Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Pro����ári�� e Ver���
na Der����lo���
● Leishmaniose
Protozoário flagelado;
Vetor: mosquitos flebotomíneos;
4 principais clínicas: cutânea,
mucocutânea, cutânea difusa e visceral
(fígado e baço).
Reservatórios: cães e roedores.
Leishmaniose tegumentar americana →
mucocutânea.
Ciclo de vida:
Parasita intracelular obrigatório;
No mosquito: forma promastigota,
flagelada, extracelular.
No hospedeiro humano: o promastigota
é fagocitado por macrófagos e muda para
a amastigota e se reproduz por bipartição.
A clínica vai depender de:
● Espécie da leishmania;
● Resposta celular do hospedeiro →
Th1 ou Th2;
● Volume de parasitas inoculados.
Leishmaniose tegumentar americana
localizada
Meses ou anos após a inoculação;
Pápula no local da picada do mosquito
com crescimento lento para uma placa ou
nódulo de caráter ulcerativo ou verrucoso;
Face, pescoço, membros (áreas
expostas);
Solitárias ou múltiplas;
Linfonodomegalia;
Lesões podem ter resolução espontânea
ou permanecer por anos.
úlcera arredondada, infiltrada, de bordas
emolduradas (bem delimitadas e
elevadas), fundo eritematoso com
granulações grosseiras.
Indolor.
Leishmaniose tegumentar americana
disseminada
2% dos casos;
L. braziliensis e L.amazonensis
Múltiplas pápulas difusas pelo corpo;
Disseminação do parasita por via
hemática ou linfática;
30% de acometimento de mucosas;
Sintomas sistêmicos: febre,
emagrecimento, astenia, anorexia e dor
muscular.
Leishmaniose tegumentar americana
mucocutânea
Pele e mucosas ou apenas mucosas. Em
geral é secundário ao quadro cutâneo.
Mucosa nasal é mais acometida;
Orofaringe, lábios e língua.
Indolor;
Lesões mucosas de caráter destrutivo;
Tumoração friável, eritematosa, ulcerativa,
infiltrada.
Leishmaniose Visceral Calazar
Fígado, baço, medula óssea;
L.donovani e L. chagasi
Febre, emagrecimento, tosse,
linfadenopatia, hepatomegalia;
Enterite, pneumonite, nefrite,
sangramento de mucosas.
Lesões cutâneas específicas ou
inespecíficas (xerose, púrpura) ou
compatíveis com os órgãos acometidos
(epistaxe, icterícia, varizes vasculares).
Leishmaniose e HIV
A coinfecção altera a evolução da
leishmaniose, em especial a visceral.
Apresentação atípica, má resposta
terapêutica e aumento da mortalidade.
Ativação imunológica pelo protozoário
acelera a evolução do HIV e o estado de
imunossupressão auxilia na multiplicação
do parasita.
Teste de Intradermorreação de
Montenegro (IDRM)
O teste de intradermorreação de
Montenegro é utilizado para detectar
infecção por Leishmania em humanos, a
técnica se baseia numa reação de
hipersensibilidade tardia.
Esse teste pode ser positivo anos depois
da cura.
Exames parasitológicos
Exame direito (quanto mais antiga a
lesão, menor a sensibilidade);
Biópsia com cultura;
PCR.
Tratamento Leishmaniose
Antimonial pentavalente (Antimoniato de
Meglumina) IM ou EV
Calcular por peso do paciente
● Doença de Chagas
Protozoário Trypanosoma cruzi
Inoculação do protozoário na pele através
das fezes do barbeiro, após coçadura ou
por mucosas.
Reservatórios: bovinos, macacos,
roedores, tatus, cães e gatos.
No hospedeiro humano, a forma
amastigota se multiplica nas células de
musculatura (cardíaco, TGI e esquelético)
Fase Aguda
Mais vista em crianças;
Em até 1 semana após a infecção;
Chagoma: eritema, edema e
linfonodomegalia regional na área da
inoculação.
Mucosa ocular: edema e eritema indolor
→ sinal de Romanã;
Febre, astenia, anorexia, edema de face e
extremidades;
Erupção maculopapular,
hepatoesplenomegalia;
Em média de 2 meses com resolução
espontânea.
Fase indeterminada
Parasitemia assintomática
Fase Crônica
Anos após a infecção;
Coração: insuficiência cardíaca, arritmias
Megacólon, megaesôfago
Diagnóstico: visualização de amastigotas
no tecido, PCR, cultura.
Tratamento: benzonidazol (fase aguda) e
controle das sequelas na fase crônica.
Vermes na Dermatologia
Nematóides (vermes arredondados) →
livres ou parasitas, sem segmentos, 2
sexos, tem boca e trato digestivo.
Platelmintos (vermes achatados) →
parasitas, com ou sem segmentos, sem
cavidades corporais e hermafroditas.
● Larva Migrans
Bicho do pé;
Penetração acidental na pele;
Ancylostoma ssp.
Solo contaminado, andar descalço.
À larva penetra na pele e faz um trajeto
epidérmico serpiginoso;
Não consegue penetrar na derme;
Prurido, eritema, vesículas e edema;
1-2cm por dia
Resolução espontânea em semanas ou
meses;
Tratamento: crioterapia, albendazol e
ivermectina.
● Filariose
Elefantíase;
Infecção do trato linfático por um
nematóide;
Wuchereria bancrofti;
Adquirido via picada de mosquito →
Culex, Aedes, Anopheles.
Ciclo de vida: as larvas penetram no
sistema linfático, amadurecem e se
reproduzem via sexuada nos linfonodos e
liberam microfilárias na circulação.
Os vermes adultos provocam eosinofilia e
infiltrado celular ao redor dos vasos
linfáticos;
Com o tempo, há lesão las válvulas,
cicatrização inadequada e consequente
obstrução linfática.
A morte dos vermes leva a uma reação
intensa com formação de granulomas e
necrose.
Episódios de agudização: linfangite e
febre. Entre as crises não há alteração
anatômica.
Linfedema;
Pele hiperqueratótica, verrucosa;
Fissuras, ulcerações.
Diagnóstico: microfilárias no sangue,
urina;
Biópsia, USG
Tratamento: albendazole + ivermectina +
dietilcarbamazina
● Esquistossomose
Platelminto;
Caramujos são os hospedeiros
intermediários;
Causada pelo Schistosoma mansoni;
As cercárias penetram na pele, causando
coceira, o que provoca a dermatite
cercarial → irritação pela penetração na
pele. Eritemas, pápulas e prurido.
Infecção sistêmica:
hepatoesplenomegalia, fibrose hepática,
cirrose.
Diagnóstico: ovos nas fezes e urina.
Tratamento: Praziquantel
● Cisticercose
Taenia solium
Na forma adulta provoca teníase;
Quando ingeridas na fase larval → carne
de porco mal cozida, causam teníase.
Ingestão de alimentos contaminados por
fezes contendo ovos causam cisticercose.
A teníase é adquirida por meio da
ingestão de carne bovina ou suína mal
cozida e com larvas. Enquanto a
cisticercose se desenvolve a partir da
ingestão de ovos do parasita por meio,
por exemplo, de verduras e legumes mal
lavados ou água contaminada.
Os ovos viram larvas e penetram a
circulação através da parede intestinal e
se disseminam e formam cistos.
Na pele: pápulas nódulos, mais palpáveis
do que visíveis.
Nódulos subcutâneos firmes, não
dolorosos.

Mais conteúdos dessa disciplina