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Craque NetoCraque Neto

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Curso Capacitação On-line
Para equipe multidisciplinar em Oftalmologia
AULA 3
Organização:
Conhecimento Integrado Assessoria 
Empresarial ltda
N e u r o f i o l o g i a d o S i s t e m a 
V i s u a l S e n s o r i a l e M o t o r
P r o f e s s o r a M a r i a A n g e l a D i a s
F i s i o t e r a p e u t a – C R E F I T O 9 1 7 6 7 - F
E s p e c i a l i s t a e m F i s i o t e r a p i a N e u r o f u n c i o n a l , 
R e a b i l i t a ç ã o V i s u a l e O r t ó p t i c a .
F o r m a ç ã o e m O r i e n t a ç ã o e M o b i l i d a d e .
P r e c e p t o r i a M é d i c a E m O f t a l m o l o g i a
2 0 2 0
A P R E N D E N D O A V E R
❖ Ao nascimento
• Incapacidade de fixar, seguir objetos e acomodar
• Movimentos oculares sacádicos descoordenados
• Pouca maturação das terminações nervosas
❖ Reflexo foveal de fixação
• 2ª e 3ª semana de vida: mov. Optomotor – olho, músculos e fóvea
• aperfeiçoamento do reflexo de fixação – por volta dos 2 anos
• Estabilização – por volta dos 6 anos
❖ Reflexo de fixação aperfeiçoado = desenvolvimento da Acuidade visual, 
direções visuais e acomodação.
P E R C E P Ç Ã O V I S U A L
❖ Sistema sensorial 
• Capacitação das sensações e 
desenvolvimento das estruturas 
responsável pela visão 
❖ Processo perceptual - SNC
• Decodificações das informações 
recebidas
❖ Habilidades perceptivas visuais
• Informações percebidas, recebidas e 
interpretada pelo cérebro
❖ Coordenação olho-mão e postural
• Desenvolvimento de acordo com a faixa 
etária.
E s t r u t u r a s O c u l a r e s 
I m p o r t a n t e s n o 
D e s e n v o l v i m e n t o V i s u a l
A P U P I L A 
❖É de grande importância a avaliação da função pupilar.
❖ Pupila é a abertura circular existente no diafragma iridiano
(estrutura que dá cor ao olho)
❖Diâmetro varia de 2 a 5mm
❖A pupila parece ser preta pois o interior do olho é uma câmara 
escura. 
• Num ambiente escuro, a pupila dilata-se, permitindo entrada 
de maior quantidade de luz. Num ambiente bem iluminado, 
a pupila contrai-se. 
❖Essas reações são chamadas de adaptação à luz ou reflexos 
pupilares fotomotores (RFM)
P U P I L A 
❖É composta por 2 músculos: dilatador da pupila 
e esfíncter da pupila
❖Apresenta 3 funções importantes para o 
desenvolvimento visual:
1. Regula a quantidade de luz que penetra no olho 
em direção à retina
2. Aumenta a profundidade de foco do olho pela 
miose
3. Reduz as aberrações cromáticas e esféricas
http://visareoftalmologia.com.br/
http://todosestudandociencias.blogspot.com/
http://visareoftalmologia.com.br/
http://todosestudandociencias.blogspot.com/
M I D R Í A S E E M I O S E 
❖Músculo esfíncter da pupila
• O fechamento da pupila 
• Tem fibras dispostas circularmente em torno da abertura 
pupilar.
• Inervado pelo sistema parassimpático e autônomo
• Participa do processo da acomodação
❖Músculo dilatador da pupila
• Abertura da pupila
• Tem fibras dispostas radialmente, com origem na periferia 
da íris e a inserção no bordo da pupila.
• Inervado pelo sistema simpático e autônomo
https://pt.dreamstime.com/
https://pt.dreamstime.com/
I N E R V A Ç Ã O P U P I L A R P A R A S S I M P Á T I C A
❖A pupila é inerva pelo oculomotor 
comum: A parte visceral ou autonômica 
do complexo nuclear que é constituída 
pelo núcleo de Edinger-Westphal –
sistema nervoso parassimpático.
• Núcleo de Edinger-westphal – as fibras 
alcançam a cavidade orbitária e 
estabelecem sinapse com o gânglio ciliar
• No gânglio ciliar originam-se as fibras 
pós-ganglionares que penetram no 
bulbo ocular e inervam o m. constrictor
da pupila. 
I N E R V A Ç Ã O P U P I L A R S I M P Á T I C A
❖As fibras pré-ganglionares simpáticas tem origem no 
neurônios da coluna lateral da medula e saem pelas raízes 
ventral.
❖Alcançam o gânglio cervical superior para estabelecer 
sinapse com os neurônios ganglionares. 
❖Originam as fibras pós-ganglionares que envolvem a artéria 
carótida interna e formam o plexo carotídeo interno 
❖Penetram no crânio acompanhando a artéria oftálmica, 
passam pela cavidade orbitária e penetram no bulbo ocular 
para inervar o músculo dilatador da pupila.
https://afh.bio.br/
https://afh.bio.br/
O S R E F L E X O S P U P I L A R E S
❖Reflexo à luz ou foto motor
❖Arco reflexo - inicia-se na retina ao receber os raios luminosos -
nervo ótico (1º neurónio) 
❖Passa pelo quiasma e fita ótica até antes CGL
❖ 10% das fibras seguem até aos núcleos pré-tectais
• Cada núcleo recebe informação de ambos os olhos devido
❖2º neurônio - núcleos de EdingerWestphal
• Via eferente parassimpática, mediada pela acetilcolina. 
