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Fisiologia 2 
Assuntos abordados na matéria: cardiovascular, 
respiratório, urinário e digestório 
Cardiovascular 
Aparelho cardiovascular: 
1. Coração: sua principal função é gerar uma 
força que cria uma pressão. Porque nós temos 
no cardiovascular um liquido, que precisa 
passar por canais (e isso só é possível por 
causa da diferença de pressão) = 
bombeamento do sangue 
2. Átrios: sua principal função é receber, e com 
isso, possuir uma baixa pressão, atraindo o 
sangue. Além do lado direito ter o nodo 
sinoatrial e o hormônio PAN, liberado através 
da chegada volumosa de sangue nos átrios, 
causando a pressão na parede. (a falta da 
contração no átrio não causa sinal clinico 
nenhum, não possui problemas) 
3. Esqueleto cardíaco: ele é feito de tecido 
conjuntivo fibroso. Sua principal função é 
inibir a corrente elétrica, ou seja, mandar 
ordem do sangue do ápice para a base. 
4. Ventrículos: sua principal função é gerar a 
força -> alta pressão para empurrar esse 
sangue em direção as artérias 
5. Vasos sanguíneos: 
➔ Artérias: as artérias mais próximas do 
coração (artéria elástica), como a aorta 
é diferente das artérias musculares, como 
a artéria maxilar. Isso se da pelo fato que 
as elásticas vão manter uma força maior, 
se dilatam e mexem com a pressão, 
ficando com uma pressão maior por estar 
mais próximo ao coração, já as musculares 
trabalham com pressões mais baixas por 
estarem mais afastadas. 
➔ Arteríolas: trabalham com 
vasoconstrição e vasodilatação 
(simpático e parassimpático). 
➔ Capilares: exemplo “arteríola aferente e 
arteríola eferente” do rim que ajuda no 
aumento ou diminuição da urina. As 
trocas do sangue com o tecido ocorrem 
devido aos capilares. 
➔ Vênulas: veias de baixa complacência, ou 
seja, a capacidade de receber um 
conteúdo e não aceita-lo. 
➔ Veias: são complacentes (aceitam o 
conteúdo -> trabalham com grandes 
quantidades de sangue) 
6. Órgãos linfáticos 
Controlador das hemácias velhas, que passam muitas 
vezes no baço e fígado durante sua vida. Elas vão 
perdendo suas capacidades elásticas nas membranas 
e esses órgãos linfáticos controlam elas. 
➔ Baço: serve como um reservatório de 
hemácias e defesa do organismo, onde a 
destruição de células resulta em toxinas 
que precisam ir para o fígado e serem 
“limpas” 
➔ Timo 
➔ Tonsila 
7. Vasos linfáticos 
O vaso linfático tem importância no controle de 
circulação de fluidos, onde tudo aquilo que não saiu 
pelos capilares e sim pelas vênulas vão ser retirados 
por esses vasos linfáticos. 
➔ Caminho de circulação: vão da periferia 
para devolver o liquido chamado “linfa” 
para o liquido chamado “sangue” 
desembocando nas veias até chegar no 
átrio direito do coração 
➔ Linfonodos 
8. Sangue (medula óssea) 
➔ Hemácia: transporte de O2 e presença de 
diferentes hemoglobinas (onde pode 
ocorrer as transformações de ferro 
ferroso e ferro fênico) 
depende da concentração de oxigênio na 
região do organismo para atuar as 
hemoglobinas 
➔ Plaquetas: coagulação do sangue 
➔ Plasma: os principais componentes do 
plasma são a agua, proteínas, eletrólitos 
e hormônio 
São quatro forças que controlam as trocas do sangue 
com os tecidos: pressão hidrostática (força da coluna 
de agua e quanto maior a pressão de um lado da 
coluna mais ele vai empurrar os componentes para o 
outro lado) e pressão oncótica, onde usa uma força 
atrativa em relação a junção de macromoléculas a 
partir das proteínas (o fígado cria essas proteínas 
coloidosmoticas) que é a força crucial para ocorrer 
as trocas entre o sangue e os tecidos. 
➔ Leucócitos 
Granulócitos (neutrófilos, eosinófilos e basófilos): 
tudo que termina com “penia” é a diminuição de 
algum dos granulócitos. Os neutrófilos ajudam a 
combater as infecções bacterianas, basófilo com 
inflamações e eosinófilos ajudam no combate contra 
as infestações parasitarias. 
Monócitos: são liberados na corrente sanguínea e 
rapidamente vão pra algum órgão (viram 
“macrófagos” por exemplo) 
Linfócitos 
9. Medula óssea + 
Todas as células do sangue são produzidas na medula 
óssea. Lá existem células que se chamam 
“multipotentes” (células tronco) elas podem formar 
qualquer linhagem de célula do sangue e é necessário 
estímulos para ver qual linhagem vão formar. Mas 
toda vez que uma célula tronca se diferencia ela 
perde sua potencia -> virando unipotente. 
Ciclo cardíaco 
Átrios e ventrículos vão trabalhando 
automaticamente e ciclicamente. Então quando o 
sangue esta saindo do ventrículo o átrio já esta 
recebendo o sangue novamente. 
Átrio 
No momento da chegada do sangue na câmara do 
átrio direito (diástole atrial), as valvas 
atrioventriculares (essa passagem para o ventrículo 
tem que estar fechado) estará em sístole. Após o 
ventrículo terminar de contrair e o átrio estar 
repleto de sangue, vai acontecer um evento de 
DIFERENÇA DE PRESSÃO. Então o ventrículo vai 
relaxar (sem sangue) e a sua pressão estará baixa, já 
o átrio estará cheio de sangue, então sua pressão 
ficará alta (maior pressão -> menor pressão). 
 
Resumo do ciclo: chega sangue no átrio com as 
válvulas fechadas, esse sangue vai se acumulando ali 
e por diferença de pressão as válvulas vão se abrir, 
mesmo quando o sangue despenca para o ventrículo 
neste momento, ainda existe sangue chegando ao 
átrio (período da diástole). A sístole atrial, logo 
depois, vai ter a função de expulsar o sangue que esta 
retido nas aurículas (nada pode ficar parado lá). As 
válvulas vão sempre para o ponto de menor pressão. 
Quando o ventrículo está cheio consequentemente sua 
pressão estará maior e assim, por causa da diferença 
de pressão, os ventrículos vão se fechar novamente. O 
átrio se enche de novo voltando para o começa do 
ciclo. 
Ventrículo 
 
Resumo do ciclo: quando a sístole atrial acaba 
(fechamento da valva A.V), vai começar a contração 
isovolumétrica (ele contrai mas o volume de sangue 
nele permanece o mesmo - sístole ventricular) porque 
o ventrículo ainda não conseguiu fazer força 
suficiente para gerar uma pressão dentro da câmara 
e abrir a válvula, então ele vai ficar contraindo ali. 
Quando a pressão da contração do ventrículo for 
maior do que a pressão da artéria, a valva das 
artérias vão se abrir para a passagem do sangue 
ocorrer (processo de ejeção ventricular). A abertura 
das valvas das artérias marcam o fim da contração 
isovolumétrica e o inicio da ejeção ventricular. E se 
aumentou a pressão nas artérias e diminuiu no 
ventrículo esquerdo ela desce e se fecha (artérias). Se 
as válvulas fecharam e esse ventrículo começou sua 
diástole, significa que ele vai relaxar, chamado de 
relaxamento isovolumétrico (não tem alteração de 
volume devido a todas as válvulas fechadas). Após esse 
relaxamento, o átrio enche-se de sangue (sua pressão 
consequentemente fica maior) as valvas 
atrioventriculares vão se abrir e o sangue despenca 
para o ventrículo, esse processo chama-se rápido 
enchimento ventricular. O sangue passa direto 
(diástase) e ocorre a contração da aurícula (sístole 
atrial), depois o ciclo reinicia. 
➔ Se o ventrículo esta em sístole ventricular, 
automaticamente o átrio tem que estar 
em diástole 
 
Pressão atrial (3 pontos de oscilação) 
1. Onda A: diretamente pelo próprio átrio. 
Aumenta a pressão do átrio porque causa 
uma contração na sua parede -> sístole atrial 
2. Onda C e V: estão relacionadas com o próprio 
ventrículo (principalmente esquerdo) porque 
ele gera alterações em volta dele -> contração 
ventricular 
Bulhas cardíacas 
O fechamento das válvulas e o turbilhonamento do 
sangue nas paredes geram sons que identificamos 
como Bulhas cardíacas (podemos auscultar) 
1. Primeira bulha: vai estar no inicio da 
contração isovolumétrica, significa que o 
ventrículo esta contraindo (recebeu sangue). 
Ela é grave a longa. 
 
