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DESIGN DE INTERIORES (INTERVENÇÃO)
Unidade II
3 FASES DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
Apesar de o projeto ser o todo – pois o sentido de projeto é justamente o de programação –, 
todas as etapas mencionadas anteriormente, como coleta de dados, interpretação profissional e 
conceituação, são as partes constituintes inerentes ao projeto. A concepção e o desenvolvimento do 
projeto propriamente dito relacionam-se intrinsecamente às peças gráficas produzidas, e estas são:
• Estudo Preliminar – Layout inicial.
• Anteprojeto.
• Projeto Executivo e Detalhamento.
• Memorial Descritivo.
• Projetos complementares.
3.1 Estudo Preliminar – Layout inicial
Findadas as partes de coleta de dados para o projeto – todos os levantamentos, interpretações 
e conceituações iniciais –, inicia-se o Estudo Preliminar, que é a primeira peça gráfica propriamente 
dita do projeto. Apesar de o mood board ser gráfico e ser apresentado ao cliente, o Estudo Preliminar 
constitui uma aproximação com o espaço, pois apresenta croquis com a proposta já concebida. Dessa 
forma, o Estudo Preliminar pode ser definido como as primeiras ideias, os primeiros croquis e o layout 
da concepção física a partir de um conceito definido.
Trata-se, basicamente, do ponto de partida do projeto, por meio do qual o cliente verificará se as 
intepretações do profissional acerca de suas necessidades estão de acordo com as suas expectativas no 
espaço existente.
O Estudo Preliminar é, normalmente, apresentado por meio de plantas e de perspectivas à mão, ou 
mesmo de imagens 3-D computacionais, conforme as figuras 7 a 11.
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Unidade II
Figura 7 – Estudo Preliminar – Planta com layout
Figura 8 – Estudo Preliminar – Estudo em planta com layout
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DESIGN DE INTERIORES (INTERVENÇÃO)
Figura 9 – Estudo Preliminar – Perspectiva/ilustração inicial da proposta
Figura 10 – Estudo Preliminar – Perspectiva/Ilustração inicial da proposta
Figura 11 – Estudo Preliminar – Perspectiva/Ilustração inicial da proposta
3.2 Anteprojeto
Passada e aprovada a fase do Estudo Preliminar, inicia-se a fase do Anteprojeto, que é uma prévia 
para o Projeto Executivo, mas ainda não detalhado. Alguns profissionais evoluem tanto o Anteprojeto 
que chega-se praticamente a um Projeto Pré-Executivo.
No Anteprojeto (figura 12), as soluções apresentadas no Estudo Preliminar já estão resolvidas e sua 
representação gráfica é técnica e precisa. Nessa fase, já são disponibilizadas plantas, cortes e vistas em escala.
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Unidade II
Figura 12 – Vista de parte de um Anteprojeto
3.3 Projeto Executivo
O Projeto Executivo (figuras 13, 14, 15 e 16) é a última fase do projeto em sua concepção gráfica. 
Trata-se de um elemento completamente técnico, que é o instrumento pelo qual a obra será executada.
A rigidez e o grau de precisão dessas peças são altos. Basta pensar que profissionais que não conhecem 
o projeto e muitas vezes não conhecem nem o designer nem o proprietário irão executar a obra. Pode ser 
que o designer não participe da execução da obra; portanto, o Projeto Executivo precisa contemplar todos os 
pormenores para que se possa executar a obra. Por exemplo, ao propor a substituição de um revestimento de 
piso ou de parede, o designer poderá propor uma paginação específica, a qual deverá estar apresentada no 
Projeto Executivo, para que o profissional ou a equipe que executará o serviço saiba como desenvolvê-la.
 Lembrete
A rigidez e o grau de precisão do Projeto Executivo devem ser altos, pois 
são as peças gráficas do Projeto que serão usadas para a condução da obra.
Figura 13 – Layout – Parte de Projeto Executivo de escritório
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DESIGN DE INTERIORES (INTERVENÇÃO)
Figura 14 – Projeto Executivo
Figura 15 – Projeto Executivo
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Unidade II
Figura 16 – Exemplos de partes de detalhamento de móveis de escritório
 Observação
Um Projeto Executivo bem desenvolvido evita transtornos na obra.
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DESIGN DE INTERIORES (INTERVENÇÃO)
3.4 Memorial Descritivo
O Memorial Descritivo (figura 17) contemplará todas as informações técnicas de todos os elementos 
da intervenção proposta constituinte do Projeto de Design de Interiores. Além das informações técnicas, 
o Memorial trará quantidades, custos individuais de materiais e mão de obra, encargos etc. e formatará 
o custo total do empreendimento.
