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Plantas tóxicas para ruminantes

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BRACHIARIA DECUMBENS
 C A P I M - B R A Q U I Á R I A , B R A Q U I A R I N H A . 
CLASSIFICAÇÃO
Família: Gramíneas
Gênero: Brachiaria
LOCAL DE PREDOMINÂNCIA
Possui maior predominância no Cerrado brasileiro,
devido a alta resistência em solos poucos férteis, alta
capacidade de dispersão por reprodução vegetativa e
por sementes, ciclo reprodutivo rápido, alta eficiência
fotossintética e na utilização de nutrientes, altas taxas
de crescimento, tolerância ao desfolhamento,
herbivoria e queimadas.
ANIMAIS SUSCETÍVEIS
Ovinos (mais suscetível);
Caprinos;
Bovinos;
Maioria dos ruminantes jovens.
Diarréia;
Lesões de pele, enrugada com fissuras e
grande quantidade de crostas;
Emagrecimento progressivo;
Apatia;
Anorexia;
Caquexia.
SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO
PRINCÍPIO TÓXICO E DOSE
Saponinas esteroidais. 
A ingestão contínua de Brachiaria decumbens
em quantidades superiores a 10% da dieta
pode ser prejudicial.
FARMACODINÂMICA E FARMACOCINÉTICA DO AGENTE TÓXICO
As saponinas esteroidais são substâncias que causam problemas no sistema biliar, obstruindo os
ductos e acumulando um pigmento chamado filoeritrina na pele. Esse pigmento reage com a luz do
sol, causando dermatite. 
A Brachiaria decumbens possui saponinas chamadas protodioscinas, que são transformadas em
outras substâncias pelo sistema digestivo dos animais que as consomem. Os cristais biliares são
formados quando as saponinas são quebradas pelo metabolismo ruminal e se combinam com
outras substâncias, como o ácido glicurônico e íons de cálcio. Esses cristais podem obstruir o
sistema biliar e causar inflamação no fígado, resultando em icterícia, sensibilidade à luz e hepatite. .
DIAGNÓSTICO
Anamnese;
Exame físico;
Exames laboratoriais 
Bioquímico hepático;
Perfil hematológico;
Avaliação histopatológica: em casos graves ou fatais, realiza–se uma análise microscópica de
amostras de tecido do fígado que podem fornecer informações adicionais sobre as alterações
hepáticas causadas pela intoxicação.
O diagnóstico da intoxicação por Brachiaria decumbens em animais é baseado em um conjunto de
exames, incluindo:
Exame físico: presença de edema, hiperemia de
mucosa ocular e secreção oculonasal;
Bioquímicos (AST e GGT): aumento sérico;
Histopatológico: tumefação difusa e necrose
individual dos hepatócitos, presença de macrófagos
espumosos, megalocitose, colestase, colangite e
pericolangite mononuclear e proliferação de ductos
biliares.
EXAME FÍSICO E COMPLEMENTARES
TRATAMENTO
Para o tratamento de fotossensibilização é necessária a retirada desses animais das pastagens de
Brachiaria decumbens para um lugar com sombra para evitar a incidência de luz solar, para não
piorar o caso de fotossensibilização. Além disso, uso de pomadas cicatrizantes e antissépticas para
evitar proliferação e também aliviar um pouco a dor dos animais e após quatro dias de tratamento,
deve-se fazer a limpeza local para evitar infecção secundária.
Alteração na coloração do fígado (75%);
Hepatomegalia (50%);
Emaciação (37,5%);
Tecido subcutâneo ictérico (37,5%);
Atrofia gelatinosa do tecido adiposo (31,25%);
Evidenciação do padrão lobular do fígado (18,75%);
Ascite(18,75%);
Vesícula biliar distendida e repleta foi observada em
6,25% dos animais necropsiados.
Os achados de necropsia encontrados com maior
frequência nos ovinos intoxicados foram:
ACHADOS DE NECROPSIA
PREVENÇÃO
Monitoramento do pasto;
Monitoramento da qualidade da planta;
Manejo adequado do solo;
Controle de pragas e doenças;
Monitoramento da saúde dos animais.
É importante reatar as medidas preventivas
para garantir que o rebanho esteja
consumido de forma segura e assim não
causar problemas de saúde associados ao
seu consumo.
As medidas que podem ser incluídas são:
CESTRUM LAEVIGATUM
 C O E R A N A ; C A N E M A ; B A Ú N A ; D A M A - D A - N O I T E ; P I M E N T E I R A ; M A R I A - P R E T A ; E S P E R T O .
CLASSIFICAÇÃO
Família: Solanaceae
Gênero: Cestrum
Espécie: C. laevigatum
ou C. axillare
LOCAL DE PREDOMINÂNCIA
Região Sul;
Região Sudeste;
Nordeste.
