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RELAÇÕES ENTRE A ATENÇÃO BÁSICA, DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE Desafios para a organização do cuidado no sistema único de saúde SUS Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) - 2000 Regionalização e organização de rede de serviços de média e alta complexidade. Implantação de redes físicas regionalizadas e hierarquizadas de saúde. Separar de acordo com a demanda recebida do território onde o equipamento está inserido. Constituição, Lei Orgânica da Saúde, NOAS e Pacto de Gestão Articulação entre os gestores estaduais e municipais na implementação de políticas, ações e serviços de saúde qualificados e regionalizados: Garantindo acesso, integralidade e resolutividade na atenção à saúde da população, com uma escala adequada que viabilize uma boa relação custo/benefício REDE BÁSICA Oferta de ações descentralizadas e unidades de menor porte próximas aos usuários; Cabe aos serviços alcançar os usuários, através dos profissionais e campanhas; Ações e assistência contínuas, sempre trabalhando com a prevenção e promoção de saúde nas campanhas e no envio dos profissionais. REDE ESPECIALIZADA Oferta de serviço hierarquizado e regionalizado em regiões específicas; Usuários são encaminhados às unidades, transferidos quando determinado equipamento não supre a necessidade clínica; A assistência é pontual, o tratamento possui então uma proposta de ser encerrado com a remissão total ou parcial da situação clínica. Porta de preferência do Sistema de Saúde, com especialidades básicas: clínica médica, pediatria, obstetrícia e ginecologia. Ações de caráter individual ou coletivo nos níveis de promoção de saúde, prevenção de doenças, diagnóstico, tratamento e reabilitação. Lei 8090/90 e Decreto 7.508/11 – estabelece que o acesso universal e igualitário seja ordenado pela Atenção Primária. PRIMÁRIA - BÁSICA NÍVEIS DE ATENÇÃO NÍVEIS DE ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA – conta com serviços auxiliares de diagnóstico e terapia Ações, conhecimentos e técnicas assistenciais com densidade tecnológica, envolvendo processos de trabalho e tecnologias especializadas. Limites entre atenção básica e MAC não são precisos (depende de definição política com critérios de valoração e alocação de recursos pelo SUS entre as áreas básicas e especializadas) SECUNDÁRIA SERVIÇO DE APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPEUTICO (SADT) Dentre as 52 especialidades médicas na rede, especialidades aparecem na ambulatorial: Atendimento ambulatorial para situações de urgência e emergência: UPA’s e UBS’s Consultas Clínicas de pronto atendimento, Ortopedia, Cardiologia, Cirurgias pequenas, Pneumologia, Psiquiatria, Nefrologia; Recursos tecnológicos e profissionais mais especializados; Exemplos de média complexidade: cirurgias ambulatoriais especializadas, anestesia, exames de baixo custo com equipamentos em diversas unidades básicas de saúde: ultrassonográficos, radiografias, análises clínicas e testes virais. NÍVEIS DE ATENÇÃO No SUS, a atenção terciária inclui a assistência hospitalar. Os hospitais dispõem de leitos para internações, ambulatoriais e SDAT (Serviço de apoio diagnóstico terapêutico) oferece vários tipos de exames com objetivo de esclarecer o diagnóstico ou realizar procedimentos terapêuticos específicos para pacientes. A atenção terciaria está como um nível de atenção à saúde de maior importância, o que envolve um conjunto de terapias e procedimentos de elevada especializações e que por sua vez exigem uma alta tecnologia e com alto custo, como por exemplo: oncologia, cardiologia, oftalmologia, transplantes, partos de alto risco, traumoto-ortopedia, neurocirurgia, diálise, otologia tratamento de doenças no aparelho auditivo, assistência em cirurgia reparadora, reprodução assistida entre outras. TERCIARIA NÍVEIS DE ATENÇÃO NÍVEIS DE ATENÇÃO - TERCIARIA E para isso podemos identificar diferentes tipos de hospitais: Hospitais federais (prestam apoio ao ensino, a pesquisa e são vinculados à algumas instituições federais de ensino superior); Hospitais