❖Fibras pré-ganglionares (3º neurónio) –NOC porção visceral
• Sinapse no gânglio ciliar homolateral, situado posteriormente ao 
globo ocular
❖4º neurónio - nervo ciliar - músculo esfíncter da pupila - constrição 
http://kbuco.blogspot.com/
http://kbuco.blogspot.com/
O S R E F L E X O S P U P I L A R E S
❖Reflexo de perto
❖Fixação de um objeto de perto – retina
❖1º neurônio – cones e bastonetes 
❖ 2º neurônio - células bipolares 
❖3º neurônio – células ganglionares
• Fibras corticais: 90% - CGL + sinapse do 4º 
neurônio – córtex visual primário 
• Não corticais: 10% - área pré-tectal - núcleos 
de Eddinger-Wesphal – sinapse com o núcleo 
do NOC simpático (m.RM) e NOC 
parassimpático (m. ciliar e m. constrictor da 
íris) 
http://kbuco.blogspot.com/
http://kbuco.blogspot.com/
Controle 
de 
acomodação
Centro 
cortical da 
visão de 
perto
Controle 
da 
convergência
Mesencéfalo
Mecanismo de 
convergência
Mecanismo 
pupilar
Mecanismo de 
acomodação
Ajustar a 
convergencia
Ajustar o 
foco
Ajustar a 
pupila
Feedback
Feedback
Disparidade
Borramento
(DANTAS, 2005)
Reflexo 
para perto
A N O R M A L I D A D E S P U P I L A R E S
Pupila de Marcus Gunn
❖Defeito aferente relativo
❖Lesões unilaterais ou assimétricas do nervo óptico 
e retina
❖RFM no olho acometido estará diminuído assim 
como o consensual (contralateral) também. 
❖O RFM direto no olho não acometido será normal
❖Swinging flashlight test
Pupila tônica de Adie
❖Lesão do gânglio cervical 
❖Fotofobia , visão borrada e anisocoria
❖Reage pouco à luz 
❖Boa resposta para perto (dissociação luz-perto)
❖Condição benigna e etiologia desconhecida
https://www.lookfordiagnosis.com/ https://sindrome-de.info/adie
https://www.lookfordiagnosis.com/
https://sindrome-de.info/adie
A N O R M A L I D A D E S P U P I L A R E S
Anisocoria essencial
❖Fisiológica
❖RFM normais
❖Motilidade ocular nomal
❖Diferença constante em qualquer 
luminosidade 
Pupila Argill-Robertson
❖Pupila que não apresenta reflexo pupilar á 
esposição de luz
❖Rege com brusca constrição pupilar ao focar de 
perto (acomodação)
❖Visão é normal
https://www.ottica360.it/anisocoria https://lh3.googleusercontent.com
https://www.ottica360.it/anisocoria
https://lh3.googleusercontent.com/
A N O R M A L I D A D E S P U P I L A R E S
Pupila na paralisia do NOC
❖Lesão completa do NOC associada a ptose 
palpebral, Exotropia, dificuldade na elevação 
e depressão, midríase e paralisia de 
acomodação
Pupila amaurótica
❖RFM direto na pupila afetada é ausente (via 
aferente) e pupila contralateral (consensual) 
não reage
❖RFM direto na pupila sã é normal e o 
consensual (eferente) na pupila afeta é 
reagente
❖Defeito aferente pupilar
https://www.enfermagemnovidade.com.br/https://www.slideshare.net/
https://www.enfermagemnovidade.com.br/
https://www.slideshare.net/
A N O R M A L I D A D E S P U P I L A R E S
Sindrome de Parinaud
❖Lesão mesencefálica
❖Pupilas isocóricas – médio midríase
❖Não ou pouco reagente à luz
❖Reflexo de preto preservado (acomodação)
Síndrome de Horner
❖Lesão da vis simpática
❖Blefaroptose moderada (lesão no músculo de 
Müller)
❖Miose e Heterocromia da íris 
https://pt.wikipedia.org/ https://www.merckmanuals.com/
https://pt.wikipedia.org/
https://www.merckmanuals.com/A R E T I N A 
❖ Camada fotossensível do olho
❖ Divida em 4 camadas
• 1ª - Camada do Epitélio 
• 2ª - Camada dos fotorreceptores: Bastonetes 
e Cones
• 3ª - Conjunto de células 
▪ Células bipolares 
▪ Células horizontais 
▪ Células amácrinas
• 4ª - Células nervosas ganglionares
Fonte: https://retinapro.com.br/
https://retinapro.com.br/
1 ª C A M A D A - E P I T É L I O P I G M E N T A D O
❖ Função de não deixar refletir qualquer feixe de luz 
que tenha atravessado toda a retina e não tenha 
sido absorvido pelas células receptoras
❖ Transporte de metabólicos até os receptores, 
procedentes da coróide – Vitamina A
❖ Formam uma barreira entre a coroide e a 
retina externa, nutrindo as células 
fotorreceptoras e processando resíduos 
provenientes das mesmas.
https://www.optivista.com.br/
https://www.optivista.com.br/
2 ª C A M A D A - B A S T O N E T E S E C O N E S
❖ Situa-se entre a membrana limitante externa e o 
epitélio pigmentado.
