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Biologia, bioecologia e importância em saúde de Nematocera Departamento de Parasitologia Animal INSTITUTO DE VETERINÁRIA Contato: famadas_km@hotmail.com Aula teórica Profa. Kátia Maria Famadas Artigo de Mosquito Magnet® Classe Insecta Ordem: Diptera (di= duas, ptera = asa) Subordem: Nematocera (nemato= filamentoso, cera = antena) https://br.pinterest.com/mosquitomagnet1/ N e m a to c e ra Ceratopogonidae © 2008 David E. Reed Culicidae Hadel Go 2014 Simuliidae 2011 John R. Maxwell Psychodidae https://pt.wikipedia.org/wiki/Lutzomyia https://bugguide.net/user/view/497 https://bugguide.net/user/view/497 https://bugguide.net/user/view/14045 Introdução • Importância nos estudos epidemiológicos e em Medicina Preventiva, no campo das endemias parasitárias • Elevado número de estudos X luta contra Malária, Dengue, Filarioses, Febre Amarela e outras Arboviroses • Cerca de 3000 espécies • Só fêmeas hemtófagas https://aedes.sigelu.com/faq-login Nematocera HOLOMETABÓLICO Culicidae Famadas, KM https://www.rawpixel.com/image/2288492/free-photo-image-mosquito-aedes-insect Nematocera Culicidae Culicinae Nematocera Anophelinae Ovo Larva (L1, L2, L3 e L4) Pupa Adultos Larva (L1, L2, L3, L4 ) Pupa Adulto Ovo Ciclo Biológico Nematocera Ocorre uma muda entre cada instar larval Fêmea Fêmeas se alimentam de sangue para desenvolvimento dos ovócitos L1 L2 L3 L4 Ovos (depositados sobre a folhas ou superfícies próximas à água) Adulto Larva Pupa Ovos (depositados isolados ou em jangadas) Nematocera Aspectos importantes quanto a hematofagia: Famadas, KM Nematocera ... CICLO CIRCADIANO Diurnos Vespertinos Noturnos Nematocera ...HABITAT silvestres domiciliares peridomiciliares Nematocera ... DOMESTICIDADE endófilas exófilas Nematocera ... PREFERÊNCIA ALIMENTAR zoófilasantropófilas zooantropófilicas Nematocera Ciclo gonotrófico: – Sucessão de refeições e desova Biologia: Ciclo gonotrófico: Maturação dos folículos = ingestão de sangue ÓVULO dilatação no pedúnculo que liga o ovaríolo ao oviduto. ➢Formação de enxames “dança nupcial”. ➢Cópula - armazenamento de esperma em espermateca. Larvas e pupa aquáticas ➢ Desova em meio líquido ou pouco acima da superfície da água OVOS Período larval: ~10-20 dias Período pupa: ~2-3 dias Oviposição Culicidae Biologia: Criadouros naturais (Aedes) Culicidae Biologia: Criadouros artificiais (Aedes) Culicidae Biologia: Criadouros (Culex) Culicidae Principais diferenças IMPORTÂNCIA Anopheles → Malária humana Anophelinae: Nematocera Culex → Filariose em cães, humanos e malária aviária Aedes → Febre Amarela Urbana, Zika, Chikungunya, Dengue, Febre do Nilo e Mayaro Vírus Haemagogus → Febre Amarela Silvestre Culicinae: IMPORTÂNCIA DOS CULICIDAE Subfamília Anophelinae: Gênero: Anopheles Importância: Transmissão dos agentes etiológicos da malária humana https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/malaria.htm Distribuição da Malária Índice Parasitário Anual (IPA) para Malária http://www.fiocruz.br/ccs/cgi Espécie de Anopheles Hábitat/ Preferência alimentar Atividade Características