Devido à sua boa adaptação em vários ambientes,
pode ser encontrada em diversas regiões do Brasil,
como:
ANIMAIS SUSCETÍVEIS
Bovinos (mais suscetível);
Caprinos;
Ovelhas.
Dificuldade respiratória;
Salivação;
Ingurgitamento das jugulares;
Tremores musculares e incoordenação,
evoluindo para decúbito e morte.
SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO
PRINCÍPIO TÓXICO E DOSE
Carboxiatractilosídeos. 
A dose tóxica da planta fresca varia de 10 a
50g/kg de peso vivo, dependendo da
sensibilidade do animal e da quantidade de
princípios tóxicos.
FARMACODINÂMICA E FARMACOCINÉTICA DO AGENTE TÓXICO
Os carboxiatractilosídeos impedem a produção de energia bloqueando a fosforilação oxidativa, que
é responsável pela produção de energia na célula, o que induz à morte celular. Esse efeito ocorre
principalmente em células ricas em mitocôndrias, como as células do fígado e dos rins. 
O bloqueio da fosforilação oxidativa faz com que os níveis plasmáticos de glicose subam bastante,
mas uma vez que a reserva hepática acabe, ocorre uma severa glicemia, causando sérios problemas
como depressão respiratória, hipóxia, aumento de ácido lático no plasma e convulsões. 
DIAGNÓSTICO
Anamnese;
Exame Físico;
Exames laboratoriais
Hemograma completo
Bioquímica sanguínea
Perfil hepático, renal e eletrólitos, para avaliar o funcionamento geral do organismo e
identificar possíveis alterações.
Para identificação de possíveis intoxicação por Cestrum laevigatum. O médico veterinário realizará
uma avaliação clínica e exames. 
Exame físico: desidratação com secura do plano naso-
labial, redução da sensibilidade cutânea dos
membros posteriores e moderada diminuição do
tônus da língua. Demais parâmetros vitais normais.
Hemograma e bioquímica: elevação nos valores das
proteínas totais, globulina, AST e GGT e uma baixa
relação albumina/globulina.
Histopatológico: necrose centro-lobular associada à
hemorragia acentuada;
EXAME FÍSICO E COMPLEMENTARES
Intoxicação espontânea por Cestrum laevigatum em um
caprino, no Rio de Janeiro, Brasil. Necrose centrolobular e
vacuolização de hepatócitos na zona intermediária do
lóbulo. HE, 10X. 
Intoxicação espontânea por Cestrum laevigatum em um
caprino, no Rio de Janeiro, Brasil. Vacuolização de
hepatócitos na periferia das áreas de necrose. HE, 25X.
TRATAMENTO
Por se tratar de um processo que provoca insuficiência hepática grave, o recomendado para os
animais é o uso de medicação de suporte (soluções de glicose, cálcio e vitaminas do complexo B)
durante três a cinco dias.
Os achados macroscópicos, observados na necropsia dos
bovinos foram a hepatomegalia e o aspecto de noz-
moscada na superfície de corte do fígado, além de lesões
hemorrágicas no coração, traqueia, abomaso, baço,
bexiga e intestino delgado e grosso.
ACHADOS DE NECROPSIA
A: Fígado do bovino 4 apresentando superfície
de corte com aspecto de noz moscada. B:
Aspecto do fígado após ser fixado em solução
tamponada de formol à 10%.
PREVENÇÃO
Evitar o contato direto com a planta;
Manter a planta fora do alcance de
crianças e animais domésticos;
Identificar a planta e descartar os resíduos
corretamente;
Buscar ajuda médica imediatamente em
caso de suspeita de intoxicação.
Algumas das medidas que podem ser
tomadas para prevenir a intoxicação incluem:
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MUSTAFA, V. S. CARACTERIZAÇÃO DA INTOXICAÇÃO NATURAL POR Brachiaria spp.
EM OVINOS NO BRASIL CENTRAL. 2009. Dissertação (mestrado) - Faculdade de
Agronomia e Medicina Veterinária. Brasília, 2009. Disponível em
<https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/7192/1/2009_VanessadaSilvaMustafa%5B
1%5D.pdf>. Acesso em 11 de abril de 2023
FONSÊCA FILHO, Lucilo Bioni da et al. Intoxicação por ingestão de Brachiaria
decumbens em bovinos no Brasil e achados patológicos decorrentes. PUBVET:
Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia, v.11, n.6, p.601-606, Jun., 2017.
Disponível em:
<https://pdfs.semanticscholar.org/1c68/20d0935d946ae842c2338691df4eeaea99b5.p
df>. Acesso em: 18 de abrilde 2023.
