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FamilyID=Office_ArchiveTorn CUIDADO INTEGRAL À SAÚDE DO ADULTO II Prof. Dr. Magnaldo Tavares Sumário • Ementa...............................................................................................01 • Competências Específicas...................................................................02 • Conteúdo Programático.....................................................................03 • Metodologia de Ensino......................................................................04 • Avaliação............................................................................................05 • Pacto de Acadêmico de Convivência..................................................06 Ementa • Fundamentos sobre os aspectos epidemiológicos, preventivos, fisiopatológicos e terapêuticos das doenças mais prevalentes em nosso meio. Assistência de enfermagem aos adultos com afecções agudas e crônicas em diferentes especialidades, principalmente em seus aspectos: educativos, preventivos e de controle das doenças. Competências Específicas • Desenvolver raciocínio clínico e crítico para o planejamento e aplicação da sistematização da assistência de enfermagem; • Compreender os mecanismos dos principais exames complementares; • Identificar e promover ações com o objetivo de prevenir e controlar doenças agudas e crônicas de forma individual e coletiva; • Avaliar de forma crítica os cuidados de enfermagem implementados ao paciente adulto; • Conhecer os referenciais teóricos que oportunizam o entendimento dos determinantes envolvidos no processo saúde-doença do indivíduo adulto; • Aplicar as principais técnicas de cuidado de enfermagem ao indivíduo adulto hospitalizados nas alterações do sistema endócrino, hematopoético, renal, genito urinário e músculo esquelético. Conteúdo Programático Conteúdo Programático Metodologia de Ensino • Para atividades presenciais: Realizadas de forma síncrona e mediada. A metodologia utilizada para a organização da mediação entre o sujeito (graduando) e o objeto de conhecimento (conteúdos da disciplina) se dará por meio de diferentes ferramentas e estratégias para o desenvolvimento de atividades teóricas e/ou práticas. Metodologias de Ensino • Aula Expositiva Dialogada; • Estudos de Caso; • Problematização; • Simulação; • Treino de Habilidades; • OSPE e OSCE; Referências.: • PERRY, Anne Griffin; POTTER, Patricia A.; ELKIN, Martha Keene. Procedimentos e intervenções de enfermagem. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, c2013. 757 p. ISBN 978-85-352-6276-6. • CRAVEN, R.F e HIRNLE,C.J. Fundamentos de Enfermagem: saúde e funções humanas. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. • NANDA INTERNACIONAL, Diagnósticos de Enfermagem da Nanda definições e classificação 2015 -2017. Porto Alegre: Artmed, 2015. • SUDDARTH, D S; BARE, BG(Orgs). Brunner/Suddarth: Tratado de enfermagem médico cirúrgica. 13º ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. Avaliação • Avaliação da Unidade 1 • 7 Questões Objetiva + 3 Discursiva (8,0) (Escrita); • Avaliação Prática (2,0); • Avaliação da Unidade 2 • 20 Questões Objetiva (10,0); • Avaliação de Reposição • 7 Questões Objetiva + 3 Discursiva (8,0) (Escrita); • Avaliação Prática (2,0); • Avaliação Final • 7 Questões Objetiva + 3 Discursiva (8,0) (Escrita); • Avaliação Prática (2,0); Pacto Acadêmico • Horário de chegada e saída; • Presença e Participação na Aula (1,0); • Utilização do celular em sala de aula; • Postura em Sala de Aula; • Comunicação entre estudante e professor; • Atividades e Avaliações; • Aulas Práticas; https://www.google.com.br/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww2.ifal.edu.br%2Fcampus%2Fsite%2Fmaceio-noticias%2Fatencao-nota-informativa-ifal-campus-maceio%2Fatencao.png%2Fimage_view_fullscreen&psig=AOvVaw28F_qOgo6baRxGtiIexQcK&ust=1581343823530000&source=images&cd=vfe&ved=0CAIQjRxqFwoTCKCJnvrSxOcCFQAAAAAdAAAAABAJ O CUIDAR EM ENFERMAGEM Objetivos de Aprendizagem • Definir Enfermagem, saúde e bem-estar. • Descrever os fatores que causam mudanças significativas no sistema de prestação de cuidado de saúde e seu impacto na saúde e na profissão de Enfermagem. • Compreender a importância da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) para