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Tipos de anestésicos
Anestesia tópica
-secagem
-cotonete
- aplicação por 1 a 2mm
é hidrossolúvel, no úmido se dissolve e não atinge toda a área, secar antes
Concentração comum: 2, 3 a 4%mas a lidocaína é 20%
Efeitos colaterais no SNC: tontura, convulsão, depressão da consciência.
Cardiovascular: parada cardíaca
●
Técnicas Anestésicas emMaxilas
As fibras motoras do nervo trigêmeo suprem os seguintes músculos:
1.Da mastigação:
a.Masseter
b.Temporal
c.Pterigóideo medial
d.Pterigóideo lateral.
2.Milo-hióideo.
3.Ventre anterior do músculo digástrico.
4.Tensor do tímpano.
5.Tensor do véu palatino.
A- ventre maxilar intracraniano -> forame redondo. Ramificações
B- Entra na fissura orbital inferior -> órbita e passa a se chamar nervo infraorbital
C- Percorre o sulco e o canal infraorbital, fornece o ramo nervo alveolar superior
médio
D- O nervo infraorbital entra no canal infraorbital, emerge no forame infraorbital e
fornece os nervos alveolar superior.
G- Nervo palatino: ramo descendente que passa pelo canal palatino, ramifica-se em
nervo palatino maior que emerge pelo forame palatino maior e nervo palatino
menor que emerge no forame palatino menor
palatino menor - palato mole
O nervo palatino maior inerva a mucosa do palato duro até pré-molares, o nervo
palatino menor inerva a mucosa do palato mole.
H- Nervo nasopalatino - ramificação nasal posterior superior medial - curva o teto
da cavidade nasal, penetra o canal incisivo. No canal incisivo, os dois nervos
nasopalatinos (direito e esquerdo) aproximam-se da cavidade bucal e nela
penetram, atravessando o forame incisivo
Inervam pequena área anterior da massa
alveolar superior posterior - todos os molares, mas nao passa pela raiz mesio
vestibular no primeiro molar, e sim o alveolar superior médio.
alveolar superior Médio - pré m
alveolar superior anterior - anteriores na vestibular
nervo palatino maior - mucosa dos pré m em
ic central a canino - nasopalatino na palatina - mucosa.
Bloqueio de nervo: o anestésico local é infiltrado próximo ao tronco nervoso
principal. O tratamento é realizado distante do local da injeção.
Infiltrativa local: pequenas terminações nervosas na área do tratamento são
infiltradas perto do local
Bloqueio de campo: é infiltrado próximo aos ramos terminais, o tratamento é
realizado distante do local da injeção.
TERMINAL INFILTRATIVA SUPRAPERIOSTEL (INFILTRATIVA)
Vestibular:
nervos anestesiados: grandes ramos terminais do plexo dentário
áreas anestesiadas: Toda a região inervada pelos grandes ramos terminais desse
plexo: polpa e área radicular do dente, periósteo, tecido conjuntivo e mucosa
vestibular
Indicações:
1.Anestesia pulpar dos dentes superiores, quando o tratamento estiver limitado a
um ou dois dentes.
2.Anestesia do tecido mole, para procedimentos cirúrgicos em área circunscrita.
Contraindicações
1.Infecção ou inflamação aguda na área da injeção.
2.Ápices dos dentes cobertos por osso denso (pode ser determinado apenas por
tentativa e erro; muito provavelmente sobre o primeiro molar superior permanente
em crianças, pois o ápice pode estar localizado abaixo do osso zigomático, que é
relativamente denso). O ápice do incisivo central do adulto também pode estar
localizado abaixo de osso mais denso (p. ex., do nariz), aumentando, assim, o índice
de falha (embora não significativamente).
Vantagens
1.Alto índice de sucesso (> 95%).
2.Injeção tecnicamente fácil.
3.Em geral, totalmente atraumática.
