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SONDAGEM GASTRINTESTINAL Quando o paciente não consegue ingerir alimentos, mas ainda pode digeri-los e absorver os nutrientes, indica-se a alimentação enteral por sonda (POTTER et al., 2018). Algumas condições que requerem nutrição enteral estão apresentadas a seguir (HINKLE; CHEEVER, 2020): 1. (SEJUDH-MT/IBADE/2017) A sondagem gastrintestinal é um procedimento bastante realizado nas unidades hospitalares podendo ter várias finalidades. A respeito desse procedimento analise as afirmativas a seguir. I. A determinação do comprimento da sonda nasoentérica é feita medindo a distância da ponta do nariz até o lobo da orelha e do lobo da orelha até a extremidade do processo xifoide, acrescentando de 20 a 25 cm. II. A sonda de Levin é uma sonda nasogástrica que mede 120cm de comprimento, radiopaca, com luz dupla, empregada para descomprimir o estômago e mantê-lo vazio. III. A sonda de Salem é uma sonda de borracha, com luz única, muito usada nas emergências e ambientes de cuidados intensivos para tratar varizes esofágicas hemorrágicas. Está correto apenas o que se afirma em: a) I. b) II e III. c) II. d) I e II. e) III. Algumas complicações podem surgir durante a alimentação enteral por sonda, são elas (POTTER et al., 2018): 2. (UEPA /FADESP/2020) O senhor Antônio Ferreira, de 65 anos, fazia tratamento terapêutico em um hospital de referência em oncologia gástrica durante sua internação. Após a ressecção de um tumor gástrico, passou a receber alimentação por sonda nasogástica. Um dos cuidados de enfermagem voltados para a ingestão da dieta prescrita por esta via é a) lavar a sonda antes de iniciar a dieta prescrita e mantê-la aberta por 2 (dois) segundos. b) inserir 60 ml de água destilada para desobstrução da sonda após alimentação. c) aspirar com seringa e observar o conteúdo da última dieta administrada. d) baixar a extremidade da sonda, para eliminar qualquer resíduo da última dieta. 3. (Residências em Áreas Profissionais de Saúde/UPE/2021) M.S, sexo feminino, 52 anos, foi admitida em uma unidade de saúde, com diagnóstico de hipertensão portal. Ao exame, verificou-se a presença de abdome globoso, com aumento importante da circunferência abdominal, estrias e veias distendidas visíveis na parede abdominal. Segundo informações do cliente, vem observando, nas evacuações, fezes escuras com odor fétido. Teve um episódio de vômito com sangue em pequena quantidade. Diante do quadro apresentado, ficou decidido, como terapêutica, a instalação da sonda nasogástrica (SNG) para avaliar o conteúdo gástrico. Quais as principais intervenções de enfermagem para a instalação adequada da SNG? a) O posicionamento do paciente em Fowler assim como a inspeção das narinas para detectar obstrução são ações importantes para minimizar os efeitos da sondagem e manter o conforto do paciente. Quando a sonda alcança a nasofaringe, o cliente é orientado a abaixar a cabeça levemente e, se for capaz, começar a deglutir, à medida que o tubo é introduzido. Essa medida auxilia no fechamento da glote, protegendo as vias aéreas, evitando o erro de trajeto para o pulmão. b) Escolher o tipo de sonda a ser utilizada é de grande importância para o sucesso da realização do procedimento. Nesse caso, a sonda longa de Dubbhoff deverá ser a de escolha, uma vez que o objetivo da realização da intervenção é a lavagem gástrica e o controle do conteúdo gástrico. c) Instalar SNG de Levine, mantendo-a fechada com o objetivo de se avaliar quantidade de conteúdo gástrico drenado. d) Confirmar o posicionamento da sonda nasogástrica, observando-se o ponto de demarcação sinalizado antes do início da introdução da sonda; examinar visualmente o aspirado gástrico ou ainda imergir a ponta da sonda em um copo com água, observando se haverá ou não a formação de bolhas. e) A mensuração da sonda é fundamental para determinar um bom posicionamento. Tradicionalmente, o comprimento é determinado pela medição da distância a partir da ponta do nariz até o lóbulo da orelha e a partir do lóbulo da orelha até o processo xifoide, para o posicionamento da SNG. Para tanto, o paciente deve ser acomodado em decúbito lateral a 30° para a passagem da sonda de Levin e a 45° para a instalação da sonda de Dubbhoff. 4. (Residências Multiprofissional COREMU/UFPR/2020) Com indicações precisas, a alimentação enteral contribui para atender às necessidades nutricionais em pacientes incapacitados de deglutir ou ingerir alimentos por via oral. Após a inserção da sonda enteral, o enfermeiro deve certificar-se de seu posicionamento. Nesse sentido, o método indicado e confiável é: a) injetar ar na sonda e auscultar simultaneamente. b) solicitar ao paciente que fale. c) aspirar o conteúdo via sonda. d) realizar exame radiográfico. e) testar o pH do aspirado. 5. (Residências em Áreas Profissionais de Saúde/UPE/2020) Ao avaliar um paciente recém-admitido em uma enfermaria de Clínica Médica, a equipe de saúde identificou a necessidade de instalar sonda nasogástrica para avaliação do conteúdo gástrico e administração de medicações. O paciente encontra-se consciente, orientado e bastante colaborativo. Quanto ao procedimento, em pacientes que tenham indicação, qual o objetivo de se oferecer água, ou simplesmente deglutir durante a realização da sondagem? a) O procedimento de deglutição abre a parte superior da via aérea até a traqueia e fecha o esôfago. b) A deglutição evita o acúmulo de secreção na cavidade oral, porém auxilia o reflexo de vômito. c) Engolir água fecha a epiglote abaixo da traqueia e movimenta a sonda para a laringe. d) A deglutição da água abre a epiglote e fecha a parte superior da via aérea até a traqueia e abre o esôfago. e) A deglutição fecha a epiglote acima da traqueia e ajuda a mover a sonda para o esôfago, assim como a água auxilia na redução das náuseas e sufocamento. 6. (Residências em Enfermagem/UERJ/2020) Segundo Hockenberry e Wilson (2014), durante o procedimento de cateterismo em pacientes pediátricos, para calcular o comprimento da sonda nasogástrica, deve-se medir do espaço entre nariz-orelha até o(a): a) crista ilíaca b) apêndice xifoide c) meado entre o apêndice xifoide e a crista ilíaca d) meado entre o apêndice xifoide e a cicatriz umbilical GABARITO 1 - A 2 - C 3 - A 4 - D 5 – E 6 – D