Gerais A. darlingi Domiciliar/ antropofílico acentuado Crepuscular Aguas límpidas de represa ou remansos de grandes rios. Principal vetor nas Américas A. aquasalis Sem preferência, endófilo ou exófilo Sem preferência, dia e noite Água com certo teor salino, águas paradas,ou em cursos d’água com pouca correnteza, não muito profundas batidas de sol A. albitarsis Duas subespécies, uma silvestre, outra domiciliar Vespertino e noturno Não considerado bom HI. Larvas em vários tipos de criadouros: sombreados ou expostos ao sol, pântanos, lagoas, açudes, valetas, rios, etc. A. albimanus Doméstico/ antropozoofílico Crepuscular Voam um raio de 20 km. Criam-se em coleções variadas de água, ensolaradas, doces ou salobras, pântanos, lagos e lagoas, canais e campos de arroz, mas raramente em criadouros temporários A. cruzi Silvestre Diurno e noturno, preferem crepúsculo Axilas das bromeliáceas ao sol. Importante papel como vetor no sul do Brasil. A. Bellator Silvestre Diurno e noturno, preferem crepúsculo Axilas das bromeliáceas na sombra. A. gambiae Erradicada do Nordeste brasileiro, entrou em 1930. Principais espécies de anofelinos transmissoras dos agentes causadores da malária humana no Brasil Sabethes Haemagogus Culex Aedes Subfamília Culicinae: Importância: Transmissão dos agentes etiológicos da Febre Amarela, Dengue, Zika, Chicungunya, etc. (Aedes e outros), filarídios e malária aviária (Culex) e Febre Amarela Silvestre (Haemagogus e Sabethes) Culicinae Vetores: Culex pipiens, Cx. quinquefasciatus, Aedes aegypti, Ae. albopictus, Anopheles maculipenis e Coquillettidia richiardii (CIRIO, 2005)Dirofilariose Dirofilaria immitis nos pets (azul); D. repens nos pets (verde); D. immitis and D. repens in pets (listras); sem informação (branco); (∗) infecções subcutâneas esporádicas. https://www.researchgate.net/publication/317270864_The_Complexity_of_Zoonotic_Filariasis_Episystem_and_Its_Consequences_A_Multidisciplinary_View Distribuição geográfica de Dirofilaria spp. nos hospedeiros Distribuição da Dirofilaria em cães D ir o fi la ri o se e m c ã e s Porcentagem de resultados de testes positivos caninos para o antígeno de Dirofilaria immitis https://petcare.com.br/dirofilariose/ Adaptado de http://www.parasitesandvectors.com/content/7/1/493 Distribuição de Wuchereria Principal vetor no Brasil Culex quinquefasciatus Wuchereria bancrofti é um nematóide causador da filariose linfática. Filariose Humana https://www.biometrix.com.br/zika- pernilongo-comum/culex_materia/ Distribuição de casos de Dengue em 2012 https://jornalibia.com.br/noticias/saude/calor-e-chuva-ambiente-preferido-do-aedes-aegypti/ D is tr ib u iç ã o d a D e n g u e h ttp s://a g e n c ia b ra sil.e b c .c o m .b r/sa u d e /n o tic ia /2 0 1 9 -0 9 /e m -u m -a n o -in c id e n c ia -d a -d e n g u e -n o -p a is-a u m e n ta -6 0 0 Zika Vírus https://jornalibia.com.br/noticias/saude/calor-e-chuva-ambiente-preferido-do-aedes-aegypti/ https://periodicos.fiocruz.br/pt-br/content/os-motores-da-dissemina%C3%A7%C3%A3o-do-v%C3%ADrus-zika-no-mundo Vírus Chikungunya (“aqueles que se dobram”) 1º. surto causado pelo CHIKV (1952-1953) na Tanzânia África e algumas epidemias na Índia e sudeste asiático. Epidemias explosivas de CHIKV ilhas do oceano Indico. 