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AULA 1  e 2  Análise experimental do comportamento 
Como o meio ambiente influência nas ações. (Investigações científicas).
Professor - Fernando M. lucchesi 
AVALIAÇÃO - prova composta de 12 questões. 10 questões objetivas(0,6) e 2 discursivas(2,0).
TRABALHO - Relatório científico (dupla com a Vívian) valendo 10.
Ponderação das notas - Trabalho vale 2 pontos da média e a prova 8.
AULA 1 
Definição do comportamento - características e história da modificação do comportamento. 
COMPORTAMENTO é tudo o que fazemos. 
    ↓
Toda ação. 
Analisaremos todo o comportamento:
I Frequência (n◦ de vezes) 
II Duração ( Início ao fim) 
III Intensidade (ou força exercida no compor)
IV Latência (Temp que demorou para o comportamento ser emitido) 
· Todo comportamento é observável e pode ser registrado. 
· TODO comportamento tem impacto sobre o meio.
O comportamento pode ser explicado pela relação entre a pessoa(organismo) e meio em que se vive. 
   ↓
Eu altero o meio e o meio que vivo altera meu comportamento.
TIPOS DE COMPORTAMENTO -
Comportamento público (Aberto) - Todos podem ver. 
Comportamento privado (Encoberto) - Só a pessoa que emite sabe. (Pensamento)
BEHAVIORISMO RADICAL - Filosofia por trás da ciência do comportamento - conjunto de discussões e reflexões sobre o objeto de estudo. 
Ex. A mente existe? inventamos ela? Se existe onde está?
Ciência básica - baseia-se na aquisição de novos conhecimentos e pelo desenvolvimento de teorias, pode-se dizer que toda pesquisa é uma ciência básica podendo gerar novas teorias. (Pesquisa) 
Ciência aplicada - estuda formas de utilizar tais conhecimentos em benefício do homem, para a solução de problemas práticos.
Enquanto a ciência de base produz o conhecimento novo, a ciência aplicada o reinterpreta.
A ANÁLISE DO COMPORTAMENTO  - É a ciência do comportamento em si - A partir do Behaviorismo radical faremos experimentos e atuar enquanto cientistas criando conhecimento.
_________________________________________________
MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO ↓
É preciso analisar e identificar a relação entre o que o organismo faz e o meio em que ele está inserido. 
MEIO - é tudo que faz parte da realidade.
E assim modificar o comportamento visando a qualidade de vida do organismo. 
PONTOS IMPORTANTES ↓
· Desprezar o diagnóstico e/ou rótulos e ter foco no comportamento.
· Dar ênfase em eventos ambientais - foco no meio em que se vive. 
· Transparência - Descrição sobre o procedimento utilizados. 
· Aplicação também é feita por pessoas do dia a dia. 
· Mensuração das mudanças de comportamento - Registro de tudo. (Observar todas as mudanças) 
· Rejeição de hipótese metafísica sobre a causa dos comportamentos - Não serão aceitas ideias como inconsciente, e explicações metafísicas. 
RAIZES DA CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO 
BEHAVIORISMO RADICAL - Análise experimental do comportamento. 
Ivan Pavlov (1949 - 1936) 
Experimentos com cães - descobriu o processo básico de condicionamento respondente/reflexo. 
Edward Thordike (1874 - 1949) 
Experimentos com gatos e descobriu a lei do afeito - comportamentos que produzem consequências boas tendem a serem reproduzidos no futuro. 
john B. Watson (1878 - 1948) 
Criou o Behaviorismo metodológico que não existe mais. Publicou um artigo famoso falando que o comportamento deveria ser o único objeto de estudo. 
B. F. Skinner (1904 - 1990)
O mais importante behaviorista. Com base nas teorias
 de T e W - fundou o behaviorismo radical. 
Criou a caixa de Skinner - comportamentos reflexos e operantes.
O meio altera nosso comportamento é nosso comportamento altera o meio. 
Observação e registro do comportamento
Exemplo: chega um paciente reclamando que não faz nada, que é preguiçoso e gostaria de produzir mais, etc…
no decorrer do trabalho terapêutico você ouve seus relatos e registra todas as vezes que ele relata ter feito algo.
ao final da sessão você pode perceber que o paciente relatou ter feito inúmeras atividades durante o dia, no trabalho, academia, estudo, família. O que contraria seus relatos sobre ser preguiçoso…
Avaliação direta e indireta
 na psicologia, em geral, sempre fazemos avaliações, independente do objetivo, podendo ser para uma pesquisa experimental ou para uma intervenção.