psiquiátricos; Hospitais de ensino (servem de campo para prática de atividades de ensino na área da saúde e que pertencem ou são conveniados a uma Instituição de Ensino Superior, pública ou privada); Hospitais de pequeno porte, em média 50 leitos Hospitais filantrópicos (são instituições privadas, sem fins lucrativos, mas no qual 60% dos atendimentos oferecidos são destinados de forma obrigatoria ao SUS; Hospitais estratégicos (são considerados hospitais estratégicos por se enquadrar, em alguns requisitos específicos que seria: referência regional, ter no mínimo 100 leitos cadastrados no SCNES Sistema de Cadastro Nacional de estabelecimentos e tem que ter pelo menos uma de algumas linhas de cuidado como cardiovascular; Neurologia/neurocirurgia; pediatria; traumato-ortopedia. NÍVEIS DE ATENÇÃO - TERCIARIA Diretrizes estabelecida pelo Ministério da Saúde para atenção hospitalar são: Modelo de atenção centrado no usuário: é um modelo que pratica o cuidar de forma respeitosa, no qual deve ter empatia suficiente para garantir que os valores e preferência do paciente assistido, norteei todas as decisões clinicas; Planejamento e gestão de rede: Tem por objetivo reorientar os programas e projetos governamentais para evoluir a eficiência e efetividade (alcançar plenamente um objetivo) da ação das políticas de saúde. O planejamento de forma analítica coleta dados e orienta decisões mais adequadas para o futuro da organização. Já a gestão precisa garantir que as coisas aconteçam; Alocação global ou mista de recursos; NÍVEIS DE ATENÇÃO - TERCIARIA Contratualização com metas: são metas quantitativas e qualitativas de atenção à saúde e de gestão hospitalar; Fortalecimento da capacidade gerencial: fortalecer a capacidade de resposta do setor saúde com o fim de minimizar os danos sobre a saúde e a perda de vidas, o que se resume em preparo para melhorar a capacidade de respostas diante de emergências, por meio de planos estratégicos de ações e gerenciais; Relação com gestores (inserção no SUS): quem são os gestores? são profissionais responsáveis pela gestão de instituições públicas municipais, estaduais ou federais, de ONGs e de projetos de iniciativa privadas realizados em parceria com o setor estatal. No qual deveria facilitar o acesso aos cidadãos ás ferramentas de atendimento e além de conscientizar a população deveria garantir que o atendimento flua de forma eficiente com aproveitamento máximo de recursos, liderando os colaboradores de forma a motivar, capacitar e melhorar a qualidade de todos além de estimular a comunicação de forma integrada. NÍVEIS DE ATENÇÃO - TERCIARIA A proposta da reforma da assistência hospitalar no SUS está assentada nos seguintes eixos: Melhoria de acesso centrado ao usuário Humanizações Inserção na rede Democratização de gestão Descentralização e regionalização Adequação da oferta as necessidades Fortalecimento de regulação Implantação do orçamento global Demanda por profissionais especializados e recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico, as mais caras ou de poucos profissionais atuantes no SUS; Exigem densidade tecnológica e de saber técnico de alto custo para implantação e atendimento; Exames e acompanhamento personalizado de alto custo para casos graves, crônicos ou de risco de vida, como Cintilografias, PET-CT’s, Punções e Hemodinâmicas, cirurgias neurológicas, cirurgias de implantação ou retirada de nódulos, membros ou cardiovasculares. NÍVEIS DE ATENÇÃO SERVIÇO DE APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPEUTICO (SADT) NÍVEIS DE ATENÇÃO BÁSICA – PRIMÁRIA (início, promoção e prevenção, especialidade generalista) AMBULATORIAL – SECUNDARIA (SADT, + especialidades, emergência) HOSPITALAR – TERCIARIA (SADT, hospitalização e cirurgias) HOSPITALAR AMBULATORIAL BÁSICA Problemas de atenção na MAC: Excesso de pedidos de consultas com especialistas, a demanda perpassa a capacidade de atendimento dos equipamentos, muitas vezes os equipamentos não são acessíveis em localidadepara toda a comunidade; Solicitação de exames complementares desnecessários, casos que atrasam o fluxo dos casos que exigem