❖Têm formas cilíndrica e cônica e são agrupados em 
uma disposição altamente ordenada
❖ Na retina são mais numerosos quanto mais próximo 
da mácula – fóvea e fovéola (região do centro óptico)
• Local da discriminação da forma e cores visuais)
❖ São ausente em todo disco óptico (ponto cego) 
❖ Ativam uma única via axônica no NO
http://faef.revista.inf.br/
http://faef.revista.inf.br/
B A S T O N E T E S
❖ Visão noturna (escotópica)
❖ 110 a 125 milhões em cada periferia da retina
❖ Zero em números dentro da fovéola
❖ Aumentam numericamente ao redor de 10°
no circulo ao redor da mácula
❖ Diminuem lentamente em direção a periferia
❖ 6 a 30X mais numerosos que os cones
❖ Pigmento chamado rodopsina = púrpura 
visual 
https://docplayer.com.br/
http://www.atlasdocorpohumano.com/
https://docplayer.com.br/
http://www.atlasdocorpohumano.com/
C O N E S 
❖ Visão diurna, de cores (fotópica) e detalhes
❖ 6,3 a 6,8 milhões em cada mácula (fóvea –
fovéola) 
❖ Arranjo mais denso na fovéola
• Livre dos bastonetes
❖ Caem em números num círculo de 10° ao 
redor da mácula
❖ Tem Pigmentos de foto absorção
• Fotopsina: sensível ao vermelho, verde e 
azul 
https://docplayer.com.br/ http://www.atlasdocorpohumano.com/
https://docplayer.com.br/
http://www.atlasdocorpohumano.com/
P R O P R I E D A D E S D O S C O N E S E 
B A S T O N E T E S
BASTONETES CONES
SENSIBILIDADE Alta Baixa 
ACUIDADE VISUAL Fraca Alta 
MODULAÇÃO TEMPORAL Frequência baixa Frequência alta
VELOCIDADE DE 
ADAPTAÇÃO AO ESCURO
Lenta Rápida 
VISÃO DE CORES Ausente Presente 
3 ª C A M A D A – N U C L E A R I N T E R N A
❖ Células horizontais: os prolongamentos 
colocados horizontalmente estabelecem 
contato entre diversos receptores.
❖ Células amácrinas: estabelecem contato com 
as células ganglionares.
❖ Células de sustentação: são astrócitos, 
micróglias e células de Müller.
https://www.iog.net.br/
https://www.iog.net.br/
4 ª C A M A D A – C É L U L A S G A N G L I O N A R E S
❖ Representa o 3º neurônio das vias ópticas.
❖Faz conexão com a camada nuclear interna
❖ Enviam seus axônios em direção a uma 
determinada região da retina que se agrupam 
e formam o NO
❖ Estas células recebem a mensagem e 
encaminham-na através de sinapses até ao 
cérebro onde é descodificada. 
Fonte: https://www.dicyt.com/
https://www.dicyt.com/
F O T O T R A N S D U Ç Ã O – F O T O Q U Í M I C A D A 
V I S Ã O 
❖ É a transformação de energia luminosa em sinais elétricos 
biologicamente reconhecíveis, que se processa no segmento 
externo dos cones e bastonetes. 
❖ Inicía-se pela absorção de luz pelos pigmentos visuais e 
pelas alterações de conformações moleculares resultantes. 
❖ Acontece nos fotorreceptores pelo processo de adaptação 
graduada, com aumento da amplitude de resposta 
proporcionalmente à intensidade do estímulo. 
❖ É o ajuste na sensibilidade dos fotorreceptores e do sistema 
visual para detecção de objetos no ambiente, mesmo com 
grandes alterações no nível de iluminação de fundo. 
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
https://pt.wikipedia.org/
https://www.slideshare.net/
https://nupesc.wordpress.com/❖Adaptação à luz e ao escuro
https://www.slideshare.net/
https://nupesc.wordpress.com/
V I S Ã O D E C O R E S
❖ O mecanismo que possibilita a percepção da cor é um processo 
fisiológico complexo, tornado possível graças à retina.
❖Os bastonetes permitem a visão em cinza porque são sensíveis 
apenas à intensidade luminosa, de modo que desempenham 
um papel fundamental na visão com pouca luz.
❖Os cones permitem a visão das cores, existem 3 tipos de cones: 
cores primárias da visão e síntese aditiva de cor. 
• S sensíveis ao azul – ondas curtas
• M sensível ao verde – ondas médias
• L sensível ao vermelho – ondas longas
➢Cores secundárias (composta): magenta, ciano e amarelo
https://www.if.ufrj.br/
https://www.if.ufrj.br/
F O R M A Ç Ã O D A S C O R E S
❖ Olho humano:
• Sensível ao comprimento de onda entre 397 λ e 723 λ que formas o espectro visível
• Entre as ondas curtas ultravioletas (químicas) e as ondas longas de infravermelho (térmicas) 
❖Todos os comprimentos juntos 
• Sensação de branco
❖ Ausência de luz
• Sensação de preto
❖ Alguns comprimentos juntos
• Sensação de cor
❖ Cerca de 160 cores
❖ A intensidade da cor é expressa pela saturação e diluição
F O R M A Ç Ã O D A S C O R E S P E L O O L H O 
H U M A N O
❖A sensação visual de cores provocada nos seres humanos
• Está relacionada ao comprimento de onda da radiação
• Maior comprimento de onda provoca a sensação de vermelho
• Menor comprimento de onda provoca a sensação violeta.
❖Cada luz colorida possui uma velocidade de propagação diferente em meios materiais. 
❖A luz branca é a superposição das infinitas cores do espectro visível
❖Lei de Snell-Descartes
• Cada cor será refratada sob determinado ângulo. 
• Isso fica evidente quando um raio de luz branca atravessa um prisma de vidro, por exemplo.
T E O R I A D A V I S Ã O D E C O R E S
❖Quase todos os pigmentos visuais absorvem luz de todos os comprimentos
❖Lei de Yaung-Helmholtz
❖Yaung - (1802)
• “cada ponto retiniano continha um nº de partículas, reduzidas a três para efeito didático, que 
agiriam preferencialmente sobre uma parte do espectro, resultando vermelho, amarelo e azul. A 
ausência de uma dessas partículas daria uma modificação na percepção das cores.”
❖Helmholtz – (1924)
• “imaginou em um ponto retiniano três fibras, cada uma correspondendo a um único 
comprimento de ondas. A excitação uniforme das três daria branco.na ausência de uma dessas 
fibras, haveria percepção cromática anormal. Sendo praticamente uma complementação da 
hipótese de Yaung.
T E O R I A D A V I S Ã O D E C O R E S
❖Lei de Yaung-Helmholtz: “A informação é recebida nos três cones receptores 
retinianos. Cada cone se liga a dois processos paralelos oponentes, e um 
deles levará a mensagem cromática ao nível cortical.”
