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• Menor índice de sucesso (80 a 85%) 
• Maior densidade óssea 
• Acesso mais difícil aos troncos nervosos 
• É a mais executada 
• Falhas - quando feita sem técnica 
• Sucesso depende da deposição do anestésico o mais 
próximo do tronco nervoso (1mm) 
 
o Alveolar Inferior 
o Bucal 
o Mentual ou incisivo 
o Lingual 
o Gow-Gates 
o Akinose 
 
 
• Indicações: 
-Tratamento de vários dentes mandibulares 
- Lesões dos tecidos moles anteriores e forame mentual 
- Anestesia lingual 
 
• Contra- indicações: 
- Inflamação/infecção no local da injeção anestésica 
- Pacientes com risco de auto injúria 
 
• Nervos anestesiados: 
- Alveolar inferior 
- Mentual 
- Incisivo 
- Lingual 
 
• Áreas anestesiadas: 
- Dentes mandibulares até a linha média 
- Corpo da mandíbula 
- Mucosa vestibular anterior ao forame mentual 
- 2/3 anteriores da língua e assoalho bucal 
- Tecidos moles do lado lingual e periósteo 
 
• Área de introdução: 
- Face medial do ramo, na metade da incisura coronóide (1cm 
acima do plano oclusal) 
- ¾ da distância entre a incisura coronóide e a rafe 
pterigomandibular 
- Inserir a agulha 2 a 2,5 cm 
 
• Ponto de referência: 
- Processo coronóide 
- Plano oclusal de molares inferiores 
- Rafe pterigomandibular 
- Músculo pterigoideo medial 
- Face medial do ramo ascendente da mandíbula 
- Espaço pterigomandibular 
 
• Complicações: 
- Hematomas 
- Trismo 
- Parestesia 
- Paralisia facial 
- Lesões de tecidos moles 
- Fratura de agulha 
 
 
 
 
• Indicações: 
- Necessidade de bloqueio- tecidos moles região de molar 
 
• Contra- indicações: 
- Inflamação /infecção no local da injeção anestésica 
 
• Nervo anestesiado: 
- Nervo bucal 
 
• Áreas anestesiadas: 
- Tecidos moles 
- Periósteo bucal até os molares inferiores lado vestibular 
 
• Vantagens: 
- Alta taxa de sucesso e técnica fácil de execução 
 
• Desvantagens: 
- Possibilidade de dor se tocar no periósteo durante injeção 
 
• Área de introdução: 
- Membrana mucosa distal e vestibular até o dente mais distal 
do arco 
 
• Área alvo: 
- Nervo bucal (no ponto que ele passa sobre a borda anterior 
do ramo da mandíbula) 
 
• Ponto de referência: 
- Molares inferiores, prega muco-vestibular 
 
• Posição: 
- Lado direito - destros- posição de 8 h 
- Lado esquerdo- destros- posição- 10h 
- Paciente em posição supina ou semi-supina 
 
• Técnica: 
- Traciona-se com o indicador esquerdo (se destro) os tecidos 
moles 
- Orienta seringa e bisel da agulha para baixo em direção ao 
osso 
- Paralelo ao plano oclusal 
- Face vestibular dos molares 
- Avançar agulha lentamente até tocar delicadamente o muco 
Periósteo (1 a 2 mm de penetração) 
- Injeta algumas gotas de solução antes de tocar o muco 
periósteo - evitar dor 
 
 
 
 
 
 
• Indicações: 
- Procedimentos operatórios envolvendo dentes inferiores 
anteriores ao forame mentoniano 
- De canino a canino (bloqueios bilaterais) evita o BNAI 
- Biópsia de tecidos moles 
- Sutura de tecidos moles 
 
• Contra- indicações: 
- Inflamação /infecção no local da injeção anestésica 
- Não é necessário quando bloqueio do NAI foi bem sucedido 
 
• Áreas anestesiadas: 
- Mucosa vestibular anterior ao forame mentoniano (de 2º PM 
até linha média) 
- Lábio inferior e pele do mento 
- Fibras nervosas pulpares de pré-molares, caninos e incisivos 
 
• Vantagens: 
- Anestesia da polpa e tecidos duros sem anestesiar língua 
- Útil em bloqueios bilaterais para dentes anteriores 
 
Assim que tocar o osso, deve-se recuar 1 mm (1/2 da 
agulha) e depositar 0,1 ml = nervo lingual 
 
• O bloqueio do nervo bucal geralmente é feito depois do 
bloqueio do NAI 
• Recomenda-se agulha longa (calibre 25 ou 27) 
 