um diagnóstico apressadamente; Utilização destes serviços porque não são cobertos pelas operadoras privadas de plano de saúde, os exames mais caros existentes na rede são disputados por quem possui plano mas o plano não libera devido ao diagnóstico não necessitar de tal avaliação. Rede privada organizada de um modo totalmente diferente do SUS com excesso de oferta de serviços especializados Refletindo sobre os maiores desafios de acesso e alcance dos serviços, os autores apontam as maiores problemáticas que atingem as relações dos níveis de atenção, dentre eles: A produção de procedimentos ambulatoriais especializados pelo SUS teve aumento de 437% nos últimos 10 anos, passando de 666.457.527 procedimentos em 2001 para 3.578.193.153 em 2011. EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADOS DO SUS Série 1 2001 2011 666457527 3578193153 Demanda que supera a capacidade instalada do SUS Mesmo com o expressivo aumento observado, a média complexidade é hoje um dos principais pontos de estreitamento na oferta pelo SUS. Muitos protocolos assistências e processos regulatórios precisam passar por uma reavaliação de demanda e disponibilidade. Serviços de Oncologia para tratamento e prevenção de câncer, como a mamografia, e serviços de Nefrologia como, equipamentos de análises clínicas modernos passaram a ser classificados como serviços de média complexidade Com a mudança na tabela do SUS, a maioria dos procedimentos de hemoterapia e parte de outros subgrupos que antes estavam classificados em alta complexidade passaram a ser classificados como de média complexidade. Melhorias alcançadas com a evolução: Dos modelos anteriores (antigos) para o atual sofreram inúmeras e profundas mudanças (e contínua) para proporcionar o direito à saúde com qualidade, agilidade e com alcance igualitário a todos. LINHAS DE CUIDADO A Linha de Cuidado caracteriza-se por padronizações técnicas que explicitam informações relativas à organização da oferta de ações de saúde no sistema, nas quais: Descrevem rotinas do itinerário do paciente, contemplando informações relativas às ações e atividades de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação, a serem desenvolvidas por equipe multidisciplinar em cada serviço de saúde. Viabilizam a comunicação entre as equipes, serviços e usuários de uma Rede de Atenção à Saúde, com foco na padronização de ações, organizando um continuum assistencial. FONTE: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/ecv/linhas-de-cuidado LINHAS DE CUIDADO Objetivos das Linhas de Cuidado Orientar o serviço de saúde de forma a centrar o cuidado no paciente e em suas necessidades; Demonstrar fluxos assistenciais com planejamentos terapêuticos seguros nos diferentes níveis de atenção; Estabelecer o “percurso assistencial” ideal dos indivíduos nos diferentes níveis de atenção de acordo com suas necessidades. LINHAS DE CUIDADO Acidente Vascular Cerebral (AVC) no Adulto Asma Câncer de mama Depressão no adulto Diabetes Mellitus tipo 2 (Primeira Versão) Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) Doença Renal Crônica (DRC) em Adultos Dor Lombar Dor Torácica Hepatites Virais Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) no Adulto HIV / Aids no adulto Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) Insuficiência Cardíaca (IC) no adulto Obesidade no adulto Pessoas com Demência Puericultura e Hebicultura Tabagismo Transtornos de Ansiedade no adulto Transtornos por uso de álcool no adulto Transtorno do Espectro Autista (TEA) na criança Síndrome de infecção congênita pelo vírus Zika (SCZ) LINHAS DE CUIDADO TABAGISMO A Linha de Cuidado foi desenvolvida prioritariamente para profissionais de saúde. A implantação da Linha de Cuidado deve ter a Atenção Primária em Saúde como gestora dos fluxos assistenciais, sendo responsável pela coordenação do cuidado e ordenamento das Redes de Atenção à Saúde. Consulte Rede de Atenção à Saúde (RAS) e Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para mais informações. Deve-se garantir que a continuidade do cuidado ao paciente seja mantida, entre os pontos de atenção à saúde, dentro