2. Segunda bulha: vai vir junto com o 
relaxamento isovolumétrico (sangue saindo) e 
fechamento das artérias. Ela é curta e aguda. 
Sempre após uma bulha, ou seja, nomomento dela, o 
coração vai estar isovolumétrico. 
Eletrocardiograma 
Ele marca a corrente elétrica nas células do coração 
(despolarização ou repolarização das células) 
Onda P = existe um conjunto de células, que é o nodo 
sinoatrial (está junto com o átrio). Ali que começa a 
corrente elétrica -> então a despolarização do marca 
passo acontece e essa sequencia se espalha no átrio, 
para ocorrer a sístole atrial. É a primeira onda 
mostrada no gráfico. Sístole atrial. 
Complexo QRS = está indicando que passou pelo átrio 
e esta chegando no nodo atrioventricular e vai se 
espalhar pelo ventrículo, chegando ao ápice do 
coração -> despolarizar o ventrículo e iniciar a sístole 
ventricular. 
Onda T: marca a repolarização ventricular. Trocar a 
carga elétrica para voltar para o potencial de 
repouso e esperar a chegada de uma nova ordem para 
despolarizar novamente. 
Gráfico do marcapasso 
 
Se a célula pode chegar em -120 de repouso, significa 
que existe alguns canais que estão fechados, estão em 
constância e não tem trocas. E o quanto que essa 
célula vai subir ou descer, vai determinar quantas 
vezes nosso coração vai bater. Por que quando ela 
alcança esses -60 milivolts, canais de sódio se abrem, 
o sódio entra (positivo) então ela sobe. 
Na membrana das células existe canais de cálcio. 
Esses canais de cálcio são dependentes de voltagem. 
Eles só abrem quando alcançam 40 milivolts, ai o 
cálcio entra absurdamente nas células gerando o 
pico de despolarização -> passando essa corrente 
elétrica para células vizinhas. 
Se pra ele despolarizar teve entrada de cátions (íons 
positivos) para ele repolarizar os cátions precisam 
sair, então acontece a abertura de canais de potássio, 
para ele sair e repolarizar, voltando ao -60 milivolts. 
 
O esqueleto cardíaco presente no “meio”, vai servir 
como um isolante elétrico, ou seja, a corrente elétrica 
só pode passar pelo nodo atrioventricular para 
chegar ao ápice. Ali está presente também o tecido 
de condução do ritmo cardíaco (isso pode dizer se 
existe uma disritmia por exemplo). 
 
Nesta imagem cada domino seria uma célula, a 
despolarização de uma célula estimula a vizinha e 
assim sucessivamente. Porem, para ter da contração 
das células musculares cardíacas verdadeiras, o 
gráfico do marca-passo não vale, somente esse: 
Estes gráficos representam as polaridades em relação 
a membrana da célula do miocárdio. Células do 
miocárdio que vão ter relação com a CONTRAÇÃO e 
não condução. A despolarização que ocorre nas 
células do miocárdio é um evento intenso, para 
ocorrer alteração é necessário uma grande 
quantidade de cátions (que tem no lado de fora da 
célula) então: 
Fase 0 (primeiro gráfico): ocorre principalmente pelo 
influxo de sódio. Abrem canais de sódio através da 
corrente elétrica que veio lá do átrio para o 
ventrículo e vem passando de célula em célula (efeito 
domino) até chegar na abertura de canais de sódio, 
facilitando a entrada do sódio na célula e gerando 
a despolarização. Essa despolarização do sódio é o 
fator estimulante para abrir canais de cálcio, mas 
eles não se abre tão rapidamente como o sódio (ele se 
abre no final do pico). 
Fase 1 (primeiro gráfico): se fecham os canais com 
comportas do sódio e abrem canais de potássio. 
 
Fase 2 (primeiro gráfico – PROVA): fase do Platô. É 
uma fase que faz com que ele demore em sua 
despolarização. Efeito longo e que mantem uma 
constância. Isso é importante para que vá 
acontecendo esta contração em ordem e dê tempo de 
voltar ao normal para receber um novo estimulo. É 
importante ter esse intervalo de tempo. Tem relação 
com os canais lentos de cálcio, para eles entrarem na 
célula. Nisso o potássio também está saindo nessa 
fase, vai ter um efluxo de potássio e influxo de cálcio. 
➔ O cálcio vai ajudar na contração 
Fase 3 (primeiro gráfico): começa a despencar 
novamente quando os canais lentos de cálcio se 
fecham. O cálcio no citoplasma vai ser expulso da 
célula. Nessa fase a corrente de potássio vai 
aumentar e isso vai gerar a repolarização da célula, 
voltando a ficar negativa. 
Fase 4 (primeiro gráfico): manutenção de repouso, ou 
seja, presença da bomba de sódio e potássio para 
manter o equilíbrio. Ela fica jogando sódio e potássio 
para lados opostos e isso faz com que eles queiram 
mudar (efeito atrativo). 
➔ O repouso das células é o equilíbrio do 
potássio 
O marcapasso consegue manter uma ordem e 
controle das células, porem, qualquer alteração dele 
outra célula autônoma do coração (que consegue se 
despolarizar sozinha) pode assumir o controle do 
coração e gerar desastres como doenças. Mas existe 
também outras relações do marca-passo e não estão 
associado á doenças, como: 
Efeito Cronotrópico 
O sistema nervoso autônomo consegue alterar o 
tempo de ação do nodo sinoatrial, gerando um efeito 
cronotrópico: 
1. Positivo = simpático (neurônios do simpático 
estimulam, graças a liberação de 
noraepinefrina e epinefrina, em receptores 
do tipo beta – que tem lá nas células do 
marcapasso – estimula para que toda essa 
ação de despolarização e repolarização 
ocorra em um tempo mais curto - rápido, 
para aguardar a chegada de um novo 
estimulo. Então vai diminuir o tempo de ação 
do marcapasso e o coração vai bater mais 
rápido - acelerando-o). 
2. Negativo = parassimpático (atuam em 
receptores muscarínicos do tipo 2 e nervo 
vago, com receptores acetilcolina, 
aumentando o tempo e gerar efeito 
cronotrópico negativo, causando uma 
bradicardia) 
Efeito dromotrópico 
O simpático e parassimpático vão atuar nas células 
de condutibilidade (condução), trabalhando na 
condução elétrica, acelerando. 
➔ Positivo = simpático (facilita a corrente 
elétrica) 
➔ Negativo = parassimpático (diminui e 
interfere na corrente elétrica, deixando-
a mais lenta) 
Efeito inotrópico 
simpático e parassimpático vão atuar nos mesmos 
neurotransmissores e receptores, mas agora 
tralhando com outras células, células do musculo 
(contrátil) 
➔ Positivo = simpático (atuando em 
receptores beta, vai aumentar a força de 
contração ventricular – efeito inotrópico 
positivo – acelerando o coração) 
➔ Negativo = parassimpático (no momento 
de ação sobre o musculo - musculo do 
átrio – ação atrial, ele vai diminuir a 
força nos átrios) 
 
Período refratário 
O período refratário é aquele período onde o musculo 
não deve receber um novo estimulo – vai bater e sair. 
 
 
Período refratário absoluto 
Nesta hora, qualquer estimulo que chegar para 
qualquer célula do miocárdio, esse estimulo não 
causara nenhuma ação sobre ela. Não responde 
nunca, não importa o estimulo. Isso acontece devido 
aos canais com comporta fechados. 
Período refratário efetivo 
A metade dos canais de sódio já estão voltando ao 
seu padrão, mas ainda muitos estão com a comporta 
de inativação fechada. Então, começa a ter uma 
possibilidade de um estimulo causar uma ação. 
Período refratário relativo 
O estimulo já pode causar uma ação sobre o coração. 
Se chegar um estimulo aqui, mesmo sem ele ter 
voltado para o repouso, a célula responde e gera uma 
nova contração. Neste momento, a contração do 
musculo não tem uma forte corrente elétrica pra 
gerar uma contração boa. 
Período superior (não tem na imagem) 
Nesse momento, se vier uma ordem de contração, ela 
vai ser acentuada. Isso porque a corrente elétrica esta 
perto do repouso e vai ser mais rápida. Aqui abre mais 
intensamente os canais de cálcio, gerando uma 
contração melhor. Evento de efeito superior. 
 
por causa da direção da corrente elétrica e a posição 
dos eletrodos é que vai se tendo a possibilidade de 
marcar a corrente elétrica no papel (como mostrado 
na imagem a cima). É um eletrocardiograma, gerado 
a partir da ordem que sai do sinoatrial e vai para o 
átrio (para ter a sístole atrial) e gerar a onda P. 
Onda U = até hoje não se tem certeza da função e o 
porquê dessa onda. Mas aidea atual sobre ela é que: 
foi visto que as células do miocárdio (contrateis) não 
são iguais, então existe camadas do musculo cardíaco. 
Então, as células do miocárdio estão em posições 
diferentes e tempo de despolarização diferentes. 
Repolarização tardia. 
Pressão 
 
Apesar de trabalharem ao mesmo tempo e com 
volumes parecidos, o ventrículo esquerdo e o 
ventrículo direito não trabalham com a mesma 
pressão. O trabalho do lado direito é associado a 
reoxigenação, diferente da circulação sistêmica que 
precisa fazer pressões diferentes para chegar em todo 
local do corpo. 
Em cada ciclo o volume ejetado na Aorta durante a 
sístole é igual ao volume do retorno venoso. 
Trabalho cardíaco: Eles precisam trabalhar com as 
diferenças de pressão. Porque o sangue precisa 
circular e chegar em todos os órgãos. 
Debito cardíaco: quantidade de sangue que sai do 
coração por minuto. (25% vai para os rins). Para 
calcular eu preciso analisar a frequência cardíaca 
(quantas vezes o coração bateu em um minuto VEZES 
o quanto de volume saiu a cada contração). 
➔ Pressão diastólica: grande aumento do 
volume de sangue, chagada no ventrículo 
➔ Pressão sistólica: força de contração 
para expulsar o sangue para as artérias 
Bulhas cardíacas 
1* grave, duradoura, inicio da sístole na fase de 
contração isovolumétrica (120ms), fechamento das 
valvas AV 
2* estalido, diástole, fechamento das semilunares 
3* impacto do sangue na parede ventricular, inicio 
da diástole, muito baixa 
4* impacto do sangue na parede ventricular e 
contração da sístole atrial, muito baixa 
(esse assunto não será cobrado em prova) 
Local de Auscultação 
 
(Pontos de ausculta de cada valva). 
Ruídos normais 
Desdobramento fisiológico da segunda bulha direita 
Desdobramento da segunda bulha esquerda 
➔ Defeito do Septo Interventricular 
➔ Bloqueio de ramo esquerdo 
Aumento de B3 e B4 
➔ Complacência diminuída do ventrículo 
(rigidez) 
➔ Hipertrofia ventricular concêntrica 
Ruídos anormais – sopros 
 