❖A Teoria Tricromática de Thomas Young descreve: 
• A sensação de cor é estabelecida a partir da existência de cones 
prioritariamente sensíveis às ondas luminosas compridas, relacionadas 
ao vermelho; 
• Outros cones são sensíveis às ondas médias próximas aos verdes; 
• E por fim os cones sensíveis às ondas curtas do azul e violeta.
• O princípio da mistura aditiva do RGB (Red, Green, Blue) deriva dos 
desdobramentos desta característica de produção da sensação e 
percepção de cor operada pela conexão olho/cérebro.
F U N Ç Ã O D A R E T I N A
❖Detecção em detalhes das 
formas dos objetos
• Variação no espaço de 
acordo com estímulo
❖Detecção do estímulo de acordo 
com a frequência de repetição
• Estimulo à fusão 
https://retinacuritiba.com.br/
https://retinacuritiba.com.br/
S I S T E M A R E T I N O - G E N I C U L O - E S T R I A D O
❖Nervo óptico – NO
❖Quiasma óptico
❖Trato óptico
❖Corpo geniculado lateral
❖Córtex visual
https://es.educaplay.com/
https://es.educaplay.com/
N Ú C L E OG E N I C U L A D O L A T E R A L - N G L
❖Sistema visual primário – função visual 
propriamente dita
❖Núcleo talâmico organizado por camadas 
celulares
❖Lâminas onde terminam os axônios das 
células ganglionares
❖Dividida em 6 camadas.
• Parvocélulas
• Magnocélulas
• Koniocelulares
https://www.researchgate.net/
https://www.researchgate.net/
C A M A D A S D O N G L
❖Magnocélulas
• Células grandes ganglionares M - Camadas 1 e 2 
(ventrais) -
• Estímulo bastonetes – periferia – preto e branco
• Alto contraste - responsável pela percepção do 
movimento e alta velocidade
❖Parvocélulas
• Células pequenas do gânglio P - camadas 3, 4, 5 e 6 
(dorsais)
• Estímulos dos cones – visão central
• Baixos contrastes preto e branco e codificam forma, cor 
e tem baixa velocidade
• Detecção de detalhes espaciais finos
❖Camadas intermediárias koniocelulares https://eltamiz.com/elcedazo
https://eltamiz.com/elcedazo
C A M A D A S D O N G L
Koniocelulares
❖Estes recebem entrada das células ganglionares K 
e geralmente têm pequenos campos receptivos.
NGL
❖Fibras procedentes da hemerretina nasal 
contralateral – camadas 1, 4 e 6
❖Fibras procedentes da hemerretina temporal 
ipsilateral – camadas 2, 3 e 5
https://entokey.com/
https://entokey.com/
R E T I N A – N G L – C É L U L A S G A N G L I O N A R E S
Célula Alfa – Y
❖Grande e resposta rápida
❖Camada magnocelular
❖Direta dos cones
❖Percepção de movimento e 
estereopsia
(visão binocular)
Células Beta – X
❖Pequena e abundantes – 80%
❖Resposta ON e OFF
❖Camada parvocelular
❖Visão cromática
Os dois subsistemas celulares têm função de percepção 
cerebral das formas, relevo e a cor dos objetos
https://www.slideshare.net/
Resposta on – aumento da 
atividade celular sob 
estímulo da luz
Resposta Off – diminuição 
da atividade celular sob 
estímulo da luz
Resposta on e off
https://www.slideshare.net/
C Ó R T E X C E R E B R A L
Áreas funcionais:
(Disposição no 
cérebro)
Projeção 
(Área primária)
De associação
Sensitivas 
Motora 
Secundárias
unimodais
Terciárias
supramodais
Sensitiva
Motora 
Primária 
Somestésica Visual Auditiva 
Vestibular Olfatoria Gustativa 
Somestésica Visual Auditiva 
C Ó R T E X V I S U A L 
❖Lobo occipital
❖Via visual primária
• via geniculo estriatal
❖Via visual secundária
• Diríge-se ao colículo superior e termina no tronco 
encefélico
• Via que controla os mov. oculares
❖Via visual terciáriada retina ao mesencéfalo
• Controla os reflexos pupilares pela entrada da luz. 
❑ Corpo caloso – conecção das imagens dos 2 
hemisférios
http://sentidos5espsmm.blogspot.com/
http://sentidos5espsmm.blogspot.com/
C Ó R T E X V I S U A L – Á R E A S D E B R O D M A N N
Área 17 (V1)– Projeção e recepção das sensações visuais – sensações 
primárias (analisador cortical). Nos lábios do Sulco calcarino
Função: Receber informações visuais, determinar localização, receber 
informações espaciais e dados de cores.
Axônios córtex visual primário (área 17) Córtex pré-estriado (área 18 
e 19) Conexão com o córtex ínfero-temporal (área 20 e 21)* 
Enviam conexão para Córtex frontal (área 8)
*Área 20 - Papel no processamento visual de alto nível e na memória de 
reconhecimento.
*Área 21 - Papel no processamento auditivo e na linguagem
*Área 8 - Está envolvida no planejamento de movimentos complexos –
córtex frontal
8
20
21
C Ó R T E X V I S U A L
❖Área 18 (V2) e 19 – Processo de integração e 
resposta motora. 
• 18 - Zona visuomotriz: controla a resposta 
oculomotora - ato visual; reflexos visuovisuais; 
fixação e a fusão das imagens e os 
movimentos conjugados.
• 19 - Elabora as percepções e sensações 
visuais; reconhecimentos dos objetos – letras, 
cores, tamanho, forma e distância. 
https://blogchamaafisio.wordpress.com/
https://blogchamaafisio.wordpress.com/
S I S T E M A R E T I N O - T E C T A L
❖As fibras estão relacionas com certos 
reflexos de movimentos dos olhos das 
pálpebras desencadeados por impulsos 
visuais.