do seu percurso nas redes de atenção à saúde (RAS). As diferentes densidades tecnológicas integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão deverão garantir o acesso e a integralidade do cuidado. A APS ordenadora da rede e coordenadora do cuidado deve ser a principal porta de entrada do usuário. LINHAS DE CUIDADO LINHAS DE CUIDADO LINHAS DE CUIDADO LINHAS DE CUIDADO A difícil a integração dos serviços de saúde leva à fragmentação e superposição de ofertas, ao aumento dos custos com a atenção prestada, ao aumento nos diferenciais de acesso e perpetuação de vazios assistenciais e à queda na qualidade e resolutividade da rede, determinando a ineficiência do sistema. O aumento de atendimentos realizados representa a ampliação do alcance dos serviços. A saúde coletiva caracteriza-se como uma prática sanitária, que se utiliza de distintos saberes com o intuito de ampliar as bases epidemiológicas e sociais. Atua com base na integralidade, a assistência à saúde mental deve ser trabalhada no cotidiano da atenção básica. A qualidade de vida e o estresse estão relacionados ao surgimento de doenças mentais. Artigos publicados entre 2001 e 2017, quando a lei da reforma psiquiátrica brasileira foi promulgada, em 2001, onde houve uma reestruturação dos serviços de atenção à saúde mental do país: Método Critérios de seleção de artigos: Relatos de experiência de psicólogos que atuam na atenção básica em UBS e nas equipes de Nasf (Núcleos de Apoio à Saúde da Família), nas regiões do Sul e Sudeste do Brasil (apresentam os maiores índices de transtornos mentais leves diagnosticados na atenção básica As ideais relevantes foram agrupadas em 2 categorias: DESAFIOS PARA O PSICÓLOGO NA ATENÇÃO BÁSICA e VISÃO AMPLIADA DA SAÚDE. DESAFIOS PARA O PSICÓLOGO NA ATENÇÃO BÁSICA Os entrevistados percebem a promoção de saúde como geradora de transformação social e ainda ressaltam a necessidade de um atendimento interdisciplinar, contudo o autor aponta que esse reconhecimento e prática ainda não estão internalizados nas equipes técnicas de forma geral Psicólogos que atuam no eixo público ainda se distanciam desse compromisso social, estando atrelados a um fazer clínico e individual Práticas descontextualizadas, com tendência à “patologização dos indivíduos, colocando o trabalho psicológico a serviço da manutenção da desigualdade, da injustiça e da reprodução da violência DESAFIOS PARA O PSICÓLOGO NA ATENÇÃO BÁSICA A função do psicólogo não é bem compreendida. O profissional não tem clareza nem há diretrizes suficientes que respaldem sua função. Os funcionários e usuários acabam esperando que o psicólogo atue em formato individual, ou ainda como um profissional “quebra-galho”, que está ali para intervir em todas as demandas emergentes Uma atuação voltada à saúde coletiva, atenta às necessidades e aos recursos do próprio território, permite o surgimento de novas formas de saber e de fazer, fortalecendo o vínculo dos usuários à saúde, de forma a construir um “espaço de resistência às formas de disciplinarização”, apostando na emancipação do coletivo, construindo uma “clínica viva”, movimentando o desejo do sujeito atrelado à qualidade de vida, abrindo-se para o cuidado e promovendo o cuidar DESAFIOS PARA O PSICÓLOGO NA ATENÇÃO BÁSICA A demanda de ações voltadas para a “doença” é muito maior do que de saúde, não tendo muito espaço para intervenções preventivas. A exigência é para que se atenda o maior número de pessoas, apontando esse fato como uma exigência política e territorial. Importância da desconstrução do saber, distanciando-se da fantasia de “o poder do psicólogo”, com uma postura de inserção, aberta ao conhecimento e ao valor das diversidades sociais, assumindo a profissão como um agente de transformação e construção social, apreciandoa cidadania e o respeito mútuo. VISÃO AMPLIADA DE SAÚDE A busca pela integralidade na saúde ainda carece de investimentos e de profissionais capacitados. A falta de harmonização dos gestores com a integralidade e a sobrecarga de trabalho é dificultadora de uma atuação na saúde Desconfiança e distanciamento entre