Assim que nem sempre estamos realmente avaliando o que gostaríamos ou deveríamos. 
Avaliação direta 
Exemplo quando um gerente de uma fábrica quer avaliar se seus funcionários estão chegando no horário certo, ele pode
A ficar na entrada da fábrica e registrar a hora em que os funcionários chegam
avaliação indireta
por outro lado esse gerente pode perguntar ao funcionário de RH em que horário os funcionários chegaram.
Importante!!! a avaliação direta é sempre melhor. Pois uma avaliação indireta pode ocorrer problemas de memória e vies! 
Importante!!! uma parte importante da avaliação e especialmente a avaliação direta, é termos uma operacionalização que é descrição da ação muito bem feita.
definindo o comportamento alvo
primeiro os comportamentos são bem descritos por meio de verbos de ação mas muito mal definidos por rótulos do senso comum. Exemplo: 
um garoto procura ajuda pois sua namorada reclama que ele é mimado. 
essa palavra, na prática, não quer dizer nada para nós.
Podemos apenas presumir que ele apresenta um comportamento ou outro que conhecemos e chamamos de mimado também na qual podemos tentar adivinhar, no entanto, não conseguimos saber apenas pelo rótulo.
O rótulo é importante e nos traz uma imagem do que a pessoa faz. Mas cada um pensa de uma forma diferente.
O que fazer nesse caso?
poderíamos perguntar: mas o que você faz? 
e ele pode responder:
fico frustrado quando as coisas não acontecem com como eu esperava mais especificamente eu grito: esperneio: choro.
pronto temos uma boa definição de algo que precisa ser mudado.
ainda definindo o comportamento alvo
primeiro comportamento: gritar
como definir?
Falar alto e grito?
Xingar em voz baixa é de boa?
Gritar sozinho conta?
Gritar elogios e coisas fofas conta?
Após avaliar e modificar o comportamento definido como: falar alto Gritar berrar com alguém palavras negativas ou xingamentos
para saber se se essa definição está bom o bastante é quando 2 observadores registram um comportamento da mesma forma isso é chamado de: concordância Interobservador ou confiabilidade Interobservador.
Observador
quem é o observador? Geralmente é um profissional analista do comportamento ou psicólogo porém pode ser também uma pessoa que tenha contato frequente com um a pessoa observada
Existem algumas situações em que o próprio paciente pode ser um observador em técnicas de automonitoramento, essa técnica o paciente deve registrar todas as vezes que emite um comportamento
período de observação é um momento em que a observação ocorrerá. Normalmente as pesquisas duram pouco entre 15 e 30 minutos mas também podem durar o tempo que for necessário
ambientes naturais
ou seja durante o dia a dia do sujeito : escola trabalho em casa etc
ambientes análogos
em situações de laboratório ou institucional
o observação: a observação é sempre desejada em ambiente natural mas nem sempre é possível
a logística do registro
métodos de registro
diferentes métodos para diferentes aspectos do comportamento
registro continuo
ao observar todo o período o observador vai registrar cada ocorrência do comportamento nesse método podemos registrar todas as dimensões do comportamento, sendo elas: frequência : duração: intensidade: latência.
porcentagem de oportunidades
nesse tipo de registro vamos observar o comportamento em relação a outros eventos
quando falamos de frequência: o aluno respondeu às 2 questões do professor o funcionário atendeu prontamente o cliente quando foi chamado.
Porcentagem de oportunidades : das 10 questões do professor o aluno respondeu corretamente 2 20%, o funcionário atendeu o cliente depois de ser chamado 4 vezes 25%.
registro de produtos
também chamado de registro de produto permanente, é um método de registro indireto, em que iremos observar os produtos do comportamento alvo.Exemplo: o supervisor da fábrica pode registrar o número de carros montados no dia para ter uma medida de desempenho dos funcionários envolvidos.
Registro por intervalos
ele é feito por períodos de tempo . Dividir o período de observação em intervalos e registrar a presença do comportamento nesses.
