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Avaliação I - Individual (7)

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Albert Nery

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Questões resolvidas

Para Merleau-Ponty (1999), não existe determinismo e tampouco escolha absoluta, todas as escolhas que fazemos de nossas vidas são regidas por momentos de influências do meio e decidimos o sentido a uma infinidade de possíveis, não havendo, portanto, como separar os dois aspectos.
A partir das considerações de Merleau-Ponty sobre a liberdade, assinale a alternativa CORRETA:
A A liberdade apresenta três níveis: a liberdade de escolha (livre-arbítrio), a liberdade fundamental e a liberdade moral.
B A liberdade é a propriedade da vontade, é uma espécie de lei que rege as ações para si mesmas, não agindo segundo nenhuma outra norma que não seja por objeto como lei universal.
C A liberdade é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio.
D A liberdade não é uma graça, mas, sim, uma conquista realizada pelo homem, logo, não podemos afirmar que há uma liberdade absoluta, mas, sim, que a liberdade é uma chance de superar uma situação concreta.

A ética e a moral, bem como suas definições, para os gregos, possuem relação direta com a busca da vida feliz. Apesar dos princípios éticos terem uma mesma finalidade, as definições entre os filósofos se distinguem. Os principais filósofos e pensadores da ética e da moral possuem diversas definições do que é virtude, mas nenhuma é equivalente a outra.
Nesse sentido, avalie as definições que correspondem ao que cada um dos filósofos propôs e associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Virtude em Aristóteles.
II- Virtude em Platão.
III- Virtude em Kant.
IV- Virtude em Agostinho.
( ) É a representação da moralidade sem inclinações sensíveis.
( ) É o conhecimento da ideia do bem.
( ) É um movimento da vontade em direção à reta razão ou à perfeição divina.
( ) É a mediania ou o meio-termo entre dois vícios, sendo um excesso e o outro, falta.

A liberdade humana, enquanto um valor universal, aparece na tradição do pensamento ocidental desde os gregos antigos. O conceito de livre-arbítrio surge no interior dessa discussão sobre a liberdade, e o primeiro a fazer uso do termo foi Santo Agostinho (354-430 d.C.).
Dado que para a tradição cristã, o universo e todas as criaturas são criadas por Deus de modo perfeito, isto é, sem faltar nada e seguindo uma ordem divina. Por que então há o Mal? De acordo com o exposto, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Premissa I.
II- Premissa II.
III- Premissa III.
IV- Conclusão.
( ) O ser humano, para Santo Agostinho, não é apenas razão e pensamento, mas é também, essencialmente querer, vontade.
( ) A origem do Mal vem do livre-arbítrio, da vontade humana.
( ) A vontade humana, para Santo Agostinho, não está submetida a nada, é puramente livre para escolher.
( ) Deus não é o autor do Mal, pois para Santo Agostinho, o Mal não tem nenhuma origem externa.

O utilitarismo inaugura uma série de debates sobre o que de fato seria o prazer para um máximo de pessoas, qual seria propriamente o critério adotado para decidir o que seria o melhor para todas as pessoas.
De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Os efeitos de uma ação considerada como boa para o utilitarismo dependem de um imperativo universal.
II- A felicidade é resultado de um cálculo com base nas circunstâncias em que uma ação é efetivamente útil para o maior número de pessoas.
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
C A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
D A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.

A figura do homem naturalmente político é construída por natureza na formação de sua família e sua consequente socialização na cidade é primordial para garantir a manutenção da vida.
Com base na sociabilidade do homem na sociedade, segundo Aristóteles, classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:
( ) Ética não é retórica, esta é quando queremos convencer alguém; ética é uma ação, e o domínio ético não é do saber e, sim, do agir.
( ) Por virtude humana, entendemos a do corpo, e não a da alma, e por felicidade, entendemos atividade da alma.
( ) Nossas ações não são fixas, são contingentes, elas se modificam, são variáveis.
( ) Somos, por natureza, dotados de capacidades, nos tornamos bons ou maus por natureza.
A F - F - V - V.
B V - V - F - F.
C V - F - V - F.
D F - V - F - V.