Desvantagens
Não é recomendada para grandes áreas, em virtude da necessidade de se realizar
várias inserções da agulha e administrar volumes totais maiores de anestésico local.
Aspiração positiva
Insignificante, mas possível (< 1%).
Alternativas
Injeção LPD, intraóssea, bloqueio regional do nervo.
Técnica
1.Uma agulha curta - calibre 27 é recomendada.
2.Área de inserção (referência): altura do sulco mucovestibular, acima do ápice do
dente a ser anestesiado. Prega mucogengival, mucovestibular e comprimento da
raiz. Se entrar no fundo de sulco vai fazer a técnica de bloqueio de campo, e mais
pra cima bloqueio de nervo. Achei a prega, quanto da agulha vai entrar? Depende
do quanto você quer chegar perto, 1-3 da agulha sempre fica para fora, aí depende
do tamanho da raiz do dente.
3.Área-alvo: região apical do dente a ser anestesiado.
4.Pontos de referência:
a.Sulco mucovestibular
b.Coroa clínica do dente
c.Contorno da raiz do dente.
5.Orientação do bisel:* em direção ao osso.
6.Procedimento:
a.Preparo do tecido no local da injeção:
i.Limpeza com gaze seca estéril
ii.Aplicação do antisséptico tópico (opcional)
iii.Aplicação do anestésico tópico por, no mínimo, 1 minuto.
b.Orientar a agulha de modo que o bisel fique voltado para o osso
c.Levantar o lábio esticando o tecido, se possível com o uso de um espelho clínico
(para minimizar o risco de ferimento acidental com agulha, no administrador)
d.Manter a seringa paralela ao longo eixo do dente.
e.Inserir a agulha na altura do sulco mucovestibular, sobre o dente-alvo
f.Avançar a agulha até que o bisel esteja na região apical do dente ou acima dela).
Na maioria dos casos, a profundidade da penetração é de apenas alguns
milímetros. Como a agulha está no tecido mole (sem tocar o osso), não deve haver
resistência ao seu avanço, nem qualquer desconforto para o paciente com a injeção
g.Aspirar duas vezes, girando 90° entre as aspirações:
i.Se negativa, depositar aproximadamente 0,6 mℓ (um terço do tubete) lentamente,
durante 20 segundos. (Não permitir que os tecidos edemaçam.)
h.Retirar lentamente a seringa - a seringa deve ser inserida lentamente também, e
o anestésico depositado devagar para diminuir a dor e desconforto do paciente.
i.Manter a agulha em local seguro.
Aguardar de 3 a 5 minutos antes do início do procedimento odontológico.
Complicações:
Dor à introdução da agulha com a ponta da agulha contra o periósteo. Para corrigir:
retirar e reintroduzir a agulha mais distante do periósteo
Falha de técnica: injeção abaixo do ápice radicular
Sinais e sintomas
1.Subjetivo: sensação de dormência na área da administração.
2.Objetivo: uso de “spray de resfriamento” (p. ex., Endo-Ice®) ou do teste pulpar
elétrico (TPE) com a potência máxima (80/80), sem resposta do dente.
3.Ausência de dor durante o tratamento.
Aspectos de segurança
1.Risco mínimo de administração intravascular.
2.Injeção lenta do anestésico; aspiração (duas vezes)
Palatina:
Nervos infiltrados: ramos terminais dos nervos nasopalatinos e palatino maior
Áreas anestesiadas: tecido moles na vizinhança imediata da injeção.
Vantagens
1.Minimiza a quantidade de penetrações da agulha e o volume da solução.
2.Desconforto mínimo do paciente por causa de várias penetrações de agulha.
Desvantagens
1.Sem hemostasia, exceto na área imediata à injeção.
2.É a injeção intraoral mais potencialmente traumática; no entanto, o protocolo
para uma injeção atraumática ou o uso do sistema C-CLAD ou de solução
anestésica local tamponada pode minimizar ou eliminar completamente o
desconforto.