Exemplo 2.1 professor quer saber se o aluno tem comportamento disrupt tivo na sala de aula intervalos de 15 minutos
liga o Tyler e vai registrando se no intervalo ocorre ou não comportamento
observação: muito útil para comportamentos que acontecem em alta frequência
registro de amostras de tempo
parecido com o registro por intervano entanto, alguns dos intervalos não são observados. Dessa forma, pode ser feito uma observação de um período mais longo 
exemplo: analisar a filmagem do período de aula de uma criança com autismo
pode-se criar intervalos de 30 minutos e observar intervalos sim, intervalo não.
Reatividade : é o fenômeno em que o comportamento.. sua frequência, duração, intensidade ou latência.. mudam justamente porque tem alguém observando…
isso acontece também no caso do automonitoramento.
Exemplo: ao saber que vai ter que registrar e apresentar para a psicóloga todas as vezes que come chocolate, Rita passa a comer chocolate.
Uma forma de mar gersi problema é esperar até que A situação se torne mais banal como se acostumar com a situaçã
Concordância Inter observadores
Usado através do índice de concordância Inter observadores observando o registro dos 2 ou mais observadores
geralmente é necessário um índice de concordância de pelo menos 80%
Comportamento operante e o reforço
introdução ao comportamento operante
Eduard thorndyke
foi estudante de psicologia em Harvard e aluno de William James. Thorndyke, em 1898, descreveu seus primeiros experimentos com animais.
Nessa época não existiam laboratórios experimentais para estudar comportamento de de animais na universidade, então ele instalou um na casa dele.
Thorndyke investigou como gatos conseguiram escapar de um aparato que ele chamou de caixa problema
dentro da caixa o gato tinha que acionar o mecanismo para conseguir sair
no começo se comportava em diversas formas e às vezes nem conseguiam sair mas por tentativa e erro os gatos começavam a aprender a sair da caixa ponto o tempo que demorava para sair começava então a diminuir em cada tentativa. A forma de aprendizagem que em torno da estudava foi chamado então de condicionamento instrumental, denominando o processo de fortalecer selecionar os comportamentos bem sucedidos para fugir da caixa como a lei do efeito.
Tok di que foi o primeiro a perceber que o efeito de um comportamento determina se esse comportamento será fortalecido ou enfraquecido
introdução ao comportamento operante
b. F. E skinner
os trabalhos de skinner dão continuidade aos trabalhos de thorndike, no estudo dos comportamentos de animais não humanos.
Skinner criou a caixa operante em sua caixa o animal podia se comportar de diversas formas e emitir o comportamento correto várias vezes, o tempo todo. Como essa diferença skinner cunhou essa variação do condicionamento como condicionamento operante.
Condicionamento instrumental - thorndyke- a apenas uma resposta e uma oportunidade de emitir essa resposta - sair da caixa problemaponto final.
condicionamento operante- skinner - há várias oportunidades de resposta e várias respostas continuamente sem demitidas - o obter comida e ou água.
Comportamento respondente – reflexo – pavlov - são eliciados e controlados por um estímulo antecedente- s – r.
Comportamento operante- skinner - são emitidos em um contexto – s - mas não são controlados por uma consequência - s- R- c
S - situação antecedente
SD- estímulo discriminativo - em que o comportamento será reforçado
s delta - do símbolo grego- situação em que não haverá consequência reforçadora
r- respostA
C- consequência
a a Câmara operante
a Câmara operante diz nif é parecida com a caixa real usada nos laboratórios de pesquisa com animais . Na parede traseira temos uma barra, em que vamos treinar o Ratinho. Um bico para sair água bebedouro e uma vasilha para comida comedouro.
Além desses componentes, temos um alto-falante, em que os sons podem ser emitidos. Uma luz que pode ser ligada e desligada, e um piso feito de barras de metal que podem emitir choques, se quisermos fazer pesquisa com esse tipo de estímulo.
Reforço e punição
imaginem um experimento em que uma pessoa entra em uma sala e na mesa existe um copo de água . Quais variáveis poderiam influenciar para aumentar a probabilidade de uma pessoa beber água e quais variáveis poderiam diminuir a probabilidade dela beber água.
Nesse exemplo: a temperatura da sala
a privação anterior à água – sede
a existência ou não de uma pessoa na sala oferecendo a água etc.