Por mais que reconheçamos a existência das forças que possam determinar o nosso agir, o ato de ser livre de qualquer condicionante ainda atua com independência, sem qualquer influência que possa impedir a realização da liberdade humana.
Qual o sentido ético dado por Santo Agostinho para definir o “livre-arbítrio”?
A Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de diferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com dependência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse.
B Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de indiferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com independência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse.
C Segundo Santo Agostinho, o “livre-arbítrio” é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio.
D Para Santo Agostinho, ainda que o “livre-arbítrio” pareça caracterizar um ato, ele é na verdade uma força ou faculdade, por meio da qual podemos julgar livremente.

O filósofo Immanuel Kant foi fundamental na Era Moderna, pois trouxe novas fundamentações sobre o princípio da ética e da moral.
De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Para Kant, há uma lei moral universal que ele chama de imperativo categórico, que é um dever condicionado pela realização das ambições mais nobres do ser humano.
II- Nenhuma ação moral, segundo Kant, é genuinamente por dever se ela visa alguma recompensa ulterior, tal como um bem-estar ou a felicidade.
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.

Para Aristóteles, a felicidade é o fim das ações humanas que só pode ser alcançada pelo homem se ele escolher viver conforme a sua virtude.
Com base na citação, analise as afirmativas a seguir:
I- A virtude é uma disposição de caráter.
II- Dentre uma das faculdades da alma, há certa disposição de caráter para a virtude.
III- As virtudes são espécies de paixões, porque nos chamam bons ou maus devido às nossas paixões.
A As afirmativas II e III estão corretas.
B As afirmativas I e III estão corretas.
C Somente a afirmativa II está correta.
D Somente a afirmativa III está correta.

Na história da humanidade, pode-se sempre constatar a existência de certos valores morais e normas jurídicas, ou de costumes, que regem todas as relações dentro de uma cultura ou sociedade.
Com relação à construção social baseada nos limites e liberdade de conduta, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Determinismo.
II- Livre-arbítrio.
III- Liberdade ou determinismo.
IV- Sanção.
( ) Esse conceito surge por meio da religião, de modo a explicar como a faculdade da razão e da vontade se manifestam.
( ) Tudo existe por uma causa prévia e não de um mero acaso do destino, tudo acontece porque está predeterminado.
( ) Escolha livre, a partir das nossas escolhas em agir de um modo ou de outro.
( ) Consequência de um comportamento objeto de repreensão.

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Questões resolvidas

Para Merleau-Ponty (1999), não existe determinismo e tampouco escolha absoluta, todas as escolhas que fazemos de nossas vidas são regidas por momentos de influências do meio e decidimos o sentido a uma infinidade de possíveis, não havendo, portanto, como separar os dois aspectos.
A partir das considerações de Merleau-Ponty sobre a liberdade, assinale a alternativa CORRETA:
A A liberdade apresenta três níveis: a liberdade de escolha (livre-arbítrio), a liberdade fundamental e a liberdade moral.
B A liberdade é a propriedade da vontade, é uma espécie de lei que rege as ações para si mesmas, não agindo segundo nenhuma outra norma que não seja por objeto como lei universal.
C A liberdade é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio.
D A liberdade não é uma graça, mas, sim, uma conquista realizada pelo homem, logo, não podemos afirmar que há uma liberdade absoluta, mas, sim, que a liberdade é uma chance de superar uma situação concreta.

A ética e a moral, bem como suas definições, para os gregos, possuem relação direta com a busca da vida feliz. Apesar dos princípios éticos terem uma mesma finalidade, as definições entre os filósofos se distinguem. Os principais filósofos e pensadores da ética e da moral possuem diversas definições do que é virtude, mas nenhuma é equivalente a outra.
Nesse sentido, avalie as definições que correspondem ao que cada um dos filósofos propôs e associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Virtude em Aristóteles.
II- Virtude em Platão.
III- Virtude em Kant.
IV- Virtude em Agostinho.
( ) É a representação da moralidade sem inclinações sensíveis.
( ) É o conhecimento da ideia do bem.
( ) É um movimento da vontade em direção à reta razão ou à perfeição divina.
( ) É a mediania ou o meio-termo entre dois vícios, sendo um excesso e o outro, falta.