 
Ritmos anormais 
➔ Alteração do nodo sinoatrial 
➔ Nodo atrioventricular assumindo 
➔ Bloqueio 
➔ Automatismo indevido de um foco 
ectópico 
➔ Extra-sístoles 
➔ Bloqueio atrioventricular 
➔ Bloqueio de ramo 
➔ Flutter e fibrilação 
(não vai ser cobrado em prova) 
Características circulatórias gerais 
O sangue circula por diferença de pressão. Outra 
coisa que também interfere é a viscosidade do liquido 
(sangue) e quanto maior a viscosidade, maior 
resistência será feita (criando coágulos por exemplo), 
essa viscosidade interfere na fluidez. A pressão pode 
mudar dependendo da gravidade em certas regiões 
do corpo do animal. Ex: girafa. Então a diferença de 
pressão de um ponto para outro se chama “pressão 
de perfusão” -> é a força que vai fazer o liquido se 
deslocar de um ponto A para o ponto B. E o nome que 
damos para esse deslocamento do liquido se chama 
“fluxo em massa”. Quanto maior o raio de um vaso 
for, maior será esse fluxo em massa, quanto 
menor...mais difícil. 
Pressão 
➔ Aorta 95mmHg 
➔ Artérias medias 85mmHg 
➔ Artérias pequenas 55mmHg 
➔ Capilares 30mmHg 
➔ Vênulas 10mmHg 
➔ Veias cavas 03mmHg 
84% sistêmica 
➔ 64% veias 
➔ 15% artérias 
➔ 5% capilares 
16% pulmonar 
➔ 09% coração 
➔ 07% pulmão 
 
 
Pressão de perfusão e transmural (fluxo 
em massa e difusão) 
➔ Pressão sistêmica 95mmHg 
➔ Pressão pulmonar 08mmHg 
➔ Ação da gravidade 1,36cm 
O fato da rede (rede de capilares) ser maior faz com 
que cada um deles não interfira no resultado final. 
A fluidez é muito melhor por conta do espaço. 
Pressão transmural: é a força para os componentes 
atravessarem a parede dos capilares e chegarem nas 
células. Isto ocorre por um mecanismos de difusão, e 
essa difusão será mais rápida se a célula estiver mais 
próxima ao vaso, mas quanto mais distante do 
capilar, mais lenta e mais difícil é a difusão. 
Permuta entre sangue e liquido 
intersticial 
Lei de Fick 
➔ Taxa de difusão: formula 
Delta X = distancia do sangue (do que esta dentro do 
capilar) para a célula que ele precisa trocar e nutrir 
– quanto maior a distancia menor é a taxa de difusão 
Colchetes = representação da concentração de uma 
molécula 
S = qualquer substancia ou molécula 
C = capilar (dentro do sangue) 
I = interstício (espaço ao redor das células) 
A = area de transporte 
D = coeficiente de difusão 
D x A x ((S)c-(S)i) dividido pelo Delta X 
Essa pressão transmural, que é a indicação da difusão 
das moléculas, quanto mais distancia existir para essa 
molécula atravessar e chegar em seu objetivo, menor 
essa força. 
➔ Maior distancia = menor taxa de difusão 
➔ Menor distancia = maior taxa de difusão 
Um tecido pode aumentar o seu fluxo, sem interferir 
no fluxo do corpo todo, mediante informações locais 
sobre taxas de oxigenação. 
➔ Não pode ter uma alta pressão nos 
capilares se não o plasma sanguíneo se 
desloca para os tecidos, gerando edemas 
Distribuição do volume de sangue por diferentes 
partes do corpo. Quanto maior o animal, maior é a 
força de tração, gerando pressão para ficar nas 
extremidades (sangue) nas periferias. 
A força ventricular é a força alta pra iniciar essa 
distensibilidade das artérias e garantir essas 
sequencia de pressões. 
➔ Fluxo em massa: movimentação do sangue 
dentro dos vasos (é desencadeada pela 
diferença de pressão) 
Formula da corrente sanguínea 
Delta P = diferença de pressão entre dois pontos 
(quanto maior essa diferença de pressão melhor é a 
sua fluidez entre um ponto ao outro) 
Resistencia dos vasos: quanto maior a resistência 
(maior dificuldade desse sangue fluir) menor é o fluxo 
(corrente de sangue no vaso) 
➔ O numero de células interfere na 
viscosidade e a viscosidade interfere na 
resistência 
Raio: diâmetro do vaso (quanto maior o raio, maior é 
sua fluidez e vice versa) 
Então se eu tenho um sangue mais viscoso, preciso 
aumentar a pressão para gerar um fluido maior e 
chegar até os órgãos. 
 
 
 
 
Receptores 
No corpo do animal existe vários receptores 
espalhados, que percebem alterações de pressão para 
gerar uma resposta adaptativa, como: 
1. Átrios (parede) vão estimular uma aceleração 
de contração e também o controle do 
hormônio PAN -> então percebem a distensão 
dos átrios e geram mecanismos de respostas 
(aumento da contração cardíaca ou 
liberação do PAN) 
2. Carótidas -> baroceptores (grandes artérias 
que controlam as altas pressões) 
3. Receptores nos rins que estão sempre 
mensurando o nível de pressão sanguíneo 
(para os rins trabalharem efetivamente na 
produção de urina) -> sistema renina 
angiotensina aldosterona 
Na base do encéfalo (tronco encefálico) existe 
centros nervosos que são vasomotores, eles vão 
perceber essa mudança de pressão e estimular 
hormônios. Geralmente essas respostas hormonais 
vão sair pelo simpático (taquicardia e vasoconstrição 
em alguns vasos) e tentam trazer o equilíbrio 
corpóreo. 
➔ Os receptores podem se adaptar (mas se 
os estímulos forem constantes) 
Existem receptores no corpo que também vão perceber 
alterações de oxigênio. 
Se o fluxo depende dessa pressão e resistência, se eu 
tenho uma pressão baixa, preciso de uma resistência 
baixa também para o sangue fluir. 
O que pode interferir na resistência 
periférica 
1. Alteração da elasticidade dos vasos 
2. Viscosidade do sangue 
3. Constrição do vaso (vasoconstrição) 
ADH (hormônio antidiurético) e vasopressina causa 
uma alteração vascular sistêmica. 
Sistema renina angiotensina aldosterona: seu local 
de transformação é o pulmão -> Aumenta a pressão 
(resistência) porque causa a vasoconstrição. 
Aldosterona: segura o liquido do plasma e 
consequentemente altera a pressão também 
Oxido nítrico: é uma molécula liberada localmente, 
por varias estimulações. Ele facilita a circulação 
sanguínea no local (exemplo ereção do pênis) – 
promove a vasodilatação. 
Como a estimulação do aparelho justaglomerular dos 
rins acontece 
Quando estimuladolibera renina (hormônio que o 
rim produz), ela cai na circulação sanguínea, quando 
ela está lá acontece a estimulação do 
angiotensinogenio em angiotensina (pela enzima ECA 
– elas está nos pulmões também). A angiotensina 
aumenta a tensão nos vasos (resistência aumenta – 
diminuindo o fluxo). 
Simpático: vasoconstrição. 
Reatividade vascular: células do vaso podem liberar 
substancias (exemplo: endotelina, liberado pelo 
tecido epitelial – no local) aumentando a resistência 
e diminuindo o fluxo (aumentando a pressão). 
Viscosidade: se aumentar o hematócrito é porque 
aumentou a resistência, diminuindo o fluxo. 
Elasticidade: diminuindo a elasticidade do vaso, tem-
se maior resistência, diminuindo o fluxo. 
Resistencia periférica 
➔ Vasoconstrição 
➔ ADH 
➔ Renina Angiotensina Aldosterona 
➔ Simpático 
➔ Reatividade vascular 
➔ Queda de óxido nítrico 
➔ Viscosidade do sangue 
➔ Baixa elasticidade 
Fatores que interferem no debito 
cardíaco 
Quantidade de sangue que sai do coração por minuto. 
Debito cardíaco 
➔ Volume sanguíneo 
➔ Ingestão de sódio (sede e ADH) 
➔ Aldosterona 
➔ Baixa excreção de água 
➔ Simpático 
➔ Parassimpático 
O debito cardíaco depende do volume e frequência 
➔ Simpático = aumenta a frequência 
(aumentando o debito) 
➔ Parassimpático = diminui a frequência 
(diminuindo o debito) 
O aumento do debito interfere na pressão sanguínea 
Pressão transmural (continuação) 
Pressão aplicada pelo sangue na parede dos vasos, 
para ajustar a passagem dos componentes pela 
parede do capilar para chegar no tecido (células – e 
vice versa) CAPILAR -> TECIDO 
Existem forças que vão controlar essa passagem: 
1. Na extremidade arterial, essas forças de 
passagem são maiores para que os solutos e a 
agua saiam do capilar e vá para as células 
2. Na extremidade venosa, essas forças são ao 
contraio, elas tendem a gerar a capacidade 
dos componentes soluto e agua, que saia do 
tecido e vá para dentro do capilar 
Se existe uma força maior de saída ao invés de 
retorno, a tendência desse tecido é aumentar o 
liquido. A retirada do excedente vai ser feita pela 
linfa, então esses capilares linfáticos vão evitar o 
acumulo de solução junto as células (tecido). Se 
falhar esse sistema acontece o EDEMA (diferente de 
um edema cardiogênico) 
Permuta entre sangue e liquido 
intersticial (continuação) 
A formulas indica o quanto que passa dessas 
moléculas pela parede. Então a pressão transmural é 
a força pra ter o transporte (difusão), para gerar um 
equilíbrio (homeostasia). 
O2 e C02 passam facilmente por essa parede, mas o 
C02 tem o coeficiente de difusão maior que o 02, 
então ele acaba passando até mais rápido. 
As moléculas lipossolúveis pequenas conseguem passar 
facilmente. 
 