o cuidado do paciente; O que o ENFERMEIRO faz??? O Cuidar em Enfermagem • A enfermagem acompanha as mudanças que ocorrem na sociedade. • A meta é: “Colocar o cliente na melhor condição para que a natureza possa agir sobre ele.” ARTE CIÊNCIAOU O Cuidar em Enfermagem • Papel da Enfermagem “ A proteção, a promoção e a otimização da saúde e da capacidade, a prevenção de doenças e lesões, alívio do sofrimento por meio do diagnóstico e tratamento das respostas humanas e a defesa ao cuidado de pessoas, comunidade e populações.” (SPS, 2010; SSP 2010) O Cuidar em Enfermagem • Necessidades Básicas do Cliente Qual é a sua percepção sobre a aplicabilidade do Processo de Enfermagem? Você reconhece as principais vantagens e desvantagens na implementação do Processo de Enfermagem? Qual é a percepção dos enfermeiros sobre a aplicabilidade do Processo de Enfermagem? (FONTES et al., 2022) Qualidade aos cuidados prestados Necessária para embasar a prática clínica do enfermeiro Garante a prescrição adequada dos cuidados Organiza, direciona e melhora a qualidade da assistência Identificação de cuidados prioritários Quais são as dificuldades enfrentadas pelo enfermeiro na implementação e concretização do Processo de Enfermagem? Pouco tempo para realizar o processo de enfermagem Preenchimento de instrumentos muito longos Limitação dos profissionais para desenvolvimento de competências necessárias para a implementação de todas a etapas. Déficit de conhecimento sobre o processo de enfermagem, assistência e a utilização da tecnologia de informação e comunicação. (FONTES et al., 2022) So b recarga d e trab alh o Falta de conhecimento Falta de apoio da chefia Processo de Enfermagem “A implementação do PE é imprescindível para a organização do serviço de enfermagem e, em especial, para qualificar a SAE, aprimorando a assistência prestada aos pacientes.” (SOARES et al., 2015) “A SAE é compreendida pelos enfermeiros com um processo organizacional integrante do processo gerencial do cuidado de enfermagem, capaz de gerar autonomia ao enfermeiro.” (FIGUEIREDO et al., 2013) SISTEMATIZAÇÃO DE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é uma metodologia desenvolvida a partir da prática do enfermeiro para sustentar a gestão e o cuidado no processo de enfermagem. Três pilares: Método científico, dimensionamento e instrumentos. Resolução COFEN – 358/2009 http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-3582009_4384.html http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-3582009_4384.html SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Resolução COFEN nº 358/2009 Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem. SAE: metodologia para organizar e sistematizar o cuidado, com base nos princípios do método científico (NASCIMENTO, et al., 2012). Processo de Enfermagem: Dinâmica das ações sistematizadas e inter- relacionadas, o que viabiliza o gerenciamento das assistência de Enfermagem. Portanto, o enfermeiro deve estar engajado no domínio das competências técnicas, científicas, administrativas e éticas (FIGUEIREDO et al., 2013). ONDE DEVE ACONTECER A SAE E O PROCESSO DE ENFERMAGEM? Implementação do Processo de Enfermagem COLETA DE DADOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM PLANEJAMENTO DE CUIDADOS INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM AVALIAÇÃO Obtenção de informações sobre pessoa, família e coletividade sobre respostas para o processo saúde-doença. Identificar os problemas existentes ou potenciais, no âmbito patológico, físico e psíquico. Determina os resultados que se espera alcançar. Ações que serão realizadas frente a resposta do paciente. Etapa de processo sistemáticoe contínuo no qual verifica as mudanças na resposta da pessoa, família ou coletividade. (DEBONE et al., 2017) 1 ETAPA: INVESTIGAÇÃO (HISTÓRICO DE ENFERMAGEM) São coletadas informações (dados) sobre o indivíduo, a família ou o grupo; O profissional nesta etapa, procura por evidências de problemas ou riscos de problemas, além de pontos fortes na pessoa ou no grupo. Com a informação da investigação, você será capaz de formar um julgamento – DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM, sobre os problemas de saúde e os riscos de problemas de saúde. Para coletar dados exatos o enfermeiro deve ser capaz de: ➢Comunicar-se efetivamente ➢Ouvir atentamente ➢Observar sistematicamente ➢Realizar exames físicos ➢Interpretar dados ➢Validar dados Ouvir atentamente exige muita energia. Se você estiver muito distraído ou estressado é melhor adiar o diálogo com o paciente. 