❖Função visual
❖Função auditiva
❖Função tátil
❖Função vestibular
❖Função oculomotora
https://www.researchgate.net/
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S E M I O L O G I A D O S I S T E M A V I S U A L 
S E N S O R I A L
❖Distúrbio ou perda da função visual
❖Alterações pupilares
❖Defeitos do campo visual
❖Alteração no exame de fundo de olho
• Disco óptico
• Camadas de fibras nervosas na retina
❖Possíveis alterações neurológicas associadas, de 
acordo com a área da via óptica afetada
https://pt.slideshare.net/marcuscesarpetindafonseca/alterao-visual-e-sintomas-correlatos
https://pt.slideshare.net/marcuscesarpetindafonseca/alterao-visual-e-sintomas-correlatos
P E R D A V I S U A L
❖Visão borrada – sintoma inespecífico
• Erro de refração
• Opacificação do cristalino
• Neuropatias ópticas
• Perda de luminosidade – alteração na 
percepção de cores
• Alterações de campo visual
• Embaçamento difuso ou localizado
• Distúrbio da motilidade ocular –
embaralhamento das imagens
❖Perda visual é diferente de confusão visual 
(separação das imagens)
❖Borramento relacionado a:
• Perda de acuidade visual
• Perda de campo visual
• Perda de funções superiores do 
processamento da informação visual
• Problema do sistema aferente
❖Borramento por alteração motora:
• Embaralhamento das imagens
• Diplopia 
P E R D A D E A C U I D A D E V I S U A L
❖Doença de nervo óptico – perda abrupta sem 
recuperação – doença vascular
❖Neuropatia óptica isquêmica e oclusão da 
artéria central da retina – perda súbita sem 
piora subsequente. 
❖Neurite óptica – perda que evolui com os dias 
e está associada a dor e movimento dos olhos
❖Lesão de NO por tumor- perda gradual, 
porém severa
❖Doença desmielinizante – Regresso do 
sintomas após diminuição
❖Papiledema – turvação visual momentânea
❖Amaurose fugaz de origem embólica – perda 
transitória - 2 a 5 minutos
❖Enxaqueca oftálmica – perda transitória – 15 a 
45 minutos
D E S S A T U R A Ç Ã O D A S C O R E S
❖Alteração das vias aferentes que alteram a 
visão de cores
❖Neuropatias óptica ou doenças das máculas e 
do NO
• Perda da intensidade de qualquer uma das 
cores de maior saturação
• Saturação – pureza das cores
• Dessaturação – sensação do escuro (cor 
desbotada)
❖Sintomas associados a perda visual
• Fotopsia – clarão da luz
• Micropsia – objetos parecem menores
• Macropsia – objetos parecem grandes
• Metamorfopsia - distorção das imagens
P E R D A D E C A M P O V I S U A L
❖Afecções da via óptica
• Localização retroquiasmática
• Lesões vasculares da via óptica
❖Perda de CV altitudinal - superior ou inferior
• Neuropatia óptica
• Oclusão vascular retiniana
• Glaucoma
❖Perda de CV central
• Escotoma – área circunscrita de escuridão no 
CV
• Patologia de mácula
S I N T O M A S V I S U A I S C O M P L E X O S
❖Palinopsia
• Persistência visual da imagem = negativo 
fotográfico – infarto, tumor e mal formação 
cortical e efeitos toxicos
❖Ilusões visuais
• Deformações dos objetos
• Estímulos não visuais 
• Fleshes de luz branca ou coloridas – lesão de 
cortex visual
❖Discromatopsia
• Distúrbio de percepção das cores – genético ou 
por neuropatia óptica
❖Agnosia visual
• Falha em reconhecer os objetos que vê.
• Não aprende novos objetos apenas vistos 
• Doença do lobo occipital dominante
❖Alexia com agrafia e sem agrafia
• Com: incapacidade adquirida isolada de ler e 
escrever: lesão do giro angular dominante
• Sem: incapacidade de entender a palavra escrita: 
lesão do SNC – desconecção do córtex visual com 
a área da linguagem; podem envolver lesão do 
corpo caloso
❖Prosopagnosia
• Distúrbio no reconhecimento de rostos familiares 
– tipo de agnosia visual
• Incapaz de reconhecer sua própria imagem no 
espelho
• AVC, hipóxia ou trauma
❖Desorientação visoespacial
• Simples dificuldade de enxergar
• Patologia do lobo parietal não dominante
O U T R AS L E S Õ E S D O C Ó R T E X O C C I P I T A L
❖No córtex occipital ainda tem:
• Incisura pré-occipital: limite anterolateral do lobo 
occipital.
• Sulco parieto-occipital: separa o lobo parietal do 
occipital.
• Cúneo: região em forma de cunha na superfície medial 
do lobo occipital.
❖Funções: Ativação quase simultaneamente com o córtex
visual primário em resposta a um estímulo visual.
• Lesões causam: Psicose em pacientes com história de
infecção pelo vírus herpes e está intimamente ligado
as alucinações visuais na demência com corpos de
Lewy (doença associada a depósitos anormais de uma
proteína chamada alfa-sinucleína no cérebro)
http://fisio2.icb.usp.br/
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L O B O S C E R E B R A I S
https://www.msdmanuals.com/
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S I S T E M A M O T O R
❖ Controle e coordenação dos movimentos dos olhos – músculos extra-oculares
Controle Somatomator
❖ Controle através das projeções retículos espinhais 
• Diretas – pelos centros motores inferiores 
• Indiretas - pelo cerebelo, núcleo rubro, substância negra, centros subtalâmicos, corpo estriado e córtex cerebral
❖Músculos esqueléticos e extraoculares – as atividades fazem parte do complexo de regiões subcorticais
❖Nervos sensoriais – conduzem os impulsos do fuso muscular para área sensorial do cérebro realizando movimentos 
voluntários
❖Nervos motores – conduzem impulsos da área motora para os músculos
❖Movimentos reflexos – os impulsos sensoriais passam imediatamente para os nervos motores da medula
❖UM NERVO ATIVA O MÚSCULO – UM OUTRO NERVO SENSIBILIZA O FUSO – A FORMAÇÃO RETICULAR CONTROLA 
AMBOS
M Ú S C U L O S E X T R A O C U L A R E S
❖Na porção proximal ou no terço distal dos músculos 
extraoculares ficam os fusos neuromusculares.