Figura 17 – Exemplo de parte de Memorial Descritivo de aparelhos e itens de iluminação de um projeto
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Unidade II
4 PROJETOS COMPLEMENTARES: INTRODUÇÃO AO CONHECIMENTO
Os projetos complementares são os projetos técnicos que complementam e viabilizam partes 
técnicas da execução de um projeto de interiores, quando necessário.
Muitos projetos complementares não serão de responsabilidade de contratação, de compatibilização 
e de acompanhamento por parte do designer de interiores, como será visto na sequência, mas devem 
ser conhecidos por ele, pois podem estar ligados ao projeto de interiores.
A seguir, veremos exemplos de projetos técnicos complementares.
4.1 Projeto Estrutural
Quando o programa de necessidades contemplar dados que sugiram implementações e/ou 
modificações físicas, o designer de interiores terá um arquiteto como parceiro, que desenvolverá o 
projeto em equipe, e poderá agregar também um engenheiro estrutural que dimensionará a estrutura e 
desenvolverá o Projeto Estrutural.
Por exemplo, uma loja de shopping pode demandar um mezanino de estoque. O arquiteto parceiro 
desenvolverá o projeto do mezanino, que normalmente é feito em aço, e seu projeto é calculado e 
desenvolvido por um engenheiro estrutural. Inclusive é ele ou o arquiteto que será o responsável técnico 
pela aprovação e execução no shopping.
Para o cálculo estrutural do mezanino, por exemplo, o engenheiro necessitará saber as atividades e os 
móveis/objetos que atuarão ou estarão sobre a estrutura, pois contemplará no projeto as cargas permanentes 
(peso próprio da estrutura) e as cargas acidentais (móveis, pessoas etc.) que incidirão sobre a estrutura. 
Essa informação é muito importante para o próprio projeto de interiores, uma vez que um shopping, por 
exemplo, fornecerá a carga máxima que cada loja poderá contemplar no próprio espaço, fator que condicionará 
o dimensionamento do estoque e o tipo de carga (peso) que atuará sobre o espaço.
O Projeto Estrutural conterá plantas, cortes, vistas, detalhes, além do Memorial Descritivo, que 
subsidiará a compra dos materiais e sua subsequente execução.
4.2 Projeto de Instalações Hidrossanitárias
O Projeto de Instalações Hidrossanitárias será cabível quando o projeto contemplar alterações e 
implementações de instalações de rede de água, esgoto e de águas pluviais.
• O designer de interiores ou o arquiteto, dependendo da complexidade do projeto, deve marcar os 
pontos das instalações em seu projeto, conforme o layout.
• O engenheiro de instalações desenvolverá o projeto conforme os pontos identificados pelo 
designer ou pelo arquiteto.
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• O Projeto de Instalações poderá,conforme complexidade, contemplar plantas, cortes, vistas, 
detalhes, perspectiva isométrica e o Memorial Descritivo.
Um projeto de um consultório dentário, por exemplo, contemplará instalações hidráulicas e, 
possivelmente, um projeto desse tipo de instalação.
4.3 Projeto de Instalação de Gás
O Projeto de Instalação para Gás será cabível quando o projeto de interiores contemplar 
equipamentos que demandem esse tipo de instalação.
• O designer de interiores ou o arquiteto, dependendo da complexidade do projeto, deve localizar 
os pontos das instalações em seu projeto, conforme o layout.
• O engenheiro de instalações desenvolverá o projeto conforme os pontos locados pelo designer ou 
pelo arquiteto.
Deve-se ficar atento às normativas para este tipo de instalação, pois existem diversos impeditivos 
normais que regem o projeto e que podem alterar posicionamento de pontos e de equipamentos.
No momento do estudo preliminar/anteprojeto, deve-se consultar o profissional parceiro, para que 
alterações indesejáveis sejam feitas durante o projeto em função de condicionantes normativos. O 
projeto destas instalações de gás contemplará plantas, cortes, vistas, detalhes, perspectiva isométrica, 
além do Memorial Descritivo.
4.4 Projeto de Instalações Elétricas, Telefonia, Dados/Voz
O designer de interiores ou o arquiteto, dependendo da complexidade do projeto, deve localizar 
os pontos das instalações no projeto, conforme o layout (figura 18). O engenheiro de instalações 
desenvolverá o projeto conforme os pontos locados pelo designer ou pelo arquiteto. No momento 
do Estudo Preliminar/Anteprojeto, deve-se trabalhar com os engenheiros parceiros, que darão 
instruções sobre a viabilidade dos pontos e das cargas e sobre possíveis alterações em quadros, ou 
poderão propor providências maiores. O Projeto de Luminotécnica, como será visto na sequência, 
pode demandar um projeto de instalações elétricas, o qual contemplará plantas/diagramas 
unifilares, além do Memorial Descritivo.