1º. Caso no Brasil (2010) = 3 haviam viajado para a Indonésia e Índia Vírus Chikungunya Fonte: FERNANDÉZ; NAVARRO (2015). Chikungunya Chikungunya DOI: 10.1128/JCM.00350-19 https://jornalibia.com.br/noticias/saude/calor-e-chuva-ambiente-preferido-do-aedes-aegypti/ h ttp ://g a ze ta w e b .g lo b o .c o m /p o rta l/n o tic ia /2 0 1 8 /0 2 /se n tin e la s-d a s-m a ta s-o rg a o s-c ria m -p a c to -e m -d e fe sa -d o s-p rim a ta s-a m e a c a d o s-e m -a l_ 4 8 8 2 6 .p h p Distribuição da Febre Amarela (anterior a 2017) Distribuição da Febre Amarela 2017 Em 2014, houve a confirmação do primeiro caso humano em um trabalhador rural no estado do Piauí. Primeiro no Brasil confirmado pelo MAPA, 8 de junho de 2018 (cavalos), Espirito Santo. Vetor: Culex Febre do Nilo (Flavivirus) Hospedeiros acidentais Não transmitem o vírus por mosquitos Hospedeiros acidentais Raramente transmitem o vírus por mosquitos. Mamíferos e aves podem adoecer. Equídeos muito susceptíveisCiclo Natural Hospedeiros naturais Várias espécies de pássaros e outras aves Corvídeos e passeriformes são muito susceptíveis Algumas espécies desenvolvem infecção subclínica Hospedeiros amplificadores Possíveis hospedeiros amplificadores Principaisarbovírus que circulam no Brasil (2019) • Dengue (4 tipos de vírus) • Chikungunya • Febre Amarela • Oropuche • Mayaro • Febre Oeste do Nilo • Encefalite de Saint Louis Haemagogus janthinomys Potencial transmissão do vírus em áreas de floresta degradada na Amazônia 1.Primatas em geral. Na Amazônia brasileira micos Calithrix (amplificadores) 2. Haemagogus sp. (ambiente silvestre) e Aedes albopictus e Aedes aegypti (ambiente urbano) 3. Animais susceptíveis à picada do mosquito, somente homem desenvolve a doença CERATOPOGONIDAE Famadas, KM Nematocera Gênero: Culicoides Ceratopogonidae Thanawit Kongkaew www.pragaseeventos.com.br Nematocera https://www.123rf.com/profile_coolkengzz https://www.chemone.com.br/blog/author/www.pragaseeventos.com.br C ic lo d e 3 0 a 4 9 d ia s CERATOPOGONIDAE Acasalamento Hematofagia Maturação dos oócitos Ciclo gonotrófico das fêmeas Oviposição Ovos 100 a 600 ± 6 posturas 22 a 39 dias Vc da água= 80 a 90 cm/s Desenvolvimento e sobrevivência Ciclo de Culicoides 4 a 5 dias 20 a 25°C 2 a 3 semanas de vida Oviposição em locais úmidos com matéria orgânica Larvas aquáticas ou semi. Na areia, lodo, plantas em decomposição buracos de árvores Nematocera Biologia Postura= 30/450 ovos em substratos úmidos (pântanos, manguezais, e em vegetação em decomposição) P. Incubação= 2 a 9 dias Larvas semi-aquáticas L1-L4 (± 3 semanas a 7 meses) P Pupa= ± 3 dias, duração do ciclo ?? 1 Geração/ano Raio de voo= 4 km Pico de Atividade Culicoides • crepuscular ou noturna (raros diurna) Raio de voo= 4km Nematocera IMPORTÂNCIA: Animais Transmissão de arbovirus (Blue tongue/ovelhas) Leucocytozoon/aves, Haemoproteus/ patos, Filarídeos 12:52 Nematocera IMPORTÂNCIA: Humanos Mansonella spp.