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Localização de escroto e testículos • Escroto ➢ Ruminantes: entre as partes craniais das coxas ➢ Equinos: na porção ventral do abdômen caudal • Testículos ➢ Ruminantes: mais verticais do que nos equinos, é penduloso. ➢ Equinos: mais horizontais do que nos ruminantes, é mais discreto que nos ruminantes. Anatomia cirúrgica Equino: o epidídimo é uma glândula anexa, que tem a cauda, o corpo e a cabeça. O ligamento da cauda do epidídimo é o que dificulta a exposição do testículo, então deve-se romper esse ligamento para expor o testículo. O testículo é irrigado pelo plexo pampiniforme, uma artéria envolta por várias veias para que o sangue chegue um pouco mais frio aos testículos para não prejudicar a espermatogênese, não conseguimos identificar isso tudo na cirurgia. O plexo vai compor o cordão espermático do animal. O cordão espermático é o plexo pampiniforme (parte vascular) junto com o cremáster. O ducto deferente que conduz o espermatozoide e o mesórquio, uma estrutura transparente (parte avascular). Testículo, epidídimo e cordão espermático estão envoltas por uma túnica escrotal, que antes era chamada de vaginal. Essa túnica escrotal é a continuação do peritônio, os testículos nasceram no abdômen e migraram para a bolsa escrotal, e quando está descendo para a bolsa e começa a descer pelo anel inguinal e vai para a bolsa. O anel inguinal está em volta pelo peritônio, e a medida que o testículo vai descendo para dentro da bolsa escrotal, vai levando com ele o peritônio, então o peritônio passa a se chamar túnica escrotal. Quando formos operar, podemos abrir ou não a túnica, se formos abrir será a técnica aberta, e se deixarmos fechada será a técnica fechada. Se abro a túnica, comunico a incisão com o abdômen, então se a cirurgia contaminar pode estender para o abdômen, causando uma peritonite.