Todas essas variantes são antecedentes ao comportamento.
Na contingência tríplice:
s estímulo antecedente - r resposta – cConsequência 
quando falamos de reforça opine são, estamos falando sobre a variável consequência : as consequências são mudanças produzidas no ambiente em função da ação ou ações de uma pessoa essas mudanças podem ser de qualquer tipo, sem juízo de valor positivo ou negativo.
Reforço positivo- aumenta a probabilidade de um mesmo comportamento ocorrer no futuro. É positivo pois algo foram adicionados na contingência.
Exemplo: você sai para fazer uma caminhada foi prazeroso e você se sentiu bem – R+
reforçamento negativo - aumenta a probabilidade de o mesmo comportamento ocorrer no futuro. É negativo pois algo foi subtraído da contingência.
Exemplo: você está com muita dor de cabeça e toma um analgésico e analgésico e a dor passa
portanto reforçador positivo ou negativo é toda a consequência que aumenta a probabilidade do comportamento ser emitido no futuro : a diferença entre os 2 é que em um caso algo foi adicionado e no outro foi subtraído.
Não tem nada a ver com ser bom ou ruim, mesmo porque o que é bom ou ruim é diferente para cada um.
Punição positiva: diminuir a probabilidade de um mesmo comportamento ocorrer no futuro. É positivo pois foi adicionado um estímulo aversivo na contingência
exemplo: não vira aula e ganhar uma falta
punição negativa: diminui a probabilidade da ocorrência dos comportamentos no futuro . É negativo pois algo foi subtraído da contingência
exemplo: a mãe tira o videogame do filho depois dele quebrar um vaso jogando bola dentro de casa.
Incondicionados – primários
reforçador incondicionado: é o estímulo que intrinsecamente pode ser utilizado como reforçador. Exemplo: comida, água, sexo, afeto etc.
Somos naturalmente propensos a buscar assistimos. São naturalmente reforçadores no nosso comportamento, sem a necessidade de um treino ou emparelhamentos
.
Punidor incondicionado: da mesma forma é algo intrinsecamente aversivo, e sua apresentação é utilizado como punição.Exemplo: shok dor, estimulação intensa exemplo calor frio.
Somos naturalmente avessos a estes estímulos, sem precisar de treinamento para tal.
Condicionados – secundários
reforçador condicionado: apesar de o dinheiro não ser nada além de um papel com desenhos estranhos, era extremamente reforçador em nossa sociedade. Porque? Porque está completamente emparelhado com a capacidade de nos permitir acesso a reforçadores primários. A maioria das coisas que gostamos e nos faz bem podem ser reforçadores secundários
punidor condicionado: da mesma forma que não emparelhamento com reforços, um punidor que antes era neutro, pode se tornar extremamente aversivo depois de ser emparelhado diversas vezes com a punição primária. Exemplo: sempre que você encontra o professor de análise, ele te dá uma bronca. Depois de algumas vezes, só ver o professor nos corredores da faculdade é punitivo!
Trabalharemos em nossas aulas com o conceito de continuous Reform semente , ou CRF - reforço continua
o que significa? Que existem diferentes formas do reforço ser disponibilizado, às vezes é sempre presente, às vezes não. Às essas formas, damos o nome de esquemasVamos ver, os esquemas de reforçamento: CRF, FR, VR, FI,VI.
Observação: nem todas as nossas respostas são reforçadoras
nem tudo o que fazemos gera consequências que gostaríamos - reforçadores positivos ou negativos.
Nem sempre que vamos no bar é divertido.
Nem sempre que compramos um pão de queijo é gostoso.
Muitos dos nossos comportamentos nos trazem coisas boas apenas de vez em quando.- de vez em quando- intermitente
esquema de reforçamento: diz respeito a como acontece o reforçamento: é sempre? De vez em quando o ponto de interrogação quase nunca? De quanto enquanto tempo? Ou, quantas vezes preciso fazer para ser reforçado?
O esquema de reforçamento, portanto, descreve a contingência de reforçamento.
CRF- reforçamento contínuo
ou seja, toda resposta é reforçado.
Exemplo do CRF no dia a dia: quando o carro está funcionando bem: toda vez que giramos a chave, ele liga!
Outro exemplo: ou no caso daquela pessoa que virgula toda foto que você posta, ela curte!