 
 
 
As quatro pressões que vão indicar esse 
transporte 
1. Pressão hidrostática do capilar: a força da 
coluna da água (solvente) sobre essa parede 
do vaso (pressionando-a) (PC) 
➔ Ter uma velocidade baixa no capilar 
favorece com que essas forças atuem e 
aconteça as trocas 
2. Pressão hidrostática no interstício: espaço 
entre as células (PI) – sempre empurra para 
o outro lado por meio da água 
3. Pressão oncótica (coloidosmotica): é a força 
de manter aquela substancia naquele lugar – 
é a força de atração de uma molécula sobre 
outra, para manter aquela molécula perto 
dela 
➔ Proteínas dentro do capilar: onde tiver 
muitas proteínas acumuladas, maior será 
a pressão oncótica 
4. Pressão coloidosmotica do capilar e 
interstício 
Exemplo 1: se a pressão hidrostática for muito alta, 
os componentes começam a sair. Então saiu a água e 
diminuiu a pressão hidrostática, mas a proteína 
continua lá dentro. A pressão oncótica nesse 
momento fica mais forte. (muita proteína e pouco 
liquido) -> muitos saíram para o tecido. 
Exemplo 2: se a vasoconstrição acontecer na arteríola 
do capilar (na saída) acontece o aumento da pressão 
hidrostática, favorece sair em grande quantidade -> 
isso filtra mais o sangue para produzir mais urina. 
Edema 
➔ Maior PC = veias varicosas, ICC e 
inflamação 
➔ Maior permeabilidade vascular = 
inflamação e choque anafilático 
➔ Menor numero plasma = hepatopatias, 
inflamação, dietas hipoproteicas, 
parasitas hematófagos e nefropatias 
➔ Obstrução linfática (elefantíase) ou 
retirada de linfonodos 
Pode causar edema quando diminui a pressão 
coloidosmotica no capilar (plasma). Quem gera o 
coloide são as proteínas plasmáticas (se elas reduzem) 
vai diminuir a pressão coloidosmotica no plasma, se 
não tem essa força não atrai de volta, acumula do 
outro lado, acumulando no tecido e causando o 
edema. 
Controle do Fluxo Sanguíneo 
Intrínsecos: é alguma molécula local (ex: endotelina, 
histamina) que são liberadas e fazem o controle do 
fluxo naquele determinado local – fatores intrínsecos 
Extrínsecos: são ordem que vem de outro local de 
corpo, como os hormônios (ex: angiotensina) – fator 
extrínseco (uma ordem que veio de outra fonte) 
➔ Fatores humorais 
➔ Fatores neuronais (simpático e 
parassimpático – liberando 
neurotransmissores) 
Parácrinos 
1. Endotelina: vasoconstrição, aumenta 
resistência e diminui o fluxo 
2. Histamina 
3. Oxido nítrico 
4. Tromboxano 
Essas moléculas são moléculas parácrinas, ou seja, 
agem localmente. A célula libera e estimula a células 
vizinha -> fatores teciduais 
Controle metabólico 
Hiperemia ativa: aumenta o sangue no tecido, excesso 
do trabalho naquele tecido. Maior circulação de 
sangue no tecido ou órgão. 
Hiperemia reativa (TPC): tempo de preenchimento 
capilar (tempo que leva para o sangue voltar a 
circular no local que você apertou e causou a pausa 
do sangue no local). 
Auto-regulação para manutenção da pressão (ex: 
cérebro) 
Fisiologia do aparelho respiratório 
Eventos mais importantes 
➔ Regulação da ventilação e de outros 
aspectos da respiração 
➔ Ventilação pulmonar -> renovação cíclica 
do gás alveolar pelo ar atmosférico (a 
falha da respiração correta poderia 
causar no individuo uma acidose ou 
alcalose e por outro lado pode ajustar o 
pH sanguíneo). 
➔ Difusão do oxigênio e do dióxido de 
carbono entre alvéolos e o sangue 
➔ Transporte no sangue e nos líquidos 
corporais 
Componentes do aparelho respiratório e 
ventilação 
1. Espaço morto anatômico (VEM): é o local por 
onde o ar está passando, pelas vias aéreas, 
mas esse ar não está sendo usado pra troca – 
então se tem maior numero de seios 
paranasais (como o cavalo) maior será o 
espaço morto anatômico 
2. Ventilação alveolar (VA) é a parte de ar que 
participa das trocas 
3. Volume total do ar respirado (VE) ou 
ventilação minuto é igual ao volume de cada 
respiração ou volume corrente (VC) pelo 
número de respirações (FR) VE = VA + VEM 
➔ Ventilação minuto: quanto de ar está 
chegando no pulmão 
➔ Volume minuto: quantas vezes ele respirou 
por minuto 
➔ Volume corrente: quanto de ar chega 
➔ Obs: se você estiver vendo contração da 
musculatura do abdômen isso não está 
normal em repouso 
 
4. Espaço morto alveolar pela perfusão de 
sangue: é a região do trato respiratório 
aonde é possível ocorrer a hematose, mas não 
está acontecendo porque os capilares 
sanguíneos, em contato com os alvéolos, não 
estão sendo perfundidos com o sangue 
5. Espaço morto fisiológico: junção dos dois 
espaços – ar que entra nos alvéolos, mas não 
participam efetivamente da hematose = EM 
anatômico + EM alveolar 
6. A quantia de cada respiração que ventila o 
EM é a relação entre EM ou VC, no cão 33%, 
em cavalos e bois 50% a 75%, pode servir para 
evaporar água e perder calor 
Controle da respiração 
➔ Núcleo pontino 
➔ Núcleos “bulbares” 
1. Dorsal 
2. Ventral 
➔ Eupneia: inibição rítmica inspiratória -> 
é criada em alguns momentos para que o 
animal possa fazer um ajuste daquela 
fase respiratória 
➔ Quimioceptores e Mecanoceptores 
No tronco encefálico é que estão os neurônios que 
controlam a respiração. No córtex cerebral existe 
axônioschegando nesses neurônios, fazendo sinapses. 
Existem receptores pelo corpo que vão perceber 
alterações (químicas ou mecânicas) e esses receptores 
estão ligados a neurônios, e esses neurônios chegam a 
esses núcleos (principais reguladores da respiração). 
1. Estimulação dos receptores químicos: pelos 
níveis de oxigênio e dióxido de carbono – 
então quando tenho alterações nos níveis de 
gases, aumenta a respiração porque precisa 
obter mais oxigênio 
2. Estimulação dos receptores mecânicos: existe 
vários receptores nos músculos associados a 
caixa torácica e na própria parede pulmonar 
Núcleos 
Se o neurônio estimular a parte excitatória eu vou 
aumentar a frequência respiratória, mas se estimular 
a área inibitória no núcleo bulbar eu vou diminuir a 
respiração. Então eu tenho uma ação direta sobre 
aumentar ou diminuir a ventilação se estimulo um 
centro inibitório ou excitatório. 
1. Excitatório = + 
2. Inibitório = - 
➔ Pontino é sempre excitatório 
A camada surfactante é importante para o 
funcionamento do pulmão, a sua ausência pode 
desenvolver colabamento e resistência -> alterando a 
mecânica dos pulmões, gerando estimulações nesses 
receptores, então se tenta um ajuste pela respiração 
e os núcleos vão tentar concertar aquela forma e 
voltar a homeostasia. Essa camada estão na parede 
do pulmão e da caixa torácica. 
Mecânica respiratória 
 
Movimentos que devem ser feitos e o que eles fazem 
para capacitar a ventilação. 
1. Movimento do pulmão: pressão intrapleural 
2. Movimento do ar: pressão intralaveolar 
Os pulmões estão revestidos pela pleura, essa pleura 
tem duas laminas, uma lamina parietal que está 
grudado na musculatura e uma lamina visceral que 
está grudada no pulmão, entre as duas laminas existe 
uma cavidade “cavidade pleural” ela é preenchida 
por um liquido, chamado “liquido pleural”. Para o 
pulmão se movimentar precisa ser criada uma pressão 
intrapleural (dentro desta cavidade) sem essa 
pressão o movimento do pulmão não acontece. Então 
quando o diafragma, pulmões, os intercostais, 
músculos se movimentam eles ampliam a caixa 
torácica, ao ampliar eles tracionam a pleura parietal. 
Se não houver essa pressão intrapleural, quando a 
pleura parietal se movimenta a visceral não 
acompanha e o pulmão não infla. Se o pulmão não se 
dilatar, não muda a pressão do alvéolo e o ar não 
entra. 
Pressão pleural 
Está pressão sempre estará negativa. Os pulmões são 
elásticos e entram em colapso como um balão e expele 
o ar quando não existe força puxando-o. Se prende 
pelo ligamento pulmonar, o resto “flutua” no líquido 
pleural, um lubrificante para os movimentos 
pulmonares. A sucção contínua do excesso deste 
liquido para os linfáticos, mantém um certo vácuo 
entre as pleuras, o que “prende” os pulmões na 
parede. No inicio da inspiração a pressão pleural é de 
– 05 cm H20, durante a inspiração normal isto chega 
a – 7,5 cm (variável) 
Para os pulmões inflarem, ele precisa acompanhar os 
movimentos da caixa torácica. O liquido pleural (que 
está presente na cavidade) é continuamente tirado 
para os vasos linfáticos, e ao ser retirado gera entre 
as pleuras um vaco, esse vaco vai ser a pressão 
necessária (intrapleural) para que uma acompanhe a 
outra (visceral) e gere a extensão do pulmão. Primeiro 
o pulmão dilata e depois o ar entra. 
Quando o animal está em repouso, está usando 
poucos músculos, então sua cavidade está ampliando 
pouco (tudo vai depender da ampliação) 
 