❖Os nervos aferentes das terminações nervosas saem do tronco 
encefálico pelos nervos: oculomotor, troclear e abducente.
❖Os tendões de Golgi têm estruturas semelhantes à 
musculatura esquelética
❖Apresentam um sistema proprioceptivos bem desenvolvidos e 
comparável ao da musculatura periférica cujo órgão 
fundamental é o cerebelo
http://sistema.celsolisboa.edu.br/
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C o n t r o l e S o m a t o m a t o r
❖Constituem um sistema de feedback:
1. Mecanismos aferentes –fusos musculares e órgão 
tendíneo de Golgi – núcleo mensencefálico do 
trigêmeo.
2. Mecanismos eferentes – músculos extraoculares e 
suas junções mioneurais
3. Mecanismos centrais – centros e visas de comando e 
controle; sistema reticular; núcleos dos nervos 
oculomotor, troclear e abducente.
https://www.pinterest.de/
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C O N T R O L E S O M A T O S S E N S O R I A L
❖O sistema reticular leva informações para:
• Terminais das fibras aferentes primárias 
• Para tronco encefálico
• Interneurônios, dendritos e neurônios
❖Tem efeitos:
• Pré e pós-sinápticos
• De facilitação
• De inibição
https://www.sciencedirect.com/
✓ Controle Visceromotor
o Neurônios autônomos pós-ganglionares – controlam o 
sistema cardiovascular, atividades de fibras musculares não 
estriadas e as células glandulares. 
o Controle feito pelo sistema límbico, núcleos talâmicos e 
hipotalâmicos e pela formação reticular.
https://www.sciencedirect.com/
F A S C Í C U L O L O N G I T U D I N A L M E D I A L
❖Via Oculocefalogírica
❖Conjugação dos movimentos de lateralidade do olho
• A abdução de um olho acompanhando-se da adução do 
outro: consequência da contração do RL de um lado 
inervado pelo abducente , e o RM contralateral inervado 
pelo oculomotor
❖Coordenação dos músculos palpebrais e no fechamento das 
pálpebras
❖Coordenação dos músculos mastigadores, da língua, e da 
faringe nos movimentos de mastigação, deglutição e formação
https://www.semanticscholar.org/
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C E N T R O O C U L O M O T O R F R O N T A L E V I A 
F R O N T O N U C L E A R
❖Movimentos oculares 
voluntários – executados 
espontaneamente ou sob ordem
❖Região do lobo frontal (área 8) –
estimula e origina os mov. 
Conjugados associado a rotação 
da cabeça.
❖Movimentos voluntários 
sacádicos – área 8 contralateral 
– ação de forma reflexa
*formação reticular paramediana pontinha
*intersticial rostral do fascículo longitudinal medial
Controle dos mov. rápidos dos olhos
Campo frontal e colículo superior 
*FRPP contralateral
Núcleo abducente
FML
sobnúcleo do RM
RM 
contralateral
RL ipsilateral
mov. Rápido horizontal 
contralateral
*nri. FML
Parede medial Parede 
lateral
mov. Rápido 
vertical para cima
mov. Rápido 
vertical para 
baixo
Dantas, 2006
C E N T R O S O C U L O M O T O R E S O C C I P I T O P A R I E T A I S E 
V I A S O C C I P I T O N U C L E A R E S
❖Situadas nas áreas peri e paraestriadas – 18 e 19
❖Originam mov. automáticos provocados pela 
estimulação visual: 
• Fixação ocular
• Movimento de seguimento
• Movimento de busca
• Nistagmo optocinético
❖Mov. de alinhamentos lentos não voluntários –
pequenos abalos do tipo sacádico
• Movimento lento de busca – gerado nos 
hemisférios posteriores
• Movimento de seguimento 
Nervo abducente
Controle dos mov. lentos dos olhos
Função parietooccipitotemporal
*FRP - Ipisilateral
Áreas 17, 19, 37, 39
Subnúcleo do RM
Cerebelo 
Núcleo denteado 
e vestibulares
RL ipsilateral
mov. lento 
horizontal 
ipsilateral
Mov. Lento 
vertical
FML
RM contralateral
Dantas, 2006
http://www.cenetec.salud.gob.mx/ https://www.sciencedirect.com/
M O V I M E N T O S S A C Á D I C O S E D E S E G U I M E N T O S
http://www.cenetec.salud.gob.mx/
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O S N Ú C L E O S O C U L O M O T O R E S
❖Os núcleos motores oculares estão localizados no 
tronco cerebral, próximo à linha média
❖O núcleo abducente fica no assoalho do quarto 
ventrículo, na ponte inferior; é limitado pelo genu
do nervo facial.
❖O núcleo troclear encontra-se na borda ventral da 
substância cinzenta periaquedutal no nível do 
colículo inferior
❖O núcleo oculomotor é uma estrutura paramediana
que se encontra na borda ventral da substância 
cinzenta periaquedutal
https://www.slideshare.net/
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N Ú C L E O D O A B D U C E N T E
❖Limitado pelo genu do nervo facial - contém duas populações distintas de células: 
• Neurônios motores que inervam o músculo RL
• Neurônios internucleares que inervam os motoneurônios do RM 
contralateral.
❖Aspecto medial - fibras destinadas ao músculo RL ipsilateral passam 
ventralmente, lateralmente e caudalmente através do tegmento pontino e 
lemnisco medial e lateral ao trato cortiço espinhal
❖ E verticalmente segue ao longo do clivus pela cisterna pré-pontina e sobe para a 
crista petrosa, onde se inclina para a frente para penetrar na dura-máter.