Agulha curta, 5 a 10 mm damargem livre da gengiva. Inserir a agulha em 45, inserir
3mm com gotas, volume: 0,3 mL. 2 a 3mm para fazer efeito.Não precisa fazer
refluxo, mas se quiser pode.
Sinais e sintomas
1.Subjetivo: dormência na porção posterior do palato.
2.Objetivo: sem dor durante a terapia odontológica.
Precauções
1.Contra a dor:
a.Não inserir a agulha diretamente na papila incisiva (bastante dolorida)
b.Não depositar a solução muito rapidamente
c.Não depositar muita solução.
2.Contra infecção:
a.Se a agulha for avançada mais de 5 mm no canal incisivo e inserida
acidentalmente no assoalho do nariz, pode ocorrer infecção. Não há razão para a
agulha entrar no canal incisivo durante o bloqueio do nervo nasopalatino.
Falhas da anestesia
1.Injeção altamente eficaz (> 95% de incidência de sucesso).
2.Anestesia unilateral:
a.Se a solução for depositada em um lado do canal incisivo, pode ocorrer anestesia
unilateral
b.Para corrigir: reinserir a agulha no tecido já anestesiado e injetar novamente a
solução na área não anestesiada.3.Anestesia inadequada nos tecidos moles palatinos na área de canino e primeiro
pré-molar superior:
a.Se as fibras do nervo palatino maior se sobrepuserem àquelas do nervo
nasopalatino, a anestesia dos tecidos moles palatinos do canino e do primeiro
pré-molar pode ser inadequada
b.Para corrigir, pode ser necessária infiltração local como suplemento na área
anestesiada inadequadamente.
Complicações
1.Pouca relevância.
2.É possível hematoma, mas é extremamente raro em virtude da densidade e da
aderência firme dos tecidos moles palatinos ao osso.
3.É possível necrose dos tecidos moles quando se usa solução vasoconstritora
altamente concentrada (p. ex., epinefrina a 1:50.000) repetidamente para a
hemostasia, durante período prolongado.
Pela densidade dos tecidos moles, a solução anestésica pode sair pelo local da
punção durante a administração ou depois da remoção da agulha. (O que não tem
significado clínico. No entanto, o administrador não pode se surpreender e dizer
algo como “Opa!”, pois isso pode assustar o paciente.)
TÉCNICAS ANESTÉSICAS EMMANDÍBULA
As áreas inervadas pela divisão mandibular são:
1.Raiz sensitiva.
a.Pele
i.Região temporal
ii.Aurícula
iii.Meato auditivo externo
iv.Bochecha
v.Lábio inferior
vi.Parte inferior da face (região do queixo)
b.Mucosa
i.Bochecha
ii.Língua (dois terços anteriores)
iii.Células mastoides
c.Dentes inferiores e tecidos periodontais
d.Osso da mandíbula
e.Articulação temporomandibulaR
f.Glândula parótida.
2.Raiz motora.
a.Músculos da mastigação
i.Masseter
ii.Temporal
iii.Pterigóideo medial
iv.Pterigóideo lateral
b.Milo-hióideo
c.Ventre anterior do músculo digástrico
d.Tensor do tímpano
e.Tensor do véu palatino.
● todo o conteúdo está no livro malamed, resumir depois
Bloqueio do nervo alveolar inferior
Nervos anestesiados
1.Nervo alveolar inferior, um ramo da divisão posterior da divisão mandibular do
nervo trigêmeo (V3).
2.Nervo incisivo.
3.Nervo mentual.
4.Nervo lingual (comumente)
Áreas anestesiadas
1.Dentes inferiores até a linha média (Figura 14.1).
2.Corpo da mandíbula, porção inferior do ramo.
3.Mucoperiósteo vestibular, mucosa anterior ao foramementual (nervo mentual).
4.Dois terços anteriores da língua e assoalho da cavidade bucal (nervo lingual).
5.Tecidos moles linguais e periósteo (nervo lingual).
