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Quando a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) é deflagrada, o Brasil adota uma postura de neutralidade. No entanto, três anos mais tarde, decide declarar guerra à Alemanha.
Assinale a alternativa que explique esta postura do Brasil:
a) O Brasil segue a postura de neutralidade dos Estados Unidos, porém muda de opinião quando este é atacado pelos alemães.
b) O governo brasileiro prefere não contrariar a numerosa colônia germânica no sul do país e se declara neutro, contudo opta pela beligerância quando navios mercantes são atacados pelos submarinos alemães.
c) O Brasil prefere a neutralidade seguindo as recomendações dos chanceleres da América. No entanto, entra na guerra ao ver suas águas territoriais ameaçadas com a proximidade da Marinha alemã.
d) O país escolhe a neutralidade por causa dos negócios que mantinha com a Alemanha, mas declara a guerra quando esta afunda navios brasileiros.

A decisão inicial do Brasil de se manter neutro estava relacionada em grande parte aos laços comerciais e econômicos com a Alemanha. O afundamento de navios brasileiros por submarinos alemães, como o RMS Lusitania, que resultou em perdas humanas e econômicas significativas para o Brasil, eventualmente levou o país a abandonar a neutralidade e entrar na guerra ao lado das potências Aliadas.
O início da República no Brasil foi descrito, desde sua fundação, como uma “proclamação”. No entanto, cada vez mais, os historiadores preferem o termo “golpe de Estado”, pois:
a) A república foi implantada por grupos apoiados por forças internacionais.
b) Não houve participação popular e foi dirigido contra um governo constitucional.
c) A intenção primeira era derrubar o gabinete do visconde Ouro Preto e não proclamar um novo regime.
d) Foi realizada durante a madrugada e não à luz do dia.

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Questões resolvidas

Quando a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) é deflagrada, o Brasil adota uma postura de neutralidade. No entanto, três anos mais tarde, decide declarar guerra à Alemanha.
Assinale a alternativa que explique esta postura do Brasil:
a) O Brasil segue a postura de neutralidade dos Estados Unidos, porém muda de opinião quando este é atacado pelos alemães.
b) O governo brasileiro prefere não contrariar a numerosa colônia germânica no sul do país e se declara neutro, contudo opta pela beligerância quando navios mercantes são atacados pelos submarinos alemães.
c) O Brasil prefere a neutralidade seguindo as recomendações dos chanceleres da América. No entanto, entra na guerra ao ver suas águas territoriais ameaçadas com a proximidade da Marinha alemã.
d) O país escolhe a neutralidade por causa dos negócios que mantinha com a Alemanha, mas declara a guerra quando esta afunda navios brasileiros.

A decisão inicial do Brasil de se manter neutro estava relacionada em grande parte aos laços comerciais e econômicos com a Alemanha. O afundamento de navios brasileiros por submarinos alemães, como o RMS Lusitania, que resultou em perdas humanas e econômicas significativas para o Brasil, eventualmente levou o país a abandonar a neutralidade e entrar na guerra ao lado das potências Aliadas.
O início da República no Brasil foi descrito, desde sua fundação, como uma “proclamação”. No entanto, cada vez mais, os historiadores preferem o termo “golpe de Estado”, pois:
a) A república foi implantada por grupos apoiados por forças internacionais.
b) Não houve participação popular e foi dirigido contra um governo constitucional.
c) A intenção primeira era derrubar o gabinete do visconde Ouro Preto e não proclamar um novo regime.
d) Foi realizada durante a madrugada e não à luz do dia.

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Quando a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) é deflagrada, o Brasil 
adora uma postura de neutralidade. No entanto, três anos mais tarde, 
decide declarar guerra à Alemanha. Assinale a alternativa que explique 
esta postura do Brasil: 
 a) O Brasil segue a postura de neutralidade dos Estados Unidos, porém 
muda de opinião quando este é atacado pelos alemães. 
 b) O governo brasileiro prefere não contrariar a numerosa colônia 
germânica no sul do país e se declara neutro, contudo, opta pela 
beligerância quando navios mercantes são atacados pelos submarinos 
alemães. 
c) O Brasil prefere a neutralidade seguindo as recomendações dos 
chanceleres da América. No entanto, entra na guerra ao ver suas águas 
territoriais ameaçadas com a proximidade da Marinha alemã. 
 d) O país escolhe a neutralidade por causa dos negócios que mantinha 
com a Alemanha, mas declara a guerra quando esta afunda navios 
brasileiros. 
 
d) O país escolhe a neutralidade por causa dos negócios que mantinha com a 
Alemanha, mas declara a guerra quando esta afunda navios brasileiros. 
 
A decisão inicial do Brasil de se manter neutro estava relacionada em grande 
parte aos laços comerciais e econômicos com a Alemanha. O afundamento de 
navios brasileiros por submarinos alemães, como o RMS Lusitania, que 
resultou em perdas humanas e econômicas significativas para o Brasil, 
eventualmente levou o país a abandonar a neutralidade e entrar na guerra ao 
lado das potências Aliadas. 
 
 
"Ao fim de uma madrugada e confusa, de 14 para 15 de novembro de 
1889, vários grupos militares de oposição concentraram-se diante do 
Ministério do Exército do Rio de Janeiro (onde estava reunido o governo 
imperial) e seu protesto culminou com a Proclamação da República pela 
mais importante figura militar do país, o marechal Deodoro da Fonseca." 
O início da República no Brasil foi descrito, desde sua fundação, como 
uma “proclamação”. No entanto, cada vez mais, os historiadores 
preferem o termo “golpe de Estado”, pois: 
a) A república foi implantada por grupos apoiados por forças 
internacionais. 
b) Não houve participação popular e foi dirigido contra um governo 
constitucional. 
c) A intenção primeira era derrubar o gabinete do visconde Ouro Preto e 
não proclamar um novo regime. 
d) Foi realizada durante a madrugada e não à luz do dia. 
 
 
b) Não houve participação popular e foi dirigido contra um governo 
constitucional. 
 
O termo "golpe de Estado" é preferido por muitos historiadores para descrever 
a transição da monarquia para a república no Brasil, pois a Proclamação da 
República não foi resultado de um movimento amplo e popular, e sim um 
evento conduzido por grupos militares e políticos que estavam insatisfeitos com 
o governo imperial. Além disso, o golpe de Estado implicou a derrubada do 
governo constitucional do Império, liderado pelo imperador D. Pedro II. 
 
A Proclamação da República envolveu a destituição do imperador e a 
substituição da monarquia pelo regime republicano, e embora tenha sido um 
evento importante na história brasileira, sua natureza e contexto não se 
assemelhavam a um movimento popular ou a uma ampla participação da 
sociedade. Portanto, muitos historiadores argumentam que o termo "golpe de 
Estado" é mais apropriado para descrever esse acontecimento.

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