❖No seio cavernoso, fica lateral à artéria carótida interna e medial à divisão 
oftálmica do nervo trigêmeo.
❖ Penetra na órbita pela da fissura orbital superior, passa através do anel de Zinn
para inervar o reto lateral em sua superfície interna.
Fonte: bmc.med.utoronto.ca
Fonte: http://neuroinformacao.blogspot.com/
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N Ú C L E O D O T R O C L E A R
❖ Inerva o músculo oblíquo superior contralateral.
❖É o mais longo e o mais fino dos nervos cranianos
❖As fibras passam dorsolateralmente e caudalmente ao redor da substância
cinzenta central e decussam no teto do aqueduto, dentro do velum medular
superior.
❖Emerge do aspecto dorsal do tronco cerebral, caudal ao colículo inferior e
próximo ao tentório do cerebelo, e passa lateralmente ao redor da ponte
superior para alcançar a cisterna pré-pontina.
❖Avança na borda livre do tentório antes de entrar no seio cavernoso.
❖ No seio fica abaixo do terceiro e acima da divisão oftálmica do quinto nervo.
❖Atravessa o nervo oculomotor e entra na fissura orbital para suprir o músculo
oblíquo superior.
Fonte: http://neuroinformacao.blogspot.com/
Fonte: http://neuroinformacao.blogspot.com.brhttp://neuroinformacao.blogspot.com/
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N Ú C L E O D O O C U L O M O T O R
❖Estende-se rostralmente ao nível da comissura posterior e caudalmente ao
núcleo da tróclea.
❖Envia fibras para os músculos reto medial, reto superior, reto inferior oblíquo
inferior e para o elevador da pálpebra superior.
❖O núcleo caudal central, é uma estrutura única e estimulam os dois músculos do
elevador da palpebra superior,
❖Todas as projeções do núcleo oculomotor são ipsilaterais, exceto as do reto
superior e elevador palpebral bilaterais que é cruzada
❖As raízes do terceiro nervo emergem da fossa interpeduncular e depois se
fundem e passam entre a artéria cerebral posterior e a artéria cerebelar
superior na cisterna basal
Fonte: http://neuroinformacao.blogspot.com/
https://www.kenhub.com//
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N Ú C L E O D O O C U L O M O T O R
❖O terceiro nervo passa lateralmente à artéria comunicante posterior e abaixo do 
uncus do lobo temporal.
❖As fibras pupilares parassimpáticas ficam na parte periférica e dorso medial do
nervo.
❖O nervo penetra a dura-máter próximo à borda livre do tentório do cerebelo.
❖No seio cavernoso está inicialmente acima do nervo troclear e recebe fibras
simpáticas da artéria carótida.
❖Ao deixar o seio cavernoso divide-se em ramos superiores e inferiores e passam
através da fissura orbital superior:
• O ramo superior corre lateralmente para o nervo óptico e a artéria
oftálmica para suprir os músculos reto e palpebrais do elevador.
• O ramo inferior fornece os músculos reto medial, reto inferior e
oblíquo inferior e o gânglio ciliar.
http://neuroinformacao.blogspot.com/
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L E I D E H E R I N G - C O N T R O L E D O S 
M O V I M E N T O S H O R I Z O N T A I S C O N J U G A D O S 
❖Núcleo do abducente – regula a contração do RL ipsilateral e RM contralateral
• (i) Motoneurônios abducentes - suprem o músculo reto lateral
• (ii) Neurônios internucleares abducentes - projetam o fascículo longitudinal medial
contralateral (MLF) para sinapse nos motoneurônios retos mediais do núcleo
oculomotor
❖Esses dois tipos de neurônios internucleares são responsáveis ​​pela junção de movimentos 
horizontais conjugados da lei de Hering.
❖Os motoneurônios abducentes e os neurônios internucleares abducentes recebem 
estímulos aferentes semelhantes de cada classe funcional de movimento ocular
❖O núcleo abducente recebe aferentes vestibulares e optocinéticos excitatórios dos núcleos 
vestibulares contralaterais.
E S Q U E M A A N A T Ô M I C A P A R A S Í N T E S E D E S I N A I S 
P A R A M O V I M E N T O S O C U L A R E S H O R I Z O N T A I S
❖ O núcleo abducente (CN VI) - inervam o músculo reto lateral ipsilateral
(LR) 
❖ Neurônios internucleares abducentes se ligama ao FLM contralateral
• Contatar motoneurônios do reto medial (RM) no núcleo 
contralateraldo terceiro nervo (CN III).
❖ Do canal semicircular horizontal, os 
• Aferentes primários do nervo vestibular projetam-se para o núcleo 
vestibular medial (MVN)
❖ Em seguida, enviam uma conexão excitatória ao núcleo abducente 
contralateral e uma 
• Projeção inibitória ao núcleo abducente ipsilateral.
❖ Entradas sacádicas atingem o núcleo abducente a partir de neurônios de 
• Explosão excitatórios ipsilaterais (EBN) e neurônios de explosão 
inibitórios contralaterais (IBN).
❖ Informação da posição ocular atinge o núcleo abducente
• Os motoneurônios do reto medial no CN III - recebem um comando 
para movimentos oculares de vergência.
https://n.neurology.org/
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L E I D E H E R I N G - C O N T R O L E D O S M O V I M E N T O S 
V E R T I C A I S E T O R C I O N A I S C O N J U G A D O S 
❖Os núcleos oculomotor e troclear contêm motoneurônios para movimentos oculares verticais
e torcionais.
• O substrato para cada classe funcional de movimentos oculares projetar-se para os
motoneurônios
• As sacadas verticais e torcionais e o mecanismo de retenção excêntrica do olhar vertical
são sintetizados no mesencéfalo.
❖Os sinais vestibulares e de busca sobem para o mesencéfalo a partir do tronco cerebral
inferior.