LEVINE, J. M. Proc. Royal Soc. London, v. 270, n. 1517, p. 775-781, 2003. EFEITOS DA
BRACHIARIA DECUMBENS NA HERBIVORIA E NO DESENVOLVIMENTO DE DUAS
LEGUMINOSAS NATIVAS DO CERRADO. 2012. Fundação de Amparo à Pesquisa do
Estado de Minas Gerais, 2012. Disponível em:
<https://www.scielo.br/j/pd/a/GTBwNtgdWznCX9s5bBh6prS/?lang= pt &
format=html.>. Acesso em: 14 de abril de 2023.
SANTOS, Julio Cesar A. et al. Patogênese, sinais clínicos e patologia das doenças
causadas por plantas hepatotóxicas em ruminantes e eqüinos no Brasil. Pesq. Vet.
Bras., v. 28, n. 1, p. 1-14, jan. 2008. Disponível em:
<https://www.scielo.br/j/pvb/a/gHHzRByPwxZY7CpLVktShZR/?format=pdf&lang=p>
Acesso em: 18 de abril de 2023.
SOUZA, Roosevelt I.C.; RIET-CORREA, Franklin; BRUM, Karine B.; FERNANDES, Carlos
Eurico; BARBOSA-FERREIRA, Marcos; LEMOS, Ricardo A. Amaral de. et al.
Intoxicação por Brachiaria spp. em bovinos no Mato Grosso do Sul. Pesq. Vet. Bras.
30(12):1036-1042, dezembro de 2010. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0100-
736X2010001200006> Acesso em: 18 de abril de 2023.
COUTINHO, Luiz Teles; COSTA, Nivaldo de Azevêdo; MENDONÇA, Carla Lopes de;
AFONSO, José Augusto B.; RIET-CORREA, Franklin; DANTAS, Antônio Flávio M.;
SILVA, Nivan Antônio Alves da. et al. Intoxicação natural de bovinos leiteiros por
Cestrum laevigatum (Solanaceae) no agreste de Pernambuco - Brasil. Ciênc. anim.
bras., Goiânia, v.14, n.3, p. 352-359, jul./set. 2013. Disponível em:
<https://revistas.ufg.br/vet/article/view/13476/15214> Acesso em: 04 de maio de 2023.
Aniz A.C.M. EFEITO DA ADAPTAÇÃO DO CONSUMO DE BRACHIARIA DECUMBENS E
A EXISTÊNCIA DE RESISTÊNCIA INDIVIDUAL EM OVINOS A INTOXICAÇÃO. 2010.
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MONTAGNER, Denise Baptaglin. Produção animal: Manejo de pastos de Brachiaria
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EUCLIDES, V.P.B. et al. Consumo Voluntário de Brachiaria decumbens, v.9, p. 1-9,
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Syngenta São Paulo. Brachiaria decumbens. Disponível em:
https://portal.syngenta.com.br/noticias/glossario-de-alvos/brachiaria-decumbens/ .
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2023.
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>https://www.girodoboi.com.br/videos/como-fazer-o-tratamento-da-requeima-em-
bovinos/< acesso em 17 de maio de 2023
Ataíde, G. d., Gomes, A. d., & Moreira, M. S. (22 de SETEMBRO de 2019). PLANTAS
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Barbosa, J.D., Oliveira, C.M.C., Pinheiro, C., Lopes, C.T.A., Marquiore, D., Brito, M.F.,
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Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0100-736X2010001200008> Acesso em 03
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BARBOSA, M.F.S. INTOXICAÇÃO NATURAL E EXPERIMENTAL POR Cestrum
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MARINHO, J. B. Identificação dos princípios tóxicos de Cestrum Axillare (Cestrum
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Minas Gerais. 2017. Disponível em: <https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/SMOC-
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https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/7192/1/2009_VanessadaSilvaMustafa%5B1%5D.pdf
https://pdfs.semanticscholar.org/1c68/20d0935d946ae842c2338691df4eeaea99b5.pdf
https://www.scielo.br/j/pd/a/GTBwNtgdWznCX9s5bBh6prS/?lang=pt&format=html
https://www.scielo.br/j/pvb/a/gHHzRByPwxZY7CpLVktShZR/?format=pdf&lang=pt
https://doi.org/10.1590/S0100-736X2010001200006
https://revistas.ufg.br/vet/article/view/13476/15214
https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/2386025/artigo-manejo-de-pastos-de-brachiaria-brizantha#:~:text=Recomenda%2Dse%20utilizar%20a%20altura,altura%2C%20ajuste%20da%20lota%C3%A7%C3%A3o
https://www.sbz.org.br/revista/artigos/2660.pdf
http://www.fao.org/ag/agp/agpc/doc/gbase/data/pf000337.htm
https://www.girodoboi.com.br/videos/como-fazer-o-tratamento-da-requeima-em-bovinos/
https://doi.org/10.1590/S0100-736X2010001200008
https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/4169?locale=pt_BR
https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/SMOC-AKJPGT

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