• Desvantagens: 
- Anestesia parcial de linha média (superposição de fibras 
nervosas do lado oposto - raro) 
 
• Área de introdução: 
- Prega mucovestibular no forame mentoniano ou 
imediatamente anterior a ele 
• Área alvo: 
- Nervo mentoniano quando sai do forame mentoniano 
 
• Ponto de referência: 
- Pré-molares inferiores e prega mucovestibular 
 
• Técnica: 
- Recomenda-se colocar o paciente na posição supina ou 
semi-supina 
- Solicitar que ele feche parcialmente a boca para melhor 
acesso ao local da injeção 
- Penetrar a mucosa ao nível do canino ou do 1º PM para o 
forame mentoniano 
- Profundidade da penetração: 5 a 6 mm (não penetrar o 
forame) 
- Aspirar e injetar a solução lentamente 
- Pressão digital suave sobre o local da injeção (aumenta o 
volume que entra- for. mentoniano) 
- Retirar lentamente a agulha 
- Continuar a comprimir o local da injeção por 2 minutos 
 
 
 
 
 
 
• Áreas anestesiadas: 
- 2/3 anteriores da língua, assoalho da cavidade oral, periósteo 
e tecidos moles linguais 
 
• Técnica: 
- Durante bloqueio do NAI, assim que a agulha toca o osso, 
recua-se 1 mm (1/2 da agulha) e deposita-se 0,1 ml = bloqueio 
do nervo lingual 
 
• Características: 
- Verdadeiro bloqueio do nervo mandibular 
- Produz anestesia sensitiva em toda distribuição de V3 
- Utilizada para bloquear o tronco do nervo mandibular na falha 
da técnica convencional do NAI 
- Agulha longa (calibre 25) 
 
• Contra- indicações: 
- Inflamação /infecção no local da injeção anestésica 
- Pacientes que poderiam morder o lábio ou língua, como 
crianças pequenas e adultos com incapacidade física ou mental 
- Pacientes incapazes de abrir bem a boca 
 
• Nervos anestesiados: 
- NAI 
- Lingual 
- Bucal 
- Mentoniano 
- Milo-hióideo 
- Auriculotemporal 
- Incisivo 
 
• Áreas anestesiadas: 
- Dentes inferiores até linha média 
- Mucoperiósteo e mucosa vestibular no lado da injeção 
- 2/3 anteriores da língua e assoalho bucal 
- Tecidos moles linguais e periósteo 
- Corpo da mandíbula e porção inferior do ramo 
- Pele sobre o zigoma, porção posterior da bochecha e região 
temporal 
 
• Vantagens: 
- Requer apenas uma injeção; geralmente não é necessário 
bloqueio do nervo bucal (a inervação acessória foi bloqueada) 
- Alta taxa de sucesso (>95%), com experiência 
- Taxa de aspiração mínima 
- Poucas complicações após a injeção (ex: trismo) 
- Produz anestesia bem-sucedida quando houver um nervo 
alveolar inferior bífido e canais mandibulares bífidos 
 
• Área de introdução: 
 
• Colocar o polegar ou indicador na prega muco-vestibular 
contra o corpo da mandíbula (área do 1º PM) 
• Deslizar buscando área côncava 
• A área próxima ao forame é mais áspera ao toque 
• Geralmente o forame é encontrado no ápice e 
imediações do 2º PM 
• A pressão digital sobre a região pode produzir dor 
• Obs: O RX mostra o forame 
- Mucosa na face mesial do ramo mandibular 
- Linha que vai da incisura intertragus até o ângulo da boca, 
imediatamente distal ao 2º MS 
 
• Área alvo: 
- Face lateral do colo do côndilo, logo abaixo da inserção do 
musculo pterigóideo lateral 
 
• Pontos de referência: 
I. Extraorais: 
- Borda inferior do trágus (incisura intertragus) 
- Ponto correto: centro do meato auditivo externo (oculto 
pelo trágus) 
- Ângulo da boca 
 
II. Intraorais: 
- A altura da injeção é estabelecida pelo posicionamento da 
ponta da agulha abaixo da cúspide mesiopalatina do 2º MS 
- Penetração dos tecidos moles na distal do 2º MS 
 