A liberdade humana, enquanto um valor universal, aparece na tradição do pensamento ocidental desde os gregos antigos. O conceito de livre-arbítrio surge no interior dessa discussão sobre a liberdade, e o primeiro a fazer uso do termo foi Santo Agostinho (354-430 d.C.).
Dado que para a tradição cristã, o universo e todas as criaturas são criadas por Deus de modo perfeito, isto é, sem faltar nada e seguindo uma ordem divina. Por que então há o Mal? De acordo com o exposto, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Premissa I.
II- Premissa II.
III- Premissa III.
IV- Conclusão.
( ) O ser humano, para Santo Agostinho, não é apenas razão e pensamento, mas é também, essencialmente querer, vontade.
( ) A origem do Mal vem do livre-arbítrio, da vontade humana.
( ) A vontade humana, para Santo Agostinho, não está submetida a nada, é puramente livre para escolher.
( ) Deus não é o autor do Mal, pois para Santo Agostinho, o Mal não tem nenhuma origem externa.

O utilitarismo inaugura uma série de debates sobre o que de fato seria o prazer para um máximo de pessoas, qual seria propriamente o critério adotado para decidir o que seria o melhor para todas as pessoas.
De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Os efeitos de uma ação considerada como boa para o utilitarismo dependem de um imperativo universal.
II- A felicidade é resultado de um cálculo com base nas circunstâncias em que uma ação é efetivamente útil para o maior número de pessoas.
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
C A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
D A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.

A figura do homem naturalmente político é construída por natureza na formação de sua família e sua consequente socialização na cidade é primordial para garantir a manutenção da vida.
Com base na sociabilidade do homem na sociedade, segundo Aristóteles, classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:
( ) Ética não é retórica, esta é quando queremos convencer alguém; ética é uma ação, e o domínio ético não é do saber e, sim, do agir.
( ) Por virtude humana, entendemos a do corpo, e não a da alma, e por felicidade, entendemos atividade da alma.
( ) Nossas ações não são fixas, são contingentes, elas se modificam, são variáveis.
( ) Somos, por natureza, dotados de capacidades, nos tornamos bons ou maus por natureza.
A F - F - V - V.
B V - V - F - F.
C V - F - V - F.
D F - V - F - V.

Por mais que reconheçamos a existência das forças que possam determinar o nosso agir, o ato de ser livre de qualquer condicionante ainda atua com independência, sem qualquer influência que possa impedir a realização da liberdade humana.
Qual o sentido ético dado por Santo Agostinho para definir o “livre-arbítrio”?
A Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de diferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com dependência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse.
B Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de indiferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com independência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse.
C Segundo Santo Agostinho, o “livre-arbítrio” é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio.
D Para Santo Agostinho, ainda que o “livre-arbítrio” pareça caracterizar um ato, ele é na verdade uma força ou faculdade, por meio da qual podemos julgar livremente.

O filósofo Immanuel Kant foi fundamental na Era Moderna, pois trouxe novas fundamentações sobre o princípio da ética e da moral.
De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Para Kant, há uma lei moral universal que ele chama de imperativo categórico, que é um dever condicionado pela realização das ambições mais nobres do ser humano.
II- Nenhuma ação moral, segundo Kant, é genuinamente por dever se ela visa alguma recompensa ulterior, tal como um bem-estar ou a felicidade.
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.

Para Aristóteles, a felicidade é o fim das ações humanas que só pode ser alcançada pelo homem se ele escolher viver conforme a sua virtude.
Com base na citação, analise as afirmativas a seguir:
I- A virtude é uma disposição de caráter.
II- Dentre uma das faculdades da alma, há certa disposição de caráter para a virtude.
III- As virtudes são espécies de paixões, porque nos chamam bons ou maus devido às nossas paixões.
A As afirmativas II e III estão corretas.
B As afirmativas I e III estão corretas.
C Somente a afirmativa II está correta.
D Somente a afirmativa III está correta.