2ª ETAPA: DIAGNÓSTICO Julgamento que é feito sobre os dados da investigação. O julgamento consiste em problema reais ou potenciais. North American nursing association – NANDA. • Ex. Integridade tissular prejudicada, relacionada à imobilização física e circulação alterada, evidenciada por ferida na região trocantérica D. ANALISE OS DADOS COLETADOS, TIRE CONCLUSÕES E DETERMINE SE EXISTEM: Problemas de saúde potenciais ou reais que exigem intervenção e controle de enfermagem; Riscos para a segurança ou transmissão de infecção; Sinais ou sintomas que necessitam de avaliação de outro profissional da equipe de saúde; Necessidades de aprendizado da pessoa, família e coletividade que devem ser abordadas; Recursos da pessoa, família e coletividade, pontos fortes e uso de comportamentos saudáveis; Estados de saúde que são satisfatórios, mas podem ser melhorados. Um formato comumente usado quando se aprende o diagnóstico de enfermagem inclui: a [causa/fatoresde enfermagem] relacionado evidenciado por [sintomas/características [diagnóstico relacionados] definidoras]. Tensão do papel de cuidador relacionado a responsabilidades de cuidados 24 horas por dia, complexidade das atividades de cuidado e condição de saúde instável do receptor de cuidados evidenciado por dificuldade para realizar as atividades necessárias, preocupação com a rotina de cuidados, fadiga e alteração no padrão de sono. O planejamento da assistência de enfermagem consiste em um plano de ação para se alcançarem resultados em relação a um diagnósticos de enfermagem. 3ª ETAPA: PLANEJAMENTO • Consiste nos seguintes passos: • O estabelecimento de prioridades para os problemas diagnósticos; • A fixação de resultados com o cliente, se possível, a fim de corrigir, minimizar ou evitar os problemas; • O registro escrito de diagnóstico, dos resultados esperados e das prescrições de enfermagem de modo organizado. 3ª ETAPA: PLANEJAMENTO ✓ Intervenções Independentes: não exigem orientações ou prescrições de outros profissionais, são ações autônomas, com base científica. Estão relacionadas às atividades da vida diária, educação e promoção da saúde. ✓ Intervenções Interdependentes: são aquelas que envolvem a participação de outros profissionais, como o fisioterapeuta, psicólogo, assistente social, nutricionista, dentre outros. ✓ Intervenções Dependentes: são aquelas que requerem a prescrição médica, visando tratar ou controlar as alterações fisiopatológicas. O enfermeiro executa essas ações de forma colaborativa, tendo por base as prescrições médicas, como por exemplo, a administração de medicamentos. 4ª ETAPA: IMPLENTAÇÃO - Envolve a promoção do cuidado com intervenções apropriadas para o paciente; - Inclui a documentação do cuidado. • Nursing intervention classification – NIC. 1) realizar mudança de decúbito 2/2 h. Não posicionar o cliente em decúbito lateral D; 2) Instalar colchão piramidal, hoje; 3)Fazer curativo em lesão com S.F 0,9% e curativo de alginato de cálcio, ocluindo-o com gaze e micropore hoje. Avaliar curativo diariamente e trocar de 3/3 dias, ou antes, caso esteja úmido, sujo, solto. Envolve decidir se as intervenções ajudaram o paciente. É necessário mudar o plano? Resultados esperados através da: Nursing outcomes classification – NOC. 5ª ETAPA: AVALIAÇÃO Ex. O cliente apresentará melhora no aspecto da lesão da região trocantérica D com redução da área lesionada em até 30 dias. Sabe utilizar? NANDA NICNOC 13 DOMÍNIOS; 47 CLASSES; DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM; SUMÁRIO RESULTADOS ESPERADOS POR DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM SUMÁRIO INTERVENÇÕES POR DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM Referencias.: • SUDDARTH, D S; BARE, BG(Orgs). Brunner/Suddarth: Tratado de enfermagem médico cirúrgica. 13º ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. • LUCIA, A.; BARROS, B.L.; Anamnese e Exame Físico: avaliação diagnóstica no adulto. 3ª edição. Ed. Artemed, Porto Alegre, 2016.