Músculos que vão atuar em cada momento 
1. Em repouso: poucos músculos participam, 
geralmente o diafragma e intercostal externo 
-> ajudam na inspiração 
 
2. Em atividade: músculos intercostais internos 
e o transverso do tórax 
➔ Músculos do abdômen 
Pressão alveolar 
Está pressão será negativa quando inspira e positiva 
quando expira. Se a pressão alveolar for igual a zero 
ela vai ficar parada. A entrada do ar não é 
dependente do movimento do tórax, é dependente da 
alteração intrarespiratoria (da pressão dos alvéolos) 
– então não adianta a caixa torácica expandir se os 
alvéolos estiverem colabados (uma doença por 
exemplo) e o ar acaba não passando. 
A pressão interalveolar é a pressão necessária para 
tracionar o ar, de fora do corpo para dentro e vice-
versa – alternando entre negativa e positiva 
1. Negativa = ar entra, porque fora tem a 
pressão atmosférica (que é positiva) 
2. Positiva = ar sai 
Então dentro dos alvéolos, quando a pressão está 
negativa, fora do corpo está positiva, e quando esse 
ar entra e cria uma pressão maior ele sai -> diferença 
de pressão. A pressão alveolar é um fator principal 
para criar a diferença de pressão dentro das vias 
aéreas e fora do corpo. É essa pressão alveolar que vai 
indicar o caminho do ar. 
O fluxo vai depender de diferença de pressão e 
resistência. Quanto maior a resistência e quanto 
maior a diferença de pressão mais fácil passa. 
Pressão transpulmonar 
➔ Resistencia (asma, inflamação) 
➔ Complacência pulmonar (compliância) 
1. Grau de expansão a cada unidade da 
pressão 
Esta pressão sempre estará positiva. As forças 
atuantes através das camadas, principalmente 
camadas do parênquima pulmonar, e chegando até a 
parede torácica. Então é a força que atravessa o 
pulmão – do alvéolo para fora. Envolvendo os espaços 
entre as pressões, correlacionadas. Essa força da 
pressão transpulmonar pode dificultar ou facilitar a 
movimentação respiratória. 
A complacência é a capacidade do pulmão de se 
estender, crescer em volume com essa entrada de ar 
nas vias aéreas. 
1. Quanto mais complacente: melhor para a 
entrada dor ar e mais fácil para expandir 
2. Quanto mais resistente: pior para a entrada 
do ar, pior para se expandir 
 
Forças elásticas 
O pulmão precisa ter, além da complacência, a 
elasticidade. Tensão superficial dos alvéolos, quando 
se forma uma interface entre água e ar, as moléculas 
de água situadas na superfície da massa atraem-se 
umas as outras. Isso mantém as gotas da água da 
chuva. Nos alvéolos isto tende a colá-los. É a força 
elástica da tensão superficial. 
O surfactante é uma substâncias tensoativa 
superficial, quando se espalha reduz a tensão 
superficial. Células epiteliais alveolares (10%). É uma 
mistura e fosfolipídios, proteínas e íons. 
➔ Camada surfactante evita o 
colabamento 
A tensão superficial é uma força que se opõe a essa 
complacência das vias aéreas e tende a levar ao 
colabamento – se ela força o colabamento, dificulta 
a expansão, consequentemente dificultando a pressão 
intralaveolar para o ar entrar. 
 
Através da espirometria conseguimos mensurar os 
volumes e as capacidades pulmonares. Que são: 
Volumes e capacidades 
 
As capacidades são somas de volumes. 
1. Volume residual: a partir do momento que o 
animal respira pela primeira vez, essa 
quantidade de ar nunca mais irá sair das vias 
aéreas – sempre reside lá 
2. Volume de ventilação natural: é o quanto de 
ar está saindo ou entrando nos pulmões 
quando ele está ventilando em repouso ou 
realizando uma pequena atividade física – 
uma respiração tranquila e em repouso 
3. Volume de reserva inspiratória: o animal está 
ventilando mais suas vias aéreas, utilizando 
mais ar – quando ele acelera mais os passos. 
Quanto mais atividade fazer, mais inflado 
será o pulmão, diferente de quem não faz ou 
é idoso, criando uma maior resistências. 
Os principais sinais para a captação de ar são: 
➔ Quimioceptores: excesso de CO2 
➔ Mecanoceptores: a própria caixa torácica 
estimulando ter um maior volume 
 
1. Capacidade inspiratória: vai ser a soma do 
volume de reserva inspiratório + o volume de 
ventilação natural – é o quanto consegue 
expandir esse pulmão 
2. Capacidade vital: é a capacidade que o 
animal vivo vai usar das suas vias aéreas – 
soma de todos os volumes, menos o volume 
residual 
3. Capacidade pulmonar total: é a soma de 
todos os volumes – o mais alto 
4. Capacidade funcional residual: é o quanto 
poderia ser usado – volume de reservainspiratório + volume residual que não deveria 
sair do corpo 
Controle dos volumes – Não vai cair na prova 
Boyle – massa e temperatura constante, variação da 
pressão inverso a variação do volume (quanto mais o 
órgão crescer em volume mais sua pressão fica baixa 
e mais fácil irá entrar o ar) 
Charles: pressão constante, variação de temperatura 
diretamente proporcional ao volume 
Henry: gases em liquido, volume afetado diretamente 
pela pressão e o coeficiente de solubilidade do gás – 
passagem e concentração dos gases 
 
Se a pressão de oxigênio dentro do alvéolo for maior 
que a pressão do oxigênio no capilar, o oxigênio passa 
de dentro do alvéolo para o sangue. 
Se eu tiver uma baixa na pressão parcial significa que 
o pulmão do animal não esta conseguindo fazer as 
trocas gasosas. 
O que acontece com o sangue se ele ficar ácido ou 
alcalino 
O responsável pelo processo do pH do sangue em 
relação as vias aéreas: CO2 – dióxido de carbono 
1. Excesso de CO2: vai criar um excesso de acidez 
para o sangue (hipoventilação por exemplo) 
2. Diminuição do CO2: sangue fica alcalino 
O rim vai entrar em ação para manter o sangue em 
equilíbrio – medula renal, local de ajuste. Locais que 
controlam o pH sanguíneo: 
➔ Vias aéreas (acidose ou alcalose) 
➔ Rim 
 
Como o O2 é transportado no sangue: 
Conforme o O2 passa pra hemoglobina, vai ficando 
saturado. Nos tecidos a hemoglobina vai soltar o 
oxigênio lá, então nas veias o nível de saturação vai 
cair porque lá nos capilares dos tecidos essa 
hemoglobina vai deixar o oxigênio para as células. 
O oxigênio passa pra hemoglobina e quando sai dos 
pulmões é distribuído para os tecidos e lá o oxigênio 
vai para as células, vai largar a hemoglobina e 
abaixar. 
O oxigênio pode ser transportado sem a hemoglobina, 
ele pode estar espalhado no plasma – mas ele não é 
suficiente para nutrir os tecidos. 
Respiração das aves 
As aves possuem grandes alterações nos padrões 
respiratórios. 
1. Diferenças mecânicas: aves que não voam em 
alta distancia, aves que não voam e aves que 
voam 
➔ Seus ossos, costelas, caixa torácica é que 
vai determinar o voo dessa ave 
➔ Os músculos também fazem parte desse 
conjunto determinante 
➔ Tudo isso aumenta o espaço morto 
anatômico 
O ar chega no osso através de divertículos, que são 
canais dos sacos aéreos para os ossos – aumentando 
o espaço morto anatômico e diminuindo o peso das 
aves nos voos 
Quando a ave vai inspirar, o tronco dilata e o saco 
aéreo caudal inflam mais, criando uma pressão 
negativa maior. E no momento da expiração, o ar vai 
preencher os pulmões – sem alvéolos pulmonares, um 
pulmão aberto e com pequenos dutos, onde vai 
acontecer as trocas. 
A hemoglobina da ave é semelhante a fetal, captura 
mais rápido e facilmente o oxigênio. 
Sistema urinário 
A produção da urina é feita no rim por completo, 
diferente da vesícula biliar, que pode alterar a bile -
> a bexiga não pode alterar a urina. Então se a bile 
fica muito tempo parada na vesícula biliar, a bile vai 
sofrer trocas na parede e geralmente essas paredes 
retiram a agua da bile, deixando-a mais 
concentrada. 
➔ Pode acontecer uma obstrução nas vias 
de passagem da urina (megaureter ou 
hidronéfrose) 
O rim leva conceitos em relação à eliminação da 
urina: 
1. Controlar os níveis de compostos 
nitrogenados do corpo = precisam ser 
eliminados do corpo, se ficar em excesso no 
corpo gera toxicidade para as células 
2. Controle da quantidade de água = que vai ser 
eliminada mantendo os níveis ideais de água 
no organismo 
O rim leva conceitos em relação à hormônios que o 
rim produz: 
1. Renina = desencadeadora do sistema renina 
angiotensina aldosterona 
2. Eritropoietina = estimula a produção das 
células sanguíneas 
3. Gliconeogênese e Produção da forma ativa da 
vitamina D = atividades metabólicas do rim 
Para produzir urina é necessário uma vasta 
vascularização. Então o rim é o órgão que recebe 
grandes quantidades de sangue (debito cardíaco) 
sendo 25% do animal. 
O rim faz a depuração do sangue (limpeza de 
toxidades) e produz uma solução chamado de 
“ultrafiltrado” -> que controla quem fica e sai. Então 
a gente forma muito mais o volume de ultrafiltrado 
em 1 dia do que o volume de sangue. 
Existe uma região do córtex renal que se chama 
“arteríola Aferente” ela que chega ao glomérulo e 
pode sofrer vasodilatação e vasoconstrição. Já a 
arteríola “eferente” está saindo dos rins. 
 