Na história da humanidade, pode-se sempre constatar a existência de certos valores morais e normas jurídicas, ou de costumes, que regem todas as relações dentro de uma cultura ou sociedade.
Com relação à construção social baseada nos limites e liberdade de conduta, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Determinismo.
II- Livre-arbítrio.
III- Liberdade ou determinismo.
IV- Sanção.
( ) Esse conceito surge por meio da religião, de modo a explicar como a faculdade da razão e da vontade se manifestam.
( ) Tudo existe por uma causa prévia e não de um mero acaso do destino, tudo acontece porque está predeterminado.
( ) Escolha livre, a partir das nossas escolhas em agir de um modo ou de outro.
( ) Consequência de um comportamento objeto de repreensão.

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08/05/2023, 14:41 Avaliação I - Individual
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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação I - Individual (Cod.:824699)
Peso da Avaliação 1,50
Prova 63511293
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 8/2
Nota 8,00
Para Merleau-Ponty (1999), não existe determinismo e tampouco escolha absoluta, todas as escolhas que fazemos 
de nossas vidas são regidas por momentos de influências do meio e decidimos o sentido a uma infinidade de 
possíveis, não havendo, portanto, como separar os dois aspectos.
A partir das considerações de Merleau-Ponty sobre a liberdade, assinale a alternativa CORRETA:
Fonte: MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
A A liberdade não é uma graça, mas, sim, uma conquista realizada pelo homem, logo, não podemos afirmar que
há uma liberdade absoluta, mas, sim, que a liberdade é uma chance de superar uma situação concreta.
B A liberdade apresenta três níveis: a liberdade de escolha (livre-arbítrio), a liberdade fundamental e a
liberdade moral.
C A liberdade é a propriedade da vontade, é uma espécie de lei que rege as ações para si mesmas, não agindo
segundo nenhuma outra norma que não seja por objeto como lei universal.
D A liberdade é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio.
A ética e a moral, bem como suas definições, para os gregos, possuem relação direta com a busca da vida feliz. 
Apesar dos princípios éticos terem uma mesma finalidade, as definições entre os filósofos se distinguem. Os 
principais filósofos e pensadores da ética e da moral possuem diversas definições do que é virtude, mas nenhuma 
é equivalente a outra. Nesse sentido, avalie as definições que correspondem ao que cada um dos filósofos propôs 
e associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Virtude em Aristóteles.
II- Virtude em Platão.
III- Virtude em Kant.
IV- Virtude em Agostinho.
( ) É a representação da moralidade sem inclinações sensíveis.
( ) É o conhecimento da ideia do bem.
( ) É um movimento da vontade em direção à reta razão ou à perfeição divina.
( ) É a mediania ou o meio-termo entre dois vícios, sendo um excesso e o outro, falta.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A II - I - III - IV.
B I - IV - II - III.
C III - II - IV - I.
D IV - III - I - II.
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08/05/2023, 14:41 Avaliação I - Individual
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A liberdade humana, enquanto um valor universal, aparece na tradição do pensamento ocidental desde os gregos 
antigos. O conceito de livre-arbítrio surge no interior dessa discussão sobre a liberdade, e o primeiro a fazer uso 
do termo foi Santo Agostinho (354-430 d.C.). A vontade, do latim voluntas, é um conceito central para o 
pensamento de Santo Agostinho, que aparece articulado em uma de suas principais obras O Livre-arbítrio, cujo 
motivo é o problema do Mal. Dado que para a tradição cristã, o universo e todas as criaturas são criadas por Deus 
de modo perfeito, isto é, sem faltar nada e seguindo uma ordem divina. Por que então há o Mal? De acordo com o 
exposto, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Premissa I.
II- Premissa II.
III- Premissa III.
IV- Conclusão.
( ) O ser humano, para Santo Agostinho, não é apenas razão e pensamento, mas é também, essencialmente 
querer, vontade.
( ) A origem do Mal vem do livre-arbítrio, da vontade humana.
( ) A vontade humana, para Santo Agostinho, não está submetida a nada, é puramente livre para escolher.