(filarídeo) Vírus Orapuche Pará (Belém, Santa Isabel, Castanhal, Santarém, Oriximiná, Serra Pelada, zona Bragantina – Igarapé Açu, Maracanã e Magalhães Barata), do Amazonas (Manaus e Barcelos), Acre (Xapuri), Amapá (Mazagão), Maranhão (Porto Franco), Tocantins (Tocantinópolis) e Rondônia (Ariquemes e Oro Preto D’Oestee Vírus das encefalites para humanos Nematocera Oropuche http://www.saudedoviajante.pr.gov.br/2017/08/55/Casos-de-Virus-Oropouche-.html Vetor: Culicoides paraensis Simuliidae Nematocera Simuliidae Nematocera Ciclo Biolóogico Raio de vôo= 200km Ciclo= 60 dias até 15 sem., 1 a 5 gerações / ano Atividade diurna Nematocera Raio de voo= 200km Pico de Atividade Simulium spp. • diurnos Biologia Postura= 150/600 ovos substratos em águas rápidas de riachos P. Incubação= 1-4 dias Larvas aquáticas L1-L7 (1-2 semanas); Pupa= 2-6 dias Ciclo= 60 dias até 15 sem., 1 a 5 gerações / ano Atividade diurna Raio de vôo= 200km Importância Agente infestante Transmissão de Leucocytozoon/ aves Onchocerca para gado e humanos Famadas, KM 12:52 Nematocera Oncocercose ➢ Regiões endêmicas, onde estima-se que vivam 120 milhões de pessoas. ➢ Atualmente em várias regiões do Amazonas e fora do Amazonas. Roraima; Goiás e Acre e tem sido encontrado vetores desta filaria em Rondônia, Pará e Mato Grosso Tribo Yanomami Foto: Pedro (@whereispepere) via Flickrhttps://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=4807:elaboracao-de-plano-de-atividades-para-eliminacao-de-oncocercose-na-area-de-yanomami-e-objeto-da-primeira-reuniao-do-comite-binacional-de-acompanhamento-entre-brasil-e-venezuela&Itemid=812 https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.ups.edu.ec%2Fbitstream%2F123456789%2F2269%2F6%2FUPS-QT00467.pdf&psig=AOvVaw3tZI5FFZFx1lP_8y7qvzvw&ust=1604605920980000&source=images&cd=vfe&ved=0CAMQjB1qFwoTCPics4PV6ewCFQAAAAAdAAAAABAD R e a ç õ e s p e la p ic a d a d e S im u lid a e Psychodidae Nematocera Fonte: http://www.diptera.info/ http://www.diptera.info/ P h le b o to m in a e Distribuição dos principais gêneros no mundo Biologia Postura= 50/100 ovos substratos úmidos, fendas ou buracos no solo, em folhiços ou ao redor de árvores na floresta. Umidade 100%, Temp. acima de 20 C P. Incubação= 6-17 dias Larvas semi-aquáticas L1-L4 (21-60 dias); Pupa= 1-2 semanas Ciclo= 1-3 meses Atividade crepuscular ou noturna Raio de vôo= 1,5 km RESUMO DAS DOENÇAS RELACIONADAS AOS NEMATOCERA DOENÇA MOSQUITO HÁBITOS/OBS 1 – Malária Anopheles darlingi Rios de águas limpas 2 - Febre amarela urbana Aedes aegypti Domésticos, diurnos, águas limpas 3 - Febre amarela silvestre Haemagogus capricornii Amazônia e Centro Oeste 4 - Leishmaniose visceral Lutzomyia longipalpis Nordeste brasileiro 5 - Leishmaniose cutânea Lutzomyia intermedia Em quase todo o Brasil 6 - Filariose Culex quinquefasciatus Domésticos, noturnos, águas sujas 7 – Dengue e outras arboviroses (Zika, Chikungunya, Mayaro) Aedes aegypti ( e Aedes albopictus) Águas paradas de vasos, pneus, etc. 8 - Encefalite Aedes scapularis No litoral de São Paulo 9 - Úlcera brava Phlebotomus spp Úlcera de Bauru 10 - Manzonelose