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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
	
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA CLINICA DO PROCESSO DE CUIDAR DA MULHER, CRIANÇA E ADOLESCENTE UN IV
MARIA ALESSANDRA DA SILVA 
UP20200708
ARAPIRACA 
LABORATORIO DA UNIP
2022
	
 PRÁTICA CLINICA E PROCESSOS DE CUIDAR DA MULHER, CRIANÇA E ADOLESCENTE UM II
ETAPAS DA SAE:
I – Coleta de Dados de Enfermagem (ou Histórico de Enfermagem)
Processo deliberado, sistemático e contínuo, realizado com o auxílio de métodos e técnicas variadas, que tem por finalidade a obtenção de informações sobre a pessoa, a família ou a coletividade humana e sobre suas respostas em um dado momento do processo de saúde e doença.
II – Diagnóstico de Enfermagem
Processo de interpretação e agrupamento dos dados coletados na primeira etapa, que culmina com a tomada de decisão sobre os conceitos diagnósticos de enfermagem que representam, com mais exatidão, as respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo de saúde e doença, e que constitui a base para a seleção das ações ou intervenções com as quais se objetiva alcançar os resultados esperados
III – Planejamento de Enfermagem
Determinação dos resultados que se esperam alcançar e das ações ou intervenções de enfermagem que serão realizadas face às respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo de saúde e doença, identificadas na etapa de Diagnóstico de Enfermagem.
IV – Implementação
Realização das ações ou intervenções determinadas na etapa de Planejamento de Enfermagem.
V – Avaliação de Enfermagem
Processo deliberado, sistemático e contínuo de verificação de mudanças nas respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo de saúde e doença, para determinar se as ações ou intervenções de enfermagem alcançaram o resultado esperado, e de verificação da necessidade de mudanças ou adaptações.
MATERIAIS 
- Epis
- Prontuário
- Sonnar+gel
Manobras de leopold-exploração de fundo uterino (situação)
Virmos em aula pratica que utiliza-se o polegar e os dedos de uma das mãos a parte inferior do abdômen materno exatamente acima da sínfise pubiana. O objetivo é procurar o polo fetal que se insinua em direção a pelve. Serve para o diagnóstico da apresentação fetal. Também podemos avaliar a sua mobilidade. 
MANOBRAS DE LEOPOLD-EXPLORAÇÃO DOS FLANCOS (POSIÇÃO)
DESLIZAR AS MÃOS NO FUNDO UTERINO ATÉ O POLO INFERIOR DO ÚTERO, PROCURANDO SENTIR O DORSO E AS PEQUENAS PARTES DO FETO, NO LADO ESQUERDO OU DIREITO.
MANOBRAS DE LEOPOLD-EXPLORAÇÃO DA MOBILIDADE CEFÁLICA (APRESENTAÇÃO)
Essas manobras possuem como objetivo determinar a posição do feto no abdome gravídico (estática fetal) através da palpação. Didaticamente essas manobras são divididas em quatro tempos, que durante a prática médica se torna apenas uma manobra contínua.
MANOBBRAS DE LEOPOLD – EXPLORAÇÃO DE ESCAVA (ALTUTA)
· Determine a situação fetal, colocando as mãos sobre as fossas ilíacas, deslizando-as em direção à escava pélvica e abarcando o polo fetal que se apresenta.
· GRAU DE PENETRAÇÃO DO FETO NA PELVE, QUE SERÁ MELHOR AVALIADO PELO TOQUE.
AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDÍACOS FETAIS 
· Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdome descoberto.
· Identificar o dorso fetal.
· Procurar o ponto de melhor auscultar dos BCF na região do dorso fetal.
· Controlar o pulso da gestante para certificar-se de que os batimento ouvidos são os do feto, já que as frequência são diferentes.
· Contar os BCF por um minuto, observando sua frequência e seu ritmo.
· Registrar os BCF na ficha da mulher.
· Avaliar os resultados da ausculta dos BCF.
Vimos em aula pratica que a auscultar dos batimentos cárdicos fetais (BCF) é um exame que visa detectar a presença e a frequência dos batimentos do coração do feto, utilizando para tanto o estetoscópio do tipo pinard ou sonar-doppler.
DINAMICA UTERINA 
· A verificação da dinâmica uterina é imprescindível para a avaliação da evolução do trabalho de parto. Com a mão espalmada, repousando sobre o fundo do útero materno durante 10 minutos, a cada 1 hora, o enfermeiro deve avaliar os seguintes parâmetros:
· A frequência (número de contrações);
· A intensidade (força da contração);
· A duração (tempo entre o início e o fim de uma contração) das contrações uterinas.
Foi explicado em aula pratica que são de 3 (três) a 5 (cinco) contrações a cada 10 (dez) minutos. O tempo de duração é de 60” tono de 8 a12 mmHg.

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