( ) Deus não é o autor do Mal, pois para Santo Agostinho, o Mal não tem nenhuma origem externa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A IV - III - I - II.
B III - II - IV - I.
C I - IV - II - III.
D II - I - III - IV.
O utilitarismo inaugura uma série de debates sobre o que de fato seria o prazer para um máximo de pessoas, qual 
seria propriamente o critério adotado para decidir o que seria o melhor para todas as pessoas. O credo que aceita 
como fundamento da moral o Útil ou Princípio da Máxima Felicidade considera que uma ação é correta na 
medida em que tende a promover a felicidade, e errada quando tende a gerar o oposto da felicidade. Por 
felicidade, entende-se o prazer e a ausência da dor, por infelicidade, dor, ou privação do prazer, conforme Mill. O 
conteúdo moral da Ética utilitarista, o que faz uma ação ser aceita como boa ou correta, é o Princípio da Utilidade, 
ou seja, é ela ser útil para o maior número de pessoas. Nesse sentido, o conteúdo moral de uma ação depende 
diretamente de suas consequências, tanto para quem a praticar quanto para quem experimentar seus efeitos 
indiretamente. De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Os efeitos de uma ação considerada como boa para o utilitarismo dependem de um imperativo universal.
PORQUE
II- A felicidade é resultado de um cálculo com base nas circunstâncias em que uma ação é efetivamente útil para o 
maior número de pessoas.
Assinale a alternativa CORRETA:
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
C A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
D A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
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08/05/2023, 14:41 Avaliação I - Individual
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A figura do homem naturalmente político é construída por natureza na formação de sua família e sua consequente 
socialização na cidade é primordial para garantir a manutenção da vida. Segundo Aristóteles, o homem é um 
animal político, pois aprendeu com o convívio no núcleo familiar sobre a socialização, que é o que garantia a 
manutenção da vida na polis. Com base na sociabilidade do homem na sociedade, segundo Aristóteles, classifique 
V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:
( ) Ética não é retórica, esta é quando queremos convencer alguém; ética é uma ação, e o domínio ético não é do 
saber e, sim, do agir.
( ) Por virtude humana, entendemos a do corpo, e não a da alma, e por felicidade, entendemos atividade da 
alma.
( ) Nossas ações não são fixas, são contingentes, elas se modificam, são variáveis.
( ) Somos, por natureza, dotados de capacidades, nos tornamos bons ou maus por natureza.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A F - F - V - V.
B V - V - F - F.
C V - F - V - F.
D F - V - F - V.
Por mais que reconheçamos a existência das forças que possam determinar o nosso agir, o ato de ser livre de 
qualquer condicionante ainda atua com independência, sem qualquer influência que possa impedir a realização da 
liberdade humana. O primeiro a usar o termo de “livre-arbítrio” foi Santo Agostinho (354-430 d.C.), explicando 
como a faculdade da razão e da vontade operam.
Qual o sentido ético dado por Santo Agostinho para definir o “livre-arbítrio”?
A
Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de diferença”, ou seja, um
meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com dependência em relação aos
constrangimentos que eventualmente sofresse.
B
Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de indiferença”, ou seja,
um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com independência em relação aos
constrangimentos que eventualmente sofresse.
C Segundo Santo Agostinho, o “livre-arbítrio” é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus
pensamentos e a si próprio.
D Para Santo Agostinho, ainda que o “livre-arbítrio” pareça caracterizar um ato, ele é na verdade uma força ou
faculdade, por meio da qual podemos julgar livremente.
O filósofo Immanuel Kant foi fundamental na Era Moderna, pois trouxe novas fundamentações sobre o princípio 
da ética e da moral. A teoria da Ética kantiana possui fundamentação metafísica porque o seu único princípio 
moral possuiuma derivação a priori, ou seja, tem uma fonte purificada de toda experiência interna ou externa. 