❖O núcleo intersticial rostral do fascículo longitudinal medial (riMLF) – neurônios de explosão
para sacadas verticais
• Para movimentos oculares para cima e para baixo,
• Projeta-se para os motoneurônios que inervam os músculos do elevador bilateralmente e
motoneurônios que inervam os músculos depressores ipsilateralmente;
L E I D E H E R I N G - C O N T R O L E D O S M O V I M E N T O S 
V E R T I C A I S E T O R C I O N A I S C O N J U G A D O S 
❖Cada riMLF é responsável pela inervação dos músculos reto
oblíquo superior contralateral e ipsilateral inferior das sacadas.
• Isso faz parte do substrato neural da lei de Hering no plano
vertical.
❖Se projeta no núcleo intersticial de Cajal (INC) - papel importante
no olhar vertical.
• O INC recebe insumos dos núcleos vestibulares
• Contém neurônios que se projetam para os motoneurônios
dos músculos do pescoço e tronco e coordena movimentos
combinados torção-verticais dos olhos e da cabeça.
❖Os sinais neurais necessários para movimentos oculares
vestibulares e suaves dos olhos sobi para INC a partir da medula e
ponte.
❖A FLM é a rota mais importante para essas projeções
C O N T R O L E V E S T I B U L A R D O S M O V I M E N T O S D O S O L H O S
Importante no controle reflexo dos movimentos conjugados dos olhos em resposta aos 
movimentos da cabeça e sua posição no espaço. 
Estimulação dos ductos semicirculares e dos órgãos otolíticos
Gânglios vestibular
núcleos vestibulares
Núcleo abducente contralateral
Subnúcleos do RM
FLM
m. RM contralateralm. RL ipsilateral
Movimentos horizontais
FLM
núcleos do oculomotor e 
troclear
Movimentos verticais e 
torcionais
S E M I O L O G I A N A S A F E C Ç Õ E S D A V I A 
V I S U A L M O T O R A
❖Afecções das vias eferentes
• Diplopia
• Paralisia dos movimentos dos olhos
• Oscilopsia e vertigem
• Visão embaralhada – confusão visual
• Ptose palpebral
• Nistagmo 
❖Lesões em qualquer local entre os centros de controle do olhar conjugado e o 
globo ocular
D I P L O P I A 
❖Verdadeira - visibilização de um mesmo objeto em dois locais 
diferentes do espaço
• Percepção em pontos diferentes nas duas retinas – fóvea e 
extrafoveal
❖ Fisiológica – normal
• Na fixação de um ponto central em distâncias diferentes e em pontos não 
correspondentes da retina
❖ Outros aspectos:
• Falta de uniformidade nos meios refrativos em ambos os 
olhos
▪ Imagem sombreadas – alteração monocular
• Desvio ocular do eixo de um dos olhos
▪ Embaralhamento visual pela disparidade das imagens
D I P L O P I A 
❖Diplopia monocular
• Catarata
• Erros de refração não corrigido
• Irregularidades na superfície corneal
• Lesão do córtex visual
❖Diplopia binocular
• Desvio adquirido dos eixos oculares
• Separação das imagens horizontais, verticais 
ou torcionais
• Desaparece qdo oclui um dos olhos
O S C I L O P S I A E V E R T I G E M
❖Oscilopsia
• Sintoma – sensação ilusória de movimento para um lado 
e para outro do ambiente: horizontal, vertical e trocional
• Instabilidade de fixação de causa neurológica
• Qdo acentuada pelo mov. de cabeça tem origem 
vestibular
• Alterações do sistema vestibular:
▪ Desequilíbrio
▪ Instabilidade no andar
▪ Vertigem (sensação ilusória de mov de si próprio ou do 
ambiente)
▪ Desaparece qdo fecha os olhos
P T O S E P A L P E B R A L
❖Frequentes nas lesões do sistema visual 
aferente
• Paralisias oculomotoras
• Miopatias
• Miastenia Graves
• Anomalias Congênitas 
❖Leva em conta a posição da pálpebra em relação 
ao reflexo de luz no centro pupilar qdo cobre 
2mm superior da córnea
https://www.oftalmologiaespecializada.com.br/ https://marcelascarpa.com.br/ptose-palpebra
http://www.julianamedrado.com.br/http://medvisao.com/blog/meu-filho-nasceu-com-a-palpebra-caida
https://www.oftalmologiaespecializada.com.br/
https://marcelascarpa.com.br/ptose-palpebra
http://www.julianamedrado.com.br/
http://medvisao.com/blog/meu-filho-nasceu-com-a-palpebra-caida
R E F E R Ê N C I A S 
❖RHEIN, LEANDRO. Pediatria e Visão. Cert - Editora de Revistas Técnicas Ltda. São Paulo, 2006.
❖DANTAS A. M.; Monteiro M. L. R. Neuro-oftalmologia. 2.ed. – Rio de Janeiro: Cultura Médica: 
Guanabara Koogan, 2010.
❖DANTAS, A. M. Oftalmologia Pediátriaca. 2ª ed – Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2006
❖KANSKI J. J. Oftalmologia Clínica. Uma abordagem sistemática. Ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2008
❖DANTAS A. M .Os Nervos Cranianos; Estudo AnátomoClínico. Ed. Guanabara Koogan. Rio da Janeiro, 2005. 
❖DANTAS, A. M.; OLIVEIRA, D. A. Síndromes Oftalmológicas. Ed. Cultura Médica, 1ª ed. Rio de 
Janeiro. 2015
❖SOUZA-DIAS CR.; GOLDCHMIL, MAURO. Os Estrabismos: teoria e casos comentados. Rio de Janeiro: Cultura 
Médica: Guanabara Koogan, 2011.
❖DANTAS A. M. Neurofisiologia Ocular. Ed. Colina / Revinter. Rio de Janeiro. 1995
❖ Imagens fonte: www.google.com.br
http://www.google.com.br/

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