Sinais e Sintomas
1. Subjetivos: formigamento ou dormência no lábio inferior indica a anestesia do
nervo mentual, um ramo terminal do nervo alveolar inferior. Esta é uma boa
indicação de que o nervo alveolar inferior está anestesiado, embora não seja um
indicador confiável da profundidade da anestesia.
2. Subjetivos: formigamento ou dormência na língua indica a anestesia do nervo
lingual, um ramo da divisão posterior de V3. Ela acompanha habitualmente o BNAI,
mas pode estar presente sem a anestesia do nervo alveolar
inferior.
3. Objetivos: o uso de um testador elétrico da polpa (TEP) e a não evocação de
qualquer resposta à estimulação máxima (80/80) em dois testes consecutivos
separados por pelo menos 2 minutos servem como “garantia” de uma anestesia
pulpar bem-sucedida em dentes sem pulpite. 24,27,28
4. Objetivos: não é sentida nenhuma dor durante a terapia dentária.
Aspecto de Segurança. A agulha faz contato com o osso, impedindo a inserção
excessiva, com as complicações associadas.
Precauções
1. Não depositar o anestésico local se não houver o contato com o osso. A ponta da
agulha pode estar situada no interior da glândula parótida, próximo ao nervo facial
(VII nervo craniano), e um bloqueio transitório (paralisia) do nervo facial pode
ocorrer se a solução anestésica local for depositada.
2. Evitar a dor não fazendo o contato com o osso commuita força.
Indicações
1. Procedimentos emmúltiplos dentes mandibulares num quadrante
2. Casos em que é necessária a anestesia dos tecidos moles bucais
3. Casos em que é necessária a anestesia dos tecidos moles linguais
Contraindicações
1. Infecção ou inflamação aguda na área de injeção (rara)
2. Pacientes que tenham maior probabilidade de morder o lábio ou a língua, como
uma criança muito pequena ou um adulto ou criança portador de deficiência física
ou mental
Vantagens. Uma injeção proporciona uma ampla área anestesia (útil para a
odontologia de quadrantes).
Desvantagens
1. Ampla área de anestesia (não indicada para procedimentos localizados).
2. Frequência de anestesia inadequada (31% a 81%)
3. Marcos intraorais não consistentemente confiáveis
4. Aspiração positiva (10% a 15%, a mais alta de todas as técnicas de injeção intraoral)
5. Anestesia da língua e do lábio inferior, desagradável para muitos pacientes e
possivelmente perigosa (trauma auto infligido aos tecidos moles) em alguns
indivíduos
6. Anestesia parcial possível em casos em que estão presentes um nervo alveolar
inferior bífido e canais mandibulares bífidos; inervação cruzada na região
anteroinferior
Aspiração Positiva. 10% a 15%.
Alternativas
1. Bloqueio do nervo mentual, para a anestesia dos tecidos
moles bucais anteriormente ao primeiro molar
2. Bloqueio do nervo incisivo, para a anestesia
Inserir a agulha entre a rafe pterigomandibular e o bordo anterior da mandíbula,
quando encontrar a incisura coronóide. Quando chegar ao osso (insere boa parte
da agulha), volta 1 mm, refluxo, e aplica 1,5 ml. Quando for retirar, deixar cerca de
metade do que foi inserido, refluxo, e aplicar 0,3 ml, anestesiando assim o NERVO
LINGUAL .
Anestesia do nervo bucal
O nervo bucal proporciona inervação sensorial aos tecidos moles bucais adjacentes
tão somente aos molares mandibulares. A única indicação da administração de um
bloqueio do nervo bucal, portanto, é nos casos em que se considera a manipulação
desses tecidos (p. ex., em raspagens ou curetagens, na colocação de um dispositivo
compressivo em dique de borracha sobre os tecidos moles, na remoção de cáries
subgengivais, na preparação subgengival do dente, na colocação de um cordão
para retração gengival ou na colocação de faixas
matriz).