Processo da urina: 
A urina começa a ser produzida a partir da filtração 
do sangue (no glomérulo) esse processo se chama 
“filtração glomerular” onde acontece as trocas de 
oxigênios (sangue e tecido) essas trocas que se 
chamam “pressão hidrostática” e “pressão oncótica” 
vão estar atuando ali dentro. A pressão hidrostática 
do capilar (pressão do liquido chegando na parede) 
se chegar muito liquido na parede essa pressão será 
maior e consequentemente passa mais. Os fatores que 
mais alteram essa troca são as duas arteríolas, 
porque sendo arteríola é mais fácil sofrer 
vasodilatação e vasoconstrição. 
Se existir uma vasoconstrição na arteríola aferente = 
menos sangue chega no glomérulo e 
consequentemente diminui a pressão hidrostática, 
filtrando menos urina 
Se existir uma vasodilatação na arteríola aferente = 
mais sangue chega e mais pressão diastrática 
acontece e consequentemente filtra mais urina 
Se existir uma vasoconstrição na arteríola eferente = 
mais força - produz mais urina 
Se existir uma vasodilatação na arteríola eferente = 
menos força – produz menos urina 
A arteríola eferente tem um papel importante na 
formação de uma segunda rede de capilares -> a 
primeira rede é “capilares glomerulares” e a segunda 
“capilares peritubulares” onde controlam o quanto 
de água vai sair ou ficar, no ajuste do pH, hidrogênio, 
etc. 
1. Arteríola aferente -> capilar -> primeira rede 
de capilares = formação do glomérulo e 
filtração glomerular (filtração do sangue) 
2. Arteríola eferente -> segunda rede de 
capilares -> capilares peritubulares = controle 
da água, pH, hidrogênio, etc. 
Processos que ocorrem perto dos túbulos: 
Pegar a molécula que chega dentro do túbulo e 
devolver pro sangue = isso se chama “reabsorção 
tubular” EXEMPLO: tudo o que chegar de glicose no 
capilar glomerular, vai ser filtrado porque a 
membrana desses capilares deixa a glicose passar 
facilmente para dentro do néfron. E toda glicose que 
chega na primeira parte do néfron (túbulo 
contorcido proximal) as células dessa parede vão 
devolver para o sangue -> PORQUE NÃO É PRA SAIR 
GLICOSE NA URINA. Então esse túbulo tem 
carreadores e transportadores de glicose que 
devolvem a glicose pro sangue. 
Esse processo da glicose sair de dentro do néfron e 
ser devolvida para o sangue se chama “reabsorção 
tubular de glicose” 
1. Túbulo contorcido proximal = a maior parte 
da reabsorção ocorre nele 
2. Alça do néfron 
3. Túbulo contorcido distal = áreas importantes 
em contato com os vasos glomerulares, 
arteríolas e importante região para produção 
de renina (formação da macula densa) 
4. Túbulo coletor e ductor coletor = elimina a 
urina pronta 
A linha pontilhada na imagem significa a separação 
da região córtex da medula. 
➔ O gato tem 100% dos seus néfrons 
amplamente avançando pela região 
medular 
Tamanho da alça do néfron e sua regulação 
A medula só possui dois componentes no néfron, a 
“alça do néfron” e “ducto coletor” (os outros 
componentes é da parte cortical) Essas regiões tem 
como principal função a osmolaridade sérica e pH do 
sangue. Então animais que precisam reter mais 
liquido necessita que a região medular seja bem 
desenvolvida -> exemplo: animais de desertos 
1. Néfrons corticais: que ficam próximos da 
capsula e avançariam um pouco para a 
medula 
2. Néfrons justamedulares: próximos da medula 
e avançam para mais perto dela (gatos por 
exemplo tem isso bem desenvolvido) 
4 forças que regulam a passagem de componentes 
1. Pressão hidrostática2. Pressão oncótica 
O soluto vai passar pela membrana dependendo de: 
1. Solubilidade (hidrossolúvel ou lipossolúvel) 
2. Carga elétrica 
3. Tamanho molecular 
Varias proteínas chegam no glomérulo, dessas 
proteínas as menores são do tipo albumina. É a única 
que teria um tamanho aceitável de passagem, porém 
essas proteínas não devem passar geralmente (bem 
pouco -> em condições anormais no exame de sangue 
consta proteinúria). Já os aminoácidos (e glicose) são 
capazes de passar, mas também precisam ser 
reabsorvidas e não sair na urina. 
Pressões (continuação) 
A pressão oncótica na capsula de bowman está nula 
porque não é pra ter proteína lá, somente nos 
capilares. 
A pressão hidrostática na capsula de bowman está 
baixa porque o liquido passa, mas logo é drenado para 
dentro do túbulo contorcido proximal. 
Como aumentamos a pressão hidrostática dentro dos 
glomérulos: 
1. Vasodilatação da arteríola aferente 
(aumenta a força para a filtração) 
2. Forças contrarias a passagem – pressão 
oncótica: tende a segurar o liquido para ele e 
se diminuir esse número (a pouca proteína no 
sangue desse animal diminui esse número) 
diminui também a força contraria, isso é 
favorável a filtração 
Por que o cachorro produz tanta urina se não elimina 
uma boa parte dela: porque essa produção é a 
filtração do sangue -> para limpar o sangue. Então 
grande parte dessa produção é filtrado e cai na 
corrente sanguínea. 
O inicio da urina, quando sai da capsula de bowman 
e entra no túbulo contorcido proximal, esse liquido 
costuma ser chamado de “ultrafiltrado” Esse liquido 
(com soluto) que passa do sangue (glomérulo) para 
capsula de bowman = ultrafiltrado, além disso ele 
também está associado no controle de seleção, como: 
1. Tamanho da molécula – se for grande não 
consegue atravessar 
2. Carga elétrica – ser um cátion ou um aníon 
3. Raio, forma e capacidade da membrana da 
molécula 
Como pode ocorrer controles sobre a filtração 
glomerular: 
1. Controle sistêmico 
2. Controle intrínseco 
3. Controle humoral 
Controle sistêmico: é algo que está dependendo da 
circulação do sangue – do corpo como um todo – 
para afetar o rim 
➔ Volume de sangue: se o animal receber 
grande quantidade de água no dia seu 
volume de sangue aumenta e sua 
filtração glomerular também (exemplo) 
➔ Tônus vascular: ele pode ser controlado 
de forma sistêmica – sistema nervoso 
simpático pode fazer uma vasodilatação 
da arteríola afrente -> chega mais 
sangue no glomérulo, aumenta a pressão 
hidrostática e aumenta o ritmo de 
filtração. Ou se for uma vasoconstrição 
da arteríola eferente -> fica mais sangue 
dentro do glomérulo e aumenta a pressão 
hidrostática, aumentando o ritmo de 
filtração 
Controle intrínseco: fatores ou moléculas liberadas 
ali localmente que poderão afetar os vasos locais e 
criar uma diferença para aumentar a pressão 
hidrostática ou diminuir ela 
Controle humoral: hormônios – mecanismo renina 
angiotensina aldosterona vai afetar também o ritmo 
de filtração glomerular 
Sistema angiotensina aldosterona 
Sempre que o rim começa a perceber sinais de uma 
diminuição da filtração ou diminuição de solutos isso 
vai gerar um sinal para uma região do rim chamada 
“macula densa” e as células desse local é que vão 
estimular a liberação da renina. 
O principal fator da renina é ativar a enzima ECA 
(enzima conversora angiotensina). Essa enzima está 
mais concentrada nos pulmões. A ECA vai causar a 
conversão de angiotensinogênio em angiotensina 1 e 
angiotensina 2 que atuam nos vasos sanguíneos e no 
córtex da glândula adrenal 
1. Angiotensina 1: 
2. Angiotensina 2: vai fazer vasoconstrição e isso 
aumenta a pressão arterial. E lá na glândula 
adrenal vai estimular (na parte periférica do 
córtex) a liberação e o aumento da produção 
de Aldosterona (aldosterona também pode 
ser estimulado pelo ACTH da hipófise) 
Essa aldosterona é liberada na corrente sanguínea e 
vai agir nos rins. Ela vai atuar nos túbulos para 
segurar solutos (sódio e cloreto) e água. Ao segurar 
água, aumenta o volume de sangue e 
consequentemente aumentando a pressão também 
(principalmente a hidrostática lá no glomérulo). 
Fórmulas (entender o conceito) 
Taxa de limpeza (taxa de depuração) = clearince 
Existe como calcular se o rim do animal está fazendo 
essa depuração correta das substancias. E isso pode 
ser calculado se você tiver algumas características 
importantes. Exemplo = uma substância que o corpo 
não produz, quando chega no glomérulo ela é 
filtrada e passa pra capsula glomerular, mas ela não 
é reabsorvida (chegando nos túbulos ela não volta 
pro sangue) essa molécula acaba saindo na urina -> 
poderia calcular a taxa através dessa molécula 
UX = é a concentração que saiu na urina dessa 
substância 
X = substancia 
U = quantidade na urina 
P = quantidade dessa substância no plasma (sangue) 
V = volume de urina por tempo de coleta 
Então é importante que essas moléculas passem por 
essa filtração e limpeza, mesmo que posteriormente 
serão absorvidas de volta para o sangue. 
 
