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Acadêmica: Gabriela Costa de Castro 
Curso: Medicina – SOI V 
 
Tics - Alzheimer 
 
1. Porque a Doença de Alzheimer acomete mais algumas pessoas (Ex. Síndrome 
de Down)? 
Os estudos demonstram que por volta dos 40 anos, quase 100% das pessoas com 
Síndrome de Down que morrem têm as alterações cerebrais características da Doença de 
Alzheimer. 
A proteína precursora amilóide, que dá origem ao fragmento – proteína amilóide 
tóxica (que forma as placas senis no cérebro e que danifica provavelmente as células 
cerebrais e as conexões existentes entre elas), está codificada no cromossoma 21. Uma 
vez que as pessoas com Síndrome de Down têm uma cópia extra do cromossoma 21, 
produzem 1.5 vezes mais proteína precursora amilóide do que as outras pessoas e isto 
parece resultar na tendência para a formação excessiva da proteína amilóide. Esta situação 
parece causar o aparecimento mais precoce das alterações cerebrais típicas da Doença de 
Alzheimer. 
No entanto, existe um número significativo de pessoas com Síndrome de Down com 
mais de 40 anos que não mostra sinais de ter Doença de Alzheimer. Atualmente, ainda 
não se compreende porque é que as alterações características da Doença de Alzheimer 
não produzem necessariamente a condição em pessoas com Síndrome de Down. 
 
2. Quais os dois grupos e suas peculiaridades? 
Tendo como base a idade, a Doença de Alzheimer (DA) pode ser classificada em dois 
grupos: a esporádica, normalmente de início tardio (após os 65 anos); e a familial, de 
início precoce (antes dos 65 anos), que representa apenas 5% dos casos da Doença. A 
 
forma mais conhecida da DA é a amnéstica, com prejuízo na memória recente e na 
capacidade de aprendizado de novos fatos 
 
3. Como é a cronologia dos sintomas? 
 
Pré-demência – Nessa fase, os sintomas são muito sutis e muitas vezes atribuídos, de 
forma equivocada, ao envelhecimento natural ou ao estresse. Nesse momento, quando se 
suspeita de doença de alzheimer, pode-se aplicar testes neuropsicológicos que permitem 
revelar a doença até oito anos antes da pessoa cumprir os critérios para diagnóstico de 
Alzheimer. Além da perda de memória recente, essa fase pode incluir sintomas como 
mudanças sutis na atenção, apatia, irritabilidade e sintomas depressivos. 
Estágio inicial ou leve - No estágio leve, para muitos considerado o primeiro estágio, 
os sintomas de pré-demência se agravam e o paciente pode se encontrar com dificuldade 
para encontrar palavras, desorientado no tempo e no espaço e com dificuldades para tomar 
decisões. 
Estágio intermediário - No estágio intermediário, são comuns dificuldades mais 
evidentes no diaa-dia, com esquecimento de fatos mais marcantes, como o nome de 
pessoas próximas; dificuldade com higiene pessoal e autocuidados; incapacidade de 
cozinhar e cuidar da casa; maior dificuldade para falar e se expressar com clareza; 
alucinações e alterações de comportamento. 
Estágio avançado (terminal) - O estágio avançado, ou estágio terminal, cursa com 
prejuízo gravíssimo da memória, com incapacidade de registrar dados e muita dificuldade 
em recuperar informações antigas, como o reconhecimento de pessoas e locais familiares. 
Nessa fase, o paciente pode já não conseguir alimentar-se normalmente, apresentando 
dificuldade em deglutir, além de poder haver incontinência urinária e fecal e 
comportamento inadequado intensificado. A doença pode progredir ainda com 
dificuldades motoras, sendo necessário auxílio para caminhar, como o uso de cadeira de 
rodas ou até mesmo ficar acamado. Nesse estágio, o paciente apresenta alto risco de 
desenvolver infecções, escaras e necessidade de hospitalização 
 
Referência: 
 
 
FALCO, Anna De et al. Doença de Alzheimer: hipóteses etiológicas e perspectivas de 
tratamento. Química Nova, v. 39, p. 63-80, 2016. 2. HOLTZMAN, David M.; 
 
MANDELKOW, Eckhard; SELKOE, Dennis J. Alzheimer disease in 2020. Cold Spring 
Harbor perspectives in medicine, v. 2, n. 11, p. a011585, 2012.

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