Reforçamento intermitente
exemplo: abrir o Netflix para assistir um filme. Às vezes a gente acha um filme e muitas vezes não.
Outro exemplo: pregar um prego na parede necessita de várias marteladas.
Existem 4 tipos de esquemas de reforçamento intermitente divididos em 2 tipos: 
número 1- de acordo com o número de respostas exigidas para ser reforçado. Razão- número. Que pode ser fixo ou variável.
Número 2- de acordo com o tempo exigido entre um reforçador e outro. Intervalo- tempo. Que pode ser fixo ou variável.
Esquemas de reforçamento intermitente de razão
existem um certo número de respostas - mais que uma- para a apresentação de cada reforçador.
razão fixa- FR
nesse esquema, o número de respostas para que seja apresentado o reforço é sempre o mesmo - fixo. 
Exemplo: na academia, para terminar uma sessão de exercícios, você tem que fazer 15 abdominais.
Razão variável- VR
nesse esquema o número de respostas varia entre um reforçador e outro.
Por exemplo 2.1 cabeleireiro que cobra 30 BRL do corte, só recebe depois de um número x de tesouradas.
E esse número varia de pessoa - cabelo e fim para a pessoa. Para alguns vai ser um número maior, para outros um número menor
esquemas de reforçamento intermitente de intervalo
nos esquemas de intervalo o número de respostas é irrelevante, bastando apenas uma resposta para ser apresentado o reforçamento. No entanto, existe um intervalo entre o reforço e o outro.
Intervalo fixo- FI
nesse tipo de esquema o intervalo entre o reforçador e outro é fixo. Ou seja o período entre o último reforçamento e a disponibilidade do próximo reforçador é sempre o mesmo. Eventos regulares por exemplo.
Exemplo: assistir jogos de futebol do Campeonato Brasileiro que são só transmitidos de quarta-feira e de domingo.
Intervalo variável- VI
nesse esquema, o intervalo entre os reforçadores é variável. O tempo que demora é variável, às vezes você encontra rápido às vezes não.
Exemplo: procurar uma promoção para comprar um computador novo. De tempos em tempos vamos entrar nos sites de compras e procurar melhor preço.
Tempo de disponibilidade
uma variável interessante sobre os esquemas de reforçamento de intervalo é a disponibilidade do reforço.
Em nossas vidas o reforço não fica disponível para sempre. Exemplo: quando sai aquele filme que você quer ver no cinema, você não pode demorar muito para ir no cinema, se não vai acabar perdendo o filme.
Esquemas concorrentes.
Nossas vidas são formadas de esquemas de reforço concorrente. Reforço concorrente é quando temos 2 ou mais Fontes de reforço disponíveis ao mesmo tempo e, ao emitir uma resposta, dificulta a emissão da outra.
Por exemplo: vir assistir uma ótima aula x ficar no sofá vendo televisão.
Estudos sobre os esquemas concorrentes mostram que existem fatores importantes para entender porque as pessoas escolhem o que escolhe:
- tipo de esquema de reforçamento
- magnitude do reforço
- imediatidade do reforço
- custo da resposta
portanto, geralmente as pessoas se engajam com atividades que resultem reforços mais frequentes, mais intensos, imediatos e menos custosos.
Vocabulário
- reforçamento: quando a consequência do comportamento operante aumenta a probabilidade desse comportamento ocorrer novamente no futuro ponto exemplo: cumprimentar uma pessoa conhecida todos os dias.
- extinção : quando o comportamento que antes era reforçado, deixa de ser. Exemplo: aquele conhecido que sempre te cumprimentava no trabalho, deixa de falar bom dia.
-topografia: é a forma da resposta. Exemplo: beber água num copo ou numa garrafa são 2 formas para o mesmo comportamento: beber água.
- função: é a explicação do comportamento analisando o seu contexto e sua consequência. Exemplo: beber água tem sempre a mesma função mesmo que a topografia mude. S – privação – r beber- c Saci ação.
Modelagem: definição e aplicação
Reforçamento diferencial
reforçar respostas que obedecem algum critério e não reforçar aquelas que não atende a tal critério.
O critério de reforçamento, durante o procedimento de modelagem, vai sendo modificado de modo a existir respostas cada vez mais próximas ao comportamento alvo.