 
 
A linha diminuindo para todos os itens porque está 
ocorrendo o processo de reabsorção tubular 
(voltando para o sangue) 
Verde = pontos de reabsorção (passado do néfron pro 
sangue) 
Roxo = pontos de secreção (aquela substancia pode 
ser filtrada mas ainda sobrou uma parte dela no 
sangue – sangue para o néfrom) 
Saindo do ducto coletor (excreção) 
Reabsorção e secreção 
Algumas moléculas como o Calcio e Cloreto não 
conseguem atravessar e passam pela via paracelular 
(entre as células) – a glicose não consegue usar essa 
via 
Via transcelular = atravessa a célula 
A membrana das células em cada região do néfrom 
vão ser diferentes, como por exemplo: Ramo 
ascendente espesso da alça do néfrom mantem a 
água la dentro – segmento diluidor no néfrom (não 
deixa a água passar) 
 
Túbulo contorcido proximal 
É o local de maior atividade do néfron e também é 
um dos mecanismos (partes do néfrom) que 
conseguem regular o pH do sangue. 
Os principais solutos que são reabsorvidos: glicose, 
aminoácidos -> toda glicose e aminoácido que foi 
filtrada precisa ser reabsorvida nesse local, se eles 
não forem, sairá na urina. 
É nesse local que terá a molécula carreadora, que vai 
transportar esses solutos. 
 
Tudo o que acontece no túbulo contorcido proximal 
depende da bomba de sódio e potássio. Ela existe na 
membrana basolateral e sua função (bomba) é a 
troca dos cátions (desproporcional) jogando 3 
cations para fora e pega dois cations. Além das 
trocas acontecerem pelas forças eletroquímicos -> e 
em relação essa parte química, ela aumenta o 
potássio dentro e diminui o sódio. Então a bomba de 
Na e K jogam todo sódio para fora (interstício -> 
para o sangue) a glicose vai junto com o sódio. 
Existe um transportador para capturara os 
aminoácidos que estão lá na urina, que é dependente 
do sódio. Sem o sódio, as proteínas não funcionam. 
Na membrana basolateral também vai ter um 
transportador para glicose, mas ele não é 
dependente do sódio. Então a glicose precisa do sódio 
para entrar (para sair da urina e entrar na célula 
do túbulo contorcido proximal). 
As molécula então possuem um transportador na 
membrana apical (tirar de dentro do túbulo e trazer 
para dentro da célula) e a célula vai ter a outra 
membrana basolateral, para jogar essa substancia 
para fora (para que essa substância entre no capilar) 
ela é reabsorvida. 
Quais substancias são dependentes de sódio para 
serem reabsorvidas na membrana apical: glicose, 
aminoácido, citrato, fosfato, etc. 
O sódio sendo jogado no interstício pela bomba 
acaba atraindo uma molécula de cloreto (ele passa 
entre as células) 
Outro transporte que acontece no túbulo contorcido 
proximal: 
 
Se eu jogar hidrogênio da célula para a urina, 
automaticamente diminui o numero de hidrogênio no 
corpo -> alterando o pH 
Essa membrana apical também tem uma bomba de 
hidrogênio -> mandando hidrogêniopara a urina 
através pelo transporte associado ao sódio ou pelo 
gasto de ATP. E essa retirada de hidrogênio vai criar 
na urina a associação do hidrogênio com o 
bicarbonato pela ação de uma enzima (proteína na 
membrana) -> criando uma reação química e 
formando mais água e CO2 (que serão absorvidos) -> 
tudo isso pro bicarbonato não sair na urina. Se eu 
aumentar esse processo (porque o organismo está 
ácido) eu diminuo o hidrogênio do sangue e aumento 
o bicarbonato e deixo o pH do sangue mais alcalino. 
Na imagem a cima podemos ver a forma como é 
absorvida células maiores, como as proteínas. 
Existem enzimas tropeuliticas na membrana do 
túbulo contorcido proximal que vão quebrar a 
proteína até virar um aminoácido e sair junto com o 
sódio. Agora, quando não é possível quebra-las, usa o 
processo de endocitose (imagem a cima). A 
membrana engloba e leva para dentro da célula, lá 
dentro existe os lisossomos e são quebrados para 
voltarem ao sangue. 
O túbulo contorcido proximal também realiza a 
secreção de muitos químicos -> furosemida (atua 
como antidiurético de alça: uma substância que age 
no controle de quantidade de água que vai sair, 
atuando na alça), penicilina, secreção de amônia, 
sais biliares,, oxalato, urato, etc. 
Alça do néfron 
A parte fina costuma ser a parte descendente, já a 
parte espessa é o final da parte ascendente, como na 
imagem: 
 
 
Sua funcionalidade é divido em partes: 
1. Ramo ascendente -> parte espessa, ele é 
impermeável a água e um segmento diluidor, 
mas existe um importante transporte de 
solutos -> ele acontece por conta das 
proteínas de membrana que vai auxiliar no 
transporte de potássio, sódio e cloreto -> 
segmento diluidor, tira solutos e deixa a água 
lá dentro 
➔ O espaço entre as alças é curto, se em um 
eu interfiro na quantidade de solutos, eu 
altero as concentrações e isso gera uma 
resposta do outro segmento vizinho, e ele 
vai parar de perder água 
Osmolaridade: esses números indicam a 
osmolaridade do interstício da medula renal – ela 
cria as forçar atrativas para a água 
 
Medula: alça do néfron e ducto coletor 
OBS: sistema porta renal de aves (é diferente) 
2. Ramo delgado -> trabalha na reabsorção de 
água (túbulo contorcido proximal é o local 
que mais vai segurar e reabsorver a água) 
Túbulo contorcido Distal 
No inicio deste túbulo ele será chamado de Segmento 
diluidor, trabalhando igual ao segmento espesso da 
alça do néfron (inicio é impermeável a água) Depois, 
as células principais voltam a permitir essas 
reabsorção da água, tais células são: 
1. Células principais: reabsorvem sódio e água e 
secretam potássio 
2. Células intercaladas: reabsorvem o potássio e 
secretam hidrogênio 
 
Ducto coletor (cortical e medular) 
Ele faz o controle final de água e pH. 
ADH: 
➔ Reabsorve 10% de água e sódio 
➔ Secreta hidrogênio 
As células, quando o hormônio antidiurético atua, vai 
passar por esse mecanismo. Além desse hormônio, 
temos também o paratormônio atuando no controle 
do cálcio e fosfato. 
 
O hormônio antidiurético estimula o sódio e abre as 
aquaporinas, que são canais de água e isso aumenta 
a passagem de água. 
Lítio – impende o mecanismo de ação do hormônio 
antidiuréticos nas células do ducto coletor – 
incapacidade de responder ao ADH 
Qual é a principal força que vai comandar a 
passagem das moléculas do interstício pro capilar: 
1. Pressão oncótica: dentro do vaso, atraindo 
2. Pressão hidrostática: no interstício, 
chegando água para ele 
Urina 
➔ Composição: varia com o LEC 
➔ Cor amarelada pelo urocromo derivado 
da urobilina 
➔ Odor sui generis 
➔ Consistência aquosa, mucosa e rica em 
fosfatos e carbonatos em equinos 
➔ Principal composto nitrogenado é a ureia 
➔ Volume varia com a ingestão de líquidos 
Para alguns animais (como repetes) a micção é um 
ato reflexo. Começa a acumular conteúdo na bexiga, 
dilata a parede, essa dilatação estimula receptores, 
passam a informação pra medula espinhal, depois 
mandam a ordem, através do plexo pélvico, pro 
parassimpático (ordem pra micção) -> controle da 
micção 
Aparelho digestório 
Duodeno e estomago são muito importantes para a 
fisiologia dos carnívoros, enquanto o ceco e o colón 
são importantes para os animais herbívoros. 
Funções do digestório – dividido em duas partes: 
1. Canal alimentar: lábio até o anus 
2. Glândulas anexas 
 
➔ Preensão 
➔ Mastigação (digestão mecânica) 
➔ Ensalivação (digestão química) 
➔ Paladar 
➔ Deglutição 
➔ Armazenamento 
➔ Digestão fermentativa 
➔ Absorção 
➔ Excreção 
Quando falamos de absorção, não estamos vendo 
somente a passagem para o vaso sanguíneo, mas 
também a passagem para os vasos linfáticos 
(principalmente se o animal ingere muito alimento 
gorduroso). 
Mas a proteína, para ser absorvida, antes precisa ser 
degradada, quebrada (digestão). A digestão começa 
na cavidade oral: 
1. Digestão mecânica 
2. Digestão química: devido a enzima presente 
na saliva (amilase salivar) -> mas a saliva do 
gato não realiza a digestão química 
3. Digestão fermentativa ou microbiana: os 
microrganismos existentes no canal 
alimentar (bactérias, protozoários, etc.) que 
trabalham quebrando nutrientes 
➔ Eles quebram principalmente as células 
vegetais (ruminantes vai ser no rúmen e 
reticulo, em cães e cavalos ceco e colón) 
O estomago produz o fator intrínseco: se liga na 
vitamina B12, para a vitamina B12 ser absorvida no 
íleo -> só é nutriente se o corpo for capaz de absorver. 
Então o fator intrínseco é uma molécula que é 
produzida por células do estomago, ele é 
fundamental para se ligar à vitamina B12, e a 
vitamina B12 so pode ser absorvida no íleo (local de 
absorção) se estiver ligada a esse fator intrínseco. 
Fator extrínseco: valores nutritivos que veem de fora. 
 