Simulium amazonicum Comum na Amazônia 11 - Oncocercose Simulium damnosum Roraima e África MEDIDAS PREVENTIVAS COMBATE AOS NEMATOCERA As medidas recomendadas de combate aos mosquitos (seja na fase jovem ou adulta) são: a) de caráter permanente: drenagem, aterro, entelamento e uso do mosquiteiro; e b) de caráter periódico: petrolagem, inseticidas, larvicidas, repelentes, inimigos naturais, etc. https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.slideshare.net%2Fsandrocostab%2Fmaruim&psig=AOvVaw1FEPgHCRUPXrc9BDcLNqaF&ust=1604608783292000&source=images&cd=vfe &ved=0CAMQjB1qFwoTCIjz-9ff6ewCFQAAAAAdAAAAABAD https://104maisfm.com.br/2018/02/20/secretaria-estadual-da-saude-alerta-para-cuidados-com-a-dengue-no-final-de-verao/ Questão de saúde05/10/2020 | 09h35Atualizada em 05/10/2020 | 09h57 https://www.cff.org.br/noticia.php?id=3584 Slide 1: Biologia, bioecologia e importância em saúde de Nematocera Slide 2 Slide 3: Nematocera Slide 4: Introdução Slide 5 Slide 6: Culicidae Slide 7: Culicidae Slide 8 Slide 9 Slide 10: Aspectos importantes quanto a hematofagia: Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: Biologia: Slide 17: Ciclo gonotrófico: Slide 18 Slide 19: Larvas e pupa aquáticas Slide 20: Biologia: Criadouros naturais (Aedes) Slide 21: Biologia: Criadouros artificiais (Aedes) Slide 22: Biologia: Criadouros (Culex) Slide 23: Principais diferenças Slide 24: IMPORTÂNCIA Slide 25: IMPORTÂNCIA DOS CULICIDAE Slide 26: Subfamília Anophelinae: Slide 27: Distribuição da Malária Slide 28: Índice Parasitário Anual (IPA) para Malária Slide 29: Principais espécies de anofelinos transmissoras dos agentes causadores da malária humana no Brasil Slide 30 Slide 31 Slide 32: Dirofilaria immitis nos pets (azul); D. repens nos pets (verde); D. immitis and D. repens in pets (listras); sem informação (branco); (∗) infecções subcutâneas esporádicas. Slide 33 Slide 34: Dirofilariose em cães Slide 35: Porcentagem de resultados de testes positivos caninos para o antígeno de Dirofilaria immitis Slide 36 Slide 37 Slide 38: Distribuição de casos de Dengue em 2012 Slide 39: Distribuição da Dengue Slide 40 Slide 41 Slide 42: Vírus Chikungunya (“aqueles que se dobram”) Slide 43: Vírus Chikungunya Slide 44: Chikungunya Slide 45: Chikungunya Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50: Distribuição da Febre Amarela (anterior a 2017) Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54: CERATOPOGONIDAE Slide 55: Ceratopogonidae Slide 56 Slide 57: Biologia Slide 58: Pico de Atividade Culicoides Slide 59 Slide 60: IMPORTÂNCIA: Slide 61: IMPORTÂNCIA: Slide 62: Oropuche Slide 63: Simuliidae Slide 64: Simuliidae Slide 65: Ciclo Biolóogico Slide 66: Pico de Atividade Simulium spp. Slide 67: Biologia Slide 68: Importância Slide 69: Oncocercose Slide 70: Tribo Yanomami Slide 71: Reaçõespela picada de Simulidae Slide 72 Slide 73 Slide 74: Phlebotominae Slide 75: Distribuição dos principais gêneros no mundo Slide 76: Biologia Slide 77 Slide 78 Slide 79: RESUMO DAS DOENÇAS RELACIONADAS AOS NEMATOCERA Slide 80: MEDIDAS PREVENTIVAS Slide 81: COMBATE AOS NEMATOCERA