de ataque, de consolidação e de manutenção. • A expressão Vigilância Epidemiológica passou a ser aplicada ao controle de doenças transmissíveis na década de 50, designando “a observação sistemática e ativa de casos suspeitos ou confirmados de doenças transmissíveis e de seus contatos”. • Tratava-se, portanto, da vigilância de pessoas como base em medidas de isolamento ou de quarentena, aplicadas individualmente, e não de forma coletiva. Erradicação da Varíola na década de 60: vacinação em massa da população e simultaneamente busca ativa dos casos, detecção precoce de surtos e bloqueio imediato de transmissão da doença. Essa metodologia foi fundamental para o sucesso da erradicação da varíola em escala mundial e serviu como base para organização de sistemas nacionais de vigilância epidemiológica. No Brasil, a Campanha de Erradicação da Varíola inspirou a organização de um sistema de notificação de doenças. A 5ª Conferência Nacional de Saúde foi marcada pela instituição do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE). Com o SUS a VE amplia seu conceito e acrescenta-se as doenças e agravos não- transmissíveis e os Estados e Municípios incorporam o SNVE e a notificação compulsória. Propósitos e Funções • A VE tem como propósito fornecer orientação técnica permanente para profissionais de saúde que têm a responsabilidade de decidir sobre a execução de ações de controle de doenças e agravos, tornando disponíveis, para este fim, informações atualizadas sobre a ocorrência destes, bem como dos fatores que a condicionam, numa área geográfica ou população definida. • A VE constitui-se em um importante instrumento para o planejamento, a organização e a operacionalização dos serviços de saúde, bem como a normatização de atividades técnicas e correlatas. • Reforça a importância do desenvolvimento dos Sistemas Municipais de VE e interação Município-Estado-União. São funções da VE • Coleta de dados • Processamento de dados coletados • Análise e interpretação dos dados processados • Recomendações das medidas de controle apropriadas • Promoções das ações de controle indicadas • Avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas • Divulgação de informações pertinentes Coleta de Dados e Informações Ocorre em todos os níveis de atuação do sistema de saúde. A força e o valor da informação (dado analisado) dependem da precisão com que o dado é gerado. Relevância da representatividade e abrangência dos dados em relação a magnitude do problema existente. Fonte de Dados • Notificação: comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde feita autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas para intervenção pertinentes. • Notificação compulsória: processo informação-decisão-ação.SINAN: Sistema Nacional de Agravos Notificáveis Magnitude: aplicável a doenças de elevada frequencia, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos. Potencial de Disseminação: representado pelo elevado poder de transmissão da doença, através de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva. Transcendência: expressa-se por características subsidiárias que conferem relevância especial à doença ou agravo, destacando-se a severidade, relevância social, relevância econômica, vulnerabilidade, compromissos internacionais, ocorrência de epidemias, surtos e agravos à saúde. Aspectos consideráveis para a notificação Notificar a simples suspeita da doença. A notificação deve ser sigilosa, só podendo ser divulgada fora do âmbito em caso de risco para a comunidade. O envio dos instrumentos de coleta de notificação deve ser feito mesmo na ausência dos casos (notificação negativa). Fontes Especiais de Dados • Estudos Epidemiológicos através de: • Inquérito epidemiológico: quando as informações existente são inadequadas ou insuficientes. • Levantamento epidemiológico: base nos dados existentes nos registros dos serviços de saúde ou de outras instituições. • Sistemas Sentinelas: capazes de monitorar indicadores-chave na população que sirvam de alerta precoce para o sistema de vigilância. Ex.: Câncer. • Evento Sentinela: detecção de uma doença prevenível, incapacidade ou morte inesperada cuja ocorrência serve como um sinal de alerta de que a qualidade terapêutica ou prevenção deve ser questionada. • Unidades de Saúde Sentinela • Monitorização de grupos-alvo mediante realização de exames periódicos na prevenção de doenças ocupacionais. • Vigilância de Áreas Sentinelas Investigação Epidemiológica • É um trabalho de campo, a partir de casos notificados (clinicamente declarados ou suspeitos) e seus contatos, que tem como principais objetivos: identificar fonte e modo de transmissão; grupos expostos a maior risco, fatores determinantes; confirmar o diagnóstico; e determinar as principais características epidemiológicas. O seu propósito final é orientar medidas de controle para impedir a ocorrência de novos casos. Portaria de Doenças de Notificação Compulsória (1.943 de 18 de outubro de 2001) • Algumas doenças de notificação compulsória: cólera, coqueluche, dengue, febre amarela, hanseníase, hepatite B e C, Infecção pelo HIV, meningite, poliomielite, raiva humana, sarampo, sífilis congênita, AIDS, tétano, tuberculose, dentre outras. Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990 • § 2º - Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. • Conjunto de critérios que devem ser atendidos por uma pessoa para que ela se enquadre no caso em que está sendo investigado. • É importante que ao delinear os critérios para o caso, exista maior conjunção possível entre sensibilidade, viabilidade e especificidade. • Saiba que diferentes objetivos podem estar associados à definição de um caso. Inicialmente, o foco pode ser identificar entre os indivíduos investigados quais seriam de fato os portadores do agente causador da doença, modo de transmissão e fonte em comum; Definição de um caso: • os sistemas de vigilância focam em grupos de pessoas específicas. Esses grupos podem pertencer a uma mesma instituição, região, Estado ou até nação. Nesse caso, a vigilância está associada ao desenvolvimento e implantação de sistemas de notificação compulsória de doenças, de tal forma que os profissionais de saúde devem sinalizar aos respectivos departamentos a ocorrência de doenças específicas previamente definidas. População sob vigilância: • Ainda, investigações centralizadas na população com distribuição geográfica e frequência adequada proporcionam informações fidedignas de uso nacional para o desenvolvimento de ações em saúde; • Direção cíclica que as informações obtidas seguem desde a coleta até a obtenção de resultados. • O ciclo de vigilância corresponde ao fluxo de informações coletadas pelas unidades de saúde locais que são encaminhadas aos órgãos de saúde responsáveis e retorna à população do seguinte modo: 1. tem início com a identificação de um caso de saúde, que é notificado ao órgão de saúde responsável 2. avalia e interpreta as informações 3. gera resultados a partir do agrupamento de dados sobre a doença em questão, que servirão para nortear as ações em saúde; Ciclo de vigilância: • Compreende a proteção das informações dos indivíduos. • Além da manutenção da confiança em relação aos dados coletados, existe a questão ética que prioriza o sigilo das notificações. • Em geral, registros de ordem pessoal são mantidos apenas nas instituições locais, de modo que as notificações geradas enviadas aos órgãos de saúde competentes não as recebem; Confidencialidade • A vigilância é composta por diferentes elementos com o intuito de gerar um sistema eficaz na produção de respostas sobre as doenças que são objeto de acompanhamento. A partir desses elementos, existem diferentes modos para desenvolver um sistema de vigilância. Esses diferentes modos são chamados de abordagens em vigilância, que são inicialmente classificadas como ativas ou passivas. Principais tipos de abordagem na vigilância em saúde • Vigilância baseada em laboratório: o uso dos laboratórios de análises clínicas como fonte de identificação de doenças representa uma ferramenta importante para vigilância. Tal afirmação é sustentada, inicialmente, pela capacidade que os laboratórios clínicos têm de centralizar os resultados de tal forma que os órgãos de saúde recebem a notificação sobre o resultado do paciente via laboratório antes mesmo do médico requerente. • Vantagem da coleta de notificações via laboratório é a capacidade de obter informações com maior riqueza de detalhes sobre a doença. Assim, além da identificação da doença é possível obter outros dados importantes que complementam a notificação. Por exemplo, em casos de infecção é possível, além da identificação do microrganismo, reportar a quais antibióticos ele vai apresentar resistência ou sensibilidade. Você é recém-formado e começou a trabalhar em um laboratório que atende à boa parte da demanda de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em sua cidade. Atualmente, você está trabalhando no setor de epidemiologia, executando testes de triagem para investigação de diferentes doenças. Explique por que o teste de VDRL reagente apresentou essa tela, diferentemente dos pacientes que apresentaram resultado negativo, e qual a importância de sempre preencher essa nova tela de registro nesse caso. Essa nova tela apareceu porque VDRL é um teste de triagem para sífilis, que faz parte do grupo de doenças de notificação compulsória. Assim, sempre que um paciente apresenta resultados reagentes, além da liberação do laudo do exame para o paciente, essa tela extra é preenchida para levantamento de pacientes com VDRL reagente, o qual, posteriormente, será encaminhado via relatório aos órgãos de saúde competentes. A notificação compulsória é de suma importância no acompanhamento de novos casos da doença. Além de obrigatória, é a partir da colaboração dos laboratórios, ao executar esse registro de forma mais completa possível, que os órgãos de saúde competentes podem avaliar a eficácia de campanhas, as regiões com maior número de pacientes com a enfermidade, entre outras características que vão delinear as futuras ações para a melhoria no combate e no tratamento da sífilis. • Registros e inquéritos: o registro é a abordagem de coleta de informações com maior número de detalhes. • São, basicamente,compostos por listas que relatam a ocorrência de casos de uma doença em determinada área. • Eventos sentinela: são eventos em que um indivíduo desenvolve uma doença cuja origem é, sabidamente, a exposição a algum