Não está no horizonte da moral kantiana demonstrar a possibilidade de, por meio da ação humana, promover 
felicidade. De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
 I- Para Kant, há uma lei moral universal que ele chama de imperativo categórico, que é um dever condicionado 
pela realização das ambições mais nobres do ser humano.
PORQUE
II- Nenhuma ação moral, segundo Kant, é genuinamente por dever se ela visa alguma recompensa ulterior, tal 
como um bem-estar ou a felicidade.
Assinale a alternativa CORRETA:
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
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08/05/2023, 14:41 Avaliação I - Individual
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B As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
O filósofo Immanuel Kant sabia muito bem que para o sujeito agir racionalmente é preciso seguir uma série de 
princípios norteadores da ação. Para ele, é possível classificar as ações humanas basicamente como atitudes com 
valor moral e sem valor moral. Considerando uma ação praticada livremente, isto é, sem constrangimento externo 
ou sem nenhuma necessidade imposta, podemos dizer que há três espécies de ações: a praticada por dever, a 
praticada conforme o dever e a praticada contrária ao dever. Apenas uma espécie de ação, dentre essas três 
elencadas, é aquela que pertence à classificação de ação moral. De acordo com o exposto, avalie as asserções a 
seguir e a relação proposta entre elas:
I- Uma ação praticada conforme o dever não possui valor moral.
PORQUE
 II- Toda ação conforme o dever tem origem a partir de algum interesse exterior ao próprio dever.
Assinale a alternativa CORRETA:
A As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
B A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
Para Aristóteles, a felicidade é o fim das ações humanas que só pode ser alcançada pelo homem se ele escolher 
viver conforme a sua virtude. A Ética aristotélica é uma ética das virtudes, em grego areté. Em sua obra Ética a 
Nicômaco, o filósofo busca definir o que é a virtude. Nesse sentido, é possível destacar as indicações de onde 
estará a virtude, a saber na alma: “[...] Visto que na alma se encontram três espécies de coisas — paixões, 
faculdades e disposições de caráter —, a virtude deve pertencer a uma destas. [...] ninguém nos chama bons ou 
maus, nem nos louva ou censura pela simples capacidades de sentir as paixões. Acresce que possuímos as 
faculdades por natureza, mas não nos tornamos bons ou maus por natureza” (ARISTÓTELES, 1973, p. 71). Com 
base na citação, analise as afirmativas a seguir:
I- A virtude é uma disposição de caráter.
II- Dentre uma das faculdades da alma, há certa disposição de caráter para a virtude.
III- As virtudes são espécies de paixões, porque nos chamam bons ou maus devido às nossas paixões.
Assinale a alternativa CORRETA:
Fonte: ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
A As afirmativas II e III estão corretas.
B As afirmativas I e III estão corretas.
C Somente a afirmativa II está correta.
D Somente a afirmativa III está correta.
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08/05/2023, 14:41 Avaliação I - Individual
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Na história da humanidade, pode-se sempre constatar a existência de certos valores morais e normas jurídicas, ou 
de costumes, que regem todas as relações dentro de uma cultura ou sociedade. Todos nós possuímos princípios, 
valores e normas internalizados que regem nossa conduta em sociedade. Porém, tais princípios não são iguais para 
todos os indivíduos e culturas. Com relação à construção social baseada nos limites e liberdade de conduta, 
associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Determinismo.
II- Livre-arbítrio.
III- Liberdade ou determinismo.
IV- Sanção.
( ) Esse conceito surge por meio da religião, de modo a explicar como a faculdade da razão e da vontade se 
manifestam.
( ) Tudo existe por uma causa prévia e não de um mero acaso do destino, tudo acontece porque está 
predeterminado.
( ) Escolha livre, a partir das nossas escolhas em agir de um modo ou de outro.
( ) Consequência de um comportamento objeto de repreensão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A IV - III - I - II.
B I - IV - II - III.
C III - II - IV - I.
D II - I - III - IV.
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