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Figura 18 – Projeto com demarcação de pontos de elétrica e de rede
4.5 Projeto de Luminotécnica
O Projeto de Luminotécnica (figura 19) muitas vezes é desenvolvido pelo próprio designer, por 
lighting designers parceiros ou mesmo pelas próprias empresas de iluminação que possuem lighting 
designers na equipe.
A configuração segue o conceito do projeto de interiores como um todo, com as ambiências 
desejadas, as definições de iluminações diretas ou indiretas, as especificidades projetivas de cada tipo de 
projeto regido pela norma técnica ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 - Iluminação em Ambientes de Trabalho, 
além de outras inerentes ao projeto luminotécnico, à ergonomia e ao projeto de uma forma geral.
 Lembrete
Dependendo do tipo de iluminação proposta, o projeto pode gerar 
um acréscimo em carga elétrica que pode demandar uma consultoria ou 
mesmo um projeto de instalações elétricas.
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Figura 19 – Projeto de Luminotécnica
 Saiba mais
Para se aprofundar mais no tema, verifique a norma técnica 
NBR ISO/CIE 8995-1.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 
ISO/CIE 8995-1: Iluminação de ambientes de trabalho. Parte 1: Interior. Rio 
de Janeiro: ABNT, 2013.
4.6 Projeto de Climatização
O Projeto de Climatização deve ser orientado por profissional específico, para que sejam dadas as diretrizes 
do projeto e seja(m) sugerido(s) o(s) equipamento(s) adequado(s) para cada tipo de uso e preexistências.
As situações em que ocorrem projetos de climatização são inúmeras. Podem, por exemplo, ser 
instalações de ar-condicionado completamente novas. O projeto de interiores pode ainda estar 
sendo desenvolvido em um edifício comercial, no qual já existe sistema de ar-condicionado por 
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dutos, então o projeto deverá sofrer alteração para implantação de novas aberturas. Outro exemplo 
comum é o projeto de interiores estar sendo desenvolvido em um shopping center – deverá, 
portanto, seguir a especificação imposta pelo empreendimento. Por isso, o designer necessita 
coletar informações acerca de onde o empreendimento está sendo implantado e do profissional 
parceiro envolvido, engenheiro ou arquiteto, pois isso trará condicionantes ao seu projeto, como 
definições de pés-direitos, locais de instalação de equipamentos etc. 
Esse tipo de projeto deverá estar alinhado aos projetos de instalações elétricas e hidráulicas, 
já que demandarão energia elétrica e minimamente pontos de dreno.
 Observação
Os projetos complementares se inter-relacionam. Dessa forma, reuniões 
de compatibilização devem ser feitas, para que o projeto constitua uma 
unidade viável.
4.7 Projeto de Instalações de Segurança (CFTV, alarmes etc.)
O Projeto de Instalações de Segurança existirá conforme necessidade do cliente e contemplará CFTV 
(circuito fechado de televisão), alarmes, controles de acesso etc. O projeto normalmente está integrado 
ao de instalações elétricas, dados/voz e de automação. O designer, com os profissionais parceiros e o 
cliente, de acordo com as necessidades deste, define os pontos, levando em consideração o layout e a 
geometria do espaço.
4.8 Projeto de Automação
O Projeto de Automação, assim como o Projeto de Instalações de Segurança, existirá conforme 
demanda do cliente e será orientado por profissional parceiro. O projeto poderá estar completamente 
integrado aos demais projetos de instalações, conforme pertinência.
4.9 Projeto de Proteção contra Incêndio
O Projeto de Proteção contra Incêndio ou Combate a Incêndio é desenvolvido por um 
profissional específico e segue as NSCI (Normas de Segurança Contra Incêndios), desenvolvidas 
pelo Corpo de Bombeiros de cada estado, e todos os projetos devem atender a essas normas. 
De acordo com o tipo de projeto e com a demanda, contemplará equipamentos e instalações 
como iluminação e sinalizações de emergência, extintores, sprinklers, proteção às descargas 
atmosféricas, entre outros. Esse tipo de projeto deverá estar compatibilizado com os demais 
projetos, pois ofertam demanda de instalações hidráulicas e elétricas. Instalações de lojas de 
shopping centers, por exemplo, demandarão a confecção e a aprovação do projeto.
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DESIGN DE INTERIORES (INTERVENÇÃO)
 Saiba mais
Leia o documento a seguir: 
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado dos Negócios da Segurança 
Pública. Polícia Militar do Estado de São Paulo. Corpo de Bombeiros. 