elemento específico. O evento sentinela sinaliza aos órgãos de vigilância a existência de perigo potencial que outras pessoas podem estar propensas à exposição, visto que esses eventos indicam possíveis problemas de saúde pública de maiores proporções. • A partir deles são realizadas mais investigações e até intervenções para eliminar a possibilidade de novos eventos. No verão, um paciente deu entrada em um hospital municipal apresentando febre, fortes dores no corpo, náusea e vômitos. Além disso, ao longo da anamnese, o médico identificou manchas vermelhas na pele. A partir desse conjunto de sintomas, o médico solicitou exame que confirmou a suspeita clínica: dengue hemorrágica. Apesar dos esforços da equipe de saúde, como o paciente já deu entrada no hospital em estado crítico, acabou não resistindo e morrendo. A morte causada pela dengue é considerada um evento sentinela, pois trata-se de uma doença que tem dispositivos de prevenção, sendo entendida como uma ocorrência evitável. Quando a ocorrência de uma doença é considerada evento sentinela, está sendo apontada a necessidade imediata de averiguação e resposta. Assim, as equipes de vigilância que recebem a notificação do evento sentinela passam a rastrear, imediatamente, todos os serviços de saúde que o paciente utilizou desde o aparecimento dos sintomas. Dessa forma, a ação de acompanhamento constante de eventos sentinela é uma abordagem que permitiu, a partir da situação descrita, analisar não apenas a rede de saúde que o paciente fez uso, identificando os pontos que deveriam ser aprimorados, como também permitiu que novos focos de reprodução do mosquito fossem identificados com rapidez, evitando que outras pessoas contraíssem a doença. Vigilância Sanitária • Sociedade de Consumo • Tanto ação de saúde como instrumento da organização econômica da sociedade • Exerce função mediadora entre produtores e consumidores • Trata de produtos e serviços essenciais à saúde • Identifica má qualidade e falsificações • Ex: Tabaco, bebidas alcoólicas, leite... Competências da Vigilância Sanitária • Normalização e controle sanitário de bens, da produção, armazenamento, guarda, circulação, transporte, comercialização e consumo de substâncias e produtos de interessa da saúde, suas matérias-primas, coadjuvantes de tecnologias, processos, equipamentos e embalagens. Competências da Vigilância Sanitária • Normalização e controle sanitário de tecnologias médicas, sangue, tecidos e órgãos, procedimentos e equipamentos e aspectos da pesquisa em saúde • Normalização e controle sanitário de serviços direta ou indiretamente relacionados com a saúde, prestados pelo Estado e setor privado • Normalização e controle sanitário de portos, aeroportos e fronteiras, contemplando meios de transporte, cargas e pessoas • Normalização e controle sanitário de aspectos do meio ambiente, ambiente e processos de trabalho, e saúde do trabalhador Fiscalização Sanitária • SNVS – Sistema Nacional de Vigilância Sanitária • Legislação: Código de Proteção ao Consumidor; Código Civil e Penal. Legislação Ambiental, Legislação Trabalhista, etc... • Concretização do poder do Estado para aceitar ou recusar produtos e serviços sob o controle da Saúde Pública e para intervir em situações de risco à saúde • Laboratório de Saúde Pública (INCQS – Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde - FOC) • Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) • LACEN (Laboratórios Centrais de Saúde Pública) • Farmacovigilância • PNI – Programa Nacional de Imunizações • CONASS (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde) • CONASEMS (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde) • A Vigilância Epidemiológica é um instrumento de primordial importância nas ações do campo da Vigilância Sanitária, permitindo acompanhar doenças veiculadas por: • alimentos, pelo sangue e derivados, intoxicações, infecções hospitalares, efeitos adversos de medicamentos, agravos inusitados relacionados com tecnologias médicas, a exemplo de próteses e órteses, fornecendo informações valiosas para subsidiar ações de controle sanitário. http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S1679-49742020000400040 https://www.youtube.com/embed/y1OOd9yawgs?rel=0 Saiba Mais: Slide 1 Slide 2: História Natural da Doença Slide 3: História Natural das Doenças Slide 4: Período de Pré-Patogênese Slide 5: Prevenção Slide 6: Prevenção Slide 7: Medidas de Saúde Coletiva Slide 8: Conceitos Básicos Slide 9: Vigilância da Saúde Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18: Vigilância Epidemiológica Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22: Propósitos e Funções Slide 23: São funções da VE Slide 24: Coleta de Dados e Informações Slide 25: Fonte de Dados Slide 26: SINAN: Sistema Nacional de Agravos Notificáveis Slide 27: Aspectos consideráveis para a notificação Slide 28: Fontes Especiais de Dados Slide 29: Investigação Epidemiológica Slide 30: Portaria de Doenças de Notificação Compulsória (1.943 de 18 de outubro de 2001) Slide 31: Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47: Vigilância Sanitária Slide 48: Competências da Vigilância Sanitária Slide 49: Competências da Vigilância Sanitária Slide 50: Fiscalização Sanitária Slide 51 Slide 52