3 aspectos principais para a modelagem:
- imediatidade do reforço em relação a resposta: quanto mais temporalmente próximo da resposta ao estimulo reforçador for apresentado, maior será o seu efeito sobre o comportamento.
- não se deve reforçar demasiadamente respostas intermediárias: reforçamento vai reduzindo a variabilidade das respostas. Se a resposta intermediária ficar muito fortalecida, dificulta o aparecimento de respostas mais próximas ao comportamento final.
- ter passos intermediários graduais, reforçando pequenos avanços a cada passo: caso a distância topográfica entre um passo e outro seja muito longa, muitas respostas ocorreram sem serem reforçadas, o que pode resultar na deterioração do que já fora aprendido previamente.
Como usar a modelagem:
Número 1. definir o comportamento alvo: determinar se e quando o programa de modelagem é bem sucedido.
Número 2. Determinar se a modelagem é o procedimento mais apropriado : se o comportamento alvo ocorre ocasionalmente, você não precisa usar a modelagem: pode simplesmente usar reforço diferencial para aumentar a frequência do comportamento alvo. Você não precisa usar a modelagem se puder dizer a alguém como se engajar no comportamento alvo, mostrar a ela o comportamento correto ou se puder ajudar fisicamente o comportamento correto.
Número 3. Identificar o comportamento inicial: o comportamento inicial a primeira aproximação deve ser um comportamento com o qual a pessoa já se envolve, pelo menos ocasionalmente. Além disso o comportamento inicial deve ter alguma relevância para o comportamento alvo.
Número 4. Escolher as etapas da modelagem: na modelagem a pessoa deve dominar cada etapa antes de passar para a próxima. Cada etapa deve ser uma aproximação mais semelhante ao comportamento alvo do que a etapa anterior e fim aproximação sucessiva.
Número 5. Escolher o reforçador para usar no procedimento da modelagem: você deve escolher uma consequência que será um reforçador para a pessoa que participa do procedimento de modelagem. Reforçadores condicionados geralmente são úteis para evitar saciedade.
Número 6. Reforçar diferencialmente cada aproximação sucessiva: começando com o comportamento inicial, reforce cada instância do comportamento até que ele ocorra de modo confiável. Então, começa a reforçar a aproximação seguinte e deixe de reforçar a aproximação anterior.
Número 7. Seguir com as etapas no ritmo apropriado 2.1 vez que a pessoa tenha dominado uma aproximação é a hora de passar para aproximação seguinte. Reforçar demais uma aproximação muitas vezes pode dificultar a transição para outra etapa seguinte.
Modelação: distinção importante! Modelação é aprender seguindo modelos. Comportamento tem a sua probabilidade alterada ao observar comportamento de outro organismo e da consequência que esse comportamento produz. Organismo não precisa emitir comportamentos similares, basta observar o outro organismo se comportando e produzindo consequências reforçadoras. Modelaçãoé imitação
Extinção
na extinção, um comportamento para de ocorrer porque o reforço de antes que o mantinha deixou de existir.
Processo básico do comportamento. Ocorre quando:
número 1. O comportamento que era reforçado.
Número 2. Não tem mais consequências reforçadoras.
Número 3. E por isso, deixa de ser emitido.
Quando o comportamento deixa de ocorrer dizemos que ele foi extinto ou que sofreu extinção.
Quando a extinção de um comportamento está acontecendo algumas coisas são comuns de aparecer:
Jogo de respostas
uma característica importante da extinção é que quando o comportamento deixa de ser reforçado ele primeiramente aumenta de frequência e intensidade duração e só depois começa a diminuir.
Variabilidade comportamental
outra característica da extinção é que quando o reforço deixa de ser se apresentar, o indivíduo muitas vezes tenta de há outras formas conseguiram mesmo reforço.
Efeitos emocionais
é bastante comum em situações em que o comportamento não são mais reforçados que surgiram respostas emocionais,
recuperação espontânea
outro fenômeno que pode acontecer durante a extinção a chamada de recuperação espontânea, que é quando o comportamento volta a ser emitido depois de ter sido extinto por um tempo.
É importante entender que ignorar não é o mesmo que injeção. Ignorar o comportamento só é um procedimento de extinção quando o reforçador é a atenção.
Temos que entender que a extinção é retirar o reforço que mantém um comportamento.