Cartilha de Orientações Básicas – Noções de Prevenção Contra Incêndio 
– Dicas de Segurança do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. São 
Paulo: Governo do Estado de São Paulo, 2011. Disponível em: <http://
www.ccb.policiamilitar.sp.gov.br/icb/wp-content/uploads/2017/02/
Cartilha_de_Orientacao.pdf>. Acesso em: 7 jan. 2019.
Exemplo de aplicação
Pesquise um Projeto de Interiores e imagine quais foram os profissionais parceiros e os projetos 
complementares envolvidos na composição dele.
 Resumo
Esta unidade tratou dos elementos constituintes de um Projeto de Design 
de Interiores, contemplando o Estudo Preliminar, o Anteprojeto, o Projeto 
Executivo, o Memorial Descritivo e todos os projetos complementares, 
apresentando as especificidades e as possíveis interferências e demandas 
que cada um pode ter.
O Estudo Preliminar contempla as primeiras ideias, os primeiros croquis 
e o layout da concepção física a partir de um conceito definido, baseado 
nos levantamentos de dados e interpretações pré-concebidos.
O Anteprojeto é a sequência do projeto, que antecede o Projeto Executivo, 
podendo chegar a um grau de detalhamentode Projeto Pré-Executivo. 
No Anteprojeto, as soluções apresentadas no Estudo Preliminar já estão 
resolvidas e sua representação gráfica é técnica e precisa.
O Projeto Executivo é a última fase do projeto em sua concepção 
gráfica, contendo detalhes e pormenores, e é o instrumento pelo qual a 
obra será executada.
Já o Memorial Descritivo é um documento que contém informações 
técnicas, além de custos de todos os elementos constituintes do Projeto de 
Design de Interiores.
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Por fim, os projetos complementares são os projetos técnicos que 
complementam e viabilizam partes técnicas da execução de um Projeto de 
Interiores, quando necessário.
 Exercícios
Questão 1. Com relação às fases de um projeto, foram feitas as seguintes afirmações:
I – O Estudo Preliminar é o ponto de partida do projeto, no qual o cliente verificará se as intepretações 
do profissional acerca de suas necessidades estão de acordo com as suas expectativas no espaço existente.
II – O Anteprojeto é o passo seguinte ao Estudo Preliminar. É a última aproximação antes do Projeto 
Executivo. No Anteprojeto, todos os problemas existentes no Estudo Preliminar já estão resolvidos.
III – O Projeto Executivo é a última fase do projeto em sua concepção gráfica. É o instrumento 
pelo qual a obra será executada, portanto ele deve conter todas as informações necessárias para a 
execução da obra.
É correto o que se afirma em: 
A) I, apenas.
B) II, apenas.
C) I e III, apenas.
D) II e III, apenas.
E) I, II e III.
Resposta correta: alternativa E.
Análise das afirmativas
I – Afirmativa correta.
Justificativa: o Estudo Preliminar pode ser definido como a materialização das primeiras ideias. É o 
primeiro croqui e layout da concepção física a partir de um conceito definido.
Trata-se basicamente do ponto de partida do projeto, no qual o cliente verificará se as intepretações 
do profissional acerca de suas necessidades estão de acordo com as suas expectativas no espaço existente.
II – Afirmativa correta.
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DESIGN DE INTERIORES (INTERVENÇÃO)
Justificativa: o Anteprojeto é o projeto evoluído no sentido de interpretação e produção em 
escala do projeto concebido. Ele é uma prévia do Projeto Executivo. No Anteprojeto, as soluções 
apresentadas no Estudo Preliminar já estão resolvidas e sua representação gráfica é técnica e 
precisa. Nesta fase já são disponibilizadas plantas, cortes e vistas em escala.
III – Afirmativa correta.
Justificativa: O Projeto Executivo é a última fase do projeto em sua concepção gráfica. Trata-se 
de um elemento completamente técnico e que, na verdade, é o instrumento pelo qual a obra será 
executada. A rigidez e o grau de precisão dessas peças são altos, pois profissionais que não conhecem o 
projeto, o autor e o proprietário poderão executar a obra. O Projeto Executivo precisa contemplar todos 
os pormenores de execução da obra.
Questão 2. Obras que normalmente necessitarão de um Projeto Estrutural são, por exemplo:
A) Implantação de mezaninos, reformas de casas com subtração de paredes, alterações em 
fachadas e coberturas.
B) Reformas para troca de pisos e revestimentos.
C) Reformas em casas em que será alterada a fachada e reformas em escritórios em que serão 
alteradas as posições das divisórias.
D) Reformas em apartamentos em que, apenas pela vontade do proprietário, serão alteradas as 
características da fachada.
E) Reformas em lojas em que serão construídos mezaninos e reformas em restaurantes onde serão 
trocados os móveis e equipamentos de cozinha.
Resolução desta questão na plataforma.

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