• Técnica: 
- Posicione o paciente em posição supina/semi-supina com 
pescoço estendido e boca bem aberta durante toda a injeção 
- Bloqueio lado direito: Administrador destro (posição de 8 
horas de frente para o paciente) 
- Bloqueio lado esquerdo: Administrador destro (10 horas na 
mesma direção do paciente) 
- Localize os pontos de referência (Incisura intertragus e 
ângulo da boca 
- Coloque o polegar sobre a incisura coronóide (retração dos 
tecidos /verificar local de penetração) 
- Visualize os pontos de referência intraoral: cúspide 
mesiopalatina do 2º MS (penetração imediatamente distal ao 
2ºMS) 
- Alinhe a agulha com oplano do ângulo da boca até a incisura 
intertragus do lado da injeção 
- Agulha paralela ao ângulo entre a orelha e a face 
- Orientar a agulha em direção ao trágus 
- Avançar a agulha lentamente até tocar o osso (colo do 
côndilo) 
- Profundidade: ≅ 25 mm 
- Não injetar se não tocar o osso (retire e redirecione) 
- Aspirar, injetar anestésico, retirar agulha lentamente... 
 
• Complicações: 
- Hematoma 
- Trismo 
- Paralisia temporária do II, IV VI nervos craniano (Administração 
intravenosa rápida e acidental) 
 
 
 
 
 
• Indicações: 
- Abertura mandibular limitada 
- Múltiplos procedimentos em dentes inferiores 
- Incapacidade de localizar pontos de referências para BNAI 
 
• Contra- indicações: 
- Inflamação /infecção no local da injeção anestésica 
- Pacientes que poderiam morder o lábio ou língua, como 
crianças pequenas e adultos com incapacidade física ou mental 
- Incapacidade de visualizar ou obter acesso à face lingual do 
ramo 
 
• Nervos anestesiados: 
- Alveolar inferior 
- Incisivo 
- Mentoniano 
- Lingual 
-Milo-hióideo 
 
• Áreas anestesiadas: 
- Dentes mandibulares até a linha média 
- Corpo da mandíbula e porção inferior do ramo 
- Mucoperiósteo vestibular e mucosa na frente do forame 
mentoniano 
-2/3 anteriores da língua e assoalho da cavidade oral (nervo 
lingual) 
- Tecidos moles linguais e periósteo (nervo lingual) 
 
• Vantagens: 
- Relativamente atraumático 
- Não é necessário que o paciente seja capaz de abrir a boca 
- Poucas complicações pós-operatórias (ex: trismo) 
- Menor taxa de aspiração (<10%) que no bloqueio do nervo 
alveolar inferior 
- Produz anestesia bem-sucedida, quando há nervo alveolar 
inferior bífido e canais mandibulares bífidos 
 
• Desvantagens: 
 
Se não houver contato com o osso não 
injeta a solução anestésica 
- É difícil visualizar o trajeto da agulha e a profundidade de 
introdução 
- Não há contato ósseo; a profundidade da penetração é um 
pouco arbitrária 
- Potencialmente traumático, se a agulha estiver muito próxima 
do periósteo 
 
• Área de introdução: 
- Tecidos moles sobre a borda medial (lingual) do ramo 
mandibular adjacente à tuberosidade da maxila, na altura da 
junção mucogengival correspondente ao 3º MS 
 
• Área alvo: 
- Tecidos moles da borda medial(lingual) do ramo na região 
dos nervos alveolar inferior, lingual e milo-hióideo, no ponto em 
que seguem para baixo do forame oval em direção ao forame 
mandibular 
 
• Pontos de referência: 
- Junção mucogengival do 3ºMS 
- Tuberosidade da maxila 
- Incisura coronóide no ramo mandibular 
 
• Técnica: 
- Posição de 8 horas (de frente para o paciente) 
- Paciente em posição supina ou semi-supina 
- Colocar o dedo indicador ou polegar sobre a incisura 
coronóide (afastando lateralmente os tecidos para visualizar o 
local da injeção) 
- Visualize os pontos de referência 
- Pedir ao paciente para ocluir os dentes suavemente 
- Afastar os tecidos moles na borda medial do ramo 
lateralmente - Segurar o cilindro da seringa paralelo ao plano 
oclusal maxilar 
- Agulha ao nível da junção muco gengival do 3º MS 
- Avançar a agulha aproximadamente 25 mm no tecido 
- Medida a partir da tuberosidade maxilar 
- A agulha deve estar na porção média do espaço 
pterigomandibular 
- Aspirar 
- Injetar a solução anestésica 
- Retirar seringa lentamente 
- Voltar o paciente para posição ortostática ou semi-
ortostática 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Apenas nessa técnica o bisel é voltado para fora do 
osso do ramo mandibular

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