Fatores que influenciam a extinção
número 1. Esquema de reforçamento que estava com Oo correndo antes
Esquema de reforçamento contínuo: extinção mais rápida, com mais efeitos emocionais.
Esquema de reforçamento intermitente e: maior resistência à extinçãoMenos efeitos emocionais.
Esquema de reforçamento contínuo: extinção mais rápida, com mais efeitos emocionais. 
o controle aversivo
o que é controle?
Analisando alguns exemplos podemos observar que o comportamento da pessoa está sob controle da consequência- r mais-
de acordo com o behaviorismo, podemos analisar alguns tipos de contingência e agrupá-los em um conjunto específico de controle. O controle por reforços positivos, e o controle aversivo.
Controle aversivo
-se eu faço algo para acessar um estímulo aversivo
A consequência será um reforçador negativo.
- se deixou de fazer algo por ter sido punido
 Punição positiva ou negativa.
Eu estarei sob controle de uma estimulação aversiva.
O controle por reforçamento positivo
Adiciona - mais- um elogio . Estímulo reforçador. - reforçador mais
controle aversivo
Adiciona o xingamento estimula versículo e fim punição mais
Subtrai o jantar estímulo reforçador - punição meno
Subtrai o xingamento estímulo aversivo- reforçador menos
COMPORTAMENTO RESPONDENTE
REFLEXOS INATOS – NASCEMOS COM ELES
Reflexo – É uma relação entre estímulo e resposta, é um tipo de interação entre organismo e ambiente.
Habituação: - A magnitude da resposta vai dminuindo a cada nova apresentação.
Potenciação – Ao contrario da habituação, a magnutude da resposta após sucessivamente.
O REFLEXO E O ESTUDO DAS EMOÇÕES.
Um aspecto extremamente relevante do comportamento humano são as emoções (medo, alegria, raiva, trizteza, excitação sexual, etc.
Muitos exemplos de dificuldade de controle das resposta são vistos em fobias, por exemplo, que mesmo quando dificeis de entender, são muito reais.
EX: medo de aves, de altura etc.
As emoções não vem do nada. Não são produzidas do nada pelo cerebro ou pela mente, ou coisa assim. Elas estão, como tudo o que fazemos, intimamente relacionadas com onosso meio.
Mesmo que não identifiquemos os estimulos que nos afetam, isso não quer dizer que as emoções vem do nada. 
· Pode ser um heio, um movimento, um pensamento, uma lembrança.
INCONCIENTE NA ANALISE DO COMPORTAMENTO – É simplesmente algo que não sei responder. 
Parte das emoções são comportamentos reflexos. 
O REFLEXO APRENDIDO
· Alguns reflexos são desenvolvidos na nossa história filogenética, porém alguns são aprendidos na nossa vida pessoal.
Condicionamento Pavloviano 
Descoberta do reflexo aprendido: Ivan Petrovich Pavlov
Fisiologista Russo
Ele investigava as leis do reflexo, como a relação entre a intensidade do estímulo e a resposta e acidentalmente descobriu que os outros estimulos começaram a fazer o cachorro salivar. 
· A simples visão da comida eliciava a resposta da salivação.
· (para nós é obvio, mas é aprendido)
Mas também o som dos passos dele chegar no laboratório ou simplesmente a aproximação da hora em que frequentemente o experimento era feito.
Usando o sino fazia o cachorro salivar.
Cunhou então o termo Condicionamento que mais tarde foi chamado de Pavloviano (ou Clássico)
Antes do condicionamento o Sino era um estimulo neutro, poia Nõ eliciava nenhuma resposta do cão.
Já a carne era um Estimulo incondicionado para salivação (inato) e a salivação é uma resposta incondicionada (naturais, inatas)
Após o procedimento, pareou um com o outro até o cachorro fazer uma associação. 
Depois de um temppo apenas com o barulho do sino o cachorro salivava. 
Reflexo foi aprendido!
Generalização respondente 
· Eliciar respostas 
Contracondicionamento
· Condicionar uma resposta contrária aquela produzida pelo estimulo condicionado.
DESENSIBILIZAÇÃO SISTEMÁTICA
· Nessta técnica, o psicologo vai avaliar o gradiente de generalização do medo da pessoa.
CONDICIONAMENTO PAVLOVIANO – Condicionamento de ordem superior

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