Indicação. Casos em que a anestesia dos tecidos moles bucais é
necessária para procedimentos dentários na região molar mandibular.
Contraindicação. Infecção ou inflamação na área da injeção.
Vantagens
1. Elevada frequência de sucesso
2. Tecnicamente fácil
Desvantagens. Potencial de dor se a agulha entrar em contato
com o periósteo durante a injeção.
Aspiração Positiva. 0,7%.
Alternativas
1. Infiltração bucal
2. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates
3. Bloqueio do nervo mandibular de Vazirani-Akinosi
4. Injeção LPD
5. Injeção intraóssea
6. Injeção intrasseptal
Técnica
1. É recomendada uma agulha longa de calibre 25 ou 27. Isso é usado mais
frequentemente porque o bloqueio do nervo bucal é administrado em geral
imediatamente após um BNAI. A agulha longa é recomendada devido ao local
de depósito posterior, e não à profundidade de inserção tecidual (que é mínima).
2. Área de inserção: membrana mucosa distal e bucal em relação ao dente molar
mais distal no arco.
3. Área-alvo: nervo bucal ao passar sobre a borda anterior do ramo da mandíbula
4. Marcos: molares mandibulares, prega mucobucal
5. Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção
6. Procedimento:
a. Assuma a posição correta:
(1) Para um bloqueio do nervo bucal direito, um operador destro deve se sentar na
posição de 8 horas diretamente de frente para o paciente
(2) Para um bloqueio do nervo bucal esquerdo, um administrador destro deve se
sentar na posição de 10 horas voltado para a mesma direção do paciente
b. Posicionar o paciente em decúbito dorsal (recomendado) ou em semidecúbito.
c. Preparar os tecidos para a penetração num ponto distal e bucal ao molar mais
posterior.*
(1) Secar com gaze estéril.
(2) Aplicar um antisséptico tópico (opcional).
(3) Aplicar o anestésico tópico por 1 a 2 minutos.
d. Com seu dedo indicador esquerdo (caso destro), puxar lateralmente os tecidos
moles bucais na área de injeção, para melhorar a visibilidade. Tecidos esticados
permitem uma penetração atraumática da agulha.
e. Dirigir a seringa para o local de injeção com o bisel com a face para baixoem
direção ao osso e a seringa alinhada paralelamente ao plano oclusal do lado da
injeção, porém em posição bucal em relação aos dentes
f. Penetrar a membrana mucosa no local de injeção, em posição distal e bucal
relativamente ao últimomolar
g. Avançar a agulha devagar até fazer contato de leve com omucoperiósteo.
(1) Para evitar a dor ao contato da agulha com o
mucoperiósteo, depositar algumas gotas de anestésico local imediatamente antes
do contato.
(2) A profundidade de penetração raramente é de mais de 2 a 4 mm e geralmente
de apenas 1 ou 2 mm.
h. Aspirar.
i. Caso a aspiração seja negativa, depositar lentamente 0,3 ml (aproximadamente
um oitavo de um cartucho) em 10 segundos.
VASOCONSTRITORES
Diminui fluxo sanguíneo - característica desejada
quero que meu sal anestésico haja por mais tempo e diminua fluxo
absorção mais lenta do sal
aumento da duração e potência da anestesia
Possibilita a utilização de doses menores de anestésicos
Diminui a toxicidade e hemorragia
Tipos de vasoconstritores:
aminas simpatomiméticas
catecolaminas - noradrenalina - noraepinefrina
Não catecolaminas - fenilefrina
Análogos a vasopressina (ADH) - Felipressina
a vs periférica desejada para a anestesia local em odontologia, quando utilizado um
vs do tipo amina simpatomimética (adrenalina = epinefrina, corbadrina) ocorre pela
estimulação do receptor alfa 1, pois , quando estimulado realiza a vs.
O tempo da anestesia no sítio é menor quando utilizado um vc menos
concentrado
calcula anestésico
farmacologia do anestesio -tipos de anestésico