Para ter a digestão química é necessário enzimas, que 
são produzidas e secretadas (saliva, suco pacreatico, 
etc.) 
Alguns componentes que são liberados pela Bile 
(vesícula biliar) são mandados para fora do corpo. 
Porque se ficarem no corpo, causarão uma toxicidade 
para as células (ictericia por exemplo). 
A mastigação vai envolver diversos componentes 
anatômicos e essa mudança (da próxima imagem) 
mostra que os animais herbívoros tem um tipo de 
dente chamado “hipsodonte” e eles possuem um 
crescimento e desgaste continuo. Então o tipo de 
mastigação do cavalo pode criar um desgaste de seus 
dentes -> criando pontas dentarias (elas podem ser 
prejudiciais para o animal) 
O nervo trigêmeo está envolvido com os músculos da 
mastigação, realizam o fechamento da boca, etc. 
Saliva 
A produção excessiva de saliva que as células fazem, 
porque trabalham ativamente, podem aumentar o 
fluxo sanguíneo -> á ponto de quando essas glândulas 
estão produzindo muita saliva, vai mais sangue pra 
essas glândulas do que para os músculos (em 
momento de exercício). 
A liberação da saliva é feita tanto pelo 
parassimpático, quanto pelo simpático. As células 
contrateis (redondinhas da imagem a cima – que 
recebem a ordem do parassimpático e simpático) vão 
apertar para liberar a saliva e para expulsar ela pelos 
canais. Elas tem receptores para acetilcolina e 
adrenérgicos, obedecendo contraindo, mas o tipo de 
secreção é diferente, tal como: 
1. Parassimpático: muita água, secreção 
excessiva – glândula recebendo muito sangue 
➔ O animal estimula esse mecanismo 
quando tem visão do alimento, olfato 
dele, o alimento na boca e 
condicionamento 
2. Simpático: secreção com pouco liquido, mais 
espessa e esbranquiçada. 
A saliva, quando sai das células produtoras, é igual ao 
plasma do sangue -> por isso o nome “isotônico” está 
com a mesma concentração do plasma do sangue. 
A saliva quando chega na cavidade oral, ela está 
hipotônica, porque o alimento que o animal come está 
cheio de solutos (alimento hipertônico) e precisa 
gerar esse equilíbrio. No meio do caminho (para a 
saliva virar hipotônica) existe uma serie de fatores 
que vamos ver a seguir:O trajeto dos ductos -> as células da parede dos 
ductos não atuam somente como proteção, elas 
também trabalham como as células do néfron 
(conseguem fazer trocas em relação ao sangue). 
Então as células dos ductos conseguem mudar a 
saliva. 
Ajuste final: uma parte dos ductos é impermeável a 
água, os solutos passam menos o H2O. A bomba de 
sódio e potássio atua nessa parte em relação as trocas 
(mais água está presente na saliva se esse mecanismo 
trabalhar em abundancia, ou menos se trabalhar 
menos). 
Os nervos cranianos que controlam as glândulas 
salivares são: facial e glossofaringeo (sétimo e nono 
par). 
Funções da saliva 
➔ Umedecer o alimento, facilitando sua 
deglutição. 
➔ Facilita a passagem do bolo alimentar 
➔ Digestão química (enzimas: amilase 
salivar e lipase) -> depende do animal 
➔ Agentes de defesa (anticorpos) 
➔ Moléculas que ajudam na vasodilatação 
➔ Ajuda na limpeza das papilas 
 
 
Paladar 
As células que existem nas papilas linguais tem 
receptores de membrana. A maneira como estão os 
receptores vai determinar o sabor. Exemplo: 
1. Salgado: o receptor abre canais de sódio 
 
 
 
 
 
 
 
 
Deglutição 
1. Fase oral 
2. Fase faríngea 
3. Fase esofágica 
Fase oral: é a única voluntaria que depende do córtex 
cerebral – controle da inversão da língua, ordem do 
cérebro para língua jogar o alimento para a faringe 
Fase faríngea: involuntário – duas contrações 
musculares precisam acontecer (1* para dilatar a 
faringe e 2* para fecha-la) – inicio de peristaltismo 
para empurrar esse alimento para o esôfago 
Fase esofágica: no inicio do esôfago existem fibras 
musculares que estão contraídas ativamente, 
fechando a entrada do esôfago, mas na hora da 
deglutição essas fibras relaxam. O peristaltismo faz o 
alimento chegar até o estomago. 
➔ Esse musculo (que fecha e abre) se chama 
cricofaríngeo 
O nervo que aumenta as atividades peristálticas é o 
nervo Vago. 
Sistema digestivo 
Componentes do Sistema Digestório 
1. Tubo digestivo 
2. Glândulas anexas 
Tubo digestivo: cavidade oral, faringe, esôfago, 
estômago e intestinos 
 
Estômago 
Armazenamento e digestão 
Estômago simples: mucosa glandular (cão e gato) 
Estômago composto: mucosa glandular e aglandular 
(equino e suíno) 
1. Estômago unicavitário: monogástrico (cão, 
gato, equino e suíno) 
2. Estômago pluricavitário: poligástricos 
(ruminantes – rúmen, retículo, omaso e 
abomaso) 
Intestinos 
Delgado: digestão e absorção de nutrientes, maior 
parte dos eletrólitos, vitaminas água, existe divisões e 
vilosidades intestinas 
Grosso: armazenamento e secagem, absorção de água, 
sal, vitami8nas K e alguns eletrólitos e também existe 
divisões 
Glândulas anexas 
1. Glândulas salivares 
2. Fígado 
3. Pâncreas 
 
Fígado – funções 
➔ Formação e secreção da bile 
➔ Metabolismo dos carboidratos, gorduras, 
proteínas 
➔ Degradação de detritos corporais, 
hormônios, medicamentos 
➔ Síntese de proteínas plasmáticas 
➔ Armazenamento de glicogênio, gordura, 
ferro, cobre e muitas vitaminas 
➔ Ativação da vitamina D junto com os rins 
➔ Remoção de bactérias e de glóbulos 
vermelhos desgastados (pelos macrófagos 
ou células de Kupffer) 
➔ Secreção de hormônios como a 
trompoietina 
➔ Produção de proteínas da fase aguda da 
inflamação 
Sistema digestivo – funções 
Função do sistema digestório: transferir nutrientes, 
água e eletrólitos dos alimentos que ingerimos para o 
ambiente interno do organismo 
Etapas: ingestão, digestão, absorção, distribuição e 
utilização 
Digestão: 
1. Mecânica: mastigação, deglutição e 
peristaltismo 
2. Química: insalivação, quimificação e 
quilificação 
Divisões dos alimentos 
Energéticos: fornecem energia para o funcionamento 
celular 
➔ Carboidratos 
➔ Lipídeos 
Plásticos: entram na constituição estrutural da 
célula 
➔ Proteínas 
Reguladores: regulam diversas reações metabólicas 
das células 
➔ Sais minerais 
➔ Vitaminas 
Digestão dos carboidratos (açucares) 
 
 
 
 
 
Digestão das gorduras 
 
Digestão das proteínas 
 
Enzimas 
Enzima é uma molécula de proteína especial que 
acelera uma reação química, em particular no 
organismo 
Vitaminas 
São compostos orgânicos necessários em pequenas 
quantidades para o metabolismo normal e 
funcionam como reguladores metabólicos 
As vitaminas não podem ser sintetizadas nas células 
do corpo da maioria dos animais e portanto têm que 
ser supridas na dieta 
As vitaminas podem ser classificadas em dois grupos 
de acordo com sua solubilidade: 
1. Lipossolúveis: quando solúveis em gordura – 
A,D,E e K 
2. Hidrossolúveis: quando solúveis em água – B e 
C 
Minerais 
São nutrientes inorgânicos, essenciais para o 
crescimento normal e a reprodução de animais 
Exemplos: sódio, potássio, cloreto, magnésio, cálcio, 
fósforo, ferro, iodo, zinco, fluoreto 
Secreções do TGI 
Boca – saliva 
1. Ptialina (alfa amilase) – digestão amido 
2. Muco – lubrificação e proteção das 
superfícies 
3. Lisozima – ação antibacteriana 
Esôfago – muco (proteção) 
Estômago – mucosa gástrica (suco gástrico) 
1. Muco, pepsina, ácido clorídrico, fator 
intrínseco (absorção de vitamina B12 no íleo) 
Intestino delgado (suco entérico) 
1. Muco – lubrificação e proteção 
2. Água e eletrólitos 
3. Enzimas: enteroquinase, dissacaridases, 
aminopeptidases 
Intestino grosso 
1. Muco alcalino (proteção, lubrificação e 
neutralização dos ácidos irritantes 
produzidos pelas bactérias) 
Pâncreas (suco pancreático: enzimas + solução aquosa 
alcalina) 
 
Bile (sais biliares, colesterol, lecitina, bilirrubina, 
fluido alcalino aquoso) 
1. Emulsificação de grandes partículas de 
gorduras – partículas menores – ação da 
lipase 
2. Excreção de produtos de degradação do 
sangue – bilirrubina e colesterol 
 
Absorção de carboidratos e proteínas – vaso 
sanguíneo 
Absorção de gorduras – vaso linfático 
 
 
 
 
Absorção de nutrientes 
1. Transporte ativo 
2. Transporte passivo 
3. Micelas 
 
Controle do sistema digestório 
Função do músculo liso autônomo: 
➔ Células marca-passo (células intersticiais 
de Cajal) 
➔ Células conectadas 
Plexos nervosos intrínsecos 
➔ Fibras nervosas dentro do trato 
digestório 
Nervos extrínsecos 
➔ Fibras nervosas do SNA originados fora 
do TGI e inervam os diversos órgãos 
digestórios 
Hormônios gastrointestinais 
➔ Células glandulares endócrinas na 
mucosa de algumas partes do TGI 
➔ Secretina, gastrina, colescistocinina, 
peptídeo inibitório gástrico, histamina e 
somatostatina

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