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RESUMO POLÍTICAS PÚBLICAS Constituição Federal de 1988 Art. 196 A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação SAÚDE DA MULHER No Brasil, na década de 50, especialmente em relação à saúde da mulher, o objetivo seria fazer das mulheres “melhores mães”. Na década de 70, houve a conferência do ano internacional da mulher ano de 1975. Plano da década da mulher ano de 1976-1985. Os objetivos eram integrar as mulheres ao movimento e desenvolvimento do brasil, como redução de desigualdade com os homens, ingresso em economia e política. Na década de 80, ouve o auge movimento feminista brasileiro, onde na época foram criticados, nesta década os cuidados a mulher eram somente alguns em ciclo gravídico puerperal. O Ministério da Saúde cria, em 1984, o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM). A política nacional de atenção integral a saúde da mulher elaborada em 2004, foi marco e superou a abordagem que seria voltada somente para materno-infantil. E foi dividida em 6 eixos. 1- Fortalecimento da saúde sexual e reprodutiva 2- Atenção obstétrica 3- Atenção as mulheres em situação de violência 4- Atenção oncológica 5- Atenção ginecológica e climatério 6- Populações específicas e vulnerabilizadas Rede cegonha passa ser REDE RAMI A Rede de Atenção Materna e Infantil (Rami) é uma estratégia do Ministério da Saúde para assegurar às mulheres o direito ao planejamento familiar, ao acolhimento e ao acesso ao cuidado seguro, de qualidade e humanizado, no pré-natal, na gravidez, na perda gestacional, no parto e no puerpério; e ao recém-nascido. SAÚDE DA CRIAÇA E DO ADOLESCENTE INICIALMENTE CRIADA PARA COMBATER A TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE- ECA 2014- POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA E ALEITAMENTO MATERNO- PNAISC OBJETIVOS: DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA, RESPEITANDO OS PRINCÍPIOS DA UNIVERSALIDADE, INTEGRALIDADE E EQUIDADE EIXOS: 1- ATENÇÃO HUMNIZADA PERINATAL E AO RECEM NASCIDO. 2- ALEITAMENTO MATERNO E ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR 3- DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA PRIMEIRA INFANCIA 4- CRIANÇAS COM AGRAVOS PREVALENTES E DOÊNCAS CRÔNICAS 5- PREVENÇÃO DE ACIDENTES, VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA 6- CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS OU EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE 7- PREVENÇÃO DO ÓBITO INFANTIL REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE CEGONHA (RAMI), DEFICIÊNCIAS, UEGÊNCIA E EMERGENCIA, ATENÇÃO PSICOSSOCIAL, DOÊNÇAS CRÔNICAS · Instituída no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) através da Portaria nº 1.130, de 5 de agosto de 2015; · A PNAISC tem por objetivo promover e proteger a saúde da criança e o aleitamento materno, mediante a atenção e cuidados integrais e integrados da gestação aos 9 (nove) anos de vida; · Especial atenção à primeira infância e às populações de maior vulnerabilidade, visando à redução da morbimortalidade e um ambiente facilitador à vida com condições dignas de existência e pleno desenvolvimento. DEFINIÇÃO DA PNAISC CRIANÇA: 0-9 ANOS OU SEJA 0 À 120 MESES PRIMEIRA INFÂNCIA: 0-5 ANOS OU seja 0 a 72 meses. ECA: CRIANÇA: ATÉ 11 ANOS ADOLESCENTES: 12-18 ANOS MINISTÉRIO DA SAÚDE CRIANÇA 0 A 9 ANOS ADOLESCENTES: 10 À 19 ANOS SAÚDE DO IDOSO Em 1999, a Portaria Ministerial nº 1.395 anuncia a Política Nacional de Saúde do Idoso, a qual determina que os órgãos e entidades do Ministério da Saúde relacionados ao tema promovam a elaboração ou a readequação de planos, projetos e atividades na conformidade das diretrizes e responsabilidades nela estabelecidas (Brasil, 1999). Essa política assume que o principal problema que pode afetar o idoso é a perda de sua capacidade funcional, isto é, a perda das habilidades físicas e mentais necessárias para realização de atividades básicas e instrumentais da vida diária. Em 2003, o Congresso Nacional aprova e o Presidente da República sanciona o Estatuto do Idoso, elaborado com intensa participação de entidades de defesa dos interesses dos idosos. O Capítulo IV do Estatuto reza especificamente sobre o papel do SUS na garantia da atenção à saúde da pessoa idosa de forma integral, em todos os níveis de atenção. · NÃO se deve considerar a fragilidade como uma condição intrínseca do envelhecimento.