equipes profissionais fragilizam o olhar ampliado para a saúde oque desmotiva profissionais para a práticas coletivas. “Percebe-se que o papel do psicólogo na saúde pública não é claro, tanto para a legislação vigente quanto para a classe profissional desqualificando seu potencial principalmente no que se refere à atenção básica de saúde”. Boing e Crepaldi (2010). “Quando há o profissional psicólogo inserido na atenção básica, suas intervenções acabam em atendimentos individualizados, justificados pela resistência da equipe diante de outras propostas de intervenção”. (Dimenstein, 2000). “De acordo com o Conselho Federal de Psicologia (CFP, 2011), uma das dificuldades da atuação do psicólogo na atenção básica à saúde é o entendimento dos profissionais e gestores sobre o entendimento do processo saúde e doença”. SUS Discussão e Conclusões Objetivo do psicólogo na atenção básica: Proposição de intervenções coletivas e integradas na busca de uma comunidade mais autônoma e consciente, evitando uma assistência curativa em saúde fundamentada na medicalização. Possibilidade de afetar os modos de atuação dos servidores, ampliando o entendimento sobre saúde e diminuindo estigmas. Para se alcançar os objetivos mencionados, é necessária uma revisão das diretrizes que fundamentam as práticas do psicólogo na atenção básica. Tendo a noção do prolongado período para esse processo de reformulação da legislação, sugere-se que essa assistência seja desenvolvida nos Nasfs, que estão constituídos nas regulamentações do SUS, viabilizando o movimento em prol da saúde coletiva. SUS Discussão e Conclusões Promover maior assistência e organização do sistema com parcerias entre instituições de ensino e rede pública, com estágios acadêmicos que possibilitem experiências em saúde coletiva, somadas ao apoio dos estagiários de diferentes áreas, integrando o ensino e aprendizagem à formação - uma forma de promover compromisso social do profissional com práticas que permitam conhecer a diversidade e a realidade das demandas encontradas nos territórios. Discussão e Conclusões Assinale a alternativa correta - O que determina prioritariamente o papel do psicólogo atuando junto ao Sistema Único de Saúde é: A - sua vivência como terapeuta clínico desenvolvendo uma capacidade essencial de ouvinte. B - sua atuação apolítica. C - seu conhecimento profundo de Psicologia Comunitária. D - seu diálogo com as diferentes áreas do conhecimento associando-as ao saber popular, considerando as territorialidades e especificidades regionais quando da organização dos serviços a serem prestados. Questões que vão cair na prova O que determina prioritariamente o papel do psicólogo atuando junto ao Sistema Único de Saúde é: D) Seu diálogo com as diferentes áreas do conhecimento associando-as ao saber popular, considerando as territorialidades e especificidades regionais quando da organização dos serviços a serem prestados. Questões que vão cair na prova Assinale a alternativa correta – Após compreender as diferenças entre os níveis de atenção, entre as alternativas a seguir selecione a que corresponde ao Nível de Atenção Secundário: A) Especialidades médicas de ginecologia, obstetrícia, exames ultrassonográficos e campanhas de promoção e prevenção a saúde. B) Ações de caráter individual ou coletivo nos níveis de promoção de saúde, prevenção de doenças, diagnóstico, tratamento e reabilitação. C) Atendimento ambulatorial para situações de urgência e emergência: UPA’s e UBS’s Consultas Clínicas de pronto atendimento, Ortopedia, Cardiologia, Cirurgias pequenas D) envolve um conjunto de terapias e procedimentos de elevada especializações e que por sua vez exigem uma alta tecnologia e com alto custo, como por exemplo: oncologia Questões que vão cair na prova Após compreender as diferenças entre os níveis de atenção, entre as alternativas a seguir, selecione a que corresponde ao Nível de Atenção Secundário: C) Atendimento ambulatorial para situações de urgência e emergência: UPA’s e UBS’s Consultas Clínicas de pronto atendimento, Ortopedia, Cardiologia, Cirurgias pequenas Questões que vão cair na prova